Projeto Portugal 2020
A operação de "Reabilitação Física e Funcional do TGR" subdivide-se em 2 fases: 1.ª Fase: Espaço de Acolhimento ao Teatro - O espaço apresenta uma área útil de 2.716,00 m2, no qual se propõe as seguintes alterações: 75 Lugares de estacionamento, com as dimensões mínimas de 2,50 m de largura por 5,00 m de comprimento; 3 Lugares para utentes de mobilidade condicionada com as dimensões mínimas de 3,00m; Largura por 5,50 m de comprimento; Grelha de arborização de ensombramento e de atenuação do impacto visual dos lugares de estacionamento; Drenagem de pluviais através de valetas e sumidouros; Iluminação pública, por colunas; Colocação de mobiliário urbano: papeleiras, parquímetros; Acessibilidade aos utentes de mobilidade condicionada com a introdução de passadeira rampeada na rua do Teatro; Arranjo paisagístico da área sobrante entre a rua da Confraria de Nossa Senhora do Rosário e Edificações adjacentes; Acabamento a granito cinzento, nomeadamente: o Ruas/ calçada em cubos de granito 11x11; Lugares de estacionamento/ calçada em cubos de granito 11x11; Valetas de drenagem de pluviais, calçada em cubos de granito 11x11; Passeios/ calçada miúda de granito (igual ao existente no passeio da rua do Teatro); Caldeiras das árvores/ granito bujardado pico fino; Escadas/ lajedo de granito, bujardado pico fino; Muro / rua do Teatro: lajedo de granito, bujardado pico fino; Lancis/ granito bujardado pico fino; Guias do estacionamento/ mármore branco de Estremoz, amaciado; e, Guarda de escadas e rua / tubo e barra chata em aço inox escovado. 2.ª Fase: Adaptação do TGR às exigências de segurança - Esta fase, identificada como Fase Prioritária de Intervenção, consubstancia-se de uma forma localizada, especificamente no sector cénico do edifício. Muito pontualmente, e para apoio desta, acontece também no sector do público e no exterior. A intervenção pode sumariamente descrever-se uma forma subdivida em várias zonas, a saber: o Sector Cénico: Zona 1 - Compartimentação de sub-camarins, Zona 2 - Compartimentação de camarins e Zona 3 - Compartimentação da Boca de Cena; o Sector Publico (pontual): Zona 4 - Receção, Zona 5 - Hall Técnico e Zona 7 - Instalação sanitária de mobilidade reduzida; o No exterior (pontual): Zona 6 - Escadas de evacuação exteriores (do publico, na rua do Teatro) e Zona 8 - Armário / Contador de água Os trabalhos a realizar com utilização de materiais e sistemas construtivos distintos dos existentes, são os previstos no Projeto de Estabilidade, elaborados pelo gabinete A2P - Estudos e Projetos, nas seguintes zonas: ZONA 1 - Compartimentação Sub-Camarins, onde se prevê: Criação de piso intermédio com execução de laje aligeirada em estrutura metálica; Os primeiros dois lances de escadas em betão e nos restantes 2 lances a utilização de estrutura e reves-timento em madeira, replicando as escadas existentes; Estender a solução de reforço estrutural com perfis metálicos, no piso do palco, indispensável para garantia das necessárias condições de segurança de utilização. ZONA 2 - Compartimentação Camarins, onde se prevê: Estrutura metálica na construção de invólucro da caixa de escadas não aparente, por ser revestido a painéis corta-fogo; Estrutura metálica de suporte da cortina corta-fogo junto às varandas dos camarins, não aparente por também ser revestida com painéis corta-fogo com cor branca. ZONA 3 - Compartimentação Boca de Cena, onde se prevê: Estrutura metálica de suporte da cortina corta-fogo, da boca de cena, revestida com painéis corta-fogo que se prolongam até à cobertura. De notar ao nível do piso do palco que ficarão dissimulados pelas laterais de madeira existentes na caixa de palco. Estas intervenções estruturais pontuais, indispensáveis para a implementação do Projeto de Segurança Integrada, este da autoria do gabinete ATSE, foram devidamente enquadradas no Projeto de Arquitetura e não provocam alterações no funcionamento estrutural global do edifício, com paredes portantes em alvenaria e estruturas em madeira dos pisos e na cobertura.
