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Ficha de beneficiário

Nome

CÂMARA MUNICIPAL DE VAGOS

Valor de financiamento

9,19 milhões €

Total de projetos

21

Número de identificação fiscal

5 0 6 9 1 2 8 3 3

Projetos realizados

A presente candidatura prevê a construção da via pedonal e da ciclovia, consubstanciando-se na seguinte intervenção, detalhada no capítulo 3 da memória descritiva da operação, designadamente: \\ AÇÃO 1: Rede Estruturante de Mobilidade Suave em Vagos/Sul: Sto. André de Vagos – Polo Industrial PV – CEFA – Fonte de Angeão, que prevê a estruturação dos acessos viários, pedonais e cicláveis, ao longo de cerca de 9 Km ligando três freguesias do concelho de Vagos: freguesia de Sto. André de Vagos, freguesia de Ponte de Vagos e Santa Catarina e freguesia de Fonte de Angeão e Covão do Lobo, que permitirá obter maior segurança e comodidade aos velocípedes e caminhantes no eixo de ligação entre estas povoações, ao Centro Escolar Fonte de Angeão e ao Polo Industrial de Ponte de Vagos (incrementar ligações casa-escola e casa-trabalho); Deste modo, pretende-se criar uma pista ciclável/pedonal ao longo da EM 598, infraestrutura viária de grande importância para o Município, tanto como acesso principal às povoações, como polo de expansão urbana, dado que grande parte das povoações se desenvolveu de forma linear ao longo desta via. Com a construção do Polo Industrial de Ponte de Vagos, observou-se uma utilização acrescida desta via, assim como o desenvolvimento e valorização de diversos aglomerados multifamiliares (aglomerado residencial de Ponte de Vagos, de Sto. André de Vagos e de Fonte de Angeão), fator que aumenta a necessidade desta intervenção, de modo a promover uma mobilidade urbana sustentável e em segurança nas ligações casa-trabalho e casa-escola. A presente operação contempla trabalhos preparatórios, movimento de terras e infraestruturas viárias, diretamente associadas à execução de passeios e ciclovia. Importa salientar que no atinente aos trabalhos de terraplanagem (escavações e aterros) e vazadouro (carga, transporte e descarga dos materiais sobrantes da escavação), devem ser considerados os valores correspondentes à construção dos passeios e da ciclovia, os quais são referidos nos Artigos 2.1.2.4 e 2.1.2.6 como “trabalhos de fornecimento e aplicação de ABGE para a zona dos passeios e ciclovia”, ao qual corresponde um volume total de 6.772,10m3, conforme explanado na Tabela 2 da memória descritiva. Por outro lado, devem ser considerados elegíveis os trabalhos inerentes à rede de drenagem de águas pluviais na ciclovia e passeios, uma vez que o sistema de drenagem possui um papel importante na regulação e manutenção do bom funcionamento da ciclovia, assim como na redução do risco de hidroplanagem, contribuindo para a segurança dos utilizadores de modos suaves neste percurso. Foram ainda incluídos trabalhos realizados com a sinalização horizontal e vertical dos passeios, ciclovias, passadeiras para peões (incluindo a adoção de tecnologia led) e travessias de velocípedes, promovendo a integração e estruturação eficiente e sustentável dos diversos meios de mobilidade e o aumento da segurança na mobilidade em modos suaves, privilegiando a acessibilidade para todos, em especial a pessoas com mobilidade reduzida. \\ AÇÃO 1.1: Projeto de Execução Esta ação compreende os serviços necessários à elaboração do projeto de execução da operação “Rede Estruturante de Mobilidade Suave em Vagos/Sul: Sto. André de Vagos – Polo Industrial PV – CEFA – Fonte de Angeão”. \\ AÇÃO 1.2: Fiscalização da Empreitada Esta ação compreende a fiscalização da empreitada da Ação 1. Rede Estruturante de Mobilidade Suave em Vagos/Sul: Sto. André de Vagos – Polo Industrial PV – CEFA – Fonte de Angeão. \\ AÇÃO 1.3: Revisão de Preços da Empreitada Esta ação compreende a revisão de preços realizada no âmbito da empreitada da Ação 1. Rede Estruturante de Mobilidade Suave em Vagos/Sul: Sto. André de Vagos – Polo Industrial PV – CEFA – Fonte de Angeão. NECESSIDADES DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO: - Criação de troço contíguo à EM 598, reforçando a ligação entre o Centro e o Sul do Município (Sto. André de Vagos, Ponte de Vagos e Fonte de Angeão), assim como aos princi

