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Ficha de beneficiário

Nome

CIM DO AVE - COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO AVE

Valor de financiamento

8,02 milhões €

Total de projetos

47

Número de identificação fiscal

5 0 8 8 8 7 7 8 0

Projetos realizados

A NUTSIII do Ave confronta com vários concelhos do Vale do Sousa e do Tâmega partilhando um rico e vasto 0património cultural com séculos de uma história e vivências comuns sem fronteiras delimitadoras, em que “românico” se apresenta como uma marca identitária muito forte e reconhecida por toda a região norte. Em boa hora os municípios do Vale do Sousa, Tâmega e mais recentemente do Douro organizaram-se na estruturação do projeto “Rota do Românico”. Neste contexto e no seguimento de reuniões preparatórias efetuadas entre a CIM-AVE e a estrutura responsável pela gestão desta Rota entendemos justificar-se o alargamento e conexão da mesma ao território do Ave. A operação de alargamento da rota combina assim ações infraestruturais, de valorização e conservação de património classificado, com ações de investigação, estruturação e difusão da própria rota. A ação de valorização e conservação da Igreja de S. Tiago de Antas (Imóvel Interesse Público), visa qualificar a zona de proteção ao monumento, reposicionando o mesmo em nova centralidade de área de expansão urbana, tratando-se de um monumento marcante do caminho jacobeu rumo à Sé de Braga e da Via XVI (romana). Outro imóvel a intervencionar, com classificação de monumento nacional é a Ponte da Lagoncinha, referenciada em vários relatórios técnicos efetuados pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), com necessidades prementes de trabalhos de restauro e conservação, a intervenção proposta visa a resolução de diversos problemas diagnosticados pelos serviços técnicos da DRC-Norte. Com estes monumentos que terão intervenções infraestruturais, serão até um total máximo de vinte e quatro monumentos românicos (na sua maioria classificados - MN;IIP;IIM), estudados e validados cientificamente por todo o território, sendo que catorze já se encontram ??pré-definidos????para inclusão na proposta de “Percurso do Ave” (ver mapa e fichas descritivas em anexo - "Rota do Românico no Vale do Ave - Descrição dos Imóveis.pdf" e "Rota do Românico no Vale do Ave - Mapa FINAL.pdf"), definindo-se paralelamente com a ação de investigação histórica/científica os restantes monumentos que apresentam maior relevância patrimonial para posterior integração/reforço do “Percurso do Ave”. Este alargamento da rota implica um estudo e inventariação aprofundada de cada imóvel, validando o seu valor artístico e histórico, e organizando as bases de informação para posteriores conteúdos de promoção e difusão. Para orientar e apoiar os fluxos turísticos pelo território, a operação enquadra uma ação de implementação nos eixos viários de sinalética direcional, uma ação de instalação junto dos monumentos de sinalética informativa, e uma ação de atualização e impressão gráfica do atual mapa-guia da rota, apresentando todos os percursos já existentes e incluindo agora o percurso do Ave. Na fase final da operação, terá lugar um programa de dinamização cultural, a decorrer junto dos imóveis do percurso do Ave associados à rota, constituído por dois sub-programas, dirigidos à comunidade local e aos visitantes, e envolvendo e capacitando agentes culturais e artísticos do território. De referir que todas as ações propostas, enquadram-se nos objetivos estratégicos, e respeitam todos os requisitos técnicos e científicos definidos pela atual estrutura de gestão da Rota do Românico, sendo que os próprios cadernos de encargos apresentados seguem o modelo utilizado nos procedimentos concursais lançados por esta estrutura. A adesão dos municípios envolvidos na operação, à estrutura da Rota do Românico foi também aceite, conforme documento anexo que consta da candidatura.

Data de conclusão 24.05.2023

Valor de financiamento 415,63 mil €

Tendo em consideração, a dimensão dos Projetos Âncora bem como do número de projetos complementares identificados e respetivo volume do investimento a presente candidatura visa a criação de condições para a coordenação, acompanhamento, monitorização e dinamização da parceria, nomeadamente, garantindo-se: I. o funcionamento dos órgãos de gestão consagrados no contrato de consórcio celebrado; II. a dinamização das atividades de apoio técnico ao acompanhamento, monitorização, dinamização e animação do Programa de Ação, através da criação de estrutura técnica, assessorias especializadas e demais condições logísticas tendentes à gestão e coordenação da Estratégia de Eficiência Coletiva Minho Inovação, nomeadamente na criação das condições para a montagem, submissão e aprovação das candidaturas dos projetos âncora em torno das redes coletivas identificadas, bem como o devido acompanhamento na fase pós aprovação. III. dinamização de atividades de apoio técnico, sensibilização e informação necessárias à criação de condições tendentes à submissão e concretização de projetos complementares organizados em torno dos produtos Minho Inovação; IV. realização de atividades de promoção e divulgação dos programas de ação respetivos; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Dinamização da Parceria – compreende as seguintes atividades: (i) Coordenação executiva; (ii) Assessoria Técnica e Consultoria para operacionalização da Estratégia e Plano de Ação da EEC PROVERE Minho INovação; (iii) Despesas com Pessoal; (iv) Deslocações e Estadas e (v) equipamento administrativo. - Ação 2. – Promoção e Divulgação - compreende as seguintes atividades: (i) Conferências/Sessões de Apresentação; (ii) Site/Newsletter Digital; (iv) Ações de Benchmarking e (v) publicações e disseminação de resultados.

