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Ficha de beneficiário

Nome

COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO ALTO MINHO

Valor de financiamento

10,3 milhões €

Total de projetos

53

Número de identificação fiscal

5 0 8 7 5 4 4 9 6

Projetos realizados

A presente operação “Protec|Georisk: Alto Minho 2020” centrada na inovação para a preservação e gestão de riscos no Alto Minho apresenta as seguintes ações: Ação 1 - Gestão da Informação e do Conhecimento para a prevenção de Riscos e Redes de Observação do Território Propor estratégias inovadoras e instrumentos de gestão dos riscos e da proteção civil passando pela implementação, através de mecanismos automáticos ou semiautomáticos de agregação e interoperabilidade entre sistemas, de uma rede regional de observação e monitorização do risco suportada na atual plataforma webgis (Protec|Georisk). Prevendo-se ainda a necessidade de reforçar o atual Sistema de Informação Territorial do Alto Minho na temática da gestão de riscos e proteção civil através da identificação e correção de lacunas de informações temáticas e espaciais à escala do Alto Minho e propondo um conjunto de protocolos de recolha e sistematização de informação, assim como definir o(s) modelo(s) de dados necessário(s) à implementação de procedimentos de captura ágeis e assertivos que viabilizem a avaliação sistemática da relação dos riscos sociais, ambientais e tecnológicas de forma transversal ao espaço Alto Minho. A operacionalização desta primeira ação deverá ser promovida em parceria com os municípios, as entidades regionais e nacionais no âmbito da gestão de riscos e proteção civil, entidades do ensino superior e demais entidades que administram o território. Atualmente, neste âmbito, para além de um primeiro trabalho de análise de riscos à escala regional de apoio à elaboração dos PMEPC, a CIM Alto Minho protocolou com uma empresa (Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho) o acesso a informação das estações meteorológicas (8 estações). O objetivo desta ação passa pelo aprofundamento deste tipo de trabalho e colaboração em rede dos agentes que gerem, administram e usam o território no sentido de aumentar a qualidade das estratégias e instrumentos de gestão dos riscos e da proteção civil do Alto Minho. Ação 2 - Coordenação Intermunicipal, Capacitação e inovação para a prevenção, proteção e gestão de riscos Centrada na caraterização e discussão, ao nível técnico e científico, dos atuais referenciais, boas práticas de inovação e modelos de gestão dos riscos ambientais e humanos, tendo por base a especificação dos instrumentos legais, tecnológicos e de planeamento, e propondo ao nível da capacitação dos agentes e da dinamização de um grupo de técnicos especialistas e investigadores, um conjunto alargado de atividades de capacitação individual e coletiva dos agentes de proteção civil municipais e regionais com especial incidência nos agentes de âmbito local em análise de risco, vulnerabilidade e capacidade adaptativa no território do Alto Minho, esta ação viabilizará assim a posterior elaboração de planos municipais e regional de resiliência. Os agentes envolvidos na identificação e gestão do risco carecem de processos de capacitação ao nível tecnológico, mas acima de tudo, ao nível da sensibilização e implementação de conhecimento relacionado com as políticas, aspetos legais, organizacionais e técnicos referentes à identificação, análise, caraterização e mitigação do risco. Nesta ação pretende-se garantir a (i) Formalização, acompanhamento e avaliação de ações de sensibilização para os técnicos e agentes de proteção civil, (ii) organização de eventos de natureza técnico-científica, (iii) desenvolvimento e experimentação de tecnologias e boas práticas de prevenção e planeamento, (iv) intensificação e realização de missões no quadro de redes colaborativas de trabalho e conhecimento. Ação 3 - Comunicação e Sensibilização de Riscos e Proteção Civil A importância da informação e sensibilização das populações é comprovada pelos significativos contributos para uma cidadania ativa e informada. Neste âmbito, ao nível da Proteção Civil e Gestão de Riscos, identificados nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, importa trabalhar grupos alvo mais sensíveis/críticos, designadamente, os produtores de gado, gestores de caça e pesca e gestores de baldios. Face ao exposto, importa colmatar lacunas de comunicação integrada dos riscos ao nível da informação aos grupos alvo anteriormente referidos, envolvendo estas comunidades na construção de uma cultura de maior proatividade, sensibilidade para a prevenção de riscos, segurança e educação para a prevenção e minimização de riscos, garantido assim uma cidadania mais ativa e participante. Neste âmbito, presente promover um maior conhecimento sobre as caraterísticas associadas aos perigos, vulnerabilidades e riscos naturais, mistos e tecnológico. Com esta ação pretende-se desenvolver um conjunto de atividades de comunicação e sensibilização dos riscos no âmbito da Proteção Civil que promovam e difundam uma cultura de segurança, sendo a CIM Alto Minho em parceria com os Municípios e demais agentes de Proteção Civil, responsável pela operacionalização de estratégias que melhor divulguem as medidas de autoproteção junto de faixas etárias prioritárias que compõem a população do Alto Minho (crianças em idade escolar e os idosos), quer sejam estas através de ações diretas (tais como realização de campanhas, palestras, mostras de equipamentos, exposições itinerantes, etc.), quer através da de distribuição de folhetos ou de brochuras temáticas que divulguem esta iniciativa e as ferramentas de informação sobre os riscos. Por último, pretende-se também em parceria com os Municípios avaliar e operacionalizar campanhas conjuntas de vigilância em períodos críticos, de forma a reforçar a rede de vigilância do Alto Minho, bem como campanhas de sensibilização das populações locais relacionadas com os riscos de incêndios florestais.

Data de conclusão 29.06.2023

Valor de financiamento 782,59 mil €

A presente operação centrada na promoção das TIC´s na administração e serviços públicos apresenta as seguintes ações: Ação 1 - Equipa técnica da operação: trata-se de uma ação transversal ao projeto e visa: i) elaborar plano de trabalho interno e externo; ii) assegurar a qualidade técnica das soluções e especificações adotadas; iii) apoiar tecnicamente os processos de tomada de decisão; iv) elaborar documentos de natureza técnica; v) garantir o cumprimento dos procedimentos e normas legais e vi) elaborar documentos de controlo e acompanhamento da execução física e financeira da operação; Ação 2 - Governância Digital e Governo Eletrónico: a implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Plataforma webGis de acompanhamento e disponibilização de informação turística; ii) Gestão, operacionalização e acompanhamento da Central de Compras do Alto Minho, assegurando a dinamização da sua atividade e a utilização pelas entidades aderentes; iii) Desenvolvimento do Portal da Central de Compras, que permita ser a ferramenta única de contacto entre os diversos stakeholders e garanta funcionalidades de negociação, catálogo, gestão de projeto bem como mecanismos de gestão automática da informação e comunicação; iv) Plataforma de Gestão integrada e desmaterializada de ações de capacitação; v) Alojamento regional e cloud de serviços garantindo a disponibilidade de serviços digitais para a instalação e operacionalização transversal das atividades propostas. Ação 3 - Capacitação no âmbito das TIC's e reforço da cidadania digital: a implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Desenvolvimento e operacionalização de um programa de capacitação e dinamização nas áreas de criação e aplicação de sistemas de informação (Desenvolvimento de um conjunto alargado de ações de capacitação; Organização do workshop sobre regulamentação de responsável de informação e a sua aplicação em entidades da administração pública e organização de um seminário); ii) Promoção e divulgação de serviços digitais municipais e regionais, através designadamente de inserções de notas informativas em diversos órgãos e meios de comunicação social regionais e locais sobre os serviços digitais municipais desenvolvidos no âmbito da estratégia Egov regional e Local Alto Minho 2020; produção e impressão de flyers sobre os serviços digitais municipais e regionais; e organização de sessões locais de promoção dos serviços digitais municipais e regionais; Ação 4 - Promoção e valorização da interoperabilidade entre as administrações: a implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Desenvolvimento de webservices que garantam a interoperabilidade e consolidação da produção de conteúdos de promoção e divulgação territorial entre as diversas plataformas turísticas (municipais, intermunicipal e regionais); ii) Desenvolvimento de um modelo de dados standard intermunicipal nas áreas do urbanismo, Abastecimento/saneamento e planeamento do território e desenvolvimento de backoffice de integração da informação de apoio a gestão; iii) Operacionalização do portal integrador dos arquivos municipais do Alto Minho Ação 5 - Serviços online orientados ao empreendedorismo e da inovação: a implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Integração com a plataforma globalfind (interoperabilidade e funcionalidades regionais); ii) Desenvolvimento de uma plataforma de apoio às redes sociais locais (ferramenta estatística, mapeamento e acompanhamento das respostas e análise de contexto espacial); iii) Disponibilização de aplicativos Web e APPs para smartphones, tablets Android, Windows e iPhone / iPad (Turismo e Promoção territorial, serviços ao cidadão [Abastecimento e Saneamento, transportes]).

