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Ficha de beneficiário

Nome

COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO TÂMEGA E SOUSA

Valor de financiamento

17,08 milhões €

Total de projetos

52

Número de identificação fiscal

5 0 8 8 8 9 9 1 0

Projetos realizados

O presente projeto integra o referido projeto âncora transversal e será promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. O foco do projeto será o Vinho Verde, uma vez que este é um produto âncora do setor agroalimentar sub-regional do Tâmega e Sousa, Arouca e Vale Cambra. O território é parte integrante da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, situada no noroeste de Portugal Continental, que se configura como a maior zona vitícola portuguesa e uma das maiores da Europa. A região Demarcada encontra-se dividida em 9 (nove) sub-regiões das quais 5 (cinco) - Basto, Sousa, Amarante, Paiva e Baião - abrangem o território do Tâmega e Sousa. Também os municípios de Arouca e Vale de Cambra integram a Região Demarcada do Vinho Verde não estando integrados em nenhuma das 9 (nove) sub-regiões identificadas pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. As características geomorfológicas deste território proporcionam condições favoráveis para a produção e desenvolvimento de vinhos de elevada qualidade, sendo o Azal, Loureiro, Avesso, Trajadura, Arinto, e Vinhão as castas mais caracteristicas e valorizadas (in Plano Estratégico do Agroalimentar da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa). Neste contexto, o Tâmega e Sousa, Arouca e Vale de Cambra são territórios fortes na produção de Vinho Verde. Só no Tâmega e Sousa a produção de Vinho Verde ascendeu, em 2018, a mais de 35 (trinta e cinco) milhões de litros, sendo os concelhos de Felgueiras, Penafiel e Amarante os que apresentaram os valores de produção mais elevados. Sublinha-se ainda que os concelhos do Tâmega e Sousa são responsáveis por aproximadamente metade de toda a produção de Vinho Verde da Região Demarcada, o que enaltece a importância do setor neste território (in Plano Estratégico do Agroalimentar da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa). A par do Vinho Verde este projeto propõe-se ainda a apoiar o vasto Património Cultural Intangível do Tâmega e Sousa, Arouca e Vale de Cambra, nomeadamente a nível das suas festividades e eventos, que acontecem por todas as estações do ano. Nos mêses de março a setembro, existem festividades em quase todos os fins-de-semana de cada mês, sendo que alguns ocorrem em simultâneo. No geral, cada um dos acontecimentos tem pouca expressão, promoção e pequena dimensão. É com este enquadramento e no âmbito destas duas temáticas, que a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa estruturou várias atividades, detalhadamente descritas no ponto 6.2 desta Memória Descriva e que pretendem atingir os objetivos que se identifica a seguir.

Data de conclusão 27.11.2023

Valor de financiamento 1,41 milhões €

Considerando a Revisão do Sistema de Gestão e Controlo - Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial de junho de 2021 é dotar esta instituição de capacidade para levar a cabo a seguintes funções: a) assegurar as funções de estudo, planeamento e de gestão técnica do Programa Operacional com um nível de integração intermunicipal; b) garantir a gestão eficiente dos fundos e assegurar o cumprimento dos contratos de delegação de competências; c) apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas de projetos, verificando todo o seu enquadramento; d) formular pareceres técnicos sobre a viabilidade de projetos; e) fazer o acompanhamento físico e a gestão financeira das candidaturas; f) recolher e tratar a informação relativa aos indicadores de acompanhamento físico e financeiro referente às operações; g) garantir o cumprimento das normativas aplicáveis; h) verificar a elegibilidade das despesas previstas nas candidaturas; i) assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução das candidaturas; j) analisar os pedidos de pagamento da contribuição comunitária, com vista à sua aprovação; k) prestar apoio na preparação dos relatórios de execução; l) realizar verificações no local; m) analisar os relatórios finais de execução; n) analisar as reprogramações temporais e financeiras; o) entre outros. Com a aprovação da presente operação, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa reúne condições para o exercício eficaz e eficiente das competências que lhe estão atribuídas/delegadas pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020. Está previsto contemplar as seguintes ações/componentes, nomeadamente: 1) despesas com pessoal; 2) outras despesas. Desta forma será possível dotar esta Comunidade Intermunicipal dos recursos técnicos e humanos necessários para o correto desempenho das suas competências para o ano de 2021, 2022 e 2023.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 1,2 milhões €

