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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE VILA VERDE

Valor de financiamento

20,02 milhões €

Total de projetos

48

Número de identificação fiscal

5 0 6 6 4 1 3 7 6

Projetos realizados

A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da atratividade do mesmo. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A operação incide no Centro Urbano de Vila Verde, que corresponde ao principal aglomerado do sistema urbano municipal, tratando-se da sede de concelho. Dando continuidade a outras intervenções que têm devolvido, cada vez mais, os espaços às gentes que os utilizam, a intervenção consubstanciar-se-á num processo estruturado de reabilitação do edifício da antiga Adega Cooperativa e da área envolvente. Incidindo num espaço identitário, de grande simbolismo e valor histórico, a operação contribuirá para melhorar a qualidade de vida aos Vilaverdenses, fomentando, concomitantemente, a economia local, condição essencial para serem criadas novas oportunidades de emprego e para alavancar a competitividade local. Com efeito, potenciará o centro urbano como um espaço público de visita, de passagem e simultaneamente de residência, encontro e sociabilização. A reabilitação e refuncionalização do edifício da antiga Adega e área envolvente permitirá a compatibilização do valor patrimonial do espaço com as exigências atuais, permitindo que o mesmo se assuma como uma referência cultural, passível de atrair novos públicos, dinamizar a cultura e catalisar a economia local. A antiga Adega Cooperativa dará espaço ao Centro de Artes de Espetáculos, um moderno e versátil equipamento, ancorado no seu simbolismo e no seu valor histórico, que não deixará de realçar, de recordar e de relembrar a importância do vinho e da vinha. Este edifício será reconvertido e apetrechado com espaços expositivos, áreas administrativas, cafetaria, copa/catering, espaços para empresas, espaço multiusos dotado de instalações de apoio, e definição de novas boxes para o mercado tradicional. Relativamente ao espaço envolvente, o parque a implantar irá abarcar um conjunto de valências, nomeadamente áreas de passeio, área de proteção (10m de largura), parque infantil, campo de Padel e parque de Skate. Com esta intervenção, o Município será dotado de uma maior oferta lúdica/desportiva e qualidade, que significará uma nova atração do centro urbano para a região. Esta solução promoverá a multifuncionalidade preservando o sistema ambiental, numa proposta enquadrada sustentável e paisagisticamente.

Data de conclusão 02.06.2023

Valor de financiamento 2,31 milhões €

A operação contempla a prevenção das massas de água, através da diminuição da pressão exercida pela poluição urbana, advinda das águas residuais, do Município de Vila Verde. Tem como objetivos: - A desativação de fossas sépticas sem tratamento; - Construção de 24,93 km de rede gravítica; - Construção de 1163 ramais domiciliários. A tipologia desta Operação insere-se nos critérios do aviso POSEUR-16-2016-38, enquadrando-se na subalínea i), da alínea b) do ponto 1 do art.º. 95º do Regulamento Específico Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (Investimentos com vista à redução da poluição urbana nas massas de água, com especial enfoque no integral cumprimento da Directiva relativa ao Tratamento de Águas Residuais Urbanas - Directiva 91/271/CEE, de 21-05-1991 (DARU), de forma a assegurar a protecção do ambiente em geral e das águas superficiais e costeiras em particular, dos efeitos nefastos das descargas das águas residuais urbanas, através da construção de sistemas para aglomerados de maior dimensão e aumento de acessibilidade física ao serviço de saneamento de águas residuais, incluindo soluções adequadas para pequenos aglomerados. Neste domínio, não se constroem aglomerados de maior dimensão, mas adequam-se os existentes a necessidades de maior eficiência ambiental e operacional. Esta tipologia insere-se na Prioridade de investimento 6.ii -Investimento no sector da água para satisfazer os requisitos do acervo da União em matéria de ambiente e para satisfazer as necessidades de investimento que excedam esses requisitos, identificadas pelos Estados-Membros, prevista no programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, uma vez que visa a directa intervenção na qualidade das massas de água que são entregues ao meio hídrico.

Data de conclusão 09.12.2021

Valor de financiamento 1,3 milhões €

Os principais desafios com que o Município de Vila Verde se depara atualmente relacionam-se, num ambiente externo, com a afirmação deste território no contexto regional do Cávado e, num ambiente interno, com a atração e a fixação da população nos núcleos urbanos estruturantes do concelho, como combate à dispersão populacional. Com efeito, numa perspetiva de atração e fixação da camada jovem às áreas interiores do concelho, a construção de um ambiente urbano de excelência constitui uma prioridade. A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da sua atratividade. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, tanto ao conjunto do espaço concelhio como a cada um dos aglomerados urbanos, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente e mobilidade) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que esta operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A operação candidata incide na reabilitação do edifício da antiga escola primária de Vila Verde, construído no final da década de 60, através da reconversão da função original a uma unidade de promoção da gastronomia local. Para o efeito, a opção recai sobre a preservação da estrutura original, bem como a linguagem geométrica e axial do conjunto, e a alteração da compartimentação interior para a adequação às novas valências. Esta intervenção integra ainda uma ampliação que decorre das novas exigências técnicas e funcionais. Dando cumprimento ao propósito de integração da área exterior como espaço de usufruto público, a operação incluirá a demolição dos muros de vedação, aliada à definição de uma praça virada a sul, constituída por uma estrutura em perfis de aço, coberta por uma tela retrátil. Ao nível do edifício é proposta a preservação dos dois pisos existentes, agora constituídos por um programa de maior diversidade e complexidade. O piso térreo incluirá um conjunto de espaços administrativos, serviços, áreas técnicas e, sobretudo, espaços específicos para a função pretendida como uma copa de apoio à investigação e uma sala de provas gastronómicas apoiada por uma copa, bem como um espaço multiusos localizado junto à praça, o que permite estabelecer uma relação com o espaço exterior. O piso superior integrará dois laboratórios dedicados às ciências gastronómicas e três espaços de promoção de gastronomia, nomeadamente uma sala de exposições, uma sala multimeios e um auditório, apoiados por espaços de serviço, uma sala de reuniões e áreas de estar integradas nos espaços de circulação.

