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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE MONTALEGRE

Valor de financiamento

10,72 milhões €

Total de projetos

33

Número de identificação fiscal

5 0 6 1 4 9 8 1 1

Projetos realizados

Os castelos raianos da Região Norte constituem um importante legado da arquitetura militar que importa valorizar e divulgar. Os cinco castelos incluídos nesta candidatura - Castelo de Montalegre, Castelo de Monforte de Rio Livre (Chaves), Castelo de Outeiro (Bragança), Castelo de Mogadouro e Castelo de Miranda do Douro - são caraterizados pela presença topograficamente imponente que assumem na paisagem, marcando toda a linha defensiva que foi definida neste território fronteiriço com a Galiza e com Castela e Leão. Assim, através dum projeto de revitalização, mormente através de ações recuperação, de divulgação e promoção turístico-cultural, pretende-se potenciar o usufruto dos monumentos pela população local e pelos turistas, nacionais e estrangeiros. Tendo toda a raia fronteiriça do Norte de Portugal uma baixa densidade populacional, com marcado caráter rural e periférico, caracterizando-se como uma área deprimida em termos sócio-económicos, a implementação do projeto Castelos a Norte permitirá criar novas dinâmicas, com as comunidades locais, com a região e com o visitante forâneo, e induzirá um impacto positivo na imagem da região, propiciando novas condições para a sua atratividade, incrementando, consequentemente um aumento do número de visitantes e do tempo de permanência destes na região, beneficiando a economia local em termos do consumo de bens e serviços.

