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Ficha de beneficiário

Nome

INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

Valor de financiamento

18,27 milhões €

Total de projetos

64

Número de identificação fiscal

5 0 3 6 0 6 2 5 1

Projetos realizados

A intervenção vai realizar-se no edifício do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP) sito na Rua Jaime Lopes Amorim, s/n, 4465-004 S. Mamede de Infesta. Com o projeto ISCAP - Energia Positiva pretende-se melhorar a qualidade energética e ambiental do edifício do ISCAP através da redução do consumo de energia e subsequente redução das emissões de CO2. O projeto visa a implementação de medidas de eficiência energética numa infraestrutura pública em funcionamento da Administração Central do Estado, contribuindo desta forma para a execução do Programa Eco.AP e do PNAEE. O projeto iniciou-se com a identificação de patologias e oportunidade de racionalização de consumos de energia que foram analisadas em detalhe por uma equipa auditora e um Perito Qualificado no âmbito da realização de auditoria energética. Com base nas oportunidades elencadas as mesmas foram analisadas em detalhe tendo as mais relevantes sido vertidas no Certificado Energético e Plano de racionalização de energia. Este passo permitiu validar os potenciais de economia de energia identificados estimando com maior exatidão o impacto das medidas no consumo de energia. Das diversas medidas identificadas como possíveis, a seleção das medidas a adotar teve em consideração múltiplos fatores, nomeadamente o impacto nas necessidades energéticas e consequente impacto na certificação energética (as medidas apresentadas permitem uma subida no nível da certificação energética (passando o certificado do edifício de C para B), a necessidade e premência de adoção das mesmas no âmbito da qualidade de ar interior bem como adequação do investimento. O passo seguinte passou pela realização de projetos de execução para as medidas preconizadas identificando assim, com o devido detalhe, os custos envolvidos na implementação das medidas preconizadas. Resumo de Indicadores: • Consumo Energético estimado no primeiro ano de exploração do investimento (kWh/ano): 949.350 • Emissões de CO2 estimadas das instalações no primeiro ano de exploração do investimento (ton CO2/ano): 277,35 • Poupanças previstas no primeiro ano de exploração do investimento (kWh/ano): 383.607 • Poupanças previstas no primeiro ano de exploração do investimento (€/ano): 46.837,70 • Redução do Consumo de Energia (%, medido pelo rácio entre consumo no primeiro ano de exploração do investimento / consumo antes da intervenção): 71% • Classe Energética Final do edifício intervencionado: Classe B Esta redução nas necessidades energéticas são devidas à instalação de tecnologias consideradas maduras, nomeadamente: • O sistema de iluminação será substituído por luminárias LED; • Será instalada uma unidade de autoprodução com base em renováveis (fotovoltaico); • Será reforçado o isolamento térmico nas coberturas diminuindo as trocas térmicas e patologias construtivas; • As caldeiras serão substituídas por caldeiras de elevado rendimento.

