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Valores de financiamento
O projeto de modernização do troço Ovar-Gaia (Fase 1 e Fase 2) enquadra-se no objetivo geral de modernização da Linha do Norte e incide numa extensão de cerca de 36 km entre Válega (pk 296,600) no concelho de Ovar e Vila Nova de Gaia (pk 332,780). A Linha do Norte, principal eixo da Rede Ferroviária Nacional (RFN), desenvolve-se, longitudinalmente, em função de um grande corredor litoral (Corredor Norte/Sul) que integra a cobertura dos principais portos, aeroportos, plataformas logísticas, capitais de distrito do litoral e das duas Áreas Metropolitanas, bem como, as ligações às fronteiras Norte (Valença) e Sul (Vila Real de Santo António). Esta linha integra o Corredor Atlântico, um dos nove corredores principais da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T), tendo como objetivo contribuir para o reforço da coesão económica e social da Europa e para o desenvolvimento do respetivo mercado interno, nomeadamente, através da ligação das regiões periféricas às regiões centrais da União Europeia e no qual está incluída a modernização de diversas infraestruturas na Península Ibérica. Assim, o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas 2014-2020 (PETI3+), aprovado em Conselho de Ministros, a 3 de abril de 2014, engloba um conjunto de investimentos em infraestruturas de transportes a concretizar; este plano compreende uma intervenção nos troços ainda não modernizados na Linha do Norte, nomeadamente, no troço Ovar-Gaia (Fase 1 e Fase 2), contribuindo para a consolidação de um corredor vertical atlântico integrado multimodal, que liga a Galiza ao Algarve, incluindo os principais portos, aeroportos e plataformas logísticas. O troço Ovar-Gaia caracteriza-se por ter via dupla eletrificada e sinalização elétrica no sentido normal da circulação e 19 passagens de nível. Trata-se de um troço com tráfego misto apresentando uma média de 195 comboios/dia. A intervenção objeto da presente candidatura corresponde à 2.ª fase de modernização do troço Ovar-Gaia e inclui a construção de desnivelamentos para supressão de passagens de nível, a renovação integral da via entre o PK 296+600 e o PK 332+780, a instalação de sistemas de sinalização eletrónica, telecomunicações ferroviárias e controlo automático de velocidade entre o PK 299+885 e o PK 332+760 e a realização de estudos e projetos. O projeto de modernização do troço Ovar-Gaia assenta em princípios de aumento da eficiência do sistema de transportes, dinamização do desenvolvimento económico, aumento da coesão social e territorial e incremento da sustentabilidade do sistema de transportes, tendo como principais objetivos: - Melhoria dos padrões de qualidade e conforto para o passageiro - Aumento da quota de mercado - Eficiência das condições de exploração com adequados padrões de fiabilidade e segurança - Redução do número de acidentes em passagens de nível.
