Portal de informação sobre vários temas de gestão dos recursos públicos do Estado Português

Ficha de beneficiário

Nome

TURISMO DO ALENTEJO, E.R.T.

Valor de financiamento

8,74 milhões €

Total de projetos

20

Número de identificação fiscal

5 0 8 8 1 7 8 9 7

Projetos realizados

A presente operação enquadra-se, na sua plenitude, no Objeto Temático 6, o qual consiste em "promover a conservação e valorização dos ativos naturais e histórico-culturais para consolidar a Região como destino turístico associado a uma oferta qualificada e ajustada às características ambientais, naturais e patrimoniais, reforçando a sua identidade de território de qualidade", através da alínea c) do disposto no artigo 114º do RE Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (RE SEUR), isto é, no desenvolvimento de operações de natureza de Promoção Turística. Nesse sentido, a operação "Promoção Alentejo/Ribatejo - Participação na Feira Bolsa de Turismo de Lisboa - Campanhas de Marketing Operacional" assenta numa operação de natureza promocional e âncora no território, com impacte económico no universo de agentes económicos da região, tendo por alicerce o património cultural e natural existente no território. A estratégia subjacente à operação, uma vez que não descura a realidade do setor e do grau de competitividade característico do mesmo, traduz-se numa candidatura com um forte caráter evolutivo, que engloba ações de 2015 a 2018, visando criar uma mensagem articulada e evolutiva ao longo dos anos, permitindo renovar/reforçar, de forma periódica e consistente, a imagem percecionada pelo público em geral (nacional e internacional) no que concerne o património cultural e natural que carateriza a região do Alentejo/Ribatejo (Lezíria do Tejo). Para esse fim as ações desenvolvidas no âmbito da operação irão resumidamente basear-se na/em: - Participação na Bolsa de Turismo de Lisboa nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018; - Campanhas de Marketing Operacional - "Sabe a Amor" em 2015, "Desligue" em 2016 e 2017 e o perspetivado refresh desta última em 2018; - Ação de Promoção para ativação da marca em Sines, por ocasião da regata "Tall Ships Race 2017". Solicita-se a consulta ao documento "Memória Descritiva", anexo à presente candidatura, para informação mais detalhada sobre o presente ponto.

Data de conclusão 30.05.2019

Valor de financiamento 1,51 milhões €

A presente candidatura da operação "Programa de Desenvolvimento das Marcas Alentejo e Ribatejo" reflete o desenvolvimento de um novo referencial estratégico para o re-posicionamento da marca Alentejo, do qual emanarão novos inputs comunicacionais e um novo conjunto de instrumentos de aproximação/visibilidade da Região, em consonância com o objetivo temático 6 - PRESERVAÇÃO E PROTEÇÃO DO AMBIENTE E PROMOÇÃO DA UTILIZAÇÃO EFICIENTE DOS RECURSOS, nomeadamente na valorização e promoção do património natural e cultural da região nos mercados e junto dos visitantes. Destaque-se que esta operação é co-promovida pela Turismo do Alentejo, E.R.T e pela Turismo do Alentejo, Agência Regional de Promoção Turística, com o intuito de desenvolver um conjunto de instrumentos de aproximação/visibilidade da Região e do seu património natural e cultural, concretizados na elaboração e desenvolvimento de ferramentas promocionais, no âmbito estrito da formulação estratégica de guide lines de comunicação, sendo esta abordagem estruturante e catalisadora para o desenvolvimento futuro, de entre outros, de um plano de edições de material promocional, em registo analógico e digital, objetivando-se, ainda, a necessidade de produzir ferramentas transversais, como um banco de imagens e filmes. Estes novos inputs comunicacionais e referenciais estratégicos, no âmbito da promoção turística do Alentejo e Ribatejo, serão vocacionados para as novas tendências de consumo turístico, com especial enfoque nas motivações dos potenciais visitantes. As ações a desenvolver no âmbito da operação irão resumidamente basear-se no/na: - Rebranding e Branding das marcas Alentejo e Ribatejo, respetivamente; - Desenvolvimento de novos suportes para o material de promocional; - Reestruturação e renovação do portal visitalentejo.com, visando uma nova estratégia para as plataformas digitais.

