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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE AROUCA

Valor de financiamento

16,23 milhões €

Total de projetos

45

Número de identificação fiscal

5 0 6 8 0 8 1 2 2

Projetos realizados

A Câmara Municipal de Arouca pretende levar a efeito a construção de uma ponte pedonal suspensa, sobre o rio Paiva, a qual fará a ligação entre as proximidades do local das Aguieiras e o lugar da Chieira na freguesia de Alvarenga e a zona do Alto do Pereiro na união de freguesias de Canelas e Espiunca. Esta ponte integrará a rede de vias pedonais já existentes, onde se incluem os reconhecidos “Passadiços do Paiva”. A ponte terá um vão de cerca de 516 m e uma altura do rio Paiva de, aproximadamente, 175 metros. A largura útil do tabuleiro será de 1.20 m. Está em causa a valorização e dinamização de um recurso endógeno amplamente reconhecido na região e, no Município de Arouca em particular, - o rio Paiva - enquanto recurso endógeno com características únicas e diferenciadoras, capaz de alavancar um elevado número de atividades económicas relacionadas com o turismo ativo, o geoturismo e o ecoturismo. O rio Paiva é considerado o melhor destino de águas bravas do país e um dos melhores da europa, possuindo um notável património natural que se revela ao nível da biodiversidade, da geodiversidade e das paisagens. As aldeias situadas na sua proximidade que ficarão ligadas pela ponte suspensa) são detentoras de um rico património histórico-arquitetónico e cultural, que importa valorizar do ponto de vista turístico e económico, salvaguardando a sua preservação e conservação. Pese embora se tenha tornado um dos maiores atrativos turísticos do Arouca Geopark e do território Montanhas Mágicas, em resultado da dinâmica turística gerada pelos recém-criados Passadiços do Paiva, projeto que se constitui em retumbante sucesso, as potencialidades do rio Paiva vão muito além do que já existe e está a ser feito, podendo ser gerado um número infindável de dinâmicas turísticas e económicas em torno da sua contínua valorização e dinamização, sobretudo se se concertar uma estratégia integrada de valorização e dinamização económica do mesmo, extrapolando a barreira dos limites administrativos municipais. As dinâmicas geradas em torno deste tipo de projetos integrados de desenvolvimento turístico e o potencial gastronómico da raça Arouquesa, no município do Arouca, permite que, na freguesia de Alvarenga funcionem, diariamente, 9 restaurantes cuja ementa está centrada em receitas à base de vitela arouquesa. É neste contexto que surge o presente projeto-âncora. Pretende-se dar continuidade a uma estratégia de desenvolvimento territorial focada, no desenvolvimento de um conjunto de ações integradas com vista à valorização e qualificação do rio Paiva e sua envolvente, de modo a que esta região se transforme num polo territorial de atração turística, oferecendo múltiplas, diversificadas e articuladas ofertas de produtos e serviços turísticos, capazes de diversificar e qualificar a oferta, mobilizar a procura, e dinamizar a economia local. Está em causa mais uma estrutura que criará emprego e permitirá oferecer múltiplas, diversificadas e articuladas ofertas de produtos e serviços turísticos, capazes de diversificar e qualificar a oferta, mobilizar a procura, e dinamizar a economia local, designadamente o investimento privado. Numa fase ulterior prevê-se, ainda, para complementar este projeto a construção de um pequeno edifício cuja estrutura possuirá algumas valências que permitam fazer o controlo de entradas para a ponte suspensa, dar informações e orientações aos visitantes. Paralelamente, o município pretende desenvolver outros projetos, já em avançado estado de maturação, que complementarão a ponte Pedonal suspensa, designadamente o Museu da Raça Arouquesa em Alvarenga, a reabilitação de caminhos tradicionais de ligação entre a futura Ponte suspensa e as aldeias das freguesias adjacentes, bem como projetos imateriais de comunicação e divulgação destes produtos.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 2,24 milhões €

