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Valores de financiamento
A Extensão a Vila D’Este da Linha Amarela inicia-se após a Estação de Santo Ovídio e desenvolve-se ao longo de aproximadamente 3,15 km, na qual se localizam as estações Manuel Leão, Hospital Santos Silva e Vila D’Este. Faz também parte do projeto um Parque de Material e Oficina, bem como os seus ramais de ligação. Será também construída uma via de resguardo para inversão de veículos / rotura de frequência a sul da estação de Santo Ovídio. O traçado desta extensão desenvolve-se à superfície, em viaduto e enterrado em túnel. O traçado em viaduto localiza-se no troço entre as estações Santo Ovídio e Manuel Leão e engloba três obras de arte sucessivas, com uma extensão total de 555 metros. O Viaduto de Santo Ovídio permite o atravessamento superior ao ramo de saída da autoestrada A1 e à rua da Fonte dos Arrependidos (ex EN 1). A estação Manuel Leão é a única estação subterrânea do projeto, construída por método mineiro com um poço central, com uma profundidade de cerca de 20m. O troço em túnel mineiro corresponde à estação Manuel Leão e aos trechos adjacentes com uma extensão de aproximadamente 1000m. Os túneis adjacentes à estação serão executados pelo método NATM. No troço entre as estações Manuel Leão e Hospital Santos Silva existirá um Poço de Emergência e Ventilação. O túnel termina a cerca de 160 m da estação Hospital Santos Silva, emergindo a via em trincheira até à estação que se localiza à superfície junto à rua Conceição Fernandes, em frente ao Hospital que lhe dá o nome. A estação Hospital Santos Silva estabelece uma das principais ligações da linha Amarela, ao permitir que mais um equipamento hospitalar seja servido por este meio de transporte público. Espera-se ainda que, pela sua posição geográfica e relação de proximidade com fortes eixos rodoviários de conexão com o território a sul, seja um ponto de interface e rebatimento do transporte individual para o público. Assim sendo, o parque de estacionamento automóvel existente será mantido e renovado, associando-se à estação de metro e às paragens de autocarros e pontos de espera de táxis, funcionando como um grande interface intermodal. Após a estação, a via volta a afundar, passando inferiormente aos arruamentos Alameda do Monte da Virgem, rua Escultor Alves de Sousa, rua dos Heróis do Ultramar e rua Padre Joaquim Faria, reemergindo de seguida e desenvolvendo-se à superfície até ao final do troço na estação Vila d’Este. No troço entre as estações Hospital Santos Silva e Vila d’Este localiza-se o Parque de Material e Oficina (PMO) que é uma das intervenções mais significativas para o sistema que esta extensão proporciona. Este equipamento virá melhorar a operação e manutenção da frota de veículos, permitindo pequenas reparações, lavagem e acções de limpeza e estacionamento. O PMO a construir difere do originalmente previsto na candidatura. Todas as valências que se encontravam previstas na candidatura mantêm-se pertinentes e encontram-se em construção. O desenho do layout foi redefinido com o objetivo de melhorar e corrigir anteriores constrangimentos com base da experiência do atual PMO de Guifões. O acesso ferroviário será realizado através de 3 ramais e a capacidade de parqueamento dos veículos passou de 20 para 28. A solução encontra-se em fase final de desenvolvimento, pelo que poderá estar sujeita a alterações de pormenor. A estação de Vila d’Este faz o término da linha, levando-a até ao bairro de Vila d’Este, um núcleo habitacional densamente povoado. A tração elétrica dos veículos é realizada a 750 V cc com sistema de catenária flexível na continuação do existente na linha amarela e serão construídas duas subestações de tração (SET). Será necessário ainda adquirir Sistemas e Equipamentos para a nova Extensão, Estações, Parque de Material e Oficina e adaptar/alterar os Sistemas Centrais de comando e controlo. Estão previstas aquisições ao nível da Sinalização, Sistema Integrado de Segurança, Sistemas de Apoio à Exploração (SAE) e Sistema de Bilhética. Também faz parte do investimento a aquisição do material circulante (8 veículos ferroviários).