Data de conclusão 26.09.2023

Valor de financiamento 2,01 milhões €

A intervenção incide num prédio urbano localizado em pleno centro urbano da vila de Vagos, confrontando a norte com a Igreja Matriz, e a sul, nascente e poente com terrenos municipais. A ampliação prevista, que permitirá acolher parte do auditório, traduz-se num “volume que se prolonga perpendicularmente à fachada tardoz”, voltado a nascente, sendo efetuada sobre terrenos municipais. Prevê-se a reabilitação total do edifício existente, com particular incidência na cobertura e no primeiro piso, que apresentam um estado de degradação mais avançado. Pretende-se que as diversas componentes criativas a instalar permitam a interação entre os seus utilizadores, possibilitadas pelas ligações internas entre os vários espaços. Não obstante, estão também previstos acessos diferenciados às diversas valências, de modo a garantir a autonomia de funcionamento. No piso 0, pretende-se instalar as funções de maior afluência ocasional de público (espaços de networking e coworking e salas de exposições/foyer de acesso ao auditório, situado no piso -1), potenciando a interação entre os criativos e o público em geral. As indústrias criativas que aqui se pretendem sediar, localizadas no setor norte do piso 0 e diretamente relacionadas com as salas de exposições que ocupam cerca de 1/3 desse mesmo piso, terão apoios de trabalho suportados nas novas tecnologias digitais, permitindo trabalhar em rede. O auditório, que funcionará como espaço multifuncional, possui ainda uma entrada independente pelo piso -1, acessível a partir da praceta existente à cota intermédia, situação que permitirá que as atividades a aqui realizar sejam distendidas até ao ar livre. Com uma capacidade total de 340 lugares, este auditório possuirá um caráter polivalente, permitindo acolher um vasto conjunto de eventos. O topo nascente do auditório possuirá um vão envidraçado de grandes dimensões que permitirá ler “a paisagem lacustre” quando se entra na sala e sempre que a cortina/cenário do palco esteja recolhida, enfatizando a relação do edificado com a frente ribeirinha do rio Boco. O Museu do Brincar passará a ocupar o piso 1 e 2 (resultante do aproveitamento do vão da cobertura), possuindo um acesso autónomo pelo piso 0. No piso 1 o Museu será estruturado em 3 salas distintas, tendo em atenção a estrutura edificada existente, e no piso 1 numa sala única. A criação das Reservas do Museu, localizadas no piso -2 e ocupando anexo atualmente existente, revelam-se indispensáveis para a salvaguarda do espólio acumulado, permitindo a rotatividade dos brinquedos expostos. Este espaço apoiará o desenvolvimento de outras estratégias que possibilitem alargar o conhecimento sobre aspetos específicos das diversas tipologias construtivas dos brinquedos, tais como workshops, oficinas de construção de brinquedos, cursos de restauro de brinquedos e cursos de história do brinquedo, entre outros.

