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Beneficiário Portugal 2020

ASSOCIAÇÃO DE MUNICIPIOS DO DOURO E TÂMEGA - AMDT

Ficha de beneficiário

Nome

ASSOCIAÇÃO DE MUNICIPIOS DO DOURO E TÂMEGA - AMDT

Valor de financiamento

2,54 milhões €

Total de projetos

10

Número de identificação fiscal

5 0 9 8 9 6 4 4 8

Projetos realizados

Construída em 1926, com um um vão com cerca de 54m e 2,5m de largura, a Ponte de Arame liga os concelhos de Amarante e Celorico de Basto, nas freguesias de Rebordelo e Arnoia, respetivamente. Encontra-se atualmente interdita a qualquer tipo de circulação, uma vez que o seu presente estado de conservação não permite garantir as condições de segurança para o seu atravessamento. Em Portugal estão identificadas seis pontes de arame, todas situadas no norte do País. Naturalmente, devido às características dos materiais que a constituem, é uma estrutura particularmente sensível à ação dos agentes atmosféricos, pelo que, na ausência de uma manutenção adequada, a sua degradação evolui rapidamente, pondo em causa a segurança de pessoas e bens. Os principais elementos portantes da Ponte de Arame são dois cabos longitudinais, cada um constituído por três cordões de arames ligados entre si ao longo de todo o comprimento da ponte. Estes cabos encontram-se amarrados nos maciços rochosos existentes em ambas as margens. Nos cabos principais encontra-se amarrado um conjunto de pendurais, que se encarregam de transmitir as cargas do tabuleiro para os cabos principais. O pavimento, onde ainda existe, é constituído por travessas, sobre as quais apoiam longarinas e que preenchem toda a largura do tabuleiro. Estes elementos encontram-se revestidos por um deck, também em madeira, constituído por ripas dispostas transversalmente. O pavimento encontra-se num estado de degradação bastante avançado. Finalmente, as guardas da ponte são constituídas por prumos verticais e corrimão em madeira, bem como por arames dispostos horizontalmente. À semelhança do que acontece com o pavimento, a guarda de proteção encontra-se severamente degradada, com bastantes elementos já inexistentes. Assim, pretende-se com esta intervenção garantir as condições de segurança necessárias ao seu funcionamento, cumprindo as disposições regulamentares em vigor.

Data de conclusão 30.04.2024

Valor de financiamento 268,18 mil €

A operação visa promover a Gestão Ativa do Património Natural da Serra da Aboboreira, território alvo de processo aberto para a criação da Paisagem Protegida da Serra da Aboboreira, e tem como principal objetivo a sua valorização e promoção, visando a atração e sensibilização de públicos diversos. A operação será constituída por 5 ações: - Ação 1 – Definição da identidade, estratégia de comunicação e marketing: . Atividade 1.1 Definição da identidade e estratégia de comunicação da Serra da Aboboreira; . Atividade 1.2 Elaboração do Plano de Marketing; - Ação 2 – Promoção e divulgação da Serra da Aboboreira: . Atividade 2.1 Desenvolvimento de sinalética informativa, de orientação e interpretativa; . Atividade 2.2 Desenvolvimento de material de divulgação e informação; . 2.3 Desenvolvimento de filmes documentais e produtos fotográficos sobre a Serra da Aboboreira; . 2.4 Organização de seminários com vista à promoção e divulgação do projeto; - Ação 3 – Ações de sensibilização com vista à proteção e conservação da natureza: . 3.1 Definição e implementação de ações de informação e sensibilização para a comunicação do património natural e cultural da Serra da Aboboreira; . 3.2 Definição e implementação de ações de sensibilização da comunidade escolar com vista à preservação e conservação da Serra da Aboboreira; Ação 4 – Promoção turística do território, dos recursos endógenos e dinamização das atividades: . 4.1 Promoção de fileiras produtivas e dos produtos locais; . 4.2 Organização e promoção de atividades relacionadas com o desporto e de turismo de natureza (percursos pedestres, trilhos, BTT, etc.); . 4.3 Organização de seminários temáticos sobre a biodiversidade e geodiversidade da Serra da Aboboreira; - Ação 5 – Avaliação e gestão do impacto do projeto no território: 5.1 Estudo de avaliação dos elementos potenciadores de risco e pressões sobre a paisagem e sobre o património natural provocados pelo aumento dos fluxos de turismo; 5.2 Monitorização do projeto e redefinição da estratégia integrada para a Serra da Aboboreira. Na memória descritiva é possível encontrar informação com maior detalhe.