Considerando a 2ª Revisão do Sistema de Gestão e Controlo - Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial de Janeiro de 2017, e o reforço de funções da CIM, a estrutura de apoio técnica, que integra a equipa de Gestão de Fundos Comunitários, foi reforçada. O reforço da equipa técnica passa por: a) assegurar as funções de estudo, planeamento e de gestão técnica do Programa Operacional com um nível de integração Intermunicipal; b) garantir a gestão eficiciente dos fundos e assegurar o cumprimento dos contratos de delegação de competências; c) apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas de projetos, verificando todo o seu enquadramento; d) formular pareceres técnicos sobre a viabilidade de projetos; e) fazer o acompanhamento físico e a gestão financeira das candidaturas; f) recolher e tratas a informação relativa aos indicadores de acompanhamento físico e financeiro referente às operações; g) garantir o cumprimento das normativas aplicáveis; h) verificar a elegibilidade das despesas previstas nas candidaturas; i) assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução das candidaturas; j) preparar os pedidos de pagamento da contribuição comunitária, com vista à sua aprovação; k) prestar apoio na preparação dos relatórios de execução; l) etc. Com a aprovação da presente operação, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa reune condições para o exercício eficaz e eficiente das competências que lhe estão atribuídas/delegadas pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020. Está previsto contemplar as seguintes ações/componentes, nomeadamente: 1) despesas com pessoal; 2) estudos, pareceres, projetos e consultadoria; 3) formação; 4) publicidade e divulgação; 5) Seminários, exposições e similares; 6) outras despesas. Desta forma será possível dotar esta Comunidade Intermunicipal dos recursos técnicos e humanos necessários para o correto desempenho das suas competências para o ano de 2017.

Data de conclusão 19.01.2018

Valor de financiamento 316,25 mil €

Considerando a Revisão do Sistema de Gestão e Controlo - Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial de fevereiro de 2018 é dotar esta instituição de capacidade para levar a cabo a seguintes funções: a) assegurar as funções de estudo, planeamento e de gestão técnica do Programa Operacional com um nível de integração intermunicipal; b) garantir a gestão eficiente dos fundos e assegurar o cumprimento dos contratos de delegação de competências; c) apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas de projetos, verificando todo o seu enquadramento; d) formular pareceres técnicos sobre a viabilidade de projetos; e) fazer o acompanhamento físico e a gestão financeira das candidaturas; f) recolher e tratar a informação relativa aos indicadores de acompanhamento físico e financeiro referente às operações; g) garantir o cumprimento das normativas aplicáveis; h) verificar a elegibilidade das despesas previstas nas candidaturas; i) assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução das candidaturas; j) analisar os pedidos de pagamento da contribuição comunitária, com vista à sua aprovação; k) prestar apoio na preparação dos relatórios de execução; l) realizar verificações no local; m) analisar os relatórios finais de execução; n) analisar as reprogramações temporais e fiananceiras; o) entre outros. Com a aprovação da presente operação, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa reune condições para o exercício eficaz e eficiente das competências que lhe estão atribuídas/delegadas pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020. Está previsto contemplar as seguintes ações/componentes, nomeadamente: 1) despesas com pessoal; 2) estudos, pareceres, projetos e consultadoria; Desta forma será possível dotar esta Comunidade Intermunicipal dos recursos técnicos e humanos necessários para o correto desempenho das suas competências para o ano de 2018.

Data de conclusão 28.02.2019

Valor de financiamento 255,86 mil €

Considerando a Revisão do Sistema de Gestão e Controlo - Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial de julho de 2020 é dotar esta instituição de capacidade para levar a cabo a seguintes funções: a) assegurar as funções de estudo, planeamento e de gestão técnica do Programa Operacional com um nível de integração intermunicipal; b) garantir a gestão eficiente dos fundos e assegurar o cumprimento dos contratos de delegação de competências; c) apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas de projetos, verificando todo o seu enquadramento; d) formular pareceres técnicos sobre a viabilidade de projetos; e) fazer o acompanhamento físico e a gestão financeira das candidaturas; f) recolher e tratar a informação relativa aos indicadores de acompanhamento físico e financeiro referente às operações; g) garantir o cumprimento das normativas aplicáveis; h) verificar a elegibilidade das despesas previstas nas candidaturas; i) assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução das candidaturas; j) analisar os pedidos de pagamento da contribuição comunitária, com vista à sua aprovação; k) prestar apoio na preparação dos relatórios de execução; l) realizar verificações no local; m) analisar os relatórios finais de execução; n) analisar as reprogramações temporais e financeiras; o) entre outros. Com a aprovação da presente operação, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa reúne condições para o exercício eficaz e eficiente das competências que lhe estão atribuídas/delegadas pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020. Está previsto contemplar as seguintes ações/componentes, nomeadamente: 1) despesas com pessoal; 2) outras despesas. Desta forma será possível dotar esta Comunidade Intermunicipal dos recursos técnicos e humanos necessários para o correto desempenho das suas competências para o ano de 2020.