Data de conclusão 21.12.2023

Valor de financiamento 280,22 mil €

Na Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave) existem territórios de povoamento rarefeito e de baixos níveis de densidade populacional cujas necessidades de transporte não conseguem ser eficientemente asseguradas pelo transporte público regular, com horários e rotas fixas, uma vez que esse serviço é economicamente pouco viável e pouco atrativo para os operadores. Para assegurar a mobilidade da população em espaço rural e promover a inclusão social é necessário um novo tipo de oferta de transportes que permita uma cobertura territorial mais ampla, com níveis de serviço adequados e com custos controlados. Surge assim a necessidade da criação/implementação de um sistema de transporte flexível a pedido para os territórios de baixa densidade populacional da CIM do Ave. A criação/implementação de um sistema de transporte flexível a pedido, contribuirá para que se garantam os níveis mínimos de serviço público de transporte de passageiros, estabelecendo-o como parte integrante do sistema de transportes e da cadeia de deslocações, colmatando algumas das limitações do transporte público regular, podendo desempenhar funções de grande importância, designadamente oferecer acessibilidade nas zonas isoladas e dispersas, garantir um serviço de transporte nos espaços periurbanos onde a densidade populacional não justifica a rede de transportes públicos regular e, responder às necessidades específicas da população mais envelhecida.

Data de conclusão 12.07.2023

Valor de financiamento 238 mil €

A presente operação tem como objetivo principal a produção de conhecimento, através da elaboração de cartografia sobre as vulnerabilidades associadas às adaptações climáticas ao território da CIM do Ave. Pretende-se, através da produção de cartografia contribuir para um melhor e maior conhecimento tendente à alteração e revisão dos planos territoriais de âmbito municipal, permitindo dessa forma uma melhor e mais eficiente gestão e ordenamento dos espaços mais vulneráveis às alterações climáticas. Os impactes de recentes eventos extremos, como ondas de calor, secas, fogos florestais, demostram a significativa vulnerabilidade e exposição de alguns ecossistemas e de muitos sistemas humanos à variabilidade climática. Desta forma, a CIM do Ave considera que é urgente e de extrema relevância a produção de cartografia que permita um conhecimento aprofundado e atual sobre as vulnerabilidades e riscos associados às alterações climáticas. Esta temática é uma prioridade das politicas públicas e tendo sido já adotado a ENAAC, a nível nacional, a CIM do Ave quer contribuir para a implementação desta estratégia. Neste sentido, e face às atuais vulnerabilidades ainda existentes nos municípios, a CIM do Ave pretende com esta candidatura produzir informação, que permita uma análise e conhecimento das vulnerabilidades associadas aos extremos climáticos, aplicável ao planeamento e ordenamento do território.

Data de conclusão 12.03.2021

Valor de financiamento 200,51 mil €

O projeto âncora Marketing, Comunicação e Internacionalização constitui uma oportunidade para continuar a delinear e implementar uma estratégia de promoção dos recursos turísticos do Minho de baixa densidade, assegurando os mecanismos de ordem financeira, organizacional e comunicacional indispensáveis à sua adequada execução. Nesse sentido, visa a consolidação da ação coletiva do Consórcio nas áreas do Marketing, Comunicação e Internacionalização, constituindo um elemento transversal de suporte à execução e promoção de todos os projetos âncora que integram a EEC PROVERE Minho Inovação bem como dos diferentes produtos turísticos que lhes estão na base. Pretende-se, desta forma, contribuir decisivamente para que o Minho se afirme enquanto subdestino turístico do Porto e Norte de Portugal com uma nova imagem assente numa narrativa mais moderna e atual baseada nos recursos únicos e inimitáveis deste território. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Planeamento – compreende três atividades que concorrem para a realização dos objetivos operacionais do projeto e os objetivos estratégicos do Minho Inovação: (i) Atividade 1.1 Plano de Comunicação e de Ativação; (ii) Atividade 1.2 Plano de Desenvolvimento Turístico 2030 e (iii) Atividade 1.3 Capacitação Estratégica e Comunicação Interna. - Ação 2. Marketing e Comunicação – concentra a conceção, produção e disponibilização dos principais suportes, instrumentos e iniciativas de comunicação do Minho turístico. Envolve, assim, a concretização das seguintes atividades: (i) Material Promocional; (ii) Publicidade, comunicação; (iii) Organização de Fam e Press Trips no Minho; (iv) Estratégia de promoção online do Minho e (v) Constituição de banco de imagens turísticas do Minho. - Ação 3. Eventos – prevendo as seguintes atividades: (i) participação em feiras de turismo; (ii) programa Minho Portas Abertas; (iii) Essência do Minho; (iv) Promoção Internacional: Embaixadas do Minho. - Ação 4. Minho Film Commission – inclui um conjunto de atividades: (i) produção de conteúdos; (ii) comunicação; (iii) estruturação do Minho enquanto destino para a realização de produções cinematográficas e (iv) participação em mercados. - Ação 5. Gestão e Coordenação - constituição de uma Estrutura Técnica de Gestão e Coordenação, fundamental na dinamização da parceria e da execução do Programa de Ação.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 187,38 mil €

