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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE

Valor de financiamento

19 milhões €

Total de projetos

53

Número de identificação fiscal

5 0 6 6 1 7 5 9 9

Projetos realizados

Esta intervenção vai transformar a única escola secundária do concelho num equipamento moderno e muito mais funcional. A obra será executada no âmbito do acordo de colaboração estabelecido entre o Município e o Ministério da Educação e Ciência, constituindo a primeira intervenção de fundo da escola, 36 anos após a construção. É um projeto global de intervenção, consistindo num edifício novo que irá garantir a ligação interior aos fragmentados volumes existentes no local. Pretende-se assim refuncionalizar os espaços aproveitando para introduzir elementos que deem garantias de otimização técnica e acústica em todo o construído. Este novo edifício marca a entrada da escola e contempla, para além de espaço interior e exterior de receção, uma sala de projeção, biblioteca, secretaria e arquivo vocacionados para a receção e atendimento público. Prevê-se ainda a reformulação e ampliação do atual refeitório, bem como a do salão polivalente que receberá um outro desenho conferindo uma maior valia funcional a todo o espaço. Pela sua ligação com a entrada principal, o novo auditório e biblioteca pretendem também responder às solicitações vindas do exterior, adivinhando-se uma grande facilidade de utilização. A execução da obra de Recuperação e Ampliação da Escola Secundária Henrique Medina é premente para o ordenamento e funcionamento escolar dado às condições atuais do estabelecimento de ensino, assim como para o cumprimento das metas estabelecidas no âmbito do programa operacional.

Data de conclusão 15.03.2023

Valor de financiamento 2,42 milhões €

Pretende-se um edifício que albergue um Mercado Municipal que atenda às valências tradicionais e às atualmente exigidas, apenas dedicado à venda de produtos alimentares frescos, congelados, confecionados ou embalados, e estabelecimento de restauração e bebida: Peixarias – 7 unidades independentes, com acesso interior; Zona de venda de produtos hortícolas (frutas e legumes), no interior; Zona de venda de flores e plantas, no interior; Instalações sanitárias com possibilidade de acesso independente pelo exterior, caso o mercado esteja encerrado; Café com acessos pelo interior e independente pelo exterior; Lojas – 6 unidades, com acessos pelo interior e independente pelo exterior, para produtos alimentares frescos ou congelados (por exemplo: peixe, legumes, etc.) e confecionados ou embalados (por exemplo: queijos, enchidos, vinhos, compotas, mel, etc., todo o tipo de produtos que se encontram em mercearias especializadas), ou para produtos não alimentares, flores e plantas, ou para divulgação de produtos alimentares endógenos; Vestiários/balneários para os utilizadores residentes (que manipulam alimentos frescos); Gabinetes para o Aferidor e para o Fiel de Mercado com instalação sanitária privada; Possibilidade de zonas versáteis no interior e no exterior para a realização de eventos. Pretende-se que o edifício apresente alguma autossustentabilidade, nomeadamente no consumo de energia elétrica através da produção com recurso a painéis fotovoltaicos e painéis solares, estes para o aquecimento de águas sanitárias. A intervenção proposta visa um conjunto de operações urbanísticas, obras de alteração e ampliação, a seguir descriminadas, para requalificação do Mercado Municipal de Esposende existente em conformidade com o objetivo acima especificado. As obras de alteração consistem num conjunto de modificações, a saber: subida de cota da estrutura resistente de suporte da cobertura inclinada, remodelação das divisões interiores, remodelação de fenestração, alteração dos materiais de revestimento exterior e interior. Estas alterações surgem, não só em função do programa pretendido pelo promotor da intervenção, mas também para cumprimento da legislação e normativos aplicáveis em vigor para as valências pretendidas. As obras de ampliação consistem na ligeira ampliação da área de implantação e de construção, em benefício dos espaços de lojas e do café (com criação de esplanada com cobertura bioclimática). Esta intervenção será ainda acompanhada da reformulação/requalificação do espaço público adjacente. No espaço exterior do logradouro propõe-se a localização da feira semanal de venda de produtos hortícolas com a materialização no pavimento dos lugares de venda. Esta zona será coberta por uma pérgula composta por telas tensionadas fixas a uma estrutura em betão armado aparente.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 1,5 milhões €

A presente operação prevê um conjunto de ações de requalificação que compreendem: ? O reperfilamento viário, desde o extremo poente do Largo e o cruzamento com a Rua Nossa Senhora da Graça, a nascente, introduzindo-se faixas cicláveis em ambos os sentidos. A faixa de rodagem será elevada para a cota dos passeios entre a zona compreendida entre o Auditório Municipal e o início da Rua Santa Maria dos Anjos, de forma a melhorar os percursos pedonais/cicláveis entre os dois lados do Largo; ? A adaptação de todo o recinto a pessoas de mobilidade condicionada, procedendo-se à eliminação de barreiras arquitetónicas, ao rebaixamento de passadeiras e criação de novas passagens para peões nas zonas necessárias, prevendo-se também lugares de estacionamento; ? O alargamento do estreito canal de ligação entre o Largo e a zona envolvente ao Mercado Municipal, de forma a promover uma relação mais franca entre estes locais. Relocalizar o Monumento do “Homem do Mar”, deslocando-o para poente, para a zona em frente do edifício do Posto da GNR; ? A beneficiação da ligação com a zona a nascente, em especial com a Praça D. Frei Bartolomeu dos Mártires, propondo-se para isso o alargamento da zona de passeio localizada junto ao Fontanário da Igreja, demolindo-se parte do canteiro aí existente. O espaço da praça será elevado para a cota dos passeios envolventes, na procura de melhor integrar a zona no circuito pedonal, de forma a estimular os espaços de comércio aí existentes, mantendo-se, contudo, uma área para estacionamento automóvel; ? A reformulação do espaço do largo propriamente dito, prevendo-se a demolição dos canteiros aí existentes e propondo-se a pavimentação da zona central com lajedo de granito, que será disposto de forma a associar os elementos escultóricos entre si e com a zona pavimentada existente a representar a “Rosa dos Ventos”. Será relocalizado o Monumento ao Bombeiro e alterada a zona que serve de base ao Busto de Rodrigues Sampaio; ? A harmonização das peças de mobiliário urbano, que serão dispostos de forma associada e de maneira a que não constituam barreiras ao peão. Contempla-se a colocação de floreiras amovíveis, de pequenas dimensões, passíveis de relocalização em função da utilização do espaço; ? Abate de algumas árvores que se encontram em mau estado sanitário, localizadas junto ao edifício da Igreja Matriz, substituindo-as por uma espécie mais adequada ao local; ? O alargamento das caldeiras das árvores existentes, de forma a corrigir deformações de pavimento causadas pelas raízes das mesmas; ? A reformulação da rede de iluminação pública, considerando-se a respetiva adequação ao novo desenho urbano, considerando-se por um lado a substituição das colunas de iluminação pública antigas do Largo Rodrigues Sampaio e da Praça D. Frei Bartolomeu dos Mártires, por colunas novas com iluminação led, e por outro a substituição das lâmpadas de vapor de sódio das colunas de IP a manter na zona de intervenção, por leds.

Data de conclusão 17.11.2023

Valor de financiamento 1,4 milhões €

A presente candidatura refere-se a um projeto que tem como objetivo a construção de um percurso pedonal e ciclável, não motorizado, com o caráter que tipifica as Vias Verdes Europeias. A operação candidata consiste num troço inserido no projeto “Ecovia do Litoral Norte e Percursos Complementares”. O traçado completo desenvolve-se nos concelhos de Caminha Viana do Castelo e Esposende, com o total de 73.888,00 metros. A Ecovia insere-se num contexto alargado de intervenções dentro do Plano Estratégico e Requalificação e Valorização do Litoral, tendo como princípios orientadores o expresso no Estudo da Ecovia do Litoral Norte e dos Percursos Complementares. O traçado no concelho de Esposende, que assegura a continuidade da intervenção entre este e o concelho de Viana do Castelo, é constituído pelos troços de Antas-Esposende (Gandra) e Fão-Apúlia. Nesta candidatura, pretende-se candidatar concretamente o troço Fão-Apúlia. Este troço desenvolve-se numa extensão de 6.20 km e abrange a União de Freguesias de Apúlia e Fão. O traçado decorre da articulação com as infraestruturas existentes nos passeios, em especial nos segmentos entre Fão e Ofir. É promovida a alteração do sentido de circulação entre as torres de Ofir e o primeiro cruzamento na direção Fão-Apúlia, com o objetivo de não interferir com as infraestruturas existentes. Entre Pedrinhas e a Praia da Couve, o perfil de arruamento proposto inclui o canal da Ecovia e ainda 5.5 metros de arruamento com dois sentidos de circulação, obrigando à relocalização do estacionamento. A ligação à praia da Ramalha pressupõe a ocupação da berma poente do arruamento. O mobiliário e equipamento a colocar ao longo do percurso decorre da necessidade de garantir a articulação com o desenvolvimento de pontos de apoio e com a existência de pré-existências de infraestruturas, com especial relevância para as zonas urbanas. A sinalização será estruturada segundo o seu caráter regulador, pela identificação de cruzamentos, paragens obrigatórias, locais inclinados, curvas, cedência de passagem, existência de peões, pontes, estrangulamento de via, mudanças de direção ou outros fatores que se revelem importantes considerar para a segurança dos utilizadores e segundo o seu caráter informativo pela identificação de normas de utilização, pontos de interesse, organização da rede e informações úteis. A rede de iluminação pública será alterada, com a mudança de local de alguns conjuntos de colunas/luminárias de IP, recolocados em locais onde não colidam com a intervenção a executar.