Data de conclusão 10.03.2020

Valor de financiamento 948,64 mil €

Esta operação consiste na criação e promoção de um catálogo de experiências turísticas baseadas no Património Cultural Imaterial (PCI) do Alentejo e Ribatejo que configure uma nova rota turística. O desenvolvimento da operação abrange as componentes de conceção e desenvolvimento do catálogo, a conceção, produção e montagem de experiências turísticas, a promoção do catálogo e das suas experiências turísticas nos mercados e, finalmente, a respetiva monitorização. A proposta no desenvolvimento deste catálogo de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo assenta na definição de um racional da operação que mobiliza os referenciais estabelecidos pela UNESCO e pela UMWTO no que se refere ao PCI e à sua valorização e promoção turística, bem como, às estratégias para o turismo formuladas a nível nacional e regional - Turismo de Portugal, Turismo do Alentejo ERT e outras entidades regionais e supramunicipais. Neste sentido, entende-se que a configuração, operacionalização e comercialização de novos produtos turísticos baseados no PCI impõe, obrigatoriamente, um envolvimento sustentável da comunidade, em diálogo permanente e colaboração com os agentes promotores (públicos e privados), que respeite as suas especificidades e a autenticidade do "objeto cultural", evitando a sua adulteração e descontextualização territorial (condições da salvaguarda do PCI e da sustentabilidade da própria atividade turística). Por sua vez, considerando o conjunto de antecedentes que existem na região, nomeadamente ao nível do investimento que diversas instituições, publicas e privadas, de âmbito regional e local, têm feito no estudo, preservação, valorização e promoção do PCI, o desenvolvimento de uma matriz de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo deverá garantir o cumprimento de dois princípios básicos. Por um lado, declinar as propostas dos respetivos Planos de Salvaguarda (no caso das manifestações já inscritas no Inventário Nacional PCI ou nas Listas do PCI da Humanidade da UNESCO) que diretamente se refletem no domínio da ativação, animação e dinamização turística, prolongando a sua missão e concretizando as respetivas propostas de ação. E, por outro, construir (conceber, produzir, montar e colocar no mercado turístico) um conjunto diverso, mas integrado e articulado, de experiências que se apresentem associadas a cada um dos PCI mas que, simultaneamente, contribuam para configurar uma nova rota turística nos destinos Alentejo e Ribatejo, assegurando eixos de ligação entre diferentes tipos e intensidades de experiência turística (ampliar a compreensão, participar em atividades, adquirir saberes fazer, interagir no campo cultural e criativo, contribuir para a sustentabilidade do PCI) e diversos segmentos de mercado turístico (turismo cultural, touring histórico-cultural, eco-turismo, turismo social, turismo criativo, turismo voluntário, etc.). O desenvolvimento da presente operação de ativação, animação e dinamização do PCI do Alentejo e Ribatejo estrutura-se, assim, nas seguintes quatro componentes: Ação 1, que será dedicada à conceção e desenho do catálogo de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo, incluindo definição de objetivos estratégicos de marketing e comunicação; Ação 2, no âmbito da qual será feito o desenvolvimento, montagem e produção de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo que integrem o catálogo de experiências turísticas; Ação 3, focada no lançamento das ações de promoção e comunicação do catálogo de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo (definidas na Ação 1); e, por último, Ação 4, que visa a montagem de um sistema de monitorização do catálogo de experiências turísticas baseadas no PCI do Alentejo e Ribatejo.