Data de conclusão 31.12.2020

Valor de financiamento 221,73 mil €

A presente candidatura corresponde contribui diretamente para a concretização do objetivo específico do objetivo específico da Prioridade de Investimento 8.9 do NORTE 2020. A CIM do Tâmega e Sousa assume os compromissos temporais, físicos e financeiros. Esta operação promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assume especial relevância e reconhecimento no âmbito da promoção da coesão, de regeneração e de valorização territorial da sub-região NUTS III do Tâmega e Sousa, envolvendo planos de ação de natureza territorial, na medida em que contribui para a proposta de Abordagem Territorial Integrada do Tâmega e Sousa 2030. Para o efeito o projeto encontra-se estruturado em cinco ações cujos objetivos, atividades e indicadores de acompanhamento se encontram especificados na Memória Descritiva, em anexo: Ação 1: Centro Tecnológico da Indústria da Madeira e do Mobiliário; Ação 2: Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia para o Agroalimentar e Incubadora Rural do Tâmega e Sousa; Ação 3: Agência de Investimento do Tâmega e Sousa; Ação 4: Intervenção Territorial Integrada do Tâmega e Sousa 2030; Ação 5: Equipa Técnica. As atividades a desenvolver no âmbito destas ações são fundamentais para a execução/implementação da Abordagem Territorial que deverá ser adaptada às características dos recursos orçamentais disponíveis dos diferentes instrumentos programáticos de financiamento das políticas públicas da UE, no período de programação 2021-2027. Importa referir que as orientações estratégicas relevantes para a estratégia de desenvolvimento territorial, a promover no Tâmega e Sousa com o horizonte 2030 correspondentes às prioridades que o território deve defender no período de programação 2021-2027. Estas orientações aplicam-se não só à defesa da posição relativa do Tâmega e Sousa num futuro Programa Operacional (PO) Regional Norte, como também a todos os instrumentos de programação que venham a ser assumidos no PT 2030 para além do mencionado PO Norte.

Data de conclusão 27.12.2023

Valor de financiamento 189,13 mil €

Considerando a Revisão do Sistema de Gestão e Controlo - Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial de julho de 2019 é dotar esta instituição de capacidade para levar a cabo a seguintes funções: a) assegurar as funções de estudo, planeamento e de gestão técnica do Programa Operacional com um nível de integração intermunicipal; b) garantir a gestão eficiente dos fundos e assegurar o cumprimento dos contratos de delegação de competências; c) apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas de projetos, verificando todo o seu enquadramento; d) formular pareceres técnicos sobre a viabilidade de projetos; e) fazer o acompanhamento físico e a gestão financeira das candidaturas; f) recolher e tratar a informação relativa aos indicadores de acompanhamento físico e financeiro referente às operações; g) garantir o cumprimento das normativas aplicáveis; h) verificar a elegibilidade das despesas previstas nas candidaturas; i) assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução das candidaturas; j) analisar os pedidos de pagamento da contribuição comunitária, com vista à sua aprovação; k) prestar apoio na preparação dos relatórios de execução; l) realizar verificações no local; m) analisar os relatórios finais de execução; n) analisar as reprogramações temporais e fiananceiras; o) entre outros. Com a aprovação da presente operação, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa reune condições para o exercício eficaz e eficiente das competências que lhe estão atribuídas/delegadas pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020. Está previsto contemplar as seguintes ações/componentes, nomeadamente: 1) despesas com pessoal; 2) outras despesas. Desta forma será possível dotar esta Comunidade Intermunicipal dos recursos técnicos e humanos necessários para o correto desempenho das suas competências para o ano de 2019.

