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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE MIRANDELA

Valor de financiamento

26,35 milhões €

Total de projetos

53

Número de identificação fiscal

5 0 6 8 8 1 7 8 4

Projetos realizados

A Operação assenta no seguinte enquadramento regulamentar: • no Regulamento SEUR (Portaria nº 57-B/2015 de 27 de Fevereiro e seguintes alterações) - secção 18, artº 121, ponto 1, alínea a) - Reabilitação integral de edifícios, destinados a serviços públicos, entre outros, com idade igual ou superior a 30 anos; • Na secção 9 - artº 66, alínea e) - Melhoria da rede de interfaces de transportes urbanos públicos colectivos; • Objectivo específico 3 - “Valorização e preservação do património e recursos naturais, nas medidas 3.2 - Promoção dos interesses museológicos em rede; medida 3.8 - Estratégia de regeneração e revitalização urbana; • Objectivo Específico 6 - “Potenciação e reforço dos meios de comunicação e de acessibilidades”; medida 6.1. - Criação de rede de gestão partilhada dos transportes. A Estação Ferroviária e a sua envolvente, encontra-se inserido na Área de Reabilitação Urbana (ARU), num local adjacente a outras intervenções urbanísticas a realizar no âmbito do PEDU, designadamente o PARU 4 – Reabilitação da Estação Ferroviária de Mirandela (Pisos Superiores) e PAMUS 4 – Interface da estação Ferroviária de Mirandela (Piso Térreo). Tendo em consideração as linhas orientadoras do PARU 4 definidas no programa preliminar, o estudo técnico desenvolvido contempla um programa funcional final, afecto às duas candidaturas, em termos processuais, com a seguinte organização pelos diversos pisos do edifício da Estação Ferroviária: • PARU 4 - Pisos 1, 2 e 3 associados às componentes do PEDU de Mirandela, enquanto espaço cultural, a visitar, sobre a história da linha do Tua, Mirandela e outras exposições tidas como relevantes pela administração do futuro espaço cultural; • PARU 4 – Elementos de comunicação vertical entre os pisos 0 e superiores, nomeadamente a escada nova em betão e o fosso do elevador e respectivo equipamento. Quanto aos compartimentos e espaços a incluir em cada piso do edifício da Estação, a distribuição é a seguinte: Piso 0 - Mobilidade Quotidiana e Turística • Átrio / Zona de Espera da Mobilidade Quotidiana e Turística, incluindo circulação horizontal, e escadas (existentes e novas) e elevador para acesso aos pisos superiores; • Instalações sanitárias públicas, incluindo para cidadãos com mobilidade condicionada e fraldário; • Bilheteira, bengaleiro e bastidor informático; • Vestiários para os colaboradores; • Loja de produtos regionais, turísticos e merchandising do espaço cultural, entre outros; • Cafetaria, com copa; • Arrecadações e Zona técnica exterior nova a instalar no local de um terraço que será removido para permitir a instalação de equipamento necessário para a climatização e ventilação dos nos compartimentos do imóvel; Piso 1 - Exposições • Salas de exposição com revestimentos novos e revestimentos restaurados; • Espaço de circulação horizontal ligando as diversas salas de exposição e vertical, comunicando com outros pisos; • Marquise; • Depósito temporário; • Arrumos e limpeza. Piso 2 - Serviços Educativos e Consulta • Serviço educativo, com gabinetes de apoio; • Mediatecas, para permitir a consulta a informação digital e on-line das exposições; • Arquivo documental; • Biblioteca; • Gabinetes de trabalho; • Circulação / Exposição; • Instalações sanitárias e arrumos de apoio ao piso. Piso 3 - Sector Administrativo • Gabinetes de trabalho; • Marquise; • Economato; • Instalação Sanitária de apoio; • Arrumos de limpeza; • Terraço.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 1,33 milhões €