O Naturminho II será um projeto muito focado no desenvolvimento de ações imateriais tendentes à resolução de problemas identificados no âmbito da primeira iniciativa, muito assente na lógica da estruturação do produto/ subprodutos e na qualificação e promoção de equipamentos de excelência ambiental para consolidar e gerar inovação na atual oferta de Turismo de Natureza e, assim, conseguir posicionar o Minho no contexto do turismo de natureza. Face ao exposto e tendo presente os grandes objetivos e os “desafios a 10 anos” que nos apresenta a Estratégia Turismo 2027, considera-se prioritário e estratégico para o turismo de natureza no Minho, focar a atenção na valorização, estruturação e promoção de produtos turísticos ajustados às caraterísticas e atributos diferenciadores do território, numa abordagem que promova a identidade turística do Minho (no contexto do turismo de natureza). Visando ainda o alinhamento do Naturminho II com a estratégia nacional de estruturação e de promoção do turismo de natureza em Portugal, sob orientação da tutela, o Turismo de Portugal, na visão que definiu através do projeto estruturante “Portuguese Trails”, a presente operação consagra como objetivo operacional a implementação e valorização de um conjunto de grandes rotas, que serão intervencionadas como “rotas-âncora” para a organizar e conectar as ofertas existentes, projetando-as para serem os itinerários/rotas de excelência para visitar, descobrir e experienciar o Minho, na medida em que proporcionarão o contacto com os principais recursos e atrações do território e a sua ligação com os serviços e atividades de apoio.

Data de conclusão 18.10.2023

Valor de financiamento 185,43 mil €

A floresta é um dos principais recursos naturais renováveis do nosso país. Quando gerida e explorada de forma sustentável, assegura múltiplas funções e utilizações, produzindo bens e serviços de inestimável valor para a sociedade. Os espaços florestais ocupam grande percentagem do território da CIM do Ave, constituindo um suporte para a proteção do solo e da água, dos habitats essenciais à conservação da biodiversidade. Valorizam a paisagem proporcionando os melhores locais de recreio e lazer e um espaço de descoberta, aventura e aprendizagem. Possuem um elevado potencial educativo e de oferta de atividades ao ar livre. No entanto, o território da CIM do Ave face à elevada ocupação da floresta, apresenta-se muito propenso aos incêndios florestais, facto que, aliado ao cenário das alterações climáticas poderá conduzir a um aumento significativo do risco de incêndio, bem como aumento da sua dimensão, intensidade e severidade. Os incêndios rurais, com as condições climatéricas claramente propícias, e numa época essencialmente de Verão, representam um grave problema para a região, e para o país. A sua perigosidade, sobejamente conhecida, mostrada através de um amplo espaço mediático, obriga todos os intervenientes a uma adoção de medidas que se pretende eficaz e sobretudo eficiente, na resolução deste problema. Para além das múltiplas causas, têm, seguramente, múltiplas consequências e, também, variadíssimas explicações. Pela perigosidade acima retratada, e pelos nefastos efeitos, é precisamente nas alturas que mais ocorrem que a procura incessante de respostas rápidas mais acontece. Assim, torna-se urgente e impiedoso a diminuição dos riscos de incêndios, quer seja através da adoção de medidas apropriadas à proteção dos aglomerados populacionais, pessoas e bens, nomeadamente sensibilização das populações para os riscos de incêndios; ou, através da adoção de medidas preventivas. E aqui destaca-se, claramente, os novos equipamentos capazes de proporcionarem, por um lado, a destruição de matéria combustível, por outro, a diminuição do número de ignições. Considerando que a defesa, conservação e valorização dos espaços florestais é uma preocupação dos municípios da CIM do Ave pretende-se com esta operação aumentar a resiliência das populações e da região do Ave e a sua capacitação, com vista à diminuição de assimetrias e ao reforço da coesão territorial, por via da resolução de fragilidades ao nível dos riscos de perda dos recursos e património do território, de forte carácter identitário, bem como na salvaguarda das suas populações. Simultaneamente, e por todo o património ora retratado será também, esta região, um destino turístico de excelência. Assim, as ações apresentadas na presente candidatura caracterizam-se pelo foco na proteção contra riscos de incêndios, quer seja através da aquisição de equipamentos destinados à diminuição do número de ignições, quer seja através das campanhas de sensibilização para o uso destes equipamentos e às vantagens aos mesmos inerentes.

Data de conclusão 19.07.2023

Valor de financiamento 168,52 mil €

As sociedades encontram-se expostas a uma enorme variedade de riscos, tal como demonstram as catástrofes naturais e tecnológicas que têm assolado diferentes áreas do globo e que constituem uma preocupação, exigindo uma resposta por parte das autoridades locais competentes que nem sempre estão preparadas para dar. É precisamente desta necessidade de precaver e mitigar as situações de acidente grave ou catástrofe e proporcionar um aumento de proteção à população que se torna necessária a existência de uma infraestrutura de dados espaciais para o planeamento municipal de emergência. Baseada numa plataforma WEB, esta infraestrutura permitirá o acesso dos agentes de proteção civil a informação suplementar sobre os riscos e fenómenos, aumentando a capacidade de resposta e diminuindo o tempo necessário para a resposta a emergências. Para os fins a que se destina, a infraestrutura de dados espaciais integrará diferentes componentes: ? Acesso a informação, em tempo real, dos meios e dos últimos desenvolvimentos das ocorrências em curso (via rede GPRS ou 3G); ? Consulta/atualização de cartografia; ? Consulta/atualização do inventário de meios e recursos e listas de contactos; ? Integração e consulta da informação recolhida pela “rede de monitorização de meteoros”; ? Identificação das ações a desenvolver perante uma situação de acidente grave e/ou catástrofe; ? Atualização dos elementos que constituem os próprios Planos Municipais de Emergência de Proteção Civil (PMEPC), e que integrarão a informação a disponibilizar e manter na infraestrutura. Esta infraestrutura permitirá agregar a informação/conhecimento disponível relativo aos riscos que o território da CIM do Ave enfrenta, em particular a cartografia, destacando-se: ? Cartografia de risco; ? Cartografia com o registo das ocorrências; ? Cartografia com a localização dos Elementos Expostos Estratégicos Vitais e/ou Sensíveis (EEEVS); ? Localização dos agentes e meios no terreno; ? Informação sobre outros sistemas de monitorização com expressão territorial de interesse para a gestão de situações de emergência e catástrofe. A infraestrutura contemplará ainda um módulo de alerta em caso de iminência/ocorrência de acidente grave ou catástrofe, permitindo a transmissão em tempo útil de informação, tal como: ? Zonas potencialmente afetadas; ? Itinerários de evacuação; ? Locais de abrigo onde se devem dirigir; ? O que devem levar consigo; ? Medidas de autoproteção a adotar. Para o efeito, a operação compreenderá a execução de três fases sequenciais, a saber: ? Fase I - Diagnóstico da informação existente, definição do âmbito e do conjunto de temáticas a serem abrangidas pela IDEPME; ? Fase II - Criação da IDEPME; ? Fase III - Capacitação dos recursos humanos para a utilização da IDEPME.