Data de conclusão 31.03.2023

Valor de financiamento 214,64 mil €

O BTinova 2.0 visa cimentar os resultados do BTinova, um projeto apoiado pelo Norte 2020 no âmbito do SAAC, que integrou PME dos municípios de Amarante, Baião, Celorico de Basto e Marco de Canaveses, mas que agora se estende a PME de mais três municípios do Baixo Tâmega: Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto e Resende. O BTinova 2.0 visa contribuir para a melhoria da competitividade das PME diretamente ligadas ao Vinho Verde e a um conjunto de produtos endógenos de qualidade diferenciada, reforçando a sua capacitação empresarial para o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e ajustados às tendências de mercado e consumo, ambicionando, também, estruturar e posicionar o Baixo Tâmega enquanto destino de enoturismo de excelência, capitalizando a sua proximidade ao Porto “Great Wine Capital”. O projeto assenta em 4 grandes ações que visam a 1) Estruturação e posicionamento do "Verde Sentido" e do território do Baixo Tâmega enquanto destino de excelência no enoturismo; 2) Qualificação do destino, sensibilização e informação dos operadores; 3) Promoção e comunicação do "Verde Sentido" e do território do Baixo Tâmega enquanto destino de excelência no enoturismo; 4) Promoção, monitorização e avaliação do projeto. Considerando o potencial do produto âncora, o Vinho Verde, bem como a sua capacidade de agregar outros produtos/serviços, pretende-se criar relações de cooperação com o Porto “Great Wine Capital”, um destino consolidado, afirmando o Baixo Tâmega como destino complementar, apostando na sensibilização e informação dos operadores privados e no fomento da sua capacidade de cooperação, bem como na promoção como forma de incrementar a atratividade do território, fator decisivo para a criação de uma dinâmica económica forte e sinónimo de externalidades positivas para as PME.

Data de conclusão 29.05.2023

Valor de financiamento 164,1 mil €

O projeto Cultura em Rede - Tâmega e Sousa propõe-se a provocar os territórios intervencionados, a sua população e os fluxos turísticos no biénio 2021/2022, privilegiando a realização das atividades culturais e artísticas em espaços naturais, paisagísticos e/ou patrimoniais, aliadas ao desenvolvimento de visitas guiadas e contextos de divulgação do património cultural da região, garantindo o envolvimento de parceiros ao nível da operação turística, com o objetivo claro de atração de fluxos turísticos associados ao projeto a implementar. A Operação desenvolve-se numa área geográfica correspondente a 14 municípios, diretamente associados enquanto parceiros ou representados através das entidades parceiras, potenciando o desenvolvimento de uma rede de programação ampla, dispersa e inclusiva, num território com uma população de aproximadamente 543.000 habitantes: Amarante, Baião, Cabeceiras de Basto, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende. O projeto visa garantir a efetividade da rede de parcerias turísticas, considerando equipamentos de gestão direta dos parceiros, de gestão dos municípios associados e de outras entidades, garantindo a criação de circuitos de visitação conectados com os momentos de programação, de acordo com a estratégia de comunicação transversal que se pretende implementar. A rede de programação cultural descentralizada irá materializar-se pela realização de eventos em 8 atividades programáticas nucleares, integradas e descentralizadas nos territórios parceiros da rede. A programação desconcentrada deverá responder a um fio condutor artístico comum, a um eixo programático no património arquitetónico, natural ou paisagístico e a um grupo de projetos artísticos em itinerância em cada ciclo programado, contribuindo para o desenvolvimento de públicos. A programação artística do projeto considera a música como domínio artístico aglutinador, encarando os cruzamentos disciplinares e as atividades complementares como essenciais na criação de contexto integrador e diferenciador de programação. Neste sentido, o circo contemporâneo, enquanto domínio criativo emergente; a exploração de contextos de apresentação distintos das salas e modelos convencionais, potenciando a integração de circuitos patrimoniais e paisagísticos; e a ligação à imagem e dimensão estética performativa dos projetos programados em associação à paisagem da região irão constituir uma dimensão diferenciadora e de construção dramatúrgica do desenho de programação proposto. A narrativa do desenvolvimento cronológico das atividades de programação sugeridas segue uma dramaturgia de (re)visitação da história do território, desde a sua origem - valorizando as paisagens naturais, passando pela civilização e seu desenvolvimento técnico - destacando a diversidade patrimonial, e em especial dos períodos Românico e Barroco - e, por fim, encarar a atualidade e a civilização urbana nas suas características essenciais, promovendo valores de diversidade, integração e equidade, através da participação ativa das comunidades nos projetos artísticos a desenvolver. As atividades culturais a desenvolver irão considerar, em ligação direta aos planos atuais dos equipamentos/entidades existentes, visitas guiadas e outras ações de divulgação patrimonial, assim como o reforço das relações ativas dos parceiros com a hotelaria e operadores turísticos locais/regionais, ativando, através dos eventos da rede, a promoção de roteiros de fim de semana para atração externa. Assim, o programa desenvolve-se num eixo comum de ciclos de programação durante um fim de semana completo (2 a 3 dias), com comunicação efetivada através de roteiros/guias de atividade proposta integrada, incluindo visitas e experiências adicionais às apresentações artísticas. Os quatro eventos âncora, distribuídos pela janela temporal da Operação, visam potenciar uma comunicação reforçada, através do seu potencial de referenciação media, com comunicação adicional para o turismo na região. Tais eventos âncora consideram ainda a participação da comunidade com as consequências positivas para as ações de mediação e desenvolvimento de públicos com impacto regional efetivo.

Data de conclusão 23.06.2022

Valor de financiamento 73,39 mil €

10 Projetos
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Transparência sem entrelinhas