Data de conclusão 31.12.2019

Valor de financiamento 417,96 mil €

A operação em apreço - PROMOÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E RECURSOS CULTURAIS DE ÉVORA E DO ALENTEJO - pretende, através do aumento da visibilidade e notoriedade dos equipamentos e recursos culturais da Região, criar condições indutoras e facilitadoras do esforço de internacionalização das PME sedeadas na região do Alentejo em geral, e em particular dos setores Criativo e Cultural e do Turismo. O projeto foi desenhado para um horizonte temporal de 24 meses e desenvolve-se em torno de várias ações centradas na dimensão cultural de equipamentos e recursos. O projeto aplica os meses iniciais na quantificação dos equipamentos e recursos culturais existentes, na avaliação da sua dimensão económica e potencial de internacionalização, na identificação das oportunidades de posicionamento estratégico existentes - pontos estes que serão compilados no Estudo sobre o Valor Económico e do Potencial de Internacionalização do Sector Cultural e Criativo de Évora e da Região do Alentejo, que permitirá ainda definir um referencial de aferição e monitorização dos progressos alcançados ao longo do projeto em termos qualitativos e quantitativos. O projeto aloca ainda o mesmo período temporal ao desenho de um Plano de Comunicação e Imagem (C&I) que confira a Évora e ao Alentejo uma identidade visual representativa da sua dimensão eminentemente cultural/ patrimonial, orientada para o mercado externo. Esta identidade será alvo de desdobramento em vários suportes comunicacionais impressos e digitais. Estas duas ações iniciais - Estudo e Plano de C&I - permitirão apurar o foco das missões empresariais, das missões inversas e das missões de transfer de conhecimento definidas no âmbito do Plano de Promoção, que corresponde à terceira ação do projeto. Este Plano tocará vários domínios económicos, consequência inevitável da transversalidade do alvo deste projeto (equipamentos e recursos culturais). Assim, por um lado, serão empreendidas ações que nos permitam alcançar diretamente uma maior notoriedade turística para o património edificado e os equipamentos culturais de Évora e do Alentejo. Por outro lado, serão levadas a cabo iniciativas de âmbito internacional com agentes económicos diretamente atuantes sobre estes recursos e equipamentos culturais (tais como artesãos, mediadores culturais, fornecedores de novas tecnologias aplicadas ao património cultural, empresas de conservação e restauro, empresas de animação turística focadas no Touring cultural, entre outros). Finalmente, no âmbito do Plano de Promoção, será ainda contemplada uma dimensão de transferência de conhecimento aplicado aos equipamentos e recursos culturais - gestão patrimonial, educação cultural e artística, projetos culturais, intervenção urbana - permitindo aos agentes económicos atuantes neste domínio partilhar, apreender e reforçar as suas competências, assim como a especialização de Évora e do Alentejo nesta área específica. Já no caso da quarta ação relativa ao Plano de Promoção Internacional do Complexo Desportivo de Rio Maior, as iniciativas empreendidas estão, todas elas, focadas na promoção internacional do equipamento, contemplando as dimensões de (re)branding, produção de suportes comunicacionais, participação em certames identificados como essenciais à notoriedade do equipamento e do destino e, finalmente, a realização de fam e press trips orientadas para o desporto, assim como para o turismo desportivo e da natureza. Acrescentam-se ainda duas iniciativas diretamente relacionadas com a capacitação do CDRM na prestação de um serviço de mais alta qualidade correspondente ao elevado grau de exigência do mercado internacional (software de gestão hoteleira e certificação do sistema de gestão da qualidade). Finalmente, contempla-se no projeto uma quinta ação de suporte exclusivamente vocacionada para a componente de Assistência Técnica das ações anteriormente identificadas. Esta ação compreende a conceção e concretização de um Sistema de Monitorização do projeto, um Plano de Disseminação de Resultados e a elaboração de um Estudo de Avaliação final do projeto. Estamos em crer que as três principais ações do projeto "Promoção e internacionalização dos equipamentos e recursos culturais de Évora e do Alentejo" - a saber, Estudo sobre o Valor Económico e do Potencial de Internacionalização do Setor Criativo e Cultural de Évora e do Alentejo, Plano de Comunicação & Imagem e Plano de Promoção - permitirão o reforço da capacidade competitiva e da cadeia de valor dos sectores Cultural e Criativo e do Turismo, tendo como âncora os equipamentos e os recursos culturais da Região, contribuindo para a notoriedade internacional da Região neste domínio e para a perceção, por parte dos mercados externos, da qualidade intrínseca dos bens e serviços concebidos e produzidos no campo da cultura e do património cultural em concreto. Estamos igualmente convictos que a quarta ação do projeto - Plano de Promoção Internacional do Complexo Desportivo de Rio Maior - contribuirá fortemente para o reforço dos propósitos de notoriedade do destino e de internacionalização dos seus agentes, nomeadamente, daqueles que atuam no campo do desporto e do turismo desportivo e de natureza. O projeto a empreender é de natureza coletiva, abrangente e não discriminatória, respondendo aos desafios que se colocam aos agentes económicos da Região, em particular aos agentes dos setores Cultural e Criativo e do Turismo, no momento presente, capaz de induzir um contexto facilitador das suas dinâmicas de internacionalização, num horizonte de curto e médio prazo. De salientar ainda que o projeto encerra em si mesmo ações que garantem uma ampla divulgação das ações a empreender, a disponibilização livre e universal da informação e ferramentas produzidas, sem benefício particular para qualquer entidade. Contudo, e em complemento, será concretizado um Plano de Disseminação de Resultados que procurará, também, galvanizar os agentes económicos e outros players relevantes em torno da futura candidatura de Évora ao estatuto de Capital Europeia da Cultura.

