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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE GAIA

Valor de financiamento

54,68 milhões €

Total de projetos

82

Número de identificação fiscal

5 0 5 3 3 5 0 1 8

Projetos realizados

A candidatura “Reabilitação de edifícios na plataforma Cidade (inclui Centro Histórico) “ contempla as seguintes intervenções: CAPELA Nª SRA. DA PIEDADE |CENTRO INTERPRETATIVO DE ARTE SACRA DA PARÓQUIA DE SANTA MARINHA O programa consiste em converter a capela num centro interpretativo de Arte Sacra, separando física e funcionalmente o piso inferior que será utilizado como apoio a uma esplanada a instalar na viela e na marginal. No espaço principal pretende-se realizar uma obra de restauro, respeitando a técnicas e materiais originais, por forma a garantir a manutenção dos elevados valores patrimoniais em presença. A adaptação à nova função passará exclusivamente pela introdução de algum mobiliário e pela adaptação do projeto de eletricidade, de modo a garantir a iluminação pontual das peças a expor. As intervenções mais recentes, que manifestamente alteraram aquilo que teria sido o estado ou o material original, serão removidas para, idealmente, dar lugar à reposição da situação original. É o caso do pavimento cerâmico que será retirado para dar lugar, ou ao pavimento original, que se adivinha em pedra, ou à colocação de soalho em madeira de castanho (caso o lajeado se encontre danificado). O soalho será prolongado para o pavimento do compartimento secundário. As escadas de ligação entre os dois pisos do volume secundário serão suprimidas, mantendo-se no entanto a porta voltada à rua da Piedade. No volume principal os dois altares serão mantidos e utilizados como suporte das peças, sendo que aparentemente não apresentam problemas estruturais, necessitando apenas de um restauro que passará pela remoção das purpurinas e pela recuperação do ouro. A caixa do altar principal, que se projeta para a sala voltada a sul, será desmontada e guardada, após registo e identificação de todas as peças que a compõe (permitindo deste modo que volte a ser montada caso se pretenda). O coro alto será mantido, após obra de reabilitação que passará pela remoção da pintura das madeiras e reforço dos degraus e do pavimento. A zona do coro alto será igualmente utilizada como área de exposição para peças diferenciadas, como por exemplo paramentos. Nas paredes interiores as cantarias serão todas limpas e o cimento das juntas removido. IGREJA DE SANTA MARINHA | REABILITAÇÃO DE FACHADA Pretende-se agora proceder a uma reparação integral do reboco da fachada, mantendo a coloração atual – o branco – mas não sem antes procurar reparar e estabilizar as fissuras existentes de modo a evitar entradas de água através do paramento da fachada. LAVADOURO E BALNEÁRIOS PÚBLICOS DO CASTELO DE GAIA O principal objetivo do projeto consiste em melhorar a relação entre o edifício e o espaço público e o edificado envolventes, aproveitando a localização estratégica, e a implantação privilegiada, de um equipamento associado a um dos principais percursos de ligação entre a marginal fluvial e o alto do Castelo (estudado no âmbito do projeto de reabilitação de 20 arruamentos na área do Castelo). As diferentes plataformas que servem os níveis do edifício serão aproveitadas como áreas de estadia / convívio / miradouro e as cotas de implantação dos pisos corrigida. Optou-se por inverter o programa, localizando a área de balneários / sanitários no piso inferior (associada a um espaço exterior) e o lavadouro no piso superior. Esta opção de projecto permite dotar o edifício de uma maior leveza, uma vez que o lavadouro não necessita mais do que uma cobertura, que se assume quase como um elemento escultórico desligado da envolvente. A cobertura do lavadouro possui uma pendente para o centro que permite o aproveitamento das águas das chuvas. A plataforma do lavadouro implanta-se à cota da Viterbo de Campos, sendo a sua utilização aberta ao uso público, ampliando o espaço da Viterbo de Campos e criando um alargamento significativo no contexto dos arruamentos exíguos do Castelo.

Data de conclusão 18.12.2024

Valor de financiamento 5,83 milhões €

Esta operação consiste na implementação das seguintes ações infraestruturais: 1. Revisão dos Acessos á Urbanização Pretende-se que a urbanização e o seu sistema viário interno se integrem eficazmente na rede viária do Concelho, para que deixe de se verificar o atual isolamento e a mesma se torne mais permeável relativamente à malha urbana em que se insere. A nível formal, será devidamente tratado e arborizado, e incluirá a plantação de espécies arbustivas, execução de diferentes materiais de revestimento do solo e iluminação adequada. 2. Execução de Ligações Automóveis de modo a evitar arruamentos sem saída Tentar-se-á dar continuidade á maioria dos arruamentos sem saída para evitar congestionamentos de trânsito e estacionamento, e simultaneamente evitar os ghettos e cul-de-sacs. 3. Reorganização dos Circuitos e Estacionamento Automóvel Optou-se por utilizar a sinalização horizontal e pinturas de pavimento, de modo a evitar estrangulamentos e permitir, pelo menos, uma baía de estacionamento de um dos lados da via. A marcação do estacionamento será efectuada essencialmente através de pintura do próprio betuminoso. Nas zonas onde o perfil transversal da rua é amplo será executada uma placa central destinada a ordenar a circulação e aumentar o estacionamento automóvel. Nas pracetas onde já existe baía de estacionamento, serão objecto de reestruturação, de modo a reorganizar o aparcamento. A intervenção acima referida será, naturalmente, acompanhada da revisão integral e substituição da sinalética vertical e horizontal. 4. Requalificação de Percursos Pedonais Optou-se por substituir a maior parte das guias existentes por guias de granito cinza, repavimentar os passeios com betonilha esquartelada e requalificar o mobiliário urbano e iluminação. 5. Clarificação das Áreas de Acesso Automóvel e Pedonal Optou-se por distinguir aquilo que é passeio para peões daquilo que pode ser passagem de veículos, por um lado, através de diferenças na textura do pavimento - enquanto o passeio é liso e apresenta esquartelamento, a passagem de automóveis é assinalada com acabamento vassourado e antiderrapante, e, por outro, com meios físicos que funcionam como barreiras à circulação, sejam pilaretes, árvores ou mobiliário urbano. 6. Requalificação das Zonas de Entrada para os vários blocos de habitação Propõe-se que sejam reformuladas as escadas existentes, com novos degraus em betonilha afagada, colocando rampas onde a diferença de cota permitir a sua execução dentro de inclinações regulamentares, e uniformizando guardas e corrimãos, em ferro galvanizado e esmaltado. 7. Criação de Ligações Pedonais em taludes Execução de escadarias exteriores, tão suaves quanto possível, nos locais já assinalados pelo pisoteio das pessoas, mas também noutros onde se julga facilitarem os percursos. Estas escadarias serão em betão armado com malha-sol, possuindo muretes laterais em betão (dada a forte inclinação dos taludes) e passa-mão em ferro galvanizado. Os seus degraus são boleados e com textura antiderrapante no focinho, estando assegurada, através do seu caimento de 2% e grelhas nos patamares, a drenagem das águas pluviais. 8. Revisão das Áreas Verdes e Arborização Propõe-se a plantação e sementeira de espécies autóctones com baixa necessidade de manutenção. Para além destes espaços em terra, sugere-se ainda a plantação de alinhamentos de árvores junto aos passeios e ruas, em caldeira, de modo a embelezar, dotar de sombra, e enfatizar o enfiamento e perspectiva dos arruamentos existentes. 9. Revisão da Iluminação Pública Pretende-se rever todas as infraestruturas elétricas, nomeadamente da rede de iluminação pública, das alterações de rede de distribuição em B.T., nesta fase de arranjos exteriores da Reabilitação Física da Urbanização de Vila D´Este. Considera-se fundamental que exista uma eficiente iluminação do local, bem como que a própria coluna e luminária sejam peças bem integradas na requalificação que se pretende. 10. Substituição do Mobiliário Urbano Optou-se pela colocação de novo mobiliário, que será pré-fabricado, ora em betão, ora em ferro galvanizado. Pretende-se atingir alguma homogeneidade nas peças de mobiliário, por um lado, e por outro dotar o espaço de peças seguras, confortáveis e duráveis. A opção foi de inserir mobiliário urbano junto aos blocos de habitação fabricado por medida e de acordo com o previsto para os próprios edifícios, ou seja, estabelecendo um desenho tipo para bancos. Não possuem qualquer manutenção, são de fácil instalação e elevada durabilidade. Possuem também dupla a vantagem de funcionarem como dissuasores e condicionantes de estacionamento indevido. Serão naturalmente considerados outro tipo de peças directamente relacionadas com o funcionamento dos transportes colectivos, como sejam abrigos, mupis, e painéis informativos. 11. Substituição dos Blocos de Correio Os briques existentes serão demolidos e substituídos, o que optimiza o trabalho dos próprios agentes dos CTT. Os novos briques serão redistribuídos pelo espaço, de acordo com as necessidades mas sem introduzir alterações radicais, de modo a que as populações, habituadas a tomar determinadas direcções, não tenham que se adaptar a algo muito diferente. Serão construídos em betão á vista, envernizado, e as caixas em aço de 22x30x17 cm. A cobertura, em betão com caimento para o interior, terá acabamento impermeabilizante tipo BASF, ou equivalente, e incluirá, na zona central, chapa de policarbonato tipo Thermoclear, ou equivalente. Pretende-se assim dotar o interior de boas condições de iluminação sem, no entanto, ter de recorrer a soluções que envolvam instalações eléctricas. A porta de entrada será em chapa metálica, propondo-se ainda que todas elas possuam a mesma chave de modo a facilitar o trabalho do carteiro. O pavimento será em betonilha afagada com acabamento a talocha mecânica, com caimento de 2%, e deverá incluir grelha quadriculada em inox, de modo a evitar piso molhado num local em que ocorre frequentemente a queda de papéis ou cartas ao chão. 12. Reorganização e Substituição dos Equipamentos de Recolha de Resíduos Para além de novos recipientes de recolha indiferenciada ou ecopontos isolados, encontramos também soluções mistas, em que se conjugam estes dois tipos de recipientes. Para além destes, de grandes dimensões, propôs-se também a introdução de um grande número de papeleiras mais pequenas, que possibilitam que qualquer cidadão encontre onde deitar lixo sem ter de percorrer uma grande distância. 13. Revisão das infraestruturas da Rede de Águas Considera-se fundamental a revisão destas infraestruturas pois sendo uma área de grande extensão e fortes inclinações, deverá também possuir as infraestruturas adequadas para resolver os problemas de recolha de águas atualmente existentes.

Data de conclusão 17.11.2023

Valor de financiamento 4,41 milhões €

Os trabalhos aqui descritos pretendem complementar os anteriormente desenvolvidos em 2012 para a requalificação de 21 arruamentos localizados na zona nascente do Centro Histórico. No âmbito do projeto da Operação de Reabilitação Urbana do Centro Histórico foi estudado um conjunto de soluções tipo a aplicar à reabilitação dos espaços públicos. O objetivo consiste em estruturar e criar uma rede de espaços exteriores qualificados onde, sempre que possível, é dada prioridade ao peão. A hierarquização e tipificação da rede viária da ARU CH (Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico) serviu de base à definição das soluções tipo a adotar e permitiu agrupar as soluções em 2 grandes grupos de acordo com a sua localização e escala: 1. GRUPO A - Os eixos com traçados irregulares e com perfis de reduzida dimensão que definem a malha urbana do Centro Histórico: Percursos pedonais |Vias locais |Vias complementares internas; 2. GRUPO B - As vias mais recentes, de maior dimensão, que circundam a ARU CH, à cota alta, e que ligam o Centro Histórico à rede viária da Área Metropolitana do Porto: Vias Estruturantes |Circular Verde No primeiro grupo [A], e no caso dos arruamentos localizados à cota baixa, e sem declive, o coletor de águas pluviais é o elemento que marca a composição e confere unidade aos espaços, sendo rematado à superfície por uma guia dupla de granito composta por peças afastadas cerca de 2cm, de modo a criar um rasgo central contínuo através do qual se efetua o escoamento. Nestas situações o coletor é também um indicador de percurso e uma faixa de circulação pedonal. Nos arruamentos com declive acentuado o escoamento das águas pluviais é feito transversalmente, a intervalos regulares, por forma a absorver a maior quantidade de água possível. A solução proposta consiste na introdução de grelhas perpendiculares ao arruamento, antecedidas por guias de granito desniveladas com o restante pavimento (2cm) que funcionam como pequenas lombas que condicionam o trânsito e tornam a descida pedonal mais estável. No segundo grupo [B], enquadram-se as novas vias urbanas que circundam o centro histórico. De referir que embora alguns dos troços se encontrem fora dos limites da ARU CH (exemplo da rua do Agro) são aqui considerados porque representam importantes eixos de ligação à malha envolvente. A proposta passa por dotar de arborização estes eixos que, pelas suas características e dimensões, privilegiam as deslocações rápidas do automóvel. É necessário redesenhá-los, dando-lhes outra escala, mais próxima do peão, reduzindo o canal de circulação automóvel, requalificando-os paisagisticamente através da dotação de arborização e de espaços verdes. A implementação das soluções reger-se-á sempre pelo princípio da reutilização dos materiais, do mobiliário urbano e de elementos arquitetónicos, que serão aproveitados sempre que possível. Enquadram-se aqui os lajeados de granito, o cubo de granito, as luminárias (caso se justifique), fontanários, frontões, gradeamentos, azulejos e outros elementos de relevância arquitetónica, arqueológica, histórica ou cultural. A intervenção objecto desta candidatura está devidamente pormenorizada no ponto 6 da memória descritiva complementar.

Data de conclusão 27.09.2023

Valor de financiamento 4 milhões €

A operação envolve duas áreas estratégicas e prioritárias, implantadas no centro mais urbano e habitado da cidade, na denominada "Plataforma Cidade": A área delimitada pela ARU do centro histórico (Área de reabilitação urbana do centro histórico), desenvolvida na encosta poente, ao longo da beira-rio, entre a Escarpa de Quebrantões e a vertente fluvial junto à zona do Castelo, e a área de expansão urbana confinante na parte mais alta da cidade, desenvolvida mais recentemente ao longo do eixo estruturante da Avenida da República. Nestas áreas pretende-se especificamente qualificar seis espaços associados a edifícios de equipamentos e serviços cujas envolventes urbanas são espaços públicos relevantes na cidade - referenciais vivos da memória e identidade coletiva: a Biblioteca Pública Municipal ; Os Paços do Concelho; a “Casa Barbot”; a Capela do D´Senhor do Além; o edifício de habitação “Casa do Castelo” e a Casa Atelier Soares dos Reis, importante imóvel, onde o escultor instalou a sua oficina, comum peso relevante no "Centro Artístico Portuense". 1. No edifício da Biblioteca Municipal serão realizadas ações de eliminação de elementos dissonantes à linguagem arquitetónica e histórica do edifício, visando a reposição do desenho e materialidade originais e a recuperação da sua imponência urbana, associada ao desenho de época. Nomeadamente: Ao nível do Rés-do-chão prevê-se a reorganização funcional do piso, no qual se encontra a entrada principal do edifício e onde se estabelece uma relação visual direta com o jardim frontal, lago e via pública, espaço atualmente muito prejudicado pelo cruzamento de circulações várias, por um átrio assinalado pela existência de um bar incaracterístico e de grande dimensão para a área disponível. Nesta proposta, o piso rés-do-chão será preparado para que possa existir uma maior interatividade geral e pontuais acontecimentos culturais, tal como dias de inauguração de exposições ou lançamento de livros. A intervenção prevista para o piso superior passa a abrigar intencionalmente a consulta de carater mais formal, ficando mais destinado a espaço de estudo e investigação. Nesse contexto optou-se pela retirada do grande espaço de leitura dos periódicos que ocupava grande parte desse piso e propõe-se a integração dos Fundos Locais, destinados à pesquisa, nesse local. O piso superior continuará a abrigar os gabinetes da direção, serviços administrativos e sala de reunião, voltados a Poente. Nesse sentido, este piso apresentará apenas revisão de materiais de construção e infraestruturas, com reorganização do mobiliário, mantendo o seu sentido original de planta livre e espaço de concentração. Por fim, o piso da cave apresenta abertura direta para o corredor de serviço externo existente entre os equipamentos, e continuará a funcionar como armazém de livros, material documental e didático variado, possuindo algumas salas para reparação de material e especificidades do serviço de biblioteconomia. 2. Nos edifícios dos Paços do Concelho serão realizadas ações de eliminação de elementos dissonantes à linguagem arquitetónica e histórica do edifício, visando a valorização da importância e simbolismo deste edifício cunhal no seu enquadramento urbano e relação com os espaços e jardins do Centro Cívico e a confinância com a Avenida da República. 3. Na zona a intervencionar na Casa Barbot pretende-se eliminar parcialmente os elementos dissonantes ou degradados, especialmente danosos à linguagem arquitetónica e histórica do edifício, retomar e valorizar os equipamentos anexos à casa e valorizar a imagem paisagística do edifício na sua relação com a envolvente, nomeadamente estancar as sucessivas infiltrações de água, quer pelas coberturas, quer pelas caixilharias, como forma de travar todos os danos que estas acções provocam no imóvel, nomeadamente no seu património integrado. Propõe-se conservar e reparar as coberturas, tardoz dos tectos de estuque e caixilharias exteriores do imóvel, bem como reabilitar todos os elementos em ferro forjado e fundido (guardas, gradeamentos e elementos decorativos), dado que muitos deles integram vãos, sendo por tal indissociáveis das respectivas caixilharias e de, para além disso, constituírem uma riquíssima característica decorativa de estilo arte nova que, em nosso entender, deve ser tratada no seu todo. 4. A Capela do Senhor d'Além encontra-se classificada na carta de salvaguarda do PDM como imóvel de interesse, é claramente uma referência na paisagem das Encostas do Douro e no Centro Histórico, dada a sua localização junto à Ponte Luis I (Imóvel Classificado) e visibilidade, nomeadamente a partir do rio Douro e da margem direita. A reabilitação desta construção, que se encontra em estado de profundo abandono e degradação, é urgente, uma vez que tem vindo a ser ocupada esporadicamente por pessoas sem abrigo, representando um perigo acrescido para a área onde se insere pelos riscos de incêndio e de falta de segurança. A concretização desta ação articulada com outras intervenções programadas, implementadas e financiadas na área envolvente terá um efeito aglutinador neste território, contribuindo para a valorização e dinamização da área por parte dos utentes e turistas. 5. A operação integra ainda a reabilitação de edifício de habitação, Casa do Castelo, que se localiza na zona do “Castelo de Gaia”, mais precisamente na Rua de S. Lourenço, na União de freguesias de Santa Marinha e S. Pedro da Afurada. A reabilitação deste edifício, que se encontra em avançado estado de degradação, visa acautelar nesta zona do “Castelo de Gaia” o realojamento de habitantes locais no âmbito da reabilitação de outros edifícios. O edifício passará a albergar duas habitações, um T1 e um T2 duplex. 6. Por fim, mas com enorme relevância cultural, a operação a Casa Atelier Soares dos Reis, importante imóvel, onde o escultor instalou a sua oficina. Este espaço foi um centro de experimentação artística na sua época assumindo um peso relevante no "Centro Artístico Portuense". Para a Casa Atelier Soares dos Reis, a proposta que se apresenta, visa devolver dignidade ao edifício, transformando-o num espaço de utilização mais ampla no contexto das Artes Plásticas em particular a Escultura. O edifício principal será destinado a exposições temporárias. No logradouro será edificado um espaço anexo de atelieres, destinado a jovens “artistas“ que possam desenvolver trabalhos, designadamente de escultura; pintura e outras actividades ligadas às artes. O logradouro será tratado, como espaço de lazer e onde uma pequena cafetaria dará apoio aos utentes e visitantes.

Data de conclusão 17.10.2023

Valor de financiamento 3,14 milhões €

Esta candidatura consiste na realização dos seguintes trabalhos: Espaço exterior Correções do sistema central da drenagem, nomeadamente junto à entrada principal do recinto e portaria, devendo a portaria receber ainda uma estrutura leve como coberto de proteção. O sistema de drenagem será igualmente tratado junto aos acessos principais e de salas de aula com placas de betão no pavimento, as quais corrigirão diferenças de cotas junto aos respetivos acessos. Tal revisão de cotas e desníveis serão ainda concretizadas por um novo desenho para a rampa de acesso exterior ao espaço desportivo e uma nova rampa junto ao coberto da designada entrada dos alunos, no BLOCO Polivalente. A área bosque junto às galerias será objeto de trabalhos de limpeza, com critérios de identificação arbórea e podas de arejamento. Serão retificados muros de betão, substituídos os antigos bancos em betão degradados, bem como o pavimento betuminoso junto às galerias de acesso e plataforma que incorpora o BLOCO A e o BLOCO Polivalente deverá ser substituído por betão poroso drenante. Os pátios internos dos blocos das salas de aula deverão ser igualmente tratados ao nível do pavimento em betonilha já degradada e na erradicação de elementos que possam constituir risco de segurança, tal como floreiras em betão danificadas e batentes de pavimento salientes. Reabilitação BLOCOS A-B-C e BLOCO Polivalente Propõe-se para os três blocos a reabilitação dos espaços posteriores dos edifícios, correspondentes aos setores das salas de diferentes tipologias destinadas à Educação Visual e Tecnológica e salas de Ciências e Físico-Química, de forma que as respetivas áreas se tornem equitativas e que ambos os grupos tenham os espaços de aula teórica e prática definidos, ainda com a possibilidade de passagem entre salas e acesso ao pátio interno. Tal clarificação espacial e funcional das salas de EVT e laboratórios, de diferentes tipologias das clássicas salas de aula de 60,70 m², passarão a ter diferentes definições, como zona de pavimento cerâmico e zona de vinílico, bem como o posicionamento do quadro e telas, colocação de mesas de luz ou fornos e prensas, entre outros. Tal reorganização interna pressupõe ainda que os grupos de Educação Visual e Tecnológica passem a lecionar no BLOCO C e grupos de Ciências e Físico Química passem para o BLOCO B, de forma a poderem tirar partido da proximidade entre colegas de grupo e possível troca de materiais. O BLOCO A passará a abrigar a Educação Especial devido à maior proximidade ao BLOCO Polivalente, devendo receber uma instalação sanitária para pessoas com mobilidade condicionada. O edifício BLOCO Polivalente receberá toda uma reorganização funcional e infraestrutural da área da cozinha e bufete. Serão revistas as cinco zonas de trabalho (confeção, preparação, distribuição, copa suja e copa limpa), assim como introduzidas as despensas de mantimentos, de frios, de produtos de limpeza e a área de controlo e receção de mercadorias. As funcionárias da cozinha passarão a ter instalação sanitária própria com espaço para cacifos. O bufete passa a funcionar de forma independente da cozinha, mas mantendo o acesso a alunos e professores. Para tal, deverá ficar nivelado pela zona de estar dos alunos no espaço polivalente, passando a estar posicionado 34 cm abaixo da cota do refeitório, situação a ser colmatada pela altura do balcão passa-pratos. O edifício polivalente será dotado de duas instalações sanitárias individuais e instalação para pessoas portadoras de mobilidade condicionada no espaço dos antigos arrumos e papelaria original do projeto. Encontra-se prevista a ampliação do setor pedagógico administrativo ao nível do rés-do-chão, de forma a se conquistar uma nova sala para diretores de turma e atendimento aos pais, sala de reuniões, gabinete de psicologia e a ampliação interna da secretaria. Tal ampliação, mostra-se setorizada entre os espaços destinados aos professores e psicologia e o espaço mais adstrito à secretaria, tesouraria, espaço da chefe e atendimento. O corpo ampliado respeita formalmente a métrica do projeto original e respetiva cobertura, apesar de incorporar um novo alçado em vidro voltado a Nascente, com uma linguagem arquitetónica diferenciada da pré-existência. Deverão ser ainda revistas a rampa e escada de acesso ao palco, de acordo com critérios regulamentares de segurança e mobilidade condicionada. Envolvente exterior dos edifícios Propõe-se a substituição das coberturas com amianto aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será considerado o isolamento térmico das lajes de cobertura, com poliuretano projetado, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. A caixilharia exterior será substituída por novos elementos igualmente em alumínio natural, mas com vidro duplo e corte térmico. Será respeitada a métrica original ao nível do desenho, mas o sentido de abertura será alterado para janelas projetantes e todos os panos móveis, receberão limitadores de abertura acionáveis, o que resolverá, tanto implicações com o manuseamento de estores de ensombramento, como a possível e desejada ventilação transversal. Todas as soleiras e padieiras serão reparadas, repintadas, assim como tratadas as superfícies em betão à vista. Polidesportivo coberto Ficará implantado onde atualmente existe uma zona de jogos em terra batida, um patamar intermédio dos campos descobertos que compõem a oferta de espaços para a prática desportiva desta escola e que definem todo o limite Sul do complexo desenvolvendo-se ao longo do muro de meação com o terreno vizinho. O Projeto de Arquitetura foi desenvolvido, no sentido de conseguir uma área coberta com capacidade para a prática de diversas modalidades em simultâneo (3 campos de minibasket, 1 campo de basket, 1 campo de voleibol e 1 campo de futebol) complementada pelos respetivos balneários e zonas de apoio que permitissem uma utilização cómoda e adequada ao número de alunos desta escola. O edifício de apoio será constituído por balneários, vestiários e instalações sanitárias para alunos, professores e para pessoas com mobilidade condicionada. Está previsto um arrumo para material desportivo e uma zona técnica. A solução formal decorre destas duas vertentes e consiste em dois volumes regulares, consecutivos mas absolutamente distintos. O dos balneários, implantado no extremo nascente desta plataforma, funciona como transição e remate da mesma com a cota superior: o edifício de um piso, revestido a azulejo com entradas pelos extremos constitui uma base opaca, um enquadramento para a zona de jogos adjacente. A esta corresponde uma construção “solta do pavimento” translucida e aberta que arranca da cota da cobertura dos balneários, permitindo manter a amplitude visual que caracteriza o terreno atualmente.