A presente candidatura prevê a execução de um percurso pedonal e ciclável ao longo do vale de Arouca, desde a sede de concelho, atravessando toda a zona de expansão urbana, desta para poente (Burgo, Santa Eulália), e, abrangendo ainda, as freguesias mais urbanas do vale (Urrô, Várzea e Rossas) até terminar, no lugar da Ribeira da freguesia de Tropeço. O seu traçado, acompanhando o rio Arda (o rio dominante do Vale de Arouca) é o caminho mais curto para quem pretende deslocar-se de forma pedonal ou ciclável. Isto porque os rios correm sempre pelo caminho mais fácil. Esta intervenção pretende fomentar a utilização de modos suaves nas deslocações quotidianas designadamente dos jovens casa-escola bem como da população ativa. Pretende-se mos com este projeto diminuir de alguma forma a pegada ecológica e incentivar as pessoas a utilizar meios alternativos de locomoção que coadjuvem, simultaneamente, para modos de vida mais saudável. O Percurso Pedonal e Ciclável do Vale de Arouca visa ser um projeto de referência entre equipamentos do género. Trata-se primordialmente de um canal de comunicação destinado à mobilidade suave, que colmate as carências de uma rede de circulação local que não oferece condições a uma população em boa parte envelhecida e portadoras de mobilidade condicionada. Constitui-se assim uma oportunidade de criar um corredor sem barreiras físicas exclusivo a peões e velocípedes, desassociado das vias de tráfego automóvel esperando-se que produza um impacte positivo na vida quotidiana da população. Secundariamente, após a sua implantação espera-se que sirva para uma maior aproximação e divulgação deste território a residentes e visitantes, possibilitando o contacto com os valores patrimoniais construídos e naturais que aqui ocorrem. Constituirá, ainda, um instrumento pedagógico de interpretação do meio rural, das suas atividades e tradições, contribuindo para uma maior aproximação ao meio natural. O projeto prevê um percurso de utilização/transitável de 2,40m de largura, uma faixa lateral de distanciamento, média, ao rio, entre 3 a 5 metros e ainda uma faixa lateral, do lado oposto, de proteção ao espaço privado de cerca de 2,0 metros de largura. Serão utilizados sempre que se justifique (nomeadamente pela natureza e condições hidrogeológicas dos solos) materiais compatíveis, com o tipo de solo onde vai ser implantado o percurso, soluções, tais como passadiços em madeira ou em gradil metálico. Estes foram definidos em função da necessidade de vencer diferenças altimétricas ou irregularidades fisiográficas ao longo do traçado. Foram assim estabelecidos passadiços em madeira e em gradil metálico, sendo os últimos aplicados nos locais inundantes ou com elevados teores de humidade.

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 2,12 milhões €

A área a intervencionar, objeto da presente candidatura, localiza-se na zona nordeste e este do concelho de Arouca e abrange uma área que foi delimitada a partir da criação de um buffer de cerca de 10m para cada um dos lados do rio Paiva, Rio Paivô, Ribeira do Paivô, parte do Rio de Frades e parte da Ribeira de Moldes, conforme cartografia anexa, perfazendo uma área de intervenção de cerca de 204 ha. Esta operação prevê as seguintes ações primordiais: - Recuperação e manutenção da galeria ripícola do Rio Paiva e seus afluentes, através do controlo de espécies exóticas invasoras terrestres e da plantação de espécies arbóreas e arbustivas autóctones, envolvendo: Abate e remoção de árvores apenas quando se justifique; Podas de formação seletivas, que potenciem a criação de sombra sobre o leito do rio, proporcionando condições para a proliferação das espécies existentes; Adensamento das clareiras existentes e substituição do eucalipto, sempre que possível, com recurso a espécies autóctones, tanto ao nível do estrato arbóreo como arbustivo (freixo, amieiro, carvalho roble, lodão, azereiro e pilriteiro); Limpeza da vegetação das margens, de modo seletivo e nunca na sua totalidade, tendo o cuidado de deixar abrigos, refúgios e alimento para as espécies existentes e evitando a remoção da vegetação fixadora das mesmas; Levantamento e erradicação dos núcleos de invasoras lenhosas. - Monitorizar e/ou criar pontos de água parada ou com pouca corrente (açude, tanques, poças de rega, charcos, etc.) essenciais para a reprodução de anfíbios (e de outros animais aquáticos) e caraterísticas das paisagens rurais tradicionais, com a recuperação de açude no Lugar de Ponte de Telhe. E, ainda, a estabilização de taludes, em ambas as margens que se encontram em situação instável devido aos incêndios ocorridos nos últimos anos (ações inseridas em sede de reprogramação em abril de 2019), de modo a mitigar a escorrência do coberto vegetal para o rio Paiva.