Data de conclusão 22.10.2019

Valor de financiamento 1,11 milhões €

Com a presente operação pretende-se a criação de um sistema integrado de informação e monitorização da biodiversidade marinha do Parque Natural do Litoral Norte (área de intervenção do projeto é de cerca de 7.937 ha), cujo objetivo geral será o fornecimento regular de informação sobre o estado da biodiversidade tendo em vista a sua gestão, o suporte à decisão técnico-política focada no alargamento e gestão da Rede Natura 2000 no meio marinho, e o apoio ao relato internacional da condição da biodiversidade nacional, assim como a criação de condições de divulgação de informação cientificamente suportada ao nível das campanhas implementadas junto de toda a comunidade. Esta operação decorre em parceria entre o Município de Esposende e a Universidade do Minho, tendo o Município de Esposende, o papel de líder e será o beneficiário principal responsável pela execução de ações, que compreendem a inventariação, monitorização e gestão da biodiversidade marinha, elaboração da cartografia, produção de conteúdos, divulgação e transferência do conhecimento para os públicos-alvo, enquanto a Universidade do Minho será responsável pela execução de 2 ações, que se prendem pela, criação de Zonas Piloto para Conceção, Colocação e Acompanhamento dos Substratos de Colonização e Implementação da Rede de Sensores e Monitorização, contribuindo assim para a avaliação de novas estratégias de gestão dos ecossistemas do Parque Natural do Litoral Norte (PNLN). O OMARE será concebido e desenvolvido tomando como referências os objetivos e prioridades enunciados na Convenção sobre a Diversidade Biológica e na Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, bem como os esquemas conceptuais e metodológicos dos principais projetos e iniciativas internacionais. Com esta operação irá ser possível promover a investigação científica aplicada à conservação da natureza e à gestão dos recursos vivos marinhos, nomeadamente a que vise esclarecer a importância dos biótopos e das respetivas comunidades marinhas do Parque Natural do Litoral Norte (PNLN), assim como a promoção da sensibilização e educação ambiental. Visa apoiar o ICNF no relato internacional do estado da biodiversidade nacional; Elaborar cartografia de habitats naturais, em escalas operacionais que permitam o apoio à decisão; Contribuir para o conhecimento científico, para a conceção de conteúdos e para o desenvolvimento de ações de sensibilização para a conservação da natureza, devidamente suportadas em elementos científicos e identificadores de um espaço territorial; Permitir a realização de ações de divulgação pública da biodiversidade marinha junto de toda a população, designadamente junto da comunidade jovem e escolar, bem assim como dos vários grupos económicos que desenvolvem as suas atividades no mar, visando a sua sensibilização e a promoção de boas práticas em matéria de proteção ambiental e de conservação da natureza; Instalar sensores autónomos fixos para registo de parâmetros oceanográficos (físicos e biológicos); Contribuir para a amostragem e processamento (por metodologias clássicas e moleculares) da fauna bentónica intertidal, circalitoral e infralitoral; Contribuir para a adaptação e aplicação do sistema de classificação EUNIS; Contribuir para a obtenção e processamento da informação provenientes dos Light. Autonomous Underwater Vehicle (LAUVs) e Remotely operated underwater vehicle (ROVs).

Data de conclusão 10.11.2021

Valor de financiamento 899,44 mil €

A presente candidatura refere-se a um projeto que tem como objetivo a ampliação do edifício da Escola Básica do Facho por forma a nele integrar as duas salas de ATL, desativando os módulos pré-fabricados, bem como reformular e ampliar a zona de recreio coberto e criar uma zona de arrumos exterior de apoio ao mesmo. O edifício escolar é constituído por uma volumetria recortada de um e dois pisos, de tipologia P3 (escola de Área Aberta), com 8 salas. No Piso 1 localizam-se o polivalente, a cozinha, a Sala de Professores, instalações sanitárias para adultos e crianças, duas salas afetas ao Ensino Básico, duas salas afetas ao Ensino Pré-Escolar e uma Sala de Atividades e outra de Apoio. No Piso 2 localizam-se duas salas de aula de Ensino Básico, uma Sala para Atividades, uma Sala de Apoio e um bloco de instalações sanitárias para crianças. No logradouro do recinto, funciona então o espaço de ATL, em dois módulos pré-fabricados, conforme referido. Deste modo, pretende-se efetuar, para além da ampliação do edifício, obras de beneficiação e manutenção do edifício existente, no sentido de proceder à resolução de vários problemas existentes, designadamente: Eliminação de barreiras arquitetónicas; Remoção da cobertura em fibrocimento deste equipamento; Infraestruturação do edifício com rede de gás natural, para aquecimento dos espaços e águas sanitárias e abastecimento dos equipamentos da cozinha, procedendo-se à desativação das botijas de gás e caldeira a gasóleo existentes; Infraestruturação do edifício com equipamentos de emergência e execução de melhoramentos; Reformulação das Instalações Sanitárias existentes, adaptando-as à comunidade escolar atual. Face ao exposto, a operação prevê assim a ampliação do edifício existente, através da criação de uma nova volumetria, localizada a nascente da edificação atual. A ligação do novo corpo ao edifício existente far-se-á através da Sala de Apoio existente junto às salas do Ensino Pré-Escolar, que será deste modo ampliada, dando acesso às Salas de ATL e ao recreio coberto exterior. As instalações sanitárias existentes serão reformuladas em ambos os pisos, em função do número de alunos existente, e por forma a separar os mesmos por valências. Deste modo, no Piso 1, o projeto contempla a criação de uma instalação sanitária exclusiva para o Pré-Escolar, equipada com duche; e instalações sanitárias para alunos e alunas do Ensino Básico, separadas por sexos. No Piso 2 o projeto prevê instalações sanitárias para alunos e alunas do Ensino Básico, igualmente separadas por sexos. A zona de apoio à cozinha será também reformulada, aproveitando o facto de se demolir a instalação sanitária existente nas imediações, para ampliar e melhor organizar os espaços de armazém e arrumos.

Data de conclusão 21.06.2024

Valor de financiamento 601,54 mil €

O projeto apresentado para a instalação do Arquivo Municipal implica a requalificação integral das antigas instalações da Guarda Nacional Republicana, trata-se de um edifício com dois pisos que foi sofrendo alterações físicas e funcionais ao longo dos tempos. Ao nível do exterior o edifício mantem as suas características volumétricas alterando apenas a linguagem arquitetónica na zona de serviços e tratamento de documentos. Assim o imóvel promove duas linguagens arquitetónicas distintas como sendo a arquitetura do Estado Novo conservada e mantida na casa Conde Ferreira (Sala de exposições) e uma linguagem contemporânea na zona de arquivo. O conceito passa por manter a primeira construção intacta respeitando a linguagem própria existente e renovar a segunda intervenção feita com uma linguagem minimalista inserindo-se assim no contexto do construído existente da envolvente. O programa consiste num edifício de dois pisos com acesso a partir da Av.ª Dr. Henrique Barros, tendo como principal divisão programática os espaços Públicos (acessíveis ao cidadão comum) e os espaços Privados (acessíveis a funcionários do equipamento). A entrada principal encontra-se no Alçado Poente servindo o espaço público e destaca-se por ser a única entrada visível desde a via de acesso. Por sua vez, a entrada secundária reservada a funcionários, cargas e descargas encontra-se no alçado Norte com dimensões significativas no entanto impercetível da via de acesso auferindo assim menor importância do ponto de vista do utilizador comum. Posto isto a área de acesso público possui um espaço amplo com antecâmara contra intempérie e balcão de receção para atendimento dos utilizadores, uma zona informática equipada com instrumentos de pesquisa digital. Completando a zona de acesso ao público inclui-se ainda instalações sanitárias masculino e feminino, um gabinete técnico com sala de reuniões e um espaço central de espera e distribuidor. Por sua vez, a zona de espaço privado percorre os dois pisos da edificação servida de dois acessos verticais distintos, escadas e elevador. Tal como foi referido anteriormente o acesso à zona privada é feito pela entrada de serviço a norte que possui um hall de entrada distribuidor tanto para a zona de arquivo do Rés-do-Chão como do piso superior. A zona de arquivo do Rés-do-Chão serve um depósito de estantes rolantes com um arrumo de apoio e uma sala de higienização. No piso superior existe um espaço dotado de estante para arquivo de documentos de património histórico e cultural e uma área para arquivo e depósito de documentação. Ambos os espaços são complementados com instalações sanitárias para os funcionários, arrumos para stock de material de limpeza e ainda um gabinete técnico e laboratório digital. Importa ainda referir que a construção anexa servirá de arrumo para a logística das exposições temporárias e do arquivo. Todos os espaços interiores serão ventilados e iluminados com ventilação e luz natural de forma.

Data de conclusão 18.07.2022

Valor de financiamento 543,41 mil €

A presente candidatura considera a eliminação dos desníveis existentes, assumindo como nível de partida a cota dos canteiros envolventes às árvores, visando diminuir os conflitos com as raízes e facilitar a circulação e instalação dos equipamentos de apoio aos eventos. A centralidade do eixo que liga ao templo é realçada com recurso a uma faixa pavimentada em paralelo de granito cinza, procurando também evidenciar o eixo de circulação de carros. Os alinhamentos arbóreos serão aproveitados para implantação do mobiliário urbano: bancos, papeleiras e iluminação pública, reforçando a separação entre o eixo central e as faixas laterais. Na faixa lateral sul/poente são destacados os elementos referentes ao Coreto, Estátua do Prior e Cruzeiro, com recurso a pavimentações em lajedo e cubo de granito cinzo, serrado. Os canteiros atuais serão eliminados e criados dois novos espaços ajardinados, sem desníveis nem gradeamentos, promovendo a ligação entre os elementos referidos. O coreto será recuperado, mantendo-se toda a traça original, sendo a sua parte inferior beneficiada para arrumos. O espaço ajardinado junto à igreja será preservado, com elevação do piso dos corredores de circulação para a cota dos canteiros e pavimentação em saibro estabilizado. Serão eliminados os gradeamentos existentes. Será criada uma abertura de ligação do jardim à Rua Campos Morais, efetuando-se a demolição parcial do muro de xisto existente. Na Rua da Pousada é também proposto o nivelamento da cota dos pavimentos, visando ultrapassar as barreiras arquitetónicas decorrentes da exígua dimensão do passeio, sem eliminação dos lugares de estacionamento, criando-se especificamente dois lugares para pessoas com mobilidade condicionada. A pavimentação deste arruamento será efetuada com cubo de granito previamente removido da zona. O parque infantil será removido, propondo-se para o local a instalação de um edifício de instalações sanitárias públicas, a construir numa fase posterior. Nesta zona é ainda considerada a remoção da gaiola de pássaros, e a instalação de uma nova junto à entrada da Pousada da Juventude. A proposta inclui ainda a beneficiação do passeio nascente da Av. Dr. Henrique Barros Lima, pretendendo-se eliminar as barreiras arquitetónicas decorrentes da exígua dimensão do referido passeio e proporcionar um percurso acessível de ligação entre a Av. De S. Januário e o espaço da alameda. Deste modo, para além do alargamento do passeio (permitido face à uniformização da faixa de rodagem para os 6.00m), serão construídos uma nova passagem para peões e uma rampa de ligação à alameda. No que respeita ao mobiliário urbano, a proposta prevê a aplicação de bancos com estrutura em liga de alumínio e assento e costas em ripado de madeira tropical de jatobá. As papeleiras serão uniformizadas. Prevê-se ainda a aplicação de aparcamentos para bicicletas junto à Pousada da Juventude.