Data de conclusão 19.04.2022

Valor de financiamento 482,45 mil €

A intervenção vai realizar-se no edifício da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras sito em Felgueiras. Com o projeto ESTG - Energia Positiva pretende-se melhorar a qualidade energética e ambiental do edifício através da redução do consumo de energia e subsequente redução das emissões de CO2. O projeto visa a implementação de medidas de eficiência energética numa infraestrutura pública em funcionamento da Administração Central do Estado, contribuindo desta forma para a execução do Programa Eco.AP e do PNAEE. O projeto iniciou-se com a identificação de patologias e oportunidade de racionalização de consumos de energia que foram analisadas em detalhe por uma equipa auditora e um Perito Qualificado no âmbito da realização de auditoria energética. Com base nas oportunidades elencadas as mesmas foram analisadas em detalhe tendo as mais relevantes sido vertidas no Certificado Energético e Plano de racionalização de energia. Este passo permitiu validar os potenciais de economia de energia identificados estimando com maior exatidão o impacto das medidas no consumo de energia. Das diversas medidas identificadas como possíveis, a seleção das medidas a adotar teve em consideração múltiplos fatores, nomeadamente o impacto nas necessidades energéticas e consequente impacto na certificação energética (as medidas apresentadas permitem uma subida no nível da certificação energética (passando o certificado do edifício de C para B), a necessidade e premência de adoção das mesmas no âmbito da qualidade de ar interior bem como adequação do investimento. O passo seguinte passou pela realização de projetos de execução para as medidas preconizadas identificando assim, com o devido detalhe, os custos envolvidos na implementação das medidas preconizadas. Resumo de Indicadores: • Consumo Energético estimado no primeiro ano de exploração do investimento (kWh/ano): 287.888,49; • Emissões de CO2 estimadas das instalações no primeiro ano de exploração do investimento (ton CO2/ano): 48,2 • Poupanças previstas no primeiro ano de exploração do investimento (kWh/ano): 125.695,85 • Poupanças previstas no primeiro ano de exploração do investimento (€/ano): 31.526,78 € • Redução do Consumo de Energia (%, medido pelo racio entre consumo no primeiro ano de exploração do investimento / consumo antes da intervenção): 70% • Classe Energética Final do edifício intervencionado: Classe B Esta redução nas necessidades energéticas são devidas à instalação de tecnologias consideradas maduras, nomeadamente: • Aplicação de isolamento térmico nas paredes diminuindo as trocas térmicas e patologias construtivas; • Aplicação de isolamento térmico nas coberturas diminuindo as trocas térmicas e patologias construtivas; • Instalação de envidraçados pelo interior (pois não é possível a alteração dos mesmos face a restrições arquitetónicas) • Instalação de caldeira a biomassa reduzindo os custos de exploração • Instalação de uma unidade de autoprodução com base em renováveis (fotovoltaico).

Data de conclusão 31.03.2022

Valor de financiamento 307,78 mil €

A investigação em IA tem sido sujeita a uma expansão contínua, providenciando avanços significativos em várias áreas, como o processamento de imagem, o reconhecimento de escrita, ou a tradução automática. Atualmente, a IA é aplicada a um conjunto diverso de situações, com o objetivo de desenvolver soluções cada vez mais genéricas, que satisfaçam os requisitos de diferentes necessidades sem sofrerem modificações metodológicas significativas. Para desafiar esta abordagem à resolução de problemas, a visão científica deste projeto foca no enriquecimento do conhecimento, informação e interação à disposição de agentes, robôs e humanos, para melhorar a sua integração no ecossistema dos cuidados de saúde. Neste sentido, temos como principal objetivo a aplicação de técnicas de aprendizagem máquina, como o processamento de linguagem natural, o uso de deep learning na análise preditiva, ou a visão por computador, para extrair informação e providenciar conhecimento que possa potenciar a automação de sistemas baseados em IA para a realização de tarefas de tomada de decisão, e que possam melhorar a colaboração entre humanos e agentes inteligentes. Este projeto também foca na aplicação de conceitos de gamificação, como um motor para o desenvolvimento de intervenções inteligentes, e abordagens terapêuticas e de treino personalizadas. Além disso, a pesquisa por interfaces mais naturais para melhorar a interação com o ambiente irá completar um conjunto de esforços de investigação, na direção às tecnologias inovadoras e dispositivos inteligentes. O desenvolvimento deste tipo de solução irá necessariamente gerar novos mercados e melhorar a eficiência dos bens e serviços existentes na indústria dos cuidados de saúde - uma abordagem aos cuidados de saúde focada na especificidade de cada doente.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 186,19 mil €