Data de conclusão 27.12.2019

Valor de financiamento 302,34 mil €

A prossecução da Capacitação Global do Setor Turístico do Alentejo e do Ribatejo aconselha a adoção de uma perspetiva integradora de planificação e gestão de todo o sistema turístico, com particular relevo para o papel a desempenhar pelo tecido empresarial de base à atividade, com destaque para os subsetores de maior visibilidade e capacidade de integração de fatores de inovação organizacional e de produto. Neste contexto, a entidade promotora, a Turismo do Alentejo - Entidade Regional de Turismo, (doravante Turismo do Alentejo, ERT), juntamente com a ADRAL - Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo iniciou o processo "Capacitação do Setor Turístico do Alentejo e do Ribatejo - Qualificação do Destino - Subsetor do Alojamento, focando a sua intervenção nos Estabelecimentos Hoteleiros, sendo alvo de uma candidatura no âmbito do Portugal 2020, ao abrigo do concurso ALT20-53-2015-03 (ao qual foi atribuído o código ALT20-01-0853-FEDER-000008). O referencial selecionado no contexto do referido projeto foi o Biosphere Responsible Tourism, tendo sido disseminada a norma Biosphere Hotel. Nessa sequência, encontrando-se este processo estabilizado, a entidade promotora entende como estratégico dar continuidade ao processo de qualificação dos Destinos Alentejo e Ribatejo alargando para tal o procedimento de capacitação para os outros agentes económicos designadamente as unidades de Turismo em Espaço Rural (TER) e Turismo de Habitação (TH), subsetores do alojamento. Realce-se ainda o contributo deste projeto para o alcance dos objetivos da Estratégia de Eficiência Coletiva Provere InMotion, promovida pela CIMAA - Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, uma vez que a natureza desta operação está em perfeita sintonia com os objetivos propostos pela Turismo do Alentejo, ERT, assumindo a presente operação o papel do projeto âncora por si promovido e integrado na referido Provere, a saber, o projeto "Capacitação do Setor Turístico do Alentejo - Subsetor do Turismo Rural e da Animação do Alto Alentejo". Assim, a presente operação permitiria alcançar os objetivos previstos para a referenciada EEC, a saber: o Valorizar o cluster do turismo do Alto Alentejo através da promoção de fatores de qualificação da cadeia de valor, pela introdução de um sistema de capacitação orientado para a animação turística - Rotas "Feel Nature", e valorizador do tecido empresarial (maioritariamente constituído por PME´s) deste setor; o Definir uma norma especifica para a capacitação das PME do Turismo do Alto Alentejo, especificamente aquelas inseridas nos subsetores do Turismo Rural e da animação Turística. Surge assim a operação "Capacitação do Setor Turístico do Alentejo e do Ribatejo - Qualificação do Destino - Subsetor Turismo em Espaço Rural e Turismo de Habitação". Nesse sentido, foi desenvolvida a presente Memória Descritiva, com o propósito de demonstrar a pertinência do projeto na área da qualificação e a qual evidencia os seguintes aspetos: a) Natureza coletiva, abrangente e não discriminatória que possa responder a riscos e oportunidades comuns de um conjunto alargado de empresas; b) Ampla publicitação dos seus resultados, complementada por ações de demonstração e disseminação; c) Disponibilização livre e universal de todos os bens e serviços produzidos, sem benefício particular para qualquer entidade. Face ao exposto, a execução do presente projeto irá promover um conjunto de externalidades positivas, transversais à região do Alentejo e Ribatejo (NUT II Alentejo), através dos seguintes objetivos específicos que se encontram definidos no aviso N.º ALT20-53-2018-02: ? Incrementar, ainda que indiretamente, as competências empresariais; ? Facilitar o acesso a informação relevante nos domínios da competitividade; ? Reduzir assimetrias de informação ao nível empresarial, facilitar escolhas estratégicas e estimular o diagnóstico precoce. Nesse contexto, ao longo do presente documento, irá proceder-se à identificação das falhas e oportunidades de mercado, por forma a demonstrar a pertinência do projeto/candidatura, apresentando-se, em simultâneo, o seu enquadramento nos diferentes documentos estratégicos desenvolvidos para o território. Proceder-se-á também a uma descrição detalhada do plano de ações, que sustenta a presente operação, e o impacto do investimento no alcance dos indicadores de resultado e de realização. Por último, irá ser dada resposta ao referencial de mérito que integra o Aviso N.º ALT20-53-2018-02 para a presente candidatura.