Data de conclusão 28.09.2022

Valor de financiamento 504,76 mil €

A zona de intervenção corresponde ao Albergue de S. Miguel e respetivo logradouro e ao Campo de S. Miguel, zona desportiva integrando o antigo campo de futebol, um polidesportivo e um campo de basquetebol. Estes espaços são delimitados pela Rua de S. Miguel, a poente, pela Av. João Paulo II, a sul, e por propriedades privadas, a norte e nascente. Esta zona alberga o evento Festa do Pão, que ocorre anualmente, pretendendo-se que o projeto de requalificação garanta condições para a continuidade do mesmo. Avaliados os equipamentos existentes e pesado o seu estado de degradação foi consensual a demolição total dos mesmos, pelo que não foram condicionantes da organização do espaço. Para além dos terrenos referidos o polígono integra também a Rua de S. Miguel, dando continuidade à intervenção da Zona Central de Marinhas, e o passeio norte da Av. João Paulo II, na extensão contígua ao polígono de intervenção, correspondendo a uma área de cerca de 12.520m2. A Rua de S. Miguel deverá ser reperfilada, e estacionamento paralelo. Destes trabalhos resultou a necessidade de retificação do muro poente do Campo de S. Miguel. No passeio da Av. João Paulo II, procede-se à ampliação das caldeiras existentes (que contam atualmente apenas com 80cm livres, evidenciando já algumas deformações face ao crescimento das árvores) e ao alargamento do passeio para garantir 1.60m do corredor de circulação. O paralelo de betão será substituído, aproveitando-se a fundação existente. Paralelo à avenida foi dimensionado um parque de estacionamento que dará apoio à Zona Central de marinhas, garantindo de 137 lugares dos quais 4 são reservados a pessoas com mobilidade condicionada. Este espaço não apresenta quaisquer desníveis nem elementos verticais (árvores ou colunas de iluminação pública), permitindo a livre instalação das estruturas da Festa do Pão, sendo a iluminação pública do espaço feita exclusivamente com recurso a colunas periféricas. A poente do estacionamento, entre este e a Rua de S. Miguel, serão instalados conjuntos de mesas/bancos de piquenique, em granito, aproveitando e reforçando a arborização existente. Para além destes, será ainda construída uma pista para malha/pétanca, com piso em saibro e contenção em guia de plástico reciclado, e uma eira, com piso em betão, para apoio à Festa do Pão. Para o topo norte deste espaço prevê-se a concessão/futura construção de um equipamento de restauração, ficando desde já garantida a infraestruturação necessária. Na zona envolvente ao albergue deverá ser beneficiado o piso, com ampliação e pavimentação em microcubo de granito, substituindo a betonilha existente e promovendo as condições de acessibilidade entre os dois níveis. Em termos de equipamentos, propõe-se um novo recinto polidesportivo, com bancada a norte, destinado à prática de voleibol e ténis. A sul, entre este recinto e o estacionamento, serão construídos dois campos de padel, com estrutura metálica e paredes em vidro temperado e um edifício de balneários/sanitários. Para além destas valências, será também criado um espaço destinado ao “streetbasquet” e a ténis de mesa. Será instalado, ainda, um parque infantil aproveitando a zona mais resguardada, entre o albergue e as instalações desportivas. Este será constituído por uma pirâmide de cordas, com ligação a um escorrega, e um baloiço, sendo o piso em areão rolado. O restante espaço deverá ser limpo, regularizado e revestido com terra, para permitir a sementeira de prado e o reforço da arborização. Para circulação entre as diferentes zonas é proposto um circuito de caminhos, com piso em saibro, sendo distribuídos bancos e papeleiras ao longo do percurso. Este mobiliário será em plástico reciclado.

Data de conclusão 28.09.2022

Valor de financiamento 467,85 mil €

A presente candidatura refere-se a um projeto que se pretende levar a efeito na antiga escola primária sita na rua Fonte da Senhora, no lugar de Areia da União de Freguesias de Apúlia e Fão, dentro dos limites da ARU de Apúlia. Este projeto visa atingir em simultâneo, dois objetivos: o primeiro, passa por trazer à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi (e ainda é) uma tradição de grande relevo para o povo apuliense; o segundo, visa levar a cabo uma remodelação do espaço da antiga escola, um edifício também ele com história, mantendo vivas as memórias do sítio e a marca histórica da corrente arquitetónica que viu nascer aquela escola. Nesse sentido, a intenção de manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural, e que se tornou num marco histórico na cultura Apuliense, justifica a execução da operação candidata. Tratando-se de uma remodelação numa espaço pré-existente, também repleto de história, a preocupação em manter vivas as memórias do sítio permitem chegar a um conceito de projeto, cuja simplicidade norteia toda a proposta. Partindo, assim, de uma pré-existência, e sendo o objetivo “remodelar para recrear”, ou seja, remodelar um espaço com história com o objetivo de recrear espaços e tradições de um ofício que durante décadas foi e ainda é um dos pilares da economia de Apúlia, o projeto assenta numa linguagem minimalista que visa trazer à memória o ciclo da apanha do sargaço e manter viva a “identidade primária” do edifício que acolhe o Museu do Sargaço. A proposta de intervenção passa por, desenvolver e criar espaços adequados à exposição de peças de arte e artefactos alusivos à prática da atividade da apanha do sargaço. Desse modo, pretende-se reorganizar espacialmente a antiga escola primária, no sentido de manter intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos patentes naquele edifício. Ou seja, manter intactas as características do “edifício mãe”, valorizando-as, tirando proveito dos seus aspetos construtivos, de modo a recrear e trazer à memória as características das construções situadas à beira mar e que em tempos albergavam pessoas e serviam de espaços de armazenamento dos utensílios marítimos, utilizados na pesca e na apanha do sargaço.

Data de conclusão 11.07.2022

Valor de financiamento 444,3 mil €

A presente candidatura refere-se a um projeto que pretende dar resposta a uma intenção de beneficiação da Rua da Igreja, pelo facto de este arruamento atravessar uma zona urbana consolidada e com algum património edificado inventariado, e que o mesmo carece de uma intervenção de requalificação urbana: A pavimentação existente carece de melhoria; Os edifícios mais emblemáticos, aqueles inventariados como património (os edifícios de gaveto no cruzamento como a Avenida da Praia, a Capela de Nossa Senhora da Caridade e a Igreja Matriz de Apúlia), carecem de uma atenção especial no que ao espaço urbano diz respeito; Os muros de limite da linha de água existente na extremidade sul do arruamento carecem de alguma consolidação/limpeza; As redes das infraestruturas elétricas e de telecomunicações existentes, que são aéreas (facto pouco característico de uma zona urbana consolidada), carecem também de uma intervenção de requalificação. Face ao exposto e dado que o espaço canal do arruamento é de dimensão muito variada, a intervenção baseia-se na implantação de um perfil tipo composto por: Berma de dimensão constante junto aos edifícios e muros, que, para além de funcionar como uma base para os mesmos, serve para absorver os degraus e rampas existentes de acesso às soleiras; Faixa de rodagem, mantendo os dois sentidos de trânsito, que irá absorver a dimensão variável existente do canal; Canaletes de recolha superficial de águas pluviais (funcionando como complemento à rede de infraestruturas de drenagem das mesmas) localizados na faixa de rodagem na sua fronteira com a berma. As redes de infraestruturas existentes serão intervencionadas, desde o ajustamento das tampas das caixas às novas cotas de projeto até à remodelação total como será o caso das redes de abastecimento de água, de drenagem de águas pluviais e de saneamento, e das redes das infraestruturas elétricas e de telecomunicações. Em termos de acessibilidades, o projeto considerou as “Normas técnicas para melhoria da acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada”, para os edifícios a construir e os arranjos exteriores, quanto ao dimensionamento do perfil transversal, diferenças de cota de pavimentos, e opção de materiais de revestimento relativamente à textura e diferenciação cromática. No entanto, devido aos constrangimentos existentes, não é possível o cumprimento das normas relativamente às rampas e degraus de acesso às soleiras dos edifícios, contudo esta intervenção melhora a maior parte das situações existentes ao reduzir a diferença de cotas e os declives das rampas de acesso pedonal.

Data de conclusão 31.01.2018

Valor de financiamento 327,53 mil €

A presente candidatura refere-se a um projeto que pretende dar resposta a uma intenção de reforçar a perceção da centralidade da zona envolvente à Igreja no núcleo de Marinhas. Este propósito será materializado através de um desenho que privilegia a circulação pedonal, relativamente à rodoviária, e da aplicação de materiais de maior nobreza. Futuramente, com a abertura dos novos eixos viários previstos para a zona, a circulação automóvel irá progressivamente diminuir de intensidade. No âmbito da presente intervenção, a Av. da Igreja, atualmente com largura variável, passará a ter uma faixa de rodagem uniforme com 6.00m de largura. A ligação com a EN13 será alterada, garantindo-se um raio interior de 9m na concordância dos passeios e eliminando a ilha separadora existente. A solução proposta eleva e uniformiza a cota dos pavimentos na Av. da Igreja (desde a zona da passadeira), na Rua Conde de Madimba (até ao fim do largo a norte da Igreja) e na Rua Padre Francisco Duas Cubelo Soares (até às ruas de S. Miguel e da Várzea). A Rua Conde de Madimba deverá manter-se com dois sentidos, sendo proposta uma faixa de rodagem com 4.80m (dando continuidade ao existente para nascente e permitindo o cruzamento entre um ligeiro e um pesado). A esta faixa acrescem passeios de ambos os lados desenvolvendo-se até ao cruzamento com a futura via paralela à EN13 (a nascente da Igreja), tendo continuidade até à Rua da Devesa apenas do lado sul. Na Rua Padre Francisco Dias Cubelo Soares a faixa de rodagem reduz-se a 3.50m, uma vez que se trata de uma via com sentido único. A transição da faixa de 6.00m para os 4.80m faz-se de forma gradual na zona de ligação entre as três artérias, em frente à Igreja. O estacionamento será limitado a três bolsas: duas na Av. da Igreja, sendo 19 lugares na perpendicular do lado norte e 2 lugares em paralelo do lado sul (reservado a pessoas com mobilidade condicionada); e uma terceira, com 8 lugares em paralelo, na Rua Padre Francisco Dias Cubelo Soares. Os lugares deverão ser marcados através de fiada de cubo ou paralelo de granito com coloração contrastante com o aplicado na zona. Os lugares reservados serão assinalados através da colocação de sinalização horizontal e vertical adequada. Os pavimentos propostos retomam os materiais existentes na zona: lancis em granito, zonas pedonais revestidas a lajedo ou microcubo e faixa de rodagem em calçada de paralelo ou cubo de granito. O eixo da Igreja será reforçado por extensão da zona de lajedo para as zonas pedonais envolventes, sendo a centralidade também marcada por aplicação de paralelo de granito 14/14/20 nas faixas de rodagem, limitadas por lancil com 30cm de largura. A intervenção contempla ainda a renovação das infraestruturas hidráulicas, elétricas e telefónicas.