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 1,7 milhões €

A presente candidatura prevê a construção da ciclovia, consubstanciando-se nas seguintes intervenções, detalhadas no capítulo 3 da memória descritiva da operação, designadamente: \\ Ação 1: Pista Ciclável ZI Vagos – Centro Escolar da Gafanha – Vagueira, que prevê a criação de faixa ciclável, que permitirá obter maior segurança e comodidade aos velocípedes no eixo de ligação entre o aglomerado urbano da Vagueira e as escolas da Gafanha da Boa Hora e EPADRV (incrementar ligações casa-escola) e à ZI de Vagos (incrementar ligações casa-trabalho); Esta ação consiste na construção de uma faixa ciclável anexa à via rodoviária existente, geralmente sobre a berma e terrenos adjacentes com cotas muito semelhantes às das vias com largura de 2,50 m, podendo variar a sua largura em alguns pontos e eventual ocupação de passeios de peões, quando necessário. A ciclovia encontra-se subdividida em diversos troços, de acordo com a especificidade das suas características, totalizando 6,101km (Troços A1 – 653m, A2 – 520m, B1 – 100m, B2 – 692m, B3 – 884m, B4 – 222m, B5 – 270m, B6 – 180m, C – 2580m), conforme projeto de execução em anexo. NECESSIDADES DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO: - Criação de troço contíguo ao do projeto Benefício da Estrada Florestal n.º 1 (operação já executada pelo município), reforçando a ligação entre a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos, e Centro Escolar da Gafanha da Boa-Hora (ligação casa-escola); - Permitir a ligação ciclável entre o aglomerado urbano da Vagueira, as escolas e a ZI de Vagos (ligação casa-trabalho e casa-escola). \\ Ação 1.1 | Fiscalização da Empreitada – Pista ciclável ZI Vagos – Centro Escolar da Gafanha-Vagueira Esta ação compreende a fiscalização da empreitada da Ação 1. Pista ciclável ZI Vagos – Centro Escolar da Gafanha-Vagueira. \\ Ação 1.2 | Revisão de Preços da Empreitada – Pista ciclável ZI Vagos – Centro Escolar da Gafanha-Vagueira Esta ação compreende a revisão de preços realizada no âmbito da empreitada da Ação 1. Pista ciclável ZI Vagos – Centro Escolar da Gafanha-Vagueira. \\ Ação 2: Requalificação da ZI de Vagos (introdução de pista ciclável/pedonal), que permitirá melhorar os acessos pedonais e cicláveis no perímetro da ZI de Vagos (ligação casa-trabalho). A presente ação corresponde a uma parte do projeto de execução atinente à Requalificação dos acessos da Zona Industrial de Vagos, contemplando a criação de vias pedonais e cicláveis, com uma extensão total de 5 Km (1,5 Km de Pista Ciclável e 3,5 Km de Passeio/Pista). NECESSIDADES DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO: - Não disponibilização de vias dedicadas à circulação pedonal/ ciclável na ZI de Vagos; - Criação de zonas pedonais e cicláveis na ZI de Vagos; - Criação de troço contíguo à intervenções previstas nas ações 1 (Pista ciclável ZI Vagos – CEGBH - Vagueira) e 3 (Pista ciclável ZI Vagos - Vagos) [ações objeto da presente candidatura] - Concretização das condições para a fruição sustentável até ao local de trabalho, dentro da ZI. - Servir a população empregada na ZI de Vagos, através de vias que permitam a mobilidade suave. \\ Ação 2.1 | Fiscalização da Empreitada – Requalificação da ZI de Vagos A ação 2.1 compreende a fiscalização da empreitada da Ação 2. Requalificação da ZI de Vagos. \\ Ação 2.2 | Revisão de Preços da Empreitada – Requalificação da ZI de Vagos Esta ação compreende a revisão de preços realizada no âmbito da empreitada da Ação 2. Requalificação da ZI de Vagos. \\ Ação 3: Pista ciclável Vagos – ZI Vagos, que visa diminuir a velocidade do tráfego automóvel, através da criação de vias cicláveis e pedonais de acesso à ZI de Vagos, a partir do centro da Vila de Vagos, privilegiando-se o acesso ao local de trabalho (ZI de Vagos) e/ou às entidades empregadoras do centro da vila; A última ação prevista respeita à execução de ciclovia partilhada a construir na Rua José de Almeida Azevedo (M593), com 2 km de extensão, que irá complementar o projeto de requalificação da Rua