Data de conclusão 28.10.2021

Valor de financiamento 1,2 milhões €

Intervenções na Envolvente Opaca a.Exteriores: Propõe-se nova intervenção construtiva a nível das fachadas para colmatar as patologias existentes. Esta intervenção não envolve alterações ao nível da organização dos espaços, centrando-se mais ao nível da autonomização ou seccionamento de espaços já existentes e, em alguns casos, na melhoria da funcionalidade e acessibilidade. As patologias presentes no exterior têm distintas origens, por um lado verifica-se o desgaste e danos provocados pelas intempéries e as grandes amplitudes térmicas que se verificam na região e por outro lado atestam-se as patologias resultantes da ação da combinação água e calor. As fissuras no reboco são a patologia mais visível em todas as paredes exteriores, com exceção das zonas revestidas a granito, estas em zonas onde a ação do vapor de água não é tão sentida, como no caso da fachada a Norte. b.Interiores: Ao nível dos interiores, o edifício apresenta várias patologias, tanto ao nível do isolamento térmico, dos revestimentos, de pavimentos, como ao nível dos revestimentos de paredes. Os pavimentos existentes não cumprem com a função antiderrapante. O que desde logo levanta questões ao nível da segurança dos utentes e funcionários. Também ao nível do rejuntamento, os pavimentos apresentam várias deficiências, com falta de betume nas juntas o que provoca infiltrações, acumulação de sujidade e bactérias. Propomos a substituição integral dos revestimentos dos pavimentos interiores do edifício. Os tetos de espaços com humidade (Balneários, Instalações Sanitárias, zona das Piscinas e zonas técnicas) serão pintados com tinta hidrófuga dotada de alta resistência aos fungos, e com acabamento acetinado na cor branco RAL 9010. O teto da zona da Piscina de 25m será a própria cobertura, revestida em painel Sandwich 3 ondas, cor branco puro, RAL 9010, e o teto da Piscina Infantil terá painéis em gesso cartonado do tipo “Gypteç Protec” pintados com tinta hidrófuga dotada de alta resistência aos fungos, e com acabamento acetinado na cor branco RAL 9010. Os tetos dos restantes espaços serão pintados com tinta aquosa vinílica, na cor branco RAL 9010. c.Coberturas: No edifício existem dois tipos de cobertura: cobertura de chapa perfilada sobre a piscina maior, e cobertura plana sobre o tanque de aprendizagem e áreas complementares. A cobertura em chapa perfilada sobre a piscina é manifestamente desajustada à função que deve cumprir, pois não tem qualquer isolamento térmico. Constata-se a existência de escorrências nas paredes, pressupondo-se deficiências ao nível dos rufos, remates da cobertura e das caleiras. Propomos a cobertura da piscina de maiores dimensões revestida em painel Sandwich 3 ondas, cor branco (COB 01). As coberturas planas do restante edifício serão revestidas com Lajetas térmicas 600x600mm, com acabamento à cor cinza escuro (COB 02), e em Godo (COB 03). Intervenção na Envolvente Envidraçada do edifício: O edifício caracteriza-se por possuir envidraçados simples, constituídos por vidro duplo em caixilharia metálica giratória ou fixa, sem corte térmico e com grande permeabilidade de ar. Não dispõem de proteções solares reguláveis. Propomos a substituição dos envidraçados por vãos com vidro duplo e caixilharias de PVC com baixo coeficiente de transmissão térmica, alumínio extrudido e adonizado e painel sandwich de alta densidade. a. Vãos Exteriores: Os vãos exteriores serão em caixilharia de PVC com baixo coeficiente de transmissão térmica, com vidros com características indicadas a cada um dos vãos e a caixilharia será à cor cinza RAL 7042. Os vãos exteriores serão em alumínio extrudido e anodizado, revestimento em grelha de ventilação em alumínio extrudido, com acabamento lacado à cor RAL 7043. A aplicação desta medida permitirá reduzir as trocas térmicas com o exterior, assim como minimizar as infiltrações pelas caixilharias e fortes ganhos solares c. Vãos Interiores: Os vãos interiores serão em painel sandwich, interior em EPS de alta densidade revestido em ambas as faces com laminado de alta resistência e com acabamento liso a branco puro, RAL 9010. Os vãos interiores são portas em compact fenólico com acabamento liso a branco puro, RAL 9010. Os vãos interiores serão em caixilharia de PVC com baixo coeficiente de transmissão térmica, com vidros com características indicadas a cada um dos vãos e a caixilharia será à cor branco RAL 9010. A aplicação desta medida permitirá reduzir as trocas térmicas com o exterior, assim como minimizar as infiltrações pelas caixilharias e fortes ganhos solares. A presente intervenção enquadra-se na tipologia de operação prevista no ponto ii) da alínea a) do n.º 2.1 do Aviso n.º Norte-032-2017-02, contudo uma vez que o payback das soluções propostas se apresenta como superior à sua vida útil, a mesma não é considerada elegível no âmbito do presente projeto. Iluminação Interior: A intervenção incidirá fundamentalmente na substituição das luminárias existentes por luminárias completamente novas mais eficientes equipadas com as correspondentes lâmpadas/LED . A presente intervenção enquadra-se na tipologia de operação prevista no ponto ii) da alínea a) do n.º 2.1 do Aviso n.º Norte-032-2017-02, contudo uma vez que o payback das soluções propostas se apresenta como superior à sua vida útil, a mesma não é considerada elegível no âmbito do presente projeto. Intervenção em Sistema Técnico Instalado – Aquecimento: O edifício tem um consumo muito elevado de água quente sanitária e água para aquecimento da piscina. A produção de água quente de climatização, AQS e aquecimento da piscina é realizada por uma caldeira modular – modelo G400/425 da Roca, constituída por quatro módulos, com uma potência total de aquecimento de 507 Kw e um rendimento de 92% à plena carga. O projeto prevê a instalação de duas caldeiras a biomassa em funcionamento paralelo, para preparação de água quente sanitária, aquecimento ambiente e aquecimento da piscina, com uma potência de 250 Kw cada e com um rendimento de 90,7% a 100% de carga. Sistema Solar Térmico: Prevemos também neste projeto a instalação de um sistema solar térmico individual que efetuará a produção de água quente AQS, sendo que o excesso de produção será dissipado nas piscinas de acordo com as necessidades de aquecimento. Será constituído por 20 coletores plano de alto rendimento EKSV21P que terão um captador de placa de alumínio com tratamento de alta seletividade, soldada a feixe de tubos de cobre em arpa simples, com coeficiente de absorção máximo de 96% e emissão de aproximadamente 5%. Sistema de Produção de Energia para Autoconsumo: Através do presente projeto procederemos à implementação de uma solução de autoconsumo no que concerne à produção de energia, com recurso a painéis solares fotovoltaicos.