Data de conclusão 31.01.2022

Valor de financiamento 1,3 milhões €

A construção da Ciclovia Urbana de Vila Verde representa o início da concretização de um plano integrado de edificação de vias modernas e funcionais que se destinam a melhorar muito significativamente a mobilidade nos principais centros urbanos do concelho, oferecendo alternativas viáveis para a circulação cómoda e segura das pessoas e estimulando a prática de exercício físico, permitindo uma maior fruição dos espaços e equipamentos urbanos. O projeto da ciclovia desenvolve-se no centro urbano de Vila Verde, abrangendo espaços que apresentam condições favoráveis à introdução de circuitos urbanos cicláveis. O objeto de intervenção apresenta características variáveis, dado serem abrangidas praças, avenidas e ruas com dimensões, materiais e usos distintos. Na conceção do projeto foram avaliados a uniformização da materialidade, o correto dimensionamento das vias, lugares de estacionamento, passeios com a ciclovia, garantindo a melhor convivência no movimento de peões, bicicletas e automóveis. Trata-se de uma rede de eixos de circulação que parte são exclusivamente dedicadas ao tráfego de bicicletas e segregadas das restantes formas de tráfego, existindo também pequenos troços onde a circulação é partilhada com os peões e automóveis. A extensão total destes eixos cicláveis é de 5895,50 m, contemplando um total de 21 vias, a que se juntam 1035 m de ciclovia existente. A ciclovia é estruturada com elementos de circulação e áreas de apoio integrados na estrutura urbana e interagindo com a estrutura viária e pedonal da área central de Vila Verde, respeitando os critérios de segurança definidos para a convivência entre os diferentes utilizadores, a legibilidade das demarcações e traçados, a hierarquização entre espaços para peões e espaços cicláveis, a identificação clara dos sentidos de circulação, o posicionamento de travessias junto de passadeiras existentes recorrendo à elevação das vias, a identificação de sítios para a recolha / disponibilização de bicicletas, e articulação com os principais edifícios ou equipamentos públicos e espaços comerciais existentes, permitindo e incentivando a utilização da bicicleta em deslocações urbanas. Numa perspetiva de complementaridade, à ciclovia acresce a implementação de um sistema de bicicletas partilhadas que permitirá o apoio às deslocações pendulares e às curtas distâncias, com o intuito da integração de lógicas multimodais (Bicicleta/Transporte Público/Pedonal), mediante o melhoramento dos pontos de contacto, especialmente junto das principais interfaces modais e dos principais polos de atração de deslocações (centro, estabelecimentos de ensino, equipamentos desportivos, equipamentos de saúde). O esquema de circulação da rede ciclável é constituído por faixas dedicadas, faixas partilhadas e uma área de circulação livre, tendo sido orientado para privilegiar uma hierarquia de tráfego, do eixo da via para os passeios, com a seguinte ordem: circulação automóvel » circulação em bicicletas » circulação de peões.

Data de conclusão 26.09.2023

Valor de financiamento 925,17 mil €

A operação contribuirá para a materialização de uma resposta integrada e articulada, reforçando um importante núcleo estratégico do território concelhio (Vila de Prado) enquanto polo de atratividade e competitividade. Para tal, dará primazia à qualificação do espaço público como garante da criação de uma vila cada vez mais moderna e acolhedora e da valorização do património classificado. A operação propõe o redesenho dos espaços de circulação e de estar da Praça Comendador Sousa Lima. Assim, destina-se a estabelecer uma nova ordem na circulação automóvel e reduzir ao estritamente necessário os acessos à Estrada Nacional, aumentando os espaços verdes e de lazer da praça, em estrito respeito pela memória do sítio e as suas pré-existências relevantes (Ponte de Prado sobre o Rio Cávado, estrutura edificada a Nascente e a Norte junto à Ponte, Pelourinho, Rua Dr. Francisco Lopes Ferraz e Cruzeiro do Senhor da Ponte). Identificam-se 6 ideias fortes da intervenção: ? I. Criação de um espaço público de enquadramento à entrada na Vila - preservação e valorização da escala e do carácter da Praça, destacando e incluindo alguns elementos que lhe pertencem ou dela faziam parte (Pelourinho e o Cruzeiro). ? II. Reconfiguração dos circuitos viários - repensamento e redireccionamento da circulação de trânsito, aumentando os espaços pedonais e ajardinados, permitindo uma melhor e mais capacitada utilização. Inclui a introdução de uma ciclovia, como parte da rede de ciclovias de Prado, unindo à Ecovia do Cávado. ? III. Desenho de um espaço unitário - preocupação de afastar e impedir a passagem automóvel, principalmente próximo das suas fachadas principais, parte delas ocupadas com funções de caracter social (infantil), de modo a que as crianças sejam primeiro confrontada com espaços ajardinados e posteriormente com os espaços de circulação automóvel. Proporcionar-se-á à população a requalificação deste lugar com um desenho uniforme, coerente e unificador. ? IV. Desenho de um espaço integrado e inclusivo - contribuição para a máxima harmonização de todos os elementos construídos existentes e pertencentes, considerando as questões históricas, culturais e tradicionais bem como as suas características volumétricas e plásticas mais relevantes. ? V. Valorização dos elementos identitários - valorização das construções de carácter religioso ou com a conotação de conquista territorial, mediante o desenho mais amplo de passagem no pavimento e pela colocação de mobiliário urbano que permite uma maior aproximação, contemplação e/ou reza para com estas construções. ? VI. Valorização da margem do Rio - requalificação do espaço envolvente junto da margem norte, através da criação de um espaço de estar e lazer e da construção de zonas de descanso e de contemplação da paisagem, mediante a criação de locais de estar com bancos em pedra, a promoção da livre circulação das águas e a incrustação de lajes em pedra no pavimento, com inscrições alusivas à história da Ponte de Prado.

