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Projeto Portugal 2020

O cruzamento das vias de circulação automóvel no local de intervenção é o grande ponto crítico deste centro urbano, quer em termos da fluidez e capacidade de circulação, quer em termos de segurança. A actual intersecção obriga a manobras de trânsito que se afiguram ultrapassadas e incertas o que leva a hesitações por parte dos condutores e que resulta em situações conflituosas quer para a circulação automóvel quer para os peões que circulam nessas imediações. De facto todo o espaço destinado a passeios também é ele conflituoso e indesejável para a segurança e conforto dos seus utentes, sendo que nos deparamos com passeios que se confundem com zonas de aparcamento automóvel. Verifica-se ainda que em grande parte das vias os atravessamentos são inexistentes e desajustados de acordo com as recomendações técnicas e específicas para uma área urbana que se pretende qualificada. A área de intervenção é uma zona onde confluem 5 vias: a Rua Serpa Pinto, a rua Dr. João Lemos, a rua Monsenhor José de Magalhães e Sousa e ainda os dois tramos da avenida João Pinto Ribeiro, pois esta prolonga-se após o cruzamento com as restantes vias. A melhor forma de reorganizar a intercepção desses troços de arruamento é a introdução de uma intercepção giratória, também designadas por rotunda, pelas inúmeras vantagens demonstradas pela experiência e trabalhos científicos de índole nacional e internacional, mostrando ao longos das últimas décadas, ser a forma mais adequada de resolver os conflitos de cruzamentos, mesmo nos aglomerados urbanos onde haja área suficiente para desenvolver uma solução com uma geometria adequada. Assim, e tendo em conta as condicionantes urbanas do local, foi desenvolvida uma solução cujo desenho se aproxima muito do projecto desenvolvido para a Gandarela, no cruzamento de duas estradas nacionais, a EN304 com a EN206. Tendo em conta as disposições normativas explanadas no “documento base” pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, em colaboração com as “Estradas de Portugal”, hoje “Infraestruturas de Portugal, S.A.”, a solução preconizada enquadra-se numa tipologia de rotunda normal, condicionada pelo facto do Diâmetro do Círculo Inscrito (DCI) – que é o maior diâmetro que se consegue inscrever no interior da rotunda, tendo e m conta a área de intervenção, as edificações existentes e os passeios que se pretendem criar – poder alcançar um máximo de 30 metros. (30,2). Tendo em conta esta condicionante, o raio da Ilha Central será de 6 a 7 metros e cuja área de varredura (largura da faixa de rodagem mínima tendo em conta um veículo articulado) será de 8,4 metros. Assim, na rotunda será definida uma faixa de circulação de 6 metros, acrescida ainda de uma zona galgável num material distinto daquela. A circulação pedonal foi outra das principais preocupações deste projecto, sendo fundamental que esta se faça de forma segura, confortável e aprazível. Como prioridade absoluta definiu-se que o atravessamento das vias deveria ser feito por passadeiras niveladas com os passeios, sendo que estas, por sua vez, funcionarão como dissuasores de velocidade, obrigando os automobilistas a uma redução de velocidade. Sendo certo que numa entrada de uma rotunda a velocidade já é normalmente menor, a introdução destas passadeiras com acesso em rampa pelos automobilistas, não interferem de forma significativa com as velocidades recomendadas para esses locais, pois as passadeiras localizam-se em pontos estratégicos da via, já próximo da rotunda, pelo que já é, por norma, uma zona de velocidades bastante reduzidas. O desenho dos passeios resulta então do espaço disponível entre o novo desenho urbano das vias e as edificações adjacentes, sendo, sempre que possível, espaços amplos e largos que se coadunam com as passadeiras agora propostas e as zonas de estacionamento que naturalmente tiveram que ser redesenhadas e relocalizadas.