Data de conclusão 19.11.2021

Valor de financiamento 290,82 mil €

A operação "Valorização, promoção e desenvolvimento do património histórico e cultural de Évora e da região envolvente" tem por objetivo dotar Évora e a Região envolvente do Alentejo Central, de um conjunto de ferramentas operativas no campo da valorização e da promoção do património histórico e cultural, de apoio à visitação e experiência patrimonial, e ainda de animação do património e dos equipamentos culturais, numa lógica de valorização turística e de aumento do grau de satisfação dos visitantes nacionais e estrangeiros. A operação materializa-se em 3 Eixos Estratégicos de Intervenção com o propósito de promover ações, iniciativas e projetos que conduzam ao fortalecimento cultural e turístico de Évora, do Alentejo Central e da Região do Alentejo, como um todo, dos seus agentes, recursos e equipamentos, assegurando que esses mesmos projetos contribuem para um reforço da qualidade da candidatura a apresentar por Évora ao título de "Capital Europeia de Cultura de 2027". Deste modo, os Eixos acima referidos consubstanciam-se, por um lado, a montante e a jusante, no desenvolvimento de trabalho estratégico de fôlego em matéria de política cultural, de articulação entre agentes e dinâmica cidade/ região, de gestão concertada entre os diferentes tipos de património e equipamentos culturais e, por fim, de conceção de novas dinâmicas criativas (Eixo 1 - Eixo Transversal Estratégico de Desenvolvimento do Património Histórico e Cultural). Por outro lado, no desenvolvimento de instrumentos de promoção e de visitação do património e de equipamentos culturais assentes tanto em novas tecnologias, como nos agentes, bem como de modelos de aferição qualitativa e quantitativa da experiência turi´stico-cultural dos turistas nacionais e estrangeiros, predominantemente direcionado para a cidade de Évora, ainda que com potencial de exportação para a Região envolvente (Eixo II - Eixo de Valorização do Património Histórico e Cultural). Por último, no empreendimento de um conjunto lato e diversificado de ações de promoção e de animação do património e dos equipamentos culturais localizados nos municípios integrados, contribuindo para o reforço de dinâmicas futuras de trabalho em parceria, atento o objetivo estratégico definido para a presente candidatura (Eixo III - Eixo de Promoção e Animação do Património Histórico e Cultural) de "Promover a conservação e valorização dos ativos histórico-culturais para consolidar a região como destino turístico associado a uma oferta qualificada e ajustada às características patrimoniais, reforçando a sua identidade de território de qualidade". De sublinhar que o presente projeto apresenta-se em estreita consonância e complementaridade com a candidatura "Promoção e Internacionalização dos Recursos e Equipamentos Culturais de Évora e do Alentejo" apresentada ao SIAC - Internacionalização (Aviso Nº ALT20-52-2016-04) com o propósito essencial de conferir a Évora e ao Alentejo uma identidade cultural estabilizada do ponto de vista de destino cultural por excelência, assim como um reconhecimento internacional do posicionamento desse destino assente na oferta efetiva de equipamentos e recursos culturais existentes na Região.

Data de conclusão 30.12.2019

Valor de financiamento 229,55 mil €

Esta operação consiste na criação de uma estrutura de informação e suporte ao sistema de Montado que procura dar resposta a uma série muito diversificada de problemas, necessidades e desafios que resultam da complexidade e das múltiplas relações que o sistema de montado mantém no quadro do património natural na região do Alentejo. O sistema de montado ocupa uma vasta área da região do Alentejo e Ribatejo, tornando-se a sua paisagem predominante, com características ambientais (biológicas), sociais e económicas e estéticas riquíssimas e tais que lhe conferem uma identidade forte e um enorme potencial para o setor do turismo, nas suas diversas vertentes. A complexidade do sistema, considerando as interdependências, de equilíbrio muito sensível, entre os seus valores naturais e outras dimensões de uso e exploração agro-silvo-pastoril, exige a mobilização de diversos agentes institucionais, fundiários, económicos e sociais, de modo a assegurar uma gestão integrada e sustentada do património natural. Torna-se relevante, para além disso, realçar que o equilíbrio sensível a que esta paisagem está condicionada se tem fragilizado por razões de natureza não apenas ligadas com condições de utilização e gestão do sistema, mas essencialmente com fatores de natureza macro, associados às alterações climáticas e aos processos de desertificação dos solos, especialmente acentuados nesta região. Atualmente são evidentes problemas relacionados com os valores biológicos do sistema de montado, nomeadamente, dentro do equilíbrio da sua "estrutura vertical" - entre os seus diferentes cobertos, arbóreo, arbustivo e herbáceo, bem como da sua "estrutura horizontal" - relacionada com as espécies predominantes nos montados de sobro (sobreiro), de azinho (azinheira), ou misto (sobreiro, azinheira, pinheiro manso ou carvalho). Alguns dos impactos e tendências recentes já confirmados na região - a doença do sobreiro e da azinheira (que não possui ainda um diagnóstico suficientemente consensual sobre as suas causas e o seu impacto a curto e médio prazos), a degradação dos solos "mediterrâneos dos montados", a desflorestação e a sobreflorestação (dependendo das áreas geográficas) ou o sobrepastoreio, as novas formas de maneio das explorações agrícolas, de pastoreio ou florestais, podem constituir fatores de ameaça quer ao desaparecimento das espécies, quer de ecossistemas inteiros. Tais impactos e tendências apelam, por isso mesmo, a níveis mais concertados e monitorizados de gestão do sistema e dos seus valores naturais e a uma enorme aposta na sensibilização pública. Justifica-se deste modo um investimento claro e estruturado no envolvimento multiparticipada na gestão do sistema do montado e na sua divulgação junto das populações e, principalmente, junto dos agentes económicos. O potencial de desenvolvimento de novas atividades turísticas e de lazer associadas ao património natural na região do Alentejo, tirando partido das suas especificidades e mais-valias e contribuindo para gerar valor económico junto de segmentos da população residente ou de novos empreendedores e empresários que se venham a fixar na região, colocam igualmente desafios evidentes de gestão de informação e de monitorização da ocupação e utilização do território e dos seus valores naturais. De uma forma transversal, pode considerar-se que a criação de um sistema de informação e de suporte ao sistema de montado irá contribuir para o aprofundamento, sistematização e disseminação de conhecimento científico, técnico e operativo relativo ao sistema de montado, conhecimento esse fundamental para (i) os operadores turísticos que venham a desenvolver atividades, experiências e outros produtos e serviços turísticos baseados no património natural do sistema de montado; (ii) as populações, na medida em que verão reconhecida a importância e interesse da valorização e preservação da sua história e identidade; (iii) para as instituições e entidades com competências em matéria de preservação, gestão e dinamização do sistema de montado, que passam a dispor de um instrumento de gestão e monitorização de excelência; e (iv) para os turistas e visitantes, que passarão a dispor de informação diversificada e de qualidade, que poderão explorar e aprofundar em função dos seus interesses específicos, contribuindo desse modo para o enriquecimento global da sua experiência turística.

