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Ficha de projeto

Nome

Sala de Preparação Cirúrgica

Valor total do projeto

403,3 mil €

Valor pago

100,82 mil €

Financiamento não reembolsável

403,3 mil €

Financiamento por empréstimos

0 €

Data de início

01.01.2026

Data de conclusão

30.06.2026

Dimensão

Resiliência

Componente

Serviço Nacional de Saúde

Investimento

Construção do Hospital de Lisboa Oriental e equipamento para hospitais em Lisboa e Vale do Tejo

Código de operação

05/C01-i04/2025.P18008

Sumário

A presente operação visa a requalificação de espaço para criação de uma sala de preparação cirúrgica, adjacente ao Bloco Operatório Central, com enfoque na sustentabilidade, eficiência energética e digitalização.O investimento prevê a instalação de sistemas de AVAC com bombas de calor de elevada eficiência e unidade de tratamento de ar novo com recuperação de energia, permitindo reduzir significativamente os consumos energéticos e o impacto ambiental. Será ainda implementado um sistema de controlo centralizado, promovendo a monitorização em tempo real, manutenção preventiva e gestão eficiente dos recursos. Serão integrados sistemas elétricos otimizados e iluminação LED, bem como infraestruturas digitais para comunicações, interligadas aos sistemas hospitalares. A operação inclui a instalação de equipamentos hidricamente eficientes, contribuindo para a proteção dos recursos hídricos. A intervenção arquitetónica assegurará superfícies laváveis, materiais resistentes e fluxos funcionais, promovendo o controlo de infeções. Serão também instaladas redes de gases medicinais e de vácuo clínico, assegurando o fornecimento seguro e contínuo de oxigénio, ar medicinal e vácuo, de acordo com as normas aplicáveis ao ambiente cirúrgico. Estes sistemas são fundamentais para garantir a funcionalidade e segurança das intervenções clínicas. No âmbito da segurança contra incêndios em edifícios, a intervenção incluirá a implementação de sistemas de deteção e alarme, sinalização fotoluminescente de evacuação, extintores adequados e materiais construtivos com comportamento adequado ao fogo, assegurando a conformidade com o regime legal aplicável às infraestruturas hospitalares.De referir ainda que, ao requalificar o espaço onde agora se encontra a unidade de cuidados intermédios, adaptando-a a uma Sala de Preparação Cirúrgica e a “transferência” daquela para local mais próximo da unidade de cuidados intensivos, traduzir-se-á em ganhos de eficiência substanciais, sobretudo ao nível da gestão de recursos humanos e logísticos. A partilha de infraestruturas, equipamentos e, em alguns casos, de profissionais permite uma resposta mais rápida e coordenada às necessidades dos doentes em transição entre níveis de cuidados. Esta proximidade facilita o apoio imediato da equipa de cuidados intensivos em situações de agravamento clínico nos cuidados intermédios, reduzindo tempos de intervenção e evitando transferências demoradas ou complexas.Adicionalmente, a localização contígua permite uma melhor integração dos circuitos de apoio, como farmácia, análises laboratoriais, exames de imagem e manutenção de equipamentos, promovendo maior eficiência operacional. Também reduz o tempo e o esforço necessários para a mobilidade dos doentes entre as unidades, minimizando riscos associados ao transporte interno e melhorando a continuidade dos cuidados.

Beneficiários

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, existem duas tipologias de beneficiário que têm a responsabilidade de executar os projetos, aplicando o financiamento recebido. Dado o seu papel comum, a referência a estas duas tipologias de beneficiário foi simplificada e unificada no termo “Beneficiário”.
As duas tipologias são:
  • Beneficiários Diretos são aqueles cujos financiamento e projetos a executar constam do Plano de Recuperação e Resiliência negociado e aprovado pela União Europeia;
  • Beneficiários Finais são aqueles cujos financiamento e projetos a executar são aprovados após um processo de seleção, feito através de Avisos de Candidaturas.

Aviso de Candidaturas

Na realização dos Avisos de Candidaturas são solicitadas candidaturas para a escolha dos projetos e dos beneficiários finais a quem é atribuído o financiamento.

A avaliação do projeto é realizada com base na sua conformidade com os critérios de seleção definidos nos avisos de candidatura, podendo ser atribuída uma nota final, quando aplicável.

Nota final da avaliação

2,5
Nota importante

Poderá encontrar os componentes do cálculo da nota de avaliação no documento de critérios de seleção referenciado em baixo.

Critérios de seleção

Os critérios de seleção de financiamento a que este projeto e respetivo beneficiário final esteve sujeito e a sua classificação podem ser consultados em detalhe na plataforma Recuperar Portugal.

Beneficiários

Beneficiários intermediários

Beneficiários

Contratação pública

Os Beneficiários que sejam entidades públicas operacionalizam o seu projeto através da celebração de um ou mais contratos de fornecimento de bens ou serviços com entidades fornecedoras, através de procedimentos de contratação pública.

De forma a garantir e disponibilizar o máximo de transparência na contratação pública, é aqui disponibilizada a listagem dos contratos que foram celebrados ao abrigo deste projeto e respetivo detalhe que poderá consultar na plataforma Base.Gov. De realçar que de acordo com a legislação em vigor no momento da celebração do contrato, existem exceções que não exigem a sua publicação nesta plataforma, pelo que nesses casos, poderá não existir informação disponível.

Distribuição geográfica

403,3 mil €

Valor total do projeto

Percentagem de valor já pago para a execução de projetos

, 25 %,

Onde foi aplicado o dinheiro

Por concelho

1 concelho financiado .

  • Guimarães 403,3 mil € ,
Fonte EMRP
10.02.2026
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Transparência sem entrelinhas