Valor de financiamento 111,98 milhões €
Incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial
Valor de financiamento 108,86 milhões €
O projeto de modernização do troço Ovar-Gaia (Fase 1 e Fase 2) enquadra-se no objetivo geral de modernização da Linha do Norte e incide numa extensão de cerca de 36 km entre Válega (pk 296,600) no concelho de Ovar e Vila Nova de Gaia (pk 332,780). A Linha do Norte, principal eixo da Rede Ferroviária Nacional (RFN), desenvolve-se, longitudinalmente, em função de um grande corredor litoral (Corredor Norte/Sul) que integra a cobertura dos principais portos, aeroportos, plataformas logísticas, capitais de distrito do litoral e das duas Áreas Metropolitanas, bem como, as ligações às fronteiras Norte (Valença) e Sul (Vila Real de Santo António). Esta linha integra o Corredor Atlântico, um dos nove corredores principais da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T), tendo como objetivo contribuir para o reforço da coesão económica e social da Europa e para o desenvolvimento do respetivo mercado interno, nomeadamente, através da ligação das regiões periféricas às regiões centrais da União Europeia e no qual está incluída a modernização de diversas infraestruturas na Península Ibérica. Assim, o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas 2014-2020 (PETI3+), aprovado em Conselho de Ministros, a 3 de abril de 2014, engloba um conjunto de investimentos em infraestruturas de transportes a concretizar; este plano compreende uma intervenção nos troços ainda não modernizados na Linha do Norte, nomeadamente, no troço Ovar-Gaia (Fase 1 e Fase 2), contribuindo para a consolidação de um corredor vertical atlântico integrado multimodal, que liga a Galiza ao Algarve, incluindo os principais portos, aeroportos e plataformas logísticas. O troço Ovar-Gaia caracteriza-se por ter via dupla eletrificada e sinalização elétrica no sentido normal da circulação e 19 passagens de nível. Trata-se de um troço com tráfego misto apresentando uma média de 195 comboios/dia. A intervenção objeto da presente candidatura corresponde à 2.ª fase de modernização do troço Ovar-Gaia e inclui a construção de desnivelamentos para supressão de passagens de nível, a renovação integral da via entre o PK 296+600 e o PK 332+780, a instalação de sistemas de sinalização eletrónica, telecomunicações ferroviárias e controlo automático de velocidade entre o PK 299+885 e o PK 332+760 e a realização de estudos e projetos. O projeto de modernização do troço Ovar-Gaia assenta em princípios de aumento da eficiência do sistema de transportes, dinamização do desenvolvimento económico, aumento da coesão social e territorial e incremento da sustentabilidade do sistema de transportes, tendo como principais objetivos: - Melhoria dos padrões de qualidade e conforto para o passageiro - Aumento da quota de mercado - Eficiência das condições de exploração com adequados padrões de fiabilidade e segurança - Redução do número de acidentes em passagens de nível.
Valor de financiamento 96,37 milhões €
A empreitada de execução do troço de Linha Circular (Linha Rosa (G)) a construir desenvolve-se ao longo de aproximadamente 3 km, compreendendo quatro estações: Liberdade – S. Bento, Hospital Santo António, Galiza e Boavista – Casa da Música (duas adjacentes às já existentes S. Bento e Casa da Música). Toda a extensão da linha Circular a construir é subterrânea (desenvolve-se totalmente em túnel e via dupla). Fazem também parte do projeto o ramal de ligação à rede existente, com uma extensão de aproximadamente 0,5 km, e o arranque de uma futura linha para V. N. de Gaia. As estações Liberdade – S. Bento, Galiza e Boavista – Casa da Música serão construídas por escavação a céu aberto (cut and cover, método invertido), sendo a estação Hospital de Santo António construída por escavação mineira com dois poços de ataque. A linha Circular desenvolve-se em via dupla em toda a sua extensão. O ramal de ligação é em via simples. O assentamento de via é em via betonada do tipo LVT (Low Vibration Track) na generalidade da extensão. A tração elétrica dos veículos é realizada a 750 V cc com sistema de catenária rígida e serão construídas duas subestações de tração (SET). Será necessário ainda adquirir Sistemas e Equipamentos para a nova Extensão, Estações e adaptar/alterar os Sistemas Centrais de comando e controlo. Estão previstas aquisições ao nível da Sinalização, Sistema Integrado de Segurança, Sistemas de Apoio à Exploração (SAE) e Sistema de Bilhética. Também faz parte do investimento a aquisição do material circulante (10 veículos ferroviários). Esta ligação melhorará o acesso às áreas centrais do Porto, zonas com importantes componentes empresariais, residenciais e de saúde, captando muitos passageiros ao transporte individual.