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 561,62 mil €

Tendo em consideração, a dimensão dos Projetos Âncora bem como do número de projetos complementares identificados e respetivo volume do investimento a presente candidatura visa a criação de condições para a coordenação, acompanhamento, monitorização e dinamização da parceria, nomeadamente, garantindo-se: I. o funcionamento dos órgãos de gestão consagrados no contrato de consórcio celebrado; II. a dinamização das atividades de apoio técnico ao acompanhamento, monitorização, dinamização e animação do Programa de Ação, através da criação de estrutura técnica, assessorias especializadas e demais condições logísticas tendentes à gestão e coordenação da Estratégia de Eficiência Coletiva Minho Inovação, nomeadamente na criação das condições para a montagem, submissão e aprovação das candidaturas dos projetos âncora em torno das redes coletivas identificadas, bem como o devido acompanhamento na fase pós aprovação. III. dinamização de atividades de apoio técnico, sensibilização e informação necessárias à criação de condições tendentes à submissão e concretização de projetos complementares organizados em torno dos produtos Minho Inovação; IV. realização de atividades de promoção e divulgação dos programas de ação respetivos; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Dinamização da Parceria – compreende as seguintes atividades: (i) Coordenação executiva; (ii) Assessoria Técnica e Consultoria para operacionalização da Estratégia e Plano de Ação da EEC PROVERE Minho INovação; (iii) Despesas com Pessoal; (iv) Deslocações e Estadas e (v) equipamento administrativo. - Ação 2. – Promoção e Divulgação - compreende as seguintes atividades: (i) Conferências/Sessões de Apresentação; (ii) Site/Newsletter Digital; (iv) Ações de Benchmarking e (v) publicações e disseminação de resultados.

Data de conclusão 21.12.2023

Valor de financiamento 316,78 mil €

A presente candidatura encontra-se estruturada com base nas seguintes três ações: - Ação 1 - Dinamização e capacitação dos ativos culturais e artísticos associados à música e património, com o seguinte objetivo operacional: Estruturação e dinamização de ações de levantamento, capacitação e valorização orientadas para a promoção de comunidades criativas em domínios chave para a estratégia de valorização turística do património cultural e dos recursos identitários do Alto Minho associados à música e património. - Ação 2 - Desenvolvimento de um programa de animação e promoção turística do património cultural e dos recursos identitários do Alto Minho associados à música e património, com o seguinte objetivo operacional: Promover e reforçar qualitativamente a programação cultural em rede, ao nível intermunicipal, associando música e património, envolvendo, para o efeito, a comunidade criativa do Alto Minho no processo de criação artística e cultural e no aproveitamento dos recursos identitários do Alto Minho, tendo em vista a dinamização e captação de fluxos turísticos e o reforço da identidade cultural regional. - Ação 3 - Desenvolvimento de campanha de comunicação e marketing, com o seguinte objetivo operacional: Desenvolvimento de uma campanha de comunicação e marketing dos recursos identitários do Alto Minho associados à música e património, direcionada para diferentes públicos-alvo e mercados de referência, tendo em vista a promoção da atratividade turística e a geração de riqueza e desenvolvimento para a região.

Data de conclusão 22.11.2019

Valor de financiamento 292,87 mil €

O projeto âncora Marketing, Comunicação e Internacionalização constitui uma oportunidade para continuar a delinear e implementar uma estratégia de promoção dos recursos turísticos do Minho de baixa densidade, assegurando os mecanismos de ordem financeira, organizacional e comunicacional indispensáveis à sua adequada execução. Nesse sentido, visa a consolidação da ação coletiva do Consórcio nas áreas do Marketing, Comunicação e Internacionalização, constituindo um elemento transversal de suporte à execução e promoção de todos os projetos âncora que integram a EEC PROVERE Minho Inovação bem como dos diferentes produtos turísticos que lhes estão na base. Pretende-se, desta forma, contribuir decisivamente para que o Minho se afirme enquanto subdestino turístico do Porto e Norte de Portugal com uma nova imagem assente numa narrativa mais moderna e atual baseada nos recursos únicos e inimitáveis deste território. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Planeamento – compreende três atividades que concorrem para a realização dos objetivos operacionais do projeto e os objetivos estratégicos do Minho Inovação: (i) Atividade 1.1 Plano de Comunicação e de Ativação; (ii) Atividade 1.2 Plano de Desenvolvimento Turístico 2030 e (iii) Atividade 1.3 Capacitação Estratégica e Comunicação Interna. - Ação 2. Marketing e Comunicação – concentra a conceção, produção e disponibilização dos principais suportes, instrumentos e iniciativas de comunicação do Minho turístico. Envolve, assim, a concretização das seguintes atividades: (i) Material Promocional; (ii) Publicidade, comunicação; (iii) Organização de Fam e Press Trips no Minho; (iv) Estratégia de promoção online do Minho e (v) Constituição de banco de imagens turísticas do Minho. - Ação 3. Eventos – prevendo as seguintes atividades: (i) participação em feiras de turismo; (ii) programa Minho Portas Abertas; (iii) Essência do Minho; (iv) Promoção Internacional: Embaixadas do Minho. - Ação 4. Minho Film Commission – inclui um conjunto de atividades: (i) produção de conteúdos; (ii) comunicação; (iii) estruturação do Minho enquanto destino para a realização de produções cinematográficas e (iv) participação em mercados. - Ação 5. Gestão e Coordenação - constituição de uma Estrutura Técnica de Gestão e Coordenação, fundamental na dinamização da parceria e da execução do Programa de Ação.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 288,27 mil €

O PA9. Enogastronomia: sabores, ofertas e conhecimento visa fomentar iniciativas conjuntas tendo em vista a estruturação, valorização e promoção do produto "enogastronomia” do Minho, através da dinamização de atividades inovadoras e alicerçadas na valorização de recursos endógenos com evidentes ganhos de escala, potenciando maior sustentabilidade das intervenções e a geração de externalidades positivas, criando condições para o desenvolvimento económico e social do território. As atividades propostas visam melhorar a capacidade de resposta do território alicerçado na valorização dos recursos da região e na articulação com as atividades e setores produtivos com importância para o Minho, potenciando o perfil de especialização da região e a aposta em sectores com potencial de crescimento, promovendo, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. A estratégia formulada para o presente projeto assenta, deste modo, na valorização económica dos recursos endógenos em que assenta o produto turístico enogastronómico na área de intervenção da EEC Minho Inovação, assumindo-se como elemento âncora para o desenvolvimento de uma gama alargada de atividades ligadas à fileira do setor dos vinhos e enogastronomia, com capacidade para gerar emprego e criar riqueza de forma sustentada na região. Neste contexto, é fundamental impulsionar um conjunto de atividades orientadas para a qualificação, inovação, capacitação e promoção em domínios chave dos principais recursos e /ou vocações produtivas territoriais. Face a este objetivo operacional foram declinados objetivos específicos que o concretizam, a saber: (i) consolidar a notoriedade do MINHO como região enogastronómica de excelência; (ii) investigar, inovar e qualificar a oferta de vinhos e do enoturismo na região do Minho de forma a potenciar o surgimento de novas ofertas; (iii) reforçar e trabalhar a identidade regional através do enoturismo; (iv) encurtar as cadeias de comercialização e dinamizar os mercados locais; (v) captar quotas de mercado no turismo enogastronómico para a região. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende as seguintes atividades: (i) Estruturação de roteiro das Quintas do Minho; (ii) Mapas das Quintas do Minho; (iii) Minho Wine Experiences - Ação 2. Ações de Qualificação e de Capacitação - compreende a seguinte atividade: (i) programa educacional de capacitação (qualificação da restauração e Enoturismo em matéria de serviço e promoção dos produtos locais designadamente a título de exemplo: o vinho verde. - Ação 3. European Young Chef Award – compreende as seguintes atividades: (i) organização, promoção e comunicação do Concurso Minho Young Chef Awards e (ii) acolhimento, organização e promoção do Concurso Euroepan Young Chef Awards. - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 14.11.2023