Data de conclusão 27.12.2023

Valor de financiamento 660,25 mil €

As portas do PNPG/Ecomuseu de Barroso são um local obrigatório para quem pretende estruturar uma visita ao PNPG. Neste momento as portas limitam-se a apresentar aos visitantes, em suporte de papel, um conjunto de informações relativas a percursos, aldeias e locais que poderão visitar. É um local que não motiva, não estimula o apetite pela descoberta, nem apresenta a especificidade deste parque, que é único a nível nacional. Com esta candidatura o Município de Montalegre, pretende dotar este espaço de um conjunto de aplicações que estimulem o visitante, oferecendo informação sobre a biodiversidade do PNPG e em simultâneo, sensibilizar os visitantes, ou seja despertar na comunidade escolar e nos visitantes em geral o interesse pela preservação da Biodiversidade do PNPG. Numa primeira fase, com a aquisição de serviços especializados, pretende-se fazer um levantamento de espécies e habitats a colocar nas plataformas e preparar um conjunto de explicativos para as aplicações, bem como começar a estruturar as visitas da comunidade escolar. Numa segunda fase, pretende-se enquadrar os conteúdos, nas aplicações, dotando a Porta de Montalegre do PNPG/Ecomuseu de Barroso de um conjunto de aplicações que motivem a visita e permitam passar a informação que se pretende, a conservação e preservação da Biodiversidade do PNPG. Estas aplicações têm ainda a vantagem de permitir que os conteúdos sejam atualizados e renovados.

Data de conclusão 29.06.2020

Valor de financiamento 128,4 mil €

O território de Montalegreoferece, a Reserva da Biosfera transfronteiriça Gerês-Xurés foi declarada em 27 de maio de 2009, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO - acrônimo de United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization), e está localizada na Comunidade Autónoma da Galiza (Espanha) e na Região Norte de Portugal. Abrange uma área total de 267.958 hectares (ha) distribuídos por duas áreas protegidas, o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) e o Parque Natural Baixa Limia-Serra do Xurés, integrando, em 1997 o Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés, divididas por uma fronteira, mas unidas pelo contínuo natural e pela cultura. Reforçando este ativo natural de excelência, o Estado Português classificou como "Monumento Nacional" a Paisagem cultural de Sistelo, no concelho de Arcos de Valdevez, através do Decreto 4/2018 de 15 de janeiro. Parte do concelho de Montalegre faz parte da Rede Natura 2000. O concelho de Montalegre integra uma parte substancial (21.174 ha) do Parque Nacional Peneda-Gerês – Figura 4. A sua criação em 1971 teve como finalidade a conservação do solo, da água, da flora, da fauna e da paisagem, constituindo uma rede de reservas ecológicas de grande interesse. No nosso país, o Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), além de ter sido a primeira área protegida criada, é, também, a única que até à presente data possui estatuto de Parque Nacional. Os valores consideráveis do património natural e cultural existentes no PNPG, a par dos objectivos de conservação dos recursos naturais, levaram a UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) a reconhecer esta área protegida como Parque Nacional. O Plano de Ordenamento do PNPG tem por base três componente fundamental. Uma zona núcleo de valores naturais excecionais devidamente protegidos, uma zona tampão com utilizações múltiplas da floresta A candidatura do Município de Montalegre abrange cerca de 117ha, distribuídas por 1 parcelas, correspondentes a 5 locais, nas Freguesias de Sezelhe e Covelães, Pitões da Júnias e Tourém, com particular incidência em áreas formadas por folhosas autóctones. A melhoria dos bosques/povoamentos das folhosas autóctones, dado o seu valor como património natural e como recurso económico, outrora dinamizadores da economia rural, é fundamental. A existência de áreas regeneradas de forma natural com arvoredo jovem, muito denso, necessitam de ser favorecidas mediante atividades silvícolas destinadas a evitar o seu estancamento. Em algumas zonas de Montalegre, com notável vocação para o aparecimento da regeneração natural de espécies de folhosas autóctones, a riqueza gerada por estes bosques permite ter massas arbóreas de grande valor económico, social e ecológico, como é o caso dos carvalhais no Gerês e no Barroso, nas margens das linhas de água das ribeiras de Rio Mau, Campesinho e Avelairas, afluentes do Rio Cavado, ao longo das margens do Rio Cavado, encosta da Corujeira, encostas de Meixedo e zonas de limite de concelho com Boticas e Cabeceiras de Bastos (lugres da freguesia de Salto: Seara, Pereira Povoa e Bagulhão).