Data de conclusão 31.12.2019

Valor de financiamento 183,83 mil €

Nos últimos anos o sistema de transportes públicos não tem conseguido dar resposta satisfatória a uma parte significativa das necessidades de mobilidade da população, sobretudo nas zonas interiores e em meio rural. A falta de uma resposta satisfatória em situações de baixa densidade (ou procura) tem, por isso, propiciado o crescimento da utilização do transporte individual em detrimento do transporte coletivo e, em muitos casos, tem contribuído para limitar a mobilidade de pessoas, que em especial no presente território, por razões socioeconómicas, não têm acesso ao automóvel próprio para realizar as suas deslocações do dia a dia. A dimensão populacional e o sistema de povoamento de baixa densidade de boa parte do território da CIM do Tâmega e Sousa (CIM-TS) refletem padrões de mobilidade e volumes de procura condicionadores de uma oferta de Transporte Coletivo Rodoviário (TCR) com níveis de serviço que satisfaçam as necessidades de mobilidade da população, designadamente, no que se refere às deslocações quotidianas e de acesso a equipamentos, bens e serviços essenciais. Com a introdução de novo serviço de Transporte Público Flexível (TPF) quer em percurso quer em horários), onde a operação funcionará com base nos pedidos dos próprios utilizadores, deverá assim procurar-se garantir que as populações das zonas mais isoladas tenham acesso a locais onde estão os serviços públicos e os principais equipamentos (tipicamente na sede de concelho), já que com recurso a este serviço de transporte, procura assegurar-se, não só a ligação entre os territórios mais periféricos e os centros urbanos de maior dimensão da CIM-TS, como providenciar ligações novas ligações no interior dos aglomerados urbanos em horários e percursos diferenciados da rede principal. Ao melhorarmos o sistema de transporte público criando verdadeiras alternativas ao Transporte Individual motorizado (TI), é expectável que o número de viagens efetuadas sob este modo de transporte, sofram uma redução através da transferência modal. Esta transferência modal, ou se quisermos a assunção do cidadão multimodal, permite fomentar políticas de mobilidade sustentável que em conjugação com um a adoção de boas práticas de gestão dos espaços públicos, terá como consequência a reduções no consumo de energia e consequentemente, a redução das emissões de CO2. Neste sentido, entende-se que a presente operação terá um contributo relevante para a redução do consumo energético e redução das emissões de CO2 no domínio da mobilidade e transportes, entendendo-se como equilibrado o investimento previsto para a operação, quando comparado com a efetiva redução dos padrões de consumo energético atuais. A constituição de um serviço de TPF, capaz de facultar bons melhorias de conforto, disponibilidade de serviço, assim como uma cobertura espacial e temporal adequada às reais necessidades dos utilizadores, impulsionará a adesão dos residentes da CIM-TS ao TCR, captando potenciais utilizadores ao TI. Para além da redução da quota modal do TI, diretamente relacionada com as transferências de novos utilizadores para o TCR, é também expectável que a medida em questão possua um carácter integrador para com os restantes modos de deslocação mais sustentáveis, assegurado pela diminuição do volume de veículos automóveis, em especial nas deslocações de curta/média distância.

Data de conclusão 25.02.2022

Valor de financiamento 141,8 mil €

O presente projeto destina-se à Gestão do Consórcio e do respetivo Programa de Ação, que conforme disposto no artigo 6.º do Contrato de Consórcio está prevista uma Direção presidida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, na qualidade de Entidade Líder de Consórcio. A Direção do Consórcio é ainda constituída pelas entidades que tiveram a seu cargo a liderança e gestão do PROVERE no período de programação anterior, nomeadamente a Dolmen, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Paisagens Milenares do Douro Verde”, a ADRIMAG, entidade Líder e Gestora da EEC PROVERE “Montemuro, Arada e Gralheira” e a Associação de Municípios do Vale do Sousa, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Rota do Românico”. Pela necessidade de articulação da EEC PROVERE com as Estratégias de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), integram ainda este órgão a ADER-SOUSA, enquanto Grupo de Ação Local responsável pela gestão da DLBC, nos municípios de Felgueiras, Paços de Ferreira, Lousada e Penafiel e a Probasto que tem a mesma responsabilidade no município de Celorico de Basto. Pela necessidade de acautelar a capacidade de investimento privado face ao investimento público, integra ainda este órgão o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, na qualidade de representante dos membros executores de iniciativas empresariais privadas, que integrem o consórcio como entidades executoras de projetos complementares, devendo o seu representante ser designado de entre os seus associados, com sede localizada num dos municípios integralmente considerados na baixa densidade. Pela necessidade de garantir uma maior articulação entre todas as entidades co-promotoras do projeto âncora de carater transversal previsto no Programa de Ação, integra ainda este órgão a Associação de Municípios do Baixo Tâmega e a Área Metropolitana do Porto, garantindo a representatividade institucional da NUT III, na qual se inserem os municípios de Arouca e Vale de Cambra. No que se refere ao acompanhamento da execução do Programa de Ação, e conforme definido no artigo 7.º do Contrato de Consórcio, é assegurado pela Dolmen que assume as responsabilidades de Gestão do Programa de Ação, nos municípios Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a Adersousa assume esta responsabilidades nos municípios de Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira e Penafiel, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a ADRIMAG assume as responsabilidades nos municípios de Arouca e Vale de Cambra, pertencentes à Área Metropolitana do Porto e no município de Castelo de Paiva, pertencente à NUT III Tâmega e Sousa. A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assume as responsabilidades no acompanhamento do projeto de caracter transversal, assegurando a devida articulação entre as entidades promotoras das diversas ações deste projeto. No âmbito do presente projeto, será dinamizado o consórcio promotor da EEC PROVERE, assegurando a implementação do Programa de Ação nos termos apresentados e reconhecidos, em particular, no que respeita à calendarização das ações bem como ao cumprimento das respetivas metas e indicadores. Assegurará ainda o processo de “accountability” na gestão das políticas públicas financiadas através da EEC PROVERE.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 141,32 mil €