Valor de financiamento 266,87 mil €

Um dos ícones do património cultural imaterial do Alto Minho é o famoso canto ao desafio ou desgarrada. Num contexto em que formas de canto popular oriundas de outras regiões do País obtiveram reconhecimento mundial tais como o fado ou o cante alentejano, o canto ao desafio deve ser preservado e exibido como ícone diferenciador e identitário do Alto Minho, pelas especificidades que assume nesta região. O chamado canto repentista – no âmbito do qual se inclui o nosso canto ao desafio ou desgarrada – embora existindo em várias regiões do País e até mesmo no Brasil e na Galiza, tem no Alto Minho características diferentes e únicas, nomeadamente: (i) é acompanhado predominantemente pela concertina (os repentistas brasileiros usam habitualmente cordofones); (ii) utiliza palavras simples e uma linguagem direta (as palavras que o povo dominava), mesmo para descrever situações complexas, influência da “literatura de cordel” cuja origem remonta ao século XVI; (iii) a desgarrada minhota admite o confronto entre homens e mulheres; (iv) a especificidade de ter 2, 3 ou 4 cantadores em simultâneo cruzando disputas verbais. O canto repentista é algo que a humanidade descobriu há séculos. Formas repentistas são utilizadas desde tempos ancestrais. Nos rituais religiosos, Budistas e Hinduístas usam os Mantras. Influenciados pelo judaísmo, os cristãos, desde o século IV, usam o Canto Antifonal e desde o século VI o Canto Responsorial que, nos nossos dias, ainda pertence ao ordinário da missa católica. Na Idade Média a música trovadoresca recuperou o ato de compor versos “na hora”, deixando marcas na cultura galaico-portuguesa. Ainda hoje podemos verificar a predominância das desgarradas e cantares ao desafio no Minho, em Trás-os-Montes e na Galiza, ou seja, na área de influência do contexto galaico-português. Antes de Portugal se constituir como nação, numa época em que o falar do povo nas duas margens do rio Minho ainda não se distinguia e em que se desenvolveram as peregrinações a Santiago de Compostela, os peregrinos que atravessavam os Pirenéus vindos da Provença (França), recorriam frequentemente à poesia trovadoresca, nomeadamente às cantigas de escárnio e maldizer, como forma de distração pelo humor, a fim de melhor vencerem as longas distâncias que percorriam a pé. O aspeto humorístico e de improviso estava já contido nestas cantigas. Curiosamente, no Novo Mundo, surgem em grande quantidade formas similares, nomeadamente no nordeste brasileiro. Sabendo que Porto Seguro foi o primeiro local de desembarque de Pedro Álvares Cabral em Terras de Vera Cruz, e sabendo que, entre os primeiros a colonizar o Brasil, estiveram os minhotos, podemos assim explicar como a forma repentista aparece replicada com tamanha veemência do outro lado do Atlântico. O canto repentista não sendo, assim, exclusivo do Alto Minho, é contudo aqui que reúne alguns dos seus expoentes máximos e caraterísticas muito próprias diferentes dos demais. Até ao momento, em Portugal, a desgarrada é um processo espontâneo. Quando alguém descobre que “tem jeito” para combinar palavras de forma imediata, surge um cantador. Ninguém lhe ensinou, nem aprendeu na escola, Por outro lado, nenhum dos cantadores ao desafio se preocupou em sistematizar a técnica da desgarrada. Não se conhecem estudos que a enquadrem em princípios práticos e técnicas que permitam ensiná-la de forma sistemática e planificada. Pelo contrário, na vizinha Galiza, há muito que se ensina nas escolas, dentro da componente regional do currículo escolar a técnica de cantar a Regueifa. Similar aos nossos cantares ao desafio, a Regueifa galega é uma cantiga improvisada ao despique entre duas ou mais pessoas sobre um tema dado, com o objetivo de saber quem tem o aplauso mais sonoro por parte do público. A denominação de Regueifa indicia uma relação com o pão com o mesmo nome e tem a ver com os banquetes de casamento onde após a disputa o vencedor tinha a honra de receber das mãos da noiva uma regueifa que depois repartia entre as raparigas e rapazes solteiros. O conceito desta operação surge, assim, do objetivo estratégico de recuperar uma expressão musical e linguística única no Alto Minho, inclusive algumas formas de cantar que estão em vias de extinção, potenciando a sua prática e o surgimento de novos intérpretes repentistas no Alto Minho, através do desenvolvimento de ações de capacitação e da estruturação de um programa de espetáculos ao nível intermunicipal subordinado a esta temática. A presente candidatura encontra-se estruturada com base nas seguintes três ações: i) Ação 1 - Dinamização e capacitação de jovens talentos e ativos culturais e artísticos do território para a criação cultural e musical associada ao património imaterial no domínio dos cantares repentistas no Alto Minho, com o seguinte objetivo específico: Estruturação e dinamização de ações de levantamento, capacitação e valorização orientadas para a promoção de ativos culturais e artísticos do território e a criação de novos talentos em domínios chave para a estratégia de valorização turística do património cultural imaterial e dos recursos identitários do Alto Minho associados aos cantares repentistas e ao património. ii) Ação 2 - Desenvolvimento de um programa de oferta cultural e turística em rede, associando os cantares repentistas ao património do Alto Minho, com o seguinte objetivo específico: Promover e reforçar qualitativamente a programação cultural em rede, ao nível intermunicipal, associando os cantares repentistas ao património, envolvendo, para o efeito, os ativos culturais e artísticos e jovens talentos do Alto Minho no processo de criação artística e cultural e no aproveitamento dos recursos identitários do Alto Minho, tendo em vista a dinamização e captação de fluxos turísticos e o reforço da identidade cultural regional. iii) Ação 3 – Desenvolvimento de campanha de comunicação e marketing do projeto, com o seguinte objetivo específico: Desenvolvimento de uma campanha de comunicação e marketing, direcionada para diferentes públicos-alvo e mercados de referência do projeto, tendo em vista a promoção da atratividade turística e a geração de riqueza e desenvolvimento para a região.

Data de conclusão 19.01.2022

Valor de financiamento 216,3 mil €

O projeto âncora PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho- tem como objetivo a classificação, preservação e qualificação dos recursos patrimoniais em que assenta este produto turístico, tendo em vista a estruturação em rede da oferta turística. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio à fruição dos itinerários culturais e paisagísticos que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO, nomeadamente ao nível da sinalização, interpretação, acessibilidade, etc. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar a fruição turística e a experiência de visita; no cruzamento interdisciplinar entre o património cultural e outras ofertas, designadamente no turismo natureza, através da classificação e valorização de itinerários já existentes e estruturantes; na integração em redes internacionais; na animação dos espaços e dos períodos turisticamente menos interessantes; na capacitação de pessoas para as áreas do turismo religioso, cultural e natural; na valorização do património imaterial. Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Produção de Conteúdos e Narrativas – compreende as seguintes atividades: (i) Estórias do Minho (Storytelling Digital e Analógico); (ii) Arte & Minho Desafios Artísticos/Programa de Residências Artísticas; (iii) Publicação (Papel e Digital); - Ação 2. Inovação e Certificação – compreende as seguintes atividades: (i) Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho e Atividades Complementares de Dinamização Cultural; (ii) Ações de Desenvolvimento para a Classificação do Património Cultural Imaterial do Minho; - Ação 3. Comunicação – visa algumas ações de comunicação sobre o ciclo de conferências e sobre o programa de residências artísticas designadamente a título de exemplo: newsletters digitais; distribuição de agendas de eventos; convites à comunicação social; entre outros suportes comunicacionais.

Data de conclusão 28.09.2023

Valor de financiamento 195,2 mil €

Considerando que a CIM Alto Minho, assumiu, em 2018, o desafio de promover um processo de atualização e revisitação da sua estratégia de desenvolvimento de base territorial no horizonte 2030, orientado para a construção de uma visão de “futuro desejável”, em estreita parceria com os principais atores territoriais. O processo de atualização estratégica, envolveu uma ampla participação dos principais atores regionais, quer na conferência respeitante ao seu lançamento (em outubro de 2018) quer nos 10 debates e workshops que lhe sucederam, e que decorreram durante o ano de 2019. Este 10 debates/workshop temáticos orientados para uma reflexão e interação mais próxima com os principais atores territoriais (com a participação de instituições do sistema científico e tecnológico, do setor empresarial, da economia social, de organizações sociais, económicas e ambientais representativas do tecido institucional do Alto Minho, bem como de representantes de serviços nacionais e regionais), tinham como objetivo fazer um balanço do ciclo 2014-2020, e identificar perspetivas e apresentar propostas de ação no que respeita desafios chave para o desenvolvimento do Alto Minho no horizonte 2030. Deste modo e considerando que as atuais versões do diagnóstico e da formulação estratégica não contemplam naturalmente os efeitos económicos e sociais decorrentes da pandemia da COVID-19, torna-se necessário a adaptação a todo um novo enquadramento de referência, com novos desafios, que exigem uma visão alargada e por vezes a desconstrução de modelos anteriores, que permitam ao Alto Minho afirmar-se no contexto regional, nacional e transfronteiriço como polo de dinamização, crescimento e criação de riqueza. Concomitantemente, entende-se que o desenvolvimento económico e social sustentado do Alto Minho deverá ser suportado por projetos estruturantes que permitam obter o nível de desenvolvimento, recursos e reconhecimento capazes de tornar a região num polo de atração de novos recursos e investimentos, considerando simultaneamente o devido enquadramento configurado pelas politicas públicas, com destaque para as orientações estratégicas de nível Europeu (EUROPA 2030), nacional (Plano de Recuperação e Resiliência) e regional (Norte 2030). É com base nestes pressupostos que é lançado este exercício de planeamento estratégico, de natureza operacional, fundamentalmente orientado para as reais, atuais e expectáveis, no futuro próximo, competências e quadros de atuação dos Municípios. Nestes termos este projeto tem como objetivo principal “dinamizar um processo de aprofundamento da Estratégia “Alto Minho 2030”, visando a mobilização dos atores locais e regionais para a estruturação, especialização e definição de projetos e iniciativas estratégicas, traduzindo-se num processo de planeamento dinâmico, interativo e multiescalar, tendo em vista o desenvolvimento de planos de ação temáticos de desenvolvimento económico e de valorização territorial para o Alto Minho no período 2021-2027”. Este processo está naturalmente articulado com o processo de revisitação da Estratégia Alto Minho 2030 no contexto COVID 19 e do road map para ação que se pretende dinamizar no primeiro semestre de 2022. Face às prioridades temáticas e respetivos objetivos fixados, importa, agora, com o apoio dos atores locais e regionais, promover o aprofundamento da Estratégia “Alto Minho 2030” através da definição e operacionalização dos Planos de Ação Temáticos, e respetivas iniciativas âncora, em particular, pela preponderância e especificidade territorial importa densificar iniciativas, redes e possíveis modelos de governança para a ação, nos seguintes domínios: i) Plano de Ação para a promoção da Competitividade territorial do Alto Minho 2021-2027 (abrangendo as vertentes do desenvolvimento económico, empreendedorismo, incubadoras, aceleração de ideias de negócio, transferência de conhecimento) ii) Plano de Ação para a Valorização Económica Sustentável do Alto Minho 2021-2027 (abrangendo as vertentes Mar e Rio) iii) Plano de Ação para a Promoção Turismo Sustentável do Alto Minho 2021-2027 (abrangendo as vertentes da rede de biodiversidade, certificação do território) iv) Plano de Ação para a Promoção da Inovação e Criatividade no Alto Minho 2021-2027 (abrangendo os domínios da cultura, arte, património) Estes Planos de Ação constituem condição fundamental para o aprofundamento da estratégia integrada de desenvolvimento do Alto Minho para o período 2021-2027, respondendo às orientações e desafios lançados no âmbito da preparação do próximo Quadro Comunitário. Do ponto de vista operacional, a elaboração dos referidos Planos de Ação integrará, nomeadamente, as seguintes componentes: (i) Realização de um Diagnóstico Síntese, que deverá assentar, essencialmente, na caracterização da situação atual do território nos domínios em apreço (envolvendo, nomeadamente, principais características / dinâmicas / indicadores de situação de partida, matriz swot); (ii) Elaboração da visão, das prioridades de ação, dos objetivos específicos e das metas quantificadas do referido Plano de Ação; (iii) Caraterização através de Fichas Ação das principais Iniciativas âncora a desenvolver no âmbito do referido Plano de Ação 2021-2027, as quais deverão fazer referência, nomeadamente, aos seguintes elementos: (i) Designação da Iniciativa; (ii) Enquadramento & objetivos específicos da Iniciativa; (iii) Articulação & contributos da Iniciativa para as estratégias europeias, nacionais e regionais (Europa 2030/ Objetivos de Politica 2021-2027; Acordo de Parceria para os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento 2021-2027; Norte 2030; Alto Minho 2030); (iv) Identificação e caracterização das principais ações enquadráveis no âmbito da Iniciativa, contendo: (iv.1) Fundamentação; (iv.2) Caraterização das principais atividades/medidas/projetos a desenvolver; (iv.3) Principais destinatários; (iv.4) Principais entidades envolvidas na dinamização da ação; (iv.5) Indicadores de realização e de resultados; (iv.6) Dotação financeira da ação, incluindo as respetivas base de cálculo; (iv.7) Calendarização. Em paralelo, será ainda dinamizado um programa de apoio à concertação e participação pública e inter-institucional, mobilizando para esse efeito os principais atores com responsabilidades diretas no desenvolvimento das intervenções nos domínios temáticos a considerar nas iniciativas e projetos previstos nos Planos de Ação, visando reforçar a capacitação e o envolvimento da rede de atores locais e regionais na iniciativa. Esta vertente abrangerá, nomeadamente: (i) Ação de debate, informação, sensibilização, concertação e promoção - Congressos/Seminários/Workshops/Eventos; (ii) Ações de Produção e Edição de conteúdos e (iii) divulgação do processo e resultados nos canais e redes sociais da CIM e dos parceiros públicos e privados envolvidos.

