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Beneficiário Portugal 2020

COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DAS BEIRAS E SERRA DA ESTRELA

Ficha de beneficiário

Nome

COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DAS BEIRAS E SERRA DA ESTRELA

Valor de financiamento

5,94 milhões €

Total de projetos

28

Número de identificação fiscal

5 1 3 0 2 5 7 6 6

Projetos realizados

Os concelhos que compõem a CIM-BSE distribuem-se por dois distritos: Castelo Branco e Guarda. Do distrito de Castelo Branco fazem parte os concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão, enquanto do distrito da Guarda fazem parte os restantes: Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso. O objetivo do projeto centra-se na ampliação e modernização da rede de acompanhamento remoto de apoio à decisão operacional e de aquisição de dados do sistema integrado de monitorização e prevenção de incêndios florestais já em operação no Distrito de Castelo Branco, e que apresenta cobertura parcial da zona de intervenção da CIM-BSE. A expansão da cobertura do sistema atual permitirá estender a cerca de 70,22% da área da CIM-BSE as potencialidades já devidamente comprovadas do sistema instalado. O projeto prevê um reforço do Sistema de informação e de monitorização de suporte a planos de prevenção de âmbito supramunicipal de riscos, nomeadamente a sistemas de vigilância e alerta, numa perspetiva de preenchimento de lacunas e zonas com pouca cobertura o sem cobertura nenhuma, salvaguardando a integração e interoperabilidade entre sistemas de gestão de informação novos ou já existentes. O Sistema de Acompanhamento Remoto e Apoio à Decisão Operacional em projeto compõe-se essencialmente de estações de dois tipos: as Torres de Acompanhamento Remoto e monitorização de Apoio à Decisão, a instalar em locais estratégicos para cobrir as zonas a proteger, e os Centros de Gestão e Controlo (CGC), a instalar nos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS). As TAR (Torres de Acompanhamento Remoto) servem de suporte às câmaras de vídeo, orientáveis em azimute e elevação, a partir dos Centos de Gestão e Coordenação. Os CGC dispõem de monitores de vídeo onde as imagens das câmaras são apresentadas em simultâneo e em tempo real, com elevadas qualidade e taxa de atualização. Dado que área de intervenção da CIM-BSE encontra-se distribuída por dois distritos, Castelo Branco e Guarda, o projeto prevê a existência de dois Centros de Gestão e Controlo, nos respetivos CDOS. O CDOS de Castelo Branco já dispõe de um CGC, correspondente ao sistema atualmente em operação, e que terá de ser alargado e modernizado de modo a suportar a operação com as novas TAR a instalar na CIM-BSE. O CDOS da Guarda ainda não dispõe de CGC, pelo que será criado de raiz. Embora o projeto preveja a existência de dois CGC com uma natural associação das TAR de cada distrito ao respetivo CDOS, não se pretende obter dois sistemas distritais isolados, mas sim um sistema único, com dois CGC cooperantes entre si e com um acesso partilhado e devidamente coordenado às TAR, em especial nas zonas de fronteira interdistrital.

Data de conclusão 26.12.2019

Valor de financiamento 788,2 mil €

A operação contempla um plano de ação transversal, permitindo aos municípios implementar ações que correspondam às suas necessidades concretas, e que permitam a racionalização de custos, a partilha de recursos e o aumento da eficiência coletiva. Assim, propõem-se 4 Prioridades Macro integradas entre si, com ações específicas cuja implementação contribui para a concretização dos objetivos da operação respeitando igualmente as realidades e específicas de cada autarquia, a saber: P1. Desmaterialização P1.1. Implementação de aplicação de modelação e gestão de processos e documentos; P1.2. Implementação de aplicações de suporte à decisão e desmaterialização; P1.3. Sistemas de suporte à desmaterialização; P1.4. Reengenharia processual e consultoria. P2. Balcão Único Multicanal P2.1. Plataforma de Atendimento/Intranet; P2.2. Plataforma de Serviços Online; P2.3. Postos de Trabalho; P2.4. Mobiliário e Ambiente de Atendimento; P2.5. Plataforma SIG e Informação Geográfica; P2.6. Sistema de atendimento multicanal; P2.7. CRM Municipal. P3: Sistemas Tecnológicos P3.1. Sistemas Tecnológicos Municipais | Hardware e redes de suporte às plataformas de modelação de processos e plataformas de interação multicanal; P3.2. Sistemas Tecnológicos Partilhados | Cloud, Storage, Suporte e Conetividade. P4: Iniciativas Transversais P4.1. Plano Tecnológico CIM-BSE; P4.2. Centro de Digitalização de Grandes Formatos; P4.3. Centro de Recursos Partilhados.