Data de conclusão 30.11.2021

Valor de financiamento 714,81 mil €

Os principais desafios com que o Município de Vila Verde se depara atualmente relacionam-se, num ambiente externo, com a afirmação deste território no contexto regional do Cávado e, num ambiente interno, com a atração e a fixação da população nos núcleos urbanos estruturantes do concelho, como combate à dispersão populacional. Com efeito, numa perspetiva de atração e fixação da camada jovem às áreas interiores do concelho, a construção de um ambiente urbano de excelência constitui uma prioridade. A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da atratividade do mesmo. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, tanto ao conjunto do espaço concelhio como a cada um dos aglomerados urbanos, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A presente operação incide no Centro Urbano de Vila Verde, que corresponde ao principal aglomerado do sistema urbano municipal, tratando-se da sede de concelho. Dando continuidade e complementando outras intervenções de melhoria do espaço público, a intervenção incidirá na requalificação urbanística da Rua Luís Vaz de Camões. Esta consiste numa das suas principais artérias e num importante ponto de passagem e de articulação quotidiana, dada a diversidade de serviços que se localizam nas suas imediações, tais como o Centro de Saúde, a Junta de Freguesia, a Segurança Social, a Escola Secundária, a Igreja, o Tribunal, a Câmara Municipal, entre outros. A renovação e uniformização da rua passará pela dotação das condições espaciais, estéticas e funcionais expectáveis numa via com a escala e a presença urbana que tem, ou seja, redesenhar e hierarquizar o espaço público, melhorar e aumentar os espaços verdes, rever e melhorar as infraestruturas existentes de abastecimento de água, eletricidade e comunicações, drenagem e saneamento, assim como todo e qualquer trabalho que possam contribuir para o melhoramento e valorização desta rua enquanto espaço urbano. Pretende-se, assim, numa lógica de sinergia e complementaridade com as ações de promoção da mobilidade sustentável desenvolvidas pelo Município, a melhoria da qualidade espacial, estética e funcional desta rua, num esforço de criar equilíbrio, harmonia, unidade e continuidade com os restantes espaços que formam o centro urbano de Vila Verde.

Data de conclusão 19.12.2022

Valor de financiamento 507,19 mil €

A presente operação contribuirá para a materialização de uma resposta integrada e articulada, reforçando um importante núcleo estratégico do território concelhio (Vila de Prado) enquanto polo de atratividade e competitividade. Para o efeito, será dada primazia à qualificação do espaço público como garante da criação de uma vila cada vez mais moderna e acolhedora. A operação propõe a reconfiguração geométrica do Largo, através do reperfilamento dos arruamentos que o delimitam. Esta operação destina-se a estabelecer uma regularidade ortogonal, em ligação formal e espacial com o Largo de S. Sebastião. Identificam-se seis ideias fortes da intervenção: - I. Criação de um espaço público de enquadramento à Casa da Botica - preservação e a valorização da escala e do carácter da Casa da Botica, nomeadamente dos elementos que melhor preservados se encontram (fachada e muro contíguo). Todo o desenho proposto converge para a Casa e, ao mesmo tempo, dela emana, em métricas, ritmos e materiais. - II. Reconfiguração dos circuitos viários - eliminação do trânsito e do estacionamento em frente à Casa da Botica e a sua substituição por um percurso pedonal, pavimentado com um lajeado de granito de cor e qualidade semelhantes ao já existente. Os circuitos automóveis e os respetivos estacionamentos serão dispostos de modo a contornarem o espaço central, que assim ficará inteiramente vinculado à fachada da Casa. De acordo com as indicações da edilidade, foi desenhado um percurso para bicicletas, o qual contornará igualmente o espaço central. - III. Desenho de um espaço unitário e centrípeto - criação um espaço único urbano singular, mas que resultasse da articulação de vários espaços secundários, dos quais dois são preponderantes: o já referido adro em frente à Casa, a uma cota mais baixa, e uma “esplanada” superior, no alinhamento visual de uma outra esplanada existente no edifício situado a norte. - IV. Desenho de um espaço integrado e inclusivo - máxima harmonização dos edifícios vizinhos da Casa. Foram tidas em consideração as suas características volumétricas e plásticas mais relevantes, como cérceas, alinhamentos e métricas. - V. Valorização dos elementos positivos que os edifícios vizinhos proporcionam - retirar o máximo partido dos elementos positivos dos edifícios vizinhos, nomeadamente as suas galerias, arcadas e esplanadas, cujos percursos pedonais e enfiamentos visuais se fizeram repercutir no espaço urbano proposto. - VI. Reforço destes 5 pressupostos através do trabalho da topografia - extrair o máximo partido das diferenças de cotas verificadas no terreno, através de novas plataformas e de novos taludes. Esta estratégia visa privilegiar as diversas vistas sobre a Casa da Botica e, simultaneamente, a desvalorizar o impacto visual e sonoro da EN201 sobre o terreno.