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 177,1 mil €

A presença da espécie exótica e invasora Vespa velutina nigrithorax representa para o território do Alto Minho uma preocupação permanente para os responsáveis políticos e técnicos dos Municípios que integram esta CIM e também para a população em geral dado que estamos perante um território onde a produção apícola tem grande representatividade, para além da elevada presença de Áreas Protegidas, pelo valor ecológico e natural, quando comparada com outras regiões. Assim, é objetivo fundamental da CIM Ato Minho, com a elaboração e respetiva implementação do presente Estratégia de Prevenção e Controlo da Vespa velutina nos Ecossistemas do Alto Minho, controlar os impactos graves negativos da Vespa velutina na apicultura, na produção agrícola, no bem-estar e na saúde pública, e no meio ambiente e biodiversidade. Assim, do ponto de vista operacional foram estabelecidas três grandes ações prioritárias/tipologias que cobrem transversalmente todos os objetivos do projeto: Ação 1. Desenvolvimento da Estratégia Coordenada e Respetivo Plano de Gestão Integrada da Vespa Velutina para o Alto Minho Ação 2. Desenvolvimento e Teste de Novas Técnicas e Equipamentos para a Deteção e o Controlo desta Espécie Invasora, na qual se pretende avaliar o impacte de metodologias de controlo e erradicação compreendendo os métodos físicos, químicos (feromonas), biológicos/proteção integrada (Conops vesicularis) e mistos. Neste contexto pretende-se: i) colocar armadilhas de atração distribuídas no território que permitam uma avaliação espácio-temporal dos níveis de ataque/invasão na relação com a metodologia de avaliação de risco prevista anteriormente; ii) implementar uma base experimental que permita avaliar a eficiência comparativa de diferentes substâncias ativas disponíveis no mercado e já utilizadas a sua relação com a aplicação de diferentes formas de aplicação (dispensores, formas de aplicação local ou à distância de substâncias ativas nos ninhos) cruzando com as épocas/momentos de aplicação e distribuição (de acordo com a ocupação, uso do solo/habitats e níveis de riscos) bem como, com densidades/dosagens alternativas de aplicação; iii) avaliar e validar estas técnicas ao nível da deteção, monitorização e mesmo, impacte sobre a controlo/erradicação considerando as dinâmicas sazonais e espaciais das populações locais de vespas; iv) definir abordagens e métodos de intervenção que resultem da leitura dos resultados e disseminação das boas-práticas anteriores; v) redigir tecnicamente as bases de experimentação, trabalho de campo e principais resultados/ensinamentos que permitam a melhor divulgação dos resultados junto do quadro técnico, operadores produtivos e outros atores locais. Com o intuito de: (i) aumentar o conhecimento alusivo à temática da vigilância e controlo da Vespa velutina nas suas diversas vertentes; (ii) promover a disseminação do conhecimento adquirido e produzido no decurso da implementação deste projeto (iii) fomentar a participação dos agentes territoriais do Alto Minho na implementação da estratégia integrada de prevenção e controlo da Vespa velutina e (iv) potenciar a implementação das atividades constantes neste projeto. Ação 3. Plano de Comunicação e Divulgação associado à problemática da Vespa Velutina focado na Sensibilização Pública para os Riscos associados. Esta ação integra a elaboração de conteúdos de comunicação e divulgação, o desenvolvimento de um programa de capacitação dirigido a técnicos e a operacionais e a realização de um Fórum Transfronteiriço que integra a realização de uma exposição e networking associada ao evento cujo objetivo vai no sentido de divulgar a problemática e envolver os produtores e empresas do setor.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 155,84 mil €

A operação abrange, numa lógica de atuação supramunicipal, todos os municípios da NUT III do Alto Minho (Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira), e pressupõe a implementação de 2 ações complementares: i) Ação 1 - Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alto Minho (PIAAC do Alto Minho) – Diagnóstico, Modelação e Plano de Ação. A elaboração do PIAAC do Alto Minho obedecerá às seguintes fases e etapas metodológicas: - Fase 1 - Enquadramento, caracterização e diagnóstico • Etapa 1 - Enquadramento temático e geográfico, identificação dos objetivos a alcançar, estruturação e organização do plano; • Etapa 2 - Contextualização climática nacional e regional; • Etapa 3 - Produção de cenários climáticos. - Fase 2 - Avaliação de impactos e de vulnerabilidades • Etapa 4 - Identificação de impactos atuais e futuros, descrição e avaliação da capacidade adaptativa regional; • Etapa 5 - Identificação e avaliação de vulnerabilidades atuais e futuras. - Fase 3 - Opções de adaptação, integração e gestão • Etapa 6 - Identificação e avaliação de medidas de adaptação, identificação e avaliação dos custos de não adaptação; • Etapa 7 - Integração da adaptação no processo e instrumentos de ordenamento do território e na gestão dos recursos hídricos; • Etapa 8 - Definição do modelo de gestão, do modelo de financiamento para a implementação da adaptação, do modelo de comunicação e divulgação institucionais, do modelo de monitorização e avaliação. ii) Ação 2 - Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alto Minho (PIAAC do Alto Minho) – Comunicação, Capacitação e Sensibilização. Em paralelo com a elaboração do PIAAC do Alto Minho será implementado um programa de comunicação, capacitação e sensibilização, que integrará as seguintes 2 iniciativas: 1. Capacitação dos principais agentes territoriais do Alto Minho para a adaptação às alterações climáticas, onde se prevê a realização das seguintes atividades: - Seminário inicial - no decurso do qual se procederá à apresentação e enquadramento da operação e da temática das alterações climáticas. Decorrerá aquando do arranque da fase 1 da elaboração do PIAAC; - Workshop nº 1 (vulnerabilidades) - no decurso do qual será efetuado trabalho de índole técnica relativo à avaliação de vulnerabilidades climáticas atuais e futuras. Decorrerá aquando do arranque da fase 2; - Workshop nº 2 (adaptação) - no decurso do qual será realizado trabalho de índole técnica com vista à definição de opções de adaptação e integração de medidas no planeamento territorial. Decorrerá aquando do arranque da fase 3; - Workshop nº 3 (adaptação - sectores) - no decurso do qual se debaterão opções de adaptação municipal e intermunicipal, em termos sectoriais, para validação da proposta preliminar de medidas de adaptação, sugerindo novas medidas e hierarquizando prioridades. Decorrerá aquando da implementação da fase 3; - Seminário final - no decurso do qual se procederá à apresentação do PIAAC do Alto Minho. Decorrerá aquando do término da fase 3. 2. Sensibilização e envolvimento da população em geral para a adaptação às alterações climáticas, envolvendo: - Publicitação da operação nos websites institucionais da CIM e dos municípios do Alto Minho; - Disponibilização online da informação produzida; - Divulgação nas redes sociais das atividades promovidas; - Conceção e produção de um flyer informativo, a distribuir nas diversas atividades promovidas ao abrigo da operação; - Conceção e produção de um cartaz informativo alusivo à temática da adaptação às alterações climáticas, a disponibilizar aos municípios do Alto Minho e a um diversificado leque de agentes sociais e económicos; - Conceção, produção e disponibilização online e por email de um e-book alusivo à temática da adaptação às alterações climáticas, dirigido à comunidade escolar; - Produção / aquisição de material interativo, com uma abordagem lúdico-didática, alusivo à temática das alterações climáticas, para os diferentes níveis de ensino; - Dinamização de ações específicas de informação, envolvimento e sensibilização dirigidas a targets-chave (tais como comunidade escolar) subordinadas à temática das alterações climáticas; - Conceção e edição de um suporte de comunicação visual que compile informação sobre a operação propriamente dita e sistematize toda a informação relevante produzida aquando das diversas fases de elaboração do PIAAC do Alto Minho (com particular enfoque para as opções e medidas de adaptação); - Produção e distribuição de notas de imprensa junto dos órgãos de comunicação social locais e regionais.