O projeto Cultura em Rede - Tâmega e Sousa propõe-se a provocar os territórios intervencionados, a sua população e os fluxos turísticos no biénio 2021/2022, privilegiando a realização das atividades culturais e artísticas em espaços naturais, paisagísticos e/ou patrimoniais, aliadas ao desenvolvimento de visitas guiadas e contextos de divulgação do património cultural da região, garantindo o envolvimento de parceiros ao nível da operação turística, com o objetivo claro de atração de fluxos turísticos associados ao projeto a implementar. A Operação desenvolve-se numa área geográfica correspondente a 14 municípios, diretamente associados enquanto parceiros ou representados através das entidades parceiras, potenciando o desenvolvimento de uma rede de programação ampla, dispersa e inclusiva, num território com uma população de aproximadamente 543.000 habitantes: Amarante, Baião, Cabeceiras de Basto, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende. O projeto visa garantir a efetividade da rede de parcerias turísticas, considerando equipamentos de gestão direta dos parceiros, de gestão dos municípios associados e de outras entidades, garantindo a criação de circuitos de visitação conectados com os momentos de programação, de acordo com a estratégia de comunicação transversal que se pretende implementar. A rede de programação cultural descentralizada irá materializar-se pela realização de eventos em 8 atividades programáticas nucleares, integradas e descentralizadas nos territórios parceiros da rede. A programação desconcentrada deverá responder a um fio condutor artístico comum, a um eixo programático no património arquitetónico, natural ou paisagístico e a um grupo de projetos artísticos em itinerância em cada ciclo programado, contribuindo para o desenvolvimento de públicos. A programação artística do projeto considera a música como domínio artístico aglutinador, encarando os cruzamentos disciplinares e as atividades complementares como essenciais na criação de contexto integrador e diferenciador de programação. Neste sentido, o circo contemporâneo, enquanto domínio criativo emergente; a exploração de contextos de apresentação distintos das salas e modelos convencionais, potenciando a integração de circuitos patrimoniais e paisagísticos; e a ligação à imagem e dimensão estética performativa dos projetos programados em associação à paisagem da região irão constituir uma dimensão diferenciadora e de construção dramatúrgica do desenho de programação proposto. A narrativa do desenvolvimento cronológico das atividades de programação sugeridas segue uma dramaturgia de (re)visitação da história do território, desde a sua origem - valorizando as paisagens naturais, passando pela civilização e seu desenvolvimento técnico - destacando a diversidade patrimonial, e em especial dos períodos Românico e Barroco - e, por fim, encarar a atualidade e a civilização urbana nas suas características essenciais, promovendo valores de diversidade, integração e equidade, através da participação ativa das comunidades nos projetos artísticos a desenvolver. As atividades culturais a desenvolver irão considerar, em ligação direta aos planos atuais dos equipamentos/entidades existentes, visitas guiadas e outras ações de divulgação patrimonial, assim como o reforço das relações ativas dos parceiros com a hotelaria e operadores turísticos locais/regionais, ativando, através dos eventos da rede, a promoção de roteiros de fim de semana para atração externa. Assim, o programa desenvolve-se num eixo comum de ciclos de programação durante um fim de semana completo (2 a 3 dias), com comunicação efetivada através de roteiros/guias de atividade proposta integrada, incluindo visitas e experiências adicionais às apresentações artísticas. Os quatro eventos âncora, distribuídos pela janela temporal da Operação, visam potenciar uma comunicação reforçada, através do seu potencial de referenciação media, com comunicação adicional para o turismo na região. Tais eventos âncora consideram ainda a participação da comunidade com as consequências positivas para as ações de mediação e desenvolvimento de públicos com impacto regional efetivo.

