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Ficha de beneficiário

Nome

PATRIMÓNIO CULTURAL, I.P.

Valor de financiamento

0 €

Total de projetos

34

Número de identificação fiscal

5 1 7 8 4 2 9 2 0

Projetos realizados

A reprogramação da operação ALG-04-2114-FEDER-000061- “O Algarve na Dieta Mediterrânica” é uma reprogramação física, temporal e financeira e tem em vista implementar ações previstas no Plano de Salvaguarda para a DM, dando continuidade ao trabalho realizado até ao momento pelos vários atores regionais. A presente operação prevê a realização de 23 ações, distribuídas por várias entidades regionais com impacto sobre a matéria e agrupadas em 7 Grupos de Atividades, que pretendem inventariar, valorizar, promover para a salvaguarda da Dieta Mediterrânica. Os pressupostos desta reformulação continuam a enquadrar-se nas linhas de ação do Programa Operacional Regional do Algarve 2014-2020, tal como referido no documento: “O esforço de valorização e promoção dos valores culturais e naturais deverá ser encarado como uma oportunidade para o desenvolvimento de atividades com relevância socioeconómica e como forma de acrescentar valor à oferta regional contribuindo para a consolidação do turismo cultural e de natureza e para o combate à sazonalidade.” Com esta reprogramação os objetivos são os mesmos e havendo um ligeiro ajuste em algumas das ações. O conjunto de ações enquadra-se no Plano de Salvaguarda da Dieta Mediterrânica, cujos objetivos passam pela promoção e valorização deste património cultural imaterial. E tal como previsto e ambicionado pela Prioridade de Investimento, as instituições envolvidas têm como objetivo desenvolver ações destinadas não só à comunidade residente da região, mas também destinados aos turistas nacionais e estrangeiros. A candidatura inicialmente aprovada era constituída por 10 parceiros e nesta reformulação somente 8 entidades fazem parte desta nova fase da operação (o que leva a uma libertação de verba relativamente ao inicialmente aprovado). Após ter sido aprovado o nível máximo de “overbooking” a assumir para o Eixo 4 do PO Algarve 2020, permitindo contratar as últimas operações na Prioridade de Investimento 6.3, no horizonte deste Quadro

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 0 €

A igreja matriz de S. João Batista, localizada em Vila do Conde, constitui um significante legado da arquitetura religiosa existente a norte de Portugal do século XVI. Está classificada como Monumento Nacional pelo Decreto de 16-06-1910, sendo propriedade do Estado. Nos finais da centúria de Quatrocentos começou a ser erguida uma nova igreja, a matriz, que se deveu, em parte, a uma decisão de D. Manuel I. As clarissas serão as responsáveis pela construção da capela-mor. A construção da matriz traduziu-se numa renovação urbanística, fazendo nascer um novo núcleo social, político e religioso. Indicia igualmente uma fase de crescimento e de viragem nesta vila portuária, cujas atividades dominantes estavam centradas na pesca costeira, nas relações comerciais, por via marítima, com os portos do litoral português, com o norte da Europa e ilhas atlânticas. Enquadra-se no conjunto de grandes obras dos séculos XIV a XVI, encomendadas aos melhores mestres e arquitetos da região espanhola da Biscaia e da Galiza, não sendo de esquecer o contributo de mestres portugueses de que se destacam Gonçalo Anes, João Lopes, o Moço e Luis Bráz. Obra de relevo é o grandioso portal axial trilobado, de João de Castilho. A igreja matriz de S. João Batista apresenta problemas graves de conservação resultantes, particularmente, do mau estado das coberturas, pináculos, paramentos (existência de juntas abertas) e vãos. A existência de infiltrações de águas pelas coberturas e de ascensões capilares, conduziram a elevados índices de humidade relativa propiciando ataque de térmita, apodrecimentos de suportes, lavagens de revestimentos pictóricos. Ocorrem, igualmente, alguns problemas ao nível do sistema construtivo e estrutural. As atuais infraestruturas elétricas encontram-se ultrapassadas constituindo um risco para a segurança dos imóveis. O magnífico portal manuelino da igreja matriz que se apresentava em adiantado estado de degradação foi alvo, no âmbito de uma candidatura apresentada pela DRCN à medida Património Cultural do ON2/QREN, de uma intervenção de conservação e restauro que abrangeu a totalidade da fachada, desejando-se agora dar continuidade à recuperação do imóvel. Na presente operação pretende-se restabelecer e garantir o equilíbrio e a estabilidade físico-química do conjunto, visando-se, com a implementação do projeto candidatado, realizar uma intervenção adequada e assente em critérios de rigor histórico, científico e técnico. Da confluência destas ações conseguir-se-á cativar públicos variados para este imóvel que constitui excecional legado da arquitetura religiosa do país.