Data de conclusão 30.06.2018

Valor de financiamento 255 mil €

O concelho de Esposende possui locais de extrema beleza e diversidade, dotados de boas acessibilidades e de equipamentos básicos que permitam o bem-estar e permanência ao visitante. Concretamente, a presente operação consiste na reabilitação e recuperação de três moinhos e apetrechamento dos mesmos, cujos são propriedade da Câmara Municipal, estando assim salvaguardada a legitimidade de intervenção. Quanto às principais atividades a desenvolver, destaca-se a seguinte: reabilitação e recuperação de três moinhos dos seis existentes, consistindo assim o arranque da 1.ª fase do projeto do “Parque Temático dos Moinhos de Abelheira”. Assim sendo, tendo em conta o interesse patrimonial dos moinhos, que mereceram processo de classificação municipal, a intervenção de restauro deverá assentar em critérios de investigação, qualidade e autenticidade tendo em vista a garantia da fidelidade histórica dos moinhos reconstruídos. Deste modo, um dos princípios norteadores deste projeto é o restauro e a reabilitação dos três moinhos com referência a um determinado momento histórico, criando uma peça genuína. Pretende-se, para o efeito, que esta recuperação seja realizada através do emprego de técnicas não invasivas e consequentemente a preservação da integridade dos elementos existentes, salvaguardando-os. Em síntese, pretende-se com esta intervenção a reconstituição fidedigna do invólucro exterior de três moinhos (no que respeita a materiais, volumes, paleta de cores). Após a reconstrução funcional de um moinho (M3) e parcial de dois outros de sua propriedade (M6 e M7), requalificando-se a paisagem cultural e repondo a integridade deste importante conjunto moageiro, importa posteriormente proceder à sua valorização através da criação de condições de visitação e interpretação, com triplo impacto, turístico, patrimonial e educacional, agregando a Etnotecnologia dos moinhos à Etnografia e Património Etnológico bem como aos grandes temas da atualidade relacionados com os desafios da mudança energética e proporcionando conteúdos de educação ambiental a partir dos moinhos. (ver Memória Descritiva complementar)

Data de conclusão 17.12.2022

Valor de financiamento 250,81 mil €

A operação está estruturada em quatro ações: Ação 1 - Levantamento de informação e criação de conteúdos; Ação 2 - Promoção do PNLN (valorização da Visitação); Ação 3 – Criação e ampliação de estruturas para a valorização do PNLN; e Ação 4 - Estudo Estratégico para o Rio Neiva e Rio Cávado - Limpeza e Valorização do rio Neiva e Estabilização e Valorização do Troço do rio Cávado. De forma sucinta descrevem-se os objetivos específicos de cada uma das ações: Ação 1 - Levantamento de informação e criação de conteúdos A ação 1 – “Levantamento de informação e criação de conteúdos” constitui uma ação transversal às ações 2 e 3 e que servirá de base para a compilação de dados e conteúdos para os diferentes suportes de comunicação existentes na presente candidatura, tais como: desdobráveis, brochuras, placas informativas, página web, entre outros. Os conteúdos serão trabalhados de forma a chegarem aos diversos públicos-alvo, nomeadamente: comunidade em geral, educativa e científica, turistas e visitantes. Ação 2 - Promoção do PNLN (valorização da Visitação) Pretende-se, com esta ação, a criação de suportes de informação que permitam ao visitante um maior conhecimento do espaço de visitação e a promoção e divulgação do PNLN, quer no mercado interno quer externo, mediante a realização de um conjunto de atividades de informação e publicidade direcionadas para os diferentes públicos-alvo e mercados de referência. Para o efeito, pretende-se implementar nesta ação as seguintes tarefas: a) Criação de uma imagem normalizada em todos os suportes de comunicação do PNLN que seja capaz de transmitir as diversas valências do PNLN b) Conceção de uma página web para promoção do PNLN c) Desenvolvimento de suportes de comunicação e divulgação Ação 3 – Criação e ampliação de estruturas para a valorização do PNLN Com a Ação 3 – “Criação e ampliação de estruturas para a valorização do PNLN” pretende-se promover a valorização da visitação através da criação e ampliação de estruturas, que visem a melhoria das condições de fruição do PNLN, nomeadamente através da criação e expansão de infraestruturas de apoio à valorização e visitação, incluindo sinalética, trilhos, estruturas de observação e de relação com a natureza, unidades de visitação e de apoio ao visitante, rotas temáticas, estruturas de informação, como elementos essenciais para o desenvolvimento sustentável e proteção das áreas protegidas. Pretende-se, neste sentido, o seguinte: a) Colocação de um observatório de aves na zona da restinga b) Aquisição de equipamento e câmaras para divulgação de imagens streaming nas praias do PNLN c) Aquisição de sistema de monitorização de visitantes no PNLN d) Criação de estruturas de informação ao turista e visitante, que permitam melhorar a interpretação e o conhecimento dos valores patrimoniais e naturais do PNLN Ação 4 – Estudo Estratégico para o Rio Neiva e Rio Cávado - Limpeza e Valorização do rio Neiva e Estabilização e Valorização do Troço do rio Cávado Tendo em consideração a tipologia de operação iv) do ponto 5.1 do aviso de apresentação de candidaturas, respetivamente “Estudos de avaliação e valorização dos serviços dos ecossistemas direcionados para o desenvolvimento de infraestruturas verdes”, o Município pretende levar a cabo a elaboração de um estudo estratégico para o rio Neiva e rio Cávado, com o seguinte objetivo - Limpeza e Valorização do rio Neiva e Estabilização e Valorização do troço do rio Cávado.

Data de conclusão 11.08.2023

Valor de financiamento 232,22 mil €

ESPOSENDE EM REDE visa abarcar o maior número de habitantes e visitantes de Esposende, potenciando e melhorando a experiência da visitação turística, através de plataformas que se complementam e proporcionam o acesso à informação e à cultura. Para o efeito, pretende-se que o site do Município seja remodelado, pretendendo-se que o mesmo seja mais intuitivo e de fácil manuseamento. Paralelamente, desenvolveu-se uma aplicação para facilitação do acesso aos conteúdos. Em complemento, nesta operação pretende-se remodelar os suportes de comunicação urbana, com muppies da nova geração, distribuídos por novos locais do concelho. Também será instalada uma plataforma (Displr) de gestão e comunicação de todos os conteúdos, através de ecrãs a colocar em locais estratégicos do concelho (central de camionagem, auditório, piscinas, escolas, juntas de freguesia…), onde será fornecido, em tempo real, conhecimento das atividades agendadas. Esta nova plataforma de comunicação alia o potencial de ecrãs e dispositivos móveis para reforçar a ligação das pessoas aos locais que visitam. Por último, uma outra ação que se pretende realizar no âmbito desta operação, relaciona-se com a rede wi-fi, que será alargada, abarcando uma parte substancial da cidade de Esposende e contemplando ainda todas as juntas de freguesia do concelho. No total, pretende-se colocar 33 novos hotspots em todo o concelho de Esposende, valorizando e qualificando o destino «Esposende». Assim, para o residente ou visitante que se desloque a Esposende, tem a oportunidade de através do site, ou do telemóvel inteirar-se dos conteúdos mais relevantes para cada local, poder adquirir um bilhete ou participar uma ocorrência em qualquer ponto do concelho, ou ainda, enquanto espera pelo atendimento na Junta de Freguesia, fica ao corrente da agenda cultural ou das mais recentes deliberações camarárias. Pretende-se assim que a operação candidata permita a aproximação dos serviços municipais aos cidadãos, alargando a base de ação e divulgando as iniciativas que interferem com a vida de cada esposendense, noticiando investimentos, benefícios, serviços online, documentos ou agenda cultura do Município. Só assim, será possível fomentar a melhoria da disponibilização de serviços coletivos digitais, contribuindo para o incremento da utilização das TIC na região, para que esta se aproxime das metas traçadas na Agenda Digital para a Europa e na Agenda Portugal Digital.

Data de conclusão 26.09.2018

Valor de financiamento 204,52 mil €

O rei Dr. Sebastião, por Carta Régia datada de 19 de agosto de 1572, eleva o lugar de Esposende à categoria de vila. A Praça D. Sebastião recorda este momento, nela existindo uma estátua em bronze do monarca, de autoria do escultor Lagoa Henriques, implantada no interior de um pequeno canteiro revestido com plantas de época. No corrente ano irão completar-se 450 anos do foral que cria a vila de Esposende, data que se pretende celebrar com instalação de um painel de azulejos. De forma a dar resposta aos objetivos acima referidos, a presente operação prevê um conjunto de ações de requalificação, criando condições para a montagem do mural. Este consistirá num painel de azulejos com 16,80m de comprimento por 3,00 m de altura. A praça apresenta uma configuração aproximadamente quadrada (19.80x21.00m) a pavimentar em lajedo de granito “Cinza Pinhel”, bujardado com granalha inox, o qual será utilizado em toda a intervenção. Abre-se a poente para a Av. Eng.º Eduardo Arantes e Oliveira e o mural deverá localizar-se no lado nascente, substituindo e ampliando a parede existente. A estátua do rei D. Sebastião, atualmente localizada numa posição central, recuada na praça, será deslocada lateralmente para norte, aproximando-se da avenida de modo a abrir espaço para melhor visualização do painel de azulejos. A nova parede deverá ser construída em betão armado e protegida superior e lateralmente com capeado de granito. A base frontal da parede será revestida com placagem de granito, criando um soco com 4cm de altura, e o tardoz pintado em cor cinza. Como já referido, a escultura em bronze do rei D. Sebastião será trasladada para uma posição lateral a norte, mais próxima da avenida, propondo-se a sua montagem sobre uma plataforma circular elevada, com 37 cm de altura, contornada com um murete branco em granito e piso revestido no mesmo material. A norte e sul, a praça ficará ladeada por muretes em granito, os quais servirão de base para assentamento de bancos, com cerca de 1,80m, em madeira tropical com estrutura em alumínio fundido, conforme imagem à margem da planta geral. Serão aplicados três bancos sem costas e três conjuntos de três bancos com costas. Para além dos bancos, em termos de mobiliário urbano, propõe-se a colocação de duas papeleiras, em substituição das existentes, e a instalação de três conjuntos de floreiras. A proposta de intervenção contempla ainda o levantamento e reposição dos passeios envolventes, pavimentados em microcubo de vidraço branco, tanto nos acessos pelo lado nascente como no passeio da avenida marginal, a poente. A iluminação da praça será assegurada por dois pontos de luz, implantados fora da mesma na zona do jardim, para além da iluminação cénica da estátua e mural de azulejos.