Data de conclusão 07.07.2021

Valor de financiamento 347,24 mil €

A operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” tem como objetivo geral a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, com abrangência ao nível sub-regional, vocacionada para a projeção e divulgação do território e da sua identidade, fortemente alicerçada na promoção da cultura e do turismo cultural. Numa primeira fase de implementação, a operação envolverá, grosso modo, a implementação de um programa de animação de centros históricos e urbanos da sub-região Beiras e Serra da Estrela, num formato de Festival que contará com um conjunto de atividades programadas em rede. O desenvolvimento da operação alicerça-se num rico e diversificado acervo patrimonial de que o território dispõe, tanto de cariz material (monumentos e outros imóveis) e imaterial (costumes, gastronomia, artes). Considera a operação que o património é um fator de identidade do território e das comunidades, ao mesmo tempo que se constitui como um fator de diferenciação, num forte contexto de concorrência entre regiões, às mais diversas escalas territoriais. Deste modo, a operação prevê a realização dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela, um programa de animação em rede dos centros históricos e urbanos da sub-região, em forte articulação com o património existente, que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a sub-região BSE, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Paralelamente, a implementação de animação cultural em espaços históricos e urbanos, sendo estes aqueles que genericamente concentram não só mais elementos patrimoniais como também mais estabelecimentos e serviços de sustentação à atividade turística (hotelaria, restauração, comércio), contribui positiva e diretamente para a dinamização das cidades e vilas, atenuando o processo de esvaziamento que enfrenta a globalidade dos centros antigos de todo o país. Operacionalmente, cada um dos quinze municípios da sub-região acolherá a realização de um Festival da Zona Antiga que decorrerá, previsivelmente, na cidade ou vila sede de município. Desta forma, será possível a elaboração de uma programação em rede, concertada entre todas as entidades envolvidas, e adequada à satisfação das diversas necessidades e exigências dos públicos contemporâneos. Ao mesmo tempo, a calendarização das atividades em rede permite que cada município conserve e projete a sua identidade sob um projeto comum a toda a sub-região. No que diz respeito em específico à programação cultural em rede, cada festival da Zona Antiga terá especial enfoque na realização de um espetáculo comunitário (realizado em coprodução entre artistas regionais e companhias nacionais), na dinamização de circuitos contemplativos, assistidos por visitas guiadas encenadas (para demonstração da cultura e história do território de forma interativa e sensorialmente estimulante) e na exibição da história e do património do território com recurso a tecnologia de Video Mapping (enquanto atividade de inovadora para a oferta do património). Paralelamente, é expectável que o lançamento dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela abra caminho para o desenvolvimento de atividades de cooperação e integração de esforços para a promoção e divulgação territorial. Neste sentido, a operação prevê também a integração de esforços em matéria de comunicação e disseminação externa das atividades, capacitação dos profissionais da cultura para a promoção cultural e turística, envolvimento da comunidade local e lançamento de ferramentas integradas para a divulgação do território. Por conseguinte, o projeto “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização

Data de conclusão 31.10.2022

Valor de financiamento 186,14 mil €

A fileira do Queijo possui uma expressão muito forte na Região Centro Interior, constituindo um dos principais produtos endógenos do território e um dos com maior potencial devido ao elevado grau de especialização verificado na região. Contudo, é crucial construir uma estratégia alargada, concertada e integrada à escala regional, que vise apoiar os agentes da fileira na resolução dos principais estrangulamentos da cadeia de valor dos Queijos tradicionais da região – desde o produtor de leite até ao consumidor – de modo a fortalecer e valorizar a fileira. Face ao exposto, foi desenhado o Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro que considera apenas os territórios que integram um conjunto de DOP (Denominação de Origem Protegida) e IGP (Indicação Geográfica Protegida), nomeadamente: Beira Baixa; Serra da Estrela e Rabaçal. O Programa de Ação propõe um investimento total de 2.322.605,45€ com uma duração de 36 meses e é composto pelo seguinte grupo de atividades: Grupo 1 – Criação de redes de conhecimento e inovação associadas ao recurso endógeno; Grupo 2 – Qualificação e modernização da oferta do recurso endógeno; Grupo 3 – Promoção e marketing inovadores dos Queijos e dos territórios e por último o Grupo 4 relativo à Gestão do projeto. O Programa é promovido por um consórcio de 14 instituições de base regional ou local, designadamente associações, instituições de ensino e de I&DT e outras instituições com um papel relevante na valorização económica dos Queijos DOP da Região Centro, representativas dos territórios alvo da intervenção (Beira Baixa, Rabaçal e Serra da Estrela). O promotor líder do consórcio é o INOVCLUSTER.

Data de conclusão 31.12.2022

Valor de financiamento 167,36 mil €

O projeto Empreender e Crescer nas Beiras, surge, da perceção partilhada pelos seus promotores, da necessidade de melhorar a articulação e cooperação entre os diversos agentes de estímulo e apoio ao empreendedorismo e captação de investimento da Região Beiras e Serra da Estrela, de modo a potenciar a criação de novas empresas, inovadoras, criativas e internacionalizáveis. Tendo em consideração que existe na Região um conjunto de agentes com competências, know how e experiência na área do apoio ao empreendedorismo, é fundamental encetar esforços para a constituição de uma Rede Regional de Apoio ao Empreendedorismo; desenvolvimento de uma metodologia própria tendo em consideração as especificidades regionais, suportada em ferramentas inovadoras e eficazes de acompanhamento e apoio ao empreendedorismo. Para tal os parceiros propõem-se, desenvolver um conjunto de 8 atividades, organizadas em três áreas nucleares (Empreender, Crescer e de Suporte), com o intuito de promover o espírito empresarial do território Beiras e Serra da Estrela, através da dinamização do empreendedorismo qualificado e criativo, com vista à concretização de novas empresas inovadoras e internacionalizáveis, intensivas em conhecimento e tecnologia, e/ou dedicadas a atividades culturais e criativas, alinhadas com a estratégia regional de especialização inteligente / RIS3. Com o projeto Empreender e Crescer nas Beiras, os parceiros propõem-se, desenvolver um conjunto de atividades e tarefas, organizadas em três áreas nucleares: Empreender • Tipificação e Capacitação das Entidades Regionais do ecossistema de dinamização do Empreendedorismo e Inovação • Constituição e animação de uma rede Regional de apoio ao empreendedorismo e captação de investimento Crescer • Concurso de Ideias de Negócio BSE • CRIAR + • BOLSAS + Suportar • Plataforma - EMPREENDEDORISMO BSE • Promoção e Divulgação do Projeto • Gestão e Acompanhamento do Projeto O Projeto Empreender e Crescer nas Beiras, é o instrumento ideal para que se consigam aproveitar as oportunidades existentes para o desenvolvimento e crescimento territorial contrariando os movimentos atuais de desertificação, e de desarticulação dos agentes territoriais de apoio e promoção do empreendedorismo e captação de investimento. Este investimento na economia contribuirá, sem dúvida, para a melhorar a qualidade de vida das comunidades locais, criando novos postos de trabalho, aumentando o poder de compra, e permitindo a fixação de mão-de-obra qualificada.