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 1,55 milhões €

Considerando os principais pilares de desenvolvimento, capazes de promover a atração de gentes e de investimento são definidos em sede de Plano Diretor Municipal, Cinco Grandes Objetivos Fundamentais de Desenvolvimento, que se integram na definição de Três Linhas Estratégicas de Desenvolvimento. Em destaque assinala-se um dos Objetivos e uma Linha Estratégica de Desenvolvimento, nas quais se enquadra a estratégia e a aposta da execução do Parque Empresarial de Soza. || OBJETIVO FUNDAMENTAL Estimular o desenvolvimento de uma base industrial local tirando partido das melhorias de acessibilidade, facilitando a instalação de empresas de iniciativa local ou exterior. || LINHA ESTRATÉGICA DE DESENVOLVIMENTO LED 1. Diversificar e qualificar a base económica local. Estas orientações estratégicas devem integrar e orientar a aposta em determinados projetos estratégicos e mobilizadores para o desenvolvimento local. A aposta no desenvolvimento e execução do Parque Empresarial de Soza - Parcela B enquadra-se na estratégia de desenvolvimento municipal e constitui um projeto âncora e mobilizador de todo um processo de desenvolvimento. Em termos executivos e operacionais, a globalidade do Parque Empresarial será gerida por uma estrutura de gestão global e predominantemente dedicada a esta função, que defenderá a construção de um parque empresarial que responda aos seguintes desafios: - Um Parque Empresarial que apresente um desenho urbano estruturado e atrativo, capaz de garantir uma estrutura global, lógica e coerente, facilmente apreensível, e que revele o equilíbrio de um desenho urbano com forte incidência e preocupação, de integração paisagística; - Um Parque Empresarial que apresente diversidade de funções, produtivas que justificam a lógica e o sentido do parque, mas também, as de apoio como os serviços, os equipamentos, o recreio e o lazer. Integrará também, a valência de um polo tecnológico, considerando a esse nível, as preocupações com a qualidade dos espaços públicos, dos serviços e dos equipamentos de apoio; a relação com polos de conhecimentos, como as Universidades de Coimbra, Porto e Aveiro e, a qualidade da Imagem e da estrutura dos espaços; - Um Parque cuja ocupação seja programada em defesa da Imagem do Parque, de acordo com a aplicação de critérios de seletividade do tipo de empresas a instalar e, do controlo quanto a materiais a usar; cérceas e volumes do edificado; índices de impermeabilização; - O Parque deve assumir-se como um exemplo de integração de práticas exemplares no que se refere às questões de sustentabilidade ambiental e de ecoeficiência, a todos os níveis; -O parque deve oferecer um ambiente atrativo e qualificado do ponto de vista urbano e ambiental, e deve oferecer todas as infraestruturas disponíveis, sejam ambientais sejam as tecnológicas. No que concerne ao desenho urbano do parque empresarial, o acesso aos futuros lotes terá, forçosamente de fazer-se pela EM-585 que assumirá o papel de via estruturante para o Parque Empresarial e o reforço da presença da A17 e do respetivo “nó de Vagos”, como eixo que garante visibilidade e capacidade de atração pela sua funcionalidade. Apresentar uma Imagem e uma Estrutura qualificadas é uma preocupação essencial do Parque Empresarial. Nesse sentido, o desenho da solução urbanística procura garantir a estrutura de verdes públicos que favoreça a integração da área na Estrutura Ecológica Municipal. O presente projeto contempla também a criação de uma zona verde de lazer integrando o campo de jogos existente e programando um conjunto de percursos ciclo pedonais e zonas de estar (tipo parque de merendas). Pretende-se assim manter e qualificar um espaço já hoje bastante utilizado (campo de jogos) e criar um polo de lazer que sirva tanto o parque empresarial como o aglomerado do Fontão. Para além do estacionamento público, que integra o perfil do arruamento proposto, cada uma das parcelas previstas, deve garantir os estacionamentos privados necessár