Ficha de projeto
Nome
A operação de "Reabilitação Física e Funcional do TGR" subdivide-se em 2 fases: 1.ª Fase: Espaço de Acolhimento ao Teatro - O espaço apresenta uma área útil de 2.716,00 m2, no qual se propõe as seguintes alterações: 75 Lugares de estacionamento, com as dimensões mínimas de 2,50 m de largura por 5,00 m de comprimento; 3 Lugares para utentes de mobilidade condicionada com as dimensões mínimas de 3,00m; Largura por 5,50 m de comprimento; Grelha de arborização de ensombramento e de atenuação do impacto visual dos lugares de estacionamento; Drenagem de pluviais através de valetas e sumidouros; Iluminação pública, por colunas; Colocação de mobiliário urbano: papeleiras, parquímetros; Acessibilidade aos utentes de mobilidade condicionada com a introdução de passadeira rampeada na rua do Teatro; Arranjo paisagístico da área sobrante entre a rua da Confraria de Nossa Senhora do Rosário e Edificações adjacentes; Acabamento a granito cinzento, nomeadamente: o Ruas/ calçada em cubos de granito 11x11; Lugares de estacionamento/ calçada em cubos de granito 11x11; Valetas de drenagem de pluviais, calçada em cubos de granito 11x11; Passeios/ calçada miúda de granito (igual ao existente no passeio da rua do Teatro); Caldeiras das árvores/ granito bujardado pico fino; Escadas/ lajedo de granito, bujardado pico fino; Muro / rua do Teatro: lajedo de granito, bujardado pico fino; Lancis/ granito bujardado pico fino; Guias do estacionamento/ mármore branco de Estremoz, amaciado; e, Guarda de escadas e rua / tubo e barra chata em aço inox escovado. 2.ª Fase: Adaptação do TGR às exigências de segurança - Esta fase, identificada como Fase Prioritária de Intervenção, consubstancia-se de uma forma localizada, especificamente no sector cénico do edifício. Muito pontualmente, e para apoio desta, acontece também no sector do público e no exterior. A intervenção pode sumariamente descrever-se uma forma subdivida em várias zonas, a saber: o Sector Cénico: Zona 1 - Compartimentação de sub-camarins, Zona 2 - Compartimentação de camarins e Zona 3 - Compartimentação da Boca de Cena; o Sector Publico (pontual): Zona 4 - Receção, Zona 5 - Hall Técnico e Zona 7 - Instalação sanitária de mobilidade reduzida; o No exterior (pontual): Zona 6 - Escadas de evacuação exteriores (do publico, na rua do Teatro) e Zona 8 - Armário / Contador de água Os trabalhos a realizar com utilização de materiais e sistemas construtivos distintos dos existentes, são os previstos no Projeto de Estabilidade, elaborados pelo gabinete A2P - Estudos e Projetos, nas seguintes zonas: ZONA 1 - Compartimentação Sub-Camarins, onde se prevê: Criação de piso intermédio com execução de laje aligeirada em estrutura metálica; Os primeiros dois lances de escadas em betão e nos restantes 2 lances a utilização de estrutura e reves-timento em madeira, replicando as escadas existentes; Estender a solução de reforço estrutural com perfis metálicos, no piso do palco, indispensável para garantia das necessárias condições de segurança de utilização. ZONA 2 - Compartimentação Camarins, onde se prevê: Estrutura metálica na construção de invólucro da caixa de escadas não aparente, por ser revestido a painéis corta-fogo; Estrutura metálica de suporte da cortina corta-fogo junto às varandas dos camarins, não aparente por também ser revestida com painéis corta-fogo com cor branca. ZONA 3 - Compartimentação Boca de Cena, onde se prevê: Estrutura metálica de suporte da cortina corta-fogo, da boca de cena, revestida com painéis corta-fogo que se prolongam até à cobertura. De notar ao nível do piso do palco que ficarão dissimulados pelas laterais de madeira existentes na caixa de palco. Estas intervenções estruturais pontuais, indispensáveis para a implementação do Projeto de Segurança Integrada, este da autoria do gabinete ATSE, foram devidamente enquadradas no Projeto de Arquitetura e não provocam alterações no funcionamento estrutural global do edifício, com paredes portantes em alvenaria e estruturas em madeira dos pisos e na cobertura. .Valor de financiamento
1,61 milhões € .Valor executado
1,61 milhões € .Código de operação
ALT20-04-2316-FEDER-000111 .Data de conclusão
21.03.2023 .Sumário
Na presença de culturas e economias globais e num contexto mais vasto que o nacional, impõe-se a necessidade de suporte em infraestruturas e equipamentos ajustados à nova economia urbana global. Pretende-se enquadrar o TGR numa lógica de rede pública de equipamentos de âmbito municipal, disponibilizando respostas a necessidades, não só do ponto de vista local, mas também da concorrência intercidades, com estratégias de dependência interurbana.
Beneficiários do financiamento
Beneficiário principal
MUNICÍPIO DE ÉVORA
Distribuição geográfica do financiamento
1,61 milhões €
Valor de financiamento
Onde foi aplicado o dinheiro
Por concelho
1 concelho financiado .
-
Évora 1,61 milhões € ,