Valor de financiamento 86,83 milhões €
Bolsas de Ensino Superior para Alunos Carenciados
Valor de financiamento 77,43 milhões €
Estágios IEJ
Valor de financiamento 70,21 milhões €
A Modernização do troço Nine - Valença Fronteira da Linha do Minho está incluída no projeto de Modernização da Linha o Minho, constante no Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas – Horizonte 2014-2020 (PETI3+), de projetos prioritários no corredor da fachada atlântica da Rede Ferroviária Nacional, integrado numa estratégia de desenvolvimento assente em princípios de aumento da eficiência, competitividade e sustentabilidade do sistema de transportes, dinamização do crescimento económico e aumento da coesão social e territorial, traduz-se numa intervenção fundamental para o desenvolvimento do sistema ferroviário. O projeto encontra-se repartido em duas fases. A fase 1, concluída em dezembro de 2015, é caracterizada, em termos gerais, pelos seguintes tipos de intervenções: renovação da superestrutura de via, modernização de túneis, requalificação de obras de arte e supressão de passagens de nível (PN), promovendo a melhoria das condições de exploração dos comboios de passageiros e de mercadorias, mitigando os problemas de resolução mais urgente neste itinerário, tais como as condições de instabilidade da infraestrutura atualmente existentes, e assegurando padrões mínimos de segurança das circulações ferroviárias. A Fase 2 compreende a execução, entre outros, das seguintes intervenções: • Novas instalações fixas de tração elétrica através da instalação de catenária e construção de subestação de tração de Vila Fria e instalação de Postos Autotransformadores, entre Viana do Castelo e Valença; • Alteamento e prolongamento das plataformas de passageiros das estações e apeadeiros existentes. • Execução de estações técnicas para o cruzamento de comboios de mercadoria até 750 metros de comprimento (Midões, Barroselas, Carreço e Carvalha); • Alterações nos layouts das estações de Barcelos, Darque e Viana do Castelo; • Rebaixamento de via para garantir gabari de eletrificação em duas secções; • Estabilização de taludes de escavação; • Impermeabilização dos tuneis de S. Miguel da Carreira, Tamel, Santa Lucrécia e Caminha; • Requalificação, rebaixamento e impermeabilização dos túneis de Seixas e Gondarém; • Implementação do sistema de retorno de corrente de tração e terras de proteção; • Execução do caminho de cabos; • Construção de Subestação de Tração de Vila Fria e 5 postos autotransformadores; • Conceção/construção de sistema de sinalização eletrónica. • Instalação de comando e controlo local da sinalização na estação de Viana do Castelo e de comando centralizado no Centro de Comando Operacional do Porto; • Supressão e automatização de passagens de nível e de atravessamentos ferroviários pedonais em estações e apeadeiros; • Instalação de ERTMS (European Railway Traffic Management System): o Subsistema ETCS - European Train Control System (transitoriamente a emular o sistema classe B); o Subsistema de Telecomunicações Rádio GSM-R - Global System for Mobile Communications – Rail. • Instalação da componente Telecomunicações.
Valor de financiamento 60,67 milhões €
--
Valor de financiamento 59,35 milhões €
Estágios IEJ
Valor de financiamento 47,58 milhões €
Estágios Profissionais
Valor de financiamento 47,49 milhões €