A Operação assenta no seguinte enquadramento regulamentar: • no Regulamento SEUR (Portaria nº 57-B/2015 de 27 de Fevereiro e seguintes alterações) - secção 18, artº 121, ponto 1, alínea a) - Reabilitação integral de edifícios, destinados a serviços públicos, entre outros, com idade igual ou superior a 30 anos; • Na secção 9 - artº 66, alínea e) - Melhoria da rede de interfaces de transportes urbanos públicos colectivos; • Objectivo específico 3 - “Valorização e preservação do património e recursos naturais, nas medidas 3.2 - Promoção dos interesses museológicos em rede; medida 3.8 - Estratégia de regeneração e revitalização urbana; • Objectivo Específico 6 - “Potenciação e reforço dos meios de comunicação e de acessibilidades”; medida 6.1. - Criação de rede de gestão partilhada dos transportes. A Estação Ferroviária e a sua envolvente, encontra-se inserido na Área de Reabilitação Urbana (ARU), num local adjacente a outras intervenções urbanísticas a realizar no âmbito do PEDU, designadamente o PARU 4 – Reabilitação da Estação Ferroviária de Mirandela (Pisos Superiores) e PAMUS 4 – Interface da estação Ferroviária de Mirandela (Piso Térreo). Tendo em consideração as linhas orientadoras do PAMUS 4 definidas no programa preliminar, o estudo técnico desenvolvido contempla o seguinte programa funcional: • Requalificação do Piso 0 e envolvente, associado às componentes da mobilidade quotidiana, garantindo a permeabilidade de circulação entre o arruamento, edifício e plataforma, nos dois sentidos, chegada e partida. • Criação de um Interface de modos suaves, a implementar na cidade de Mirandela.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 928,84 mil €

Esta operação visa a Criação da Rede Ciclável e Via Pedonal, Troço da Rua da República, Av. das Comunidades Europeias, Av. Duques de Bragança, Acesso A4, Av. Galiza e Troço da Rua Rafael Bordalo Pinheiro. Esta intervenção consiste na construção de rede ciclável e vias pedonais na Cidade de Mirandela que possam ser utilizadas pela população nas suas deslocações diárias, no acesso ao emprego, centros escolares, equipamentos e serviços com maior utilização. Este projeto envolve a criação de duas faixas de ciclovia, uma em cada sentido, em alguns arruamentos, criação de uma ciclovia apenas num sentido em outros arruamentos e a criação de ciclovia partilhada nos restantes, atendendo à largura da via e condicionantes existentes e criação de uma faixa para travessia de bicicletas nas proximidades das rotundas. Prevê-se ainda a execução e prolongamento de passeios em troços onde estão interrompidos ou têm dimensões reduzidas, a substituição do pavimento dos passeios em que a maior parte se encontra degradado e a execução de pavimento novo onde é inexistente. Quanto às passadeiras pretende-se executar passadeiras novas em percursos que actualmente não existem, proceder ao levantamento de passadeiras existentes e implementação da respectiva sinalização horizontal e vertical e iluminação noturna, por razões de segurança dos peões no atravessamento das mesmas. Para a construção desta rede, será necessário proceder ao levantamento do pavimento das vias de circulação, nas zonas em que o mesmo se encontra bastante fissurado e com elevado grau de desagregação e deformação. Pretende-se também reformular o cruzamento da Zona Industrial, prevendo-se a construção de uma rotunda, com o objectivo de permitir uma maior fluidez de trânsito em melhores condições de segurança e alterar a respectiva iluminação, em função das alterações previstas. Pretende-se também proceder à execução de sinalização horizontal e vertical das ciclovias e das travessias de bicicletas a criar, da rede ciclável e vias pedonais na Cidade de Mirandela, por forma a garantir melhores condições de segurança para os peões, os ciclistas e também para os automobilistas, tanto na circulação como o atravessamento da faixa de rodagem e, designadamente na circulação das rotundas. Esta intervenção tem como objetivos principais: - Possibilitar a interligação de diferentes espaços de emprego, como a zona industrial, a zonas habitacionais, escolas ou equipamentos e serviços públicos, tendo em vista a facilitação da mobilidade da população; - Eliminar pontos de acumulação de acidentes de peões e ciclistas na Cidade, disponibilizando aos cidadãos uma via de transporte segura.