Data de conclusão 23.11.2023

Valor de financiamento 0 €

A Direção Regional de Cultura do Norte tem por missão, na respetiva circunscrição territorial e em articulação com os organismos da tutela na área da Cultura, a criação de condições de acesso aos bens culturais. Neste sentido, este projeto articula um conjunto de objetivos, no que se refere à intervenção e valorização do património cultural, ao desenvolvimento de ações de valorização da cultura e das comunidades, ao reforço do tecido cultural regional, integrando equipas de investigação no âmbito da salvaguarda e preservação do património cultural imaterial, promovendo medidas de valorização da cultura antropológica da Terra de Miranda. Neste sentido contemplamos a renovação, a requalificação e a ampliação do Museu da Terra de Miranda, do ponto de vista do edificado, da museologia, da museografia e do acolhimento dos visitantes, bem como do seu funcionamento, salientando o aumento da qualidade da oferta museológica e etnográfica na região norte de Portugal e mais concretamente no nordeste transmontano. O Museu da Terra de Miranda foi criado legalmente pelo Decreto-Lei nº 136/82 de 23 de abril, resultando deste diploma legal as competências específicas do MTM, como a recolha, o estudo, a conservação e a exposição de espécies de valor artístico, histórico, etnográfico e arqueológico de toda a região da Terra de Miranda. O património representado neste museu, como a língua mirandesa (oficialmente reconhecida pela Lei 7/99 de 29 de janeiro como segunda língua oficial de Portugal), apresenta elementos variados e absolutamente diferenciadores do restante espectro patrimonial português, que o dotam de autenticidade, unicidade e singularidade. Este museu enquanto espaço museológico de dimensão geográfica regional pretende fazer a leitura de um território, de uma paisagem, de uma história, dos modos de viver que constroem e formam uma identidade desse mesmo território. Este museu enquanto instituição museológica é fundamental para a preservação da herança cultural e da identidade da comunidade. Este projeto de (re)qualificação e ampliação do Museu da Terra de Miranda, pretende sobretudo suprir as limitações físicas e estruturais que condicionam e limitam o normal funcionamento do equipamento museológico, designadamente para uma eficaz programação e diferenciação do seu discurso museológico. Esta candidatura, possibilitará, além da valorização do edifício do Museu Terra de Miranda, espaço privilegiado de reencontro, o reforço do seu acervo museológico, nomeadamente a integração do aspeto mais imaterial da sua cultura com a inclusão de novas temáticas e novas tecnologias. Esta candidatura pretende alavancar a execução de um projeto de sustentabilidade museológica, através do qual se pretende desenvolver uma museologia contemporânea, do século XXI, mais interativa, mais conceptual, mais direcionada para a experienciação do conhecimento museológico. Pretendemos com este projeto, que o museu se torne num espaço de referência para a cultura regional e local, contribuindo para a coesão do território enquanto equipamento essencial no reforço de uma identidade e na emergência de uma relevância geográfica, com potencial atrativo. Considerarmos, genericamente, que o Museu da Terra de Miranda, enquanto agente cultural e educativo, tem um papel importante na promoção turística do território em que está implementado, importância a que acresce o facto de ser o único museu existente no seu território. Tornando-o num pilar fundamental para o reencontro com o passado, o presente e o futuro (ver B.1.1. MemoriaDescritiva).