Data de conclusão 28.12.2021

Valor de financiamento 655,62 mil €

A comunidade desfavorecida a intervencionar insere-se num bairro social, localizado no lugar de Pade, na freguesia de Alvarenga, no limite nordeste do concelho de Arouca. A intervenção física a realizar prende-se com reabilitação dos 8 edifícios habitacionais procurando dotá-los de melhores condições de habitabilidade, higiene e salubridade. Serão ainda realizadas obras de requalificação do espaço de logradouro envolvente das habitações. O projeto contempla a resolução de problemas de infiltrações nas coberturas, paredes, pavimentos, prevê também a introdução de medidas de eficiência energética ao nível caixilharias com corte térmico, reforço de isolamento térmico das cobertura com remodelação para material de zinco, colocação de capoto, e substituição de iluminação interior por outra mais eficiente e económica. Está ainda prevista a execução de drenagens periféricas em redor dos edifícios para eliminação de infiltrações de humidades existentes. A par desta, prevê-se também intervenção social em termos de ações de combate ao desemprego, combate ao abandono escolar, melhoria dos níveis de qualificação escolar e profissional e medidas de combate à pobreza e exclusão social. Esta intervenção justifica-se e é de primordial importância, dado o estado calamitoso em que se encontram os edifícios. Estamos ainda convictos de que terá um impacto social soberbo pois permitirá dotar uma comunidade desfavorecida de condições que permitam erradicar ou atenuar ciclos de pobreza e exclusão. Desde logo pela intervenção em termos de edificado, que permitirá dotar estes agregados de melhores condições de vida, beneficiando a melhoria das habitações e também em termos de regeneração urbana que permitirá arrumar todo o espaço de logradouro envolvente das habitações.

Data de conclusão 29.03.2019

Valor de financiamento 341,84 mil €

A operação objeto da presente candidatura localiza-se na Avenida das Escolas da Freguesia de Escariz, do município de Arouca; freguesia, esta, limítrofe de concelhos com grande dinamismo e concentração industrial (Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira). Este projeto teve particular cuidado na contemplação de percursos adaptados à mobilidade para todos, havendo em todos os passeios uma faixa liberta de mobiliário urbano/sinalização e outros obstáculos, com piso adequado a todos aqueles que pelos mais diversos motivos tenham mobilidade reduzida. Esta operação visa impulsionar a utilização de modos suaves em toda a área de intervenção dotando-a, para o efeito, de infraestruturas adequadas. Entende-se que a construção de ciclovias e vias pedonais seguras, acessíveis e com mobilidade para todos constituirão seguramente um incremento a que tal aconteça. A ação prevê ainda a remodelação do interface de transportes públicos e a construção de parqueamento para um número alargado de veículos o que permitirá criar uma melhoria substancial na intermodalidade neste local do concelho. Não só o melhoramento do ponto de chegada, de transportes públicos coletivos, que já aí funciona, mas acima de tudo transformar esta num pequeno interface rodeado de um espaço onde a mobilidade para peões e bicicletas é o elemento principal. A Avenida das Escolas em Escariz encontra-se numa área fulcral de desenvolvimento, da nova centralidade do município de Arouca, que já é uma realidade. Na sua envolvente situam-se diversos equipamentos públicos como sejam a Escola EB1,2,3 e secundária de Escariz, com centenas de alunos, apresentando uma oferta educativa do pré-escolar ao secundário, o complexo desportivo municipal com a sua piscina e ginásios, a unidade de saúde local, entre outros. Na proximidade, o recente parque de negócios de Escariz que emprega centenas de pessoas, sendo ainda de salientar a existência de vários estabelecimentos comerciais e de serviços bem como zonas residenciais.