Data de conclusão 11.04.2019

Valor de financiamento 121,38 mil €

A Resolução de Conselho de Ministros (RCM) n.º 73-B/2022, publicada em Diário da República (DR) a 29 de agosto de 2022 determina a realização de um procedimento de inventariação dos danos e prejuízos provocados pelos incêndios rurais, que vise a identificação de um conjunto de medidas de resposta de emergência, destinadas a reparar os danos causados pelos incêndios nas atividades económicas, habitats, rede hidrográfica, habitações e infraestruturas, para reposição da normalidade da vida das populações e das empresas, mas também, a identificação de medidas estruturais de prevenção, de restauro e promoção da biodiversidade e da paisagem e de relançamento da economia. Entre as medidas aprovadas pela RCM está o desenvolvimento do Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela e demais concelhos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (PRPNSE), agora candidatado pela CIM-BSE ao Aviso de Concurso Nº 07/POAT/2022. O PRPNSE a desenvolver deverá incidir nos seguintes domínios temáticos: Pessoas, Inovação Social, Demografia e Habitação; Economia, Competitividade e Internacionalização; Ambiente, Proteção Civil, Florestas, Agricultura e Ordenamento; Cultura, Turismo e Marketing Territorial. A presente candidatura contempla: ? A elaboração de documentos técnicos e realização de eventos técnico-científicos públicos que sejam relevantes para a elaboração do Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela (PRPNSE). ? Ações de promoção, divulgação e capacitação no âmbito do Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela (PRPNSE).

Data de conclusão 30.09.2023

Valor de financiamento 74,22 mil €

O “Festival Cultural da Raia História” é uma proposta cultural em rede que junta os municípios de Figueira de Castelo Rodrigo (promotor lider), Almeida, Mêda, Pinhel e Trancoso e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e da Serra da Estrela. Esta iniciativa surge com o objetivo de continuar e consolidar o trabalho desenvolvido no âmbito da operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela”, financiado ao abrigo do Programa Cultural em Rede (Aviso CENTRO 14-2016-03) que juntou a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela e os 15 municípios que a constituem. Numa visão de cooperação e valorização das sinergias constituídas em prol de uma estratégia comum para o território em grande escala, foi possível criar três redes culturais, agregando, assim, os 15 municípios das Beiras e Serra Estrela em perfeita harmonia: a rede cultural da Serra da Estrela, a Rede Cultural das Beiras e a Rede Cultural da Raia Histórica. A operação “Festival Cultural da Raia História” encontra-se desta forma em plena concordância com a estratégia da CIMBSE, do seu conselho técnico para a cultura (integra os programadores culturais de cada um dos 15 município). Acredita-se, assim, que cada rede cultural, em permanente articulação com as restantes têm um potencial acrescido de alavancar mais turistas para o território, construindo propostas turísticas personalizadas e ao encontro das especificidades e expectativas de cada segmento turístico.

Data de conclusão 29.11.2022

Valor de financiamento 24,25 mil €

A operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” visa a consolidação do trabalho artístico e cultural em rede dos Municípios de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Seia e da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), decorrente do desenvolvimento da operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” financiada ao abrigo da Programação Cultural em Rede (Aviso CENTRO 14-2016-03), liderada pela CIMBSE em parceria com os 15 Municípios que a constituem e com a Associação de Municípios da Cova da Beira, encontrando-se no último ano de execução, com um desempenho francamente positivo ao nível dos resultados físicos e financeiros. Importa por isso, revisitar a operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” e dos aspetos que foram considerados fundamentais para o sucesso da sua concretização. A operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” espelha, assim, o resultado do trabalho de cooperação e de construção de sinergias entre os vários parceiros, desenvolvido ao longo dos últimos anos, na criação artística e cultural em rede e na valorização turística do território, estabelecendo-se, agora, numa lógica de maior proximidade com os agentes culturais locais, produzindo a autenticidade dos seus projetos artísticos e prosseguindo o trabalho de participação da comunidade. Partilhando a identidade cultural e patrimonial de um território, a experiência já alcançada no desenvolvimento de atividades de programação cultural em rede e respondendo às atuais exigências de animação artística e dinamização cultural que contribuam para a retoma da confiança da vida social e turística, a operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” constitui uma estratégia local partilhada entre os vários agentes públicos e privados e a comunidade, de convite à visitação turística e de desenvolvimento da economia local.

Data de conclusão 20.12.2022

Valor de financiamento 23,88 mil €

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