Data de conclusão 30.06.2020

Valor de financiamento 190,94 mil €

A Terras Dentro - Associação para o Desenvolvimento Integrado tem desenvolvido ao longo dos anos, em parceria com várias entidades, nomeadamente com a Turismo do Alentejo, um trabalho de valorização e promoção do pão e doçaria alentejana, de forma a contribuir para o investimento da inovação, conhecimento e em simultâneo concorrer para o desenvolvimento da economia regional. Este trabalho tem vindo a ser realizado em etapas, que têm sido uma aprendizagem e uma preparação para as fases posteriores, constituindo uma evolução na intervenção nesta temática específica. A operação que propomos realizar em copromoçao com a Turismo do Alentejo, pretende investir no processo de qualificação do pão alentejano e bolos fintos, de forma a proteger e valorizar produtos típicos alentejanos e que têm vindo, paulatinamente a perder força competitividade no mercado, devido a alterações na composição da cadeia de valor e a uma estratégia assente no preço. Estas são algumas das falhas de mercado detetadas. Desta forma através deste processo de qualificação e proteção dos produtos pretende-se desenhar uma a estratégia assente no produto, com a integração vertical na cadeia, contribuindo para a competitividade das micro e pequenas empresas produtoras de pão alentejano e bolos fintos. Com base nas intervenções realizadas anteriormente sobre esta temática, nomeadamente o levantamento dos produtores de pão e doçaria alentejana existentes no Alentejo, pretende-se envolver todos os que reúnam as condições necessárias e definidas previamente para a qualificação do pão alentejano e bolos fintos e investir neste segmento de mercado. Desta forma espera-se contribuir para o desenvolvimento da estratégia regional de especialização inteligente do Alentejo, através do aumento da dimensão média das empresas que, em 2012 era de 2,49 trabalhadores por empresa, contra os 3,34 em Portugal, contribuir para o aumento do consumo médio de pão, que atualmente é de cerca de 120grs/dia, constatando-se desta forma um problema de economia de escala. Prevê-se com esta intervenção fazer face à diminuição do número de padarias no Alentejo, à perda de postos de trabalho e à quebra de volume de venda destes produtos característicos do Alentejo e prevenir a perda de um produto típico e identitário da região, além de alavancar o desenvolvimento de toda a fileira. Para a concretização da operação será realizado um diagnóstico que permita fixar as relações entre os intervenientes de toda a fileira e estabilizar toda a informação sobre os produtos que se pretendem qualificar. Com base neste trabalho de diagnóstico, será elaborado um caderno de especificações para a qualificação do pão e bolos fintos. Serão realizadas ações de preparação, informação e acompanhamento a todas as empresas produtoras de pão alentejano e bolos de padaria que cumpram os requisitos para a qualificação, no sentido de as envolver no processo de qualificação destes produtos e em simultâneo contribuir para o reforço das suas competências empresarias. A Turismo do Alentejo, tem um papel de relevante destaque no contributo para o apoio à colocação do produto no mercado, nomeadamente na realização de ações de informação, preparação e sensibilização aos restaurantes certificados. Com o desenvolvimento da operação, estas ações poder-se-ão alastrar a outros equipamentos hoteleiros e de atividade turística. Será realizado um estudo de mercado que vise explorar novas oportunidades de negócio, analisar e avaliar a aceitação do produto no mercado, a sua imagem e notoriedade. Serão ainda realizadas ações de disseminação de resultados com o objetivo de partilhar os resultados alcançados com a introdução dos fatores de qualificação e inovação. Ação 1 Coordenação e gestão do projeto Ação 2 Diagnóstico da fileira o Levantamento e identificação das empresas de cereais/agricultores que reúnam características para a produção de cereais endógenos para a confeção dos produtos; o Levantamento e identificação das moagens com capacidade para trabalhar este segmento do mercado; o Elencagem das empresas produtoras de pão e bolos de padaria que reúnam condições para a qualificação do pão alentejano e bolos fintos, segundo a composição e confeção definidos; o Elaborar a definição da composição, confeção do pão alentejano e bolos fintos; o Pesquisa sobre o contexto histórico e socioeconómico com ligação do produto ao território; o Elaboração de um relatório. Ação 3 Elaboração do caderno de especificações para a qualificação do pão e bolos fintos; o Teste de aceitação do produto; o Elaboração de caderno de especificações; o Disseminação de resultados através da organização de 4 workshops; o Disseminação de resultados através da elaboração de dois artigos científicos. Esta atividade prevê a elaboração de um guia de especificações para a qualificação do pão alentejano e bolos de padaria que deverá incluir parâmetros que estabilizem a qualidade do produto. Para a conclusão deste guia e para sustentar todo o trabalho de qualificação e colocação do produto deverá ser realizado um teste de aceitação do produto. Ação 4 Ações de preparação, informação, sensibilização e acompanhamento às empresas produtoras de pão alentejano e bolos fintos o Serão realizadas ações de informação, preparação e sensibilização com o objetivo de envolver as micro e pequenas empresas produtoras de pão alentejano e bolos de padaria no processo de qualificação do pão alentejano. Pretende-se que as empresas iniciem o processo de confeção com base no guia de especificações determinado, que incide especialmente num processo de cozedura lenta, para que todas as propriedades do produto sejam preservadas. o Ações de acompanhamento às micro e pequenas empresas aderentes ao processo de qualificação dos produtos. Ação 5 Elaboração de um estudo de mercado o Elaboração de um estudo de mercado; o Publicação e divulgação através de seminário com a fileira. Será realizado um estudo de mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócio, analisar e avaliar a aceitação do produto no mercado, a sua imagem e notoriedade. Ação 6 Ações de Informação, partilha e disseminação o Realização de ações de preparação, informação e sensibilização; o Ações de acompanhamento (restaurantes); o Ações de sensibilização ao consumidor; o Ações de disseminação de resultados; (realização de quatro seminários de disseminação de resultados) o Plano de Comunicação e publicidade. Está programada a realização de doze ações de preparação, informação e sensibilização de forma a envolver os restaurantes na utilização exclusiva do pão alentejano, numa primeira fase. Posteriormente serão realizadas doze ações de acompanhamento, monitorização e avaliação da adesão ao produto. Estas ações destinam-se aos restaurantes certificados e a outras unidades hoteleiras e de restauração.