Data de conclusão 30.12.2022

Valor de financiamento 402,98 mil €

A mobilidade pedonal, aliada à mobilidade ciclável, constituem pontos-chave da estratégia inerente ao PAMUS da CIM do Cávado. No entanto, o incremento e promoção destes tipos de mobilidade suave está dependente da criação de infraestrutura dedicada, essencial para garantir as condições de segurança e conforto dos utilizadores nas deslocações. No âmbito da circulação pedonal urbana, o PAMUS preconiza uma atenção particular na qualificação e expansão da rede pedonal estruturante e acessível a todos nos principais centros urbanos. Os eixos de maior concentração de fluxos pedonais, bem como as ligações em que as condições de circulações de peões se encontrem mais deterioradas constituem intervenções prioritárias, no sentido de ser eliminados pontos não acessíveis na rede pedonal estruturante. Os padrões gerais de mobilidade do concelho de Vila Verde evidenciam uma baixa proporção do modo pedonal nas viagens pendulares, com o território a registar a mais reduzida representatividade deste modo de deslocação ao nível da CIM do Cávado. A operação pretende inverter esta tendência, propondo a correção de alguns constrangimentos na rede pedonal, de modo a propiciar a opção por este modo de deslocação, em detrimento de outros menos sustentáveis, particularmente em deslocamentos de curta distância. Entre as patologias a corrigir, destaca-se a necessidade de valorização da mobilidade pedonal em algumas vias com a implementação de espaços pedonais ou a limitação de estacionamento em vias estreitas, a correção de localização de mobiliário urbano e a garantia de continuidade nos passeios e passadeiras. A zona a intervir, numa extensão total de 1295,70 ml, incide sobre as entradas norte e sul do centro urbano de Vila Verde, nas suas ligações às freguesias da Gême e Loureira, respetivamente. Este conjunto de vias apresentam caraterísticas variáveis por se tratarem de ruas com dimensões, materiais e infraestruturas distintas entre si e as demais vias que constituem o núcleo urbano da vila. Com efeito, pelas suas caraterísticas atuais necessitam de uma intervenção que lhes garanta coerência e integração na restante rede viária e pedonal. Atendendo à realidade do objeto de intervenção, a operação tem em consideração a uniformização da materialidade, o correto dimensionamento das vias, lugares de estacionamento e passeios, procurando garantir a melhor fluência de peões e automóveis e uma correta integração e articulação da expansão com a rede pré-existente. As opções técnicas têm como princípio base a adequação às verificáveis no centro da vila e, simultaneamente, o ordenamento do espaço, visando: a dotação dos arruamentos com os requisitos funcionais; a segregação das tipologias de tráfego; a salvaguarda e reforço as condições de segurança; a garantia da coerência geométrica no desenho urbano; e a melhoria das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.

Data de conclusão 27.09.2019

Valor de financiamento 344,58 mil €

A operação Vila Verde: Transformação Digital visa melhorar e simplificar a organização interna da globalidade dos serviços municipais e a prestação do serviço público oferecido aos munícipes e empresas/organizações, através de ações de reengenharia de processos e de desmaterialização alavancadas nas mais recentes Tecnologias de Informação e Comunicação. As ações constituintes da presente operação concretizam o Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial do Cávado (PDCT – Cávado), estando nele incluídas e particularmente alinhadas com a sua Prioridade Estratégica 5 – Capacitar o território do Cávado, as suas instituições e agentes para um estado mais avançado de cidadania e de promoção do desenvolvimento local – e o seu Objetivo/Eixo 6 – Modernização da administração local (PI 2.3). Respondendo às necessidades identificadas em diagnóstico, a operação constitui um conjunto de ações específicas integradas, algumas delas abrangendo a generalidade dos vários serviços municipais, conforme descrito no capítulo 6 da memória descritiva, e aqui elencadas: Ação Específica 1 - Modernização/atualização da infraestrutura de rede / dados - ação abrangendo a generalidade dos serviços; Ação Específica 2 - Melhoria da eficiência administrativa através das TIC - ação abrangendo um conjunto significativo de serviços; Ação Específica 3 - Reforço da presença / Comunicação online e em tempo real - ação abrangendo a generalidade dos serviços; Ação Específica 4 - Administração escolar em Linha. Ação Transversal 5 - Comunicação, Gestão e monitorização da operação. No âmbito destas ações preveem-se, por um lado, atividades de reorganização, simplificação e desmaterialização interna de serviços, intra e entre serviços, aumentando a sua eficiência, e, por outro, atividades de desmaterialização e simplificação da relação dos serviços com os cidadãos e as empresas/organizações da sociedade. Tendo uma ampla natureza organizacional, a operação é fundamental para adequar a capacitação institucional do município de Vila Verde às exigências da sociedade atual e reforçar as aplicações e uso de TIC na administração pública. No que respeita à sustentabilidade futura da operação, pretende-se que a presente operação constitua um global redirecionamento de toda a organização municipal para a desmaterialização e simplificação de serviços com base nas TIC, permitindo a Vila Verde caminhar sustentadamente para a realidade das cidades inteligentes. Neste sentido, da atividade 2 sairá como produto um plano de ações de reorganização com base nas TIC a implementar no pós-operação, dando seguimento às ações nesta previstas. Prevê-se que a operação tenha início em de fevereiro de 2020 e termo em 31 de dezembro de 2021, tendo sido planeada a partir de um diagnóstico prévio elaborado pela Unidade de Sistemas de Informação, a partir do qual se identificaram ineficiências processuais, oportunidades de melhoria e fatores inibidores da melhoria por via do uso de TIC, designadamente infraestrutura de rede e dados insuficiente e equipamentos obsoletos nas escolas/jardins de infância. À data da presente candidatura encontram-se elaborados e aprovados os cadernos de encargos de todos os serviços, software e equipamentos necessários à operação, pelo que se está em condições de avançar com os procedimentos públicos de contratação. Os beneficiários finais da operação serão fundamentalmente os cidadãos residentes no Concelho de Vila Verde bem como todos os agentes económicos com necessidade de relacionamento institucional com o Município, visitantes e turistas. Entre a população residente, dá-se maior relevância à comunidade escolar. O custo global elegível da operação será de 361.568,28 €, do qual se considera comparticipável 357.647,00€ e não comparticipável 3.921,28€, tendo em conta os valores inscritos no PDCT Cávado.

Data de conclusão 13.09.2023

Valor de financiamento 335,26 mil €

Os principais desafios com que o Município de Vila Verde se depara atualmente relacionam-se, num ambiente externo, com a afirmação deste território no contexto regional do Cávado e, num ambiente interno, com a atração e a fixação da população nos núcleos urbanos estruturantes do concelho, como combate à dispersão populacional. Com efeito, numa perspetiva de atração e fixação da camada jovem às áreas interiores do concelho, a construção de um ambiente urbano de excelência constitui uma prioridade. A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da atratividade do mesmo. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, tanto ao conjunto do espaço concelhio como a cada um dos aglomerados urbanos, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A presente operação incide no Centro Urbano de Vila Verde, que corresponde ao principal aglomerado do sistema urbano municipal, tratando-se da sede de concelho. Dando continuidade e complementando outras intervenções de melhoria do espaço público, a intervenção incidirá na requalificação do espaço mais central do núcleo urbano de Vila Verde, mais concretamente da praça da República. Esta corresponde a uma praça, com características mais próximas de um jardim urbano e uma das áreas com maior carga de utilização, fruto em grande parte da sua centralidade em relação á área urbana de Vila Verde, reforçada pela existência de um parque infantil de dimensões generosas e pelas características da envolvente com uma densidade comercial considerável. Aqui implantam-se também outros elementos arquitetónicos, como o monumento aos combatentes e a fonte de Vila Verde, símbolo icónico. Implanta-se ainda nesta praça a loja interativa de turismo que marca o espaço com a sua envolvente. Pretende-se com esta intervenção criar uma forte unidade de toda a área relacionando os elementos arquitetónicos aí presentes, nomeadamente o monumento aos combatentes da 1.ª Guerra de Mundial, a fonte de Vial Verde e a área do parque infantil, criando uma rede de percursos de interligação. A intervenção passa pela requalificação urbanística desta área de forma a reforçar a sua atratividade, criando condições para prática de atividades de lazer ao ar livre, por parte dos mais novos promovendo hábitos de vida saudáveis e, melhorar o enquadramento paisagístico da área.