Data de conclusão 22.09.2021

Valor de financiamento 97,16 mil €

O projeto “Montalegre Cultural” é uma operação enquadrada no Convite Público para apresentação de candidaturas Aviso Nº NORTE 14-2020-25, “Programação Cultural em REDE - Imaterial”. A atual situação de pandemia de COVID-19 veio contrariar a tendência de crescimento da atividade turística e consequentemente da melhoria dos indicadores da atividade económica que o Município de Montalegre vinha a assistir nos últimos anos. Assim, torna-se crucial adotar novas medidas que, tendo em conta o necessário cumprimento das normas de saúde pública propostas pela DGS, são fundamentais para garantir alguma retoma da atividade cultural e turística do Município de Montalegre, considerando que esta retoma é fundamental para apoiar a atividade privada, particularmente da hotelaria, da restauração e dos artistas locais que foram seriamente afetados pela pandemia. A presente operação é constituída por três ações. A Ação 1, denominada ‘Semana do Castelo’ pretende lançar uma nova iniciativa para dinamizar uma semana inteira de visitas ao Castelo de Montalegre acompanhadas da realização de espetáculos ao ar livre, realizados pelos artistas locais e de visitas guiadas e encenadas que possam garantir mais momentos de visitação e de atração de fluxos turísticos. Pretende-se ainda que a concretização desta “Semana do Castelo” se traduza numa mostra das artes e culturas específicas deste concelho. Para tal, os artistas a contratar para realização dos espetáculos serão artistas locais que prepararão espetáculos específicos associadas às lendas do misticismo e pagãs, únicas de Montalegre, para desenvolver e apresentar espetáculos singulares que possam ser apresentados publicamente ao longo de uma semana e que garantam a retoma dos fluxos turísticos. A ‘Rota do Património Agrícola Mundial’ visa, no âmbito do SIPAM, a promoção do Município de Montalegre, através do desenvolvimento um conjunto de circuitos turísticos, associados a uma rota do património agrícola mundial, que se traduz na realização de visitas guiadas e encenadas aos principais sítios de interesse a nível paisagístico e cultural, que possam contribuir para o turista reviver e conhecer as tradições que estão associadas à classificação como património agrícola mundial. Por sua vez, a Ação 3 – ‘Preparação do Projeto’ tem como objetivo elaboração do Programa de Ação e da Análise Custo-Benefício.

