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Projeto Portugal 2030

Programa de Internacionalização da fileira do Calçado 2023

Nesta página

Ficha de projeto

Nome do projeto

Programa de Internacionalização da fileira do Calçado 2023

Valor de financiamento

3,2 milhões €

Valor executado

0 €

Objetivo estratégico

+ Inteligente

Data de início prevista

01.01.2024

Data de conclusão prevista

31.12.2024

Objetivo específico

Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.

Modalidade

Subvenção

Código de operação

COMPETE2030-FEDER-00411900

Sumário

A APICCAPS assume, para esta candidatura, os indicadores de realização previstos no Aviso n.º MPR-2023-5: • RPO001 - Mercados alvo, comunitários e terceiros, objeto de intervenção relevante: 18 • RPO002 - Mercados abrangidos no âmbito das ações de marketing digital: 12 • RPO003 - Ações de prospeção e captação de novos clientes nos mercados externos: 2 • RPO004 - Presenças em feiras e certames internacionais: 194 • RPO006 - Lojas próprias online criadas • RPO009 - Novas adesões a marketplaces Relativamente ao primeiro destes indicadores (RPO001), como explicitado anteriormente, o projeto tem 18 mercados-alvo: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Hong Kong, Itália, Japão, Marrocos, Nova Zelândia, Países Baixos, Polónia e Reino Unido. A maioria destes são mercados de oportunidade, no sentido em que a quota aí obtida pelo calçado português está aquém da sua quota no comércio internacional de calçado, e também mercados não tradicionais para o setor ou para as empresas. As ações de marketing digital, a realizar pelos destinatários do projeto, deverão alcançar 12 mercados (RPO002). No entanto, dada a sua natureza, é previsível que o seu alcance geográfico exceda os mercados a que especificamente serão dirigidas. O projeto inclui duas ações que estamos a classificar como de prospeção e captação de novos clientes nos mercados externos, correspondendo às missões empresariais a realizar na Austrália e Nova Zelândia, por um lado, e Coreia do Sul, por outro (RPO003). No entanto, entendendo em sentido mais lato este indicador, poderia considerar-se que a generalidade das ações a desenvolver, nomeadamente as participações em feiras e exposições, correspondem também a esforços de prospeção e captação de novos clientes. O projeto contempla a participação de empresas portuguesas em 35 edições de 30 feiras e certames internacionais realizados em 13 países. Estima-se que o número total de participações seja de 194, meta assumida para o indicador RPO004. Quanto ao indicador RPO006, prevê-se que seis empresas recorram ao projeto para criar lojas próprias online e, quanto ao RPO009, que uma empresa utilize o seu apoio para assegurar a adesão a marketplaces. Salienta-se, no entanto, que, para muitas empresas, as necessidades neste domínio se centram no melhoramento das lojas de que já dispõem, em função da experiência que vão acumulando de utilização deste novo instrumento, e não estritamente na sua criação. Salienta-se também que as necessidades de investimento que daí decorrem extravasam, muitas vezes, a loja, em si mesma: a operação da loja online coloca novas exigências a nível de produção e logística e confronta a empresa com uma relação direta com o consumidor que, na maioria dos casos, é uma novidade; por isso, a criação de lojas online tem sido frequentemente o motor para outras inovações organizacionais e de marketing. Ao nível dos resultados, o projeto contribuirá, como requerido pelo aviso MPR-2003-5, para o indicador “Intensidade das exportações no pós-projeto”, definido como rácio entre o volume de negócios internacional e o volume de negócio total das empresas apoiadas, na situação pós projeto. Salienta-se, no entanto, que grande parte das PME envolvidas neste projeto tem já níveis muito elevados de intensidade de exportações, nalguns casos, próximos dos 100%. Para estas empresas, os objetivos fundamentais do projeto prendem-se sobretudo com o aumento do valor absoluto das exportações e com o aumento do seu preço médio, de forma a reforçar a sua rendibilidade, não com o (matematicamente quase impossível) aumento do peso das exportações no volume de negócios. Aliás, pode até dar-se o caso de o projeto ser muito bem-sucedido, permitindo um crescimento significativo do volume de negócios das empresas, mas ser acompanhado de um declínio deste indicador, se o volume de negócios total da empresa crescer ainda mais. Por outro lado, importa notar que os efeitos das atividades de promoção comercial não são instantâneos, nem de fácil identificação. Frequentemente, a participação numa feira gera contactos que são apenas o início de um processo comercial que só muito depois produz resultados efetivos. Os resultados da avaliação a anteriores projetos de internacionalização da APICCAPS atestam, aliás, que o mais comum é que seja só após uma sequência de contactos, em diversas feiras e por outros meios, que os resultados comerciais surgem. Não se deve, portanto, esperar que o impacto das atividades desenvolvidas pelas empresas participantes ao abrigo deste projeto, durante o ano de 2024, se materialize inteiramente no volume de negócios conseguido no ano. Como não se pode, simetricamente, excluir que as variações observáveis no volume de negócios durante 2024 reflitam atividades promocionais desenvolvidas em períodos anteriores. Por outro lado, como é evidente, a evolução do indicador proposto é influenciada por outros fatores que nada têm a ver com a execução do projeto, muitos dos quais não são controláveis pelas empresas apoiadas, como a situação económica e geopolítica internacional. Com estas ressalvas, a APICCAPS fixa para a intensidade das exportações no pós-projeto uma meta de 69,7%. De uma maneira mais geral, para lá da perspetiva quantitativa medida por estes indicadores, o projeto tem um conjunto de objetivos estratégicos que se podem enunciar da seguinte forma: • prosseguir a valorização internacional do calçado português; • continuar o permanente rejuvenescimento da base exportadora da indústria de calçado, apoiando novas empresas nos primeiros passos do seu processo de internacionalização; • defender a quota de mercado dos exportadores portugueses nos principais mercados internacionais; • contribuir para a diversificação geográfica das exportações portuguesas de calçado, reforçando a penetração em mercados de oportunidade; • reforçar a intensidade exportadora de outras indústrias do cluster.