Data de conclusão 15.09.2020

Valor de financiamento 2,91 milhões €

Esta candidatura consiste na realização dos seguintes trabalhos: Arranjos exteriores A proposta prevê consolidação de taludes, correcções do sistema de drenagens, reparação de pavimentos em betuminoso e betonilha, reposição dos pátios dos blocos (pavimentos, canteiros e bancos), criação de novo alpendre e de uma cobertura na portaria nascente. Os canteiros serão objecto de trabalhos de limpeza, com critérios de identificação arbórea e podas de arejamento. Serão ainda pontualmente rectificados para efeitos de circulação de emergência. Edifícios A proposta prevê trabalhos de consolidação estrutural, pintura, substituição de coberturas em fibrocimento, troca integral de caixilharias e estores, restauro de pavimentos e reposição de mobiliário fixo (bancadas, bancos e armários), além dos que se apresentam de seguida individualmente. Bloco C (Polivalente) A proposta contempla rearranjos funcionais: a) nas áreas de secretaria e direcção para criação de novas instalações sanitárias; b) postura em funcionamento de instalações sanitárias anexas à sala de pessoal; c) na área para atendimento a encarregados de educação com reposição das instalações sanitárias e realocação de gabinete de directores de turma e arquivo; d) criação de instalações sanitárias acessíveis e para alunos; e) anulação do patamar do gabinete de psicologia e do bar; f) sectorização da despensa, frios e cozinha, bem como criação de instalações sanitárias e vestiário de pessoal; g) ampliação do refeitório e transferência da biblioteca e mediateca para o primeiro andar; esta alteração contempla o reforço estrutural do edifício e ainda a criação de um novo acesso por elevador. Bloco G Propõe-se a remodelação dos vestiários e balneários de alunos e ampliação para postura em funcionamento de 8 espaços (um por turma e quatro por género), dotados de instalações sanitárias próprias e duches. Blocos A1 a A5 A proposta contempla para cada bloco a postura em funcionamento dos átrios (devolução aos alunos) anulando para o efeito todas as compartimentações não originais e a criação de instalações sanitárias (alunos por género, adultos e acessíveis), exceptuando o caso particular do bloco A2 em que as novas instalações sanitárias destinam-se a adultos e à criação de dois compartimentos de apoio à Unidade de Multideficiência (lavagem de roupa e arrecadação). As remodelações interiores repõem as salas nas suas condições originais de funcionamento. Nos sectores de EVT é anulada uma arrecadação para postura em funcionamento de uma sala de aula normal, mantendo-se a sala de aula específica nas suas condições actuais. Serão ainda reconstruídos ou postos em condição de pleno uso os arrumos exteriores. É ampliado o bloco A1 sob a cobertura plana existente no lado Sul para arrumo geral. Construção nova – Bloco P (Pavilhão dos Professores) Esta pequena construção (130 m2) decorre da necessidade de reposição do átrio do Bloco A1 e contempla duas salas, bar e instalações sanitárias. Em suma, o Projeto de Arquitetura centra-se na reabilitação dos espaços físicos pré-existentes, com pontuais revisões de programa funcional e uma ampliação no setor pedagógico administrativo, na requalificação da envolvente exterior e alteração das zonas de serviços comuns. Prevê-se ainda a realização dos seguintes trabalhos: substituição de caixilharias, remoção de chapas de fibrocimento e substituição por placas metálicas térmicas e isolamento térmico das paredes exteriores. Será realizada ainda, alteração da disposição de salas de aula dando lugar a instalações sanitárias condignas, remodelação das instalações elétricas, criação de edificio para salas de professores, alteração de localização de biblioteca, ampliação da zona de refeitório e criação de infraestruturas para pessoas com mobilidade condicionada.

Data de conclusão 27.05.2021

Valor de financiamento 2,8 milhões €

O propósito fundamental dos projetos de espaços comerciais exteriores mudou radicalmente ao longo da última década. Essas mudanças são tão dramáticas que muitas instalações hoje se tornam obsoletas. Mesmo aquelas recentemente construídas, com 10 ou 20 anos, colocam sérios problemas. A ideia base por trás dessas mudanças é a de que os locais das feiras não são somente locais para uma única atividade, mas também idealizadas para fornecer outras experiencias culturais e económicas. A presente candidatura designada por “Reabilitação de edifícios no núcleo central dos Carvalhos - Requalificação Feira dos Carvalhos”, correspondendo a uma ação prioritária de intervenção definida no Plano de Ação de Regeneração Urbana do Município de Vila Nova de Gaia. (PARU), tem como objetivo específico a revitalização deste espaço e a melhoria do ambiente urbano, por via da reabilitação física do espaço público envolvente à “feira dos Carvalhos”, que funciona nas imediações da Rua da Feira Nova, no lugar dos Carvalhos, localizada na União de freguesias de Pedroso e Seixezelo, em Vila Nova de Gaia. A “Reabilitação de edifícios no núcleo central dos Carvalhos - Requalificação Feira dos Carvalhos” procura promover a melhoria do espaço urbano e garantir a conservação do denominado Património (assumido como memória/herança), testemunho materializado na identidade, singularidade e valor simbólico desta área no núcleo central dos Carvalhos. A feira dos Carvalhos iniciou-se em 1758 no reinado de D. José I de Portugal, sendo uma das mais importantes naquela época e veio até aos nossos dias. Esta ação contribui ainda para o objetivo estratégico de repor a serenidade e permanência de um lugar antigo mas que, desde cedo, assumiu a sua centralidade geográfica no concelho e se tornou um lugar de referência para todos aqueles que o visitam. A proposta intervenção assenta numa estratégia de desenvolvimento económico, inteligente e sustentável do Município de Vila Nova de Gaia, privilegiando áreas com elevado potencial económico e turístico. Pretende-se, para esta zona de intervenção, dotar o local de todas as infraestruturas necessárias para a projeção local e nacional de modo a promover a competitividade e potencializar a atratividade. A “reabilitação da feira dos Carvalhos”, objeto desta candidatura, refere-se a um conjunto de intervenções físicas de reabilitação do património urbanístico, pelo que se assume esta intervenção como um processo de “reapropriação” deste território com vista à criação de novas dinâmicas socioeconómicas. Esta operação visa complementar a intervenção de reabilitação de edifício adjacente ao recinto da feira, concluída em meados de 2017, com vista a dotá-las de condições físicas adequadas a toda a população, eliminando os constrangimentos físicos, tornando-os espaços inclusivos, e adequar os edifícios às exigências atuais e funcionalidades dos mesmos. Na prossecução destes objetivo, a intervenção prevê um conjunto de ações articuladas entre si visando dotá-la de infraestruturas que a tornem auto-suficiente, sustentável e amiga do ambiente. A proposta aprovada para a “Reabilitação de edifícios no núcleo central dos Carvalhos - Requalificação Feira dos Carvalhos”, e que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, divide-se em três categorias: 1-Intervenção no Solo: - Regularização e nivelamento de pavimentos. - Melhoramento da área de exposição do feirante, com as respetivas delimitações. - Anulação de degraus e execução de rampas para o transporte de produtos por grosso e retalho. - Implementação de um sistema de compras por trólei. - Proposta para um parque de estacionamento. - Requalificação das instalações sanitárias e melhoria dos serviços de limpeza e manutenção dos espaços. - Reestruturação do edifício de carnes e peixes (intervenção concluída). - Sinalética/ indicação para o local da feira. - Paragem de autocarros. - Ciclovia - Estacionamento para bicicletas. - Dotar o espaço com sistemas versáteis de som e iluminação para outros tipos de eventos. - Postes de som e iluminação, de modo a que possam ser descidas até ao piso a fim de equipá-las com outros sistemas. - Criação de uma zona, dentro do espaço da feira dos Carvalhos, destinada aos pequenos agricultores que não estejam constituídos como agentes económicos, que pretendam participar na feira para vender produtos da sua própria produção, por razões de subsistência, devidamente comprovadas pela junta de freguesia da área de residência (feira franca). - Postes de som e iluminação, de modo a que possam ser descidas até ao piso a fim de equipá-las com outros sistemas - Criação de uma zona, dentro do espaço da feira dos Carvalhos, destinada aos pequenos agricultores que não estejam constituídos como agentes económicos, que pretendam participar na feira para vender produtos da suaprópria produção, por razões de subsistência, devidamente comprovadas pela junta de freguesia da área de residência (feira franca). 2- Intervenção no Subsolo: - Execução de rede elétrica e rede de água potável para cada feirante (sistema utilizador / pagador). - Execução de rede de: abastecimento de água / águas pluviais / saneamento / itur / eletricidade. - Depósitos para armazenamento das águas das chuvas. 3- Intervenção Aéreo: - Fornecimento de internet wireless. - Para melhorar as condições de chuva no Inverno e sol no verão, elementos climatéricos negativos para a receção de potenciais compradores e para o acolhimento dos feirantes, propõe-se a execução de uma lona amovível em teflon, material auto-limpante. - Captação das águas das chuvas para posterior lavagem do recinto. Esta ultima intervenção, por via implementação da lona pré-montada permite melhorar a estética da feira, organizar de um modo simples a cobertura e otimizar o trabalho do feirante em montar e desmontar lonas permitindo poupar horas de trabalho. Esta intervenção articula-se com um conjunto de outras ações, integradas no PARU, que privilegiam a valorização e potencialidades sociais e económicas do núcleo urbano dos Carvalhos, e no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) que promovem a implementação de modos suaves nos eixos e núcleos urbanos e entre equipamentos na envolvente à A1.

Data de conclusão 26.01.2022

Valor de financiamento 2,69 milhões €

A candidatura “Implementação de corredores BUS em solução pré-metro - 1ª Fase - Avenida Vasco da Gama (EN 222)” prevê a realização dos seguintes trabalhos: 1.1| Implementação das redes de drenagem A drenagem pluvial actualmente está assegurada pela existência de valetas. Com a construção de passeios consequentemente terá que se substituir essas mesmas valetas por colectores e os respectivos órgãos de drenagem que, atendendo à limitada largura da faixa de rodagem, terão de ser do tipo ‘boca do lobo’. No que diz respeito à rede de saneamento, este arruamento já está dotado dessa infra-estrutura, apenas será executado um pequeno troço em falta, e alguns ramais domiciliários. 1.2| Infra-estruturas eléctricas, de iluminação pública e de telecomunicações Relativamente a estas infra-estruturas é como objectivo principal o enterramento / rebaixamento das redes aéreas, nomeadamente das redes de iluminação pública e de distribuição de BT, bem como dos traçados aéreos que servem os mais variados serviços de telecomunicações. Prevê-se também a execução de travessias de reserva para redes de MT e BT, e a criação de ramais e condutas, longitudinais ao arruamento, por forma a possibilitar o atendimento a futuras ligações de telecomunicações. Depois das redes subterrâneas estarem devidamente executadas, testadas e ligadas, proceder-se-á à retirada das redes aéreas e de todos os seus apoios de rede. 1.3| Sinalização rodoviária Estão previstos neste caderno de encargos os trabalhos de pintura da sinalização horizontal bem como o fornecimento e colocação de toda a sinalização vertical e alterações à sinalização luminosa automática de trânsito. 1.4| Zonas verdes A implantação de corredores Bus na EN222/ Av. Vasco da Gama, não obstante se tratar de um espaço canal esguio, contempla a criação de novas zonas verdes (anteriormente zonas pavimentadas), bem como a manutenção de zonas permeáveis actualmente ajardinadas ou não. As seguintes zonas verdes irão valorizar esteticamente a Av. Vasco da Gama: - Zona lateral, a Sul, da rotunda da VL9 (Av. D. João II), esta zona não tratada, deverá ser convenientemente jardinada, bem como a encosta, localizada a sul da faixa exclusiva do corredor Bus. - Árvores no separador central, junto à Salvador Caetano. Propõe-se a utilização da espécie Quercus fastigiata, pelo facto de ser bastante aprumada e de crescimento lento. - Faixa verde lateral junto à Rua Abel Salazar, esta faixa da maior importância para os moradores da zona, irá ser prolongada em cerca de 70m (para o lado nascente). Na outra extremidade irá haver a necessidade de ripar, a parte final, da faixa verde. Deverá ser utilizada vegetação (arbustos) densa e de folha perene, de forma a promover o efeito barreira (ao nível acústico, visual e gases poluentes) - Novas árvores na Rua Abel Salazar. Está prevista a existência de uma nova faixa verde, numa zona em que o passeio é bastante largo. - Faixa verde localizada antes da Rotunda dos Arcos do Sardão no lado direito (sentido poente - nascente), esta faixa irá ser preservada embora vá ser parcialmente ripada. Atendendo ao mau estado da vegetação existente, propõe-se a plantação de nova. - Espaço verde (a confirmar em obra) na Rotunda dos Arcos do Sardão. De forma a valorizar e reforçar a identificação do local, foi criada uma zona verde que deverá funcional como uma moldura vegetal aos transeuntes. A preparação e execução do fundo destas zonas tratadas fazem também parte desta empreitada. 2| Trabalhos e materiais previstos Seguidamente descrevem-se de modo sucinto os trabalhos e materiais previstos para a execução da presente proposta. 2.1| Pavimentos O pavimento da faixa de rodagem apenas será levantado nas zonas do separador central, que será posteriormente pavimentado, nas bermas onde vão agora existir passeios, nas novas zonas verdes, e nas zonas de atravessamentos de valas. Nas restantes zonas que ficarão para as vias de circulação, será apenas fresado e está prevista a pavimentação com uma camada de desgaste em betão betuminoso. 2.2| Materiais Os materiais a utilizar serão: Betão betuminoso – na faixa de rodagem; Betão betuminoso com acabamento colorido, do tipo “slurry-seal” – passeios e separador central; Guias de granito – em delimitação de passeios e separador central. Quanto às guias, estas serão em granito com 0.20m de largura, elevadas com espelho de 15cm em delimitação dos passeios e galgáveis no separador central. Nos casos onde haja a necessidade de se colocar um elemento para encosto do passeio optar-se-á pela utilização de guias em betão com 0.08m de largura. Para assegurar as travessias de todos os peões, nas zonas de atravessamento pedonal da faixa de rodagem, as guias dos passeios serão rebaixadas de acordo com o pormenor deste caderno de encargo, em toda a largura da passagem de peões, passando nestes casos o espelho do lancil de 15cm para 1cm (eventualmente 2cm). 3| Diversos O empreiteiro deverá respeitar todas as normas de segurança, higiene e saúde exigidas, bem como manter a obra devidamente sinalizada de modo a evitar acidentes com pessoas estranhas à obra. Antes do início dos trabalhos, e com uma antecedência mínima de 15 dias, o adjudicatário terá que apresentar ao Departamento de Trânsito e Mobilidade desta Câmara o projecto de sinalização de desvios alternativos para os eventuais cortes do trânsito em cada zona de intervenção.

Data de conclusão 29.11.2023

Valor de financiamento 2,65 milhões €

Esta candidatura consiste na reabilitação do estabelecimento de ensino com vista à dotação de condições de conforto térmico, acústico e de segurança, com a realização dos seguintes trabalhos: substituição de caixilharias, remoção de chapas de fibrocimento e substituição por placas metálicas térmicas e isolamento térmico das paredes exteriores. Será realizada ainda, alteração da disposição de salas de aula e remodelação das instalações sanitárias. A acompanhar a intervenção de maior impacto, ou seja, reparação de toda a estrutura de betão pré-esforçado e a aplicação de isolamento pelo exterior nas paredes exteriores; renovação total das coberturas e das caixilharias, efetuar-se-á pequenas intervenções pontuais no interior, reestruturando as salas, e com mais profundidade se efetuará a remodelação total de algumas instalações sanitárias, principalmente no bloco C e nos balneários do pavilhão. Bloco A: no r/c, na entrada serão construídas uma parede e uma porta corta-fogo; junto à entrada do bloco, serão demolidas e construídas novas paredes permitindo criar novos gabinetes de atendimento; será igualmente demolida uma parede a fim de aumentar a área da sala dos professores; serão demolidos dois pequenos compartimentos no gabinete médico; e será transformado um arrumo em instalação sanitária destinada a pessoas com mobilidade condicionada. No 1º andar, será construída uma parede para criar dois gabinetes; reestruturação de duas salas; e desativada uma instalação sanitária e diminuída outra. Bloco B: no r/c, na entrada serão construídas uma parede e uma porta corta-fogo; serão demolidas três paredes e três portas; serão construídas oito paredes, a fim de reestruturar as salas. No 1º andar serão demolidas paredes; construídas novas paredes, a fim de reestruturar salas; e será desativada uma instalação sanitária. Bloco C: no r/c, serão demolidas paredes e construídas três paredes, a fim de reestruturar salas; será remodelada as instalações sanitárias dos alunos, ser

Data de conclusão 30.04.2020

Valor de financiamento 2,2 milhões €

A presente operação visa promover a mobilidade urbana sustentável, energeticamente eficiente e inclusiva, através de estratégias de baixo teor de carbono, nas zonas mais urbanizadas A dotação de ligações mecânicas no Centro Histórico incide sobre duas áreas: uma na zona do Castelo de Gaia e a outra compreendida entre a rua Cândido dos Reis e a Serra do Pilar. Em ambos os casos os percursos foram pensados de forma a servirem não apenas o turista mas, e acima de tudo, a comunidade local e aqueles que diariamente se deslocam para o seu local de trabalho ou para aceder a equipamentos e serviços (serviços municipais, escolas, hospital). Entre os habitantes de ambos os núcleos (Pilar e Castelo) predomina uma camada bastante envelhecida, com evidentes constrangimentos ao nível da mobilidade, desprovidos de meios de deslocação próprios e servidos por um sistema de transportes bastante deficitário, para o qual muito contribui as escassas ligações viárias entre a cota alta e a cota baixa. A implementação dos equipamentos mecânicos, sejam eles escadas, passadeiras rolantes ou elevadores, implica sempre a abertura de fundações. Considerando a sensibilidade dos locais de intervenção os trabalhos serão sempre acompanhados e/ou precedidos pelo trabalho de arqueologia. O projeto de arquitetura tem como principal preocupação minimizar a presença dos equipamentos mecânicos e garantir a sua correta inserção na envolvente. As escadas e tapetes rolantes verão os seus apoios laterais ocultados por muros em pedra ou elementos em aço corten, dependendo da zona onde se enquadrem, e os elevadores serão constituídos preferencialmente por caixas panorâmicas em vidro e aço, sendo a estrutura composta por perfis metálicos em aço corten, desprovida de qualquer revestimento adicional. O elevador surgirá à superfície apenas quando seja de todo impossível implantá-lo atrás de muros ou inseri-lo em edifícios existentes. A introdução dos equipamentos respeitará sempre as pré-existências, sendo que em nenhum dos casos projetados a sua inclusão implica a eliminação de muros, demolição de edifícios ou alteração de elementos e percursos de reconhecido valor. Sempre que se verifique que a diferença de cotas a vencer implica a introdução de um elemento vertical de grandes dimensões (no caso dos elevadores), e com vista a reduzir o seu impacto, a solução passará por desdobrar os equipamentos vencendo o desnível por tramos. As soluções mecânicas funcionarão sempre como complemento às soluções convencionais, não podendo em caso algum constituir a única solução de percurso. Os projetos de especialidades deverão procurar minimizar a presença de cabos e armários técnicos. O projeto de iluminação prevê o reforço das luminárias nas zonas dos equipamentos, por forma aumentar a segurança dos locais. Quanto às caixas de visita deverão, sempre que possível, seguir o mesmo alinhamento e integrar-se no desenho de pavimento, de modo a evitar interrupção de elementos de composição como: lajetas, guias de granito ou degraus. As caixas de visita deverão ainda ser revestidas com o mesmo material do tramo de pavimento onde se inserem, de modo a minimizar a sua presença. Propõe-se a instalação de sistemas de videovigilância que garantam a segurança e preservação dos utentes e dos equipamentos. A intervenção objecto desta candidatura está devidamente pormenorizada no ponto 6 da memória descritiva complementar, bem como nas memórias descritivas e justificativas dos anteprojetos.