Data de conclusão 28.12.2023

Valor de financiamento 1,26 milhões €

O presente projeto de Reabilitação do Bairro Social Dr. Pedro Guimarães no concelho de Vagos refere-se à reabilitação energética dos edifícios de habitação social, correspondentes a 5 blocos de habitação, todos com 2 pisos (2 apartamento/piso) e 6 frações, num total de 30 frações, as quais pertencem ao Município. O edifício é constituído em regime de propriedade horizontal, sendo que o Edifício 1 (Bloco A e B) tem 12 frações de tipologia T2 e Edifício 2 (Bloco C, D e E) tem 12 frações de tipologia T2 (Bloco C e E) e 6 frações de tipologia T3 (Bloco D). As frações em causa apresentam uma eficiência energética reduzida, de acordo com a análise realizada no âmbito da Certificação Energética, designadamente ao nível dos consumos estimados muito superiores aos das atuais referências de desempenho energético, para além de problemas a nível de conforto térmico. O edificado apresenta sinais de degradação (infiltrações e fissuras do revestimento), visíveis tanto exteriormente como interiormente, que afetam as condições de conforto e salubridade no interior das habitações. A reabilitação energética dos edifícios de habitação social do Bairro Social Dr. Pedro Guimarães, contempla a implementação de medidas de eficiência energética que permitem a redução do consumo energético e consequente da redução de emissões de CO2. A proposta de intervenção, ao nível das medidas de eficiência energética previstas em sede de auditoria energética/certificados energéticos, em consonância com o “Mapa de medições, trabalhos e orçamento” adjudicado caracteriza-se pela implementação das seguintes medidas de eficiência energética: caixilharia, instalação de sistemas de ventilação/extração/exaustão, substituição de lâmpadas dicroicas por lâmpadas LED e isolamento térmico da fachada e cobertura. A reprogramação física, temporal e financeira deve-se à necessidade de ajustamento da elegibilidade da despesa da operação aos valores adjudicados. De referir que, dando cumprimento à condicionante vertida no termo de aceitação "o promotor terá 60 dias, após a data de assinatura do Termo de Aceitação, para demonstrar o início de abertura do procedimento de empreitada, através da decisão do órgão competente, acompanhada da respetiva informação técnica, conforme estipulado no ponto 5 do Aviso de Concurso", o beneficiário procedeu à abertura do procedimento de contratação pública para execução da empreitada a 08.04.2019. Contudo, não foram apresentadas quaisquer propostas para a execução da empreitada, pelo que o procedimento ficou "deserto" e, portanto, foi extinto. Com efeito, a 11.06.2019, foi deliberado nova abertura do procedimento com aumento do valor do preço base. Contudo, também este procedimento voltou a não contar com a apresentação de qualquer proposta, pelo que o mesmo foi extinto. Após nova abertura do procedimento de contratação pública, em 19.08.2019, com revisão do valor base, a execução da empreitada foi adjudicada. Esta situação levou a atrasos na calendarização da operação, pelo que se torna necessário proceder ao ajustamento físico e financeiro do investimento ao nível da distribuição temporal atendendo à execução da empreitada e da execução de avaliação "ex-post".

Data de conclusão 16.04.2021

Valor de financiamento 328,15 mil €

A operação que aqui se apresenta, prevista no Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) de Vagos, refere-se a uma intervenção no espaço público, contemplando a expansão do espaço verde público previamente financiado no âmbito do PARU de Vagos: Requalificação do Espaço Público adjacente à Avenida Doutor Lúcio Vidal – Fase 1 (operação CENTRO-07-2316-FEDER-000052). Com uma localização estratégica no centro urbano de Vagos, o espaço a intervencionar, que de momento se encontra bastante degradado e sem uma utilização específica (muito embora seja muitas vezes utilizado como estacionamento desordenado), marca pela negativa a entrada na vila. A sua requalificação e consequente conversão num espaço verde público de referência, para usufruto da população, permitirá valorizar este espaço urbano como um todo (articulando-o com os demais espaços públicos envolventes, verdes ou não), favorecer a transição entre o edificado e a frente ribeirinha, enfatizar a contemplação da paisagem lagunar e incrementar a imagem e atratividade do local. O desenho desta área inspira-se na paisagem de Vagos, possuindo um traçado ortogonal baseado nas parcelas agrícolas e florestais, cortado por um percurso biomórfico, representando o rio Boco. A ortogonalidade do desenho pretende também uma relação com os espaços envolventes, criando uma maior coerência a nível do espaço público, ao mesmo tempo que um novo espaço para a população. Neste espaço público será criada uma zona de estadia pavimentada, concretizada numa praça multifunções, que irá complementar as áreas pavimentadas resultantes da implementação da primeira fase da intervenção.