Data de conclusão 17.12.2019

Valor de financiamento 857,24 mil €

Pretende-se efetuar os seguintes trabalhos de remodelação da central de camionagem: o Alteração dos sanitários públicos incluindo nova instalação sanitária especifica para cidadãos com mobilidade condicionada; o Substituição de louças sanitárias e revestimentos de paredes e pavimentos nas instalações sanitárias do pessoal; o Alteração da rampa de acesso ao cais de embarque/desembarque de acordo com as inclinações regulamentares de 8%, conforme o Decreto-lei 163/2006 de 8 de agosto; o Implementação de pavimentos táteis exteriores e interiores para sinalização de percursos guias a cidadãos invisuais; o Substituição de pavimentos na sala de espera, nas áreas de circulação e cafetaria com mosaico de porcelanato; o Remodelação das escadas e da rampa e substituição de pavimentos nas áreas de circulação da sala de espera do cais de embarque ferroviário com mosaico de granito polido; o Reforço estrutural da padieira dos envidraçados das bilheteiras; o Reformulação da frente de bilheteiras - envidraçado frontal e sinalética superior; o Fecho de vãos existentes nas bilheteiras duplas (portas); o Pintura geral de paredes e tetos; o Substituição do mobiliário na sala de espera; o Revestimento exterior das paredes com fachada ventilada com painéis de laminado decorativo tipo “METEON - TRESPA”, ou equivalente; o Remoção das guardas de aço inox na zona de acesso às bilheteiras; o Substituição de portas interiores com manutenção e recuperação dos aros metálicos existentes; o As infraestruturas da rede de abastecimento de água e da rede de aguas residuais serão adaptadas à proposta de alteração dos compartimentos sanitários, o A rede de águas pluviais será substituída parcialmente e recalculada por novos tubos de queda e caleiras; o Os equipamentos elétricos serão substituídos por modelos com melhor eficiência energética; o Será implementado novo sistema de climatização com unidades montadas nos tetos falsos; o Será implementado sistema ITED de infraestruturas de telecomunicações com as respetivas ligações às redes públicas de telecomunicações; o Serão criados novos compartimentos para áreas técnicas destinados a equipamentos fixos do bastidor e do sistema de climatização.

Data de conclusão 11.11.2021

Valor de financiamento 558,71 mil €

O Centro Cultural de Mirandela contempla um museu de arte contemporânea, uma biblioteca, vários átrios para exposições, um auditório pequeno e um auditório que é a maior sala de eventos culturais e espectáculos do concelho. O auditório municipal é uma das componentes do edifício designado por Centro Cultural de Mirandela que está ao serviço á cerca de 30 anos e a necessitar urgentemente de obras de beneficiação/renovação devido ao desgaste natural decorrente do uso para além da necessária adequação ás regras atuais de segurança contra incêndios e de acessibilidade. Trata-se da principal sala de espetáculos do concelho de Mirandela e acumula as seguintes utilizações principais: - Ensaios da Orquestra; Concertos , Cinema; Palavra (assembleias municipais, seminários,…) A intervenção de reabilitação/beneficiação prevista no projeto de execução, irá adequar o espaço existente aos conceitos e regulamentos técnicos em vigor, conferindo-lhe melhorias funcionais que se coadunam com as atuais exigências ao nível da mobilidade, acústica, segurança contra incêndios e eficiência energética. Prevê-se, assim, a renovação integral do interior do auditório compreendendo a substituição de todos os revestimentos interiores, designadamente paredes, pavimentos, cortinados, tetos (uma vez que já caíram algumas lâminas metálicas e existe um deficiente remate com os novos difusores do sistema AVAC), a renovação/recuperação das cadeiras existentes, rampas de acesso ao palco e nas circulações envolventes onde haja desníveis a vencer, incluindo revestimentos e adequação do palco e plateia aos requisitos de acústica aplicáveis a uma sala de espetáculos, nas valências de utilização predominantes acima referidas, que em linhas gerais contemplam a intervenção em: - Palco: Execução de estrutura que permita a execução da canópia de palco prevista estudo acústico elaborado pela empresa SOPSEC, cujas paredes são revestidas com regoado de madeira de tom médio (de carvalho ou tola); - Pavimento do palco: afagado e pintado a esmalte acrílico cinza sem brilho, na cor da alcatifa; - Teto falso: acústico em gesso com pintura a tinta de água sem brilho; - Paredes interiores: Regoado vertical de madeira sobre revestimento acústico nas zonas identificadas e de correção acústica; - Pavimento e cadeiras: Aplicação de alcatifa em toda a plateia com prévia e renovação/recuperação das cadeiras; - Acessibilidade e mobilidade: atualização do espaço no que respeita ao cumprimento de regras e exigências legais relativas á acessibilidade e mobilidade (DL 163/2006 de 8 de agosto) dentro do espaço auditório e toda a envolvente de acessos; -Segurança contra riscos de incêndio: atualização do espaço no que respeita ao cumprimento de regras e exigências legais relativas á Segurança Contra Riscos de Incêndio (DL 220/2008 de 12 novembro e Portaria 1532/2009 de 29 dezembro); - Eficiência energética: atualização do espaço no que respeita ao cumprimento de regras e exigências legais relativas ás instalações elétricas: energia, tomadas e iluminação geral e cénica visando uma melhor eficiência energética e adotando valores de referência aplicáveis (W/m2);