Data de conclusão 12.03.2021

Valor de financiamento 131,88 mil €

A implementação da presente operação " Capacitação Institucional e TIC no Ave", pretende contribuir para os objetivos definidos no PDCT, através da implementação de um Sistema de Desmaterialização de Documentação Comercial e Sistema de Gestão para o SNC-AP, nas entidades, CIM do Ave, Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vizela, garantido a transversalidade das duas ações na NUT III Ave. Com o Sistema de Desmaterialização de Documentação Comercial pretendesse capacitar as entidades da emissão e receção dos documentos comerciais por via eletrónica para cidadãos e empresas, onde as empresas que tenham já o envio de documentação comercial de forma eletrónica carregar de forma automática nos ERP dos municípios. Permitirá também, disponibilizar aos cidadãos e empresas a possibilidade de através de um formulário online anuírem o recebimento de documentos comercias por via eletrónica e a consulta do histórico pelo período legal. Com este sistema de serviço público digital aberto, flexível e interoperável permitirá eliminar o papel, reduzir custos administrativos e minorar a pegada de carbono de entidades públicas, cidadãos e empresas. Contribuindo para os objetivos de aumentar o número de solicitações transmitidas pela internet através de formulários criados no âmbito da intervenção financiada, nos últimos 12 meses; aumentar o número de solicitações transmitidas via sistemas de atendimento intermediados com a utilização de formulários criados no âmbito da intervenção financiada, nos últimos 12 meses; e "Aumento do número de acessos ao “site” das 8 entidade, com a disponibilização do formulário online. A implementação do Sistema de Gestão para o SNC-AP (Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas) pretende alcançar de forma adequada os requisitos e obrigações contabilísticas que se impõem. Este, por sua vez é também composto pelos subsistemas de contabilidade orçamental, financeira e de gestão. A ação tem como objetivo apoiar os Serviços da Administração Pública dotando as 8 entidades de uma ferramenta adequada aos requisitos e obrigações contabilísticas, suporte à gestão estratégica, eficácia na tomada de decisão, promover a aplicação de TIC como instrumento de mudança para melhorar processos organizacionais e melhorar a eficiência do funcionamento interno das entidades e em simultâneo melhorar os serviços prestados pelos mesmos. De referir ainda que toda esta operação decorrerá num quadro de cooperação institucional na qual participaram os municípios que constituem a NUT III Ave.

Data de conclusão 31.12.2019

Valor de financiamento 127,02 mil €

O projeto âncora PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho- tem como objetivo a classificação, preservação e qualificação dos recursos patrimoniais em que assenta este produto turístico, tendo em vista a estruturação em rede da oferta turística. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio à fruição dos itinerários culturais e paisagísticos que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO, nomeadamente ao nível da sinalização, interpretação, acessibilidade, etc. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar a fruição turística e a experiência de visita; no cruzamento interdisciplinar entre o património cultural e outras ofertas, designadamente no turismo natureza, através da classificação e valorização de itinerários já existentes e estruturantes; na integração em redes internacionais; na animação dos espaços e dos períodos turisticamente menos interessantes; na capacitação de pessoas para as áreas do turismo religioso, cultural e natural; na valorização do património imaterial. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Produção de Conteúdos e Narrativas – compreende as seguintes atividades: (i) Estórias do Minho (Storytelling Digital e Analógico); (ii) Arte & Minho Desafios Artísticos/Programa de Residências Artísticas; (iii) Publicação (Papel e Digital); - Ação 2. Inovação e Certificação – compreende as seguintes atividades: (i) Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho e Atividades Complementares de Dinamização Cultural; (ii) Ações de Desenvolvimento para a Classificação do Património Cultural Imaterial do Minho; - Ação 3. Comunicação – visa algumas ações de comunicação sobre o ciclo de conferências e sobre o programa de residências artísticas designadamente a título de exemplo: newsletters digitais; distribuição de agendas de eventos; convites à comunicação social; entre outros suportes comunicacionais.