Data de conclusão 22.12.2022

Valor de financiamento 253,13 mil €

A operação tem como propósito primordial a reabilitação do edifício da Extensão de Saúde da Portela do Vade e respetiva área envolvente, melhorando as suas condições de utilização, de conforto e de funcionamento com o intuito de prestar um melhor serviço de saúde à população. A reabilitação passará pela reorganização dos espaços interiores, pela cobertura, pela substituição de toda a caixilharia dos vãos existentes e pela dotação do edifício das adequadas condições em termos de infraestruturação (climatização, renovação de ar, abastecimento de água, drenagem de águas residuais e pluviais, redes de energia elétrica, de dados e de intrusão). Em termos de reorganização dos espaços interiores, de forma a poder dar resposta aos diversos problemas que a atual estrutura evidenciada, nomeadamente à não adequação às exigências funcionais de uma Unidades de Saúde Familiar, propõe-se uma organização programática estruturada em três grandes áreas: uma destinada aos utentes, em articulação com a zona de entrada; outra destinada à prestação dos cuidados de saúde, numa situação mais interna; e uma terceira destinada ao pessoal de serviço, com entrada própria. Note-se que a organização funcional proposta tem por base o programa dos serviços da ARS, considerando as orientações para instalações e equipamentos para Unidades de Saúde Familiar, ainda que adaptado às restrições e constrangimentos espaciais impostos pela construção já implementada. Este programa estrutura em quatro áreas fundamentais: • Área de entrada: composta pelo átrio de entrada com antecâmara, sala de espera, área de espera infantil com cantinho de amamentação, área de instalações sanitárias e zona de higienização de bebés (duas instalações sanitárias separadas por sexo, ambas adaptada a pessoas com mobilidade reduzida). • Área administrativa: composta por uma área de receção e uma área de secretariado, com área de arquivo acautela em armários. • Área de prestação de cuidados de saúde: composta por três gabinetes médicos, um gabinete de saúde materna (partilhado com o gabinete de saúde infantil) e uma sala de tratamentos que funcionará também como gabinete de enfermagem. Inclui instalações sanitárias para os profissionais e pessoal de serviço. • Área de apoio: possui acesso de serviços independente e autónomo. Inclui uma sala de amenidades, que funcionará com área de reuniões, de coordenação e de copa do pessoal. Dispõe de vestiários partilhados com o pessoal médico, uma área de duche e uma zona de cacifos/vestiário do pessoal. Integra uma área para depósito de material de consumo e de material terapêutico (duas áreas distintas para depósito dos resíduos do grupo I e II e do grupo III e IV). Quanto ao espaço exterior na envolvente do edifício, a operação irá conferir-lhe uma nova estruturação, tornando-o mais funcional e melhorando a mobilidade no acesso ao edifício, nomeadamente dando resposta às exigências em termos de mobilidade e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.

Data de conclusão 15.09.2020

Valor de financiamento 199,03 mil €

A intervenção no âmbito da política de Regeneração Urbana no concelho de Vila Verde visa conferir coesão e coerência ao território, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A Vila de Prado é um centro urbano estruturante, a necessitar de intervenções de reabilitação urbana. Por essa razão, o Município integrou-o no Plano de Ação para a Regeneração Urbana (PARU). Entre as ações previstas para este núcleo, inclui-se a requalificação urbana do Largo de S. Sebastião, operação que enquadra a presente candidatura. A operação tem incidência na parte do Largo que não foi ainda alvo de intervenção. Trata-se de uma praça central onde diariamente se movimentam pessoas que se dirigem ao comércio local e serviços de toda a espécie e onde se realiza feira semanal, de importância vital para a localidade pela movimentação que proporciona ao comércio e serviços locais. A execução da obra prevista tem como principal objetivo a finalização das obras de valorização funcional e espacial do Largo e dos arruamentos confinantes. Os trabalhos irão incidir fundamentalmente no arruamento que limita o Largo a sul, bem como na sua ligação aos espaços limítrofes. A área será ainda dotada de um parque infantil, que incluirá um equipamento temático (avião), um balancé e três molas simples. Uma vez que as pavimentações vão ser os elementos mais visíveis das obras, a sua conceção será especialmente cuidada e adaptada à utilização que caraterizará cada espaço. A área total de intervenção corresponde a uma superfície de 2.888,50 m2. Concretamente, é proposto o reperfilamento do arruamento existente, seguido da sua repavimentação. Esta será submetida à regularidade geométrica já atribuída ao Largo, que é a de uma malha de aproximadamente 5,50x5,50 metros. O arruamento destina-se a permitir o acesso ao estacionamento de superfície já construído, bem como às atividades dos feirantes e às garagens e aos portões dos edifícios existentes. Paralelamente a este arruamento, foi projetada uma faixa para circulação de bicicletas, ou ciclovia, que se inclui na rede ciclável da Vila de Prado, a qual está ligada à Ecovia do Rio Cávado. O espaço assim criado, de configuração triangular, destina-se a estabelecer um remate visual com o edifício industrial existente no limite sul do largo. Este espaço triangular será rematado a poente com um pequeno largo quadrangular arborizado. O remate a nascente será conseguido com um espaço sensivelmente triangular, também ele a arborizar, onde se implantará um ecoponto e um pequeno adro, destinado á relocalização de um cruzeiro já existente.