Beneficiários

Beneficiários Principais

Candidaturas

Os Avisos de Candidatura proporcionam uma oportunidade para entidades públicas e privadas obterem financiamento para projetos que impulsionem a economia portuguesa. Cada aviso define um montante específico para investimento, disponibilizado aos beneficiários por meio de concurso ou convite.

Os projetos submetidos a concurso são avaliados por entidades específicas, com base em critérios de seleção estabelecidos nos avisos de candidatura. Quando aplicável, são atribuídas notas de avaliação aos projetos.

Nota final da candidatura

Nãoseaplica

Código do aviso

MPr-2023-5

Designação do aviso

SICE – Internacionalização das PME – Operações em conjunto

Distribuição geográfica

Financiamento total do projeto

3,2 milhões €

Percentagem de valor já executado para a realização de projetos

0 %,
Onde foi aplicado o dinheiro

Por concelhos

24 concelhos financiados .

  • Felgueiras 972,12 mil € ,
  • Santa Maria da Feira 437,58 mil € ,
  • Guimarães 315,94 mil € ,
  • Oliveira de Azeméis 291,64 mil € ,
  • São João da Madeira 291,64 mil € ,

Distribuição geográfica do financiamento

Nome do projeto

Programa de Internacionalização da fileira do Calçado 2023

Valor de financiamento

3,2 milhões €

Distribuição do financiamento por concelho
Concelho Valor financiado
Felgueiras
972,12 mil €
Santa Maria da Feira
437,58 mil €
Guimarães
315,94 mil €
Oliveira de Azeméis
291,64 mil €
São João da Madeira
291,64 mil €
Vila Nova de Gaia
97,21 mil €
Vizela
97,21 mil €
Alcobaça
72,91 mil €
Porto
72,91 mil €
Gondomar
48,61 mil €
Maia
48,61 mil €
Ovar
48,61 mil €
Paços de Ferreira
48,61 mil €
Póvoa de Varzim
48,61 mil €
Vila do Conde
48,61 mil €
Batalha
24,3 mil €
Braga
24,3 mil €
Castelo de Paiva
24,3 mil €
Pombal
24,3 mil €
Torres Vedras
24,3 mil €
Trofa
24,3 mil €
Viana do Castelo
24,3 mil €
Vila Nova de Famalicão
24,3 mil €
Vila Verde
24,3 mil €

Concelho

Felgueiras

972,12 mil €

Santa Maria da Feira

437,58 mil €

Guimarães

315,94 mil €

Oliveira de Azeméis

291,64 mil €

São João da Madeira

291,64 mil €

Vila Nova de Gaia

97,21 mil €

Vizela

97,21 mil €

Alcobaça

72,91 mil €

Porto

72,91 mil €

Gondomar

48,61 mil €

Maia

48,61 mil €

Ovar

48,61 mil €

Paços de Ferreira

48,61 mil €

Póvoa de Varzim

48,61 mil €

Vila do Conde

48,61 mil €

Batalha

24,3 mil €

Braga

24,3 mil €

Castelo de Paiva

24,3 mil €

Pombal

24,3 mil €

Torres Vedras

24,3 mil €

Trofa

24,3 mil €

Viana do Castelo

24,3 mil €

Vila Nova de Famalicão

24,3 mil €

Vila Verde

24,3 mil €

Fonte AD&C
31.12.2025
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