Data de conclusão 28.09.2023

Valor de financiamento 110,18 mil €

O PA9. Enogastronomia: sabores, ofertas e conhecimento visa fomentar iniciativas conjuntas tendo em vista a estruturação, valorização e promoção do produto "enogastronomia” do Minho, através da dinamização de atividades inovadoras e alicerçadas na valorização de recursos endógenos com evidentes ganhos de escala, potenciando maior sustentabilidade das intervenções e a geração de externalidades positivas, criando condições para o desenvolvimento económico e social do território. As atividades propostas visam melhorar a capacidade de resposta do território alicerçado na valorização dos recursos da região e na articulação com as atividades e setores produtivos com importância para o Minho, potenciando o perfil de especialização da região e a aposta em sectores com potencial de crescimento, promovendo, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. A estratégia formulada para o presente projeto assenta, deste modo, na valorização económica dos recursos endógenos em que assenta o produto turístico enogastronómico na área de intervenção da EEC Minho Inovação, assumindo-se como elemento âncora para o desenvolvimento de uma gama alargada de atividades ligadas à fileira do setor dos vinhos e enogastronomia, com capacidade para gerar emprego e criar riqueza de forma sustentada na região. Neste contexto, é fundamental impulsionar um conjunto de atividades orientadas para a qualificação, inovação, capacitação e promoção em domínios chave dos principais recursos e /ou vocações produtivas territoriais. Face a este objetivo operacional foram declinados objetivos específicos que o concretizam, a saber: (i) consolidar a notoriedade do MINHO como região enogastronómica de excelência; (ii) investigar, inovar e qualificar a oferta de vinhos e do enoturismo na região do Minho de forma a potenciar o surgimento de novas ofertas; (iii) reforçar e trabalhar a identidade regional através do enoturismo; (iv) encurtar as cadeias de comercialização e dinamizar os mercados locais; (v) captar quotas de mercado no turismo enogastronómico para a região. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende as seguintes atividades: (i) Estruturação de roteiro das Quintas do Minho; (ii) Mapas das Quintas do Minho; (iii) Minho Wine Experiences - Ação 2. Ações de Qualificação e de Capacitação - compreende a seguinte atividade: (i) programa educacional de capacitação (qualificação da restauração e Enoturismo em matéria de serviço e promoção dos produtos locais designadamente a título de exemplo: o vinho verde. - Ação 3. European Young Chef Award – compreende as seguintes atividades: (i) organização, promoção e comunicação do Concurso Minho Young Chef Awards e (ii) acolhimento, organização e promoção do Concurso Euroepan Young Chef Awards. - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 14.11.2023

Valor de financiamento 89,23 mil €

A floresta é um dos principais recursos naturais renováveis do nosso país. Quando gerida e explorada de forma sustentável, assegura múltiplas funções e utilizações, produzindo bens e serviços de inestimável valor para a sociedade. Os espaços florestais ocupam uma grande percentagem do território da CIM do AVE, constituindo um suporte para a proteção do solo e da água, dos habitats essenciais à conservação da biodiversidade. Valorizam a paisagem proporcionando os melhores locais de recreio e lazer e um espaço de descoberta, aventura e aprendizagem. Possuem um elevado potencial educativo e de oferta de atividades ao ar livre. No entanto, o território da CIM do AVE face à grande ocupação do solo a nível florestal, apresenta-se muito propenso aos incêndios florestais, facto que aliado ao cenário das alterações climáticas poderá conduzir a um aumento significativo do risco de incêndio, bem como ao aumento da sua dimensão, intensidade e severidade. Considerado que a defesa, conservação e valorização dos espaços florestais é uma preocupação dos municípios da CIM do AVE, pretende-se com esta candidatura apresentar medidas/ações que contribuam para a preservação/proteção e gestão das áreas florestais, bem como melhorar a eficácia do ataque e da gestão dos incêndios e, recuperar e reabilitar os ecossistemas e adaptar uma estrutura orgânica e funcional eficaz. O Programa Operacional Sustentabilidade e eficácia de Recursos (POSER) prevê, no seu Eixo Prioritário 2, o reforço da gestão face aos riscos, numa perspetiva de resiliência, capacitando as instituições envolvidas, nomeadamente em investimentos no domínio de intervenção prioritário “ Redução dos Incêndios florestais”, no qual se incluem os investimentos destinados ao reforço da instalação de redes de defesa da floresta contra incêndios, em terrenos não privados, visando a diminuição da carga de combustível e de acesso a pontos de água. É neste sentido, e face às atuais vulnerabilidades ainda existentes nos municípios relativamente à rede de defesa da floresta, que a CIM do AVE pretende desenvolver ações no âmbito do projeto Gestão Integrada da Floresta ao POSEUR, Eixo II – Promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e Gestão de riscos, do Aviso POSEUR – 10-2016-42 e que estão previstas no PDCT do AVE na P.I 5.2, com a designação Gestão florestal integrada. A Operação Gestão Integrada Florestal pretende desenvolver várias ações em terrenos não privados, pertencentes ao perímetro florestal do Municipio de Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto e Vieira do Minho. As ações que se pretendem desenvolver com a operação “ Gestão integrada da Floresta são”: Ação 1 – Instalação de Redes de Defesa da Floresta contra Incêndios, através de Faixas de Gestão de Combustível da Rede Primária (RP) e da Rede Secundária (RS), no município de Cabeceiras de Basto; Ação 2 - Instalação de Redes de Defesa da Floresta contra Incêndios, através de Faixas de Gestão de Combustível da Rede Primária (RP) e da Rede Secundária (RS), no município de Vieira do Minho; Ação 3 – Beneficiação de rede viária florestal de acesso a pontos de água de 1ª ordem, no município de Mondim de Basto.