Data de conclusão 23.06.2022

Valor de financiamento 73,39 mil €

Projeto de parceria entre a CIM Tâmega e Sousa e a Universidade de Trás-os-Montes com vista ao desenvolvimento de um composto biológico específico e ao seu ajustamento num dispositivo de injeção do composto no ninho e ao desenvolvimento de harpas artesanais para controlo da espécie em apiários. O investimento em novos métodos e modelos de deteção precoce de ninhos permitirá concentrar esforços em zonas mais problemáticas, emitir avisos para os apicultores locais e tornar mais eficientes as ações das brigadas da Proteção Civil dos municípios. O modelo que se propõe é o de capturar vespas vivas junto aos apiários, sem causar qualquer dano ao animal e perturbando o mínimo possível o seu estado. Estas vespas serão marcadas, catalogadas e libertadas. Esta nova abordagem foi iniciada no projecto GO Vespa como alternativa à utilização do microtransmissor em associação com o RADAR. Estes resultados permitirão desenvolver um modelo dinâmico de procura de ninhos, registar os avistamentos e atuar precocemente sobre os ninhos cartografados. Os apicultores, por sua vez, poderão criar armadilhas artesanais para captura de vespas e montar harpas, a custos acessíveis, para instalar nos apiários e dissuadir as vespas de os visitar. Investimento em métodos de destruição alternativos, mais rápidos de usar e sem estar dependentes da hora do dia para os usar, permitirá às equipas de destruição atuar em mais locais e destruir mais ninhos em menor tempo.

Data de conclusão 10.07.2023

Valor de financiamento 61,04 mil €

O presente projeto representa uma atividade de desenvolvimento artístico e cultural nos territórios da Região Norte, que envolve diferentes municípios numa revisitação ao Circo, refletindo-se sobre os vários discursos do circo na sua relação com a sociedade, os artistas, as memórias e a identidade pessoal e coletiva. Desenvolve-se assim uma programação alicerçada na revitalização das artes circenses e dos seus artistas, onde em praças históricas e espaços emblemáticos dos municípios se juntam os espectadores numa tradição que não se deixa perder. Partindo deste património, o programa De Volta à Praça, combina diferentes abordagens e discursos sobre o circo: do imaginário do Grande Circo do Coliseu do Porto — presente em toda a Região Norte e caracterizado por um cruzamento de técnicas e propostas de um circo mais tradicional —, às narrativas e estruturas mais contemporâneas, ao espaço de interpelação proposto pelo teatro "Circlus" — apresentado pela Palmilha Dentada —, onde o circo se incorpora e discute, até ao circo de linguagem mais contemporânea — evidente no espetáculo Rasto, uma co-produção do Teatro Nacional de São João e Companhia Erva Daninha. Este é um programa transversal que, com o circo e a música como corpo estruturante, se apresenta para convocar todos os públicos, de novo, à praça pública. Uma proposta de valorização de um património imaterial intrincado na nossa cultura, que se quer apresentar e ligar a espaços do nosso rico e vasto património natural e cultural, do Minho, ao Ave e ao Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 29.12.2021

Valor de financiamento 38,88 mil €

O Projeto “Tâmega e Sousa Internacionaliza” promove ações para a internacionalização e a exportação de produtos e serviços da Região Tâmega e Sousa, através de iniciativas de network e cooperação – que objetivam a aproximação entre empresas e empresários no desafio da conquista além-fronteiras – muito positivas para o conhecimento de oportunidades internacionais, mas também como plataforma de promoção das empresas do território. De acordo com o “Plano de Ação – Promoção do Empreendedorismo do Tâmega e Sousa 2014/2015”, em 2011, o peso das exportações do Tâmega e Sousa (TAMS.15; Pordata 2013) era de 8% e 3%, respetivamente na região Norte e Portugal, observando-se, inclusive, que a intensidade exportadora tem vindo a crescer sustentadamente, sugerindo que a região tem estado a voltar-se mais para o exterior. Desta forma, 5 entidades com forte atuação no território uniram-se no sentido de, através de uma estratégia concertada para a internacionalização, desenvolverem um Projeto estruturado em 7 ações gerais que por sua vez se subdividem em atividades específicas a desenvolver pelo período de 24 meses. As ações gerais do projeto são as seguintes: 1 – Desenvolvimento de estudo estratégico para a internacionalização da Região Tâmega e Sousa; 2 – Capacitação para a internacionalização; 3 – Promoção da Região Tâmega e Sousa na Diáspora Portuguesa; 4 – Promoção, conhecimento e acesso a mercados internacionais estratégicos; 5 – Benchmarking internacional e disseminação de boas práticas; 6 – Desenvolvimento de plataforma para a promoção internacional das PME da Região Tâmega e Sousa; 7 – Gestão e monotorização do Projeto. Através da sua concretização condira-se possível reforçar a capacidade empresarial e consolidar a presença das empresas regionais nos mercados internacionais, através do aproveitamento das oportunidades e desafios económicos proporcionados pelo exigente mercado global e, simultaneamente, proporcionar o aumento da competitividade e notoriedade externa dos produtos da Região Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 22.01.2020