Data de conclusão 22.05.2024

Valor de financiamento 2 milhões €

O projeto “Reabilitação de edifícios - Reabilitar para Incluir (Espaço Público) - 1.ª fase” integra um dos eixos estratégicos traçados pelo Município de Vila Nova de Gaia e visa promover a valorização paisagística do espaço público envolvente aos empreendimentos sociais, a recuperação e apetrechamento desses espaços com equipamentos sociais e de lazer, apostando na criação de espaços cultiváveis próximos das habitações que promovam a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das famílias residentes no Parque Habitacional Social. A operação pretende prevenir, atenuar, corrigir e combater situações de risco, mas não é um fim em si mesmo. Foi pensado e será executado no sentido de completar e potenciar as ações definidas no Plano Estratégico para o Desenvolvimento Urbano aprovado, conferindo às áreas de intervenção novas estruturas, recursos e competências e pretende ser um meio para que a comunidade possa prosseguir e aprofundar autonomamente, no futuro, o trabalho iniciado nesta operação. Na prossecução destes objetivos, foram definidos um conjunto de atividades a desenvolver no espaço público envolvente aos empreendimentos de habitação, articuladas entre si, procurando através da dimensão física dos espaços impulsionar e veicular a dimensão social de quem lá reside. A proposta de intervenção “Reabilitação de edifícios - Reabilitar para Incluir – (Espaço Público) - 1.ª fase” assenta nas seguintes atividades estratégicas: 1- Tratamento paisagístico dos espaços envolventes aos empreendimentos sociais A proposta de intervenção para a atividade de tratamento paisagístico dos espaços verdes envolventes aos empreendimentos sociais inclui as atividades seguintes: Tratamento paisagístico com uma área superior a 49.500 m2; Homogeneização dos espaços verdes dos empreendimentos, especialmente no que diz respeito aos canteiros de enquadramento às fachadas dos edifícios, com densificação da vegetação; Introdução de vegetação arbórea, considerada como elemento primordial e potencialmente mais duradouro da estrutura verde no espaço urbano; Replantação das caldeiras, nomeadamente aquelas onde se verifica falta de vegetação; Ao nível dos estratos arbustivos, sub-arbustivo e herbáceo, propõe-se espécies predominantemente autóctones, com níveis de manutenção mais baixos e com maior adaptabilidade ao local; Plantação de arbustivas ou sub-arbustivas nos limites de canteiros, de forma a poder dispensar o uso de cercas e vedações; Diminuição das dimensões de relvados existentes. 2- Dotar os espaços com equipamentos sociais e de lazer A operação integra a reabilitação de todos os polidesportivos existentes no Parque Habitacional Social, localizados no empreendimento de D. Manuel Martins, Oliveira do Douro; Eusébio da Silva Ferreira, Serzedo; Perosinho, Perosinho; Rosa Mota e Padre Américo, Canelas; General Ramalho Eanes e Boa Nova, Valadares; Coronel Pinto Simões e Dr. Barbosa de Melo, Canidelo; Dr. Mota Amaral, Arcozelo; Alberto Martins Andrade, S. Félix da Marinha, e D. Armindo Lopes Coelho, Olival. As infraestruturas desportivas pré-existentes apresentam níveis de degradação diferentes, tendo sido necessário a realização de um levantamento da situação de cada equipamento e a respetiva elaboração de propostas de correção individualizadas, das quais se destacam as seguintes intervenções comuns aos equipamentos: Retificação do pavimento de betão poroso; Reparação e pintura do piso, em tom verde, na marcação das linhas, em tom branco, Recuperação ou substituição de balizas, reparação de redes, vedações e portas. Na prossecução do objetivo estratégico do Município, a operação contempla ainda a construção de um equipamento desportivo no empreendimento de Balteiro, em Vilar de Andorinho, considerando a inexistência deste equipamento no empreendimento e a necessidade de valorizar o espaço público envolvente com a capacidade para a sua construção. 3- Incentivar a utilização dos espaços verdes para a criação/exploração de hortas comunitárias A implementação das hortas comunitárias nos empreendimentos sociais visa responder ativamente à crescente procura de espaços de cultivo para a prática da agricultura sustentável. As hortas comunitárias dos empreendimentos sociais de Vila Nova de Gaia vão conhecer um novo ciclo de valorização, no âmbito do programa de reabilitação em curso do espaço público envolvente ao Parque Habitacional Social. A intervenção proposta visa melhorar estes espaços ao nível da estrutura construtiva e ao nível da substituição de materiais impróprios existentes, a fim de se assegurar a sua finalidade, prevendo-se ainda a construção de três hortas comunitárias nos empreendimentos sociais Padre Américo, na Freguesia de Canelas, General Ramalho Eanes, na União de freguesias de Gulpilhares e Valadares e na Cova da Loba II, na Freguesia de Canidelo. Prevê-se ainda a reabilitação de duas hortas comunitárias nos empreendimentos sociais Dr. Mário Cal Brandão, na Freguesia de Avintes, e em Alberto Martins Andrade, na Freguesia de São Félix da Marinha. A intervenção tem subjacente a realização dos seguintes trabalhos: Movimentação de terras; Fornecimento e montagem de vedações em rede; Fornecimento e execução de sementeiras de prado de sequeiro; Plantações de árvores; Instalação de sistemas de rede de rega; Colocação de mobiliário urbano de exteriores. 4- Garantir o acesso a todos ao espaço público A intervenção “Reabilitação de edifícios - Reabilitar para Incluir – (Espaço Público) - 1.ª fase” procura garantir o acesso a todos ao espaço público, associando o projeto de melhoria das condições de acessibilidade aos projetos de requalificação dos espaços verdes, dos equipamentos desportivos e de lazer e das hortas comunitárias. Entendemos que a operação deverá por isso ser complementada com a instalação de plataformas elevatórias, sem casa de máquinas, no empreendimento social, D. Manuel Martins, na freguesia de Oliveira do Douro. Estes equipamentos serão colocados no espaço envolvente ao edifício tendo como função, para além da intrínseca, a de outdoor tendo como objetivo servir de painel de divulgação de imagens gráficas que retratam o bairro, contando histórias e vivências da população residente. Pretende-se que seja um painel de todos, em colaboração com todos e coordenado por artistas reconhecidos. Este modo de expressão, baseado nos princípios de “arte urbana” tem também como objetivo, melhorar a perceção da comunidade envolvente relativamente ao viver em habitação social.

Data de conclusão 20.08.2018

Valor de financiamento 1,76 milhões €

As ações a desenvolver no âmbito da presente candidatura para potenciar os modos suaves e promover a mobilidade urbana como um fator de regeneração urbana e inclusão social, através da melhoria da infraestrutura do modo "a pé", e da requalificação do espaço público incluem, entre outros, a criação de percursos pedonais em "caminho próprio" ou colmatação de troços de passeios já existentes, criando corredores contínuos e adequados a pessoas com mobilidade reduzida, a criação de passagens de peões rebaixadas, bem como a definição de um canal rodoviário mais estreito, nomeadamente nas ruas de provimento local, por forma a incentivar a diminuição das velocidades de circulação, nos seguintes locais: • RUA AMÉRICO OLIVEIRA • RUA DAS MOUTADAS • RUA HERÓIS DO ULTRAMAR (FASE 4) Para a implementação destas medidas está prevista a realização de trabalhos de demolições de pavimentos de qualquer natureza em passeios e outros similares, demolições de muros, fundações de passeios, revestimentos superficiais de passeios sobre as fundações existentes, lancis, sinalização rodoviária horizontal/vertical (marcas transversais em material termoplástico a quente, incluindo mobilização de meios e pré-marcação das marcas e aplicar, conforme peças desenhadas e condições técnicas), construção de muros, muros e blocos de betão, muros em betão ciclópico, gradeamento e corrimões. Entendemos que, a operacionalização desta ação terá, assim, especial impacto no alcance dos objetivos definidos no Acordo de Parceria Portugal 2020, contribuindo simultaneamente para o domínio de intervenção “ciclovias e vias pedonais”, plenamente alinhada com a estratégia Portugal 2020 (definindo as intervenções, os investimentos e as prioridades de financiamento necessárias para promover no nosso país o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo e o cumprimento das metas da Europa 2020).

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 1,14 milhões €

A operação em causa destina-se à reabilitação de edifícios no núcleo ribeirinho do lugar do Esteiro em Avintes, integrando a reabilitação de quatro construções e a requalificação do espaço público envolvente deste Núcleo Histórico. As três componentes inseridas nesta operação são: - Aquisição de quatro construções para reabilitar, necessárias à concretização da operação; - Empreitada de reabilitação das quatro construções; - Empreitada de requalificação do espaço público da área envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas. Os projetos referente à reabilitação das quatro construções e à requalificação do espaço público envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas foram aprovados globalmente em 20-12-2017. No que se refere à reabilitação urbana do núcleo ribeirinho do Esteiro, esta é uma das intervenções previstas em vários instrumentos de ordenamento municipais: - no projeto municipal ‘Encostas do Douro’ onde se prevê a reabilitação e regeneração dos núcleos ribeirinhos, associada a obras de requalificação do espaço público já concluídas e outras em curso ao longo da frente ribeirinha do rio Douro; - no PEDU, mais especificamente no PARU, na ficha com a referência ‘COD: RU/11’, designada ‘Reabilitação de edifícios nos núcleos ribeirinhos’, onde se prevê a reabilitação do Lugar do Esteiro e dos edifícios existentes, nomeadamente destinados a habitação como forma de valorização daquele lugar e de responder às carências das comunidades locais; - na delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) das Encostas do Douro, onde este núcleo urbano se insere; - e mais recentemente no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana da Operação de Reabilitação Urbana (ORU) da Área Envolvente ao Areinho de Avintes que se encontra em fase final de aprovação pela Câmara e Assembleia Municipal, o qual prevê no seu programa de ação a operação que está a candidatar-se, no sentido de permitir o realojamento de população residente na área próxima deste local. Como se especificará adiante, dado o envelhecimento da população e o abandono destes pequenos aglomerados, as construções existentes neste local têm vindo a ser progressivamente desocupadas e encontram-se maioritariamente em mau estado de conservação. Face a esta degradação e uma vez que não se vislumbra interesse por parte da iniciativa privada para a reabilitação destas casas, o Município de Vila Nova de Gaia pretende assumir essa responsabilidade. Daí que a primeira componente desta operação consista na aquisição de quatro construções (anteriores a 1951, desocupadas e em mau estado) para reabilitar, as quais são fundamentais para a concretização desta operação e que se espera venham a constituir-se como intervenção âncora, alavancando outras ações de regeneração urbana neste núcleo e na sua envolvente. No que se refere ao processo de aquisição dos 4 prédios que se encontra a decorrer, foi obtida a autorização dos proprietários respetivos relativamente à execução da intervenção, bem como o compromisso de venda dos mesmos em caso de aprovação da candidatura. Tal informação é apresentada nos documentos de legitimidade da operação. A segunda componente desta operação, complementar da anterior, refere-se à empreitada de reabilitação integral de construções existentes devolutas a destinar a habitação. Salienta-se que as 4 construções a reabilitar manterão o seu aspeto original na fachada principal voltada para a Rua do Esteiro. As fachadas das construções voltadas para a foz do rio Febros apresentam alterações/ampliações que serão eliminadas e reposta a morfologia inicial. Em termos de solução técnica, manter-se-ão as paredes resistentes e pavimentos que forem constituídos por lajes de betão armado. Os restantes pavimentos serão construídos de novo devido aos existentes se encontrarem totalmente degradados. Uma das construções que se encontra parcialmente demolida será reconstruida com base em paredes exteriores de alvenaria de pedra de granito à semelhança da construção original. A compartimentação interior será a definida no projeto em anexo e os materiais de acabamento serão escolhidos no âmbito do projeto de execução a desenvolver, optando-se nos pisos térreos por utilizar materiais que sejam resistentes à água, dado que existe o risco de virem a ser afetados em caso de ocorrência de cheias, pela sua proximidade ao rio Douro. A terceira componente desta operação visará a execução dos trabalhos de instalação de infraestruturas e requalificação do pavimento do troço poente da Rua do Esteiro, próximo do Cais do Esteiro, que serve este núcleo ribeirinho e o conjunto das quatro construções que serão objeto da intervenção de reabilitação urbana referida acima e a promover pelo Município de forma coordenada com esta obra. Dadas as características deste troço da Rua do Esteiro, pretende-se preservar e valorizar as pré-existências, nomeadamente os pavimentos, muros de pedra, fontanário, cruzeiro, etc. Devido à quantidade de infraestruturas novas a instalar e também à necessidade de remover as que vão ser substituídas por estarem obsoletas, o pavimento desta rua terá de ser totalmente levantado para se proceder aos trabalhos necessários. Os materiais que atualmente constituem o pavimento deste arruamento, que se pretende preservar, serão removidos, armazenados e aplicados posteriormente. Conforme indicado no projeto anexo, na requalificação do espaço público serão utilizados materiais idênticos aos pré-existentes mas segundo um desenho mais definido e mais coerente, ou seja na zona central da rua manter-se-á o pavimento a paralelo de granito e as bermas o lajeado pré-existente. O espaço público situado a poente das construções, adjacente ao rio Febros será pavimentado a lajeado regular de granito de estereotomia variável. O canal de drenagem existente do lado nascente da Rua do Esteiro será outra das componentes tradicionais a manter e reabilitar, garantindo também a drenagem das águas residuais pluviais. Nesta intervenção está prevista a instalação das seguintes infraestruturas em substituição das existentes: - Instalação de rede de drenagem de águas residuais domésticas que funcionará por drenagem gravítica até uma Estação Elevatória a construir no final desta rede e instalação de uma Conduta Elevatória que conduzirá as águas residuais domésticas até uma Caixa de Dissipação de Energia existente a nascente, na Rua Mário Mendes da Costa; - Instalação de nova rede de distribuição de água; - Instalação de rede subterrânea de infraestruturas de iluminação pública e de distribuição de energia elétrica; - Instalação de rede de infraestruturas de telecomunicações; - Instalação de uma canalização no interior da Quinta dos Frades (a sul / poente da área de intervenção) para desvio do efluente do rio Jorgim que atualmente percorre precariamente um canal de drenagem existente na berma da Rua do Esteiro.

Data de conclusão 05.09.2023

Valor de financiamento 1,13 milhões €

A linha de ação definida, assenta na evolução tecnológica de algumas plataformas existentes e simultaneamente na otimização de “áreas específicas”, algumas das quais, com enorme impacto na vida e qualidade de vida dos cidadãos, como a Inclusão Social e outras no sentido de otimizar procedimentos e processos como são o caso do Atendimento Multicanal com a implementação do Balcão Virtual. Na vertente das Tecnologias de Informação, uma aposta clara na otimização de circuitos e reengenharia de processos, desmaterialização absoluta, rapidez e fluidez no tratamento da informação, de uma forma célere e transparente. Democratizar e descentralizar o acesso a serviços da autarquia, alargar horizontes em demais serviços públicos do concelho, nomeadamente Juntas de freguesia e IPSS, fomentando o uso de meios computacionais eletrónicos, são também, objetivos do projeto. A partilha de informação eletrónica, através da computação em Cloud, entre a Autarquia e várias Entidades Locais e Nacionais, é uma das mais-valias deste projeto permitindo, uma significativa redução de custos de comunicação e um acesso a informação crítica e valiosa, de uma forma imediata. Neste contexto, a existência de uma rede física de Fibra-Ótica Municipal, associada a uma estratégia de interoperabilidade de sistemas, possibilitará a criação de um “Balcão Virtual” único de atendimento, conseguindo-se racionalizar recursos humanos e materiais e aumentar a produtividade. A tipologia da operação proposta está enquadrada, no âmbito da “Promoção das TIC na administração e serviços públicos” - AVISO Nº NORTE-50-2016-12, nomeadamente na disponibilização de serviços públicos eletrónicos de âmbito regional e local, direcionados para o cidadão e para as empresas, que proporcionem formas flexíveis e personalizadas de interagir com a AP e uma diminuição de custos de contexto, da criação das condições técnicas e institucionais necessárias ao desenvolvimento do governo electrónico na região e à articulação entre entidades em matéria de redes e serviços TIC, através da adoção de soluções que permitam construir serviços públicos digitais abertos, flexíveis e interoperáveis e aplicação de TIC como instrumento de mudança para melhorar processos organizacionais, reduzir custos administrativos de entidades públicas da região, através da adoção de soluções que promovam uma maior eficiência interna dos serviços públicos. Como indicadores podemos assumir tratar-se de um projeto consistente e indispensável para uma efetiva modernização no relacionamento da Administração Local com a comunidade em geral, pelo que entendemos ser todo o universo populacional de Vila Nova de Gaia, beneficiado com tal investimento. ESPECIFICAÇÃO DAS AÇÕES 1º Gaia+Inclusiva: A criação de infra-estrutura municipal de comunicações em fibra-óptica, assente numa solução Voip para voz, permitirá uma comunicação permanente e em tempo real das diferentes áreas que compõem o Universo Autárquico, reduzindo simultaneamente os custos de contextos associados e facilitando significativamente a partilha, acesso e disponibilização de informação. Por razões estratégicas que também se prendem com o necessário acompanhamento dos trabalhos, esta rede será instalada em 4 fases, que ligarão em estrela, sítios estratégicos de âmbito e competências Municipais. Esta acção será acompanhada de uma Consultoria/Auditoria de Segurança Informática no sentido de potenciar a eficiência da rede, optimizando em termos de performance e garantindo uma eficácia total. Com o nível necessário de integração ao nível do back-office dos websites, estamos certos optimizar significativamente a estrutura actual e com isso aumentar significativamente o número de visitantes, fruto de uma maior dinâmica dos conteúdos disponibilizados e do acréscimo de serviços on-line. 2º “Balcão Virtual”, computação em cloud e desmaterialização processual A desmaterialização de componentes processuais, associadas à reengenharia de processos é permanente, numa Sociedade de Informação. Associada a estes princípios, é incluída nesta candidatura uma atualização tecnológica das plataformas aplicacionais existentes de Workflow e gestão documental, Balcão de Atendimento e de ERP, no sentido de garantir adequabilidade e interoperabilidade operacional, desenvolvimento aplicacional de uma plataforma integradora de “Balcão Virtual”, de desmaterialização absoluta das reuniões de câmara, de integração de faturação eletrónica e de eficácia operacional de serviços específicos, nomeadamente Fiscalização e Polícia Municipal, fomentando-se significativamente, a e-administração, a e-cidadania e a e-participação dos cidadãos. Será potenciado o atendimento público, de âmbito municipal, sendo que a vertente Internet terá uma importância preponderante, através da disponibilização de informação e serviços on-line, nomeadamente através da submissão de formulários. Esta ação será abrangedora nas suas diversas componentes e ampla no âmbito, uma vez que a envolverá aspetos de back-office e de front-office, que resultarão em benefícios concretos para o todo o universo municipal, contribuirá decididamente para serviços públicos mais eficazes e eficientes e maior satisfação de todas as Entidades que se relacionam com o Universo Municipal, reduzindo significativamente a Burocracia Administrativa.

Data de conclusão 24.07.2020

Valor de financiamento 932,17 mil €

As obras de reabilitação energética do empreendimento de habitação social D. Armindo Lopes Coelho – Olival - Vila Nova de Gaia, conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente na prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. As necessidades de intervir nos edifícios são uma constante, essencialmente em intervenções de manutenção ou reparação pontual, uma vez que a grande maioria dos edifícios foram construídos nos últimos 15 anos, não sendo normal a necessidade de reabilitação profunda. No caso concreto do empreendimento D. Armindo Lopes Coelho a construção dos empreendimentos ocorreu no final da década de 90, sendo que passado quase 20 anos sobre a mesma os edifícios exibem agora evidências de degradação intermédia, com fissuração dos revestimentos de fachadas e sinais de infiltração de águas pluviais na cobertura e de desadequação aos padrões construtivos atuais, sendo de salientar os aspetos a seguir elencados: - Dentro dos problemas que motivam uma intervenção urgente e avultada neste empreendimento, está o surgimento de uma série de patologias construtivas resultantes do natural decorrer do tempo e da resultante deterioração dos materiais do edifício, seja no que toca às coberturas como às fachadas. Face a este cenário, torna-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos dos edifícios, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas atuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores do empreendimento. - As soluções construtivas adotadas e características dos métodos utilizados à época, associada às limitações orçamentais da habitação económica, tornam-se cada vez mais distantes dos atuais padrões de qualidade. Consequentemente, estes oferecem condições de conforto térmico longe dos padrões atuais, e constituem, cada vez mais, um fator de agravamento das faturas energéticas dos moradores dos fogos integrados neste empreendimento, contribuindo para a sobrecarga nos orçamentos domésticos desta população, já, por si, carenciada, tratando-se, na maior parte dos casos, de situações de idosos com fontes de rendimento muito limitadas. Como fatores determinantes no fraco desempenho energético do edifício, destacam-se as soluções de fachada e de cobertura com soluções de isolamento desajustadas dos atuais requisitos mínimos obrigatórios e dos padrões de conforto definidos para a habitação. Esta sobrecarga na fatura energética dos moradores do empreendimento traduz-se diretamente em elevados consumos energéticos e consequentemente no agravamento do impacto deste conjunto edificado sobre meio ambiente, sendo fundamental a integração de princípios de sustentabilidade energético-ambiental no ambiente urbano, onde os edifícios assumem hoje uma significativa importância como garante do equilíbrio ambiental, social e económico, constituindo esta uma das áreas de ação estratégica estabelecida pela Comissão Europeia (CE). Por outro lado, o défice de qualidade da envolvente térmica destes edifícios potencia uma maior ocorrência de problemas de saúde, na faixa de população mais carenciada, já que estes não possuem, muitas vezes, meios capazes de dar resposta às necessidades de climatização para aquecimento do ambiente e fazer face às temperaturas que se fazem sentir durante toda a época de inverno. - Em termos urbanísticos, pela localização geográfica do empreendimento e visibilidade significativa que apresenta, o seu atual estado de envelhecimento e deterioração constitui um fator de desvalorização paisagística do local, sendo fundamental rever a imagem deste conjunto tanto no sentido de beneficiar o seu impacto ao nível desta área da cidade como de revitalização e motivação dos seus habitantes. Considerando o diagnóstico atrás resumido, surge como evidente a necessidade de intervir neste empreendimento de forma profunda e abrangente. Assim, propõe-se a execução de obras de reabilitação na totalidade dos edifícios, que deverão ser de natureza equivalente em todos eles e que se centram fundamentalmente na reabilitação construtiva, beneficiação térmica e revitalização estética de todo o invólucro exterior do empreendimento, com soluções que permitam o aumento da durabilidade dos edifícios, prevendo-se os seguintes pontos de intervenção: Reabilitação de fachadas – reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios, sistema que deverá cumprir com a aprovação técnica europeia (European Technical Approval - ETA). - Reabilitação de fachadas – reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios, sistema que deverá cumprir com a aprovação técnica europeia (European Technical Approval - ETA). - Reabilitação de coberturas - aplicação de revestimento exterior em painel sandwich sobre a cobertura exterior, criando assim um desvão e transformando a cobertura exterior em interior. Previamente a este procedimento terá que ser retirado o isolamento existente da cobertura e reforça-lo através da colocação de 10cm de lã mineral com uma densidade de 35-100Kg/m3, na parte superior da laje horizontal de esteira, eliminado as coberturas planas dos Blocos 1,5,6,7,8,9,10 e 11. À semelhança das fachadas também o isolamento da cobertura permitirá reduzir a transferência de calor e corrigir patologias construtivas tais como infiltrações. - Isolamento de lajes de pavimento em contacto com desvão - Colocação de isolamento térmico sob o pavimento interior em contacto com o desvão sanitário nas frações de habitação localizadas no piso do rés-do-chão, na separação da envolvente da área útil com um local não aquecido, permitindo reduzir as perdas energéticas no inverno, através deste elemento da envolvente interior. - Isolamento das paredes interiores interior em contacto com desvão sanitário - Isolamento do pavimento em contacto com o desvão sanitário, através da colocação de cerca de 8cm de espuma de poliuretano projetado (PUR), pelo exterior das paredes interiores em contacto com o espaço não útil. Com esta medida, consegue-se uma redução das necessidades nominais de energia útil para aquecimento nas habitações, com reflexo significativo na redução de emissões de CO2, de acordo com os estudos patentes nos certificados energéticos realizados para as diferentes tipologias.

