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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE CALDAS DA RAINHA

Valor de financiamento

12,32 milhões €

Total de projetos

34

Número de identificação fiscal

5 0 1 2 2 2 6 3 4

Projetos realizados

Trata-se da Requalificação Patrimonial e funcional do Edificado do Hospital Termal, dotando de condições de funcionamento a área de tratamento de vias respiratórias, ORL, no Balneário Novo das Termas Rainha D. Leonor. O Património Termal foi cedido por parte do Governo ao Município das Caldas da Rainha, por Auto de Cedência firmado em 5 de Dezembro de 2015.De entre as cláusulas constantes daquele, consta: “… A presente cedência tem por fim a recuperação, salvaguarda e valorização do imóvel, tendo em vista o desenvolvimento de actividades turísticas e culturais, a par da sua fruição pública em benefício da população residente e visitantes……” Pelo que por neste âmbito, o Município, após peritagens técnicas efectuadas, decidiu iniciar as obras tendentes à resolução do problema que desde há vastos anos se verificava, originando o encerramento do Hospital Termal e Balneário, o aparecimento de legionella na água termal procedendo ainda desde logo à reabilitação do edifício designado Balneário Novo, como forma de possibilitar a fruição pública deste equipamento. A intervenção mais profunda será no piso 01, permitindo capacitar o edifício para um funcionamento adequado às exigências atuais. Para isso, foi necessário intervir na rede de distribuição de água mineral. A intervenção incide apenas ao nível de restauro e conservação do existente, por forma a não alterar as caraterísticas do imóvel, visando uma melhoria das condições do edifícado. A nível de infraestruturas, no balneário novo prevê-se uma solução de forma a adaptar as infraestruturas existentes às novas. A renovação da rede de água mineral, possibilita que este edifício reinicie o seu funcionamento nas condições para que foi criado. Em suma, a concretização desta operação permitem aos utentes usufruir de melhores condições que se reflectem na saúde e no lazer.

Data de conclusão 13.06.2019

Valor de financiamento 466,06 mil €

A implementação do Projeto Piloto dos Modos Cicláveis apresenta-se como uma resposta integrada e funcional ao paradigma da mobilidade urbana que hoje se faz sentir na cidade das Caldas da Rainha. A visão e objetivos do projeto apresentam uma clara intenção de tornar os modos suaves na opção alternativa e efetiva aos restantes modos de transporte, favorecendo e exponenciando o uso da bicicleta em meio urbano e que responda, de facto, às reais necessidades de deslocação de quem reside, trabalha ou visita Caldas da Rainha. O levantamento no terreno permitiu constatar que, de facto, Caldas da Rainha apresenta uma topografia bike friendly, ou seja, permite deslocações de bicicleta suaves e confortáveis, apresentando potencialidade para a implementação da rede. A proposta consiste na criação de uma infraestrutura que se irá desenvolver em meio urbano consolidado, obrigando a uma série de ajustes e adaptações nos passeios, estacionamentos e zonas verdes existentes, de modo a criar uma ciclovia mista, inclusiva, confortável, atrativa e segura, sem comprometer as demais circulações, especialmente pedonais e atravessamentos existentes. A nova rede a ser criada irá pressupor que a bicicleta seja entendida como meio de transporte alternativo e não só como utilitário exclusivo de passeio. A área de intervenção proposta por este Município para o Projecto Piloto dos modos Cicláveis pretende interligar os polos geradores e equipamentos com maior relevo no contexto urbano, com especial incidência na conexão entre o Complexo Desportivo Abraço Verde, e a ciclovia aí já existente, o Centro Histórico e a Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, passando pelos vários serviços e equipamentos de interesse público intercetados por este eixo estruturante.

Data de conclusão 18.11.2022

Valor de financiamento 369,37 mil €

A candidatura consiste na requalificação do largo do Colégio Militar, situado no bairro social da Ponte, nas Caldas da Rainha. A primeira alteração é de natureza financeira e temporal. Em termos temporais, pretende-se alterar a data de fim, de 31.12.2021, para 31.12.2022, mantendo-se a data de início em 02.11.2020, correspondente à data do auto de consignação da empreitada. Esta prorrogação da data de fim deve-se aos seguintes fatores: - O contrato de empreitada de Reabilitação urbana espaço público – Comunidades Desfavorecidas – Área 6 foi celebrado, em 02.10.2020, pelo valor de 272.587,17 € e com um prazo de execução de 180 dias. O auto de consignação da empreitada é de 02.11.2020, sendo a data de comunicação ao empreiteiro da aprovação do Plano de Segurança e Saúde, de 20.11.2020. A data de conclusão física da empreitada seria 19.05.2021, a contar desde 20.11.2020. - Prorrogação do prazo de execução da empreitada, em 51 dias, até 09.07.2021, devido a alterações ao projeto inicial, ao facto de, no decorrer dos trabalhos, terem sido encontradas infraestruturas que não estavam previstas no projeto e ao estado de pandemia causado pela doença Covid19. O estado de pandemia causou dificuldades no fornecimento de materiais e na obtenção mão de obra. - Prorrogação do prazo de execução da empreitada, em 56 dias, até 03.09.2021, devido ao estado de pandemia causado pela doença Covid19, que originou dificuldades no fornecimento de materiais e na obtenção mão de obra. - Prorrogação do prazo de execução da empreitada, em 56 dias, até 29.10.2021, devido ao estado de pandemia causado pela doença Covid19, que originou dificuldades no fornecimento de materiais e na obtenção mão de obra. - Prorrogação do prazo de execução da empreitada, em 61 dias, até 29.12.2021, devido a alterações no projeto para resolver algumas indefinições do projeto e ao estado de pandemia causado pela doença Covid19, que originou dificuldades no fornecimento de materiais e na obtenção mão de obra. - Prorrogação do prazo de execução da empreitada até 31.05.2022, para conclusão dos trabalhos, visto que não foram realizados dentro do prazo previsto. É proposta data de 31.12.2022 como data de fim, correspondente à data prevista de pagamento da última fatura relativa à revisão de preços. Em termos financeiros, o promotor pretende converter o investimento elegível não comparticipado aprovado em elegível comparticipado. Nesta alteração são propostos os seguintes valores de investimento: Investimento total: 312.500,51 € Investimento não elegível: 28.564,88 € Investimento elegível: 283.935,63 € FEDER: 241.345,29 €, com uma taxa de comparticipação de 85%.