Data de conclusão 28.02.2020

Valor de financiamento 143,58 mil €

Considerando, nomeadamente, que: (i) A singularidade das paisagens do Alto Minho, desde a costa até à montanha, associadas ao seu vasto e rico património ambiental constituem valores que é fundamental não apenas preservar, mas também promover a sua valorização económica sustentável. (ii) O conjunto de notáveis recursos e valores ambientais, associados ao clima temperado e a um mercado de proximidade de mais de 3 milhões de pessoas a menos de 60 minutos de distância, tornam o Alto Minho particularmente atrativo para a realização de experiências de Mar, Rio & Natureza, encarando esta oportunidade como uma nova forma de olhar e explorar os territórios numa lógica de valorização económica sustentável dos recursos ambientais dos seus territórios de baixa densidade. (iii) As paisagens classificadas carecem de modelos ajustados à realidade territorial de gestão e compatibilização entre as atividades humanas e a presença de níveis elevados de biodiversidade, destacando-se, no caso particular, o “Turismo Sustentável”, onde as atividades de educação, interpretação e sensibilização ambiental assumem um papel fundamental a longo prazo numa lógica de implementação de estratégias regionais de desenvolvimento sustentável. (iv) A valorização da oferta de atividades de Mar, Rio & Natureza, enquanto setor com forte potencial de inovação, de crescimento económico e de criação de emprego, constitui um objetivo central da estratégia de desenvolvimento do Alto Minho, estando enquadrada no Programa de Ação “Alto Minho como um destino de excelência turística” da Estratégia Alto Minho 2020. (v) A implementação deste projeto vem na linha de continuidade e de reforço da dinâmica existente no território através de iniciativas desenvolvidas no setor da economia do mar, rio e natureza no período de programação 2007-2013 nomeadamente, a título de exemplo: (i) iniciativa Centro de Mar; (ii) iniciativa Grupo de Ação Costeira Litoral Norte; (iii) iniciativa de cooperação territorial no domínio da náutica; (iv) Carta Europeia de Turismo Sustentável; (v) A estratégia de valorização da rede de percursos verdes - ecopistas, ecovias e percursos pedestres – que integram e catalisam novos produtos turísticos no Alto Minho; (vi) Estas iniciativas permitiram estabelecer redes e capital de confiança com a base empresarial local nestes setores que importa agora consolidar, promover e alargar através da implementação de uma rede de percursos azuis em prol da competitividade, sustentabilidade e coesão do território. (vi) A existência de uma rede alargada de atividades e desportos ligados ao mar, aos rios e à natureza, claramente diferenciadora e identificadora do território, como o surf, windsurf, kitesurf, canoagem, remo, vela, mergulho, pesca desportiva, os percursos pedestres, o cicloturismo, o BTT, a observação da vida selvagem, o golfe, as atividades equestres, entre tantas outras; (vii) A aposta neste setor pretende valorizar o Mar, o Rio e a Natureza, enquanto espaço de descoberta, aventura e lazer. Pretende-se, assim, atrair novos fluxos de ecoturismo, através da promoção do Alto Minho, dos seus rios e planos de água, dos espaços naturais, com condições singulares para a prática de atividades de desporto, lazer e turismo. (viii) Tendo por base o enquadramento e estratégia anteriormente enunciados de valorização integrada dos principais recursos naturais de excelência do Alto Minho (mar, rio e serra), importa salientar que as iniciativas desenvolvidas no âmbito do anterior período de programação (QREN 2007/2015) se orientaram sobretudo para as vertentes do mar (nomeadamente, através do projeto “Centro de Mar” e NEA - Nautisme Espace Atlantique) e das infraestruturas verdes (por exemplo, através dos projetos Biolandscape, Prosseguindo, entre outros), pretendendo-se assim agora dar sequência e coerência a esta abordagem integrada, através da valorização do turismo náutico sustentável associado aos recursos e atividades de rio e à sua interação com os recursos e atividades de mar e de natureza. Deste modo, o objetivo central do projeto BlueWays4you orienta-se para o desenvolvimento e promoção sustentável de uma rede de percursos azuis inseridos em espaços de conservação da natureza presentes no Alto Minho, visando dar sequência a uma aposta clara e objetiva dos atores públicos, privados e associativos do Alto Minho, no sentido de desenvolver um conjunto de ações de valorização e promoção das atividades de turismo náutico sustentável, associando ou complementando, de forma sustentável, integrada e coerente, atividades de rio, com atividades de mar & natureza, envolvendo, nomeadamente: Ação 1 – Planeamento, qualificação e monitorização da oferta da rede BlueWays: Criação de uma oferta em rede de percursos azuis no Alto Minho através de atividades de planeamento, qualificação, capacitação e monitorização dos ativos naturais e dos agentes que atuam ao nível do turismo náutico sustentável, associando ou complementando, de forma sustentável e coerente, atividades de rio, com atividades de mar & natureza, visando a melhoria integrada da qualidade da oferta e reforço da experiência turística. Ação 2 – Comunicação e promoção da rede BlueWays: Comunicação e promoção da rede de percursos “BlueWays”, através da elaboração de um plano de comunicação e promoção, assim como da estruturação e organização de programas de “experiência” turísticas de valorização e promoção das atividades de turismo náutico sustentável, associando ou complementando, de forma sustentável, integrada e coerente, atividades de rio, com atividades de mar & natureza, tendo em vista a promoção da atratividade turística e a geração de riqueza e desenvolvimento para a região. Para mais informações cfr. Memória descritiva da presente candidatura.

Data de conclusão 23.03.2021

Valor de financiamento 124,98 mil €

Considerando as caraterísticas e o contexto de partida que o Minho possui, o presente projeto visa intervir nos domínios do sector agroalimentar e da gastronomia, que se revelam fundamentais para a promoção da inovação e da afirmação das apostas de especialização inteligente no território, apresentando como objetivo geral a “valorização económica do MINHO enquanto região gastronómica de excelência”. Neste contexto, o conjunto de ações que se propõe desenvolver visam essencialmente promover a valorização dos recursos do Minho e a articulação com as atividades e setores produtivos com importância para a região, potenciando o seu perfil de especialização e a aposta em sectores com potencial de crescimento, estimulando, simultaneamente, a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global. Assim, as atividades que o projeto se propõe desenvolver, nomeadamente, no âmbito da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho”, visam maximizar o potencial de desenvolvimento de uma base de atividades associada aos recursos endógenos do território – em particular, do sector agroalimentar e gastronomia - e a capitalização das vocações produtivas locais, através da qualificação, valorização e capacitação dos principais sistemas competitivos territoriais do Minho. Importa, também, realçar, para este efeito, o contributo da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência, através das iniciativas previstas associadas à estruturação e desenvolvimento de ações de qualificação e promoção da atratividade regional, reforçando a sua capacidade de adaptação às dinâmicas concorrenciais à escala global e promovendo a capacitação da região para atrair mais turistas e colocar o Minho num patamar à escala global. As dinâmicas suscitadas pelo presente projeto serão, assim, suscetíveis de gerar um impacto positivo muito significativo, destacando-se, nomeadamente, os seguintes resultados esperados: Ao nível da Ação 1 -Qualificação & Valorização da “Gastronomia do Minho” : (i) Implementação de ações de qualificação e inovação para os agentes do setor agroalimentar, agrupamentos de produtores e operadores da restauração, envolvendo cerca de 400 empresas; (ii) Estruturação de processos de capacitação para a valorização económica de produtos associados ao sector agroalimentar e gastronómico; (iii) Dinamização de sessões de promoção dos produtos locais junto de escolas de hotelaria do Minho, envolvendo cerca de 1500 jovens; (iv) Dinamização de oficinas interativas de cozinha para crianças, abrangendo cerca de 2000 crianças; (v) Desenho e criação de experiências (“packs turísticos”), que aliam a gastronomia outros produtos turísticos, através de iniciativas de capacitação e dinamização de concursos de ideias dirigidos aos agentes turísticos, representantes de organismos, associações, estabelecimentos de turismo (alojamentos, restaurantes), envolvendo cerca de 150 entidades Ao nível da Ação 2 - Promoção Territorial do Minho enquanto Destino Gastronómico de Excelência: (i) Dinamizar e promover cerca de 200 eventos gastronómicos no Minho; (ii) Reforço da presença do Minho dos restaurantes referenciados nos Guias Michelin e Repsol - (2020)- + 10%; (iii) Desenvolver 30 iniciativas de orientadas para a valorização e inovação gastronómica (congressos, salões de degustação, fam trips, etc.) (iv) Reforçar os níveis de qualificação de produtos alimentares do Minho sustentados em recursos endógenos; (v) Promover a troca de experiências e intercâmbios, nomeadamente com a Catalunha e País Basco cfr. “Memória Descritiva – Concept Note” da presente Candidatura.