Data de conclusão 28.02.2019

Valor de financiamento 291,06 mil €

O projeto que se candidata pretende dotar o Percurso Pedonal e Ciclável do Vale de Arouca com quatro áreas de valência coletiva –área da Ribeira, área de Rossas e área de Sta. Eulália- os quais terão a função de acolher os visitantes e utilizadores do percurso pedonal e ciclável do vale de Arouca, e, ainda, permitir a estadia e fruição por parte dos turistas e utilizadores do percurso numa zona de contemplação sobre o vale do rio Arda. Estão em causa espaços com biodiversidade de caráter excecional, caraterizados por paisagens rurais onde se pode observar, ainda, prática dos ofícios e saberes tradicionais relacionados com a atividade agrícola. As intervenções presentes nesta proposta referem-se a 3 espaços adjacentes ao percurso pedonal e ciclável do vale de Arouca tendo por objetivo servir-lhe de apoio, constituindo novos polos de atração e complementaridade. Apesar de genericamente serem visadas novas valências coletivas, perseguem-se outros objetivos secundários e intrínsecos a cada uma dessas áreas. São assim consideradas e designadas na proposta as seguintes zonas: a) Parque da Ribeira – incide num dos extremos do Percurso Pedonal e Ciclável do Vale de Arouca, na freguesia de Tropeço e inclui um troço sem saída da antiga EN 326, com cerca de 300 metros de extensão, incluindo taludes envolventes, densamente arborizados com vegetação autóctone; b) Parques de Rossas – correspondem a duas áreas onde o Percurso Pedonal e Ciclável do Vale de Arouca passa sob os viadutos da Variante N326 e da N326 desclassificada, na freguesia de Rossas. c) Parque de Santa Eulália – trata-se de um terreno adquirido pela Câmara Municipal de Arouca, com 2150 m2, entre a Ponte da Cavada e a Ponte da Pousada na margem esquerda do Rio Arda, o qual inclui a reabilitação de um antigo moinho movido a água. Trata-se de um projeto diferenciador pela sua valia ambiental, pois que, reúne simultaneamente as vertentes lúdicas e de utilização quotidianas num contexto natural único que são as margens do Rio Arda, incitando o uso de modos suaves permitindo, sub-repticiamente, ligações à malha urbana que se desenvolve ao longo do Vale de Arouca. O projeto adota soluções de baixa manutenção com recurso a materiais e soluções duradouras, permitindo a sua utilização regular diária. No que concerne às ações imateriais é de salientar que a equipa técnica, da associação Arouca Geopark, parceira deste projeto, bem como o agrupamento de escolas e a associação local URTIARDA, contam na sua constituição com técnicos superiores que, pela sua formação (biologia, geologia, turismo e ensino) e elevada experiência, conferem uma mais-valia no que toca à educação ambiental e turismo de natureza, a que se destinam as atividades a desenvolver. O projeto preconiza ações conjuntas para envolvimento da população, designadamente a escolar, para se associarem a projetos de educação ambiental no domínio da valorização e preservação do património natural devidamente pormenorizados na memória descritiva. Para dinamizar a área de intervenção deste projeto, e para obter um efetivo envolvimento da população na sua construção e manutenção, delineou-se um programa de ação para implementar um conjunto de iniciativas que envolvam as forças vivas da região. A componente de educação turístico/ambiental é aqui muito evidente, estando patente em todas as iniciativas que se dirigem ao público em geral. Com estas ações pretende-se enriquecer e salvaguardar a biodiversidade ribeirinha das margens do rio Arda, sensibilizando a comunidade para a adoção de estratégias promotoras de mudanças conceptuais, com vista à melhoria do ambiente e biodiversidade.

