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Beneficiário Portugal 2020

UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DA REGIÃO DE LEIRIA, E.P.E.

Ficha de beneficiário

Nome

UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DA REGIÃO DE LEIRIA, E.P.E.

Valor de financiamento

3,98 milhões €

Total de projetos

22

Número de identificação fiscal

5 0 9 8 2 2 9 3 2

Projetos realizados

Através da presente intervenção, o Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, ficará com uma maior valia significativa do ponto de vista do seu funcionamento e de valências destacando-se os seguintes aspectos: - aumento do número de gabinetes médicos, permitindo aumentar a disponibilidade para consulta externa; - criação de uma sala de reuniões, com 27 m2, destinado a reuniões multiprofissionais, reuniões com doentes/familiares, sessões educativas para doentes e apresentações de carácter científico; - criação de uma instalação sanitária (IS), adaptada a utentes com mobilidade reduzida, anexa aos ginásios ( actualmente a IS mais próxima do ginásio fica a cerca de 300m de distância); - reconversão da zona de repouso, anexa à piscina, em ginásio terapêutico. Pela primeira vez, haverá um espaço específico para reabilitação pediátrica, onde se pretende desenvolver uma área condigna para tratamento de crianças, tendo em conta o crescimento contínuo da população pediátrica tratada em ambulatório, fruto da colaboração próxima com o Serviço de Pediatria. Pela primeira vez, será criada uma sala para treino de Actividades de Vida Diária (AVD), onde os doentes podem aprender a realizar os seus auto-cuidados e a treinar actividades domésticas, seguindo as recomendações da literatura, em que se confirma a evidência de programas de reabilitação que incluem o treino de tarefas. Esta área será utilizada maioritariamente por doentes com AVC, dando continuidade ao trabalho que tem sido desenvolvido nesta patologia desde a fase aguda. Nesta área de AVD também se incluirão novas tecnologias, nomeadamente sistemas de realidade virtual em que os cenários de treino podem ser projectados no solo ou na parede, de acordo com o tratamento de membros inferiores ou superiores, respectivamente. Estes sistemas inovadores permitem treinos diversificados (força muscular, equilíbrio, coordenação e destreza manual), não implicam desinfecção de material terapêutico e associam-se a resultados mais rápidos devido ao componente motivacional. Têm ainda a vantagem de estarem indicados para crianças e adultos, assim como para diferentes patologias, possibilitando ainda parcerias para estudos de investigação. O investimento em novas tecnologias prende-se também com a pretensão de evoluir para a tele-reabilitação ou para programas mistos, com sessões presenciais e outras monitorizadas à distância. O hospital de dia de reabilitação cardíaca e respiratória, a funcionar desde 2017, em consequência de programas multidisciplinares desenvolvidos com os Serviços de Cardiologia e de Pneumologia, é outra das áreas favorecidas com este novo projecto de remodelação. De acordo com o número crescente de doentes em tratamento e com as restrições ao programa na sequência da pandemia (a capacidade instalada era de 6 doentes por classe e passou para 3), optou-se por atribuir uma área maior a este sector, rentabilizando os recursos humanos já adstritos ao programa- poderão realizar-se classes de 8 doentes, cumprindo regras de segurança definidas. A revisão do projecto reverteu assim a favor de aquisição de equipamento modernizado, incluindo também a restruturação das áreas de apoio à piscina (sala de hidroterapia focal, balneários e zonas técnicas adjacentes, cerca de 100m2), actualmente com uso esporádico, transformadas em balneários para profissionais e utentes e num armazém para produtos de apoio. Estando as áreas de internamento de pediatria, UCEP e quartos dos pais subutilizada, pretende-se converter partes das mesmas em ambulatório, nomeadamente em gabinetes de consultas, libertando o setor da consulta externa atualmente utilizado pela Pediatria, para outras especialidades.