Data de conclusão 28.10.2021

Valor de financiamento 102,75 mil €

A CIM do Alto Minho, assumiu, em 2018, o desafio de promover um processo de atualização e revisitação da sua estratégia de desenvolvimento de base territorial no horizonte 2030, orientado para a construção de uma visão de “futuro desejável”, em estreita parceria com os principais atores territoriais. Este processo envolveu uma ampla participação dos atores regionais, quer na conferência respeitante ao seu lançamento (em outubro de 2018) quer nos 10 debates/ workshops que lhe sucederam, e que decorreram durante o ano de 2019, orientados para uma reflexão e interação mais próxima com os atores territoriais (com a participação de instituições do sistema científico e tecnológico, do setor empresarial, da economia social, de organizações sociais, económicas e ambientais representativas do tecido institucional do Alto Minho, bem como de representantes de serviços nacionais e regionais – em termos globais mais de 450 participantes), com o objetivo fazer um balanço do ciclo 2014-2020, e apresentar propostas de ação no que respeita aos desafios chave para o desenvolvimento do Alto Minho no horizonte 2030. Este debate público permitiu estabilizar um primeiro documento, ainda preliminar, que respeita os seguintes pontos: (i) Atualização do diagnóstico; (ii) Atualização dos principais pontos fortes, pontos fracos, riscos e oportunidades; (iii) Definição da visão e prioridades da estratégia “Alto Minho 2030”. Face ao exposto, sem prejuízo da apresentação da versão preliminar da Estratégia “Alto Minho 2030” (em março de 2020) à Senhora Ministra da Coesão, é fundamental revisitá-la e aprofundá-la, no contexto mais amplo de articulação com a estratégia da Região do Norte e do PORTUGAL 2030, e, sobretudo tendo em consideração os potenciais efeitos da COVID19. Nestes termos o objetivo principal da presente candidatura traduz-se na revisitação e redação, final da Estratégia Sub-regional do Alto Minho privilegiando um roadmap para ação o mais amplamente discutido e participado, d

Data de conclusão 31.10.2022

Valor de financiamento 79,24 mil €

A operação “INFO_RISK | Informar sobre os riscos associados às Alterações Climáticas no Alto Minho”, prevê a implementação de um conjunto de atividades de comunicação, capacitação e sensibilização dirigidas quer a entidades setoriais, quer à população em geral, numa escala supramunicipal subordinadas à temática dos riscos associados às alterações climáticas. Do ponto de vista operacional, a ação inovadora de comunicação e sensibilização compreende a realização das seguintes atividades, a saber: 1 – Atividade “Transferência e capitalização” Constituição de um grupo de trabalho constituído por um diversificado painel de peritos (agentes de proteção civil, autarquias locais, consultores, academia entre outras entidades relevantes para a temática) com o objetivo de (i) delinear a abordagem a adotar em matéria de comunicação, sensibilização e educação para os riscos num contexto de alterações climáticas, (ii) desenvolver um inquérito online visando determinar o status atual da perceção da população em matéria de riscos e (iii) definir orientações para a conceção dos materiais de comunicação e sensibilização a desenvolver nas atividades subsequentes. 2 – Informação e Capacitação Tendo como público-alvo a população em geral e, em particular, os agentes territoriais mais envolvidos com estas temáticas, serão desenvolvidas as seguintes iniciativas: i. Ações de capacitação online; ii. Campanhas locais de disseminação de informação e capacitação de atores; iii. Conceção e produção de materiais de comunicação e sensibilização (documentário, ibook, folhetos e exposição interativos). 3 – Educação e Sensibilização Tendo como público destinatário a população escolar do 1º Ciclo, esta atividade compreende a realização das seguintes iniciativas: i. Ações de capacitação online dirigidas ao corpo docente; ii. Ações piloto de educação e sensibilização dirigidas aos alunos do 1º ciclo; iii. Conceção de ibook interativo. 4 – Comunicação e divulgação Dinamização de ações de comunicação e divulgação da operação, dirigidas à população em geral e aos órgãos de comunicação social visando (i) incrementar o grau de informação na temática das alterações climáticas, (ii)informar acerca da operação e incentivar à participação (p.ex. inquérito online), (iii) partilha da informação produzida. Esta ação contempla as seguintes iniciativas: i. Conferências de imprensa e de seminários ou webinars; ii. Produção e distribuição de notas de imprensa; iii. Disponibilização de informação no site institucional da CIM Alto Minho e respetivas redes sociais.

Data de conclusão 30.06.2022

Valor de financiamento 75,71 mil €

O Encontro Luso-Galaico é um projeto que ultrapassa os limites tradicionais da programação artística e musical, instituindo-se como um momento de intervenção no território e construção de públicos. A programação cultural que se propõe exalta uma visão renovada da herança cultural galaico-portuguesa, através da criação e produção de novos temas e músicas num trabalho com as comunidades, envolvendo um total de 12 municípios - 10 municípios do Alto Minho, Braga e Porto. O Encontro Luso-Galaico organiza-se em três grandes momentos: O 1º, designado Trobadores & Soldadeiras, que consiste na realização de oficinas de escrita de poesia para Fado, ensaio com os coros locais de novos arranjos para canções tradicionais e concertos musicais em itinerância pelo Alto Minho. Neste âmbito, convidamos o Projeto Cardo e o Ideal Clube de Fado, estando aqui o programador do Ideal Clube de Fado, Ricardo Pons, para vos apresentar o seu projeto artístico; A direção artística deste eixo fica ao encargo do Ideal Clube Fado e do Projecto Cardo, os quais visam a preservação, promoção e desenvolvimento dos repertórios de Música Tradicional Portuguesa e da escrita de Fado Tradicional. O 2º momento, é o Festival Sons do Noroeste, que se realizará em Braga, constituindo-se um evento de música com sonoridades Galegas e Portuguesas, onde se apresentam os resultados do segmento Trobadores & Soldadeiras, encerrando com os espetáculos da cantora galega Uxía e do fadista português Camané. O 3º e último momento, é um Concerto na Alfândega do Porto, para apresentação do Cancioneiro de Música Tradicional Portuguesa do Minho e Fado, o qual constitui a memória de tudo o que foi recolhido e criado durante o projeto. Concretamente em termos de atividades da operação, serão realizadas as seguintes: oficinas de escrita de poesia para Fado (1 em formato online e 2 presenciais), seleção e ensaios com os Coros Locais do Alto Minho e Braga, concertos nos Municípios do Alto Minho, produção de Cancioneiro/SongBook de Música Tradicional Portuguesa do Minho e Fado, evento Encontro Luso-Galaico em Braga e concerto na Alfândega do Porto de apresentação do Cancioneiro/SongBook.

Data de conclusão 28.12.2021

Valor de financiamento 69,17 mil €

O Naturminho II será um projeto muito focado no desenvolvimento de ações imateriais tendentes à resolução de problemas identificados no âmbito da primeira iniciativa, muito assente na lógica da estruturação do produto/ subprodutos e na qualificação e promoção de equipamentos de excelência ambiental para consolidar e gerar inovação na atual oferta de Turismo de Natureza e, assim, conseguir posicionar o Minho no contexto do turismo de natureza. Face ao exposto e tendo presente os grandes objetivos e os “desafios a 10 anos” que nos apresenta a Estratégia Turismo 2027, considera-se prioritário e estratégico para o turismo de natureza no Minho, focar a atenção na valorização, estruturação e promoção de produtos turísticos ajustados às caraterísticas e atributos diferenciadores do território, numa abordagem que promova a identidade turística do Minho (no contexto do turismo de natureza). Visando ainda o alinhamento do Naturminho II com a estratégia nacional de estruturação e de promoção do turismo de natureza em Portugal, sob orientação da tutela, o Turismo de Portugal, na visão que definiu através do projeto estruturante “Portuguese Trails”, a presente operação consagra como objetivo operacional a implementação e valorização de um conjunto de grandes rotas, que serão intervencionadas como “rotas-âncora” para a organizar e conectar as ofertas existentes, projetando-as para serem os itinerários/rotas de excelência para visitar, descobrir e experienciar o Minho, na medida em que proporcionarão o contacto com os principais recursos e atrações do território e a sua ligação com os serviços e atividades de apoio.