Data de conclusão 24.11.2023

Valor de financiamento 885,1 mil €

A operação em causa destina-se à reabilitação de edifício no núcleo ribeirinho do lugar do Espinhaço em Avintes, integrando a reabilitação de uma construção (com 3 fogos) e a requalificação do espaço público envolvente deste Núcleo Histórico. A construção a reabilitar terá uma área bruta de construção de 390 m2 e o espaço público a requalificar uma área de 2.800 m2. As três componentes inseridas nesta operação são: - A aquisição de uma construção para reabilitar, indispensável à concretização da operação; - A empreitada de reabilitação da construção; - A empreitada de requalificação do espaço público da área envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas. Os projetos referentes à reabilitação da construção e à requalificação do espaço público envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas, foram aprovados globalmente em 20-12-2017. No que se refere à reabilitação urbana do núcleo ribeirinho do Espinhaço, esta é uma das intervenções previstas em vários instrumentos de ordenamento municipais: - no projeto municipal ‘Encostas do Douro’ onde se prevê a reabilitação e regeneração dos núcleos ribeirinhos, associada a obras de requalificação do espaço público já concluídas e outras em curso ao longo da frente ribeirinha do rio Douro; - no PEDU, mais especificamente no PARU, na ficha com a referência ‘COD: RU/11’, designada ‘Reabilitação de edifícios nos núcleos ribeirinhos’, onde se prevê também a reabilitação do Lugar do Esteiro e dos edifícios existentes, nomeadamente destinados a habitação como forma de valorização daquele lugar e de responder às carências das comunidades locais. De salientar que na página 40 do relatório do PARU, na descrição desta ação é referido “O cumprimento dos objetivos inclui o esforço que o Município pretende desenvolver no incentivo ao investimento privado e à atração de novas dinâmicas económicas, designadamente na reabilitação do edificado dos lugares do Esteiro e do Espinhaço, …. do lugar de Arnelas e do núcleo urbano de Crestuma, … e das quintas que envolvem todos estes tecidos urbanos.” - na delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) das Encostas do Douro, onde este núcleo urbano se insere; - e mais recentemente no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana da Operação de Reabilitação Urbana (ORU) da Área Envolvente ao Areinho de Avintes que se encontra em fase final de aprovação pela Câmara e Assembleia Municipal, o qual prevê no seu programa de ação a operação que está a candidatar-se, no sentido de permitir o realojamento de população residente na área próxima deste local. Como se especificará adiante, dado o envelhecimento da população e o abandono destes pequenos aglomerados, as construções existentes neste lugar têm vindo a ser sucessivamente desocupadas e encontram-se num processo progressivo de degradação do estado de conservação. Face a esta degradação e uma vez que não se vislumbra interesse por parte da iniciativa privada para a reabilitação destas casas, o Município de Vila Nova de Gaia pretende imprimir um forte impulso na inversão da tendência de degradação, assumindo desde logo a responsabilidade direta de reabilitar uma construção com valor histórico e patrimonial que constitui uma referência no lugar. Daí que a primeira componente desta operação consista na aquisição da referida construção (anterior a 1951 e em estado de pré ruina) para reabilitar, a qual é fundamental para a concretização desta operação, que se espera venha a constituir-se como intervenção âncora, alavancando outras ações de regeneração urbana neste núcleo e na sua envolvente. No que se refere ao processo de aquisição desta construção que se encontra a decorrer, foi obtida a autorização dos proprietários respetivos relativamente à execução da intervenção, bem como o compromisso de venda da mesma em caso de aprovação da candidatura. Tal informação é apresentada nos documentos de legitimidade da operação. A segunda componente desta operação, complementar da anterior, refere-se à empreitada de reabilitação integral da referida construção (em estado de pré ruina), a destinar a habitação. Salienta-se que a construção a reabilitar manterá o seu aspeto e morfologia originais. Em termos de solução técnica, manter-se-ão as paredes resistentes exteriores existentes. Os pavimentos interiores de madeira e as paredes interiores de tabique colapsaram e tombaram para o interior do edifício, sendo necessária a sua remoção integral, bem como da totalidade da cobertura que não oferece garantia de segurança. Será reconstruida a parte da parede exterior que desmoronou anteriormente e será construída uma estrutura de betão armado interior ao edifício para garantir a solidez do conjunto. A compartimentação interior será a definida no projeto em anexo e os materiais de acabamento serão escolhidos no âmbito do projeto de execução a desenvolver. Dada a dimensão desta construção, nela serão construídos 3 fogos de tipologia T4. A terceira componente desta operação visará a execução dos trabalhos de instalação de infraestruturas e requalificação do pavimento dos arruamentos do casco histórico do Espinhaço que servem a construção que o Município vai assumir a responsabilidade de reabilitar, bem como um conjunto de construções cujos proprietários o Município apoiará em termos de incentivos fiscais e financeiros, bem como através de um Programa de Financiamento para desenvolvimento de ações de reabilitação urbana, de forma coordenada com esta obra. A requalificação do Espaço Público referida engloba parte da Rua Miguel Bombarda, Rua dos Restauradores, Calçada da Praia e Rua dos Pescadores. Devido à quantidade de infraestruturas novas a instalar e também à necessidade de remover as que vão ser substituídas por estarem obsoletas, o pavimento destes arruamentos terá de ser totalmente levantado para se proceder aos trabalhos necessários. Os materiais originais que atualmente constituem o pavimento destes arruamentos, que se pretendem preservar, serão removidos, armazenados e na sua maioria aplicados posteriormente. Conforme indicado no projeto anexo, na requalificação do espaço público serão utilizados materiais idênticos aos pré-existentes mas segundo um desenho mais definido e mais coerente, tendo em conta a inclinação de alguns deste arruamentos, garantindo melhores condições de acessibilidade e segurança na circulação pedonal permitindo, nomeadamente, maior facilidade na movimentação da população idosa. Nesta intervenção está prevista a instalação das seguintes infraestruturas, algumas em substituição das existentes: - Instalação de rede de drenagem de águas residuais pluviais (tão reclamada pela população residente que sofre inundações em situações de maior pluviosidade) - Instalação de nova rede de distribuição de água; - Instalação de rede subterrânea de infraestruturas de iluminação pública e de distribuição de energia elétrica; - Instalação de rede de infraestruturas de telecomunicações.

Data de conclusão 31.05.2023

Valor de financiamento 833,63 mil €

A operação tem por objetivo a reabilitação energética integral dos empreendimentos de habitação social Ruy de Carvalho, na freguesia de Vilar do Paraíso e Bela, na freguesia da Madalena e a reabilitação energética das coberturas dos empreendimentos de habitação social Manuel Pacheco Miranda, na freguesia de Canidelo e Monte Crasto, na freguesia de Sandim, no Concelho de Vila Nova de Gaia. As obras de reabilitação energética previstas nos quatro empreendimentos de habitação social de Vila Nova de Gaia conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente na prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. As necessidades de intervenção no parque habitacional social de Vila Nova de Gaia são uma constante, essencialmente em intervenções de manutenção ou reparação pontual, uma vez que a grande maioria dos edifícios foram construídos nos últimos 15 anos. No caso concreto dos empreendimentos Ruy de Carvalho, Bela Vista os edifícios exibem evidências de degradação intermédia, com fissuração dos revestimentos de fachadas e sinais de infiltração de águas pluviais nas coberturas e de desadequação aos padrões construtivos atuais. Relativamente aos empreendimentos sociais Manuel Pacheco Miranda e Monte Crasto os conjuntos habitacionais revelam especial degradação ao nível das infiltrações de águas pluviais nas coberturas, bem como desadequação aos padrões construtivos atuais. Considerando a evidente necessidade de intervir nestes empreendimentos de forma profunda e abrangente foram desenvolvidos os respetivos anteprojetos reabilitação tendo por objetivo dar resposta às problemáticas identificadas, em cada empreendimento, contribuindo para a beneficiação das condições de segurança e salubridade das construções, melhoria das condições de conforto térmico e aumento do desempenho energético-ambiental destes edificados, aproveitando a oportunidade para introduzir uma valorização estética da imagem dos empreendimentos sociais. Os anteprojetos de requalificação energética aprovados baseiam-se numa estratégia planeada e integrada de reabilitação urbana, centrada na melhoria das condições de eficiência energética em habitações sociais existentes, visando atingir os seguintes objetivos: - Resolução das principais anomalias existentes, em particular das condensações e infiltrações das águas da chuva; - Requalificação arquitectónica do edificado e do meio urbano envolvente, beneficiando o conforto das famílias residentes e estimulando um acréscimo da estima dos moradores pelas suas habitações e pelos conjuntos habitacionais; - Redução dos consumos de energia e dos custos associados à fatura energética dos agregados familiares. Com vista à resolução dos problemas de maior destaque, e por forma a atingir os objetivos definidos, ou seja, potenciar uma redução do consumo de energia dos agregados familiares em particular ao nível dos consumos para climatização ambiente garantindo a melhoria do desempenho e da classe energética dos fogos de habitação social, encontram-se prevista a execução das seguintes medidas e soluções técnicas específicas: 1- Reabilitação energética integral dos nos empreendimentos de habitação social Ruy de Carvalho, Vilar do Paraíso e Bela Vista, Madalena: Reabilitação de fachadas – Intervenção nas fachadas dos edifícios, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios. Melhoria substancial ao nível da envolvente, reduzindo a transferência de calor e corrigindo patologias construtivas tais como infiltrações. Reabilitação de coberturas - Aplicação de revestimento em painéis de chapa sandwich pré-lacada, ou seja, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, sobre uma estrutura metálica complementar, promovendo a alteração da configuração da cobertura existente, eliminado coberturas planas. Introdução de isolamento térmico sobre a laje de esteira. A aplicação de isolamento reduz as trocas térmicas, diminuindo as necessidades de aquecimento e reduzindo os riscos de ocorrência de condensações, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação. Redução da permeabilidade ao ar de janelas - Encerramento parcial de grelhas de ventilação permanente existentes nos vãos envidraçados exteriores, através da colocação de chapa metálica, fixa pelo lado interior, reduzindo a área de permuta de ar para o valor mínimo legal exigido para garantia das condições de segurança de funcionamento do esquentador instalado na cozinha. Esta medida permite um melhor controlo das trocas térmicas entre interior e exterior, reduzindo as perdas de calor por estes elementos, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação, com benefícios elevados na estação de inverno. Isolamento térmico de pavimentos em contacto com exterior – Isolamento térmico da face inferior de pavimentos da envolvente em contacto com o exterior. 2- Reabilitação energética das coberturas dos empreendimentos de habitação social Manuel Pacheco Miranda, Canidelo e Monte Crasto, Sandim: Reabilitação de coberturas - Aplicação de revestimento em painéis de chapa sandwich pré-lacada, ou seja, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, sobre uma estrutura metálica complementar, promovendo a alteração da configuração da cobertura existente, eliminado coberturas planas. Introdução de isolamento térmico sobre a laje de esteira. A aplicação de isolamento reduz as trocas térmicas, diminuindo as necessidades de aquecimento e reduzindo os riscos de ocorrência de condensações, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação. As medidas de melhoria de eficiência energética a adotar e implementar foram devidamente estudadas, verificando-se sempre a compatibilidade física e arquitetónica de cada uma das soluções com eventuais limitações resultantes da legislação em vigor ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, assegurando ainda as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade, promovendo um correto enquadramento arquitetónico e paisagístico das obras de requalificação urbana.

Data de conclusão 02.10.2023

Valor de financiamento 816,2 mil €

A operação em causa destina-se à reabilitação de edifício no núcleo ribeirinho do lugar do Arnelas em Olival, integrando a reabilitação de uma construção (com 1 fogo) e a requalificação do espaço público envolvente deste Núcleo Histórico. A construção a reabilitar terá uma área bruta de construção de 80 m2 e o espaço público a requalificar uma área de 2.450 m2. As três componentes inseridas nesta operação são: - A aquisição de uma construção para reabilitar, indispensável à concretização da operação; - A empreitada de reabilitação da construção; - A empreitada de requalificação do espaço público da área envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas. Os projetos referentes à reabilitação da construção e à requalificação do espaço público envolvente, incluindo a remodelação das infraestruturas, foram aprovados globalmente em 20-12-2017. No que se refere à reabilitação urbana do núcleo ribeirinho de Arnelas, esta é uma das intervenções previstas em vários instrumentos de programação e ordenamento municipais: - no projeto municipal ‘Encostas do Douro’ onde se prevê a reabilitação e regeneração dos núcleos ribeirinhos, associada a obras de requalificação do espaço público já concluídas e outras em curso ao longo da frente ribeirinha do rio Douro; - no PEDU, mais especificamente no PARU, na ficha com a referência ‘COD: RU/11’, designada ‘Reabilitação de edifícios nos núcleos ribeirinhos’, onde se prevê também a reabilitação do Lugar do Esteiro e dos edifícios existentes, nomeadamente destinados a habitação como forma de valorização daquele lugar e de responder às carências das comunidades locais. De salientar que na página 40 do relatório do PARU, na descrição desta ação é referido “O cumprimento dos objetivos inclui o esforço que o Município pretende desenvolver no incentivo ao investimento privado e à atração de novas dinâmicas económicas, designadamente na reabilitação do edificado dos lugares do Esteiro e do Espinhaço, …. do lugar de Arnelas e do núcleo urbano de Crestuma, … e das quintas que envolvem todos estes tecidos urbanos.” - na delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) das Encostas do Douro, onde este núcleo urbano se insere; - e mais recentemente no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana da Operação de Reabilitação Urbana (ORU) da Área Envolvente ao Núcleo de Arnelas que se encontra em fase de elaboração, o qual prevê no seu programa de ação a operação que está a candidatar-se, no sentido de permitir o realojamento de população residente na área próxima deste local. Como se especificará adiante, dado o envelhecimento da população e o abandono destes aglomerados, muitas das construções existentes neste lugar têm vindo a ser sucessivamente desocupadas e encontram-se num processo progressivo de degradação do estado de conservação. Face a esta degradação e uma vez que não se vislumbra interesse por parte da iniciativa privada para a reabilitação destas casas, o Município de Vila Nova de Gaia pretende imprimir um forte impulso na inversão da tendência de degradação, assumindo desde logo a responsabilidade direta de reabilitar uma construção, em estado de ruina, localizada num núcleo com valor histórico e patrimonial de referência no lugar. Daí que a primeira componente desta operação consista na aquisição da referida construção (anterior a 1951 e em estado de ruina) para reabilitar, a qual é fundamental para a concretização desta operação, que se espera venha a constituir-se como intervenção âncora, alavancando outras ações de regeneração urbana neste núcleo e na sua envolvente. No que se refere ao processo de aquisição desta construção que se encontra a decorrer, foi obtida a autorização dos proprietários respetivos relativamente à execução da intervenção, bem como o compromisso de venda da mesma em caso de aprovação da candidatura. Tal informação é apresentada nos documentos de legitimidade da operação. A segunda componente desta operação, complementar da anterior, refere-se à empreitada de reabilitação integral da referida construção (em estado de ruina), a destinar a habitação. Salienta-se que a construção a reabilitar manterá, tanto quanto possível, o seu aspeto e morfologia originais. Em termos de solução técnica, manter-se-ão as paredes resistentes exteriores existentes. Será reconstruida a parte da parede exterior que foi removida e será construída uma estrutura de betão armado interior ao edifício para garantir a solidez do conjunto. A compartimentação interior será a definida no projeto em anexo e os materiais de acabamento serão escolhidos no âmbito do projeto de execução a desenvolver. Dada a dimensão reduzida desta construção, nela será criado 1 fogo. A terceira componente desta operação visará a execução dos trabalhos de instalação de infraestruturas e requalificação do pavimento dos arruamentos da parte do núcleo histórico de Arnelas que servem a construção que o Município vai assumir a responsabilidade de reabilitar, bem como um conjunto de construções cujos proprietários o Município apoiará em termos de incentivos fiscais e financeiros e através de um Programa de Financiamento para desenvolvimento de ações de reabilitação urbana, de forma coordenada com esta obra. A requalificação do Espaço Público referida engloba a Rua Santo António, Rua S. Mateus, escadas de Santo António e escadas de S. Mateus. Devido à quantidade de infraestruturas novas a instalar e também à necessidade de remover as que vão ser substituídas por estarem obsoletas, o pavimento destes arruamentos terá de ser totalmente levantado para se proceder aos trabalhos necessários. Os materiais originais que atualmente constituem o pavimento destes arruamentos que se pretendem preservar, serão removidos, armazenados e na sua maioria aplicados posteriormente. Conforme indicado no projeto anexo, na requalificação do espaço público serão utilizados materiais idênticos aos pré-existentes, mas segundo um desenho mais definido e mais coerente, tendo em conta a inclinação de alguns deste arruamentos, garantindo melhores condições de acessibilidade e segurança na circulação pedonal permitindo, nomeadamente, maior facilidade na movimentação da população com idade mais avançada que predomina. Nesta intervenção está prevista a instalação das seguintes infraestruturas, algumas em substituição das existentes: - Instalação de rede de drenagem de águas residuais pluviais na zona das escadas e melhoria das existentes nos arruamentos (tão reclamada pela população residente que sofre inundações em situações de maior pluviosidade) - Instalação de nova rede de distribuição de água; - Instalação de rede subterrânea de infraestruturas de iluminação pública e de distribuição de energia elétrica; - Instalação de rede de infraestruturas de telecomunicações.

Data de conclusão 26.10.2023

Valor de financiamento 717,22 mil €

A presente operação consiste na realização de um conjunto de obras de reabilitação energética nas coberturas dos empreendimentos de habitação social, Cova da Loba - Canidelo, D. António Ferreira Gomes - Serzedo, Dr. Francisco Pinto Balsemão - Sermonde, Lote 73 Vila d'Este – Vilar de Andorinho e Tabosa - Pedroso, em Vila Nova de Gaia, e conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente na prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. As frações de habitação social objeto da candidatura encontram-se integradas em 5 conjuntos habitacionais localizados em áreas centrais do município de Vila Nova de Gaia, com um peso significativo na imagem da urbe, pelo que a visível degradação que os edifícios apresentavam contribuía de forma negativa para a qualidade do ambiente, da paisagem envolvente assim como para a vida da comunidade residente. A operação de reabilitação em análise abarca a totalidade dos fogos que integram os cinco empreendimentos, abrangendo um total de 78 agregados familiares. As necessidades de intervir nos edifícios são uma constante, essencialmente em intervenções de manutenção ou reparação pontual, uma vez que a grande maioria dos edifícios foram construídos nos últimos 15 anos, não sendo normal a necessidade de reabilitação profunda. Os conjuntos habitacionais exibem evidências de degradação intermédia, sinais de infiltração de águas pluviais na cobertura e desadequação aos padrões construtivos atuais, sendo de salientar os aspetos a seguir elencados: 1- Dentro dos problemas que motivam uma intervenção urgente e avultada nestes empreendimentos, está o surgimento de uma série de patologias construtivas resultantes do natural decorrer do tempo e da resultante deterioração dos materiais dos edifícios, designadamente ao nível das coberturas. Face a este cenário, torna-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos dos edifícios, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas atuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores dos empreendimentos. 2- As soluções construtivas adotadas e características dos métodos utilizados, associadas às limitações orçamentais da habitação económica, tornam-se cada vez mais distantes dos atuais padrões de qualidade. Consequentemente, estes oferecem condições de conforto térmico longe dos padrões atuais, e constituem, cada vez mais, um fator de agravamento das faturas energéticas dos moradores dos fogos integrados nestes empreendimentos, contribuindo para a sobrecarga nos orçamentos domésticos desta população, já, por si, carenciada, tratando-se, na maior parte dos casos, de situações de idosos com fontes de rendimento muito limitadas. Como fatores determinantes no fraco desempenho energético do edifício, destacam-se as soluções de cobertura com soluções de isolamento desajustadas dos atuais requisitos mínimos obrigatórios e dos padrões de conforto definidos para a habitação. Considerando o diagnóstico atrás resumido, surge como evidente a necessidade de intervir nestes empreendimentos de forma profunda e abrangente, com vista à resolução dos problemas de maior destaque: - Revisão das coberturas com introdução de forte isolamento térmico; Assim, de modo a melhorar o desempenho energético dos edifícios, e por forma a atingir os objetivos definidos, ou seja, potenciar uma redução do consumo de energia dos aglomerados familiares em particular ao nível dos consumos para climatização ambiente e ao nível final de energia garantindo a melhoria do desempenho e da classe energética dos fogos de habitação social, prevê-se a reabilitação de coberturas pela aplicação de revestimento em painéis de chapa sandwich pré-lacada, ou seja, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, sobre uma estrutura metálica complementar, com consequente da alteração da configuração da cobertura existente, eliminado a cobertura plana, contemplando a colocação de isolamento térmico sobre a laje de teto das frações de habitação do último piso. O isolamento da cobertura permitirá reduzir a transferência de calor e corrigir patologias construtivas tais como infiltrações. A medida de melhoria de eficiência energética a adotar e implementar foi devidamente estudada, verificando-se sempre a compatibilidade física e arquitetónica de cada uma das soluções com eventuais limitações resultantes da legislação em vigor ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, assegurando ainda as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade, promovendo um correto enquadramento arquitetónico e paisagístico das obras de requalificação urbana.