Data de conclusão 30.11.2017

Valor de financiamento 167,55 mil €

Os principais desafios com que o Município de Vila Verde se depara atualmente relacionam-se, num ambiente externo, com a afirmação deste território no contexto regional do Cávado e, num ambiente interno, com a atração e a fixação da população nos núcleos urbanos estruturantes do concelho, como combate à dispersão populacional. Com efeito, numa perspetiva de atração e fixação da camada jovem às áreas interiores do concelho, a construção de um ambiente urbano de excelência constitui uma prioridade. A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da atratividade do mesmo. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, tanto ao conjunto do espaço concelhio como a cada um dos aglomerados urbanos, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atraírem pessoas e serviços. A presente operação tem incidência geográfica na área de reabilitação urbana de Portela do Vade, em concreto na área a poente do Pavilhão Gimnodesportivo do Vade, nas imediações na Estrada Nacional 101, tendo como propósito o arranjo urbanístico desta área. A requalificação circunscreve-se a uma área contígua a poente do Pavilhão, passando pela execução de áreas de jardim e arborização, criação de estacionamento e execução de percursos pedonais. Inclui também a execução de uma pequena extensão de arruamento, conseguindo-se a interligação da rede existente, a par da colocação de mobiliário urbano, potenciando o aproveitamento deste espaço para fruição e lazer, em complementaridade com os eventos que venham a ocorrer no pavilhão. Visando aproveitar a dinâmica envolvente, o projeto visa a requalificação do local através de uma intervenção cuidada, transformando-o num espaço agradável e aprazível pelos seus arranjos arquitetónicos, percursos pedonais e espaços verdes. É ainda de salientar, o propósito de garantir uma eficiente mobilidade urbana, desde a gestão do trânsito rodoviário ao acesso pedonal e garantias de boas acessibilidades para as pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. Em linha com o exposto, e procurando dar uma resposta integrada à necessidade de intervenção do ponto de vista urbanístico, a operação inclui a abordagem aos seguintes aspetos: - Beneficiação da distribuição viária; - Clarificação dos percursos pedonais; - Prolongamento e ajustes dos engates; - Colmatação das áreas de estacionamento; - Implementação/regularização de sentidos trânsito.

Data de conclusão 04.04.2022

Valor de financiamento 110 mil €

Os principais desafios com que o Município de Vila Verde se depara atualmente relacionam-se, num ambiente externo, com a afirmação deste território no contexto regional do Cávado e, num ambiente interno, com a atração e a fixação da população nos núcleos urbanos estruturantes do concelho, como combate à dispersão populacional. Com efeito, numa perspetiva de atração e fixação da camada jovem às áreas interiores do concelho, a construção de um ambiente urbano de excelência constitui uma prioridade. A regeneração urbana e o propósito de conferir uma nova vida a edifícios e espaços públicos é um dos pilares da estratégia de modernização do território concelhio e de reforço da sua atratividade. A intervenção neste âmbito visa conferir coesão e coerência ao território, tanto ao conjunto do espaço concelhio como a cada um dos aglomerados urbanos, pela qualificação dos fatores determinantes na qualidade de vida da população, com envolvimento e articulação de diferentes componentes (habitação, reabilitação e revitalização urbanas, coesão social, ambiente, mobilidade, etc.) no quadro de uma estratégia integrada. No âmbito desta estratégia, de que a presente operação é parte indissociável, pretende-se estabelecer uma ligação integrada entre os vários aglomerados a intervir, de forma a criar uma rede de polos urbanos modernos, renovados e com capacidade de atrair pessoas e serviços. A operação candidata tem incidência na ARU de Pico de Regalados, mais concretamente do Largo S. Sebastião, localizado nas imediações da Estrada Nacional 101, junto à antiga escola Primária do Pico de Regalados, edifício que atualmente funciona como sede da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós, e de um conjunto de pequenas capelas, entre elas a Capela de S. Sebastião. O local apresenta um enorme potencial de enquadramento urbanístico e social, com atenção especial à envolvente imediata e à proximidade ao centro da vila. Tendo como principal propósito a remodelação e reconfiguração do largo, a intervenção circunscreve-se a uma área de 1.720,00 m2 e visa criar um espaço condigno de fruição pública e valorizar todo o património edificado que o envolve. Ao nível do seu arranjo urbanístico, prevê-se a melhoria da hierarquia de percursos e atravessamentos pedonais, a repavimentação, o desenho de pequenas áreas de jardim e a colocação de peças de mobiliário urbano (bancos, luminárias, etc.). Em consonância com o exposto, o principal objetivo da operação consiste na requalificação do Largo S. Sebastião, capacitando e regenerando as suas funcionalidades e potencialidades. Por outras palavras, a operação visa melhorar a qualidade do local através de intervenções nas vertentes urbanísticas e ambiental, aumentando a atratividade e a competitividade dos espaços urbanos. A intervenção é complementar de outras operações de reabilitação de edifícios executadas na envolvente direta do largo, nos últimos anos, quer por iniciativa da autarquia, quer por privados.

Data de conclusão 04.10.2022

Valor de financiamento 79,28 mil €

O projeto âncora PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho- tem como objetivo a classificação, preservação e qualificação dos recursos patrimoniais em que assenta este produto turístico, tendo em vista a estruturação em rede da oferta turística. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio à fruição dos itinerários culturais e paisagísticos que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO, nomeadamente ao nível da sinalização, interpretação, acessibilidade, etc. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar a fruição turística e a experiência de visita; no cruzamento interdisciplinar entre o património cultural e outras ofertas, designadamente no turismo natureza, através da classificação e valorização de itinerários já existentes e estruturantes; na integração em redes internacionais; na animação dos espaços e dos períodos turisticamente menos interessantes; na capacitação de pessoas para as áreas do turismo religioso, cultural e natural; na valorização do património imaterial. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Produção de Conteúdos e Narrativas – compreende as seguintes atividades: (i) Estórias do Minho (Storytelling Digital e Analógico); (ii) Arte & Minho Desafios Artísticos/Programa de Residências Artísticas; (iii) Publicação (Papel e Digital); - Ação 2. Inovação e Certificação – compreende as seguintes atividades: (i) Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho e Atividades Complementares de Dinamização Cultural; (ii) Ações de Desenvolvimento para a Classificação do Património Cultural Imaterial do Minho; - Ação 3. Comunicação – visa algumas ações de comunicação sobre o ciclo de conferências e sobre o programa de residências artísticas designadamente a título de exemplo: newsletters digitais; distribuição de agendas de eventos; convites à comunicação social; entre outros suportes comunicacionais.