Data de conclusão 30.11.2022

Valor de financiamento 190,68 mil €

A presente candidatura refere-se à implementação de um programa expositivo, designada por Conteúdos Expositivos para o Museu Paisagens do Sargaço, que será instalado num edifício pré-existente na emblemática vila de Apúlia, aproveitando uma extinta Escola Primária disponível para alavancar este projeto, permitindo concretizar uma antiga aspiração do Museu Municipal, que seria a de dotar o concelho com um edifício exclusivamente para as paisagens do sargaço. Concretamente, a operação candidata pretende levar a cabo a criação de duas exposições patentes, a exposição temporária “Lavradores do Sargaço” - a parte humana do sargaço - onde se apresenta a coleção de alfaias do sargaço, e outra, a exposição permanente “Paisagens do Sargaço”- a parte Natureza do¬ sargaço - onde se recriam e contam histórias da paisagem, da geomorfologia do segmento do sector costeiro de Esposende e da sua biodiversidade, exposições com recurso a interatividade e multimédia, onde se destaca uma mesa interativa. Em complemento, o Serviço Educativo do Museu Paisagens do Sargaço irá cruzar ambas as exposições e dará enfase a aspetos peculiares deste território, como a “domesticação” desta paisagem. Para o efeito pretende-se a elaboração de um livro catálogo para as exposições e o livro de exploração do território no formato Caderno de campo. Em síntese, as atividades a desenvolver na presente candidatura são as seguintes: 1. Investigação e criação de conteúdos científicos em todas as vertentes do património natural e cultural do concelho relacionado com as paisagens do sargaço; 2. Seleção desses conteúdos para os diferentes suportes (digitais, documentais, expositivos e bibliográficos); 3. Seleção e publicação de conteúdos científicos através da criação, edição e montagem das exposições “Lavradores do Sargaço” e “Paisagens do Sargaço” e respetivo material para o catálogo de especialista; 4. Tradução para Inglês dos resumos da investigação para serem usados na exposição, catálogos, caderno de campo, desdobrável do núcleo e desdobrável do guia caderno de campo, filme publicitário e filme documentário; 5. Criação e construção de suportes expositivos, equipamento informático e multimédia, mobiliário expositivo, mobiliário de serviço educativo e mobiliário adequado à área de reservas museais. 6. Criação e edição de livro catálogo para as paisagens do Sargaço; 7. Criação e edição de filme documentário para as paisagens do sargaço; 8. Criação e edição de filme publicitário do museu das paisagens do sargaço; 9. Criação e edição de desdobrável guia da Rota das Paisagens do sargaço; 10. Criação e construção dos materiais gráficos para o Núcleo, incluindo exposições, publicações, material promocional e publicitário e Marca (Branding); 11. Criação e edição do Caderno de Campo, com incidência nos conteúdos da biologia, geomorfologia e antropologia; 12. Criação e edição do guia de visita das paisagens do sargaço; 13. Seleção, criação e construção dos conteúdos multimédia.

Data de conclusão 16.12.2022

Valor de financiamento 169,13 mil €

A presente operação, designada por “Remoção de Fibrocimento na Escola Básica de António Correia de Oliveira”, tem como objetivo proceder à remoção de todas as coberturas em fibrocimento deste equipamento escolar, designadamente dos edifícios descritos nas peças desenhadas como Bloco 1 (Administrativo), Bloco 2 (Salas de Aula), Bloco 3 (Refeitório e outros), e Edifício de Apoio, com a designação de n.º 4, numa área total de 2485 m2. Os trabalhos de remoção do fibrocimento serão executados por pessoal habilitado, e de acordo com o definido no Decreto-Lei n.º 266/2007, com as devidas atualizações que se verificarem à data de execução dos trabalhos. Em substituição das chapas de fibrocimento, prevê-se a colocação de painel sandwich, composto por duas chapas de aço galvanizado, ambas pré-lacadas (chapa exterior com acabamento lacagem HDX (55?m) com 275g/m2 de zinco), RAL 3009, e chapa interior com acabamento normal em poliéster, com núcleo isolante em lã de rocha, com densidade de 100kg/m2 (classe de reação ao fogo A2 – s1, d0), assente sobre subestrutura de apoio em aço galvanizado e sobre estrutura de apoio existente, que deverá ser objeto de trabalhos de recuperação, se necessário. Nos edifícios designados por Blocos 1,2 e 3 serão executados trabalhos de beneficiação das caleiras. Serão também efetuados trabalhos nos lanternins existentes, prevendo-se a substituição das coberturas em tela (com exceção da cobertura do lanternim com painéis solares).

Data de conclusão 15.12.2023

Valor de financiamento 152,79 mil €

A presente operação, designada por “Remoção de Fibrocimento na Escola Básica de Apúlia”, tem como objetivo proceder à remoção de todas as coberturas em fibrocimento deste equipamento escolar, designadamente dos edifícios descritos nas peças desenhadas como Bloco 1 (Administrativo), Bloco 2 (Salas de Aula), Bloco 3 (Refeitório e outros), Bloco 4 (bloco de ligação do Bloco 1 ao Bloco 2), Bloco 5 (bloco de ligação do Bloco 2 ao Bloco 3) e Balneários, numa área total de 2516 m2. Os trabalhos de remoção do fibrocimento serão executados por pessoal habilitado, e de acordo com o definido no Decreto-Lei n.º 266/2007, com as devidas atualizações que se verificarem à data de execução dos trabalhos. Em substituição das chapas de fibrocimento, prevê-se a colocação de painel sandwich, composto por duas chapas de aço galvanizado, ambas pré-lacadas (chapa exterior com espessura de galvanização de 275 g/m2 de zinco, com acabamento lacagem HDX 55?m – classe C5M), RAL 3009, e chapa interior com acabamento normal em poliéster, com núcleo isolante em lã de rocha, com 50mm de espessura e densidade de 100kg/m2 (classe de reação ao fogo A2 – s1, d0), assente sobre subestrutura de apoio em aço galvanizado e sobre estrutura de apoio existente, que deverá ser objeto de trabalhos de recuperação, se necessário. Nos edifícios designados por Blocos 1,2,3,4 e 5 serão executados trabalhos de beneficiação das caleiras e substituídos rufos existentes. No caso concreto do edifício dos Balneários, e face à diferente tipologia deste edifício relativamente aos restantes, serão criadas platibandas em blocos de betão pré-fabricados, devidamente regularizadas, hidrófugadas e rebocadas, e colocadas caleiras e tubos de queda exteriores, que drenarão à água da cobertura para o pavimento.

Data de conclusão 05.06.2023

Valor de financiamento 146,81 mil €

O projeto apresentado para a Biblioteca Municipal de Esposende - Obras de Conservação consiste em manter a edificação nas condições existentes à data da sua remodelação e ampliação, consistindo em obras de restauro, reparação e limpeza. Trata-se de um edifício classificado em sede de PDM como Património Inventariado Edificado “Casa do Arco-Portas Quinhentistas” que importa preservar, cujo projeto de arquitetura das obras de remodelação e ampliação para instalação da Biblioteca Municipal, datadas da década de 90 do século passado, é da autoria do Professor Arquiteto Bernardo Ferrão. Dado o estado de conservação do edifício, revela-se urgente corrigir as patologias que o mesmo apresenta ao nível da conservação e até da segurança dos utentes, sob pena de, ao serem realizadas mais tarde, se perderem certos elementos construtivos (como caixilharias e demais madeiramentos, serralharias em ferro forjado), se tornarem mais onerosas e de se aumentar os resíduos de construção e a necessidade de novos materiais, pondo em causa a sustentabilidade ecológica das mesmas. Face ao objetivo referido, pretende-se a correção das seguintes patologias que o edifício apresenta ao nível da conservação: ? Rebocos dos paramentos exteriores com pequenas fissuras, destacamentos ao nível do solo, algumas zonas com salitre ou contaminação por fungos, pintura envelhecida e ausência da mesma em certas zonas; ? Rebocos interiores e tetos falsos com alguns sinais de humidade, contaminação por fungos e salitre e, sobretudo, com envelhecimento de pintura; ? Cobertura inclinada em telha cerâmica com sujidade e algumas peças partidas; ? Revestimento do pavimento térreo em taco e reguado de madeira maciça de eucalipto, bem como rodapés, apresentando sinais de apodrecimento e de presença de insetos xilófagos, peças levantadas/soltas; ? Acabamento a verniz do pavimento em madeira apresentando sinais de elevado desgaste; ? Caixilharias exteriores em madeira com acabamento a tinta de esmalte apresentando sinais de descascamento de tinta, pintura envelhecida e, nalguns casos, apresentando sinais de apodrecimento de algumas peças; ? Caixilharias interiores em madeira com acabamento a tinta de esmalte apresentando sinais de pintura envelhecida; ? Serralharias exteriores em ferro forjado, gradeamentos de janelas e guardas das varandas, tubos de queda e caleiros, apresentando sinais de ferrugem e envelhecimento do acabamento em tinta de esmalte.