Data de conclusão 30.03.2021

Valor de financiamento 169 mil €

O edifício da Câmara Municipal de Vagos está situado na Rua da Saudade e destina-se aos serviços camarários do município. Trata-se de um edifício de com uma área de 1.723 m2, com pé direito médio de 3,5 m. Encontra-se inserido na Zona Climática do Baixo Vouga. O edifício em estudo, localiza-se no Concelho de Vagos, na zona climática I2-V2, a uma altitude de cerca de 20 m. As fachadas dos edifícios possuem orientações E, W, S e N. O edifício é constituído por três pisos, na generalidade destinados a gabinetes. O edifício é um equipamento público de grande utilidade para a população do município. O custo anual de energia para manter em funcionamento deste equipamento é de cerca de 34.754 €/ano (não inclui IVA). O consumo do gasóleo representa cerca de 13% e o de energia elétrica representa cerca de 87%, de acordo com o certificado energético. Estes custos representam um esforço orçamental para o município. Com o objetivo de diminuição dos custos de exploração e operação deste edifício, será necessário investir na sua beneficiação. Importa também intervir no edifício para incrementar a sua eficiência energética, através da melhoria dos sistemas instalados, bem como da beneficiação da envolvente opaca e envidraçado do edifício e instalação de sistema solar fotovoltaico para autoconsumo. Para fazer face a esta necessidade torna-se necessário realizar os investimentos previstos no âmbito da presente candidatura que conduzirão a uma poupança anual média de 42,7% nos consumos energéticos.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 167,22 mil €

O projeto “Os nossos e os vossos, pela Cultura!”, liderado pelo Município de Mira, em parceria com os Municípios de Vagos e Tábua, visa a implementação de um projeto de programação cultural em rede, para promoção e desenvolvimento do património cultural e natural, material e imaterial, enquanto elemento de diferenciação e competitividade dos territórios, designadamente através da sua qualificação, valorização e alavancagem turística, apostando num envolvimento síncrono com os agentes culturais e tecido económico e associativo locais. Neste contexto, está prevista a dinamização de um conjunto de ações e atividades culturais, desde o teatro, à música e outras de caráter inovador, permitindo e fomentando a fruição e acesso universal à cultura por todos os cidadãos, de forma inclusiva. A programação cultural centra-se num conceito de itinerância com eventos comuns aos concelhos de Mira, Tábua e Vagos, envolvendo localmente as associações locais e outros agentes que devido à pandemia de COVID-19 viram a sua atividade bastante reduzida, criando oportunidades e alavancando o desenvolvimento económico e social dos territórios. Desta forma, foi arquitetada e estruturada uma panóplia de ações para a implementação do projeto objeto desta candidatura, que se apresentam detalhadamente descritas no ficheiro em formato excel: "CMMiraTabuaVagos-ProgramaAção", e que enunciamos de seguida: || AÇÕES PROPOSTAS: Ação 1 - Espetáculo de videomapping: Apresentação de espetáculo de videomapping sobre a história local, a projetar num edifício ou local com valor patrimonial e/ou alvo de intervenção cofinanciada. Ação 2 - InterAções: Espetáculo musical itinerante com artista nacional, com envolvimento e participação dos agentes culturais locais em cada um dos três municípios. Ação 3 - Peça de Teatro Itinerante: Dinamização de espetáculo teatral com a participação de atores dos grupos de teatro amadores locais como figurantes, a ocorrer em dois dias consecutivos e com uma história comum sobre a ligação dos territórios do interior e litoral. Ação 4 - "Fado Flamenco": Portugal e Espanha unem-se em palco para uma noite inesquecível de fusão e tradição. Na Música e na Dança sentem-se as raízes de cada país mas respira-se uma nova energia, uma fusão de ambos os mundos. Ação 5 - Bilheteira eletrónica: Aquisição de sistema de bilheiteira eletrónica durante 1 ano. Ação 6 - Streaming p/ difusão dos eventos online + Direitos de Autor: Aquisição de serviço de transmissão online, com imagem vídeo e fotografia. Ação 7 - Segurança para os eventos: Serviços de segurança para os quatro eventos. Ação 8 - Comunicação e divulgação do evento: Ações de comunicação e divulgação online e offline. Ação 9 - Licenças: Aquisição de licenças para a realização dos eventos.