Data de conclusão 18.10.2023

Valor de financiamento 64,05 mil €

Com a candidatura “Greenways4you“ pretende-se levar a efeito as seguintes ações: Ação 1 – Consolidação da Rede de percursos verdes no território do Alto Minho: Qualificar uma rede de percursos verdes previamente identificada em projetos anteriores através das atividades tendentes à estruturação conjunta de uma ação integrada de qualificação, acompanhamento e gestão da referida rede verde. A implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Operacionalização da proposta de regulamento e respetivo modelo de funcionamento e gestão da Rede e Marca Altominho Greenways. A proposta a detalhar no âmbito do presente projeto assenta nos seguintes pressupostos: i) Sustentabilidade, ii) integração, iii) acessibilidade, iv) segurança, v) comodidade e vi) facilidade. Este regulamento e modelo de funcionamento/gestão pretende uniformizar e reconhecer/certificar todos os percursos pedestres do Top 20 da iniciativa Alto Minho Greenways, a nível de marcação, sinalética, comunicação, segurança e modelo de manutenção, utilizando uma única marca identitária Alto Minho Greenways; Pretende-se assim com a adesão a esta marca que, todas as entidades promotoras dos percursos pedestres assumam o compromisso do modelo de funcionamento e gestão a avaliar na atividades propostas no âmbito da ação 2 do presente projeto); ii) Diagnóstico atual dos 20 percursos top promovidos pela CIM Alto Minho e outros percursos temáticos com potencial de integração da rede (ver http://www.altominho.pt/gca/?id=799) através de atividades de validação das condições de fruição/utilização e reconhecimento de pequenas ações de melhoria necessárias para integração na rede; iii) Realização ações de melhoria da sinalética (interpretativa, direcional e de segurança) de acordo com os critérios definidos para a rede, incluindo a sinalética relativa à publicitação da rede e da própria marca. Estas ações deverão incidir nos anteriormente referidos 20 percursos pedestres “top” aprovados nas redes municipais de percursos (devidamente aprovados e licenciados); iv) Aplicação da identidade corporativa aos percursos e respetivos aderentes pertencentes à rede (marca "Alto Minho Greenways"), dado que existe um conjunto de placares informativos (painéis e mesas de leitura de paisagem), de placas de sinalética e placas de informação com diferentes aspetos, formatos e materiais. Trata-se assim de melhorar a comunicação com os utilizadores e contribuir para uma estratégia integrada de promoção da rede através de uma única imagem de reconhecimento em termos de qualidade e segurança da rede de percursos pedestres e respetivos aderentes públicos e privados, como também, os possíveis guias de percursos. Ação 2 – Operacionalização do Projeto piloto integrado de operacionalização e avaliação continua do modelo de gestão e acompanhamento da rede: dinamizar um conjunto de atividades-piloto que visam experimentar, avaliar resultados e definir um conjunto de boas práticas tendentes à perenidade desta iniciativa no período pós financiamento. A implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Desenvolvimento de um sistema/plataforma de backoffice (orientada à rede de aderentes) de avaliação contínua do estado de conservação e manutenção da rede desenvolvida e respetivo Portal público temático de acompanhamento e gestão/promoção da Rede de Percursos Verdes; ii) Avaliação contínua da efetiva capacidade de carga dos percursos que integram a rede e respetivos fluxos de visitantes tendo em vista os objetivos de dispersão dos utilizadores. Esta análise deverá ser baseada em informação diretamente recolhida junto dos aderentes da rede e complementada através da realização de avaliações no terreno (no inicio e no final da operação) com recurso a sensor de movimento (ou tecnologia equivalente) instalados no inicio de cada percurso de forma a se contabilizar o número de utilizadores nos principais “picos” de fluxo de visitantes; iii) Capacitar e informar os guias e empresas de animação através da informação e divulgação da rede e respetivas regras de organização e disseminação de percursos temáticos passando pela discussão técnica das seguintes temáticas: a) avaliação e prevenção de riscos na prática de pedestrianismo; b) condução em segurança e progressão em percursos pedestres; c) planeamento de percursos pedestres e requisitos técnicos e legais; d) novas tecnologias ao serviço dos percursos pedestres e da promoção turística. Pretende-se que estas atividades piloto se realizem com apoio das entidades promotoras de percursos (maioritariamente os municípios do Alto Minho e associações de desenvolvimento) e das empresas e guias de animação turística a operar sobre a rede alvo deste projeto. Ação 3 – Comunicação e promoção da rede de percursos verdes do Alto Minho: comunicação e promoção da rede de percursos verdes do Alto Minho definindo e reforçando a importância da Marca de promoção/qualidade “Alto Minho Greenways”. A implementação desta ação passa, nomeadamente, pela realização das seguintes atividades: i) Utilização da Marca “Alto Minho Greenways”, passando designadamente pela utilização do manual de identidade para a sua aplicação, numa primeira fase no decorrer da ação 2 deste projeto, nos (i) percursos verdes, (ii) empresas de animação e guias e iii) alojamento; ii) Definição de programa de animação conjunto (mercado proximidade a menos de uma hora do Alto Minho, incluindo o Sul da Galiza) para difundir a existência da marca “Alto Minho Greenways”, estimulando que a rede associada a esta marca seja reconhecida como importante pela população local pela capacidade de atrair visitantes e turistas (ex.: Passeios interpretativos, visitas guiadas, etc.); iii) Definição e operacionalização de um Plano de Marketing e Comercialização da rede (externo) através da estruturação de (i) sessões de apresentação da rede (ii) criação de uma linha de merchandising da rede, com cariz utilitário, em articulação com postos de informação turística e com os parceiros privados (aderentes da rede) que visem constituir-se como pontos de distribuição, no âmbito do projeto piloto, (iii) definição de um modelo comercialização de merchandising no período pós projeto; (iv) atividades especificamente dirigidas a jornalistas, convites para visitas, reportagens, entrevistas. iv) Estudo de Valorização de subprodutos complementares do Turismo Natureza associados à Rede de percursos verdes (turismo equestre, BTT, observação da natureza e biodiversidade); incluindo a dinamização e acompanhamento da certificação de turismo sustentável (CETS Alto Minho) através da dinamização e apoio técnico do Fórum Permanente Turismo Sustentável do Alto Minho; v) Organização e promoção de um Photo Challenges da rede Alto Minho Greenways com o objetivo de promoção turística do Alto Minho, através do reforço do capital simbólico associado à paisagem e recursos naturais (Rede NATURA 2000).

Data de conclusão 30.07.2021

Valor de financiamento 58,45 mil €

A CIM do Alto Minho, assumiu, em 2018, o desafio de promover um processo de atualização e revisitação da sua estratégia de desenvolvimento de base territorial no horizonte 2030, orientado para a construção de uma visão de “futuro desejável”, em estreita parceria com os principais atores territoriais. Este processo envolveu uma ampla participação dos atores regionais, com o objetivo fazer um balanço do ciclo 2014-2020, e apresentar propostas de ação no que respeita aos desafios chave para o desenvolvimento do Alto Minho no horizonte 2030. Este debate público permitiu a revisitação e redação, final da Estratégia Sub-regional do Alto Minho privilegiando um roadmap para ação o mais amplamente discutido e participado, visando a definição da estratégia de desenvolvimento territorial, do plano de ação e a adaptação dos instrumentos financeiros para o período 2021 / 2027, garantindo, para o efeito, o envolvimento dos municípios e dos agentes relevantes. É com base nestes pressupostos que é lançado este exercício de materialização do planeamento estratégico territorial e sectorial, de natureza operacional, fundamentalmente orientado para as reais, atuais e expectáveis, no futuro próximo, competências e quadros de atuação dos Municípios. Nestes termos o objetivo principal da presente candidatura traduz-se na elaboração do Plano de Ação sustentado nas Estratégias Integradas de Desenvolvimento Territorial, e que estará na base dos Contratos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, que contribuem para o reforço das redes sub-regionais e intermunicipais e articulação urbano-rural. A metodologia para a elaboração do Plano de Ação do Alto Minho integrará 2 Ações: Ação 1 - Definição do Plano de Ação Alto Minho 2030 para a contratualização dos Investimentos Territoriais Integrados Ação 2 – Dinamização de iniciativas de concertação, informação e participação pública e interinstitucional Descrição da Ação 1 - Definição do Plano de Ação Alto Minho 2030 para a contratualiz

Data de conclusão 31.10.2023

Valor de financiamento 42,8 mil €

O projeto âncora PA4. Touring Cultural - Artes e Produtos Tradicionais tem como objetivo a qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho; capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; criar um roteiro de turismo criativo e experimental no Minho. Apresenta natureza, fundamentalmente, imaterial, embora se assumam necessidades de intervenção na qualificação de estruturas e equipamentos de apoio às artes e produtos tradicionais que se pretendem desenvolver no contexto do MINHO INOVAÇÃO. O projeto coloca o acento tónico e concentrará o esforço de investimento nos fatores suscetíveis de melhorar, qualificar, valorizar e promover os produtos artesanais certificados; no cruzamento multidisciplinar de capacitação em inovação nas artes e produtos tradicionais do Minho; promoção da renovação e transmissão dos saberes tradicionais, através de escolas-oficinas, escolas de artes e ofícios, escolas profissionais e centros de formação especializados; desenvolvimento de ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; desenvolvimento de uma rede de comercialização e internacionalização; e desenvolvimento de ações de promoção e divulgação dos ofícios e atividades artesanais Atentos os cinco objetivos estratégicos da EEC Provere Minho Inovação, a presente candidatura assume como seus e contribui para a realização dos seguintes objetivos estratégicos: 1. Promover –?A componente da promoção e da comunicação está presente em todos os projetos âncora, trata-se de uma vertente fundamental para aumentar a atratividade ofícios e atividades artesanais; 2. Qualificar – através das ações dirigidas à dos produtos artesanais certificados; 3. Organizar – contribui também para a organização das atividades artesanais através da sua conformação às necessidades e às exigências das novas procuras e dos novos consumidores; 4. Internacionalizar – ao projetar artes e produtos tradicionais além-fronteira, melhorando a sua inteligibilidade e acessibilidade; 5. Inovar – ao apostar ações de inovação que combinem design, novas tecnologias e artes e ofícios tradicionais; Neste contexto, a operacionalização deste projeto prevê as seguintes ações (para mais informações crf. “Memória Descritiva” da presente candidatura): - Ação 1. Marketing e Comunicação – compreende a seguinte atividade qualificação, valorização e promoção dos produtos artesanais certificados; - Ação 2. Certificação e Inovação - compreende as seguintes atividades: (i) incrementar a certificação dos produtos artesanais do Minho e (ii) capacitar em inovação nas artes e produtos tradicionais; - Ação 3. Turismo Criativo e Experimental – compreende a seguinte atividade: conceção, comunicação e publicitação do roteiro do turismo criativo e experimental do Minho - Ação 4. Gestão e Coordenação