Data de conclusão 20.12.2023

Valor de financiamento 651,33 mil €

O plano de ação “Reabilitação de edifícios - Reabilitar para Incluir - 2.ª fase” corresponde à segunda fase de uma intervenção programática, visando a requalificação integral dos edifícios e melhoria da eficiência energética das habitações, bem como, a reabilitação/ reconversão de um equipamento de utilização coletiva, em que sejam exercidas atividades e serviços de âmbito social. Esta operação contempla duas ações: Reabilitação do Empreendimento da Quinta dos Castelos e Reabilitação e reconversão do Edifício ELOS. No que respeita ao Empreendimento habitacional Quinta dos Castelos, localizado na União de Freguesia de Santa Marinha e São Pedro de Afurada, trata-se de uma construção que terá decorrido na década de 1980. Passados cerca de 30 anos sobre a mesma, os edifícios exibem agora evidências profundas de envelhecimento e de desadequação aos padrões construtivos actuais, tornando-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos dos edifícios, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas actuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores do empreendimento. Assim, propõe-se a execução de obras de reabilitação na totalidade dos 5 edifícios, que deverão ser de natureza equivalente em todos eles e que se centram fundamentalmente na reabilitação construtiva, beneficiação térmica e revitalização estética de todo o invólucro exterior do empreendimento, com soluções que permitam o aumento da durabilidade dos edifícios, prevendo-se os seguintes pontos de intervenção: reabilitação das coberturas e fachadas. Este revestimento deverá ser aplicado sobre um sistema composto de diferentes espessuras de placas de poliestireno, através das quais se pretende uma transformação significativa da imagem do empreendimento, apostando numa revitalização e requalificação estética do conjunto; reabilitação dos vãos envidraçados: Substituição das caixilharias existentes por caixilharias de elevado desempenho térmico, com ruptura térmica e vidro duplo, de modo a permitir o isolamento, controlo de infiltrações de ar e a melhoria do desempenho térmico dos espaços, contribuindo de forma significativa para a melhoria das condições de conforto dos moradores; beneficiação das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada: Execução de rampas de acesso exterior às zonas de entrada dos edifícios, de forma a vencer os actuais degraus, com altura elevada e que constituem o único acesso ao nível de rés-do-chão dos edifícios. Relativamente à reabilitação/reconversão do Edifício ELOS, o equipamento localiza-se na freguesia de Vilar de Andorinho e está inserido na zona recém-requalificada da urbanização de Vila D´Este. A zona urbana envolvente ao local onde se implanta o edifício objeto de reabilitação, tem vindo a ser requalificada ao longo do tempo mostrando ser um investimento sustentável com um impacto directo muito positivo na vida dos cidadãos, eliminando o estigma associado à degradação física do edificado e à marginalidade, contribuindo para uma crescente valorização urbana e paisagística desta área de cidade com benefícios evidentes na comunidade local. A construção do Edifício Elos terá decorrido na década de 1990, mas precisamente em 1993, com um programa delineado para ser um Centro de Educação Infantil, para crianças dos três aos seis anos de idade, contemplando um total de 100 alunos. Exibindo agora evidências profundas de envelhecimento e de abandono surgindo como evidente a necessidade de intervir neste equipamento de forma profunda e abrangente. Manifestada a vontade de dar uma nova vida a este edifício pela Junta de Freguesia de Vilar de Andorinho, uma vez que necessitam de um espaço multivalências para oferecer alguns serviços extra aos cidadãos, propõe-se substituir o programa original – infantário – por um programa que preencha os requisitos de um Centro Comunitário, onde estejam contemplados espaços como gabinetes de apoio social, salas para formação, espaços destinados ao Programa Escolhas, sala polivalente / auditório para receber eventos, e até um espaço reservado para um mercado social com apoio de uma cozinha. Assim, propõe-se a seguinte intervenção: reabilitação das coberturas: Substituição do sistema de coberturas, com a retirada dos painéis de fibrocimento e a sua substituição por painéis sandwich, incluindo a reabilitação da rede de drenagem de águas pluviais em mau estado; reabilitação das fachadas: Intervenção nas fachadas do edifício, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido "Sistema ETICS"; reabilitação dos vãos envidraçados: Colocação de caixilharias com ruptura térmica e vidro duplo, de modo a permitir o isolamento, controlo de infiltrações de ar e a melhoria do desempenho térmico dos espaços. Instalação de um sistema de sombreamento interior em substituição dos estores exteriores de enrolar e ao nível da segurança do edifício trabalhar com o desenho das caixilharias para limitar e dificultar a entrada de intrusos de maneira a não ter vãos envidraçados muito grandes o que também ajuda a controlar o custo da obra; beneficiação das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada: Execução de rampa de acesso exterior à zona de entrada de serviço do edifício; introdução de instalação sanitária própria para pessoas com mobilidade reduzida; reabilitação geral dos revestimentos: Substituição dos revestimentos actuais que se encontram danificados e execução de pinturas dos espaços interiores. Colocação de novos lambrins e colocação de novo revestimento nos tetos das salas; reabilitação geral dos pavimentos interiores: Utilização de pavimento vinílico nas zonas dos corredores, gabinetes e salas e utilização de pavimento cerâmico nas restastes divisões; reabilitação das instalações sanitárias: instalação de equipamentos sanitários e de todos os elementos necessários ao bom funcionamento destes espaços; reabilitação das infraestruturas: Execução de novas infraestruturas de redes de água e esgotos, alimentação de energia eléctrica, instalações telefónicas e telecomunicações, instalação de gás e segurança contra incêndios; reformulação dos arranjos exteriores-tratamento e delimitação das zonas ajardinadas, repavimentação de espaços exteriores, criação de um limite físico para o complexo Elos através de uma rede metálica.

Data de conclusão 30.05.2022

Valor de financiamento 557,62 mil €

A candidatura designada por “Requalificação urbana da Marginal Fluvial - Diogo Leite/Ramos Pinto/Cruz/Cais de Gaia” conforma uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente para o objetivo específico “Promover a qualidade ambiental, urbanística e paisagística dos centros urbanos de nível hierárquico superior enquanto fator de estruturação territorial, de bem-estar social e de competitividade regional”. A ação proposta corresponde a uma ação definida no Plano de Ação de Reabilitação Urbana de Vila Nova de Gaia e pretende levar a cabo a requalificação do espaço público da Beira-Rio, compreendendo a Avenida Diogo Leite, desde o extremo da ponte D. Luís I, e o troço mais a nascente da Avenida Ramos Pinto, até á rotunda do cais de Gaia, união de freguesias de Afurada e Santa Marinha. O local reveste-se de forte carga histórica, pelo seu enquadramento, pela forte ligação ao rio Douro, e toda uma série de atividades com ele relacionado, tais como a chegada dos barcos do vinho do porto. O rio é também o mote para as mais variadas atividades turísticas, quer ligadas á subida do rio por barco, quer á restauração, comércio e desportos náuticos. Também a proximidade de edifícios de elevado valor histórico e patrimonial, como o convento Corpus Christi, as Caves do Vinho do Porto, o Mosteiro da serra do Pilar, a Ponte D. Luís I e as memórias da ponte das Barcas, são aspetos fundamentais a ter em conta. A extraordinária paisagem construída que podemos observar do outro lado do rio é ainda um fator relevante. Em termos de circulação rodoviária, estes arruamentos estão também limitados: os acessos a esta zona estão fortemente condicionados á topografia acidentada do local, bem como á exiguidade dos arruamentos adjacentes, com a dificuldade acrescida de para esta zona existir o transporte de vinhos em veículos pesados. Em termos de circulação rodoviária, estes arruamentos estão também limitados: os acessos a esta zona estão fortemente condicionados á topografia acidentada do local, bem como á exiguidade dos arruamentos adjacentes, com a dificuldade acrescida de para esta zona existir o transporte de vinhos em veículos pesados. Os transportes turísticos rodoviários percorrem também toda esta frente de rio, com paragens pontuais em locais emblemáticos, onde diariamente entram e saem centenas de turistas. Também os transportes públicos aqui operam em ambos os sentidos, para servir uma população que aqui habita ou trabalha. O pilar de apoio ao teleférico recentemente instalado nesta zona histórica de ligação das cotas alta e baixa, veio acrescentar mais um condicionamento á circulação rodoviária. Contudo, esta área singular e de grande valor histórico, patrimonial e paisagístico estão subvalorizados. Encontra-se degradado e com graves problemas quer ao nível funcional, quer a nível ambiental. Os pavimentos encontram-se com graves abatimentos, os vários objetos urbanos estão desorganizados e degradados. Pretende-se requalificar este espaço público no sentido de o tornar mais funcional, de melhor compatibilizar as viaturas de transporte público e turístico com a grande afluência de peões. A requalificação do eixo Ramos Pinto até ao Largo da Cruz, induzindo a continuidade do percurso pedonal, atualmente interrompidas por edifício de estacionamento; e requalificação do espaço público do Largo Sampaio Bruno, fundamental para reforçar a dinâmica do Mercado da Beira-Rio, implica introduzir ao nível do desenho soluções urbanas que conduzam à reformulação das infraestruturas, dos pavimentos, à alteração e reconfiguração dos passeios e estacionamento, entre outras soluções a adotar que valorizem este equipamento público e promovam a requalificação do Largo Sampaio Bruno como zona de estar e sociabilização. A implementação das ações previstas visam promover o prolongamento da funcionalidade pedonal e de estar, incentivando à regeneração do centro histórico que para poente, quer para nascente onde a reabilitação do Mercado Beira-Rio e espaço envolvente, ações complementares, exercem um papel relevante. O eixo a intervencionar deve constituir-se como uma ligação urbana que sirva os fluxos quotidianos dos utilizadores que lá trabalham mas também deve provocar a procura pelos turistas por um entreposto histórico singular e por muitos desconhecidos. A intervenção está assim delimitada a norte pelo rio Douro, a sul pela frente construída, a nascente pela ponte D. Luís I e a poente pela referida rotunda. Dada a extensão da zona a intervir e no sentido de minimizar os transtornos causados pelos trabalhos, houve necessidade de a dividir a intervenção quer no espaço quer no tempo. Assim, a ação “Requalificação urbana da Marginal Fluvial - Diogo Leite/Ramos Pinto/Cruz/Cais de Gaia” será implementada em diferentes fases de intervenção, correspondendo a: Fase 1- Será executado o troço compreendido entre a Rua Afonso III e Rua Cândido dos Reis. Fase 2- Compreende o troço entre a Rua da Serpa Pinto e Rua Afonso III. Fase 3- Compreende o troço entre a Rua Cândido dos Reis e a Rua dos Santos Mártires Fase 4- Compreende a zona entre a margem do rio e o passeio pedonal do lado norte, ou seja, a zona maioritariamente ajardinada. Por fim, procurar-se-á resolver alguns “pontos de conflitos” no Largo Luiz I (saída da Ponte Luiz I). A requalificação da marginal fluvial é essencial para a regeneração do centro histórico e para a sua articulação com o restante território da cidade de Gaia e do Porto. Investir na regeneração da frente ribeirinha, e promover a continuidade com vista à dinamização do espaço publico para poente do Largo de Aljubarrota, é reforçar a procura do Centro Histórico de Gaia promovendo a atratividade económica e a recuperação do seu parque edificado, com particular destaque para os armazéns.

Data de conclusão 11.09.2024

Valor de financiamento 538,95 mil €

A operação em causa destina-se à implementação de corredores Bus em solução pré-metro - 1ª Fase - Avenida até ao Mar (VL3) - adiante designada de Avenida até ao Mar, integrando a construção de um troço desta Avenida entre a Rua das Bocas e a Rua do Loureiro na freguesia da Madalena, com uma extensão de 720 metros. Esta operação é composta por três componentes: - Empreitada de construção (trabalhos preparatórios) do troço entre a Rua das Bocas e o Largo da Cabine; - Empreitada de construção do troço entre a Rua das Bocas e o Largo da Cabine (conclusão) e prolongamento até à Rua do Loureiro; - Aquisição de parcelas de terreno necessárias para a concretização da operação. O projeto referente à globalidade da operação, destinado à execução da empreitada de construção do troço da Avenida até ao Mar entre a Rua das Bocas e o Largo da Cabine/Vale (conclusão) e do prolongamento até à Rua do Loureiro na freguesia da Madalena foi aprovado na Reunião de Câmara de 05-06-2017. Contudo foi integrado neste projeto o prolongamento de um arruamento existente com uma extensão de 165 metros, localizado a sul da Avenida até ao Mar, adiante designado como arruamento secundário. Este projeto foi aprovado globalmente em 06-12-2017. Prevê-se que este troço de avenida urbana contemple dois eixos em corredor Bus (solução de pré-metro), articulado com separadores verdes e com os modos rodoviário, ciclável e pedonal, garantindo todas as ligações com os arruamentos locais existentes, promovendo os modos de transporte suave e os percursos pedonais e cicláveis em distâncias curtas, nomeadamente, para o centro da freguesia da Madalena, para as praias, escolas, centro de saúde, junta de freguesia, comércio e serviços locais. Uma das componentes que integra esta operação, designada como ‘trabalhos preparatórios para a construção do troço da Avenida até ao Mar compreendido entre a Rua das Bocas e o Largo do Vale (Cabine)’ encontra-se concluída, contudo é possível candidata-la por decisão da Comissão Diretiva do NORTE 2020 de 17/5/2017, que aprovou um entendimento jurídico sobre o conceito de operação materialmente concluída. Ou seja, esta componente juntamente com as restantes (projetadas) compõem a globalidade da operação, dado que todas estão interligadas e contribuem para a concretização dos objetivos gerais da operação. Esta componente concluída foi objeto de uma empreitada, possui uma extensão de 320 metros, incluiu aterro, modelação do terreno e trabalhos de terraplenagem para se atingirem as cotas da rasante do troço desta avenida que vai ser construído. Foram condicionantes para esta intervenção as cotas dos arruamentos existentes (Rua das Bocas e o Largo da Cabine), bem como as cotas do novo acesso à sede da Junta de Freguesia, que será criado através do seu logradouro para este troço da avenida. Nesta empreitada foram ainda integrados os trabalhos referentes a demolições de construções e enchimento de poços existentes na zona do espaço canal daquele troço da avenida. Para conter as terras do aterro necessário para atingir as cotas da rasante do futuro troço da Avenida foram construídos muros de suporte quer do lado sul, quer do lado norte. Tendo em consideração a elevada altura dos muros de suporte do lado sul da avenida, optou-se, e apenas deste lado, por uma solução construtiva utilizando elementos de betão armado pré-fabricados (muros de contraforte), cuja altura é variável, atingindo no máximo cerca de 8,5 metros. No lado norte foi construído um muro de suporte com uma altura inferior a 3 metros. A segunda componente prevista, referente à construção do troço da Avenida até ao Mar entre a Rua das Bocas e o Largo da Cabine/Vale (conclusão) e do prolongamento até à Rua do Loureiro, com uma extensão de 720 metros, prevê-se a instalação das diversas infraestruturas necessárias ao funcionamento desta avenida urbana, designadamente as redes de abastecimento de água, de drenagem de águas residuais pluviais e de águas residuais domésticas, de distribuição de gás e de eletricidade, de telecomunicações e de iluminação pública, bem como os negativos para a instalação futura de sinalização luminosa de transição. Em toda a extensão do troço as faixas de rodagem (incluindo os corredores BUS) e a ciclovia serão pavimentadas a betão betuminoso, sendo esta última revestida superiormente com uma camada de slurry-seal colorida. Os passeios serão pavimentados com cubos de granito e os lancis a utilizar serão de granito. Nas caldeiras, zonas verdes e no separador central serão plantadas espécies vegetais adequadas para os locais referidos, optando-se por aquelas que não careçam de manutenção significativa. Ainda integrado nesta componente projetada, salienta-se que o troço poente, compreendido entre o Largo da Cabine e a Rua do Loureiro, com uma extensão de 400 metros, prevê também a execução dos trabalhos de terraplenagem necessários para se atingirem as cotas da rasante com base nos arruamentos existentes e a instalação de todas as infraestruturas previstas para o troço situado a nascente – Rua das Bocas, Largo da Cabine. No Largo da Cabine, após a instalação das infraestruturas que o atravessam, proceder-se-á à fresagem do pavimento e à sua repavimentação. No troço do arruamento secundário localizado a sul da Avenida com uma extensão de 165 metros, prevê-se a execução dos trabalhos de terraplenagem necessários para se atingirem as cotas da rasante do arruamento existente. Após a execução de todos os pavimentos serão realizadas as pinturas de sinalização horizontal e instalada a sinalização vertical e direcional projetada, tendo em conta os objetivos específicos da operação. Devido ao facto desta intervenção atravessar terrenos privados, será necessário construir muros ou redes de vedação para proteger os terrenos adjacentes. No que se refere à terceira componente prevista nesta operação, prevê-se a disponibilização (através da aquisição ou expropriação) das parcelas de terreno necessárias para a concretização da operação. Dado que este troço de avenida atravessa alguns terrenos privados, será necessário recorrer-se à expropriação de 8 parcelas, para 3 parcelas foi obtida a autorização dos proprietários respetivos relativamente à execução da obra e ao compromisso de cedência futura a título gratuito. Tal informação é fundamentada e apresentada detalhadamente nos documentos de legitimidade da operação.

Data de conclusão 06.10.2023

Valor de financiamento 522,66 mil €

A obra de reabilitação energética do empreendimento de habitação social denominado por Perosinho, sito na União de freguesias de Serzedo e Perosinho, em Vila Nova de Gaia, conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente na prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. As necessidades de intervenção no parque habitacional social de Vila Nova de Gaia são uma constante, essencialmente em intervenções de manutenção ou reparação pontual, uma vez que a grande maioria dos edifícios foram construídos nos últimos 15 anos. No caso concreto do empreendimento Perosinho a construção do mesmo ocorreu no final da década de 90, sendo que passado cerca de 20 anos sobre a mesma os edifícios exibem agora evidências de degradação intermédia, com fissuração dos revestimentos de fachadas e sinais de infiltração de águas pluviais na cobertura e de desadequação aos padrões construtivos atuais, sendo de salientar os aspetos seguintes: - Dentro dos problemas que motivam uma intervenção urgente neste empreendimento, está o surgimento de uma série de patologias construtivas resultantes do natural decorrer do tempo e da resultante deterioração dos materiais do edifício, seja no que toca às coberturas como às fachadas. Face a este cenário, torna-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos do edifício, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas atuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores do empreendimento. - As soluções construtivas adotadas e características dos métodos utilizados à época, associada às limitações orçamentais da habitação económica, tornam-se cada vez mais distantes dos atuais padrões de qualidade. Consequentemente, estes oferecem condições de conforto térmico longe dos padrões atuais, e constituem, cada vez mais, um fator de agravamento das faturas energéticas dos moradores dos fogos integrados neste empreendimento, contribuindo para a sobrecarga nos orçamentos domésticos desta população, já, por si, carenciada, tratando-se, na maior parte dos casos, de situações de idosos com fontes de rendimento muito limitadas. Como fatores determinantes no fraco desempenho energético do edifício, destacam-se as soluções de fachada e de cobertura com soluções de isolamento desajustadas dos atuais requisitos mínimos obrigatórios e dos padrões de conforto definidos para a habitação. Esta sobrecarga na fatura energética dos moradores do empreendimento traduz-se diretamente em elevados consumos energéticos e consequentemente no agravamento do impacto deste conjunto edificado sobre meio ambiente. Por outro lado, o défice de qualidade da envolvente térmica destes edifícios potencia uma maior ocorrência de problemas de saúde, na faixa de população mais carenciada, já que estes não possuem, muitas vezes, meios capazes de dar resposta às necessidades de climatização para aquecimento do ambiente e fazer face às temperaturas que se fazem sentir durante toda a época de inverno. - Em termos urbanísticos, pela localização geográfica do empreendimento e visibilidade significativa que apresenta o seu atual estado de envelhecimento e deterioração constitui um fator de desvalorização paisagística do local, sendo fundamental rever a imagem deste conjunto tanto no sentido de beneficiar o seu impacto ao nível desta área da cidade como de revitalização e motivação dos seus habitantes. Considerando o diagnóstico atrás resumido, surge como evidente a necessidade de intervir neste empreendimento de forma profunda e abrangente. Assim, propõe-se a execução de obras de reabilitação na totalidade do edifício, que se centram fundamentalmente na reabilitação construtiva, beneficiação térmica e revitalização estética de todo o invólucro exterior do empreendimento, com soluções que permitam o aumento da durabilidade do edifício, prevendo-se os seguintes pontos de intervenção: i) Reabilitação de fachadas – Intervenção nas fachadas dos edifícios, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios. Melhoria substancial ao nível da envolvente, reduzindo a transferência de calor e corrigindo patologias construtivas tais como infiltrações. ii) Reabilitação de coberturas – Substituição do revestimento de cobertura existente executado em painéis de fibrocimento por painéis sandwich, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, incluindo a colocação de isolamento térmico sobre a laje de esteira. A aplicação de isolamento reduz as trocas térmicas, diminuindo as necessidades de aquecimento e reduzindo os riscos de ocorrência de condensações, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação iii) Redução da permeabilidade ao ar de janelas - Encerramento parcial de grelhas de ventilação permanente existentes nos vãos de janela das cozinhas, através da colocação de chapa metálica, fixa pelo lado interior, reduzindo a área de permuta de ar para o valor mínimo legal exigido para garantia das condições de segurança de funcionamento do esquentador instalado na cozinha. Esta medida permite um melhor controlo das trocas térmicas entre interior e exterior, reduzindo as perdas de calor por estes elementos, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação, com benefícios elevados na estação de inverno. iv) Isolamento térmico dos pavimentos sobre o exterior – Aplicação de isolamento térmico em poliestireno expandido, na face inferior do pavimento, sobre o túnel exterior de circulação pedonal. Esta medida reduz significativamente as necessidades de aquecimento, garantindo uma melhoria no conforto da habitação com especial incidência na estação de inverno. As medidas de melhoria de eficiência energética a adotar e a implementar foram devidamente estudadas, verificando-se sempre a compatibilidade física e arquitetónica de cada uma das soluções com eventuais limitações resultantes da legislação em vigor ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, assegurando ainda as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade, promovendo um correto enquadramento arquitetónico e paisagístico das obras de requalificação urbana.