Data de conclusão 30.11.2022

Valor de financiamento 98,22 mil €

A operação GANHA é Coordenada pela Universidade de Coimbra, em parceria com os Municípios de Figueiró-dos-Vinhos e Vagos e o RAIZ - Instituto de Investigação da Floresta e Papel, e inclui várias Acções enquadradas na tipologia a) ii) Ações de prevenção, controlo e erradicação de espécies exóticas invasoras do Aviso de Abertura: A Acção A visa a libertação de Trichilogaster acaciaelongifoliae em nove Área Protegidas (AP) e seis Sítios RN 2000 (anexo 1 da memória descritiva), principalmente ecossistemas dunares, litorais e costeiros, para controlo de Acacia longifolia. A nível nacional, excluem-se apenas Áreas de Conservação (AC) com A. longifolia que sejam abrangidas no âmbito de outros projectos e onde já ocorreu estabelecimento do agente. É previsível que o agente de controlo natural ao estabelecer-se disperse gradualmente para outras áreas do território onde A. longifolia esteja presente acabando por a médio-longo prazo abranger todas as áreas do território onde esta espécie é uma ameaça, inclusivamente para outras espécies e habitats protegidos. O aumento dos locais de libertação proposto nesta candidatura permite optimizar o estabelecimento do agente de controlo natural e, consequentemente, diminuir a produção de sementes da planta invasora-alvo. Assim, esta Acção pode ser considerada uma medida horizontal que a médio-longo prazo tenderá a abranger toda a área de distribuição potencial de A. longifolia, garantido uma aposta na continuidade territorial. A Acção A será complementada pela Acção B que consistirá na quantificação do estabelecimento e efeitos do agente de controlo natural nas áreas de libertação e que permitirá adicionalmente a definição dos locais onde devem ocorrer mais largadas do agente ao longo do projecto (Acção A). A Acção C tem como objectivo o controlo por métodos físicos e/ou com fitofármacos, conforme mais adequado, das espécies invasoras Acacia dealbata, Acacia melanoxylon (mais pontualmente) e também Acacia longifolia em três Sítios da RN 2000 (PTCON0060 Serra da Lousã – sob a responsabilidade do Município de Figueiró-dos-Vinhos; PTCON0055 Dunas de Mira Gândara e Gafanhas - sob a responsabilidade do Município de Vagos; e PTCON0034 Comporta/Galé - sob a responsabilidade do RAIZ, descritos no anexo 1 da memória descritiva). Além das intervenções de controlo iniciais (Acção C.1, principalmente descasques e cortes com ou sem aplicação de fitofármacos, dependendo dos locais e das espécies) esta acção inclui controlos de continuidade (Acção C.2, incluindo principalmente corte de árvores descascadas e remoção de rebentamento de raiz e/touça, e de plantas resultantes de germinação) e acções facilitadoras da recuperação dos habitats (Acção C.3, principalmente plantação de pinheiro-bravo e espécies ripícolas dependendo das áreas, e sementeira de outras espécies sempre que se justifique) a ajustar mediante os resultados de monitorização da Acção D. A Acção D visa avaliar a eficácia das intervenções de controlo físico e/ou com fitofármacos aplicadas na Acção C. Esta avaliação será feita tanto em termos da eficácia das metodologias como da recuperação de espécies e habitats protegidos. Esta acção é crucial para ajustar as intervenções de controlo de continuidade (Acção C.2) e de recuperação de habitats (Acção C.3), de forma a promover uma melhor recuperação dos habitats e assim obter maiores taxas de sucesso da Operação. A Acção E visa a utilização de agentes de controlo natural para Acacia dealbata e Acacia melanoxylon de forma a diminuir a produção de sementes destas espécies. Como os agentes ainda não são utilizados em Portugal, esta acção inclui a avaliação de segurança da sua utilização; para tal é necessário obter autorização das entidades competentes, ICNF (já concedida) e DGAV, para a sua introdução em ambiente confinado. A Acção E desenvolver-se-á paralelamente às Acções C e D e é uma forma de incrementar a sustentabilidade futura do controlo de A. dealbata e/ ou A. melanoxylon. Como referido acima, mesmo que as metodologias de controlo das plantas existentes sejam as mais adequadas o banco de sementes numeroso é frequentemente responsável pela diminuição significativa do sucesso das operações pelo que a sua diminuição é crucial. Assim, e ainda que a duração desta proposta possa não permitir a aplicação destes agentes em campo considera-se fundamental incluir esta Acção. A Acção F tem como objectivos a prevenção da entrada de novas espécies invasoras com particular destaque para as AP/ Sítios da RN2000 e, para as espécies já presentes, a sua deteção o mais precocemente possível. Estes objectivos serão alcançados através de soluções inovadoras de sensibilização e monitorização (incluindo, e.g., programas de Ciência-cidadã que envolvam cidadãos por todo o pais na detecção de espécies) que permitam aumentar a sensibilização de diversos públicos-alvo para a problemática das espécies invasoras. Todas as Acções da Operação estão enquadradas na Tipologia de Operações a) ii) Ações de prevenção, controlo e erradicação de espécies exóticas invasoras.