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 37,47 mil €

A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho foi constituída a 15 de outubro de 2008 como pessoa coletiva de direito público, ao abrigo da Lei n.º 45/2008 de 27 de agosto, que estabelece o regime jurídico do associativismo municipal, englobando os municípios que correspondem à Unidade Territorial Estatística de Nível III (NUT III) do Minho-Lima: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte do Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. As suas principais atribuições incidem na promoção do planeamento e da gestão da estratégia do desenvolvimento económico, social e ambiental do território abrangido; articulação dos investimentos municipais de interesse intermunicipal; participação na gestão de programas de apoio ao desenvolvimento regional; planeamento das atuações de entidades públicas, de carácter supramunicipal. A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho apresenta um duplo papel no âmbito dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento – Portugal 2020, assumindo-se como entidade beneficiária e como Organismo Intermédio. Como entidade beneficiária apresentou um conjunto de oportunidades de investimento que compreendem domínios de intervenção distintos, e em articulação com as suas atribuições, como a Assistência Técnica, a Estratégia Territorial, as Alterações Climáticas, a Promoção do empreendedorismo qualificado e criativo, a Internacionalização, o Ambiente e o Turismo Sustentável, a Mobilidade, entre outras. Como Organismo Intermédio, a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho procedeu (e procede) à avaliação e acompanhamento de processos de candidaturas realizadas por diferentes promotores na área geográfica da NUT III Alto Minho, a prioridades de investimento distintas e integradas no Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alto Minho, na estratégia de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) Costeira e na iniciativa - PROVERE Minho IN. Esta ação constante de desenvolvimento, acompanhamen

Data de conclusão 30.11.2022

Valor de financiamento 19,71 mil €

Foram estabelecidas 5 grandes ações prioritárias que cobrem todos os objetivos do projeto: Ação 1 - Identificação e caraterização ecológica - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: Identificação entomológica e molecular. Estudos de morfometria de insetos adultos, machos, obreiras, fêmeas fundadoras e rainhas. Estudos de morfologia de ovos, larvas, pupas e sua disposição nos ninhos. Estudos de bioecologia da Vespa velutina em Portugal. Estudos de biologia com base na evolução das capturas das armadilhas entomológicas instaladas na rede de captura permanente e em redes de captura de reforço em locais de maior risco e em apiários sentinela. Estudos de morfologia e biologia e de dinâmica populacional. Avaliação de fatores de limitação biológica, parasitismo e predação ao longo do ciclo. Avaliação sanitária das populações de Vespa velutina, na fase adulta e larvar. A identificação molecular da Vespa velutina e a estimativa da estrutura genética das suas populações em Portugal será analisada através da utilização de microsatélites. Este marcador molecular tem demonstrado ser uma ferramenta crucial à compreensão da biologia e dinâmica do processo invasivo de muitos organismos invasores, particularmente de outras espécies de himenópteros sociais. Devido à sua natureza altamente polimórfica, os microsatélites proporcionarão informação fundamental relativamente à variabilidade e estruturação genética das populações de Portugal e sua comparação com as populações de França, Espanha e Asia. Os microsatélites permitirão saber a origem das colónias introduzidas em Portugal, compreender a dinâmica e história do processo invasivo e à prever a área potencial de expansão geográfica. Ação 2 - Monitorização/vigilância - ação diretamente relacionada com o objetivo “análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ocupação”: A rede permanente foi dimensionada para toda a região do projeto (NUT II Norte e concelhos adjacentes da NUT II Centro). A amostragem sistemática tem por base uma grelha de 454 pontos distanciados a 50 Km2. Esta representação é o ponto de partida para a monitorização que será adaptada no terreno em função da possibilidade de instalação dos apiários. Consta de uma Rede de Captura Permanente, de uma Rede de Amostragem de Reforço, em zonas problemáticas, e de uma Rede de Apiários Sentinela, em zonas de maior risco de invasão da vespa, com recurso a armadilhas entomológicas. A rede de capturas será georreferenciada e permitirá a realização de cartografia da invasão e da rede de vigilância ativa instalada. Em conjunto com o trabalho de modelos de dispersão espacial são expectáveis os seguintes resultados: - Caracterizar a vespa velutina e verificar se estamos perante as duas subespécies ou se apenas perante uma delas; - Caracterizar a biologia e a ecologia da espécie no Norte de Portugal; - Modelar a potencial distribuição espacial e identificar áreas prioritárias onde efetuar ações de localização precoce de ninhos primários ou de ninhos em fase inicial de constituição; - Modelar o efeito de ações de prevenção e de destruição de ninhos. Ação 3 - Controlo sustentado - ação diretamente relacionada com o objetivo “desenvolvimento e teste de boas práticas de controlo e de erradicação da espécie”: No contexto desta ação serão concebidas e testadas armadilhas seletivas, capazes de capturar os exemplares de vespa-asiática procurando reduzir a mortalidade colateral de insetos polinizadores, de forma a evitar os efeitos nefastos produzidos por armadilhas desadequadas. No mesmo âmbito, serão desenvolvidos iscos adequados para a atração de rainhas fundadoras e obreiras de vespa-asiática, que serão testados em diferentes condições de habitat e ao longo do ciclo anual da vespa, dada a probabilidade de existirem comportamentos e preferências distintas e, ao nível das colónias, necessidades nutricionais diferentes em distintas épocas do ano. A destruição dos ninhos da Vespa velutina e o controlo da atividade das mesmas nos apiários, constituem os melhores métodos para limitar o impacto desta espécie predadora, sobre as abelhas e outros insetos, bem como para evitar riscos para a segurança pública. Nesse sentido, serão avaliados novos protocolos para a destruição dos ninhos e avaliados os equipamentos e materiais. Numa abordagem preventiva e de monitorização será avaliada a eficácia e especificidade de diferentes tipos de armadilhas comerciais e artesanais e de diferentes tipos de iscos atrativos. Ação 4 - Impacto na apicultura e biodiversidade - ação diretamente relacionada com o objetivo “avaliação do impacto da vespa-asiática sobre os ecossistemas e sobre os serviços de polinização que suportam”: No que respeita aos impactos da vespa-asiática sobre a biodiversidade e sobre o serviço ecológico de polinização, serão realizados estudos de quantificação dos impactos, em áreas distintas e ao longo de todo ciclo anual das colónias, que assentarão na caraterização da fauna de polinizadores das diferentes áreas e na determinação da pressão de predação exercida sobre as populações de polinizadores pela vespa-asiática. Serão realizados estudos em apiários com sistemas de vídeo e de monitorização da atividade das colónias, no sentido de esclarecer sobre as alterações no comportamento de recoleção das colónias de abelhas, assim como a identificação de comportamentos defensivos da Apis melífera iberiensis e o comportamento de predação da vespa-asiática. O impacto na sanidade apícola será também estudado através da avaliação da capacidade de transmissão de doenças às abelhas sujeitas a predação através da realização de análises anatomopatológicas. Ação 5 - Informação/disseminação/divulgação - ação relacionada com o objetivo “divulgação da problemática associada à introdução da espécie em Portugal e promoção da sensibilização pública para os riscos associados”: Esta ação que envolve a participação de todas as entidades participantes tem como principal propósito informar o público da problemática da vespa-asiática e estabelecer ligações de transferência de conhecimento com outras Instituições do Sistema de Investigação Nacional e Internacional, nomeadamente com outros países afetados. Nesse sentido, são propostas ações de sensibilização (grande público) e de formação (operadores e técnicos) com o intuito de melhorar a eficácia na deteção passiva e eliminação dos ninhos com o menor impacto no meio. Ainda nesta ação, pretende-se criar um canal de comunicação com as entidades envolvidas no Plano de Ação, nomeadamente, com a plataforma SOS Vespa e outras entidades do Sistema de Inovação e Investigação. A criação de um website para o projeto tem como propósito facilitar essa comunicação e partilha de conhecimento, com o apoio do vídeo, que poderá ser utilizado e partilhado a órgãos de comunicação social, ou noutras plataformas Europeias como por exemplo o PEI AGRI e o LIFE.

Data de conclusão 12.04.2019

Valor de financiamento 19,44 mil €

Como referido na candidatura da EEC MINHO Inovação, no panorama nacional, existem, atualmente, três marcas turísticas, que implicam alojamentos turísticos, associadas ao nome Portugal: Solares de Portugal, Pousadas de Portugal, Aldeias de Portugal. Este projeto incide sobre a qualificação e a animação social, cultural e económica das Aldeias de Portugal, presentes no Minho, enquanto oferta turística específica. A incidência na sub-região do Minho, que corresponde ao território da EEC e também a um dos quatro subdestinos que agora compõem a nova estratégia de marketing do Turismo do Porto e Norte de Portugal, justifica-se pelo caráter próprio e singular que estes aglomerados urbanos tradicionais apresentam na região. A EEC Provere Minho Inovação prevê um conjunto de intervenções, materiais e, especialmente, imateriais, promovidas, fundamentalmente, pelas autarquias locais. Estas intervenções articulam-se de forma coerente e concorrem para a valorização das Aldeias do Minho, numa perspetiva de desenvolvimento do correspondente produto turístico. O PA3. Aldeias de Portugal Minho incide aqui, especialmente, na área da promoção, animação e gestão, complementando os investimentos infraestruturais e em equipamentos, promovidos pelos Municípios no âmbito do Ações de Qualificação dos Produtos Estratégicos do Minho PA7. Touring Cultural (Património Cultural / Aldeias de Portugal – Minho) bem como os investimentos públicos e privados apoiados pelos Grupos de Ação Local, ao longo de vários ciclos de programação dos fundos estruturais.

Data de conclusão 19.10.2023

Valor de financiamento 0 €

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