Data de conclusão 28.12.2017

Valor de financiamento 89,2 mil €

As alterações climáticas constituem, atualmente, um dos maiores desafios ambientais à escala global. Com efeito, têm vindo a ser identificadas como uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrentam. A presente operação incide na elaboração do “Plano intermunicipal de adaptação às alterações climáticas” para o território de intervenção da CIM do Ave. Este plano consistirá num estudo multissectorial, onde se pretende caraterizar, aos níveis intermunicipal e municipal, os impactes e as oportunidades impostas pelas alterações climáticas. A elaboração deste plano contemplará uma abordagem ao nível intermunicipal, mas também medidas e ações concretas especificamente vocacionadas para cada Município, de acordo com as particularidades e vulnerabilidades que o diferenciam. Atendendo ao exposto, os trabalhos de elaboração do “Plano intermunicipal de adaptação às alterações climáticas” encontram-se estruturados em cinco fases sequenciais: Fase I - Recolha e tratamento de informação de base e produção de informação sobre a ocupação do território; Fase II - Diagnóstico e análise SWOT; Fase III - Identificação de medidas para o aumento da resiliência e/ou mitigação das potenciais consequências das alterações climáticas no território; Fase IV - Elaboração do “Plano de Ação”; Fase V - Compilação do “Plano intermunicipal de adaptação às alterações climáticas” e respetivo “Plano de Ação” na versão final.

Data de conclusão 29.05.2020

Valor de financiamento 72,13 mil €

O projeto âncora PA4. Touring Cultural - Artes e Produtos Tradicionais tem como objetivo a qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho; capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; criar um roteiro de turismo criativo e experimental no Minho. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio às artes e produtos tradicionais que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar, qualificar, valorizar e promover os produtos artesanais certificados; no cruzamento multidisciplinar de capacitação em inovação nas artes e produtos tradicionais do Minho; promoção da renovação e transmissão dos saberes tradicionais, através de escolas-oficinas, escolas de artes e ofícios, escolas profissionais e centros de formação especializados; desenvolvimento de ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; desenvolvimento de uma rede de comercialização e internacionalização; e desenvolvimento de ações de promoção e divulgação dos ofícios e atividades artesanais Atentos os cinco objetivos estratégicos da EEC Provere Minho Inovação, a presente candidatura assume como seus e contribui para a realização dos seguintes objetivos estratégicos: 1. Promover –?A componente da promoção e da comunicação está presente em todos os projetos âncora, trata-se de uma vertente fundamental para aumentar a atratividade ofícios e atividades artesanais; 2. Qualificar – através das ações dirigidas à dos produtos artesanais certificados; 3. Organizar – contribui também para a organização das atividades artesanais através da sua conformação às necessidades e às exigências das novas procuras e dos novos consumidores; 4. Internacionalizar – ao projetar artes e produtos tradicionais além-fronteira, melhorando a sua inteligibilidade e acessibilidade; 5. Inovar – ao apostar ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende a seguinte atividade qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; - Ação 2. Certificação e Inovação - compreende as seguintes atividades: (i) incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho e (ii) capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; - Ação 3. Turismo Criativo e Experimental – compreende a seguinte atividade: conceção, comunicação e publicitação do roteiro do turismo criativo e experimental do Minho - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 29,08 mil €