Data de conclusão 29.12.2022

Valor de financiamento 870,11 mil €

CARACTERÍSTICAS, ESPECIFICAÇÕES E REQUISITOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS O equipamento a fornecer deve respeitar as seguintes especificações técnicas: a) Aquisição helicoidal e multicorte, deve efetuar 64 ou mais cortes simultâneos por rotação; b) Realização de cortes finos com uma espessura inferior a 1 mm; c) O tempo máximo de aquisição volumétrica (helicoidal) deve ser igual ou superior a 100 segundos com campo de exploração de preferência igual ou superior a 15 cm para melhor cobertura de doente politraumatizados cumprindo as especificações de máxima resolução de baixo contraste; d) O tempo de rotação da gantry deverá ser inferior ou igual a 0,4s. e) Livre selecção do passo de aquisição – “Pitch” sem degradação da qualidade de imagem (factor preferencial); f) Selecção da espessura de corte independente do “Pitch”; g) A unidade de aquisição deverá estar assente numa estrutura circular, com possibilidade de inclinação sobre o próprio eixo. 1 Gerador, Tubo e Detectores O gerador de RX compacto, deverá incluir tecnologia de rectificação da tensão em alta frequência, com potência de saída igual ou superior a 50 KW, capaz de selecionar até pelo menos 130 KV e 345 mA e fornecer selecção adequada a potência do gerador em qualquer um dos modos de aquisição (simples, dinâmico ou multi corte). 2 Ampola de RX A ampola de RX deve ser incorporada na estrutura “gantry” e ser adequada às características eléctricas do gerador. 3 Gantry A estrutura da “gantry” agrupa os sistemas de produção de RX e os sistemas de aquisição. A “gantry” deve ser basculante garantindo uma amplitude mínima de +/- 30.º. O diâmetro mínimo do túnel deverá ser de 700mm. A “gantry” deverá possuir: - um sistema luminoso de identificação do plano de corte e centragem do paciente; - comando de movimentação da “gantry” e da mesa de suporte do paciente, preferencialmente todos os comandos devem existir dos dois lados da “gantry”. 4 Mesa do Paciente A mesa de posicionamento do paciente deverá respeitar os seguintes requisitos: a) Garantir o fácil acesso dos pacientes; b) Permitir uma correcta cobertura do paciente; c) Possibilidade de deslizamento longitudinal superior a 150mm sem qualquer interferência metálica; d) Suportar pesos superiores a 180 kgs. 5 Sistema de processamento e visualização A unidade deverá estar equipada com uma plataforma tecnológica avançada de processamento que permita elevada simultaneidade de procedimentos e operações, nomeadamente, aquisição, reconstrução, processamento, transferência e gestão da informação. Valorizar-se-á a apresentação de janelas de fácil interpretação, preferencialmente modelos que facilitem os fluxos de informação num contexto de um futuro ambiente digital. 6 Sistema de Pós-Processamento Avançado O sistema deve permitir que os diversos softwares de pós-processamento avançado possam ser operados a partir da consola de aquisição. O sistema deve estar equipado com ferramentas avançadas para processamento 3D, nomeadamente 3 D SSD (Shaded Surface Display), medidas de volumes, Volume Rendering, software para a subtracção de estruturas por segmentação e endoscopia virtual. Deverá permitir na configuração de base, Ângio CT (MIP e avaliação de exames espiral com apresentação venoso, anomalias vasculares, aneurismas, placas e estenoses). Deverá incluir sistemas de pós processamento cardíaco, incluindo a avaliação das calcificações coronárias e da função cardíaca. 7 Integração com Sistema PACS O equipamento deve permitir uma integração plena com o sistema de digitalização da imagem radiológica (PACS). É obrigatório possuir as seguintes funcionalidades: a) DICOM Storage (send/ receive); b) DICOM Query/ Retriveve; c) DICOM Basic Print; d) DICOM Get Worklist (HES/ RIS); e) DICOM Storage Commitment. f) Ter licenciamento para envio de imagens para PACS, formato DICOM; 8 Ser compatível com o DICOM Conformance Statement do actual PACS existente no Hospital. 9 Acessórios Obrigatório

Data de conclusão 28.08.2018

Valor de financiamento 509,16 mil €

O presente projeto pretende implementar uma Unidade de Cuidados de Convalescença, no Hospital Distrital de Pombal (HDP) do Centro Hospitalar de Leiria, E.P.E. (CHL). Fatores como o aumento da longevidade da população, o aumento das doenças crónicas, o aumento da população com dependência funcional e a necessidade de reforço das capacidades e competências das famílias, no que concerne à conciliação das obrigações da vida profissional com o acompanhamento do familiar doente, em particular na fase de convalescença são alguns exemplos do motivo pelo qual urge criar uma Unidade de Internamento de Convalescença na nossa região, na medida em que não existe qualquer cama de cuidados de convalescença disponível em todo o distrito de Leiria. A criação de uma Unidade de Internamento de Convalescença no Hospital Distrital de Pombal possibilita o acesso a cuidados de convalescença aos cidadãos do distrito de Leiria e contribuindo para a promoção de uma rede de prestação de cuidados de proximidade. A criação desta Unidade passará pela reconversão da atual capacidade de internamento de cirurgia geral em cuidados de convalescença. Adicionalmente consideramos que, oferecendo este tipo de cuidados, conseguiremos melhorar o desempenho do internamento de agudos que está, atualmente, esgotado. A Operação descrita revela as seguintes características: • Tipologia: Qualificação e consolidação da rede de equipamentos de saúde no âmbito dos cuidados hospitalares, bem como o reforço da diferenciação e a complementaridade dos serviços • Natureza da intervenção: Remodelação/Beneficiação/Recuperação/Reabilitação • Área Bruta de Construção/Intervenção Proposta: 934,66 m² • Capacidade instalada: 16 camas • População alvo: Doentes internados no CHL com necessidade de programa de reabilitação e/ou cuidados médicos e de enfermagem, em regime de internamento, com recuperação clínica e funcional expectável num período de 30 dias. Os diagnósticos mais frequentes, tendo em conta dados referentes a 2019 e 2020, seriam AVC, patologia orto-traumatológica (mais frequentemente fraturas do colo do fémur) e patologia cardio-respiratória, com sequelas de imobilidade.