Data de conclusão 29.11.2023

Valor de financiamento 267,34 mil €

Decorridos mais de 70 anos desde a abertura da Escola, a sua reabilitação/requalificação ao nível da infraestrutura física é por demais urgente. A intervenção passará pela remodelação do edifício do 1º ciclo, pertencente ao chamado Plano dos Centenários, passando este a dispor de 4 salas. Estas 4 salas passarão a albergar o 1º ciclo nas mesmas salas onde já hoje se encontram. Nos espaços que funcionam atualmente os átrios de acesso a essas salas passará a funcionar uma sala de apoio no espaço nascente. E, no espaço poente, passaremos a ter a pré-primária. Para a execução de uma sala de atividades com uma área adequada a pré-primária, é executada uma ampliação na fachada poente do edifício. A ampliação que é realizada para a sala de atividades também desenvolve uma entrada que se pretende que seja a principal. O coberto existente será demolido dando lugar a uma nova construção. O âmbito deste novo espaço é o de albergar o átrio/telheiro bem como novas instalações sanitárias modernizadas e um arrumo com dimensões que suportem as necessidades. O espaço de átrio/telheiro pretende ser a charneira de distribuição de todo o espaço, mas ao mesmo tempo poder ser local de recreio em dias de chuva ou de calor. Neste encontramos a possibilidade de abrir o espaço e ventilá-lo por forma a sentir-se o ambiente de um “velho” telheiro. Para além disso através dos seus vãos vislumbramos sempre espaços exteriores cuidados para haver uma relação constante com a natureza envolvente e os espaços interiores. Será também exteriormente realizada uma rampa que dará acesso á cantina, a qual será totalmente remodelada. Quanto à intervenção material propriamente dita temos a manutenção do edifício do plano dos centenários, mantendo este a sua cor branca em contraste com os granitos. A ampliação é revestida a monomassas que terão a cor verde fazendo assim o contraste com o branco e com as intervenções de OSB que revestirão os espaços da entrada da escola. Também a cantina ao nível do exterior será pintada na mesma cor verde para que seja feita a interligação volumétrica do conjunto como um todo. Ao nível dos interiores a intervenção jogará também com os tetos do átrio em OSB com pontuações do mesmo material nas paredes criando assim um ritmo dinâmico ao espaço em questão. Quanto às salas serão em tudo o que for possível restauradas, em particular os pavimentos e os tetos e as suas paredes depois de recuperadas serão revestidas como as demais escolas do município a corticite. Material que tem sido muito bem recebido pela família escolar. A intervenção que é feita no interior da cantina passa por ser realizada uma pintura geral interior, revestimento total das paredes da copa em azulejo, assim como a instalação de novo mobiliário de apoio e nova iluminação. Aliás, em toda a escola foi objetivo primordial a modernização das infraestruturas elétricas e de telecomunicações, adaptando o edifício às exigências técnicas e soluções atuais. Como as caixilharias da escola primária tinham sido recentemente substituídas a cor definida para as restantes foi o castanho para a lacagem dos alumínios. Os contentores que existem no patamar superior manter-se-ão em uso, mas será construída uma fachada falsa que os envolverá por forma a fazerem parte do conjunto. Para isso esta fachada será desenvolvida em estrutura metálica e revestida a chapas de OSB como já encontramos noutras intervenções do todo.