Valor de financiamento 22,28 mil €

A operação A Europa e as Regiões: comunicar o PDCT do Tâmega e Sousa permitirá à CIM do Tâmega e Sousa implementar um sistema de gestão de comunicação alinhado com as prioridades europeias e nacionais em termos de medidas de comunicação, informação e publicidade, sustentado num modelo comunicacional comum apoiado na concretização (divulgação de projetos já executados ou em execução do PDCT do Tâmega e Sousa), na personalização (divulgação de práticas de sucesso do PDCT do Tâmega e Sousa com potencial de disseminação e transferência, com foco nos protagonistas, sejam eles entidades públicas, privadas ou do setor social) e nos resultados (benefícios do PDCT do Tâmega e Sousa para sub-região do Tâmega e Sousa, para as entidades públicas, para as empresas, para as IPSS e para a população em geral, e importância do apoio dos FEEI no âmbito do Portugal 2020 para a sua concretização), através da criação de uma rubrica dedicada ao PDCT do Tâmega e Sousa numa das mais prestigiadas rádios nacionais, tanto em antena como nos seus canais online, e da produção de um vídeo promocional do PDCT, para difusão nos sítios da internet e redes sociais da CIM do Tâmega e Sousa, dos 11 Municípios que integram esta CIM, dos promotores dos projetos apoiados, do Conselho Empresarial do Tâmega e respetivos associados, das Associações de Desenvolvimento Local da sub-região do Tâmega e Sousa, bem como nos eventos promovidos pela CIM do Tâmega e Sousa e ainda como suporte à informação veiculada junto dos órgãos de comunicação online sediados no Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 30.11.2022