Data de conclusão 02.10.2023

Valor de financiamento 519,94 mil €

A presente operação consiste na realização de obras de reabilitação energética em dois empreendimentos de habitação social - Prof. Carlos Alberto Mota Pinto e Rosa Mota, em Vila Nova de Gaia, e conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos, contribuindo especialmente para a prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. Os empreendimentos habitacionais objeto da presente candidatura representam pontos centrais das freguesias e da cidade com um peso significativo na imagem da urbe, pelo que a visível degradação que os edifícios apresentavam contribuía de forma negativa para a qualidade do ambiente, da paisagem envolvente assim como para a vida da comunidade residente e local. No caso concreto dos empreendimentos Prof. Carlos Alberto Mota Pinto e Rosa Mota a construção dos empreendimentos ocorreu entre 1997-1999 e 1999-2001, respetivamente, sendo que os mesmos exibem agora evidências de degradação intermédia, com fissuração dos revestimentos de fachadas e sinais de infiltração de águas pluviais na cobertura e de desadequação aos padrões construtivos atuais, sendo de salientar os aspetos a seguir elencados: - Dentro dos problemas que motivam uma intervenção urgente neste empreendimento, está o surgimento de uma série de patologias construtivas resultantes do natural decorrer do tempo e da resultante deterioração dos materiais do edifício, seja no que toca às coberturas como às fachadas. Face a este cenário, torna-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos do edifício, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas atuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores do empreendimento. - As soluções construtivas adotadas e características dos métodos utilizados à época, associada às limitações orçamentais da habitação económica, tornam-se cada vez mais distantes dos atuais padrões de qualidade. Consequentemente, estes oferecem condições de conforto térmico longe dos padrões atuais, e constituem, cada vez mais, um fator de agravamento das faturas energéticas dos moradores dos fogos integrados neste empreendimento, contribuindo para a sobrecarga nos orçamentos domésticos desta população, já, por si, carenciada, tratando-se, na maior parte dos casos, de situações de idosos com fontes de rendimento muito limitadas. Como fatores determinantes no fraco desempenho energético do edifício, destacam-se as soluções de fachada e de cobertura com soluções de isolamento desajustadas dos atuais requisitos mínimos obrigatórios e dos padrões de conforto definidos para a habitação. Esta sobrecarga na fatura energética dos moradores do empreendimento traduz-se diretamente em elevados consumos energéticos e consequentemente no agravamento do impacto deste conjunto edificado sobre meio ambiente. Por outro lado, o défice de qualidade da envolvente térmica destes edifícios potencia uma maior ocorrência de problemas de saúde, na faixa de população mais carenciada, já que estes não possuem, muitas vezes, meios capazes de dar resposta às necessidades de climatização para aquecimento do ambiente e fazer face às temperaturas que se fazem sentir durante toda a época de inverno. - Em termos urbanísticos, pela localização geográfica do empreendimento e visibilidade significativa que apresenta o seu atual estado de envelhecimento e deterioração constitui um fator de desvalorização paisagística do local, sendo fundamental rever a imagem deste conjunto tanto no sentido de beneficiar o seu impacto ao nível desta área da cidade como de revitalização e motivação dos seus habitantes. Considerando o diagnóstico atrás resumido, surge como evidente a necessidade de intervir nestes empreendimentos de forma profunda e abrangente. Assim, propõe-se a execução de obras de reabilitação na totalidade dos edifícios, que se centram fundamentalmente na reabilitação construtiva, beneficiação térmica e revitalização estética de todo o invólucro exterior dos empreendimentos, com soluções que permitam o aumento da durabilidade dos edifícios, prevendo-se os seguintes pontos de intervenção: ? Reabilitação de coberturas - Aplicação de revestimento em painéis de chapa sandwich pré-lacada, ou seja, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, em substituição do revestimento exterior em chapas onduladas de fibrocimento por chapas termolacadas, aproveitando a estrutura de suporte existente. Reforço ou colocação de camada de forte isolamento térmico sobre a laje de esteira na cobertura das frações dos últimos pisos. O isolamento das coberturas permitirá reduzir a transferência de calor e corrigir patologias construtivas tais como infiltrações; ? Reabilitação de fachadas – Intervenção nas fachadas dos edifícios, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios. Melhoria substancial ao nível da envolvente, reduzindo a transferência de calor e corrigindo patologias construtivas tais como infiltrações; ? Redução da permeabilidade ao ar de janelas - Encerramento parcial de grelhas de ventilação permanente existentes nos vãos envidraçados exteriores, através da colocação de chapa metálica, fixa pelo lado interior, reduzindo a área de permuta de ar para o valor mínimo legal exigido para garantia das condições de segurança de funcionamento do esquentador instalado na cozinha. Esta medida permite um melhor controlo das trocas térmicas entre interior e exterior, reduzindo as perdas de calor por estes elementos, proporcionando o aumento do conforto térmico e da qualidade da envolvente da habitação, com benefícios elevados na estação de inverno. ? Isolamento térmico dos pavimentos da envolvente exterior e interior – Isolamento térmico da face inferior de pavimentos da envolvente em contacto como o exterior sobre área exterior de acesso à entrada principal dos edifícios e envolvente interior em contacto com espaços não úteis. As medidas de melhoria de eficiência energética a adotar e implementar foram devidamente estudadas, verificando-se sempre a compatibilidade física e arquitetónica de cada uma das soluções com eventuais limitações resultantes da legislação em vigor ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, assegurando ainda as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade, promovendo um correto enquadramento arquitetónico e paisagístico das obras de requalificação urbana.

Data de conclusão 19.12.2023

Valor de financiamento 500,16 mil €

A presente operação visa revitalizar e valorizar a identidade e sustentabilidade de uma das principais centralidades urbanas do concelho. O Jardim do Morro, construído em 1927, apresenta atualmente sinais de degradação das suas estruturas construídas, pavimentos, mobiliário de exteriores e vegetação. Essa degradação tem potenciado sua descaraterização como principal Jardim Histórico de Vila Nova de Gaia. A operação engloba obras de construção civil de requalificação do Jardim do Morro e de reabilitação paisagística da zona envolvente à Serra do Pilar, cujas intervenções integram os seguintes trabalhos: 1- Requalificação do Jardim do Morro Pretende-se a reconstrução dos caminhos existentes utilizando os mesmos materiais e a mesma textura e reduzir a sua largura visando minimizar o impacto da área pavimentada sobre o sistema radicular das árvores existentes. Propõem-se a remoção de dois braços de caminhos existentes que duplicam a ligação à rua Rocha Leão, entende-se que essa modificação não altera carácter do jardim pois o terreno manter-se-á para a circulação pedonal sobre o prado, permitindo assim uma fruição mais livre do espaço. Esse acerto permite a realocação dessas áreas para lazer, sem no entanto alterar significativamente a leitura do conjunto. Essa alteração aumenta a área permeável do jardim e permite o usufruto de um espaço que está sub-aproveitado dada a diminuta utilização desses caminhos. Tendo em conta a importância do relevo existente na perceção do espaço pretende-se a manutenção da topografia atual, com exceção de pequenos acertos de acomodação decorrente da retirada dos caminhos laterais, com vista a facilitar o acesso pedonal nas entradas do jardim. Na área Norte a retirada do caminho permite o desenvolvimento de uma área verde de grande qualidade com uma estrutura de bancos em anfiteatro voltada ao Rio Douro que irá privilegiar as vistas e a panorâmica. Pretende-se que a estrutura proposta esteja inserida na topografia do terreno de uma forma natural seguindo as curvas de nível, minimizando as alterações topográficas. Os bancos/muro de 40 cm de altura servem também como elemento de suporte de terra permitindo o usufruto da vista sobre o Rio Douro que já atualmente os turistas muito apreciam deitados nos relvados. Na cota mais baixa pretende-se a construção de um palco, onde poderão vir a ser desenvolvidos espetáculos, em que como cenário de fundo teremos o Rio Douro e a área classificada como Património Mundial. Na Área sul e central pretende-se a remoção dos sanitários subterrâneos existentes e outras estruturas construídas, que não permitem o acesso a pessoas com mobilidade reduzida, além de apresentarem algumas falhas de segurança. Durante a longa vida do jardim foram sendo acrescentados outros elementos como uma pista de bicicletas dos anos 70, da qual ainda restam alguns muros em betão que se pretende agora demolir uma vez que são elementos dissonantes e já desprovidos de sentido. Na praça central propõem-se a retirada do coreto/palco existente que apesar de ser uma das peças presentes desde o início do jardim, está completamente descaracterizada e sem utilidade. A remoção deste elemento não irá modificar em nada a mística do Jardim do Morro que assenta essencialmente na existência do morro“ como elemento topográfico de destaque e respetivos arranjos românticos em torno da gruta e lago. 2- Reabilitação paisagística da zona envolvente à Serra do Pilar Os trabalhos desenvolvidos não alteraram o carácter do Jardim do Morro pois o terreno manteve-se para a circulação pedonal sobre o prado, originando a fruição mais livre do espaço. Efetuou-se um acerto de acomodação dos caminhos que permitiu a realocação das áreas para lazer e facilitou-se o acesso pedonal nas entradas do jardim. Com estes trabalhos, aumentou-se a área permeável de usufruto de um espaço que estava sub-aproveitado dada a diminuta utilização desses caminhos. Na área norte a retirada do caminho permitiu o desenvolvimento de uma área verde de grande qualidade que incluiu a colocação de monoblocos assentes no terreno natural, organizados em formato de anfiteatro voltado ao Rio Douro. A estrutura é inserida na topografia do terreno de uma forma natural seguindo as curvas de nível, minimizando as alterações topográficas. Os monoblocos servirão também como elemento de suporte de terra permitindo o usufruto da vista sobre o Rio Douro que já atualmente os turistas muito apreciam deitados nos relvados. Na cota mais baixa desta área, pretendeu-se criar uma zona plana que permitiu a instalação de uma estrutura amovível, tipo palco para a realização de pequenos eventos. Na área sul e central elevaram-se os sanitários subterrâneos existentes para a cota do passeio, permitindo assim o acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Esta solução, que se materializou pela instalação de um pré-fabricado, sobre o local onde atualmente se encontram os sanitários, para além de respeitar a legislação relativa a acessibilidades, resolveu alguns problemas de segurança que permaneciam há alguns anos. Durante a longa vida do jardim, foram sendo acrescentados outros elementos como uma pista de bicicletas dos anos 70, da qual ainda restavam alguns pavimentos que se removeram uma vez que são elementos dissonantes e já desprovidos de sentido. Esta opção permitiu também neste local aumentar a área de espaço verde. Na praça central retirou-se o coreto existente, uma vez que apresentava problemas estruturais e encontrava-se descaracterizado e sem utilidade. A remoção deste elemento não modificou minimamente a mística do Jardim do Morro que assenta essencialmente na existência do “morro“ como elemento topográfico de destaque e respetivos arranjos românticos em torno da gruta e lago. Foram removidos parte da cobertura vegetal inclusive de raizeiros e cepos existentes, seguida de mobilização e modelação do terreno. Realizaram-se operações de poda seletiva por escalada em árvores de médio e grande porte e remoção de folhas secas em palmeiras. Foram aplicados substratos vegetais, fertilizantes e revestimentos do solo. Instalaram-se plantas de porte herbáceo, arbustivo e arbóreo. Instalou-se o sistema de rega automático, aplicou-se tapete de relva e criaram-se canteiros com plantas arbustivas. Efetuaram-se abates e podas seletivas em escalada em espécimes que apresentavam estado fitossanitário deficiente, sendo salvaguardada a maior parte da vegetação arbórea. Em substituição dos elementos em pior estado foram introduzidos espécimes equivalentes de rápida adaptação, fácil manutenção, reduzida carência hídrica, e compatíveis com as características do local. Para mais detalhes das operações realizadas deverão ser consultados os Cadernos de Encargos Técnicos preparado para a realização dos trabalhos de empreitada de paisagismo e de aquisição e instalação de equipamentos de espaço de jogo e recreio e de mobiliário urbano.

Data de conclusão 25.09.2019

Valor de financiamento 438,28 mil €

Esta candidatura consiste em três intervenções estruturais na a)Bacia de Retenção do Rio Horto (criação), b) Bacia de Retenção do Rio Horto- Arquitetura Paisagista e c) o Reforço da Capacidade de Drenagem da Linha de Água de Santa Marinha, na envolvente à Av. Ramos Pinto- Santa Marinha, conforme se descreve a seguir e se detalha na Memória Descritiva dos respetivos projetos das intervenções. A criação da Bacia Hidrográfica do Rio Horto preconiza uma solução com um encaixe de aproximadamente 9244 m3, um amortecedor que evitara´ que os locais mais a jusante, nomeadamente as caves do vinho do Porto, estejam sujeitos a frequentes inundações imprevisíveis devido aos caudais instantâneos afluídos ao Rio do Horto. Nesse sentido, a criação desta bacia de retenção no ponto de maior afluência, por certo garantira´ uma regularização dos caudais ate´ ao Rio Douro. A concretização desta bacia implica a construção de um açude, muro em betão com respetivos muros alas, onde serão localizados os descarregadores que permitirão o controlo dos caudais escoados, e à modelação do terreno disponível de maneira a maximizar o volume de amortização do evento. No âmbito da reabilitação paisagística da Bacia de Retenção do Rio Horto, desde a zona de implantação da bacia até ao arruamento existente a jusante, pretende-se o enquadramento e integração da bacia de retenção com a envolvente, a criação de vários níveis de água e de uma bacia de água permanente (desenhar com a água), a renaturalização das margens do rio Horto na área afeta à bacia, a criação de uma biovaleta em substituição de valeta pré-existente em betão, proceder à regularização e consolidação do terreno e estabilização de taludes, promover a plantação de árvores, arbustos e herbácea e reservar uma área informal para instalação de uma horta. Por fim, o Reforço da Capacidade de Drenagem da Linha de Água de Santa Marinha, na envolvente à Av. Ramos Pinto- Santa Marinha, uma vez que a falta de capacidade da linha de água de Santa Marinha necessita da implementação de um bypass entre a zona da Igreja de Santa Marinha e a secção a jusante da Avenida Ramos Pinto, que funcionará em situação de maior caudal com o objetivo de evitar as inundações na zona histórica da cidade. O mesmo será executado em polipropileno corrugado e terá um diâmetro de 1000 mm.

Data de conclusão 06.03.2020

Valor de financiamento 388,46 mil €

A candidatura designada por “Reabilitação de edifícios - Reabilitar para Incluir - 2.ª fase – Edifício Elos” procura criar novas respostas nesta dimensão - Centro Comunitário - que possa dar resposta às necessidades da população residente em Vilar de Andorinho, e área envolvente, cuja história/realidade social desta malha urbana, concretamente na urbanização de Vila D´Este, fez emergir um conjunto de grupos sociais e agregados com novas formas de empobrecimento e novos modelos de vulnerabilização social. Esta operação concretizar-se-á pela reabilitação/reconversão do Edifício ELOS, equipamento localizado na freguesia de Vilar de Andorinho e inserido na zona recém-requalificada da urbanização de Vila D´Este. A construção do Edifício Elos terá decorrido na década de 1990, mas precisamente em 1993, com um programa delineado para ser um Centro de Educação Infantil, para crianças dos três aos seis anos de idade, contemplando um total de 100 alunos. Exibindo agora evidências profundas de envelhecimento e de abandono surgindo como evidente a necessidade de intervir neste equipamento de forma profunda e abrangente. Manifestada a vontade de dar uma nova vida a este edifício pela Junta de Freguesia de Vilar de Andorinho, uma vez que necessitam de um espaço multivalências para oferecer alguns serviços extra aos cidadãos, propõe-se substituir o programa original por um programa que preencha os requisitos de um Centro Comunitário, onde estejam contemplados espaços como gabinetes de apoio social, salas para formação, espaços destinados ao Programa Escolhas, sala polivalente / auditório para receber eventos, e até um espaço reservado para um mercado social com apoio de uma cozinha. Para dar resposta às diretivas definidas pela Direcção-Geral da Ação social sobre Centros Comunitários, foi feito um estudo tendo em conta a localização do equipamento, acessibilidade, centralidade, proximidade e flexibilidade do espaço. “O centro comunitário poderá desempenhar um papel fundamental para a consolidação e criação de laços a nível local, do bairro, do grupo, e assim reforçar o “laço social” onde são vividas as relações e onde podem ser descobertas as soluções.” Assim propõe-se: 1- Reabilitação das coberturas: Substituição do sistema de coberturas, com a retirada dos painéis de fibrocimento e a sua substituição por painéis sandwich, incluindo a reabilitação da rede de drenagem de águas pluviais em mau estado; 2- Reabilitação das fachadas: Intervenção nas fachadas do edifício, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido "Sistema ETICS"; 3- Reabilitação dos vãos envidraçados: Colocação de caixilharias com ruptura térmica e vidro duplo, de modo a permitir o isolamento, controlo de infiltrações de ar e a melhoria do desempenho térmico dos espaços. Instalação de um sistema de sombreamento interior em substituição dos estores exteriores de enrolar e ao nível da segurança do edifício trabalhar com o desenho das caixilharias e com lâminas metálicas (espécie de gradeamento) associadas para limitar e dificultar a entrada de intrusos de maneira a não ter vãos envidraçados muito grandes o que também ajuda a controlar o custo da obra; 4- Beneficiação das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada: Execução de rampa de acesso exterior à zona de entrada de serviço do edifício; introdução de instalação sanitária própria para pessoas com mobilidade reduzida. 5- Reabilitação geral dos revestimentos: Substituição dos revestimentos actuais que se encontram danificados e execução de pinturas dos espaços interiores. Colocação de novos lambrins e colocação de novo revestimento nos tectos das salas; 6- Reabilitação geral dos pavimentos interiores: Utilização de pavimento vinílico nas zonas dos corredores, gabinetes e salas e utilização de pavimento cerâmico nas restastes divisões; 7- Reabilitação das instalações sanitárias: instalação de equipamentos sanitários e de todos os elementos necessários ao bom funcionamento destes espaços; 8- Reabilitação das infra-estruturas: Execução de novas infra-estruturas de redes de água e esgotos, alimentação de energia eléctrica, instalações telefónicas e telecomunicações, instalação de gás e segurança contra incêndios; 9- Reformulação dos arranjos exteriores - tratamento e delimitação das zonas ajardinadas, repavimentação de espaços exteriores, criação de um limite físico para o complexo Elos através de uma rede metálica. O objetivo é dotar esta zona de um equipamento que possa dar resposta às necessidades da população aproveitando o património existente do município transformando-o num novo elemento identitário da Freguesia, não só pelo valor intrínseco da sua arquitectura, mas também pela transparência das funções públicas que se desenrolarão no seu interior e na relação dos eventos e das actividades comunitárias que terão lugar neste equipamento. “Contribuir para a criação de condições que possibilitem aos indivíduos, o exercício pleno do seu direito de cidadania e apoiar as famílias no desempenho das suas funções e responsabilidades, reforçando a sua capacidade de integração e participação social.” Uma vez que este é um projecto de reabilitação, optou-se por rentabilizar e aproveitar da melhor maneira o espaço existente dotando-o de qualidades que possibilitem o bom funcionamento do Centro Comunitário com base em duas actividades fulcrais: informação e animação sociocultural. Esta remodelação do espaço visa também albergar a equipa multidisciplinar necessária (um assistente social, um sociólogo/psicólogo social, um animador cultural, um administrativo, um auxiliar) para dar resposta aos objectivos a que o Centro Comunitário se propõe tornando-se num verdadeiro pólo de desenvolvimento social e dinamizador das solidariedades locais. Este centro comunitário vai de encontro às necessidades da comunidade local cujos projetos e atividades serão sempre ajustados às necessidades diagnosticadas e cujas respostas são insuficientes e inexistentes.

Data de conclusão 02.05.2022

Valor de financiamento 362,46 mil €

Os Bombeiros Sapadores e Proteção Civil(BSPC) de Gaia são a Unidade Orgânica da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia que é responsável pela execução das operações de proteção civil e de socorro no município, conferida na legislação a responsabilidade primária. Existem também no município seis corpos de bombeiros voluntários(CBV) detidos por associações humanitárias. Atualmente existem diversos constrangimentos entre a receção do pedido de socorro, o acionamento de meios, a gestão da execução e a avaliação do trabalho realizado resultando, frequentemente, em atrasos no socorro, descoordenação na gestão das ocorrências e, por vezes, duplicação de acionamento de meios para ocorrências de baixo grau de risco. A central de comunicações existente é constituída por equipamento obsoleto que dificulta a implementação de um modelo de gestão de ocorrências mais eficiente e eficaz. Com a intervenção proposta referente à implementação do Centro Municipal de Operações de Socorro(CMOS), baseado num Sistema Municipal Integrado de Gestão de Emergência(SIGE), pretende-se reduzir o tempo de resposta entre o alerta e a chegada de meios ao TO, destacar os meios necessários e suficientes para a resolução de cada ocorrência, acompanhar por georreferenciação o posicionamento das viaturas o que permitirá, em tempo real, conhecer os meios operacionais disponíveis e mais próximos dos locais de intervenção, notificar os vários níveis de decisão, facilitar e optimizar o fluxo de comunicação e analisar e avaliar correctamente as operações de socorro a partir de registos estatísticos. Será ainda assegurada uma utilização e gestão mais eficaz dos recursos, com evidente melhoria do socorro, economias de escala e melhoria da capacidade de resposta a acidentes graves ou catástrofes. O SIGE que se pretende implementar será constituído por hardware e software que permitam, conjugados com os operacionais, uma eficaz gestão e controlo das operações de socorro por forma a dotar os serviços de emergência do concelho de uma solução informática integrada de gestão de ocorrências e de meios humanos e materiais, de modo a melhorar a eficácia e eficiência das ações das operações de socorro, das intervenções dos bombeiros, da protecção civil, da polícia municipal e restantes agentes de protecção civil. O SIGE deverá abranger, em conformidade com as condições técnicas a descrever no Caderno de Encargos: • A concepção do sistema incluindo a análise e respetiva especificação funcional e técnica; • Fornecimento de software e hardware; • A implementação do software aplicacional; • A instalação, configuração e integração de todo o sistema; • Testes de aceitação do sistema com base na execução de testes internos e de qualidade; • A formação dos utilizadores, incluindo o fornecimento de toda a documentação associada ao sistema; • A elaboração e entrega de toda a documentação no âmbito do projeto; • A passagem e o suporte à produção do sistema. A caracterização técnica inerente à implementação do sistema municipal integrado de gestão de emergência no CMOS, será constituído por: • Software de comando e controlo baseado na internet, e alocado em data center certificado, que permitirá a gestão municipal das ocorrências pelas várias corporações de bombeiros e pela polícia municipal; • Utilização de internet por satélite para garantir redundância aos sistemas de comunicações instalados no Quartel dos BSPC e dos CBV de Vila Nova de Gaia; • Módulo de envio de SMS para os intervenientes nas operações de socorro; • Módulo para a integração do SADO (Sistema de Apoio à Decisão Operacional), que permitirá a comunicação automática com o Comando Distrital de Operações de Socorro(CDOS) do Porto da Autoridade Nacional de Proteção Civil(ANPC); • Módulo de registo e de informação referente a meios municipais e externos disponíveis para operações de socorro; • Módulo para registo biométrico que permita efectuar uma gestão de tarefas, tempos e assiduidade, a instalar nas várias corporações de bombeiros; • Módulo de domótica que permita o controlo remoto dos semáforos e do portão de acesso principal ao Quartel dos BSPC de Vila Nova de Gaia; • Módulo que integre o alerta sonoro automático de saída para ocorrências no sistema de difusão de som já existente; • Módulo de recepção de alertas de incêndio emitidos pelos Sistemas Automáticos de Detecção de Incêndio das várias entidades ligadas ao Quartel dos BSPC; • Módulo para a criação detalhada de relatórios de intervenção e estatísticas; • Integração áudio e redes de rádio com a utilização de um gateway e de headsets para as comunicações; • Acesso à geolocalização das viaturas de primeira intervenção dos vários corpos de bombeiros e da polícia municipal; • 6 postos de trabalho instalados na sede do CMOS; • Instalação de várias UPS para suportes de falhas na rede primária de energia eléctrica por um período de tempo não inferior a 30 minutos; • 1 posto de trabalho instalado em cada corpo de bombeiros voluntários do município (6 no total); • 1 posto de trabalho a instalar na Polícia Municipal; • Reforço do sistema de CCTV instalado no Quartel dos BSPC de Vila Nova de Gaia (substituição do descodificador e instalação de uma câmara tipo DOME no parque de viaturas); • Instalação de uma câmara de CCTV, tipo DOME no Veículo de Planeamento, Comando e Comunicações (VPCC); • Instalação de um sistema de internet via satélite em redundância com o GSM a instalar no Veículo de Comando Táctico (VCOT); • Utilização móvel de tablets (quatro) para passagem e registo de informação para serem utilizados pelos operacionais das equipas de intervenção dos BSPC de Vila Nova de Gaia; • Apresentação em tempo real de informação operacional através do sistema de projecção (televisão e/ou projector) na sala do CMOS e/ou Gabinete de Crise e Planeamento, de todos os meios mobilizados para operações de socorro onde será instalada uma mesa de trabalho com espaço para 12 pessoas; • Preparação de um Veículo de Planeamento, Comando e Comunicações (VPCC) para a criação de posto de comando operacional móvel a deslocar aos Teatros de Operações(TO) mais relevantes visando a melhoria na decisão operacional no local. Esta viatura será constituída por um posto de comunicações, sala de apoio e sala de operações. O acesso ao software do CMOS será realizado por GSM (internet móvel) com redundância via satélite e serão instalados oito rádios para apoiar nas comunicações. Será dotada de ar condicionado, uma fonte central do tipo gerador electrogéneo e de baterias locais estacionárias para energia de suporte; • Adaptação de um veículo de comando tático, já existente, para instalação de um módulo de comando e comunicações para ser usado pelo Comandante das Operações de Socorro e competente equipa, quando este pretende gerir a ocorrência a partir do local. Esta valência permite reproduzir todo o centro de comando em qualquer local, mantendo a operacionalidade da informação.