Data de conclusão 09.12.2022

Valor de financiamento 72,19 mil €

Intervenções na Envolvente Opaca: As medidas incidirão sobre ações de instalação de Reforço de Isolamento Térmico nas coberturas inclinadas em telhados e em coberturas planas: a) Propõe-se uma intervenção nas coberturas interiores em esteira através da aplicação de isolamento térmico sobre a laje horizontal com XPS, com espessura de 80m ou lajetas térmicas tipo Grisol com 80mm de XPS no caso de desvãos acessíveis; b) Propõe-se uma intervenção nas coberturas exteriores através da aplicação de isolamento térmico do tipo lã de rocha, com espessura de 75 mm na cobertura inclinada do auditório e XPS de 80 mm nas coberturas horizontais. Intervenção na Envolvente Envidraçada do edifício: Claraboias e caixilhos de janelas guarnecidos com vidros duplos novos de controlo solar e isolamento térmico reforçado: a) Substituição das claraboias (vidro e caixilharia) existentes por novas com melhor desempenho energético. As características técnicas exatas da claraboia existentes são desconhecidas, sendo contudo em caixilharia metálica com corte térmico e vidro duplo comum, estimando-se o valor de U em 4.3 W/m2.K e o fator solar em 0.75. É proposta a sua substituição por uma caixilharia FC Estrutural da Sosoares e um vidro duplo de baixa emissividade com um U de 1,6 W/m2.K e um fator solar de 0.46. O valor de U do vão (vidro e caixilharia) será de 1,8 W/m2.K; b) Substituição dos vãos existentes com caixilharia de madeira (vidro e caixilharia) por novos com melhor desempenho energético. Os vãos existentes a substituir são em caixilharia de madeira e vidro duplo (4+6+4), estimando-se o valor de U em 3.3 W/m2.K e o fator solar em 0.78. É proposta a sua substituição por uma caixilharia da série LT Oculta da Sosoares e um vidro duplo de baixa emissividade (6+16 argon +44.1) com um U de 1,1 W/m2.K e um fator solar de 0.56. O valor de U do vão (vidro e caixilharia) será de 1,7 W/m2.K. Iluminação Interior: Substituição integral dos sistemas de iluminação nos vários pisos e espaços com novas luminárias e integrando Lâmpadas de Led´s: a) Substituição das atuais soluções de iluminação interior, compostas por lâmpadas fluorescentes tubulares e compactas, halogéneo e iodetos metálicos, por soluções equivalentes do tipo LED. Em alguns casos a substituição será apenas ao nível da lâmpada, sendo na maioria ao nível da luminária como um todo, sempre que a adaptação não seja viável. Criação de um sistema de ventilação mecânica no Auditório para melhorar as condições de conforto higrométrico e reduzir o risco de condensações: a) Para o auditório está previsto um sistema de renovação de ar de duplo fluxo. O sistema a implementar visa reduzir os riscos de condensações associados à utilização do Auditório com plena capacidade, possibilitando a redução da humidade relativa do interior através da ventilação ativa do espaço. O ar novo será captado no exterior, ao nível da cobertura, e será introduzido no auditório por meio de uma rede de condutas, respetivas grelhas de insuflação e ventilador equipado com filtro. O ar viciado será captado no interior do auditório e rejeitado no exterior, ao nível da cobertura, por meio de uma rede de condutas, respetivas grelhas de extração e ventilador. O ventilador será do tipo circular “in line” próprio para montagem no interior, terá uma velocidade de funcionamento, a caixa de filtro será igualmente para instalação “in line” e terá classe de filtragem G3. As condutas serão em chapa de aço galvanizado, sem isolamento térmico. As grelhas serão de dupla deflexão, em alumínio anodizado com alhetas reguláveis. Serão fornecidas com registo de caudal de lâminas opostas. A alimentação elétrica dos ventiladores será realizada, pela empreitada de instalações elétricas, a partir do quadro elétrico do auditório. Ficarão neste quadro, para além dos dispositivos de proteção do cabo de alimentação do ventilador, os dispositivos de proteção do respetivo motor, sinalização de funcionamento e de avaria e controlador eletrónico com possibilidade de programação horária. É previsto que os ventiladores trabalhem em simultâneo, existirá, portanto, um encravamento elétrico que fará o acionamento / paragem dos dois ventiladores.

Data de conclusão 30.06.2021

Valor de financiamento 64,56 mil €

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