Valor de financiamento 96,37 milhões €
A modernização da Linha da Beira Baixa, e em particular do troço Covilhã – Guarda, permitirá a existência de redundância ao nível dos itinerários na rede ferroviária nacional mercê do fecho da malha (Linha do Norte - Linha da Beira Alta – Linha da Beira Baixa), o que permitirá descongestionar a Linha do Norte e a Linha da Beira Alta e criar canais alternativos para o tráfego internacional de mercadorias a partir das regiões da Grande Lisboa e do Sul de Portugal, aumentando significativamente a capacidade de ligação à Fronteira de Vilar Formoso. Com o objetivo de reabrir ao tráfego o troço Covilhã - Guarda, com 46,5 km de extensão, a intervenção irá desenrolar-se entre a Estação da Covilhã (pk 165+194) e a Estação da Guarda (pk 211+694 ), com o desenvolvimento dos seguintes trabalhos: • Estabilização de taludes e construção de estruturas de contenção e drenagens ao longo do troço; • Renovação Integral de 36 km de Via (10 km já renovados entre os PK 178,400 e 188,500, na 1ª fase), com substituição das atuais travessas de madeira por travessas monobloco polivalentes e substituição do carril tipo 40 por carril do tipo 60 E1; • Regularização e otimização do traçado de via ao longo do troço que incluem pequenas correções às curvas de menor raio; • Remodelação dos layouts das Estações de Belmonte e Guarda, com aumento dos comprimentos úteis das linhas principais para receção de comboios de mercadorias de maior extensão e otimização de exploração; • Construção de plataformas de passageiros com 80m de extensão e 0,685m acima do plano de rolamento, nos apeadeiros de Maçainhas, Benespera e Sabugal; • Eletrificação do troço do tipo 2x25 KV / 50 HZ, com montagem de catenária tipo LP10 e construção de Postos de Autotransformador e de Posto de Zona Neutra; • Implantação de sistema de Retorno de Corrente de Tração e Terras de Proteção; • Restabelecimento de caminhos paralelos; • Supressão da Passagem Nível (PN) ao PK 206,960 com a construção de uma Passagem Inferior (PI) ao PK 207,212 da Linha da Beira Baixa; • Reabilitação de 6 pontes ferroviárias metálicas (Carpinteira, Corge, Zêzere II, Maçainhas, Gogos e Penha da Barroca; • Concordância entre a Linha da Beira Baixa e a Linha da Beira Alta em via única eletrificada com 1500 metros de extensão, que permitirá a criação de canais alternativos de tráfego internacional de mercadorias; • Instalação de Sinalização Eletrónica (incluindo automatização de Passagens de Nível); • Instalação de ERTMS (European Railway Traffic Management System): o Subsistema ETCS - European Train Control System (transitoriamente a emular o sistema classe B); o Subsistema de Telecomunicações Rádio GSM-R - Global System for Mobile Communications – Rail; • Adaptação do Centro de Comando Operacional de Lisboa; • Instalação da componente Telecomunicações (Telecomando de Catenária, Informação ao Público, etc.), conforme âmbito técnico explicitado na Memória Descritiva Aos trabalhos indicados acresce ainda a aquisição de terrenos, prestação de serviços de fiscalização e a elaboração de Estudos e Projetos.
Valor de financiamento 74,95 milhões €
Incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial
Valor de financiamento 65,49 milhões €
Bolsas de Ensino Superior para Alunos Carenciados
Valor de financiamento 61,48 milhões €
O projeto Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), a implementar pela Infraestruturas de Portugal, S.A. e pela Metro Mondego, S.A. (MM), consiste na implementação de um Metrobus com tração elétrica (a baterias) no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra, ligando Serpins, Lousã e Miranda do Corvo a Coimbra (servindo a estação de Coimbra B e o eixo central da cidade entre a beira rio e a zona dos hospitais da cidade). Inicialmente previsto para metro ligeiro de superfície, o projeto procura agora otimizar o investimento, aproveitando as intervenções já realizadas. Estão previstas adaptações do antigo canal ferroviário e do espaço público dentro da malha urbana da cidade de Coimbra de forma a responder aos requisitos técnicos e específicos para uma solução de Metrobus com canal e paragens dedicadas, dotadas de sistemas de informação ao público e máquinas automáticas de bilhética, gestão de tráfego para priorização do Metrobus e sistemas de apoio à condução e à exploração para otimização do seu funcionamento. O SMM é parte integrante e essencial do sistema de transportes públicos da Região de Coimbra, dando resposta à mobilidade já existente desde o século passado no Ramal da Lousã e fazendo a estruturação da rede urbana da cidade de Coimbra, através de uma linha central de ligação do centro à zona dos hospitais, em articulação com os restantes modos de transportes urbanos.
Valor de financiamento 48,92 milhões €
Incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial
Valor de financiamento 48 milhões €
Programas Doutorais
Valor de financiamento 47 milhões €
--
Valor de financiamento 45,63 milhões €
Estágios IEJ
Valor de financiamento 43,81 milhões €
Bolsas individuais de doutoramento e pós-doutoramento
Valor de financiamento 42,59 milhões €