Data de conclusão 19.05.2022

Valor de financiamento 142,38 mil €

O projeto apresentado para a Instalação do Arquivo/Depósito de Biblioteca Municipal induz à ampliação das instalações da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura para criação de um Arquivo/Depósito Documental. Esta valência será instalada no piso 1 do edifício situado em frente ao edifício da Biblioteca, no gaveto da Rua da Senhora da Saúde com a Rua Dr. José Maria de Oliveira. Pretende-se, para o efeito, a remodelação do piso 1 do edifício referido para a instalação do Arquivo/Depósito Documental atendendo aos seguintes requisitos: ? -Capacidade para albergar 500 metros lineares de documentos; ? -Utilização das estantes existentes na Biblioteca que transitarão para o Depósito; ? -Demolição das paredes interiores não estruturais para a criação de espaços de arquivo; ? -Criação de um gabinete com posto de trabalho informatizado; ? -Reformulação das instalações sanitárias existentes; ? -Manutenção das caixilharias exteriores, ou substituição em caso de mau estado de conservação; ? -Tratamento dos espaços interiores: substituição do pavimento, pinturas, adequação das redes de drenagem de águas residuais, abastecimento de água, elétrico, de dados e de outras adequadas à nova solução espacial. A entrada principal para o Arquivo/Depósito Documental far-se-á através da Rua Dr. José Maria de Oliveira (alçado nascente), frente à entrada principal da Biblioteca Municipal, através da transformação de uma janela em porta. Esta localização privilegia a ligação funcional ao edifício da Biblioteca e liberta o alçado norte para a localização da sala de depósito maior, cuja incidência solar, é a mais adequada à conservação da documentação. No alçado norte, à Rua da Senhora da Saúde, mantém-se em funcionamento duas portas, uma para saída de emergência do Depósito, outra para acesso aos pisos superiores e ao espaço técnico de informativa que serve estes pisos. Posto isto, foi possível separar as várias valências existentes e prevista neste edifício, evitando-se assim a promiscuidade de circuitos de utentes, e melhorando a segurança/vigilância do Depósito. Dadas as diversas condicionantes físicas do edifício, são criadas duas salas de depósito, e para satisfazer a capacidade requerida de 500 metros lineares, são colocadas estantes de arquivo adicionais nos corredores de distribuição e no gabinete técnico.Todas as paredes que não são estruturais serão demolidas para proporcional a maior amplitude possível aos espaços. Alguns vãos serão encerrados, outros serão alargados para as dimensões normalizadas em vigor. Os panos de reboco danificados serão trados, e todas as superfícies rebocadas serão pintadas. Serão criados dois percursos alternativos, num deles serão criadas rampas para vencer os desníveis existentes, no outro manter-se-á o degrau existente. O pavimento existente será substituído por um pavimento adequado à nova valência, e que corresponda às novas exigências funcionais: elevado peso adicional representado pelas estantes e conservação da documentação.

Data de conclusão 17.02.2022

Valor de financiamento 138,88 mil €

A presente operação candidata designada por “Qualificação das Experiências de Touring Cultural do Minho - Valorização e promoção do património arqueológico, histórico, cultural e religioso / Esposende”, engloba as seguintes ações: Ação 1 - "Rota Megalítica" e Ação 2 – “Roteiro Religioso". A finalidade de implementar a ação 1 consiste em preservar e valorizar o património arqueológico de Esposende. Esta ação pretendem dotar o Circuito Megalítico com investigação científica comum e sistematizada, assim como com mobiliário urbano, em três sítios históricos integrados: Escavação manual nas áreas dos três monumentos e limpeza das áreas intervencionadas anteriormente; Levantamento fotogramétrico aéreo e terrestre dos três monumentos; M.R.M. (“Morphological Residual Model”) – leitura de gravuras em superfícies erodidas dos três monumentos; Vectorização dos planos finais e cortes produzidos nas intervenções anteriores dos três monumentos; Elaboração e disponibilização de um relatório científico final; Normalização do tipo e qualidade da informação a prestar, bem como dos elementos gráficos e “letterings”, dimensões e materiais; Promoção da estruturação da oferta turística. Tendo em consideração as Ações 2, a execução da presente operação é premente uma vez que o Município de Esposende é dotado de uma diversidade de recursos turísticos endógenos, dos quais se destacam o património cultural, histórico e religioso enquadrado por interessantes paisagens rurais e agro-marítimas. Concretamente, a ação atrás referidas consistem no seguinte: ? Fazer um levantamento dos templos e monumentos religiosos das freguesias do concelho de Esposende; ? Criação do Roteiro do Património Religioso do Município interligando-o com roteiros e redes já existentes (Caminho de Santiago e Rede de Museus de Esposende); ? Colocação de painéis informativos, semelhantes aos existentes na cidade de Esposende e Vila de Fão, junto de alguns edifícios com elevado valor patrimonial, histórico e cultural, na qual constará informação escrita de forma breve e sintética em bilingue (português e inglês), logótipos das Redes e Rotas que se interligam (Rede de Museus de Esposende e Caminhos de Santiago) e QR-CODE; ? Realizar uma exposição na sala dos Azulejos do Museu Municipal de Esposende - esta exposição será um reflexo de um conjunto de ações /atividades que iniciam com uma pesquisa bibliográfica e de terreno e passam pela realização de registos fotográficos, produção de vídeo e criação de uma rota, com a sua divulgação através de diversos meios e formas (sinalética, desdobráveis e folhetos) e que culmina na representação desse trabalho numa exposição e na edição de um catálogo bilingue como forma de materializar, dignificar, valorizar e divulgar o Património Cultural e Religioso concelhio.

Data de conclusão 24.06.2021

Valor de financiamento 75,2 mil €

Tendo presente o atual contexto da pandemia provocada pelo COVID-19, os Municípios de Esposende, Barcelos e Braga assumem o desígnio estratégico de contribuírem para a preservação dos valores naturais e culturais, por via da sua conservação e da sua valorização turística, enquanto fatores de competitividade no modelo territorial de desenvolvimento económico, visando o incremento do turismo cultural, a captação de fluxos turísticos e a criação de emprego, de valor e de riqueza, no quadro da estratégia distintiva de desenvolvimento turístico, contribuindo para o aumento dos níveis de complexidade, densidade, notoriedade e atratividade turística do território e da Região Norte. Programado para o decurso do ano de 2021, o programa «Do Ferro ao Ouro» vem impulsionar a retoma na oferta cultural atual, ao promover novas iniciativas culturais no território, fomentar a criação de novas encomendas no setor criativo, em particular, aquelas que privilegiem a participação direta da comunidade local durante a sua realização, acrescendo ainda o reforço de uma ligação efetiva entre os espaços, equipamentos e bens patrimoniais propostos para acolhimento dos eventos. Pretende-se assim reforçar a capacidade de atração de novos públicos, visitantes e turistas e, acima de tudo, gerar sentimento de normalidade entre a comunidade e região envolvente e incentivar o público tradicionalmente consumidor de cultura a regressar aos equipamentos culturais e a usufruir das suas propostas, bem como, criar vontade entre o público não-consumidor de visitar e usufruir do património e espaços culturais existentes na comunidade, contribuindo para o aumento do número esperado de visitantes a sítios de património cultural. Os Municípios de Esposende, Barcelos e Braga, e a Esposende 2000 promovem, assim, de forma integrada e concertada, a presente operação de programação cultural em rede que visa promover a dinamização, promoção e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade do território do vale do baixo Cávado, através da sua valorização turístico-cultural, para aumentar a atratividade territorial e a sua dinamização económica, tornando-o destino turístico de excelência. O território do vale do baixo Cávado tem um importante legado de património histórico e cultural, que remonta desde os povos proto-históricos, da idade do ferro ao galaico-romano, à Bracara Augusta do Império Romano, à fundação da nacionalidade, ao Primado Católico, atravessando todo o período medieval, ao período de ouro do barroco, e a acontecimentos históricos e sociais marcantes, sendo constituído por um conjunto assinalável de imóveis, bens culturais materiais e imateriais, expressos nas suas tradições, que formam uma densa e intensa matriz cultural. É sobre a valia deste património e do legado histórico-cultural que se programa a operação sob a designação «Do Ferro ao Ouro», promovendo a organização de eventos culturais com impacte internacional e iniciativas associadas ao património, à cultura e a bens culturais, através de itinerâncias, da criação cultural e criativa, e da programação cultural em rede, de visitas guiadas e da divulgação de equipamentos e bens patrimoniais e culturais, e através de iniciativas de cooperação territorial e institucional inseridas em contextos de programação e animação em rede a nível intermunicipal, congregadas numa estratégia de divulgação e integração territorial, demonstrando o seu alinhamento com as prioridades previstas no Mapeamento dos Investimentos em Infraestruturas Culturais, nomeadamente na consolidação territorial e temática das redes do património material e do património imaterial e da valorização da rede de equipamentos, infraestruturas e bens culturais e patrimoniais, garantindo a melhoria das competências culturais da população, da criatividade e a criação de novos públicos. «Do Ferro ao Ouro» é assim uma viagem histórico-cultural ao legado patrimonial que remonta a períodos intensos e com vestígios evidentes e presentes neste território, em três períodos assinaláveis: o período galaico-romano, o período medieval e o período barroco e setecentista, com uma programação intensa e heterogénea que se entrecruza no tempo e no espaço, envolvendo criações, recriações, performances, experiências imersivas e reinterpretações e olhares que entrecruzam o contemporâneo e a história e o património do território, com contributos de excelência de diversas organizações, entidades e agentes culturais, profissionais e não profissionais, de diferentes origens e proveniências, de inquestionável qualidade, notoriedade nacional e internacional. O programa «Do Ferro ao Ouro» pretende, assim, criar no território do baixo Cávado um processo de (re)descoberta do legado histórico-cultural que atravessa os diferentes períodos históricos com presença assinalável nestes lugares, todos eles portadores de um relevante conjunto de ativos histórico e culturais com forte potencial turístico: serem promotores das valências culturais e artísticas do território cruzando a capacidade criativa local com a nacional e inclusive, internacional; distinguindo-se pelas suas singularidades patrimoniais e capacidade de captação e exploração da identidade regional e, ainda, tendo um património classificado singular, distintivo e valioso, com uma elevada capacidade de atração turística. Concebido de forma integrada, com um conjunto alargado de parceiros e para o envolvimento ainda mais vasto de agentes culturais, o programa «Do Ferro ao Ouro» assume a ativação, dinamização e divulgação de equipamentos e espaços associados ao património, à cultura, e a bens culturais classificados, incluído os seus serviços prestados, a partir de uma programação heterogénea, adaptada a diferentes contextos e públicos, com formatos múltiplos e multidisciplinares, com diversas formas de expressão artística e de animação cultural incluindo: artes performativas, ações educativas, oficinas criativas, visitas guiadas, experiências de imersão, recriação histórica, animação cultural, residências artísticas, teatro, dança, poesia, música, teatro de marionetas, teatro de rua e novo circo, espetáculos de impacto internacional. Tendo presente a perspetiva de viagem no tempo e no território, a própria designação da operação decorre dessa simbiose. «Do Ferro ao Ouro» é assim a transmutação temporal e territorial dos percursos artísticos e históricos, deambulando pelo território do baixo Cávado, desde o período da idade do ferro ao esplendor áureo do período barroco caracterizado pelo brilho do ouro e da arte setecentista.