Foram estabelecidas 5 grandes ações prioritárias que cobrem todos os objetivos do projeto: Ação 1 - Identificação e caraterização ecológica - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: Identificação entomológica e molecular. Estudos de morfometria de insetos adultos, machos, obreiras, fêmeas fundadoras e rainhas. Estudos de morfologia de ovos, larvas, pupas e sua disposição nos ninhos. Estudos de bioecologia da Vespa velutina em Portugal. Estudos de biologia com base na evolução das capturas das armadilhas entomológicas instaladas na rede de captura permanente e em redes de captura de reforço em locais de maior risco e em apiários sentinela. Estudos de morfologia e biologia e de dinâmica populacional. Avaliação de fatores de limitação biológica, parasitismo e predação ao longo do ciclo. Avaliação sanitária das populações de Vespa velutina, na fase adulta e larvar. A identificação molecular da Vespa velutina e a estimativa da estrutura genética das suas populações em Portugal será analisada através da utilização de microsatélites. Este marcador molecular tem demonstrado ser uma ferramenta crucial à compreensão da biologia e dinâmica do processo invasivo de muitos organismos invasores, particularmente de outras espécies de himenópteros sociais. Devido à sua natureza altamente polimórfica, os microsatélites proporcionarão informação fundamental relativamente à variabilidade e estruturação genética das populações de Portugal e sua comparação com as populações de França, Espanha e Asia. Os microsatélites permitirão saber a origem das colónias introduzidas em Portugal, compreender a dinâmica e história do processo invasivo e à prever a área potencial de expansão geográfica. Ação 2 - Monitorização/vigilância - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: A rede permanente foi dimensionada para toda a região do projeto (NUT II Norte e concelhos adjacentes da NUT II Centro). A amostragem sistemática tem por base uma grelha de 454 pontos distanciados a 50 Km2. Esta representação é o ponto de partida para a monitorização que será adaptada no terreno em função da possibilidade de instalação dos apiários. Consta de uma Rede de Captura Permanente, de uma Rede de Amostragem de Reforço, em zonas problemáticas, e de uma Rede de Apiários Sentinela, em zonas de maior risco de invasão da vespa, com recurso a armadilhas entomológicas. A rede de capturas será georreferenciada e permitirá a realização de cartografia da invasão e da rede de vigilância ativa instalada. Em conjunto com o trabalho de modelos de dispersão espacial são expectáveis os seguintes resultados: - Caracterizar a vespa velutina e verificar se estamos perante as duas subespécies ou se apenas perante uma delas; - Caracterizar a biologia e a ecologia da espécie no Norte de Portugal; - Modelar a potencial distribuição espacial e identificar áreas prioritárias onde efetuar ações de localização precoce de ninhos primários ou de ninhos em fase inicial de constituição; - Modelar o efeito de ações de prevenção e de destruição de ninhos. Ação 3 - Controlo sustentado - ação diretamente relacionada com o objetivo “desenvolvimento e teste de boas práticas de controlo e de erradicação da espécie”: No contexto desta ação serão concebidas e testadas armadilhas seletivas, capazes de capturar os exemplares de vespa-asiática procurando reduzir a mortalidade colateral de insetos polinizadores, de forma a evitar os efeitos nefastos produzidos por armadilhas desadequadas. No mesmo âmbito, serão desenvolvidos iscos adequados para a atração de rainhas fundadoras e obreiras de vespa-asiática, que serão testados em diferentes condições de habitat e ao longo do ciclo anual da vespa, dada a probabilidade de existirem comportamentos e preferências distintas e, ao nível das colónias, necessidades nutricionais diferentes em distintas épocas do ano. A destruição dos ninhos da Vespa velutina e o controlo da atividade das mesmas nos apiários, constituem os melhores métodos para limitar o impacto desta espécie predadora, sobre as abelhas e outros insetos, bem como para evitar riscos para a segurança pública. Nesse sentido, serão avaliados novos protocolos para a destruição dos ninhos e avaliados os equipamentos e materiais. Numa abordagem preventiva e de monitorização será avaliada a eficácia e especificidade de diferentes tipos de armadilhas comerciais e artesanais e de diferentes tipos de iscos atrativos. Ação 4 - Impacto na apicultura e biodiversidade - ação diretamente relacionada com o objetivo “avaliação do impacto da vespa-asiática sobre os ecossistemas e sobre os serviços de polinização que suportam”: No que respeita aos impactos da vespa-asiática sobre a biodiversidade e sobre o serviço ecológico de polinização, serão realizados estudos de quantificação dos impactos, em áreas distintas e ao longo de todo ciclo anual das colónias, que assentarão na caraterização da fauna de polinizadores das diferentes áreas e na determinação da pressão de predação exercida sobre as populações de polinizadores pela vespa-asiática. Serão realizados estudos em apiários com sistemas de vídeo e de monitorização da atividade das colónias, no sentido de esclarecer sobre as alterações no comportamento de recoleção das colónias de abelhas, assim como a identificação de comportamentos defensivos da Apis melífera iberiensis e o comportamento de predação da vespa-asiática. O impacto na sanidade apícola será também estudado através da avaliação da capacidade de transmissão de doenças às abelhas sujeitas a predação através da realização de análises anatomopatológicas. Ação 5 - Informação/disseminação/divulgação - ação relacionada com o objetivo “divulgação da problemática associada à introdução da espécie em Portugal e promoção da sensibilização pública para os riscos associados”: Esta ação que envolve a participação de todas as entidades participantes tem como principal propósito informar o público da problemática da vespa-asiática e estabelecer ligações de transferência de conhecimento com outras Instituições do Sistema de Investigação Nacional e Internacional, nomeadamente com outros países afetados. Nesse sentido, são propostas ações de sensibilização (grande público) e de formação (operadores e técnicos) com o intuito de melhorar a eficácia na deteção passiva e eliminação dos ninhos com o menor impacto no meio. Ainda nesta ação, pretende-se criar um canal de comunicação com as entidades envolvidas no Plano de Ação, nomeadamente, com a plataforma SOS Vespa e outras entidades do Sistema de Inovação e Investigação. A criação de um website para o projeto tem como propósito facilitar essa comunicação e partilha de conhecimento, com o apoio do vídeo, que poderá ser utilizado e partilhado a órgãos de comunicação social, ou noutras plataformas Europeias como por exemplo o PEI AGRI e o LIFE.