Ficha de projeto

Nome

O cruzamento das vias de circulação automóvel no local de intervenção é o grande ponto crítico deste centro urbano, quer em termos da fluidez e capacidade de circulação, quer em termos de segurança. A actual intersecção obriga a manobras de trânsito que se afiguram ultrapassadas e incertas o que leva a hesitações por parte dos condutores e que resulta em situações conflituosas quer para a circulação automóvel quer para os peões que circulam nessas imediações. De facto todo o espaço destinado a passeios também é ele conflituoso e indesejável para a segurança e conforto dos seus utentes, sendo que nos deparamos com passeios que se confundem com zonas de aparcamento automóvel. Verifica-se ainda que em grande parte das vias os atravessamentos são inexistentes e desajustados de acordo com as recomendações técnicas e específicas para uma área urbana que se pretende qualificada. A área de intervenção é uma zona onde confluem 5 vias: a Rua Serpa Pinto, a rua Dr. João Lemos, a rua Monsenhor José de Magalhães e Sousa e ainda os dois tramos da avenida João Pinto Ribeiro, pois esta prolonga-se após o cruzamento com as restantes vias. A melhor forma de reorganizar a intercepção desses troços de arruamento é a introdução de uma intercepção giratória, também designadas por rotunda, pelas inúmeras vantagens demonstradas pela experiência e trabalhos científicos de índole nacional e internacional, mostrando ao longos das últimas décadas, ser a forma mais adequada de resolver os conflitos de cruzamentos, mesmo nos aglomerados urbanos onde haja área suficiente para desenvolver uma solução com uma geometria adequada. Assim, e tendo em conta as condicionantes urbanas do local, foi desenvolvida uma solução cujo desenho se aproxima muito do projecto desenvolvido para a Gandarela, no cruzamento de duas estradas nacionais, a EN304 com a EN206. Tendo em conta as disposições normativas explanadas no “documento base” pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, em colaboração com as “Estradas de Portugal”, hoje “Infraestruturas de Portugal, S.A.”, a solução preconizada enquadra-se numa tipologia de rotunda normal, condicionada pelo facto do Diâmetro do Círculo Inscrito (DCI) – que é o maior diâmetro que se consegue inscrever no interior da rotunda, tendo e m conta a área de intervenção, as edificações existentes e os passeios que se pretendem criar – poder alcançar um máximo de 30 metros. (30,2). Tendo em conta esta condicionante, o raio da Ilha Central será de 6 a 7 metros e cuja área de varredura (largura da faixa de rodagem mínima tendo em conta um veículo articulado) será de 8,4 metros. Assim, na rotunda será definida uma faixa de circulação de 6 metros, acrescida ainda de uma zona galgável num material distinto daquela. A circulação pedonal foi outra das principais preocupações deste projecto, sendo fundamental que esta se faça de forma segura, confortável e aprazível. Como prioridade absoluta definiu-se que o atravessamento das vias deveria ser feito por passadeiras niveladas com os passeios, sendo que estas, por sua vez, funcionarão como dissuasores de velocidade, obrigando os automobilistas a uma redução de velocidade. Sendo certo que numa entrada de uma rotunda a velocidade já é normalmente menor, a introdução destas passadeiras com acesso em rampa pelos automobilistas, não interferem de forma significativa com as velocidades recomendadas para esses locais, pois as passadeiras localizam-se em pontos estratégicos da via, já próximo da rotunda, pelo que já é, por norma, uma zona de velocidades bastante reduzidas. O desenho dos passeios resulta então do espaço disponível entre o novo desenho urbano das vias e as edificações adjacentes, sendo, sempre que possível, espaços amplos e largos que se coadunam com as passadeiras agora propostas e as zonas de estacionamento que naturalmente tiveram que ser redesenhadas e relocalizadas. .

Valor de financiamento

357,03 mil € .

Valor executado

357,03 mil € .

Código de operação

NORTE-04-2316-FEDER-000473 .

Data de conclusão

07.10.2022 .

Sumário

A Requalificação dos acessos da zona sul da Vila de Celorico de Basto pretende criar as condições necessárias ao desenvolvimento de atividades económicas rentáveis, proporcionando emprego aos seus habitantes permitindo assim a sua inclusão ao nível produtivo. Ao nível ambiental, esta requalificação, visa proporcionar aos habitantes uma melhor qualidade de vida.

Beneficiários do financiamento

Distribuição geográfica do financiamento

357,03 mil €

Valor de financiamento

Onde foi aplicado o dinheiro

Por concelho

1 concelho financiado .

  • Celorico de Basto 357,03 mil € ,
Fonte AD&C, GPP
15.02.2026
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