Data de conclusão 29.03.2018

Valor de financiamento 42,23 mil €

Esta operação visa caracterizar e estudar as formas de gestão praticadas na região do Vale do Guadiana, área seleccionada como local de reintrodução do lince-ibérico (Lynx pardinus) em Portugal. Trata-se de um território onde, em larga medida, se verifica a compatibilização da gestão da caça com a conservação dos recursos naturais, em particular o lince-ibérico e várias aves de rapina, gestão essa que importa evidenciar, melhor conhecer e divulgar, tendo em vista a adopção de práticas semelhantes noutros territórios, tendo em vista assegurar o estabelecimento de populações viáveis de lince-ibérico e preparar novas áreas de translocação. Os modelos de gestão e exploração cinegética verificados neste território estão focados sobretudo na perdiz-vermelha (Alectoris rufa), tendo consequências muito positivas noutras espécies cinegéticas, como é o caso do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), presa preferencial do lince-ibérico. Nesse sentido, importa caracterizar de forma aprofundada o modelo de gestão da perdiz-vermelha, recorrendo a inovador trabalho de monitorização com recurso a telemetria e contagens periódicas, visando a modelação da dinâmica, comportamento e ecologia de populações bravias desta espécie, incluindo a produção de novas ferramentas de apoio aos gestores. A divulgação junto dos gestores do território de novas ferramentas e modelos de gestão que garantam não apenas a melhoria da rentabilidade da zonas de caça, como a conservação dos recursos naturais, é assim um aspecto fundamental para a conservação dos recursos naturais e, para o lince-ibérico, em particular. Por outro lado, a integração da caça com a conservação da natureza, num mesmo território, tem uma relevância estratégica para o desenvolvimento sócio-económico da região, por via do turismo e da exploração económica dos recursos naturais, constituindo a reintrodução do lince-ibérico uma oportunidade de desenvolvimento do turismo de natureza em torno desta espécie emblemática, integrado com o turismo cinegético, à semelhança do que já ocorre noutros territórios em Espanha, como é o caso da Serra Morena. Acrescem ainda oportunidades criadas pela marca NATURAL PT. O projecto terá como corolário a edição de um livro, uma conferência e uma exposição sobre a «Caça e Conservação da natureza no Vale do Guadiana: Área de reintrodução do lince-ibérico», baseado num trabalho detalhado e no estudo e caracterização dos modelos de gestão de caça existentes na região, com enfoque especial na perdiz-vermelha, dando ainda relevo às oportunidades criadas para o desenvolvimento socioeconómico da região, assente no turismo cinegético e turismo de natureza, em torno do lince-ibérico e demais espécies que aqui ocorrem em abundância. Metodologia Será efectuada a caracterização de um conjunto alargado de zonas de caça e propriedades (8) onde a gestão cinegética e a conservação dos recursos naturais constituem exemplos de integração e de exploração sustentável dos recursos naturais. Para além destas zonas de caça, serão seleccionadas outras duas nas quais se aprofundará o modelo de gestão da perdiz-vermelha, recorrendo a inovador trabalho de monitorização com recurso a telemetria e contagens periódicas, visando a modelação da dinâmica, comportamento e ecologia de populações bravias desta espécie, incluindo a produção de novas ferramentas de apoio aos gestores. Pretende-se obter informação muito relevante sobre o comportamento e dinâmica