Data de conclusão 15.09.2021

Valor de financiamento 337,57 mil €

A operação designada por “Reabilitação energética dos empreendimentos de habitação social Padre Américo, na freguesia de Canelas e Presa Nova, na freguesia de Grijó” visa a reabilitação energética destes dois empreendimentos de habitação social e conformam uma intervenção que se enquadra nos princípios do PO SEUR, contribuindo especialmente para a prioridade de crescimento sustentável, respondendo aos atuais desafios de transição para uma economia de baixo carbono, focados na utilização mais eficiente dos recursos e na redução de consumos energéticos. As necessidades de intervir nos edifícios de habitação social de Vila Nova de Gaia são uma constante, essencialmente em intervenções de manutenção ou reparação pontual, uma vez que a grande maioria dos edifícios foram construídos nos últimos 15 anos. No caso concreto dos empreendimentos Presa Nova - Grijó e Padre Américo - Canelas a construção dos empreendimentos ocorreu na década de 90, sendo que passado cerca de 20 anos sobre a mesma os edifícios exibem agora evidências de degradação intermédia, com fissuração dos revestimentos de fachadas e sinais de infiltração de águas pluviais na cobertura e de desadequação aos padrões construtivos atuais, sendo de salientar os aspetos a seguir elencados: -Dentro dos problemas que motivam uma intervenção urgente e avultada neste empreendimento, está o surgimento de uma série de patologias construtivas resultantes do natural decorrer do tempo e da resultante deterioração dos materiais do edifício, seja no que toca às coberturas como às fachadas. Face a este cenário, torna-se urgente bloquear o processo de degradação dos elementos construtivos dos edifícios, sendo de ter presente que a manutenção dos mesmos nas suas atuais condições poderá permitir uma aceleração do processo de deterioração do conjunto, reduzindo de forma exponencial o tempo de vida do património edificado, com um prejuízo avultado para o Município e para os moradores do empreendimento. - As soluções construtivas adotadas e características dos métodos utilizados à época, associada às limitações orçamentais da habitação económica, tornam-se cada vez mais distantes dos atuais padrões de qualidade. Consequentemente, estes oferecem condições de conforto térmico longe dos padrões atuais, e constituem, cada vez mais, um fator de agravamento das faturas energéticas dos moradores dos fogos integrados neste empreendimento, contribuindo para a sobrecarga nos orçamentos domésticos desta população, já, por si, carenciada, tratando-se, na maior parte dos casos, de situações de idosos com fontes de rendimento muito limitadas. Como fatores determinantes no fraco desempenho energético do edifício, destacam-se as soluções de fachada e de cobertura com soluções de isolamento desajustadas dos atuais requisitos mínimos obrigatórios e dos padrões de conforto definidos para a habitação. Esta sobrecarga na fatura energética dos moradores do empreendimento traduz-se diretamente em elevados consumos energéticos e consequentemente no agravamento do impacto deste conjunto edificado sobre meio ambiente, sendo fundamental a integração de princípios de sustentabilidade energético-ambiental no ambiente urbano, onde os edifícios assumem hoje uma significativa importância como garante do equilíbrio ambiental, social e económico, constituindo esta uma das áreas de ação estratégica estabelecida pela Comissão Europeia (CE). Por outro lado, o défice de qualidade da envolvente térmica destes edifícios potencia uma maior ocorrência de problemas de saúde, na faixa de população mais carenciada, já que estes não possuem, muitas vezes, meios capazes de dar resposta às necessidades de climatização para aquecimento do ambiente e fazer face às temperaturas que se fazem sentir durante toda a época de inverno. - Em termos urbanísticos, pela localização geográfica dos empreendimentos e visibilidade significativa que apresentam, o seu atual estado de envelhecimento e deterioração constitui um fator de desvalorização paisagística do local, sendo fundamental rever a imagem destes conjuntos tanto no sentido de beneficiar o seu impacto ao nível destas áreas da cidade como de revitalização e motivação dos seus habitantes. Considerando o diagnóstico atrás resumido, surge como evidente a necessidade de intervir nestes empreendimentos de forma profunda e abrangente. Assim, propõe-se a execução de obras de reabilitação na totalidade dos edifícios, que deverão ser de natureza equivalente em todos eles e que se centram fundamentalmente na reabilitação construtiva, beneficiação térmica e revitalização estética de todo o invólucro exterior do empreendimento, com soluções que permitam o aumento da durabilidade dos edifícios, prevendo-se os seguintes pontos de intervenção: - Reabilitação de fachadas - Intervenção nas fachadas dos edifícios, através da reparação de fissuras nas paredes e aplicação de revestimento sintético delgado, armado, sobre isolamento térmico em poliestireno expandido pelo exterior, "Sistema ETICS", nas fachadas dos edifícios. Melhoria substancial ao nível da envolvente, reduzindo a transferência de calor e corrigindo patologias construtivas tais como infiltrações. - Reabilitação de coberturas - Aplicação de revestimento em painéis de chapa sandwich pré-lacada, ou seja, com isolamento térmico em poliuretano expandido incorporado, sobre uma estrutura metálica complementar, a instalar nas vertentes das coberturas existentes em chapa de fibrocimento ou pela alteração da configuração da cobertura existente, eliminado coberturas planas. À semelhança das fachadas também o isolamento da cobertura permitirá reduzir a transferência de calor e corrigir patologias construtivas tais como infiltrações. - Aplicação de isolamento em caixas de estore – Introdução de isolamento térmico nas caixas de estore de rolo em réguas de plástico, pontos vulneráveis a trocas de calor entre o interior e exterior dos edifícios, criando uma barreira capaz de reduzir o nível de perdas térmicas através das suas tampas aumentando significativamente o conforto interior. - Isolamento de lajes de pavimento em contacto com garagens - Colocação de isolamento térmico sob o pavimento interior em contacto com o piso da cave, na separação da envolvente da área útil com um local não aquecido, permitindo reduzir as perdas energéticas no inverno, através deste elemento da envolvente interior. - Manutenção dos equipamentos de preparação de Águas Quentes Sanitárias – Dado não existirem registos de manutenção dos aparelhos de preparação de águas quentes sanitárias, por questões de segurança e no sentido de aumentar a eficiência energética das frações, recomenda-se uma manutenção aos mesmos, no sentido de repor os níveis de eficiência para valores próximos dos de origem, aumentando deste modo, o rendimento do esquentador e levando a uma diminuição no consumo de gás natural, com a consequente diminuição da fatura energética dos agregados familiares.

Data de conclusão 19.06.2023

Valor de financiamento 329,85 mil €

As ações propostas no âmbito da presente candidatura para o desenvolvimento da comunicação, a promoção e divulgação do Centro Histórico de Vila Nova de Gaia assentam na valorização e animação do património, no reforço da identidade, no incremento dos contributos à regeneração do tecido económico, ao repovoamento habitacional e à melhoria da mobilidade. A candidatura “Programa de Comunicação Visual integrada para o Centro Histórico” reflete um conjunto de lugares e projetos estratégicos, podendo ser sintetizados nas seguintes intervenções: 1. CASTELO Colocação de totem de grandes dimensões _ A intervenção proposta ambiciona destacar a densidade histórica e arqueológica que preenche o espaço vazio existente, facto destacado amplamente por historiadores e arqueólogos. A proposta será implantada sob a forma de um totem, como marco visual, enquanto sinalização da importância de outrora do castelo e dos movimentos sequenciais ao longo dos séculos, assumindo ainda a função de demarcação de um miradouro natural e estratégico. Pretende-se ainda realçar a presença narrativa e poética do imaginário popular eternizado por Almeida Garrett, uma vez que os seus laços com o local da intervenção são de extrema profundidade. 2. GENERAL TORRES Colocação de totem de grandes dimensões _ A intervenção proposta pretende destacar duas evidências no território, a primeira diz respeito à figura relevante que dá nome à estação adjacente, General Torres, galardão para militares e civis, a segunda respeitante à referência à estação multimodal existente, consistindo na demarcação visual de um ponto fulcral de entrada no território à cota alta. 3. TELHADOS Aplicação de um Qrcode _ A intervenção estratégica representa a musicalidade inerente ao território, uma vez que se traduz na projeção e captação sonora de um tema do compositor, músico e ensaísta António Pinho Vargas, nascido em pleno centro histórico, no interior do intrincado visual dos telhados identitários do território. A proposta insere-se na malha ortogonal desalinhada das coberturas de telha de barro vermelho, pretende surgir ao peão/observador como mais um elemento inesperado, num processo de deambulação efetuado à cota alta, tendo visibilidade do jardim do morro e ao longo do trajeto de teleférico. Não se pretende a sua imposição, uma vez que surge como outros elementos, de forma imprevista e fugaz no decorrer de um trajeto aéreo, representante das novas identidades visuais do centro histórico. 4. LARGO DE DOM LUÍS I Criação de jardim vertical _ Com o objetivo de desenvolver a consistência e integração visual da especificidade do centro histórico de Vila Nova de Gaia, prevê-se o tratamento do remate visual do percurso do tabuleiro inferior da ponte Luís I e do Largo Dom Luís I, através da construção de um jardim vertical com a identificação e integração imagem do Município e eventual possibilidade de tratamento da empena livre contígua com imagens alusivas às caves. O jardim vertical é formado por três elementos principais: uma estrutura metálica, uma tela plástica e uma capa de feltro de poliamida. Prevê-se, com a implementação desta ação, a requalificação do espaço público e da publicidade visível através deste, destacar ícones urbanos, facilitar a definição de sistemas mentais de referência geográfica e desenvolver uma identidade original e irrepetível. Desta forma, pretende-se integrar um letreiro, sob a forma de letras soltas iluminado, ao tema contemporâneo de jardim vertical. 5. BARÃO FORRESTER A intervenção na rua Barão Forrester assume um triplo propósito: destacar a importância que a personalidade do Joseph James Forrester (1809-1861) teve no território, nomeadamente na área da fotografia; salientar a vista ausente na rua mais estreita do centro histórico; aludir visualmente ao processo mecânico da captação da imagem no processo fotográfico. Com esta proposta, pretende-se que o conjunto de espelho enuncie e reflita a conjunção das cores e da orografia do território percecionado, mais do que uma simples imagem totalitária, assumindo referências visuais da intervenção caleidoscopal. 6. CALÇADA DAS FREIRAS A intervenção na rua Serpa Pinto procura fazer ressurgir, através de grafismos no pavimento, um elemento singular que era responsável pela facilitação da mobilidade íngreme entre cotas do território e transportando pessoas e mercadorias diversas. A proposta pretende simbolizar as dinâmicas e movimentações antigas que calcorrearam este eixo de ligação primordial do território e, como tal, procurando uma confluência de imagem gráfica com semelhanças à estrutura da engrenagem do transporte, optou-se por desenvolver uma intervenção, que incorporasse as marcas existentes na via, com uma solução de grande escala dos mecanismos que constituem a composição mecânica. 7. MONTE JUDEUS A intervenção proposta assume três propósitos conceptuais: o primeiro, destacar o potencial de observação da paisagem; o segundo, dar visibilidade à obra de um autor nascido naquele local, J. Rentes de Carvalho; o terceiro, promover a transformação do local existente, composto por uma construção embargada que oculta e prejudica a circulação e vivência do espaço. 8. ESTALEIRO A intervenção estratégica apresentada procura amplificar e conceder visibilidade à materialidade existente no território específico, através de um totem de grandes dimensões, que assume a função de marco cromático, e um pano de vidro colocado a nascente, adjacente à área de trabalhos. Esta intervenção compreende uma intenção de preservar visualmente toda a área envolvente, assumindo-a como um museu vivo. O plano de vidro contempla a exposição de um conjunto de elementos numéricos e gráficos, recordando a pluralidade de embarcações que percorreram e acostaram naquele espaço. 9. MAREANTES A intervenção estratégica no pavimento localizado na área envolvente à sede dos Mareantes do Rio Douro surge no contexto intencional de uma sintetização iconográfica da representação desta associação, que conta com 300 anos de história. O objetivo encerra em si a possibilidade de dar visibilidade visual e sonora à obra e intervenção secular desta associação, onde são evidenciados os instrumentos musicais, bombos e tambores, e a alusão aos três santos, São Gonçalo, São Cristóvão e São Roque, transportados pelos Mordomos dos Mareantes.

Data de conclusão 04.09.2023

Valor de financiamento 326,59 mil €

Esta candidatura consiste na adaptação do antigo edifício de habitação para alojamento temporário de cidadãos envolvidos em atividades relacionadas com o apoio logístico do quartel, desportos náuticos e com a própria manutenção e segurança na utilização das praias. Tal utilização do antigo edifício por voluntários e eventuais adeptos mais jovens, permitirá a dinamização de atividades junto à população, comércio e serviços locais. Entende-se que este serviço de apoio proposto será capaz de integrar atividades várias de âmbito operacional e ecológico, além de implementar o usufruto turístico cultural num âmbito mais alargado. Estão previstos os seguintes trabalhos: PISO RÉS-DO-CHÃO (elevado) No piso rés-do-chão elevado, as duas camaratas propostas encontram-se separadas pela tipologia original de corredor central da antiga habitação, de forma que a camarata masculina ficará voltada para a Avenida de Gomes Guerra - com ligação mais direta ao comando do quartel operacional, enquanto a camarata feminina ficará voltada a Sul. Ambas as camaratas possuem ligação com as respetivas varandas longitudinais (Norte/Sul) através dos vãos originais que incluem o recurso à abertura de bandeiras, assim como apresentarão novas claraboias para iluminação/ventilação em todos os compartimentos destinados a dormitório e escritório. Os dormitórios destinados a cada sexo possuirão ainda ligação direta entre si. Estão previstas instalações sanitárias de apoio ao piso rés-do-chão, adjacentes às zonas comuns de copa e sala de estar, as quais foram desenhadas com as devidas adaptações para cidadãos com mobilidade condicionada. É ainda proposta uma área de comando voltada para a Parada do Quartel. Esta zona é composta por dois compartimentos destinados a escritórios e pela varanda destinada a controle, a Norte, por questões operacionais. CAVE O Piso da cave é destinado aos balneários, vestiários e sanitários separados por sexos, assim como por uma lavandaria junto ao átrio de entrada e respetivo pátio. Nesta cota da cave encontra-se ainda a garagem destinada ao apoio da praia, e uma área de arrumos. Está prevista a introdução de um elevador, assim como instalação sanitária com características especiais, para a eventual ocupação do edifício por pessoas com mobilidade condicionada.

Data de conclusão 27.11.2020

Valor de financiamento 302,93 mil €

No âmbito da presente candidatura, as ações propostas assentam no desenvolvimento da comunicação, promoção e divulgação da área cidade de VN de Gaia, com vista à valorização do património, ao reforço da identidade, à regeneração do tecido económico, à melhoria da mobilidade e incentivo da circulação pedonal no centro urbano. O projeto integra-se e dá destaque a um conjunto de intervenções estratégicas promovidas ao abrigo do PEDU (Plano Estratégico Desenvolvimento Urbano) na plataforma Cidade. Para a sua concretização foram elencados três eixos de atuação, que refletem a estratégia integrada de atuação: 1. Elaboração de um projeto de comunicação estratégico, capaz de garantir os objetivos da presente medida e uma integração competente e devidamente articulada com a estratégia já delineada para o centro histórico de, resto, território adjacente à área agora proposta para expansão do conceito; 2. Plano dos suportes próprios, onde se inserem todos os suportes com estrutura autónoma e de várias dimensões, de acordo com a intenção, nomeadamente totens e postes indicadores. Foram definidas soluções que encerram na sua forma a neutralidade exigida num contexto paisagístico de relevante valor histórico contendo, no entanto, pormenores que traduzam as distâncias entre referências territoriais (serviços, comércio local, entidades culturais) que incentivem os diferentes públicos à circulação pedonal. Assume-se igualmente pormenores cromáticos que se evidenciam pontualmente, com a ambição de se fazerem notar na envolvente, como elementos de breve sinalização, orientação e produtores de sentido a quem percorre o espaço. 3. Plano das inscrições e projeções visuais no pavimento, fachadas e coberturas, onde se enquadram as intervenções gráficas sob o formato de stencil ou em vinil. Pretende-se através das intervenções visuais introduzir um valor poético ao território, incentivando à fruição e contemplação ao longo de um percurso. Aqui, são também inseridas as inscrições pintadas, serigrafadas ou coladas em suporte existentes. A candidatura “Promoção da atividade económica nos territórios de intervenção - walkingaia” reflete um conjunto de lugares e projetos estratégicos, podendo ser sintetizados nas seguintes intervenções: ? As ações a realizar propõem a inclusão de um conjunto de suportes de sinalética e intervenções visuais identificativos com informação histórica, informativa e contemplativa, que evidencie ou destaque o local a intervir, através de um sistema de sinalética adequado à envolvente, permitindo a fruição e legibilidade do espaço pelos diversos públicos (turistas, habitantes, investidores), possibilitando a amplificação das dinâmicas económicas, de mobilidade, de turísticas e populacionais crescentes na área circundante a cada zona. ? No campo da mobilidade a ação ambiciona destacar a noção de proximidade, através de um conjunto de simbologias (identificação de raios de 5/10/15 minutos) que permitam, através de suportes físicos de diversas dimensões ou inscrições no pavimento demonstrar a proximidade entre serviços, património, ou áreas verdes para uso contemplativo ou desportivo. ? A operação prevê ainda a idealização, estudo e recolha de um conjunto alargado de conteúdos informativos sobre edifícios, atividades económicas, serviços existentes e espaços localizados nesta área de intervenção com elevado interesse arquitetónico, cultural e turístico para divulgação ao cidadão e visitante, conteúdos esses capazes de suportar não só as ações de sinalética mas também de alimentar a aplicação desenvolvida no âmbito do plano de comunicação do centro histórico. Pretende-se dar a conhecer o centro da cidade, através da apresentação e caracterização dos elementos mais icónicos que a caracterizam, nomeadamente a Casa Barbot, o Atelier Soares dos Reis, Casa Museu Teixeira Lopes, a Biblioteca Municipal e os novos espaços verdes circundantes à Avenida, tanto na permitindo-lhe não só circular numa área urbana regenerada como conhecer o seu passado e os planos futuros. Através da utilização da aplicação, serão também desenvolvidos e aplicados inquéritos de avaliação de impacto das medidas implementadas, permitindo não só a sua avaliação per si, mas também realimentar o processo de melhoria contínua e de criação de novas medidas no mesmo âmbito.

Data de conclusão 26.10.2023

Valor de financiamento 253,94 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de “Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Secundária Gaia Nascente” prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCOS A, B e POLIVALENTE Propõe-se a remoção da totalidade das coberturas em fibrocimento dos blocos A, B e do Polivalente. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será, também, considerado o isolamento térmico, incorporado nos novos painéis de revestimento, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. GIMNODESPORTIVO Propõe-se a remoção da cobertura em fibrocimento e instalação de cobertura a chapa lacada com isolamento térmico incorporado, novas cumeeiras, rufos e capacetes, a substituição da chapa ondulada de poliéster por material de características idênticas, tal como a reabilitação e eventual substituição de elementos de suporte. COBERTURAS | BLOCOS A, B, POLIVALENTE e GIMNODESPORTIVO -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo os painéis de poliéster em consola (Gimnodesportivo), montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro. -Remoção, acondicionamento de hotte, para posterior montagem e reposição de funcionamento; - Remoção, acondicionamento de painéis solares na cobertura, respetivos depósitos e tubagens associadas, para a sua reinstalação e de todos os seus acessórios, reposição de funcionamento; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo o eventuais reforços necessários, conforme especificado nas CTE para elementos de betão à vista, ou conforme indicações da fiscalização em obra e de acordo com as peças desenhadas. -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas e chaminés com membranas betuminosas; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés e tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; -fornecimento e aplicação de clarabóia para acessibilidade à cobertura tipo "Danovent manual" produto da "Danosa" ou equivalente; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm; - Fornecimento e montagem de nova cobertura constituída por painéis sandwich tipo "FTB PC 1000 Acústico" da "FTB" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores com 0.5 e 0.7 mm de espessura, com revestimento superficial em HDX com espessura de 55 microns, à cor cinza RAL 7042, com 120 mm de isolamento térmico em lã de rocha, conforme peças desenhadas e mapa de medições, compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - tratamento e eventual reforço da estrutura metálica de suporte constituída por asnas treliçadas, de forma a receber a nova cobertura; –Aplicação de novos painéis em chapa translúcida de policarbonato alveolar isotérmico opalino tipo "IL2" de 4mm, da "Alaço" ou equivalente, com abas laterais que abracem as ondas da chapa sandwich, por forma a permitir uma eficiente vedação; - Remoção de gradeamento inferior e colocação de novo, em rede metálica.