Data de conclusão 31.08.2022

Valor de financiamento 74,8 mil €

A Programação geral proposta para as áreas do PARU que integra a promoção de diversas dinâmicas de rua e do comércio tradicional, com ações e atividade dirigidas aos residentes, visitantes, coletividades locais, entre outros atores relevantes na dinamização dos centros históricos de Esposende, com momentos de interação, valorizando a aproximação às crianças e à população local, a apresentação de momentos musicais e teatrais, visam conferir “vida” e dinâmica aos núcleo urbano de maior densidade, desde logo e em particular nos momentos festivos que marcam a sua identidade e a história. As ações apresentadas têm como objetivos: materializar a gestão e animação das áreas urbanas do Centro Histórico de Esposende, Fão e Núcleo Central de Apúlia e as Margens Ribeirinhas; promover e dinamizar a atividade económica; valorizar os espaços urbanos; mobilizar as comunidades locais e em particular os comerciantes, moradores e as crianças, implementar campanhas de aconselhamento de boas práticas ambientais, de promoção de hábitos de sustentabilidade e valorização do espaço público e do respeito pelos equipamentos coletivos. Ressalve-se que ao longo do planeamento houve a preocupação de respeitar o princípio de as ações de gestão e animação das áreas urbanas estarem diretamente relacionadas com ações de reabilitação de edificado/espaço público. Assim sendo, pretende na presente operação desenvolver as seguintes ações: I. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING TERRITORIAL DO PARU II. SUPORTES COMUNICACIONAIS, MEIOS E IMPRENSA - Desenvolvimento do “kit PARU”; Filme promocional “short vídeo” sobre as ARU’S; Flyers e materiais promocionais para eventos; Espaços promocionais; Eventos; Imprensa III. GESTÃO E ANIMAÇÃO - “Música vibra” - momentos musicais de rua; “Eu sou parte do futuro” - Comemoração do dia Mundial da criança; “Cine-música” - o festival que junta o cinema mudo com música ao vivo em Esposende; Concerto de Música erudita; Noite da Etnografia e do Folclore

Data de conclusão 27.03.2023

Valor de financiamento 58,58 mil €

A operação apresentada tem como objetivo primordial a melhoria do conhecimento de todos os agentes públicos e privados da gestão da rede hídrica do concelho de Esposende e respetivos riscos associados às alterações climáticas, pelo que a sua participação e envolvimento ativo na sua elaboração e atualização constitui uma mais-valia. Para além disso demonstra claramente o seu enquadramento na prioridade de investimento em causa, assim como no objetivo específico: Reforço das capacidades de adaptação às alterações climáticas pela adoção e articulação de medidas transversais, setoriais e territoriais. Por outro lado, e ao abrigo do contido no Objetivo 3 da ENAAC – Participar, sensibilizar e divulgar – torna-se imperativo levar a todos os agentes sociais um maior conhecimento sobre alterações climáticas, transmitir a urgente necessidade de ação e, sobretudo, suscitar uma maior participação por parte desses agentes na concretização dos objetivos da Estratégia. Pretende-se, assim, implementar as seguintes ações que vão ao encontro aos objetivos propostos pela prioridade 5i e respetivo objetivo específico: - Ação 1 – Ciclo de workshops/sessões temáticas/jornadas técnicas, com vista a sensibilizar os participantes para os riscos associados às alterações climáticas, nomeadamente através da promoção de partilha de informação / conhecimento e metodologias dedicadas à mitigação dos efeitos das alterações climáticas, em particular no que respeita a situações de inundações e cheias. (Serão realização de 6 sessões de esclarecimento e workshops: 3 sessões dirigidas a proprietários de terrenos confinantes com linhas de água e agricultores, 1 workshop dirigido a professores e educadores, 1 workshop dirigido a funcionários autárquicos e 1 sessão de esclarecimentos para a população local em geral); - Ação 2 – Projeto educativo E-ribeiras: Pretende consciencializar a comunidade escolar para a minimização dos riscos / impactos resultantes das alterações climáticas, através da realização de várias iniciativas, nomeadamente através da Produção de peça de teatro e de jogo didático, Produção de um documentário/filme de animação didático, etc; - Ação 3 – Plano de Comunicação do projeto E-ribeiras (Criação e produção dos diversos instrumentos de comunicação e divulgação do Projeto E-Ribeiras, nomeadamente Conceção e produção de outdoors, flyers e folhetos informativos, Conceção e edição de páginas publicitárias, entre outros).

Data de conclusão 27.03.2020

Valor de financiamento 56,53 mil €

O projeto âncora PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho- tem como objetivo a classificação, preservação e qualificação dos recursos patrimoniais em que assenta este produto turístico, tendo em vista a estruturação em rede da oferta turística. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio à fruição dos itinerários culturais e paisagísticos que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO, nomeadamente ao nível da sinalização, interpretação, acessibilidade, etc. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar a fruição turística e a experiência de visita; no cruzamento interdisciplinar entre o património cultural e outras ofertas, designadamente no turismo natureza, através da classificação e valorização de itinerários já existentes e estruturantes; na integração em redes internacionais; na animação dos espaços e dos períodos turisticamente menos interessantes; na capacitação de pessoas para as áreas do turismo religioso, cultural e natural; na valorização do património imaterial. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Produção de Conteúdos e Narrativas – compreende as seguintes atividades: (i) Estórias do Minho (Storytelling Digital e Analógico); (ii) Arte & Minho Desafios Artísticos/Programa de Residências Artísticas; (iii) Publicação (Papel e Digital); - Ação 2. Inovação e Certificação – compreende as seguintes atividades: (i) Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho e Atividades Complementares de Dinamização Cultural; (ii) Ações de Desenvolvimento para a Classificação do Património Cultural Imaterial do Minho; - Ação 3. Comunicação – visa algumas ações de comunicação sobre o ciclo de conferências e sobre o programa de residências artísticas designadamente a título de exemplo: newsletters digitais; distribuição de agendas de eventos; convites à comunicação social; entre outros suportes comunicacionais.

Data de conclusão 28.09.2023

Valor de financiamento 47,12 mil €

Na presente candidatura pretende-se a instalação de dois “Espaços Cidadão”, em Esposende, nomeadamente na zona norte do concelho, em Forjães, e na zona sul, na União de Freguesias de Apúlia e Fão. O “Espaço Cidadão” a implementar na zona norte, designado por “EdC Esposende Norte” será instalado num estabelecimento localizado no “Centro Comercial Duas Rosas”, na Avenida de Santa Marinha, freguesia de Forjães. O interior do espaço será organizado de forma a ter uma zona de espera e uma zona de atendimento, aproveitando-se a sua configuração recortada para a criação de uma pequena zona de arrumos, através da colocação de uma divisória em vidro temperado. Visto encontrar-se inserido num centro comercial já infraestruturado com instalações sanitárias, não se prevê a criação de instalações sanitárias no interior do estabelecimento. Para instalar o “Espaço Cidadão” neste compartimento, será necessário realizar alguns trabalhos de adaptação, nomeadamente proceder à remoção de parte do teto falso existente na zona de atendimento e zona de espera, de modo a garantir um pé direito livre de 3m. Prevê-se também a substituição do pavimento cerâmico existente, bem como a pintura de paredes e tetos. As caixilharias exteriores serão substituídas, de modo a introduzir painéis que possam abrir, e deste modo, melhorar a ventilação do espaço. O “Espaço Cidadão” a localizar na zona sul, designado por “EdC Esposende Sul” será instalado num estabelecimento comercial localizado na Avenida da Praia, na extinta freguesia de Apúlia, atual União das Freguesias de Apúlia e Fão. De modo a possibilitar a instalação do “Espaço Cidadão” neste local, o projeto prevê a eliminação das barreiras arquitetónicas existentes, através da instalação de uma rampa junto à entrada da loja, bem como ao levantamento das cotas do passeio adjacente. A caixilharia da porta da entrada será também substituída por forma a dar cumprimento à legislação relativa à mobilidade. Na zona de entrada interior será colocado um painel “corta-vento”, em vidro temperado, de forma a garantir um maior conforto aos utilizadores do espaço. O interior do espaço será organizado de forma a ter uma zona de espera e uma zona de atendimento, sendo criado um espaço para arrumos na zona posterior do estabelecimento. As instalações sanitárias serão reformuladas e ampliadas, prevendo-se a criação de instalações sanitárias separadas por sexos, uma instalação adaptada a pessoas com mobilidade condicionada e ainda uma afeta a funcionários. Em ambos espaços está prevista a aplicação de sinalética, através da colocação de painéis em PVC (com logótipo e elementos de imagem “Espaços Cidadão”, informação horária, logótipo de entidade hospedeira e logótipo AMA), bem como aplicação de película autocolante em vinil “frost” em superfícies envidraçadas, de acordo com layout de sinalética definido pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA).

Data de conclusão 16.06.2021

Valor de financiamento 37,5 mil €

A presente operação candidata designada por “Rede de Infraestruturas de Visitação da Natureza do Município de Esposende”, engloba as seguintes ações: Ação 1 – “Rede de Miradouros”; Ação 2 – “Rede de observatório de aves”; Ação 3 – “Rede de percursos pedestres. A finalidade de implementar a ação 1 constitui uma forma de criar uma rede de miradouros e contribuir para que o visitante conheça a paisagem e outros patrimónios, permitindo também que haja uma valorização destes e o enriquecimento do conhecimento humano. Será também uma mais-valia para estes locais, possuírem equipamentos informativos. Com a criação desta rede de miradouros, permitirá assim o surgimento de uma rota, que poderá ser feita tanto de carro como a pé, devidamente assinalada, valorizando os locais e todo o património natural e humano no concelho de Esposende. Tendo em consideração a ação 2 a execução da presente operação é premente, uma vez que Esposende constitui uma zona situada no eixo de migração de muitas aves, sendo natural que estas encontrem aqui algum abrigo para repousarem, alimentarem-se e até nidificar. A restinga é um dos principais palcos, assim como os prados marítimos e sapais. E é aqui que encontramos muitas destas aves. Os amantes da natureza irão assim, com a execução destas ações, fazerem a sua atividade de diferentes formas, por exemplo através da prática do Birdwatching. Daí ser fundamental suportar estes locais com equipamentos capazes de promover esta prática, criando pontos de informação e de sensibilização para a temática. Relativamente à ação 3, o Município de Esposende pretende dinamizar os percursos pedestres já existentes, com sinalética orientacional e informativa, ao longo de todo o percurso, com valorização dos principais monumentos patrimoniais.