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 0 €

O Paço dos Duques foi mandado construir pelo oitavo Conde de Barcelos (e, mais tarde, primeiro Duque de Bragança), D. Afonso, filho ilegítimo do rei D. João I. A sua construção terá decorrido entre 1420 e 1433, altura em que D. Afonso se casa, pela segunda vez, com D. Constança de Noronha. Julga-se que durante parte da centúria de Quinhentos o Paço ainda foi utilizado como residência dos Duques de Bragança, tendo depois, paulatinamente, entrado numa fase de abandono e consequente ruína. No século XIX, por altura das invasões francesas, o Paço foi adaptado a Quartel Militar. E, no século seguinte, em pleno regime do Estado Novo, o Paço dos Duques é reconstruído, tendo a intervenção decorrido entre 1937 e 1959. É inaugurado a 25 de Junho de 1959, ano em que passou a ser Residência Oficial do Presidente da República no Norte do País. O Paço dos Duques, juntamente com o Castelo de Guimarães, insere-se no designado «Monte Latito», uma área pública ajardinada com 39000 m2, sendo um dos monumentos mais visitado, a nível nacional, e o mais visitado no Norte do País, pertença do Ministério da Cultura. Convém ainda salientar que é o museu do Ministério da Cultura que mais visitas escolares recebe. O objetivo é intervir na requalificação e ampliação da receção, espaço de apoio ao visitante e sanitários tornando o espaço de acolhimento mais acessível, amigável e eficiente, de modo a bem servir os milhares de visitantes, nacionais e estrangeiros que anualmente aqui se deslocam. É importante lembrar que o Paço dos Duques se situa em Guimarães, cada vez mais referido nacional e internacionalmente como um destino turístico de eleição, sendo que a cidade é desde 2001 Património Cultural da Humanidade e foi, em 2012, Capital Europeia da Cultura e, em 2013, Cidade Europeia do Desporto.

Data de conclusão 22.02.2023

Valor de financiamento 0 €

Esta Operação assenta em 2 componentes: Estudos, Pareceres, Projetos e Consultadoria(nela se incluindo o Projeto de recuperação das estruturas dos Blocos A,B,C e D e trabalhos complementares na coberturas e parte da fiscalização da empreitada de adaptação da Fortaleza de Peniche para instalação do Museu Nacional Resistência e Liberdade) e Construções Diversas( nala se incluindo a empreitada de recuperação da envolvente exterior do edificado da Fortaleza de Peniche e a empreitada de adaptação da Fortaleza de Peniche para instalação do Museu Nacional da Resistência e Liberdade) . Intervenção na envolvente exterior do Edificado da Fortaleza de Peniche: reabilitação da Envolvente Exterior dos Edifícios A, B, C e D, e da cobertura da Capela com duas componentes que incidem, designadamente uma na recuperação das estruturas desses blocos (intervenção estrutural em lajes, vigas e paredes e Intervenção não estrutural na cobertura dos edifícios) e outra de construção civil para os mesmos blocos (paredes, portas, janelas e gradeamentos). Intervenção de adaptação da Fortaleza de Peniche para instalação do Museu Nacional da Liberdade e da Resistência: está prevista a adaptação dos espaços da Fortaleza de acordo com o programa museológico definido para este Museu e com o programa preliminar para o projeto. A adaptação e infraestruturação destes espaços exigirá a mobilização, ao nível de projeto, de um conjunto alargado de especialidades, designadamente: arquitetura; estruturas; segurança; tratamento acústico; instalações e equipamentos elétricos e mecânicos; instalações e equipamentos de telecomunicações; instalações e equipamento de água, esgotos e águas pluviais.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 0 €

Da responsabilidade da Direção Regional de Cultura do Norte, o projeto Vale do Varosa tem por conceito a instalação de uma Rede de Monumentos no vale homónimo, abrangendo os concelhos de Tarouca e de Lamego, numa estratégia integrada a nível regional beneficiando de uma elevada concentração de imóveis e elementos históricos de elevado interesse turístico-cultural, permitindo otimizar investimentos e potenciar um desenvolvimento turístico de conjunto. Contando no seu arranque com financiamento ON2, a sua execução iniciou-se em 2009, incluindo na primeira fase a recuperação parcial e abertura ao público do Mosteiro de São João de Tarouca, Mosteiro de Santa Maria de Salzedas e Convento de Santo António de Ferreirim, enquanto imóveis históricos de enorme valor identitário, artístico e patrimonial, e como tal, de elevado potencial turístico. Pretendeu-se que aos valores identitário e patrimonial se juntasse o valor económico, pelas oportunidades de negócio e desenvolvimento de emprego local e o valor social pela melhoria da qualidade de vida das populações. Pela sua proximidade ao Douro Património da Humanidade; ligação histórica ao Douro vinhateiro; e elevada concentração de pontos de visita histórica, este território tem potencialidades únicas que o levam já a constituir-se como um produto cultural essencial à atividade dos operadores turísticos em torno do eixo fluvial do Douro, permitindo conteúdos de visita de elevada qualidade e diversidade, tendo sido esta uma das principais metas do projeto: Valorizar os bens patrimoniais âncora da região procurando disponibilizar aos agentes turísticos pontos de visita devidamente estruturados, incluindo receção, auditório e centro interpretativo; materiais de divulgação e apoio à visita; e guias especializados.