Data de conclusão 28.09.2023

Valor de financiamento 33,98 mil €

Como referido na candidatura da EEC MINHO Inovação, no panorama nacional, existem, atualmente, três marcas turísticas, que implicam alojamentos turísticos, associadas ao nome Portugal: Solares de Portugal, Pousadas de Portugal, Aldeias de Portugal. Este projeto incide sobre a qualificação e a animação social, cultural e económica das Aldeias de Portugal, presentes no Minho, enquanto oferta turística específica. A incidência na sub-região do Minho, que corresponde ao território da EEC e também a um dos quatro subdestinos que agora compõem a nova estratégia de marketing do Turismo do Porto e Norte de Portugal, justifica-se pelo caráter próprio e singular que estes aglomerados urbanos tradicionais apresentam na região. A EEC Provere Minho Inovação prevê um conjunto de intervenções, materiais e, especialmente, imateriais, promovidas, fundamentalmente, pelas autarquias locais. Estas intervenções articulam-se de forma coerente e concorrem para a valorização das Aldeias do Minho, numa perspetiva de desenvolvimento do correspondente produto turístico. O PA3. Aldeias de Portugal Minho incide aqui, especialmente, na área da promoção, animação e gestão, complementando os investimentos infraestruturais e em equipamentos, promovidos pelos Municípios no âmbito do Ações de Qualificação dos Produtos Estratégicos do Minho PA7. Touring Cultural (Património Cultural / Aldeias de Portugal – Minho) bem como os investimentos públicos e privados apoiados pelos Grupos de Ação Local, ao longo de vários ciclos de programação dos fundos estruturais.

Data de conclusão 19.10.2023

Valor de financiamento 26,92 mil €

O projeto âncora Marketing, Comunicação e Internacionalização constitui uma oportunidade para continuar a delinear e implementar uma estratégia de promoção dos recursos turísticos do Minho de baixa densidade, assegurando os mecanismos de ordem financeira, organizacional e comunicacional indispensáveis à sua adequada execução. Nesse sentido, visa a consolidação da ação coletiva do Consórcio nas áreas do Marketing, Comunicação e Internacionalização, constituindo um elemento transversal de suporte à execução e promoção de todos os projetos âncora que integram a EEC PROVERE Minho Inovação bem como dos diferentes produtos turísticos que lhes estão na base. Pretende-se, desta forma, contribuir decisivamente para que o Minho se afirme enquanto subdestino turístico do Porto e Norte de Portugal com uma nova imagem assente numa narrativa mais moderna e atual baseada nos recursos únicos e inimitáveis deste território. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Planeamento – compreende três atividades que concorrem para a realização dos objetivos operacionais do projeto e os objetivos estratégicos do Minho Inovação: (i) Atividade 1.1 Plano de Comunicação e de Ativação; (ii) Atividade 1.2 Plano de Desenvolvimento Turístico 2030 e (iii) Atividade 1.3 Capacitação Estratégica e Comunicação Interna. - Ação 2. Marketing e Comunicação – concentra a conceção, produção e disponibilização dos principais suportes, instrumentos e iniciativas de comunicação do Minho turístico. Envolve, assim, a concretização das seguintes atividades: (i) Material Promocional; (ii) Publicidade, comunicação; (iii) Organização de Fam e Press Trips no Minho; (iv) Estratégia de promoção online do Minho e (v) Constituição de banco de imagens turísticas do Minho. - Ação 3. Eventos – prevendo as seguintes atividades: (i) participação em feiras de turismo; (ii) programa Minho Portas Abertas; (iii) Essência do Minho; (iv) Promoção Internacional: Embaixadas do Minho. - Ação 4. Minho Film Commission – inclui um conjunto de atividades: (i) produção de conteúdos; (ii) comunicação; (iii) estruturação do Minho enquanto destino para a realização de produções cinematográficas e (iv) participação em mercados. - Ação 5. Gestão e Coordenação - constituição de uma Estrutura Técnica de Gestão e Coordenação, fundamental na dinamização da parceria e da execução do Programa de Ação.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 19,09 mil €