Data de conclusão 17.07.2023

Valor de financiamento 500 mil €

A criação desta Unidade vem suprir uma grave lacuna em todo o Distrito de Leiria, que não dispõe de qualquer cama de internamento no âmbito dos cuidados paliativos, apesar do elevado índice de envelhecimento da região e do aumento da prevalência das doenças crónicas e progressivas. Esta Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital de Alcobaça é seguramente um serviço que possibilitará garantir cuidados paliativos aos cidadãos do distrito de Leiria, adultos e crianças, aproximando os cuidados de saúde das populações e melhorando a equidade de acesso e racionalização na localização deste nível de cuidados assistenciais. Neste sentido propõe-se a remodelação dos espaços destinados atualmente ao Serviço de Cirurgia do Hospital de Alcobaça, com o objetivo de implementar uma Unidade de Cuidados Paliativos; salvaguardando, no entanto, dois quartos duplos afetos ao Serviço de Cirurgia. Como condições de instalação entende-se as condições relativas à construção e segurança das instalações e das pessoas, no que se refere a acessos, circulação, instalações técnicas e equipamentos e tratamento de resíduos da unidade, compreendendo a construção de raiz, ou, como é o caso da UCP do HABLO, a remodelação e adaptação de uma parte de edifício. A zona de intervenção dos trabalhos está devidamente demarcada nas peças desenhadas do presente projeto, assim como as alterações a efetuar, que se encontram indicadas com as cores: amarelo (a demolir) e vermelho (a construir). O projeto prevê a instalação de doze camas, distribuídas por dez quartos, destinadas aos cuidados paliativos, e dois quartos duplos afetos ao Serviço de Cirurgia; todos os quartos dispõem de instalações sanitárias privativas adaptadas a mobilidade condicionada. Estão ainda previstos espaços de trabalho destinados aos profissionais, banho assistido, copa do utente, instalações sanitárias para visitas e para profissionais, sala de tratamentos e zonas de sujos e limpos. A prestação de cuidados nas unidades e equipas de cuidados paliativos é assegurada por equipas multidisciplinares com dotações adequadas à garantia de uma prestação de cuidados de qualidade, devendo os profissionais das unidades e equipas possuir as qualificações necessárias, designadamente título profissional, adequado ao exercício das funções. As equipas multidisciplinares podem ser complementadas por voluntários com formação específica, sendo a sua atividade enquadrada por um profissional de saúde da equipa com a qual colaboram.

Data de conclusão 07.04.2021

Valor de financiamento 180,68 mil €

O presente projeto pretende implementar um conjunto de medidas de eficiência energética na Unidade de Internamento de Doentes de Evolução Prolongada de Psiquiatria (UIDEPP) do Centro Hospitalar de Leiria, E.P.E. (doravante CHL). Estas intervenções permitirão, por um lado, a substituição de equipamentos de menor rendimento energético por equipamentos de maior eficiência, possibilitando um incremento da Classe Energética do Edifício (de C para B), por outro lado, visa incrementar o contributo de energia renovável no edifício, sendo que a situação de partida representa apenas 1%, e a redução das emissões de CO2. Tendo como base uma Auditoria Energética efetuada no decorrer do ano de 2016, foi possível identificar um conjunto de medidas de melhoria que possibilitarão uma diminuição significativa ao nível do consumo de energia (kwh/ano) e consequente custo associado. Desta forma, a operação a desenvolver prevê a implementação de um projeto integrado de gestão e racionalização energética na entidade XPTO, onde constam um conjunto de medidas de melhoria da eficiência energética identificadas na sequência de uma auditoria realizada à estrutura existente, conforme se explicita: 1. Colocação de isolamento nas tubagens de climatização; 2. Retroffiting das lâmpadas existentes; 3. Retroffiting das luminárias existentes; 4. Retroffiting das lâmpadas e luminárias exteriores existentes; 5. Instalação de sensores de presença; 6. Mudança da temperatura de climatização; 7. Sistema solar de circulação forçada (peças); 8. Instalação de uma caldeira a biomassa no edifício B; 9. Instalação de sistema solar fotovoltaico para autoconsumo; 10. Desativação do Termoacumulador.

Data de conclusão 25.10.2019

Valor de financiamento 70,7 mil €

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