Data de conclusão 26.10.2021

Valor de financiamento 0 €

Da responsabilidade da Direção Regional de Cultura do Norte, o projeto Vale do Varosa tem por conceito a instalação de uma Rede de Monumentos no vale homónimo, abrangendo os concelhos de Tarouca e de Lamego, numa estratégia integrada a nível regional beneficiando de uma elevada concentração de imóveis e elementos históricos de elevado interesse turístico-cultural, permitindo otimizar investimentos e potenciar um desenvolvimento turístico de conjunto. Contando no seu arranque com financiamento ON2, a sua execução iniciou-se em 2009, incluindo na primeira fase a recuperação parcial e abertura ao público do Mosteiro de São João de Tarouca, Mosteiro de Santa Maria de Salzedas e Convento de Santo António de Ferreirim, enquanto imóveis históricos de enorme valor identitário, artístico e patrimonial, e como tal, de elevado potencial turístico. Pretendeu-se que aos valores identitário e patrimonial se juntasse o valor económico, pelas oportunidades de negócio e desenvolvimento de emprego local e o valor social pela melhoria da qualidade de vida das populações. Pela sua proximidade ao Douro Património da Humanidade; ligação histórica ao Douro vinhateiro; e elevada concentração de pontos de visita histórica, este território tem potencialidades únicas que o levam já a constituir-se como um produto cultural essencial à atividade dos operadores turísticos em torno do eixo fluvial do Douro, permitindo conteúdos de visita de elevada qualidade e diversidade, tendo sido esta uma das principais metas do projeto: Valorizar os bens patrimoniais âncora da região procurando disponibilizar aos agentes turísticos pontos de visita devidamente estruturados, incluindo receção, auditório e centro interpretativo; materiais de divulgação e apoio à visita; e guias especializados.

Data de conclusão 26.10.2021

Valor de financiamento 0 €

O Museu de Lamego, seja pela sua localização geográfica (Vale do Douro), seja pela importância patrimonial das suas coleções, que inclui 18 obras classificadas como Tesouros Nacionais; seja pela importância histórica e patrimonial do edifício onde se encontra instalado (palácio setecentista que foi antiga residência episcopal), seja ainda pelos recursos humanos e conhecimentos técnicos especializados que possui reúne um conjunto de condições que o posicionam numa situação privilegiada para o desenvolvimento turístico e cultural da região, numa perspetiva de estratégia integrada do património que integra os Museus do Norte e, em particular a Rede de Monumentos do Vale do Varosa, sob a gestão direta do Museu de Lamego. Neste contexto, a operação "Museu de Lamego. Museu Para Todos" tem como principais objectivos: reforçar a vocação pública do museu, sob um padrão de qualidade de excelência, comprometendo-a com uma melhoria constante da experiência cultural e educativa de um público cada vez mais amplo e abrangente, e desenvolver novas ferramentas para que visitantes e usuários disponham de facilidades e acessibilidades que lhes permitam melhor desfrutar da visita ao museu, transformando-o num espaço inclusivo, PARA TODOS. Comprometida com pressupostos de melhoria da acessibilidade física e comunicacional, de modo a adequar o museu às diferentes necessidades e interesses dos diferentes públicos e de melhorar a imagem do museu, a operação contempla a instalação de um ascensor que permita a visita completa à exposição permanente do museu a visitantes com dificuldades de locomoção, o que é tanto mais relevante quanto o facto de parte significativa das obras em exposição, incluindo 11 dos 18 Tesouros Nacionais, se encontrar no piso superior, tendo uma escadaria como único acesso; uma intervenção na cobertura e vãos do edifício, por forma a melhorar as condições de conforto e acolhimento dos visitantes; a intervenção de conservação e restauro do teto pintado, em risco de perda, da capela antigo paço episcopal, permitindo o alargamento da área expositiva a um espaço axial para uma adequada interpretação do edifício; e a implementação de diversas medidas de publicidade, que passam por um plano de comunicação inclusivo, ancorado numa forte programação com propostas diferenciadas e diferenciadoras de dinamização do espaço, composta por uma exposição imersiva e sensorial, uma encenação histórica/espetáculo de rua, produção de material de divulgação e um plano de formação para preparação de visitas com deficiência visual constituem, sem dúvida, meios privilegiados de comunicação e de alavancagem de captação de novos públicos e, por conseguinte, do reforço de fluxos turísticos.