Data de conclusão 11.10.2022

Valor de financiamento 224,68 mil €

O Projeto “Portugal Acústico – Nos Braços do Património” é um projeto em rede de abrangência intermunicipal que se destina a promover os valores culturais e patrimoniais dos concelhos de Arruda dos Vinhos, Caldas da Rainha e Marinha Grande, reunindo os municípios de Arruda dos Vinhos, enquanto líder, Caldas da Rainha e Marinha Grande enquanto parceiros. O projeto de programação em rede inclui um vasto quadro de ações de natureza itinerante subordinadas a um conceito criativo idêntico, com os mesmos artistas intervenientes, mas respeitando o contexto identitário e único associado a cada concelho subscritor e contempla a integração do património natural e cultural, e também do edificado, artistas e agentes de cultura locais, monumentos classificados, jardins, tradições, museus, entre outros, resultando em acontecimentos de elevada relevância não só para os visitantes que se irão acolher, como também a todos que através de plataformas digitais terão contacto com as ações desta candidatura, projetando-se assim a imagens dos 3 concelhos, no que à valorização cultural e turística, diz respeito. Portugal Acústico – Nos Braços do Património é também um projeto inclusivo, já que as transmissões on-line propagarão de forma universal o projeto, não havendo cobrança de bilhetes sendo ainda respeitadas as normas de acessibilidade em eventos, nomeadamente com rampas e plataformas para os cidadãos com mobilidade condicionada. Para além das componentes acima descritas, pretende-se sublinhar a imperiosa necessidade de mudar hábitos de responsabilidade patrimonial e ambiental, nomeadamente através de difusão de boas práticas de reciclagem, consumo responsável de água e de uma maior interação das populações com o seu património material e imaterial.O presente projeto contempla também a participação ativa das populações, o que se reflete num projeto de dimensão territorial e social de enorme relevância.

Data de conclusão 12.08.2022

Valor de financiamento 98,51 mil €

A operação “Oeste Digital 3.0” será executada pela Comunidade Intermunicipal do Oeste, enquanto beneficiário líder , em co-promoção com os seus 12 Municípios membros: Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Peniche, Óbidos, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Pretende-se, através desta operação contribuir para uma melhoria dos serviços online prestados ao cidadão, contribuindo para a modernização da Administração Pública através da melhoria do acesso às TIC bem como da sua utilização e qualidade, reduzindo os custos de contexto, através do reforço da disponibilidade e fomento da utilização de serviços em rede da Administração Pública e, consequentemente melhorar a sua eficiência. Nesse sentido, o projeto será desenvolvido em três áreas ou camadas, com objetivos e atividades específicas, designadamente: 1. Melhoria da prestação de serviços: a) Serviços Georreferenciados, melhorando a interação entre município e empresas e facilitando a gestão interna das Câmaras Municipais. b) Desmaterialização de Processos: reorganização interna, simplificação e reengenharia de processos para prestação de serviços online integrados nos sistemas de informação já existentes. c) Acesso Wifi Público, potenciando significativamente a utilização dos serviços online através da disponibilização gratuita de acesso à internet. 2. Consolidação da infraestrutura de suporte à prestação dos serviços: à medida que o número de serviços disponibilizados online aumenta, verifica-se, como consequência, uma necessidade crescente de consolidar a infraestrutura de suporte existente. a) Gestão de backups dos sistemas de informação que contêm dados relativos aos serviços online e melhoria nas comunicações de rede e nos centros de dados. b) Virtualização de postos de trabalho de modo a permitir uma gestão mais eficiente da infraestrutura, libertando recursos técnicos para a gestão da infraestrutura associada aos serviços online, para além das poupanças energéticas. 3. Partilha de serviços para libertação de recursos, permitindo às Câmaras Municipais se organizem de forma a direcionar os recursos existentes para a prestação de um serviço mais adequado aos cidadãos e empresas, designadamente através de uma melhoria nos seguintes serviços: a) Gestão de Contratos de Transportes: implementação de uma solução que permita monitorizar os contratos de concessão de transportes no âmbito do regime jurídico do serviço público de transporte de passageiros; b) Central de Compras, enquanto processo de evolução dos serviços prestados às Câmaras Municipais pela Central de Compras da OesteCIM.; c) Gestão da Formação, com a implementação de uma solução para gestão de toda a informação associada às ações de formação realizadas pela OesteCIM.

Data de conclusão 26.12.2023

Valor de financiamento 0 €

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