Data de conclusão 21.01.2021

Valor de financiamento 74,4 mil €

O projeto “Cultura 3 x 4” sustenta-se numa programação cultural consolidada e estruturada em rede ao longo de 12 meses, capaz de valorizar e sublinhar a importância da multiculturalidade e dos valores patrimoniais e identitários associados aos territórios, convidando ao usufruto do espaço público e à vivência de experiências marcantes em locais únicos, de forma integrada, inclusiva, segura e universal, aproximando as comunidades locais, atraindo visitantes e trabalhando novos públicos que procuram a diferenciação, a inovação e a qualidade de uma oferta turística e cultural criteriosamente refletida, criativa, inteligente, sustentável e diferenciadora, focando-se nas seguintes ações: - FESTIVAL CULTURAS DO MUNDO: Ação destinada à realização de um evento multicultural que reúna as comunidades estrangeiras e da diáspora com maior expressão em cada território, através de uma mostra de gastronomia, música, etnografia, cultura e tradições, numa lógica de intercâmbio entre as diversas comunidades envolvidas e a comunidade local e visitante. - ROTA DAS CIGARRAS – Narração Oral em Rede: Esta ação compreende o desenvolvimento de dinâmicas artísticas e culturais em rede centradas na narração oral, com o objetivo de promover a salvaguarda do património histórico, cultural (material e imaterial) e natural dos lugares, valorizando-os económica e artisticamente e aumentando a atratividade dos mesmos. Consiste na realização de rotas guiadas pelo património, ao longo das quais a literatura e a narração se fundem com as tradições locais e o seu património histórico, cultural e natural. A sua operacionalização ocorrerá em articulação com as equipas técnicas dos municípios para a identificação de locais e entidades e envolver, numa lógica de articulação com a massa crítica e o associativismo local, materializando-se em sessões de contos em locais e elementos patrimoniais simbólicos e de valor turístico e cultural e em rotas pelo território, atravessando lugares e elementos marcantes, numa lógica de itinerância pelas freguesias e lugares. Importa referir que de forma a alargar os potenciais beneficiários e maximizar as potencialidades do evento no que alude à dinamização, promoção e desenvolvimento do património histórico e cultural, com a Reprogramação, pretende-se estender esta ação às restantes freguesias do concelho que não estavam abrangidas na primeira fase do projeto. - ROTA DAS CIGARRAS – Exposição cultural permanente, dinâmica e interativa ao ar livre: Esta atividade consiste na extensão e desenvolvimento do potencial resultante da Rota das Cigarras oferecendo experiências artísticas e culturais que valorizam económica e artisticamente os territórios, com o objetivo de promover a salvaguarda das tradições locais e do património histórico, cultural (material e imaterial) e humano (saberes, práticas e gentes). Trata-se de uma exposição cultural permanente, dinâmica e interativa ao ar livre, em que a sala de exposições são os próprios locais, ruas, praças de cada Município, cujo nome provenha de uma personalidade. A sua operacionalização ocorrerá em articulação com as equipas técnicas dos municípios para a identificação de locais e entidades e envolver, numa lógica de articulação com a massa crítica e o associativismo local, materializando-se na criação de uma rota das personalidades que visa dar a conhecer a história do Município com base nas gentes, lugares e elementos marcantes de uma forma dinâmica e interativa ao ar livre. - ROTA DAS CIGARRAS – Produção teatral original: Atividade destinada à produção teatral original “O Canto da Cigarra – Herança Passageira” na qual a cultura da memória popular assume-se como principal eixo orientador de um guião elaborado e criado com contribuição de toda uma região através de histórias intemporais que pretendem honrar as gentes locais, os saberes e tradições bem como os locais que outrora existiram e que por motivos, económicos ou sociais, já não existem. Deste modo, através da apresentação des

Data de conclusão 21.10.2022

Valor de financiamento 50,77 mil €

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Transparência sem entrelinhas