Valor de financiamento 19,95 mil €

Foram estabelecidas 5 grandes ações prioritárias que cobrem todos os objetivos do projeto: Ação 1 - Identificação e caraterização ecológica - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: Identificação entomológica e molecular. Estudos de morfometria de insetos adultos, machos, obreiras, fêmeas fundadoras e rainhas. Estudos de morfologia de ovos, larvas, pupas e sua disposição nos ninhos. Estudos de bioecologia da Vespa velutina em Portugal. Estudos de biologia com base na evolução das capturas das armadilhas entomológicas instaladas na rede de captura permanente e em redes de captura de reforço em locais de maior risco e em apiários sentinela. Estudos de morfologia e biologia e de dinâmica populacional. Avaliação de fatores de limitação biológica, parasitismo e predação ao longo do ciclo. Avaliação sanitária das populações de Vespa velutina, na fase adulta e larvar. A identificação molecular da Vespa velutina e a estimativa da estrutura genética das suas populações em Portugal será analisada através da utilização de microsatélites. Este marcador molecular tem demonstrado ser uma ferramenta crucial à compreensão da biologia e dinâmica do processo invasivo de muitos organismos invasores, particularmente de outras espécies de himenópteros sociais. Devido à sua natureza altamente polimórfica, os microsatélites proporcionarão informação fundamental relativamente à variabilidade e estruturação genética das populações de Portugal e sua comparação com as populações de França, Espanha e Asia. Os microsatélites permitirão saber a origem das colónias introduzidas em Portugal, compreender a dinâmica e história do processo invasivo e à prever a área potencial de expansão geográfica. Ação 2 - Monitorização/vigilância - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: A rede permanente foi dimensionada para toda a região do projeto (NUT II Norte e concelhos adjacentes da NUT II Centro). A amostragem sistemática tem por base uma grelha de 454 pontos distanciados a 50 Km2. Esta representação é o ponto de partida para a monitorização que será adaptada no terreno em função da possibilidade de instalação dos apiários. Consta de uma Rede de Captura Permanente, de uma Rede de Amostragem de Reforço, em zonas problemáticas, e de uma Rede de Apiários Sentinela, em zonas de maior risco de invasão da vespa, com recurso a armadilhas entomológicas. A rede de capturas será georreferenciada e permitirá a realização de cartografia da invasão e da rede de vigilância ativa instalada. Em conjunto com o trabalho de modelos de dispersão espacial são expectáveis os seguintes resultados: - Caracterizar a vespa velutina e verificar se estamos perante as duas subespécies ou se apenas perante uma delas; - Caracterizar a biologia e a ecologia da espécie no Norte de Portugal; - Modelar a potencial distribuição espacial e identificar áreas prioritárias onde efetuar ações de localização precoce de ninhos primários ou de ninhos em fase inicial de constituição; - Modelar o efeito de ações de prevenção e de destruição de ninhos. Ação 3 - Controlo sustentado - ação diretamente relacionada com o objetivo “desenvolvimento e teste de boas práticas de controlo e de erradicação da espécie”: No contexto desta ação serão concebidas e testadas armadilhas seletivas, capazes de capturar os exemplares de vespa-asiática procurando reduzir a mortalidade colateral de insetos polinizadores, de forma a evitar os efeitos nefastos produzidos por armadilhas desadequadas. No mesmo âmbito, serão desenvolvidos iscos adequados para a atração de rainhas fundadoras e obreiras de vespa-asiática, que serão testados em diferentes condições de habitat e ao longo do ciclo anual da vespa, dada a probabilidade de existirem comportamentos e preferências distintas e, ao nível das colónias, necessidades nutricionais diferentes em distintas épocas do ano. A destruição dos ninhos da Vespa velutina e o controlo da atividade das mesmas nos apiários, constituem os melhores métodos para limitar o impacto desta espécie predadora, sobre as abelhas e outros insetos, bem como para evitar riscos para a segurança pública. Nesse sentido, serão avaliados novos protocolos para a destruição dos ninhos e avaliados os equipamentos e materiais. Numa abordagem preventiva e de monitorização será avaliada a eficácia e especificidade de diferentes tipos de armadilhas comerciais e artesanais e de diferentes tipos de iscos atrativos. Ação 4 - Impacto na apicultura e biodiversidade - ação diretamente relacionada com o objetivo “avaliação do impacto da vespa-asiática sobre os ecossistemas e sobre os serviços de polinização que suportam”: No que respeita aos impactos da vespa-asiática sobre a biodiversidade e sobre o serviço ecológico de polinização, serão realizados estudos de quantificação dos impactos, em áreas distintas e ao longo de todo ciclo anual das colónias, que assentarão na caraterização da fauna de polinizadores das diferentes áreas e na determinação da pressão de predação exercida sobre as populações de polinizadores pela vespa-asiática. Serão realizados estudos em apiários com sistemas de vídeo e de monitorização da atividade das colónias, no sentido de esclarecer sobre as alterações no comportamento de recoleção das colónias de abelhas, assim como a identificação de comportamentos defensivos da Apis melífera iberiensis e o comportamento de predação da vespa-asiática. O impacto na sanidade apícola será também estudado através da avaliação da capacidade de transmissão de doenças às abelhas sujeitas a predação através da realização de análises anatomopatológicas. Ação 5 - Informação/disseminação/divulgação - ação relacionada com o objetivo “divulgação da problemática associada à introdução da espécie em Portugal e promoção da sensibilização pública para os riscos associados”: Esta ação que envolve a participação de todas as entidades participantes tem como principal propósito informar o público da problemática da vespa-asiática e estabelecer ligações de transferência de conhecimento com outras Instituições do Sistema de Investigação Nacional e Internacional, nomeadamente com outros países afetados. Nesse sentido, são propostas ações de sensibilização (grande público) e de formação (operadores e técnicos) com o intuito de melhorar a eficácia na deteção passiva e eliminação dos ninhos com o menor impacto no meio. Ainda nesta ação, pretende-se criar um canal de comunicação com as entidades envolvidas no Plano de Ação, nomeadamente, com a plataforma SOS Vespa e outras entidades do Sistema de Inovação e Investigação. A criação de um website para o projeto tem como propósito facilitar essa comunicação e partilha de conhecimento, com o apoio do vídeo, que poderá ser utilizado e partilhado a órgãos de comunicação social, ou noutras plataformas Europeias como por exemplo o PEI AGRI e o LIFE.

Data de conclusão 12.04.2019

Valor de financiamento 13,69 mil €

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