Data de conclusão 31.05.2022

Valor de financiamento 541,61 mil €

A Associação Desteque possui um histórico de intervenção de mais de 20 anos nos municípios da Terra Quente, que integra os concelhos de Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Vila Flor e ainda Carrazeda de Ansiães, que não pertence à NUT Terras de Trás-os-Montes e que por essa razão não integra o território de intervenção desta operação. Ao longo destes anos, a Desteque geriu ou orientou financiamentos comunitários para o desenvolvimento local e rural que permitiram apoiar muitas iniciativas de âmbito público, privado e associativo no seu território de intervenção. Muitos dos projetos ou iniciativas apoiadas tivereram um propósito turístico, pelo que hoje a associação é um ator relevante do desenvolvimento turístico das Terras de Trás-os-Montes e possui uma experiência no terreno e um capital técnico e relacional que soube construir ao longo dos anos na área do turismo. Por outro lado, a iniciativa 'Rota da Terra Quente' pretende preencher o vazio que é a ausência de um produto turístico integrador das cadeias de valor locais, e simultaneamente transversal ao território, oferecendo aos turistas experiências mais completas do ponto de vista dos serviços propostos e mais imersivas no território. Para concretizar esta integração transversal da oferta turística local, a Desteque está a articular com cada um dos municípios abrangidos no Provere das Terras de Trás-os-Montes (Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor) a integração em rede, debaixo do chapéu da Rota da Terra Quente, de uma primeira linha de atrações turísticas. Pretende-se, assim, reforçar a atratividade turística do território, como previsto na atividade 4 da candidatura âncora 'Rota da Terra Quente". No caso de Mirandela, pretende-se reforçar a capacidade de atração turística do concelho e simultaneamente melhorar a oferta existente de praias fluviais para os residentes, complementando a oferta deste tipo de atrações que está a ser promovida no âmbito do Parque Natural Regional do Vale do Tua e criando melhores condições de lazer e de animação do terriitório especialmente durante o período estival. Pretende-se com esta proposta da “Rede de Praias Fluviais- Mirandela” requalificar e valorizar estes espaços em Miradeses (praia e açude), Quintas e Vale de Juncal, mantendo o carácter social e de convívio por parte da população e dos visitantes, ao longo da margem, de modo a estabelecer um equilíbrio entre a paisagem e o local de utilização humana, potenciando a sua valorização nas componentes paisagística, ambiental e social.