Data de conclusão 21.06.2023

Valor de financiamento 0 €

As Ruínas Romanas de Milreu estão classificadas como Monumento Nacional, publicação no Diário do Governo nº 136 de 23/06/1910. Compõem-se de uma grande casa senhorial ou Pars urbana, complexo de termas ou Balneum, lagares de vinho e azeite, instalações agrícolas e um templo consagrado a divindades aquáticas. Os vestígios arqueológicos ocupam uma área aproximada de 15.800 m2, composta por muros, pavimentos, tanques, desníveis, sistemas de canalização e arranques de abóbada com diversos revestimentos como rebocos, pinturas parietais ou mosaicos. Estes elementos representam a evolução construtiva da “Villa” romana de Milreu entre os séculos II e IV d. C. e vestígios de ocupação humana até ao século VI, um dos monumentos de maior valor artístico, arqueológico e patrimonial do Algarve. O “Programa de Conservação e Requalificação das Ruínas Romanas de Milreu” assenta nos princípios fundamentais de que constitui tarefa do Estado assegurar a transmissão da herança nacional através da salvaguarda e valorização do Património Cultural e constitui missão da DRCAlg gerir as Ruínas Romanas de Milreu e assegurar as condições para a sua fruição pelo público (Lei nº 107/2001 e D.L. nº 114/2012). Assim, a intervenção nas Ruínas Romanas de Milreu enquadra-se no Eixo Prioritário 4 – Reforçar a Competitividade do Território, Prioridade de Investimento 6.3 – Conservação, protecção, promoção e Desenvolvimento do Património Cultural e Natural do Programa Operacional CRESC Algarve 2020 e na secção 17 – Património Natural e Cultural, do Regulamento Específico no domínio da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (Portaria nº 57-B/2015 de 27 de Fevereiro). A villa Romana de Milreu enquadra-se no Nível 1 de Prioridade de investimento Regional.

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 0 €

O Museu dos Biscainhos é classificado como Imóvel de Interesse Público pelo decreto nº37.366 de 5 de abril de 1949. Este Património setecentista instala-se num notável conjunto integrado por imóvel e jardins, construído e ampliado ao longo dos séculos XVII e XVIII – o que o projeta como um significativo testemunho do Barroco – e com beneficiações da primeira metade do século XIX, permitindo uma visão continuada e sintetizadora da cultura de todo este período. A partir de meados da década de oitenta do século XX, o organismo assumiu como programa científico-museológico a investigação e a divulgação do Antigo Regime, época marcante para a História de Portugal. No âmbito do projeto museológico, o Museu apresenta-se como uma abordagem dos séculos XVII a princípios de XIX, espelhada no mundo privado de uma Casa Senhorial, proporcionando um percurso contextualizado pelos gostos, tradições, emoções, arte, pensamento e vida da sociedade portuguesa do período em análise. Promover o conhecimento deste património, mediar a informação junto dos diversos públicos, dinamizar atividades de índole cultural e identitária é a grande missão do Museu dos Biscainhos. Enquanto entidade cultural, e num contexto local e regional, tem vindo a assumir-se como parceiro em vários projetos de natureza social e económica, em prol do desenvolvimento da sociedade em que se integra. Em fevereiro de 1954 a Junta da Província do Minho apresentou uma proposta para a criação de um museu, mas a concretização deste projeto só se viabilizou a 25 de março de 1963, com a aquisição pelo Estado do Palácio dos Biscainhos, ao 3º Visconde de Paço de Nespereira. Para adaptação do imóvel a espaço museológico, em 1964 deu-se inicio a um projeto de restauro sob orientação do arquiteto Alberto da Silva Bessa, então responsável pela Direção Geral dos Edifícios e dos Monumentos Nacionais do Norte. As obras estenderam-se até 1978, ano de abertura do museu ao público. Só em 1990, o imóvel voltou a ser objeto de uma intervenção que contemplou, somente, obras de reparação das fachadas exteriores e pintura de interiores. Como consequência de um longo período de tempo sem qualquer tipo de intervenção, o imóvel apresenta, atualmente, graves problemas de conservação, resultantes, principalmente, de infiltrações decorrentes da degradação da cobertura e das caixilharias dos vãos. Estas infiltrações colocam em risco os elementos estruturais em madeira e, principalmente, o seu património integrado, designadamente, os tetos em madeira pintados e os tetos com trabalho em estuque. A atual candidatura visa, além da intervenção física, a proteção, valorização e promoção de um património único, de elevado valor e caráter singular através de iniciativas de programação cultural que ocorrem no âmbito da rede de monumentos sob a gestão da Direção Regional de Cultura do Norte. Na presente operação pretende-se travar o processo de degradação, através de intervenções de conservação e restauro adequadas e assentes em critérios de rigor histórico, científico e técnico. A presente candidatura pretende alcançar ainda os seguintes objetivos:

Data de conclusão 24.05.2023

Valor de financiamento 0 €

A igreja de Nossa Senhora da Assunção, matriz de Torre de Moncorvo está classificada como Monumento Nacional pelo Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 e encontra-se abrangida pela ZEP do Alto Douro Vinhateiro. Trata-se de um templo de grandiosas proporções, quando comparado com outras igrejas da região, cuja volumetria tem grande impacto na vila de Torre de Moncorvo mas também na paisagem envolvente - vale do Sabor/ Vilariça. A igreja matriz de Torre de Moncorvo é um legado arquitetónico e artístico notável de grande valor patrimonial que integra no seu interior um valioso espólio. O imóvel apresenta problemas de conservação bastante generalizados, com grande incidência na degradação do granito, mas consideram-se especialmente preocupantes as manifestações presentes nos portais, uma vez que colocam em risco a sua expressão decorativa, bem como a própria funcionalidade dos vãos. Para salvaguardar o monumento, a DRCN tem vindo a promover, nas últimas década,s obras de reabilitação e restauro pontuais no imóvel e no seu património integrado, as quais incidiram essencialmente no invólucro exterior da cabeceira e dos absidíolos e no muro do adro. Ao nível do património integrado a ação mais significativa foi o restauro do Orgão, em 2016, no âmbito de uma candidatura ao Património Religioso do Leste Transmontano, apresentada ao QREN/ON2. As intervenções efetuadas na capela-mor criaram condições para se proceder agora ao restauro das pinturas murais presentes no seu interior, que se encontram em perda há vários anos, muito embora tenham grande valor artístico. Por outro lado, conscientes da preocupante situação do alpendre e portal sul propõe-se a reabilitação deste interessante elemento arquitetónico, a fim de travar o processo de deterioração em curso, restabelecendo um equilíbrio necessário para uma intervenção mais delicada ao nível do portal. Faz ainda parte integrante deste projeto uma operação nas portas de madeira da igreja, dado que o seu estado de degradação recomenda a realização urgente de trabalhos de conservação e restauro. Todas as intervenções de conservação e restauro definidas assentam em critérios de rigor histórico, científico e técnico. Pretende-se, assim, que a intervenção na Igreja de Torre de Moncorvo, para além de se constituir uma ação de salvaguarda efetiva do imóvel, melhore e reforce o interesse turístico da região, de modo a que venha a ser, cada vez, mais um polo de atração e formação de públicos variados.

