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Ficha de projeto

Nome

Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA)

Valor total do projeto

80,88 mil €

Valor pago

24,26 mil €

Financiamento não reembolsável

80,88 mil €

Financiamento por empréstimos

0 €

Data de início

01.01.2025

Data de conclusão

30.06.2026

Dimensão

Resiliência

Componente

Investimento e inovação

Investimento

Unidades de investigação científica

Código de operação

01/C05-i13/2025.PUID/04038/2023

Sumário

O CRIA é o principal centro de investigação em antropologia em Portugal, ocupando um lugar privilegiado entre as instituições portuguesas na área das ciências sociais. Constitui-se como unidade de I&D interuniversitária (ISCTE, NOVA FCSH, UC, UMinho) que partilha recursos de gestão, financiamento, investigação, disseminação, formação e transferência de conhecimento. A investigação no CRIA organiza-se a partir de 4 grupos: Circulação e Produção de Lugares; Desafios Ambientais, Sustentabilidade e Etnografia; Quotidianos, Políticas e Desigualdades; Práticas e Políticas da Cultura. Transversalmente, 5 linhas temáticas convergem em temas específicos: Saúde; Antropologia Visual e das Artes; Estudos em Contextos Árabes e Islâmicos; Religião; Estudos da Ásia do Sul. A investigação e a formação no CRIA beneficiam ainda de uma forte dimensão laboratorial com 4 Laboratórios a estimular novas linhas de pesquisa e promovendo a colaboração ativa com instituições públicas da sociedade civil. Principalmente focalizado no contexto português, o CRIA contribui de forma sólida para o conhecimento das dinâmicas sociais nacionais. Paralelamente, a investigação sobre outros contextos geográficos é de relevância significativa (Europa, países lusófonos, Índia, África do Sul, Bangladesh, Marrocos, Mauritânia). Promovendo a interdisciplinaridade e o desenvolvimento de subáreas disciplinares, o CRIA estimula análises comparativas e transversais a diferentes escalas espaciais e históricas. Reunindo investigadores com diferentes formações e tradições académicas, o CRIA participa na reestruturação geopolítica do discurso e da prática da antropologia, quer em Portugal, quer em fóruns internacionais, desempenhando um papel central no reforço de diálogos criativos entre áreas de conhecimento frequentemente afastadas. O CRIA advoga uma abordagem independente à produção do conhecimento, não constrangida pelas perspetivas e ritmos da urgência política, atenta às expetativas societais, e comprometida com a etnografia densa e prolongada como base para a inovação. Garante assim a originalidade do seu contributo teórico e empírico para a investigação fundamental e aplicada. Este posicionamento conduz a um compromisso do CRIA com as preocupações e debates públicos sobre os riscos sociais, culturais e naturais, e as políticas orientadas para sociedades inclusivas e sustentáveis. Reconhecendo o potencial dos usos da cultura, o CRIA empenha-se em projetos culturais inovadores que promovam processos de decisão política socialmente participativos e cientificamente informados. A sua aposta na disseminação da investigação em antropologia de elevada qualidade foi concretizada pela revista Etnográfica e pela editora Etnografica Press. Cumprindo as políticas de acesso e ciência aberta, ambas confirmam o compromisso do CRIA com uma investigação socialmente responsável.

Beneficiários

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, existem duas tipologias de beneficiário que têm a responsabilidade de executar os projetos, aplicando o financiamento recebido. Dado o seu papel comum, a referência a estas duas tipologias de beneficiário foi simplificada e unificada no termo “Beneficiário”.
As duas tipologias são:
  • Beneficiários Diretos são aqueles cujos financiamento e projetos a executar constam do Plano de Recuperação e Resiliência negociado e aprovado pela União Europeia;
  • Beneficiários Finais são aqueles cujos financiamento e projetos a executar são aprovados após um processo de seleção, feito através de Avisos de Candidaturas.

Aviso de Candidaturas

Na realização dos Avisos de Candidaturas são solicitadas candidaturas para a escolha dos projetos e dos beneficiários finais a quem é atribuído o financiamento.

A avaliação do projeto é realizada com base na sua conformidade com os critérios de seleção definidos nos avisos de candidatura, podendo ser atribuída uma nota final, quando aplicável.

Nota final da avaliação

4,4
Nota importante

Poderá encontrar os componentes do cálculo da nota de avaliação no documento de critérios de seleção referenciado em baixo.

Critérios de seleção

Os critérios de seleção de financiamento a que este projeto e respetivo beneficiário final esteve sujeito e a sua classificação podem ser consultados em detalhe na plataforma Recuperar Portugal.

Beneficiários

Beneficiários intermediários

Beneficiários

Contratação pública

Os Beneficiários que sejam entidades públicas operacionalizam o seu projeto através da celebração de um ou mais contratos de fornecimento de bens ou serviços com entidades fornecedoras, através de procedimentos de contratação pública.

De forma a garantir e disponibilizar o máximo de transparência na contratação pública, é aqui disponibilizada a listagem dos contratos que foram celebrados ao abrigo deste projeto e respetivo detalhe que poderá consultar na plataforma Base.Gov. De realçar que de acordo com a legislação em vigor no momento da celebração do contrato, existem exceções que não exigem a sua publicação nesta plataforma, pelo que nesses casos, poderá não existir informação disponível.

Distribuição geográfica

80,88 mil €

Valor total do projeto

Percentagem de valor já pago para a execução de projetos

, 30 %,

Onde foi aplicado o dinheiro

Por concelho

1 concelho financiado .

  • Lisboa 80,88 mil € ,
Fonte EMRP
08.06.2026
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Transparência sem entrelinhas