Data de conclusão 15.12.2023

Valor de financiamento 239,64 mil €

O presente projeto enquadra-se na estratégia de regeneração urbana do centro histórico de Arouca, e localiza-se na imediata contiguidade da obra em curso de maior relevância na prioridade 6.5, já aprovada no âmbito do PEDU - Requalificação urbanística da zona poente da Vila de Arouca. Trata-se de uma obra que completa e fecha a requalificação de um espaço nobre de entrada na Vila de Arouca, situada na envolvente próxima do Mosteiro de Arouca. Pretende-se, com esta candidatura, requalificar ambiental, paisagística e urbanisticamente um espaço de expansão, a poente, da Vila de Arouca que atualmente se encontra degradado, com elevados níveis de trânsito automóvel, desordenado, gerando poluição sonora e impactos negativos na saúde pública. Pretende-se aumentar os espaços pedonais, requalificar os pisos e espaços envolventes. Serão criadas condições de mobilidade para todos ao nível da introdução pavimentos adequados, no âmbito de toda a reabilitação e qualificação do espaço público que se fará. Está em causa, uma zona de expansão urbana da Vila, mas muito próxima de alguns equipamentos públicos de grande envergadura, como seja o Museu Municipal, o Quartel da GNR, o parque urbano do espaço da feira, o parque de estacionamento de veículos pesados e parque de merendas, bem como estabelecimentos comerciais e de serviços, o que a torna extremamente movimentada, sendo da maior urgência a requalificação de toda a área de modo a dignificar o espaço público e a consequente qualidade de vida dos seus utentes. Este espaço, dimensionado noutros tempos, destinada a outro tipo de utilização, carece, sobretudo, ao nível do espaço público, de uma forte intervenção de requalificação urbanística. O objetivo primordial será criar qualidade urbanística, acolhendo as pessoas, acrescentando vida urbana e condições de segurança e salubridade a este local da Vila de Arouca. Pretende-se assim: ? Regenerar urbanística, ambiental, funcional, económica, cultural, social e simbolicamente o Centro da Vila de Arouca e, por efeito induzido, a edificação envolvente de iniciativa privada; ? Reequilibrar o desenvolvimento urbano da Vila, já que a área de intervenção faz a transição entre a zona de comércio e serviços, com zonas de habitação situadas nas imediações da Vila;

Data de conclusão 22.07.2022

Valor de financiamento 232,87 mil €

Decorridos mais de 50 anos desde a abertura da Escola, a sua reabilitação/requalificação ao nível da infraestrutura física é por demais urgente. No que diz respeito à requalificação dos edifícios teremos as seguintes intervenções: Demolição do pré-fabricado que alberga atualmente as Atividades de Apoio à Família e de Complemento à Família para proporcionar a escola a tempo inteiro. Este edifício é um pré-fabricado com mais de 30 anos de existência. Instalado como provisório apresenta materiais que terão de ser abolidos, tais como fibrocimentos com amianto e materiais que também não apresentam qualquer robustez térmica para se adequarem a um edifício com estas funções. Remodelação do edifício da “Escola Primária” do Plano dos Centenários ao nível do seu interior, adaptando o mesmo às exigências atuais de uma escola de 1º ciclo. Para além das salas de aula adaptar também os antigos átrios a novas instalações sanitárias condignas. Transformação do telheiro contruído há poucos anos, em espaço fechado, que funcionará como átrio de distribuição e também como espaço de recreio coberto em dias de más condições climatéricas. A partir deste espaço também se preconiza uma ligação direta ao edifício onde funciona a pré-primária, tornando assim toda a ligação entre os edifícios coberta e encerrada. No edifício onde funciona a pré-primária manter-se-ão os espaços de apoio e a sala de atividades passará a ser uma sala polivalente. Nesta, pretende-se também, que albergue as Atividades de Apoio à Família e de Complemento à Família, decorrente da demolição do edifício atual que estas ocupam. O contentor atualmente existente para utilização de uma das turmas da pré-primária será desmontado e pretende-se construir duas novas salas de atividades para responder às reais necessidades, tanto em número de crianças como em termos de condições atuais que uma escola exige. Nesta remodelação também se alterará o local de entrada da escola. Propõe-se que a mesma passe a realizar-se pelo lado norte do edifício, pois nesse local já temos uma serventia que acede ao mesmo por rampa, resolvendo assim as exigências ao nível da mobilidade. A nova entrada será realizada com base no encerramento de um coberto já existente passando este espaço a ser o átrio e entrada e ao mesmo tempo ponto distribuidor para os restantes espaços. Em termos de arranjos exteriores pretende-se retirar grande parte das vedações existente e que dividem em demasia o recreio, para que as crianças possam usufruir do espaço na sua plenitude. Os pavimentos em torno da escola terão pavimentos lisos em betão, pavimentos em terra, espaços ajardinados e manter-se-ão as hortas existentes. É proposto um coberto que funcionará como tal mas que também permitirá a ligação ao espaço onde se localiza a cantina de forma a proteger a deslocação dos alunos em dias de chuva, o que atualmente é impossível tornado muito difícil a organização das deslocações para almoçar por parte das funcionárias. A cantina referida manter-se-á no mesmo local atual pois a mesma foi remodelada e encontra-se em perfeito estado dando resposta adequada ao exigido.