Data de conclusão 29.11.2023

Valor de financiamento 460,24 mil €

A operação “Valorização do Troço do Caminho Este de Santiago em Portugal entre Mirandela e Valpaços” afirma-se como um programa cultural de valorização e promoção do itinerário do Caminho de Santiago e do seu inestimável património, integrando uma oferta diversificada de eventos e iniciativas, com uma proposta inovadora, de grande transversalidade e dimensão internacional. O Caminho de Santiago, designa o caminho de peregrinação de origem medieval a Santiago de Compostela, engloba uma rede de diferentes itinerários de peregrinação ao longo da Europa, amplamente reconhecidos como vias de comunicação das mais importantes no cenário europeu. A sua extraordinária afluência, especialmente nas últimas décadas, ultrapassa a devoção religiosa estendendo-se às motivações espirituais no sentido amplo e ao enorme atrativo cultural, patrimonial e natural da rota. O Caminho Português tem registado um crescimento consolidado, sendo atualmente o segundo percurso mais percorrido a seguir ao Francês. O Troço do Caminho Este de Santiago entre Mirandela e Valpaços integra um importante património cultural, imaterial e material que se assume como um importante produto turístico que importa preservar, promover e valorizar num esforço supramunicipal concertado que se traduza numa melhoria da oferta turística e no incremento dos fluxos turísticos para os municípios e para a região. A autenticidade do itinerário traduz-se nas suas evidências históricas, mas também no imenso património associado, que contempla património edificado como igrejas, monumentos, castros, pontes, paisagem e natureza, festividades e tradições que se manifestam nos territórios de Mirandela e Valpaços. Numa iniciativa conjunta dos Municípios de Mirandela e Valpaços, esta operação concentrará um intenso programa de iniciativas culturais de dinamização do Caminho de Santiago e do seu inestimável património cultural, imaterial e material. O programa desenvolve-se ao abrigo de importantes colaborações com entidades de referência no domínio da cultura e do turismo, de âmbito nacional e transfronteiriço, que permitirão reforçar a sua visibilidade e atratividade de visitantes e fluxos turísticos para os territórios e a região Norte de Portugal. Ao longo de 12 meses, o projeto apresentará uma programação cultural em resposta à emergência e exigência dos novos padrões de consumo e motivações, proporcionando iniciativas culturais que proporcionam percursos e experiências vivenciais das tradições do Caminho de Santiago, que complementam e diversificam a oferta regional. Propõe-se assim um programa estruturado com iniciativas de qualidade, inovadoras e sofisticadas, em articulação com o território e os seus ativos culturais e patrimoniais, no quadro da cooperação com os agentes regionais e contribuindo para a afirmação de produtos turísticos alternativos, combinados e com elevados padrões de qualidade e diversidade. O plano de ação foi elaborado com o objetivo de valorizar e promover o património imaterial e material caracterizador dos concelhos para potenciar a atracção de um maior número de visitantes. A operação estrutura-se em quatro ações principais: Ação 1. Programa de valorização cultural do Caminho de Santiago; Ação 2. Programa Cultural de Dinamização do Caminho de Santiago; Ação 3. Plano de Comunicação e Divulgação; Ação 4. Sistema de Monitorização. As ações e respetivas atividades a desenvolver apresentam uma estruturação integrada com o intuito de garantir a concretização dos objetivos definidos e valorizar os ativos diferenciadores do território como estratégia de desenvolvimento turístico, existindo assim uma complementaridade entre a valorização dos principais produtos turísticos dos concelhos, as suas heranças culturais e o património existente, associado nomeadamente ao turismo cultural, religioso, enoturismo e turismo de natureza e de saúde e bem-estar. A operação permite, assim, dar resposta a debilidades assinaladas no Plano de Ação para o Desenvolvimento Turístico do Norte de Portugal, nomeadamente o déficit de imagem e de notoriedade nos mercados internacionais, as fragilidades ao nível da animação turística e da promoção de eventos e a incapacidade de fixação de visitantes na região. Este programa cultural irá catapultar a imagem da região muito para além das suas fronteiras geográficas, capitalizando todo este potencial turístico onde se insere e dinamizando as iniciativas culturais já existentes. Espera-se reforçar a notoriedade dos produtos turísticos da região Norte e dos espaços e equipamentos com vocação cultural e de elevado interesse turístico, quer no mercado nacional, quer no internacional, projetando a imagem da Região Norte enquanto destino turístico de excelência com forte autenticidade cultural. O programa desenvolve-se ao abrigo de importantes colaborações com entidades de referência no domínio da cultura e do turismo, de âmbito nacional e transfronteiriço, que permitirão reforçar a sua visibilidade e atratividade de visitantes e incremento dos fluxos turísticos e do número de dormidas em estabelecimentos hoteleiros e similares que impactarão não apenas os municípios de Mirandela e Valpaços, mas a região Norte. A operação encontra-se perfeitamente alinhada com as políticas relativas à salvaguarda e valorização do património cultural, apresentando importantes contributos para os objetivos previstos nos documentos estratégicos da política territorial (nacional, regional e local) e setorial relevantes, designadamente com o Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território, o Programa Operacional Regional do Norte, a RIS3 da Região Norte, o Mapeamento dos Investimentos em Infraestruturas Culturais e a Agenda Regional de Turismo.