Data de conclusão 12.04.2019

Valor de financiamento 28,73 mil €

Considerando as caraterísticas e o contexto de partida que o Minho possui, o presente projeto visa intervir nos domínios do sector agroalimentar e da gastronomia, que se revelam fundamentais para a promoção da inovação e da afirmação das apostas de especialização inteligente no território, apresentando como objetivo geral a “valorização económica do MINHO enquanto região gastronómica de excelência”. Neste contexto, o conjunto de ações que se propõe desenvolver visam essencialmente promover a valorização dos recursos do Minho e a articulação com as atividades e setores produtivos com importância para a região, potenciando o seu perfil de especialização e a aposta em sectores com potencial de crescimento, estimulando, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. Assim, as atividades que o projeto se propõe desenvolver, nomeadamente, no âmbito da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho”, visam maximizar o potencial de desenvolvimento de uma base de atividades associada aos recursos endógenos do território – em particular, do sector agroalimentar e gastronomia - e a capitalização das vocações produtivas locais, através da qualificação, valorização e capacitação dos principais sistemas competitivos territoriais do Minho. Importa, também, realçar, para este efeito, o contributo da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência, através das iniciativas previstas associadas à estruturação e desenvolvimento de ações de qualificação e promoção da atratividade regional, reforçando a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global e promovendo a capacitação da região para atrair mais turistas e colocar o Minho num patamar à escala global. As dinâmicas suscitadas pelo presente projeto serão, assim, suscetíveis de gerar um impacto positivo muito significativo, destacando-se, nomeadamente, os seguintes resultados esperados: Ao nível da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho” : (i) Implementação de ações de qualificação e inovação para os agentes do setor agroalimentar, agrupamentos de produtores e operadores da restauração, envolvendo cerca de 400 empresas; (ii) Estruturação de processos de capacitação para a valorização económica de produtos associados ao sector agroalimentar e gastronómico; (iii) Dinamização de sessões de promoção dos produtos locais junto de escolas de hotelaria do Minho, envolvendo cerca de 1500 jovens; (iv) Dinamização de oficinas interativas de cozinha para crianças, abrangendo cerca de 2000 crianças; (v) Desenho e criação de experiências (“packs turísticos”), que aliam a gastronomia outros produtos turísticos, através de iniciativas de capacitação e dinamização de concursos de ideias dirigidos aos agentes turísticos, representantes de organismos, associações, estabelecimentos de turismo (alojamentos, restaurantes), envolvendo cerca de 150 entidades Ao nível da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência: (i) Dinamizar e promover cerca de 200 eventos gastronómicos no Minho; (ii) Reforço da presença do Minho dos restaurantes referenciados nos Guias Michelin e Repsol - (2020)- + 10%; (iii) Desenvolver 30 iniciativas de orientadas para a valorização e inovação gastronómica (congressos, salões de degustação, fam trips, etc.) (iv) Reforçar os níveis de qualificação de produtos alimentares do Minho sustentados em recursos endógenos; (v) Promover a troca de experiências e intercâmbios, nomeadamente com a Catalunha e País Basco cfr. “Memória Descritiva – Concept Note” da presente Candidatura.

Data de conclusão 28.10.2021

Valor de financiamento 23,75 mil €

Pretende-se com a presente operação criar condições para a construção da EIDT Ave 2030, adotando uma metodologia participativa e de proximidade, numa perspetiva de fundamento mais robusto para as prioridades e escolhas regionais a integrar no próximo período de programação. Para a prossecução deste desígnio, a Comunidade Intermunicipal do Ave pretende realizar três ações essenciais: Ação 1 – Capacitação do Território do Ave - Visa, através da realização de três grandes conferências temáticas, promover a capacitação dos atores da região do Ave para o enquadramento adequado de políticas e reforçar a mobilização dos atores setoriais e institucionais da Região. Ação 2 – Construção da “EIDT Ave 2030” Visa, através de processos de concertação à escala supramunicipal, dar origem a uma visão conjunta que identifique os principais constrangimentos e os desafios para os próximos anos, bem como as prioridades de intervenção na região, projetando as necessidades de afetação dos fundos comunitários, em alinhamento com as orientações de cariz transversal para a aplicação do próximo quadro de apoio em Portugal. Para a concretização desta ação pretende-se desenvolver as seguintes atividades: a) Realização de oito encontros/workshops de debate, reflexão e recolha de contributos com os stakeholders regionais; b) Elaboração de um Plano de Monitorização e Avaliação da Estratégia Ave 2030; Ação 3 – Comunicação e divulgação - Visa a divulgação da estratégia de desenvolvimento territorial, numa primeira fase de debate e construção com o intuito de aumentar os contributos e envolvimento da região e, depois de definidas as bases da estratégia, para chamar a si toda a região para a sua implementação/concretização. Para a concretização desta ação, pretende-se desenvolver as seguintes atividades: a) Promoção de imagem, comunicação e divulgação; b) Realização de uma Sessão final de apresentação e divulgação.

Data de conclusão 30.09.2022

Valor de financiamento 12,05 mil €

Como referido na candidatura da EEC MINHO Inovação, no panorama nacional, existem, atualmente, três marcas turísticas, que implicam alojamentos turísticos, associadas ao nome Portugal: Solares de Portugal, Pousadas de Portugal, Aldeias de Portugal. Este projeto incide sobre a qualificação e a animação social, cultural e económica das Aldeias de Portugal, presentes no Minho, enquanto oferta turística específica. A incidência na sub-região do Minho, que corresponde ao território da EEC e também a um dos quatro subdestinos que agora compõem a nova estratégia de marketing do Turismo do Porto e Norte de Portugal, justifica-se pelo caráter próprio e singular que estes aglomerados urbanos tradicionais apresentam na região. A EEC Provere Minho Inovação prevê um conjunto de intervenções, materiais e, especialmente, imateriais, promovidas, fundamentalmente, pelas autarquias locais. Estas intervenções articulam-se de forma coerente e concorrem para a valorização das Aldeias do Minho, numa perspetiva de desenvolvimento do correspondente produto turístico. O PA3. Aldeias de Portugal Minho incide aqui, especialmente, na área da promoção, animação e gestão, complementando os investimentos infraestruturais e em equipamentos, promovidos pelos Municípios no âmbito do Ações de Qualificação dos Produtos Estratégicos do Minho PA7. Touring Cultural (Património Cultural / Aldeias de Portugal – Minho) bem como os investimentos públicos e privados apoiados pelos Grupos de Ação Local, ao longo de vários ciclos de programação dos fundos estruturais.

Data de conclusão 19.10.2023

Valor de financiamento 0 €

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