Data de conclusão 23.09.2022

Valor de financiamento 36,56 mil €

O projeto âncora PA4. Touring Cultural - Artes e Produtos Tradicionais tem como objetivo a qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho; capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; criar um roteiro de turismo criativo e experimental no Minho. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio às artes e produtos tradicionais que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar, qualificar, valorizar e promover os produtos artesanais certificados; no cruzamento multidisciplinar de capacitação em inovação nas artes e produtos tradicionais do Minho; promoção da renovação e transmissão dos saberes tradicionais, através de escolas-oficinas, escolas de artes e ofícios, escolas profissionais e centros de formação especializados; desenvolvimento de ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; desenvolvimento de uma rede de comercialização e internacionalização; e desenvolvimento de ações de promoção e divulgação dos ofícios e atividades artesanais Atentos os cinco objetivos estratégicos da EEC Provere Minho Inovação, a presente candidatura assume como seus e contribui para a realização dos seguintes objetivos estratégicos: 1. Promover –?A componente da promoção e da comunicação está presente em todos os projetos âncora, trata-se de uma vertente fundamental para aumentar a atratividade ofícios e atividades artesanais; 2. Qualificar – através das ações dirigidas à dos produtos artesanais certificados; 3. Organizar – contribui também para a organização das atividades artesanais através da sua conformação às necessidades e às exigências das novas procuras e dos novos consumidores; 4. Internacionalizar – ao projetar artes e produtos tradicionais além-fronteira, melhorando a sua inteligibilidade e acessibilidade; 5. Inovar – ao apostar ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende a seguinte atividade qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; - Ação 2. Certificação e Inovação - compreende as seguintes atividades: (i) incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho e (ii) capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; - Ação 3. Turismo Criativo e Experimental – compreende a seguinte atividade: conceção, comunicação e publicitação do roteiro do turismo criativo e experimental do Minho - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 31,97 mil €

O Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) do Município de Esposende constitui uma oportunidade única para o reforço da consolidação e colmatação da malha urbana, da cidade e dos centros históricos que se encontram abrangidos, apoiando-se em projetos estruturantes potenciadores da regeneração urbana situados nessas áreas, e também de alargar a dinâmica privada da reabilitação urbana a toda a malha territorial, contribuindo para uma maior coerência aos territórios abrangidos por políticas específicas de reabilitação e regeneração urbana. A associação proposta, no âmbito do PARU entre revitalização e regeneração dos espaços urbanos, integrados nas diferentes ARU’S do concelho de Esposende e a animação do comércio tradicional é muito relevante, pois encerra em si mesmo uma oportunidade única de promover áreas críticas do concelho e desde logo os seus centros urbanos, conferindo-lhes vida e potenciando a inclusão social. A Programação geral proposta para as áreas do PARU que integra a promoção de diversas dinâmicas de rua e do comércio tradicional, com ações e atividade dirigidas aos residentes, visitantes, coletividades locais, entre outros atores relevantes da dinamização dos centros centros históricos de Esposende, com momentos de interação, valorizando a aproximação às crianças e à população local, a apresentação de momentos musicais e teatrais, visam conferir “vida” e dinâmica aos núcleo urbano de maior densidade, desde logo nos momentos festivos que marcam a sua identidade e a história. As ações apresentadas têm como objetivos: materializar a gestão e animação das áreas urbanas do Centro Histórico de Esposende, Fão e Núcleo Central de Apúlia e as Margens Ribeirinhas; promover e dinamizar a atividade económica; valorizar os espaços urbanos; mobilizar as comunidades locais e em particular os comerciantes, moradores e as crianças. Assim sendo, pretende na presente operação desenvolver as seguintes ações: I. ANIMAÇÃO DE RUA: Mini-teatros e Animação de rua - "A máquina do tempo: Esposende ontem e hoje"; "Experiências vivas" ; “Esposende também sou eu” - Exposição de fotografia ; “O Sonho na ponta do lápis” – Oficinas de desenho II. CONCURSO DE MONTRAS DO COMÉRCIO TRADICIONAL – “MONTRAS SUSTENTÁVEIS”. III. PRÉMIO DE EMPREENDEDORISMO E DA INOVAÇÃO. IV. REALIZAÇÃO DE PROGRAMAS DE “COMÉRCIO TRADICIONAL EM HORÁRIOS MODERNOS”.

Data de conclusão 27.03.2023

Valor de financiamento 30,27 mil €

Como referido na candidatura da EEC MINHO Inovação, no panorama nacional, existem, atualmente, três marcas turísticas, que implicam alojamentos turísticos, associadas ao nome Portugal: Solares de Portugal, Pousadas de Portugal, Aldeias de Portugal. Este projeto incide sobre a qualificação e a animação social, cultural e económica das Aldeias de Portugal, presentes no Minho, enquanto oferta turística específica. A incidência na sub-região do Minho, que corresponde ao território da EEC e também a um dos quatro subdestinos que agora compõem a nova estratégia de marketing do Turismo do Porto e Norte de Portugal, justifica-se pelo caráter próprio e singular que estes aglomerados urbanos tradicionais apresentam na região. A EEC Provere Minho Inovação prevê um conjunto de intervenções, materiais e, especialmente, imateriais, promovidas, fundamentalmente, pelas autarquias locais. Estas intervenções articulam-se de forma coerente e concorrem para a valorização das Aldeias do Minho, numa perspetiva de desenvolvimento do correspondente produto turístico. O PA3. Aldeias de Portugal Minho incide aqui, especialmente, na área da promoção, animação e gestão, complementando os investimentos infraestruturais e em equipamentos, promovidos pelos Municípios no âmbito do Ações de Qualificação dos Produtos Estratégicos do Minho PA7. Touring Cultural (Património Cultural / Aldeias de Portugal – Minho) bem como os investimentos públicos e privados apoiados pelos Grupos de Ação Local, ao longo de vários ciclos de programação dos fundos estruturais.

Data de conclusão 19.10.2023

Valor de financiamento 26,92 mil €

O projeto âncora Marketing, Comunicação e Internacionalização constitui uma oportunidade para continuar a delinear e implementar uma estratégia de promoção dos recursos turísticos do Minho de baixa densidade, assegurando os mecanismos de ordem financeira, organizacional e comunicacional indispensáveis à sua adequada execução. Nesse sentido, visa a consolidação da ação coletiva do Consórcio nas áreas do Marketing, Comunicação e Internacionalização, constituindo um elemento transversal de suporte à execução e promoção de todos os projetos âncora que integram a EEC PROVERE Minho Inovação bem como dos diferentes produtos turísticos que lhes estão na base. Pretende-se, desta forma, contribuir decisivamente para que o Minho se afirme enquanto subdestino turístico do Porto e Norte de Portugal com uma nova imagem assente numa narrativa mais moderna e atual baseada nos recursos únicos e inimitáveis deste território. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Planeamento – compreende três atividades que concorrem para a realização dos objetivos operacionais do projeto e os objetivos estratégicos do Minho Inovação: (i) Atividade 1.1 Plano de Comunicação e de Ativação; (ii) Atividade 1.2 Plano de Desenvolvimento Turístico 2030 e (iii) Atividade 1.3 Capacitação Estratégica e Comunicação Interna. - Ação 2. Marketing e Comunicação – concentra a conceção, produção e disponibilização dos principais suportes, instrumentos e iniciativas de comunicação do Minho turístico. Envolve, assim, a concretização das seguintes atividades: (i) Material Promocional; (ii) Publicidade, comunicação; (iii) Organização de Fam e Press Trips no Minho; (iv) Estratégia de promoção online do Minho e (v) Constituição de banco de imagens turísticas do Minho. - Ação 3. Eventos – prevendo as seguintes atividades: (i) participação em feiras de turismo; (ii) programa Minho Portas Abertas; (iii) Essência do Minho; (iv) Promoção Internacional: Embaixadas do Minho. - Ação 4. Minho Film Commission – inclui um conjunto de atividades: (i) produção de conteúdos; (ii) comunicação; (iii) estruturação do Minho enquanto destino para a realização de produções cinematográficas e (iv) participação em mercados. - Ação 5. Gestão e Coordenação - constituição de uma Estrutura Técnica de Gestão e Coordenação, fundamental na dinamização da parceria e da execução do Programa de Ação.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 19,09 mil €

Considerando as caraterísticas e o contexto de partida que o Minho possui, o presente projeto visa intervir nos domínios do sector agroalimentar e da gastronomia, que se revelam fundamentais para a promoção da inovação e da afirmação das apostas de especialização inteligente no território, apresentando como objetivo geral a “valorização económica do MINHO enquanto região gastronómica de excelência”. Neste contexto, o conjunto de ações que se propõe desenvolver visam essencialmente promover a valorização dos recursos do Minho e a articulação com as atividades e setores produtivos com importância para a região, potenciando o seu perfil de especialização e a aposta em sectores com potencial de crescimento, estimulando, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. Assim, as atividades que o projeto se propõe desenvolver, nomeadamente, no âmbito da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho”, visam maximizar o potencial de desenvolvimento de uma base de atividades associada aos recursos endógenos do território – em particular, do sector agroalimentar e gastronomia - e a capitalização das vocações produtivas locais, através da qualificação, valorização e capacitação dos principais sistemas competitivos territoriais do Minho. Importa, também, realçar, para este efeito, o contributo da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência, através das iniciativas previstas associadas à estruturação e desenvolvimento de ações de qualificação e promoção da atratividade regional, reforçando a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global e promovendo a capacitação da região para atrair mais turistas e colocar o Minho num patamar à escala global. As dinâmicas suscitadas pelo presente projeto serão, assim, suscetíveis de gerar um impacto positivo muito significativo, destacando-se, nomeadamente, os seguintes resultados esperados: Ao nível da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho” : (i) Implementação de ações de qualificação e inovação para os agentes do setor agroalimentar, agrupamentos de produtores e operadores da restauração, envolvendo cerca de 400 empresas; (ii) Estruturação de processos de capacitação para a valorização económica de produtos associados ao sector agroalimentar e gastronómico; (iii) Dinamização de sessões de promoção dos produtos locais junto de escolas de hotelaria do Minho, envolvendo cerca de 1500 jovens; (iv) Dinamização de oficinas interativas de cozinha para crianças, abrangendo cerca de 2000 crianças; (v) Desenho e criação de experiências (“packs turísticos”), que aliam a gastronomia outros produtos turísticos, através de iniciativas de capacitação e dinamização de concursos de ideias dirigidos aos agentes turísticos, representantes de organismos, associações, estabelecimentos de turismo (alojamentos, restaurantes), envolvendo cerca de 150 entidades Ao nível da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência: (i) Dinamizar e promover cerca de 200 eventos gastronómicos no Minho; (ii) Reforço da presença do Minho dos restaurantes referenciados nos Guias Michelin e Repsol - (2020)- + 10%; (iii) Desenvolver 30 iniciativas de orientadas para a valorização e inovação gastronómica (congressos, salões de degustação, fam trips, etc.) (iv) Reforçar os níveis de qualificação de produtos alimentares do Minho sustentados em recursos endógenos; (v) Promover a troca de experiências e intercâmbios, nomeadamente com a Catalunha e País Basco cfr. “Memória Descritiva – Concept Note” da presente Candidatura.

Data de conclusão 28.10.2021

Valor de financiamento 18,3 mil €

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