Data de conclusão 25.04.2022

Valor de financiamento 127,17 mil €

O objetivo central da prestação desta operação visa a completa identificação de todos os elementos constituintes das redes, a sua localização rigorosa e caracterização pelos seguintes indicadores: Forma, Constituição e Estado de Conservação. Além de todo o trabalho a efetuar no escritório, com vista à elaboração dos documentos a fornecer à Entidade Adjudicante, a prestação de serviço inclui todo o trabalho de campo indispensável à recolha de informação, designadamente o reconhecimento prévio das redes a levantar, nomeadamente a rede de abastecimento de água e a rede de drenagem de águas residuais, assim como uma avaliação prévia da existência provável de dispositivos enterrados e posterior reconhecimento no terreno (por exemplo, câmaras de visita, caixas de válvulas e estações elevatórias enterradas). Posteriormente serão feitos o nivelamento, coordenação e localização de tampas de caixas de visita de águas residuais, tampas de caixas de órgãos e acessórios da rede de água, localização dos ramais de água, com o nº de polícia associado e a respetiva confirmação da ligação efetiva à rede, localização dos ramais de águas residuais, com o nº de polícia associado, incluindo profundidade da caixa de ramal domiciliário (CRL) e confirmação da ligação efetiva à rede, inspeção do interior das caixas de visita (CV) para apuro do traçado da rede, com possibilidade de recurso de traçadores ou outros meios, para confirmação das interligações entre CV, desenho do traçado das redes levantadas, em formato Shapefile, devidamente georreferenciadas (sistema de referência ETRS89/Portugal TM06, EPSG: 3763), com inclusão das situações anómalas registadas, levantamento e georreferenciação (sistema de referência ETRS89/Portugal TM06, EPSG: 3763), de todos os órgãos da rede de abastecimento de água, nomeadamente válvulas de rede, marcos de incêndio, bocas-de-incêndio, bocas de rega, descargas de fundo, válvulas redutoras de pressão, ventosas, caixas de válvulas e Estações Elevatórias enterradas.