Considerando as caraterísticas e o contexto de partida que o Minho possui, o presente projeto visa intervir nos domínios do sector agroalimentar e da gastronomia, que se revelam fundamentais para a promoção da inovação e da afirmação das apostas de especialização inteligente no território, apresentando como objetivo geral a “valorização económica do MINHO enquanto região gastronómica de excelência”. Neste contexto, o conjunto de ações que se propõe desenvolver visam essencialmente promover a valorização dos recursos do Minho e a articulação com as atividades e setores produtivos com importância para a região, potenciando o seu perfil de especialização e a aposta em sectores com potencial de crescimento, estimulando, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. Assim, as atividades que o projeto se propõe desenvolver, nomeadamente, no âmbito da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho”, visam maximizar o potencial de desenvolvimento de uma base de atividades associada aos recursos endógenos do território – em particular, do sector agroalimentar e gastronomia - e a capitalização das vocações produtivas locais, através da qualificação, valorização e capacitação dos principais sistemas competitivos territoriais do Minho. Importa, também, realçar, para este efeito, o contributo da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência, através das iniciativas previstas associadas à estruturação e desenvolvimento de ações de qualificação e promoção da atratividade regional, reforçando a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global e promovendo a capacitação da região para atrair mais turistas e colocar o Minho num patamar à escala global. As dinâmicas suscitadas pelo presente projeto serão, assim, suscetíveis de gerar um impacto positivo muito significativo, destacando-se, nomeadamente, os seguintes resultados esperados: Ao nível da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho” : (i) Implementação de ações de qualificação e inovação para os agentes do setor agroalimentar, agrupamentos de produtores e operadores da restauração, envolvendo cerca de 400 empresas; (ii) Estruturação de processos de capacitação para a valorização económica de produtos associados ao sector agroalimentar e gastronómico; (iii) Dinamização de sessões de promoção dos produtos locais junto de escolas de hotelaria do Minho, envolvendo cerca de 1500 jovens; (iv) Dinamização de oficinas interativas de cozinha para crianças, abrangendo cerca de 2000 crianças; (v) Desenho e criação de experiências (“packs turísticos”), que aliam a gastronomia outros produtos turísticos, através de iniciativas de capacitação e dinamização de concursos de ideias dirigidos aos agentes turísticos, representantes de organismos, associações, estabelecimentos de turismo (alojamentos, restaurantes), envolvendo cerca de 150 entidades Ao nível da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência: (i) Dinamizar e promover cerca de 200 eventos gastronómicos no Minho; (ii) Reforço da presença do Minho dos restaurantes referenciados nos Guias Michelin e Repsol - (2020)- + 10%; (iii) Desenvolver 30 iniciativas de orientadas para a valorização e inovação gastronómica (congressos, salões de degustação, fam trips, etc.) (iv) Reforçar os níveis de qualificação de produtos alimentares do Minho sustentados em recursos endógenos; (v) Promover a troca de experiências e intercâmbios, nomeadamente com a Catalunha e País Basco cfr. “Memória Descritiva – Concept Note” da presente Candidatura.

Data de conclusão 28.10.2021

Valor de financiamento 18,3 mil €

O projeto âncora PA4. Touring Cultural - Artes e Produtos Tradicionais tem como objetivo a qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho; capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; criar um roteiro de turismo criativo e experimental no Minho. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio às artes e produtos tradicionais que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar, qualificar, valorizar e promover os produtos artesanais certificados; no cruzamento multidisciplinar de capacitação em inovação nas artes e produtos tradicionais do Minho; promoção da renovação e transmissão dos saberes tradicionais, através de escolas-oficinas, escolas de artes e ofícios, escolas profissionais e centros de formação especializados; desenvolvimento de ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; desenvolvimento de uma rede de comercialização e internacionalização; e desenvolvimento de ações de promoção e divulgação dos ofícios e atividades artesanais Atentos os cinco objetivos estratégicos da EEC Provere Minho Inovação, a presente candidatura assume como seus e contribui para a realização dos seguintes objetivos estratégicos: 1. Promover –?A componente da promoção e da comunicação está presente em todos os projetos âncora, trata-se de uma vertente fundamental para aumentar a atratividade ofícios e atividades artesanais; 2. Qualificar – através das ações dirigidas à dos produtos artesanais certificados; 3. Organizar – contribui também para a organização das atividades artesanais através da sua conformação às necessidades e às exigências das novas procuras e dos novos consumidores; 4. Internacionalizar – ao projetar artes e produtos tradicionais além-fronteira, melhorando a sua inteligibilidade e acessibilidade; 5. Inovar – ao apostar ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende a seguinte atividade qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; - Ação 2. Certificação e Inovação - compreende as seguintes atividades: (i) incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho e (ii) capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; - Ação 3. Turismo Criativo e Experimental – compreende a seguinte atividade: conceção, comunicação e publicitação do roteiro do turismo criativo e experimental do Minho - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 16,52 mil €

A Região do Minho, pela diversidade de recursos naturais e pelo conjunto de espaços de conservação e proteção da natureza (cerca de 18% do território integra a rede NATURA 2000), assume-se atualmente como um dos principais destinos do turismo de natureza no contexto nacional. O presente projeto visa no âmbito do Turismo Natureza dar resposta às necessidades de qualificação do produto turismo de natureza através do reforço e consolidação da rede de infraestruturas e equipamentos que viabilizem a operacionalização de uma oferta de Turismo Natureza integrada à escala do Minho. Por outro lado, pretende ainda dar resposta a questões mais específicas relacionadas com a gestão regional da rede de oferta, nomeadamente ao nível da manutenção, vigilância e segurança (ativa) que garantam condições ótimas de experienciação do produto turismo natureza. Uma das principais atividades realizadas pelos viajantes de Touring é conhecer paisagens, e o concelho de Terras de Bouro, em cuja área também se engloba o PNPG, tem paisagens e recantos ainda muito inexplorados que pretendemos divulgar, pelo que e neste sentido, esta candidatura, em boa hora há surgido, para que o Município consiga organizar e promover os seus recursos e para que possamos inovar o concelho, e desse modo, oferecer um produto diferenciado, que possa oferecer experiências às pessoas que nos visitam. O concelho de Terras de Bouro para além das serras do Gerês e Amarela que lhe confere paisagens imponentes, tem dois vales muito férteis devido, sobretudo, aos dois principais cursos de água que o atravessam (Homem e Cávado). Para os dois vales tem projetado o desenvolvimento de projetos aliciantes, muito ligados ao curso de água dos dois rios. O vale do Homem pretende ser valorizado, uma vez que está a ser implementada uma ciclovia ao longo do curso do rio e, com esta candidatura, pretendemos efetuar a melhoria dos espaços circundantes, conferindo-lhe mais limpeza, mais condições de visitação, interpretação do espaço, espaços de lazer, etc. Assim, na sede do concelho, este projeto visa a criação de uma zona intermunicipal (concelho de Vila Verde e de Terras de Bouro) de lazer associada à valorização da presença da água e do património relacionado com o elemento água melhorando as condições de visita, a sinalização, e os suportes de apoio informativo (zona de lazer, de recreio e de merenda, instalação de painéis informativos, etc.). O município pretende assim requalificar um espaço público com enorme frequência e melhorar as condições da sua fruição por parte dos turistas.

Data de conclusão 21.12.2023

Valor de financiamento 0 €

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