Data de conclusão 15.12.2022

Valor de financiamento 220,6 mil €

Esta candidatura consiste na criação de uma ligação ciclo pedonal (e rodoviária) entre o núcleo central da freguesia da Madalena e duas escolas existentes, assegurando a ligação entre a Rua do Cerro (perpendicular à Avenida Eugénio de Andrade) e a Rua do Talho (com ligação à Rua do Loureiro), numa extensão de cerca de 350 metros, promovendo um novo percurso seguro de proximidade e do quotidiano, nomeadamente destinado aos alunos das escolas, permitindo ainda a instalação de um corredor bus partilhado destinado à criação de um novo percurso de transporte público que estabeleça também a ligação direta daquele núcleo central da freguesia da Madalena ao centro da cidade de Gaia. A rasante do arruamento foi condicionada pelas cotas da Rua do Cerro e da Rua do Talho, cuja ligação se pretende estabelecer, bem como pela necessidade de aproximar a obra às cotas naturais do terreno, por forma a minimizar o movimento de terras e possibilitar ainda o acesso aos terrenos agroflorestais adjacentes. A plataforma desta nova ligação é constituída por duas vias de circulação com 3 metros de largura cada, permitindo a instalação de um corredor bus partilhado, passeios com 1,6 metros dos dois lados do arruamento e uma ciclovia com 2,5 metros de largura do lado nascente da faixa de rodagem. Optou-se por um perfil transversal estreito pela necessidade de reduzir ao mínimo a afetação das áreas de RAN e REN e pelo facto de este troço não servir diretamente construções, uma vez que não é possível a urbanização nos terrenos adjacentes. Em termos de infraestruturas a instalar na nova ligação, e dado o seu carácter predominantemente ciclável e pedonal, apenas serão instaladas as redes de iluminação pública e um sistema de drenagem de águas residuais pluviais. Todos os materiais utilizados na obra serão adequados aos fins em vista, obedecendo às características mínimas exigidas pela regulamentação portuguesa em vigor. A pavimentação da faixa de rodagem será do tipo flexível e constituída pelas seguintes camadas: Camada de desgaste em betão betuminoso; Camada de base em macadame betuminoso; Duas camadas de base em agregado britado de granulometria extensa; Na zona próxima da ribeira de Ateães será colocado um colchão drenante para estabilização do terreno. Os passeios a construir, bem como a ciclovia, terão a seguinte composição: Camada de desgaste em betão betuminoso; Camada de base em agregado britado de granulometria extensa. Nas zonas em aterro serão construídos muros de gabiões para evitar as saias de aterro. Será instalado um troço de elementos pré-fabricados de betão para canalização do atravessamento da levada existente. Será construída uma passagem superior à ribeira de Ateães em estrutura de betão armado. Devido ao traçado desta ligação atravessar terrenos privados, será necessário construir muros ou redes de vedação para proteger os terrenos adjacentes.

Data de conclusão 01.08.2019

Valor de financiamento 208,53 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas em Fibrocimentos da Escola Básica Padre António Luís Moreira" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCOS AULAS | POLIVALENTE Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerado o isolamento térmico incorporado nos novos painéis de cobertura, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. COBERTURAS | BLOCOS A, B, C, D e PAVILHÃO CENTRAL -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; - Remoção, acondicionamento e eventual reparação de hotte, para posterior colocação; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; - Encerramento dos vãos de cobertura existentes, com realização de: - muretes em bloco de alvenaria de tijolo, devidamente assente com argamassa de resistência melhorada, tipo “Alvenaria M10” da Secil, ou equivalente; - aplicação de chapisco, com argamassas secas, tipo “argamassa de chapisco” e revestimento com argamassa, tipo “Reabilita RB51” da Secil, ou equivalentes, seguida de acabamento final; - aplicação de grelha perfurada flexível, furo redondo, cor cinza, sobre muretes construídos ou vigas existentes, em alumínio pré lacado, 1.5mm espessura e altura adequada ao refechamento do espaço entre estes e as chapas de cobertura, impedindo a entrada de pássaros e insetos, mas garantindo a ventilação do vão de cobertura. - Fornecimento e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em beirais, constituídos por tubulares secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para, garantir a eficaz fixação das chapas e receber também as fixações dos tamponamentos frontais das chapas; - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para, garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos. - Fornecimento e montagem de coberturas em chapa simples, de aço qualidade Fe E280G, com galvanização Z 225gr/m² e lacada a Granite HDX em ambas as faces, cor cinza RAL 7040, tipo “Sistema Blocotelha Autoportante, ref. BP114/ 1,0mm” ou equivalente, após aplicação de revestimento térmico, compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - chapa autoportante de aço perfilado de eixo retilíneo, enformada a frio, com 1,0mm de espessura e 114mm de altura, incluindo apoios metálicos necessários (vedantes e respetivas fixações da chapa exterior com parafusaria inox, fixações e chapas de atrito; - tamponamentos (frontal e posterior) com orifícios para ventilação, devendo o frontal ser fixo ao perfil de fixação da chapa de cobertura, remates de cumeeira, remates de topo e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés, e tubagens de ventilação, em chapa quinada/ 0.7mm, lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, e /ou chapa de zinco nº 14 para platibandas, incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos; - fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; – redimensionamento de caleira, incluindo rufagem a zinco nº 14.

Data de conclusão 18.10.2022

Valor de financiamento 151,1 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Básica Adriano Correia de Oliveira" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCOS e GALERIA DE LIGAÇÃO Propõe-se a remoção da totalidade da cobertura em fibrocimento dos blocos e da galeria de ligação entre eles. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerada a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. BALNEÁRIOS DE APOIO AO CAMPO DE JOGOS Propõe-se a remoção da totalidade da cobertura em fibrocimento do bloco de apoio ao campo de jogos, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente. COBERTURAS | BLOCOS A, B, GALERIA e BALNEÁRIOS -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas, coberturas de lanternins e chaminés com membranas betuminosas; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés e tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; – fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; – fornecimento e colocação de chapas de alumínio lacadas, com 1.2mm de espessura e com desenvolvimento de 35cm, no recobrimento dos peitoris existentes nos lanternins, efetuando a devida entrega nas caixilharias exteriores; – lavagem, retificação e aplicação reboco delgado armado nos paramentos dos lanternins; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm.

Data de conclusão 26.01.2023

Valor de financiamento 134,36 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas de Fibrocimento da Escola Básica da Madalena" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCOS e GALERIA DE LIGAÇÃO Propõe-se a remoção da totalidade das coberturas em fibrocimento dos blocos e galeria de ligação. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerado o isolamento térmico incorporado nos novos painéis de cobertura, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. COBERTURAS | BLOCOS A, B e GALERIA -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; -Remoção, acondicionamento de hotte, para posterior montagem e reposição de funcionamento; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas e chaminés com membranas betuminosas; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés e tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; – fornecimento e colocação de chapas de alumínio lacadas, com 1.2mm de espessura e com desenvolvimento de 35cm, no recobrimento dos peitoris existentes nos lanternins, efetuando a devida entrega nas caixilharias exteriores; – lavagem, retificação e aplicação reboco delgado armado nos paramentos dos lanternins - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm.

Data de conclusão 26.01.2023

Valor de financiamento 129,99 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 23.12.2021

Valor de financiamento 96,98 mil €

As ações a desenvolver no âmbito da presente candidatura para potenciar os modos suaves e promover a mobilidade urbana como um fator de regeneração urbana e inclusão social, através da melhoria da infraestrutura do modo "a pé", são: Requalificação geral de arruamentos que se encontram degradados, incluindo a criação de percursos pedonais em "caminho próprio" ou colmatando troços de passeios já existentes, adequados a pessoas com mobilidade reduzida na: • RUA CENTRAL DE LEVER (FASE 4) - UF SANDIM, OLIVAL, CRESTUMA, LEVER • RUA SENHOR DO PADRÃO (FASE 2) - UF GRIJÓ E SERMONDE Na empreitada de “REQUALIFICAÇÃO DA RUA CENTRAL DE LEVER – 4ª FASE” estão previstos os seguintes trabalhos: - Montagem de estaleiro de apoio à obra em geral; - Demolição do pavimento e passeios existentes; - Levantamento dos cubos ou paralelepípedos para posterior aplicação nas baias de estacionamento; - Fresagem nos encontros dos pavimentos existentes; - Execução de diversas infraestruturas; - Pavimentação da camada de betão betuminoso; - Instalação de lancis de bordadura de passeios e baias de estacionamento; - Fornecimento e assentamento de pedra do chão de betão; - Pintura da sinalização horizontal; - Colocação de sinalização vertical; - Nivelamento de tampas; - Desmontagem de estaleiro de apoio à obra em geral; - Fornecimento e colocação de placas de identificação de obra, de acordo com o pormenor. No que diz respeito à “requalificação da Rua Senhor do Padrão – 2ª fase” prevê-se realizar os seguintes trabalhos: Na faixa de rodagem – levantamento da calçada de cubos e sua fundação, instalação da rede de drenagem de águas pluviais, e das redes de infraestruturas eletrotecnias de IP, BT e ITUR; abertura regularização e compactação da caixa de fundação, reconstrução do novo pavimento com fundação de ABGE de 0,40m de espessura em duas camadas de 0,20m, mais a camada de macadame betuminoso de AC 20 base 35/50 de 0,08m de espessura e a camada de desgaste em betão betuminoso AC 14 surf 35/50; Em passeios – levantamento e reposição das áreas irregulares; assentamento de lancis e abertura regularização e compactação da caixa das áreas a construir, pavimentação com pedra hexagonal de betão, em continuidade do existente; Sinalização rodoviária, horizontal e vertical – conforme o projeto da especialidade.

Data de conclusão 23.09.2020

Valor de financiamento 95,25 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 30.09.2021

Valor de financiamento 91,14 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 25.08.2021

Valor de financiamento 85,36 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 26.07.2021

Valor de financiamento 76,88 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 29.11.2021

Valor de financiamento 74,64 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 25.08.2021

Valor de financiamento 70,35 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 23.11.2021

Valor de financiamento 69,33 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 28.02.2022

Valor de financiamento 60,59 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 27.07.2021

Valor de financiamento 58,48 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 23.11.2021

Valor de financiamento 57,52 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 28.02.2022

Valor de financiamento 57,24 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Secundária Arquiteto Oliveira Ferreira" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BALNEÁRIOS DE APOIO AO CAMPO DE JOGOS Propõe-se a remoção da totalidade da cobertura em fibrocimento do bloco de apoio ao campo de jogos, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente. PERCURSO COBERTO | BALNEÁRIOS -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates e ventilações, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; -Desmontagem de elementos metálicos da estrutura de suporte do percurso coberto, para substituição e / ou tratamento e pintura em fábrica e recolocação em obra; -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura no balneário, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas e chaminés com membranas betuminosas; -Tratamento e pintura das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm; - inclusão de infraestruturas elétricas, ITED, segurança, ou outros previstos no vão de Cobertura; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis em chapa de aço perfilada trapezoidal, pré-lacada sobre galvanização de 225 gr/m2, qualidade S 250 GD, acabamento a Granite HDX na face superior, cor RAL 7012, “perfil tipo ref. 6-169-25” da Alaço ou equivalente.

Data de conclusão 18.10.2022

Valor de financiamento 56,32 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 22.12.2021

Valor de financiamento 56,11 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 22.12.2021

Valor de financiamento 54,17 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 01.06.2021

Valor de financiamento 52,71 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 30.06.2021

Valor de financiamento 42,56 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 22.12.2021

Valor de financiamento 35,48 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 26.05.2021

Valor de financiamento 35,41 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de " Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Secundária Diogo de Macedo " prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: PERCURSOS COBERTOS Propõe-se a remoção da totalidade das coberturas em fibrocimento dos percursos cobertos. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerada a substituição de cumeeiras, rufos e caleiras, por novos elementos em zinco, bem como a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação da mesma de forma a receber os novos painéis. -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras e remates, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; - Desmontagem de elementos metálicos da estrutura de suporte, para substituição e / ou tratamento e pintura em fábrica e recolocação em obra; - Tratamento e pintura das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo o eventuais reforços necessários; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm; - inclusão de infraestruturas elétricas, ITED, segurança, ou outros previstos no vão de cobertura. Objetivos (máx. 1 750 caracteres) O projeto objeto de candidatura tem como desiderato a melhoria das condições de segurança e saúde da comunidade escolar, ao promover obras com o intuito de eliminar fatores potencialmente prejudiciais para a saúde e meio ambiente, como são os materiais com amianto na sua composição, e neste caso em concreto, o fibrocimento, e conferir ao edifício maior conforto térmico e condições de estanquidade. A presente candidatura contribui significativamente para o objetivo do Programa NORTE 2020 “prosseguir a requalificação/modernização das instalações da educação pré-escolar, dos ensinos básico, secundário e superior e dos equipamentos de formação profissional, colmatando situações deficitárias e melhorando as condições para a educação, o ensino e formação profissional, em complemento das ações de melhoria da qualidade do sistema”.

Data de conclusão 18.10.2022

Valor de financiamento 33,27 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 30.06.2021

Valor de financiamento 31,17 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 22.12.2021

Valor de financiamento 29,08 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Básica do Olival" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCO C Propõe-se a remoção da totalidade das coberturas em fibrocimento do bloco C. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerado o isolamento térmico incorporado nos novos painéis de cobertura, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. COBERTURAS | BLOCOS C -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas e chaminés com membranas betuminosas; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés e tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - Fornecimento e aplicação de chapa em fibra com ventilador, com Ø50mm, tipo "VE1 Ventilador" da "Alaço" ou equivalente; – fornecimento e colocação de chapas translúcidas em policarbonato alveolar isotérmica opalina tipo "IL2" de 4mm, da "Alaço" ou equivalente, com abas laterais que abracem as ondas da chapa sandwich, de forma a garantir melhor luminosidade dos espaços interiores adossados e uma eficiente vedação. - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm.

Data de conclusão 15.12.2022

Valor de financiamento 28,05 mil €

A presente candidatura tem como objeto a execução da empreitada de "Substituição de Coberturas em Fibrocimento da Escola Básica de Vila d’Este" prevendo-se a execução dos seguintes trabalhos: BLOCO A Propõe-se a remoção da totalidade da cobertura em fibrocimento do bloco A. Considerando as características da tipologia em questão propõe-se a substituição das coberturas com amianto existentes, aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica destes edifícios. Será também considerado o isolamento térmico incorporado nos novos painéis de cobertura, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação de elementos danificados da estrutura das coberturas e adaptação das mesmas de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. COBERTURAS | BLOCOS A -Remoção das coberturas existentes, compostas por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, chaminés, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; -Tratamento pontual das estruturas de betão à vista sob as coberturas (vigas e lajes), com reparação e/ou correção de eventuais fissuras, lacunas, armaduras expostas e/ou oxidadas, ou anomalias em juntas de dilatação, incluindo os eventuais reforços necessários; -Remoção de apoios existentes e aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com dim. adequada para garantir a eficaz fixação das chapas, e receber também, as fixações das chapas de cume; - apoios metálicos intermédios, constituídos por tubulares de secção retangular, esp.4.0mm, com altura variável para garantir a inclinação adequada (min 2%) das chapas de cobertura em todos os blocos; – Impermeabilização de platibandas, coberturas de lanternins e chaminés com membranas betuminosas; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes, nomeadamente chaminés e tubagens de ventilação, em chapa lacada a granite HDX à cor cinza RAL 7040, chapa de zinco nº 14 para platibandas, muretes e caleiras incluindo fixações com parafusos, anilhas ou outro, de aço inox e todos os materiais necessários à boa execução dos trabalhos, estando prevista pingadeira nas chapas de cobertura na zona das caleiras, devendo o isolamento e a chapa inferior ficar recuados da superior cerca de 4cm; - fornecimento e colocação de chaminés de ventilação em aço inox, tipo chapéu “Saturno”, da Macop ou equivalente, incluindo tubo, abraçadeira e remate de telhado, com as devidas vedações de forma a não haver quaisquer infiltrações na cobertura; – fornecimento e colocação de chapas de alumínio lacadas, com 1.2mm de espessura e com desenvolvimento de 35cm, no recobrimento dos peitoris existentes nos lanternins, efetuando a devida entrega nas caixilharias exteriores; – lavagem, retificação e aplicação reboco delgado armado nos paramentos dos lanternins; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm.

Data de conclusão 26.01.2023

Valor de financiamento 27,67 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta para a “Beneficiação Energética de Edifícios Escolares de Tipologia P3 - Escola Básica” prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis. A empreitada de “Reabilitação da cobertura do equipamento escolar Jardim de Infância de Brandariz” prevê-se a realização dos seguintes trabalhos: PRÉ-FABRICADO Remoção da totalidade da cobertura em fibrocimento do módulo pré-fabricado. Propõe-se a substituição da cobertura aplicando um novo revestimento em chapa de aço perfilada e lacada, com características que permitem a compatibilização com o sistema de drenagem de águas pluviais existente e a linguagem arquitetónica deste edifício. Será também considerado o isolamento térmico incorporado nos novos painéis de cobertura, bem como a substituição de cumeeiras, rufos, capacetes e caleiras, por novos elementos de zinco. Prevê-se a reparação e consolidação de elementos danificados da estrutura da cobertura e adaptação dos mesmos de forma a receber os painéis metálicos, tipo sandwich. COBERTURAS | PRÉ – FABRICADO Remoção da cobertura existente, composta por placas de fibrocimento, e respetivos acessórios, tais como, cumeeiras, remates, bem como todos os rufos e tubos de queda existentes, incluindo montagem e desmontagem de todos os equipamentos, proteções de trabalhadores, medições e análises, necessários à execução dos trabalhos, e transporte a vazadouro devidamente homologado, de todos os materiais e produtos sobrantes, com as devidas guias de transporte de resíduos, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, nomeadamente DL nº 266/07 de 24 de Julho, e DL nº 239/97 de 9 de Setembro; Reparação e consolidação da estrutura de apoio, com eventual aplicação de estrutura de assentamento das novas chapas de cobertura, em perfis tubulares de aço galvanizado e fixações com parafusaria de inox, nomeadamente: - apoios metálicos em cumeeiras; - apoios metálicos intermédios; - Fornecimento e montagem de novas coberturas constituídas por painéis sandwich do tipoC5-1000 da "Alaço" ou equivalente, com chapas inferiores e superiores, com revestimento superficial em Granite HDX com espessura de 55 microns (categoria de resistência à corrosão RC5), à cor cinza RAL 7042, com 100 mm de isolamento térmico em Poliisocianurato (PIR), incluindo compatibilização da estrutura de suporte, acessórios de remate e ligação, compreendendo e/ou cumprindo os seguintes requisitos: - remates de cumeeira, remates frontais e rufagem de outros elementos salientes; - fornecimento e colocação de novos tubos de queda de águas pluviais, com diâmetro mínimo de 90mm.

Data de conclusão 15.12.2022

Valor de financiamento 23,74 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 02.07.2021

Valor de financiamento 21,32 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 22.09.2021

Valor de financiamento 20,4 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 14.02.2022

Valor de financiamento 17,92 mil €

A presente candidatura consiste no melhoramento das condições físicas dotando os espaços interiores de maior conforto térmico. A solução proposta prevê uma intervenção a nível das fachadas e coberturas, designadamente: 1 – Alteração do sistema da cobertura, substituindo as coberturas existentes de fibrocimento e de policarbonato; 2 – Requalificação das fachadas com revestimento de isolamento térmico pelo exterior; 3 – Substituição das caixilharias existentes; 4 – Execução de sistema de renovação do ar interior; 5 – Requalificação da iluminação interior e exterior; 6 – Requalificação dos pátios exteriores e passeios envolventes. Prevê-se uma intervenção global nas coberturas existentes, não só a nível do edificado principal, mas também ao nível das coberturas dos alpendres. A cobertura existente é revestida exteriormente por telhas de fibrocimento, sem isolamento térmico no desvão do telhado. Com a intervenção pretende-se retirar toda a telha existente de fibrocimento, revestir a laje da cobertura com isolamento térmico formado por espuma rígida de poliuretano projetado “in situ” e colocar uma chapa de cobertura do tipo telha metálica. Os cobertos exteriores existentes têm a sua cobertura em chapas de policarbonato perfilado ondulado e propõe-se a sua substituição por chapas de policarbonato ondulada alveolares de dupla parede, incolor acetinada,1097mm de largura (6 ondas) e 4 mm de espessura, termo soldada nos topos e com proteção aos raios U.V na fase exterior e com as extremidades termosoldadas. O edifício com uma fachada marcada pelos elementos estruturais em betão aparente (lajes e pilares) e paredes em alvenaria de tijolo, rebocadas na cor branco. Deste modo, o edifício apresenta um défice de isolamento térmico que será colmatado com a execução da proposta. A intervenção ao nível das fachadas, pretende acentuar a horizontalidade dos edifícios, através da demarcação de cada um dos pisos com uma cor diferente, unidos por uma alheta com expressão de 3cm de profundidade e 20cm de altura. Deste modo, pretende-se unificar todo o edifício e todas as fachadas, anulando a atual marcação da estrutura do edifício. Pretende-se executar um revestimento das fachadas com isolamento térmico pelo exterior com sistema de reboco térmico projetado, através da utilização do sistema tipo “ISODUR”, ou equivalente. Considera-se em todos os paramentos verticais das fachadas a aplicação de isolamento térmico com 7cm de espessura, excepto na zona da alheta que será revestida com isolamento de 4cm de espessura, de modo a permitir a sua execução de acordo com o pormenor técnico construtivo, sem com isto comprometer a eficiência térmica do edifício. Ao nível das caixilharias proceder-se-á à substituição de todos os elementos. As caixilharias existentes são em alumínio anodizado à cor natural com vidro simples incolorde 4mm sem corte térmico. E serão substituídos na integra por caixilhos de perfis de alumínio com corte térmico, acabamento acetinado natural, tipo “ACNA” com certificado Qualanod, ou equivalente, com vidro duplo temperado de 6mm de espessura + caixa de ar com 20mm de espessura + laminado 4+4mm de espessura. Para além da substituição dos caixilhos, a proposta protagoniza um melhoramento do tipo de sistema de cada vão, de modo a que cada vão possibilite a ventilação natural dos espaços, melhorando deste modo a renovação do ar. O equipamento escolar será dotado com uma solução mista para a ventilação e renovação do ar. A admissão de ar novo nos respetivos espaços far-se-á com o recurso a grelhas de ventilação fixas a aplicar nas novas caixilharias e à instalação de um circuito de condutas de ventilação forçada com a instalação de um ventilador na cobertura. Com vista à melhoria da eficiência energética do edifício, nomeadamente redução de consumos de energia, está prevista a requalificação da iluminação interior e exterior dos edifícios, estando previstas duas soluções: - Substituição de aparelhos de iluminação atualmente com lâmpadas fluorescentes e incandescentes por novos aparelhos equipados com lâmpadas LED; - Substituição de lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos atuais aparelhos de iluminação por lâmpadas LED, incluindo a adaptação da eletrificação dos respetivos aparelhos, nos casos aplicáveis.

Data de conclusão 30.06.2021

Valor de financiamento 17,41 mil €

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