Data de conclusão 30.10.2018

Valor de financiamento 120,41 mil €

O objetivo central da prestação desta operação visa a criação das infraestruturas necessárias à instalação da Rede de drenagem de águas residuais e ETAR em Avidagos. A empreitada incluída na presente Operação consiste essencialmente no prolongamento da Rede Pública de Drenagem de Águas Residuais Domesticas e da construção uma Estação de Tratamento de Águas Residuais, proporcionado uma melhoria da qualidade de vida desta aldeia. Considerando a rede de águas residuais domésticas, já existente em cerca de 90% da aldeia, prevê-se a execução da presente ação, no sentido de dotar a população de Avidagos com sistema de tratamento composto por duas ETAR’s compactas paralelas, complementadas com uma depuração biológica, em uma lagoa de ilhas flutuantes. Presentemente a rede de drenagem de águas residuais de Avidagos é encaminhada para 2 fossas sépticas tradicionais, executadas nos anos 80, cujo tratamento é ineficaz, existindo mesmo um processo de contra ordenação da APA no seguimento do auto de notícia da GNR-EPNA. Assim, com esta operação prevê-se a eliminação de 2 fossas sépticas obsoletas e a construção de ETAR, que contribuirá como uma mais-valia junto da Entidade Gestora, nomeadamente quanto ao tratamento das águas residuais e proteção da massa de água da aldeia dos Avidagos; A dotação desta infraestrutura nesta aldeia, irá melhorar consideravelmente o meio ambiente, a qualidade da água, as condições de salubridade, entre outros fatores positivos. Prevêem-se soluções que carecem de pouca manutenção e recursos, recorrendo a sistema de tratamento de lamas ativadas complementada com leito de ilhas flutuantes. Trata-se de um sistema que utiliza poucos recursos energéticos e com custos de manutenção e operação reduzidos, o leito de ilhas flutuantes é praticamente isento de manutenção, apenas se realiza um corte anual de plantas se necessário. Pretende-se com a solução escolhida contribuir para uma maior eficiência energética e reduzindo a emissão de gases de estufa.

Data de conclusão 26.12.2018

Valor de financiamento 115,09 mil €

O objetivo central desta operação visa a execução de duas Estações de Águas Residuais e consequente desmantelamento de duas fossas sépticas respetivamente na Rua do Retiro e na Rua das Fragas em Mirandela. Estes locais possuem rede de drenagem de águas residuais, cujo destino final são duas fossas sépticas sem capacidade de tratamento com base na legislação em vigor, pelo que julgou a Câmara Municipal de Mirandela oportuno a elaboração do presente projeto, no sentido de dotar esta população com esta infraestrutura tão necessária à melhoria das condições de salubridade das suas habitações e da população. Por razões de ordem económica e porque a topografia destas ruas é favorável à evacuação superficial da água das chuvas, não foi considerada a drenagem daquelas águas, pelo que a rede de saneamento projetada é simplesmente constituída por um sistema separativo de drenagem de águas residuais. Nestes dois arruamentos, já existe uma tubagem em espera em PEAD, para a elevação das águas residuais dos sistemas a construir para a rede de drenagem da cidade, cujo tratamento é efetuado na ETAR da AdN. Propõe-se então a execução de duas estações elevatórias, de forma a dotar estes locais, com uma rede de drenagem capaz de responder às necessidades de salubridade dos residentes, que devido à sua topografia não é possível realizar uma rede de drenagem de águas residuais gravítica.

Data de conclusão 23.05.2023

Valor de financiamento 59,38 mil €

A operação visa a construção de estação elevatória de águas residuais em Vilares da Torre e 1,5 km de conduta elevatória que permitirá encaminhar os efluentes da rede em baixa de Vilares da Torre, já construída, para o sistema intercetor em alta, tendo como destino final a ETAR Torre Dona Chama da responsabilidade da Empresa Águas do Norte A empreitada consiste essencialmente na construção uma Estação de Elevação de Águas Residuais e de conduta adutora para rede de águas residuais existente na Torre de Dona Chama, proporcionado uma melhoria da qualidade de vida desta aldeia. Considerando a rede de águas residuais domésticas, já existente em cerca de 100% da aldeia, prevê-se a execução da presente ação, no sentido de dotar a população de Vilares da Torre com sistema de elevação de águas residuais, uma infraestrutura tão necessária à melhoria das condições de salubridade das suas habitações e da população. A rede de saneamento existente é separativa, sendo que o escoamento das águas pluviais é realizado superficialmente, devido á topografia da aldeia, sendo o destino final, a linha de água existente no fundo da aldeia. Na solução adotada, procurou-se minimizar os custos na escolha do traçado e da localização do ponto de tratamento, através da análise in-situ das condições locais de topografia, relevo e morfologia do aglomerado populacional. As águas residuais provenientes da aldeia foram encaminhadas para um local onde se prevê a construção de uma estação elevatória e respetiva conduta de elevação, onde o destino final das águas residuais de toda a aldeia será a ETAR já existente da Torre de Dona Chama.

Data de conclusão 08.02.2018

Valor de financiamento 51,09 mil €

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