Projeto Portugal 2020
Projeto de parceria entre a CIM Tâmega e Sousa e a Universidade de Trás-os-Montes com vista ao desenvolvimento de um composto biológico específico e ao seu ajustamento num dispositivo de injeção do composto no ninho e ao desenvolvimento de harpas artesanais para controlo da espécie em apiários. O investimento em novos métodos e modelos de deteção precoce de ninhos permitirá concentrar esforços em zonas mais problemáticas, emitir avisos para os apicultores locais e tornar mais eficientes as ações das brigadas da Proteção Civil dos municípios. O modelo que se propõe é o de capturar vespas vivas junto aos apiários, sem causar qualquer dano ao animal e perturbando o mínimo possível o seu estado. Estas vespas serão marcadas, catalogadas e libertadas. Esta nova abordagem foi iniciada no projecto GO Vespa como alternativa à utilização do microtransmissor em associação com o RADAR. Estes resultados permitirão desenvolver um modelo dinâmico de procura de ninhos, registar os avistamentos e atuar precocemente sobre os ninhos cartografados. Os apicultores, por sua vez, poderão criar armadilhas artesanais para captura de vespas e montar harpas, a custos acessíveis, para instalar nos apiários e dissuadir as vespas de os visitar. Investimento em métodos de destruição alternativos, mais rápidos de usar e sem estar dependentes da hora do dia para os usar, permitirá às equipas de destruição atuar em mais locais e destruir mais ninhos em menor tempo.
Ficha de projeto
Nome
Projeto de parceria entre a CIM Tâmega e Sousa e a Universidade de Trás-os-Montes com vista ao desenvolvimento de um composto biológico específico e ao seu ajustamento num dispositivo de injeção do composto no ninho e ao desenvolvimento de harpas artesanais para controlo da espécie em apiários. O investimento em novos métodos e modelos de deteção precoce de ninhos permitirá concentrar esforços em zonas mais problemáticas, emitir avisos para os apicultores locais e tornar mais eficientes as ações das brigadas da Proteção Civil dos municípios. O modelo que se propõe é o de capturar vespas vivas junto aos apiários, sem causar qualquer dano ao animal e perturbando o mínimo possível o seu estado. Estas vespas serão marcadas, catalogadas e libertadas. Esta nova abordagem foi iniciada no projecto GO Vespa como alternativa à utilização do microtransmissor em associação com o RADAR. Estes resultados permitirão desenvolver um modelo dinâmico de procura de ninhos, registar os avistamentos e atuar precocemente sobre os ninhos cartografados. Os apicultores, por sua vez, poderão criar armadilhas artesanais para captura de vespas e montar harpas, a custos acessíveis, para instalar nos apiários e dissuadir as vespas de os visitar. Investimento em métodos de destruição alternativos, mais rápidos de usar e sem estar dependentes da hora do dia para os usar, permitirá às equipas de destruição atuar em mais locais e destruir mais ninhos em menor tempo. .Valor de financiamento
79,34 mil € .Valor executado
79,34 mil € .Código de operação
POSEUR-03-2215-FC-000165 .Data de conclusão
10.07.2023 .Sumário
Desenvolver ações de prevenção, controlo e minimização da presença da Vespa Velutina, através de novas técnicas (desenvolvimento de biocida de injeção e criação de harpas artesanais), envolvendo vários agentes do território, desde a proteção civil dos municípios aos apicultores e passando pelas escolas e sociedade civil, através da divulgação e sensibilização dos riscos associados à presença da espécie e as melhores práticas a adotar.
Beneficiários do financiamento
Beneficiário principal
COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO TÂMEGA E SOUSA
Outros beneficiários
Distribuição geográfica do financiamento
79,34 mil €
Valor de financiamento
Onde foi aplicado o dinheiro
Por concelho
11 concelhos financiados .
-
Penafiel 7,22 mil € ,
-
Amarante 7,21 mil € ,
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Baião 7,21 mil € ,
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Castelo de Paiva 7,21 mil € ,
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Celorico de Basto 7,21 mil € ,