Data de conclusão 24.05.2023

Valor de financiamento 0 €

A Operação “MOSTEIROS A NORTE- MOSTEIRO DE AROUCA”, é constituída por duas Ações, uma dedicada ao âmbito da Conservação e Restauro e a outra à Comunicação. A Ação Conservação e Restauro possui duas componentes, ambas empreitadas, destinadas, respetivamente, à Criação de Estrutura de Acolhimento ao Visitante e à Criação de Caixilharia para os Vãos da Igreja e do Coro. Componente Estrutura de Acolhimento: criação de condições espaciais e infraestruturais, de equipamento e de conteúdos, que permitam prestar um serviço moderno de acolhimento e de circuito de visita ao monumento, ampliando a área já visitável, recuperando espaços e revelando estruturas medievais até agora desconhecidas. Componente Caixilharia Vãos da Igreja e do Coro: criação de caixilharia para os espaços mais emblemáticos do mosteiro, onde os vãos nunca dispuseram de encerramento condigno, apenas grades com vidros posteriormente fixados, estando este sistema em estado irrecuperável e a ameaçar risco para a proteção dos interiores. A Ação Plano de Comunicação é constituída por componentes de prestações de serviço que incluem a utilização de diferentes meios de comunicação e de formatos: notas de imprensa, anúncios em órgãos de comunicação social nacionais e regionais, criação/atualização de página WEB, atualização do site da DRCN e spots rádio. A informação a publicitar/divulgar, organizada em três tempos, início, decurso e resultados da Operação será dirigida a públicos-alvo, com recurso preferencial às novas tecnologias, valorizando o acesso à informação na implementação de cada realização dentro desta rede patrimonial. A Operação é proposta em complemento à Rede de MOSTEIROS A NORTE, apresentada ao 1º Aviso do Património Cultural, reintegrando o mosteiro de Arouca na rede designada, tendo em conta a excecionalidade patrimonial e cultural do mesmo e a complementaridade face aos restantes, territorial e de diferenciação dentro da tipologia dos conjuntos monásticos. Com este propósito foi já apresentada comunicação de desistência à Comissão Diretiva 2020 e pedido de esclarecimentos ao Balcão 2020, documentos incluídos nos Documentos Justificativos, anexos a esta candidatura. O mosteiro de Arouca, compreendendo edifícios, cerca e bens móveis, está classificado como Monumento Nacional (Decreto de 16-06-1910) e é Propriedade do Estado com afetação à Direção Regional de Cultura.

Data de conclusão 23.04.2021

Valor de financiamento 0 €

O Mosteiro de São Martinho de Tibães (Braga), classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 33 587, DG, I Série, n.º 63, de 27-03-1944 e atualmente em processo de reclassificação como Monumento Nacional, é propriedade do Estado Português desde 1986, encontrando-se afeto à Direção Regional de Cultura do Norte. Tal como hoje se encontra, o Mosteiro de Tibães é resultado de amplas campanhas de reconstrução e ampliação, respondendo atualmente a uma linguagem mista, entre o primeiro barroco e o rocaille. É um dos maiores e mais importantes conjuntos monásticos beneditinos portugueses e constitui a peça chave na rede monástica da Ordem de S. Bento do Noroeste Peninsular. É composto pela Igreja, o Mosteiro e conjunto adjacente e pela Cerca. A intervenção preconizada nesta candidatura visa dar continuidade às ações de recuperação e valorização já realizadas no Mosteiro de Tibães, no âmbito de anteriores candidaturas aos fundos comunitários de apoio. Atualmente, a Igreja apresenta problemas graves de conservação, atendendo a que, volvidos mais de 20 anos, se torna imperioso proceder a uma intervenção que atualize a obra de recuperação e restauro das coberturas da Igreja, executada em 1999. A obra na cobertura da Igreja prevê uma forte melhoria no seu desempenho técnico, aumentando significativamente a sua capacidade de uma eficaz capacidade de condução e escoamento das águas pluviais. Esta situação vai permitir assegurar a preservação do espólio existente no interior da igreja, garantindo-lhe as condições ambientais mais adequadas. A intervenção nas Torres Sineiras visa favorecer a funcionalidade dos seus sinos e das visitas ao interior destes dois espaços de elevado interesse arquitetónico. A Torre Sul, que não possui sinos, para além de uma nova escada de acesso, irá ser dotada de uma estrutura de piso ao nível das aberturas, permitindo o acesso do público a este espaço, que se reveste de especial interesse como observatório de toda a paisagem envolvente e da cerca do mosteiro, que se mantém íntegra com 40 hectares, combinando as funções de mata, de jardim barroco e de exploração rural. A atual candidatura visa, além da intervenção física na estrutura construtiva da Igreja, a proteção do espólio artístico existente no seu interior, património único de valor incomensurável, já intervencionado e atualmente em risco de perda, por condições ambientais inadequadas à sua preservação. Pretende-se com esta candidatura dar continuidade às intervenções de consolidação da Igreja do Mosteiro de Tibães e melhorar a abertura a um novo tipo de público, criando novos espaços nas Torres Sineiras, como polos diferenciados de atração.

