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Ficha de projeto

Nome

CRECHE

Valor total do projeto

68,22 mil €

Valor pago

0 €

Financiamento não reembolsável

68,22 mil €

Financiamento por empréstimos

0 €

Data de início

06.02.2026

Data de conclusão

06.04.2026

Dimensão

Resiliência

Componente

Respostas sociais

Investimento

Nova Geração de Equipamentos e Respostas Sociais

Código de operação

16/C03-i01/2025.PPRR-RE-C03-i01-16-000484

Sumário

A Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde (SCMVC) foi fundada em 1510, certamente influenciada pela Misericórdia de Lisboa, criada pela Rainha Dona Leonor, cujo fim era atenuar os efeitos de uma sociedade caracterizada por desigualdades sociais muito grandes, decorrentes das riquezas provenientes da expansão marítima portuguesa.A SCMVC atua em diferentes respostas sociais, pautando a sua atuação por uma filosofia de trabalho em parceria e de promoção articulada de ações no Concelho de Vila do Conde, pelo que as áreas de intervenção, são muitas e variadas, abrangendo o económico, o social, as situações de exclusão, de risco, de deficiência, de abandono familiar e muitas outras. Exemplo e fruto dessa atuação foi a candidatura submetida ao concurso 09/C03-i01/2023, com vista ao aumento da capacidade da resposta social – Creche, com o objetivo de construir uma nova creche para 128 utentes, em Guilhabreu, e assim responder à enorme lista de espera existente e que tende a aumentar após as medidas aprovadas pelo Governo no que respeita à gratuitidade das creches como medida de apoio à natalidade. A candidatura foi aprovada com uma pontuação elevada e tem neste momento uma taxa de execução de 15% (atente-se que o contrato de financiamento apenas foi celebrado em dezembro passado), prevendo-se a sua conclusão para junho de 2026. A presente candidatura visa a aquisição de um conjunto de equipamentos tendentes ao apetrechamento e melhoria das condições de instalação, segurança e conforto dos utentes da nova creche em Guilhabreu, nomeadamente:- equipamentos para preparação alimentar (picadora, máquina de café, fogão, micro-ondas, frigorífico);- mobiliário diverso como mesas de apoio, secretárias, armários, estantes, espelho, balancé, cadeiras de papas, sofá de aleitamento, carros diversos (incluindo de limpeza), cama com grades;- equipamentos para tratamento das roupas: tábua de passar a ferro, ferro com caldeira);- equipamentos de informática e audiovisuais: computadores (incluindo portáteis), impressora multifunções, televisões e sistema de som;- equipamentos diversos como esterilizador, cadeiras de rodas e blocos rodados.Estima-se a realização de um investimento de 72.113,43 euros (sem IVA), comprometendo-se a entidade a mobilizar os meios financeiros para assegurar a realização de todo o investimento. A SCMVC dispõe de excelente capacidade financeira, que lhe permite suportar o montante que excede a comparticipação PRR.Considerando as características do investimento a realizar, a candidatura cumpre as condições previstas no concurso e apresenta um mérito largamente superior à pontuação mínima exigida.A realização deste investimento reveste-se de grande importância para o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças. A disponibilização de mobiliário e materiais adequados, seguros e adaptados à faixa etária dos utentes permite criar um ambiente educativo mais inclusivo, confortável e estimulante. Este investimento contribui para promover a autonomia, a socialização, a criatividade e o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças, garantindo que todas têm acesso a condições equitativas desde os primeiros anos de vida. Além disso, o novo equipamento permitirá aos profissionais de educação desenvolver práticas pedagógicas mais eficazes e inovadoras, potenciando a qualidade dos cuidados prestados. Trata-se, assim, de uma oportunidade estratégica para reforçar a resposta social à primeira infância, apoiar as famílias e fomentar a igualdade de oportunidades, em linha com os objetivos do PRR.

Beneficiários

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, existem duas tipologias de beneficiário que têm a responsabilidade de executar os projetos, aplicando o financiamento recebido. Dado o seu papel comum, a referência a estas duas tipologias de beneficiário foi simplificada e unificada no termo “Beneficiário”.
As duas tipologias são:
  • Beneficiários Diretos são aqueles cujos financiamento e projetos a executar constam do Plano de Recuperação e Resiliência negociado e aprovado pela União Europeia;
  • Beneficiários Finais são aqueles cujos financiamento e projetos a executar são aprovados após um processo de seleção, feito através de Avisos de Candidaturas.

Aviso de Candidaturas

Na realização dos Avisos de Candidaturas são solicitadas candidaturas para a escolha dos projetos e dos beneficiários finais a quem é atribuído o financiamento.

A avaliação do projeto é realizada com base na sua conformidade com os critérios de seleção definidos nos avisos de candidatura, podendo ser atribuída uma nota final, quando aplicável.

Nota final da avaliação

80,0
Nota importante

Poderá encontrar os componentes do cálculo da nota de avaliação no documento de critérios de seleção referenciado em baixo.

Critérios de seleção

Os critérios de seleção de financiamento a que este projeto e respetivo beneficiário final esteve sujeito e a sua classificação podem ser consultados em detalhe na plataforma Recuperar Portugal.

Beneficiários

Beneficiários intermediários

Beneficiários

Contratação pública

Os Beneficiários que sejam entidades públicas operacionalizam o seu projeto através da celebração de um ou mais contratos de fornecimento de bens ou serviços com entidades fornecedoras, através de procedimentos de contratação pública.

De forma a garantir e disponibilizar o máximo de transparência na contratação pública, é aqui disponibilizada a listagem dos contratos que foram celebrados ao abrigo deste projeto e respetivo detalhe que poderá consultar na plataforma Base.Gov. De realçar que de acordo com a legislação em vigor no momento da celebração do contrato, existem exceções que não exigem a sua publicação nesta plataforma, pelo que nesses casos, poderá não existir informação disponível.

Distribuição geográfica

68,22 mil €

Valor total do projeto

Onde foi aplicado o dinheiro

Por concelho

1 concelho financiado .

  • Vila do Conde 68,22 mil € ,
Fonte EMRP
10.02.2026
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Transparência sem entrelinhas