das populações bravias de perdiz-vermelha, as quais constituem uma das maiores riquezas deste território e o principal driver das opções de gestão cinegética. O trabalho de caracterização e avaliação das áreas seleccionadas envolverá meios humanos e logísticos consideráveis, tendo em conta a dimensão do território em apreço. Particular relevância terá a caracterização das duas zonas de caça onde se pretende desenvolver trabalho específico de maior profundidade, envolvendo a mobilização de equipas técnico/científicas que assegurem o seguimento, em permanência, tendo em vista a recolha de dados que permitam modelar e produzir ferramentas de gestão. Preconiza-se executar um projecto que irá incluir os seguintes produtos e acções, algumas das quais decorrendo em simultâneo. COMPONENTE 1| CO ORDENAÇÃO |ANPC, ICNF, CMM, TAR-ERT Coordenação da operação por equipa formada pelos parceiros, com o apoio das equipas de consultoria técnica e científica, incluindo reuniões periódicas Janeiro de 2016 a Dezembro de 2017 • Acordos de parceria com proprietários e gestores; • Delineamento experimental e procedimentos de campo estabilizados; • Credenciais e autorizações emitidas; • Relatórios de progresso (semestrais); COMPONENTE 2 | CARACTERIZAÇÃO MODELOS GESTÃO CAÇA E CONSERVAÇÃO | ANPC e ICNF Caracterização e avaliação de modelos de gestão de caça e conservação no Vale do Guadiana, incluindo análise detalhada sobre dinâmica da gestão direccionada para a perdiz-vermelha e coelho-bravo, focada em 8 zonas de caça existentes na região. Janeiro de 2016 a Setembro de 2017 • Case studies de compatibilização de caça e conservação, com enfoque no lince-ibérico; • Relatório (contributos para livro) COMPONENTE 3 | CARACTERIZAÇÃO MODELOS DE GESTÃO DE PERDIZ | ANPC e ICNF Caracterização, avaliação e modelação da dinâmica, comportamento e ecologia de populações bravias de perdiz-vermelha e coelho-bravo, em 2 zonas de caça, incluindo telemetria e monitorização detalhada Janeiro de 2016 a Setembro de 2017 • Modelos e ferramentas de gestão cinegética para apoio aos gestores • Relatório (contributos para livro) COMPONENTE 4 | CARACTERIZAÇÃO TURISMO | ANPC, ICNF, CMM, TAR-ERT Caracterização/perspectiva histórica relativa à evolução da interacção entre caça e conservação da natureza no Vale do Guadiana; perspectivas e oportunidades de evolução do turismo cinegético e turismo de natureza no Vale do Guadiana enquanto formas de desenvolvimento sustentável do território, com enfoque nas oportunidades criadas pela reintrodução do lince-ibérico e marca NATURAL PT Janeiro de 2016 a Outubro de 2017 • Relatório técnico final (contributos para livro) COMPONENTE 5 | ELABORAÇÃO DO LIVRO | ANPC, ICNF, CMM, TAR-ERT Livro «Caça e Conservação da natureza no Vale do Guadiana: Área de reintrodução do lince-ibérico» Compilação de informação, imagens, edição, redacção, design/maquete e produção do livro Janeiro de 2016 a Outubro de 2017 • Livro • Relatório técnico final COMPONENTE 6 |COMUNICAÇÃO | ANPC, ICNF, CMM, TAR-ERT Apresentação e divulgação do livro em cerimónia de lançamento oficial, incluindo conferência sobre compatibilização de gestão da caça e conservação da natureza e potencialidades de desenvolvimento do turismo de natureza. Janeiro de 2016 a Dezembro de 2017 • Sessão pública de apresentação do livro; • Conferência; • Exposição temática; • Folheto de divulgação; • Artigos de divulgação.

Data de conclusão 31.05.2023

Valor de financiamento 0 €

20 Projetos
Todos os temas
Transparência sem entrelinhas