Data de conclusão 24.05.2023

Valor de financiamento 0 €

A igreja de Santa Clara do Porto, classificada como Monumento Nacional em 1910, constitui um dos melhores exemplares das denominadas igrejas forradas a ouro do barroco joanino, conservando a sua estrutura arquitetónica gótica, que remonta ao século XV. Era vista, já em finais do século XVII, como «obra mirifica y sumptuosa». A cerimónia de instituição do mosteiro das clarissas do Porto, mandado construir dentro de muralhas, decorreu há seiscentos e quatro anos, a 28 de março de 1416, tendo sido marcada pela presença das mais importantes figuras do reino - o rei D. João I e os príncipes D. Fernando e D. Afonso -, que desde a primeira hora privilegiaram a nova casa, e pelo bispo D. Fernando Guerra. É referida, juntamente com a igreja de São Francisco do Porto, como os melhores exemplos de igrejas forradas a ouro, revelando, ao contrário daquela última, uma unidade formal que lhe advém das campanhas de obras, ao nível da talha, realizadas no início da centúria de Setecentos. Era descrita, em 1758, como “a mais perfeita e aseada deste Reyno, toda coberta de talha de ouro, e azul”. A sua importância permanece inalterada, sendo uma peça relevante na arte portuguesa dos séculos XVII e XVIII. Com a Operação Igreja de Stª Clara pretendeu-se potenciar este conjunto patrimonial que se apresentava em mau estado, não só através da concretização de ações de conservação e restauro, como também de divulgação e animação, conseguindo-se, desse modo chamar os mais diferentes públicos para a fruição do monumento. A intervenção na Igreja de Santa Clara visou potenciar, além do próprio edifício e do seu recheio ímpar, a envolvente em que se insere e que é composta pelo que resta do antigo mosteiro, pela muralha fernandina que outrora fazia parte intrínseca do cenóbio, e pela própria cidade património mundial. As intervenções ocorridas pretenderam ainda, além da preservação do conjunto, proporcionar uma visita de qualidade ao público. Os registos vídeográfico e fotográfico dos diferentes trabalhos, embora não incluídos na operação, constituem ainda um elemento primordial de divulgação e promoção do conjunto.

Data de conclusão 01.09.2021

Valor de financiamento 0 €

O aumento da atratividade e da dinamização económica e social da Região Centro, é indissociável dos diversos valores patrimoniais presentes e classificados como Património da Humanidade da UNESCO, por contribuírem para criar/reforçar o seu papel enquanto destino turístico de excelência. A salvaguarda, valorização e promoção desse património identitário, passa em larga medida pela superação de constrangimentos existentes, nomeadamente no que se refere aos riscos de degradação e potencial perda desta herança nacional e internacional. A Candidatura apresentada pela DGPC enquadra-se nesta perspetiva e pretende dar uma resposta ambiciosa e robusta a esta problemática, procurando evitar a degradação destes elementos e garantir a sua relevância acrescida nos diversos produtos turísticos que concorrem para a afirmação da Região Centro, como destino turístico de excelência e referência internacional. Assim, no Convento de Cristo está em causa a conservação e restauro de fachadas da Igreja e reabilitação de coberturas, bem como a requalificação da portaria Filipina, espaços conexos e instalações elétricas. No Mosteiro de Alcobaça, a conservação e restauro da fachada poente e fachada norte rebocada, assim como a requalificação da portaria conventual e loja da DGPC. A intervenção no Mosteiro da Batalha contempla a conservação e restauro dos Claustros D. João I e D. Afonso V, bem como a adaptação de espaços para nova portaria e loja da DGPC. No Museu Nacional Machado de Castro, a intervenção centra-se na recuperação e adaptação da Igreja de S. João de Almedina a auditório.

Data de conclusão 22.12.2023

Valor de financiamento 0 €

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