O projeto GreenHealth está focado em tecnologias digitais e biológicas e na sua interação com a saúde humana, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento económico, baseados em ativos do território. Esta abordagem multidisciplinar e interdisciplinar permitirá o desenho e a implementação de uma estratégia de longo prazo, centrada no homem, e focada na (eco)sustentabilidade da Região Norte. Para tal foram definidos os seguintes eixos de ação: 1. Tecnologias digitais para técnicas inovadoras de reabilitação Existe uma necessidade crescente de reabilitação associada a mudanças demográficas e tendências de saúde, com aumento da prevalência de doenças não transmissíveis e envelhecimento da população. Pretende-se desenvolver, com base em tecnologias digitais, técnicas inovadoras de reabilitação, em áreas cognitivas e funcionais. Em particular, serão usadas tecnologias digitais emergentes, como jogos digitais, Internet das Coisas, realidade virtual/aumentada, machine learning, análise avançada de dados e robótica colaborativa, para o desenvolvimento de soluções inovadoras para apoiar técnicas de reabilitação, particularmente reabilitação em saúde mental. 2. Produção sustentável e estratégias de base biológica Os principais objetivos desta linha de investigação são: i) promover práticas agrícolas inovadoras e processos de transformação para melhorar as propriedades dos agroprodutos, nomeadamente através da otimização das suas características nutricionais e de qualidade; ii) desenvolver ingredientes naturais e de base biológica, mais especificamente agentes bioativos, corantes e conservantes obtidos de fontes naturais nativas da região e capazes de conferir propriedades bioativas aos produtos em que são incorporados; iii) criar novos alimentos funcionais, nutracêuticos e cosmecêuticos para serem utilizados na prevenção e/ou tratamento de problemas de saúde; iv) desenvolver revestimentos funcionais, que colmatem necessidades de higienização pessoal/hospitalar, baseados em produtos naturais, complementados com soluções poliméricas naturais ou sustentáveis; 3. Estratégias de vida ativa, qualidade e bem-estar O desenvolvimento económico e as mudanças associadas a ocupações sedentárias, podem ajudar a explicar os elevados níveis de inatividade observados em países com elevado padrão de vida. A linha de investigação tem como principal objetivo proporcionar as melhores condições para o desenvolvimento sustentável de produtos e atividades competitivas ligadas à vida ativa, focando-se no bem-estar e qualidade de vida do indivíduo. Em todas as etapas do projeto, os parceiros do mesmo e os stakeholders estarão envolvidos, pois este nível de envolvimento torna-se relevante não só nas etapas de delineamento e implementação das estratégias e tomada de decisão, como no desenvolvimento de ferramentas de planeamento e na definição do modelo de avaliação e na monitorização de estratégias da vida ativa.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 85,46 mil €

O Projeto “Tâmega e Sousa Internacionaliza” promove ações para a internacionalização e a exportação de produtos e serviços da Região Tâmega e Sousa, através de iniciativas de network e cooperação – que objetivam a aproximação entre empresas e empresários no desafio da conquista além-fronteiras – muito positivas para o conhecimento de oportunidades internacionais, mas também como plataforma de promoção das empresas do território. De acordo com o “Plano de Ação – Promoção do Empreendedorismo do Tâmega e Sousa 2014/2015”, em 2011, o peso das exportações do Tâmega e Sousa (TAMS.15; Pordata 2013) era de 8% e 3%, respetivamente na região Norte e Portugal, observando-se, inclusive, que a intensidade exportadora tem vindo a crescer sustentadamente, sugerindo que a região tem estado a voltar-se mais para o exterior. Desta forma, 5 entidades com forte atuação no território uniram-se no sentido de, através de uma estratégia concertada para a internacionalização, desenvolverem um Projeto estruturado em 7 ações gerais que por sua vez se subdividem em atividades específicas a desenvolver pelo período de 24 meses. As ações gerais do projeto são as seguintes: 1 – Desenvolvimento de estudo estratégico para a internacionalização da Região Tâmega e Sousa; 2 – Capacitação para a internacionalização; 3 – Promoção da Região Tâmega e Sousa na Diáspora Portuguesa; 4 – Promoção, conhecimento e acesso a mercados internacionais estratégicos; 5 – Benchmarking internacional e disseminação de boas práticas; 6 – Desenvolvimento de plataforma para a promoção internacional das PME da Região Tâmega e Sousa; 7 – Gestão e monotorização do Projeto. Através da sua concretização condira-se possível reforçar a capacidade empresarial e consolidar a presença das empresas regionais nos mercados internacionais, através do aproveitamento das oportunidades e desafios económicos proporcionados pelo exigente mercado global e, simultaneamente, proporcionar o aumento da competitividade e notoriedade externa dos produtos da Região Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 22.01.2020

Valor de financiamento 44,5 mil €

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