Data de conclusão 27.06.2024

Valor de financiamento 218,65 mil €

A presente candidatura - Requalificação Urbanística da Zona Poente da Vila de Arouca - 2ª fase - abrange a requalificação de dois pequenos espaços, degradados, situados na contiguidade da intervenção em curso (cofinanciada ao abrigo do AVISO NORTE-16-2016-17). A sul prevê-se a ampliação de uma zona destinada a estacionamento de veículos ligeiros para apoio à zona histórica e, a norte, a beneficiação de um pequeno troço da avenida 25 de Abril, defronte à entrada da escola secundária de Arouca, conforme planta que se anexa. Trata-se de uma obra que completa e fecha a requalificação de espaços nobres de ambas as principais entradas na Vila de Arouca, e do seu centro histórico onde se localiza o Mosteiro de Arouca. Quanto à intervenção preconizada a sul, será de extraordinária importância para colmatar toda a área já intervencionada e dar cobertura a necessidades evidentes, sentidas e manifestadas, de estacionamento, no dia-a-dia de quem circula no centro urbano da Vila de Arouca. Com esta intervenção sairá requalificado um espaço marginal, atualmente sem deter qualquer função urbana. A outra intervenção, a norte, diz respeito à requalificação do piso e introdução de elementos de identificação urbana, de modo a requalificar uma das principais entradas a Vila de Arouca, a qual coincide com o acesso principal da Escola secundária de Arouca, local este onde coexistem, ainda, inúmeros espaços comerciais e de serviços de utilização diária. É, por conseguinte, um espaço muito central da Vila, onde, diariamente, circulam muitas pessoas a qualquer hora do dia e mesmo da noite. Atualmente o piso encontra-se desajustado das necessidades, havendo inúmeras queixas devido ao seu estado e, sobretudo, aos materiais utilizados nas passadeiras que provocam trepidação aos utentes e ruído para os moradores.

Data de conclusão 12.04.2023

Valor de financiamento 202,6 mil €

O presente projeto de reabilitação do Parque de Campismo do Merujal, enquanto equipamento público de reconhecido interesse e mais valia, localizado em pleno planalto da Serra da Freita, integra-se no conceito de valorização e dinamização turística desta Serra, sítio classificado no âmbito da Rede Natura 2000 e, enquadrado no Geoparque da UNESCO, o Arouca Geopark, enquanto recurso endógeno com valores naturais e culturais únicos e diferenciadores, com capacidade para alavancar um elevado número de atividades económicas, especialmente relacionadas com o Turismo de Natureza e as suas múltiplas vertentes: ecológica, geológica, científica, desportiva, educativa, de recreio e lazer, hard e soft. Os maciços da Gralheira e do Montemuro, que englobam, respetivamente, as serras da Freita, Arada e Arestal, e a serra do Montemuro, estão na base da criação da marca “Montanhas Mágicas” e, juntamente com os rios Paiva e Vouga são, atualmente, responsáveis por grande parte da procura turística do território. Os principais ativos naturais e histórico-culturais destas serras incluem alguns dos mais singulares e emblemáticos geossítios do Arouca Geopark; o rio Caima, com a reconhecida queda de água da Frecha da Mizarela, prolonga-se para poente formando um vale repleto de biodiversidade e paisagens únicas, entre as quais se destacam levadas, albufeiras, poços de água, canyons e moinhos; Tirando partido das potencialidades naturais e histórico-culturais desta serra, pretende-se transformá-la num importante polo de atração turística do território: as serras da Freita e Arada, com destaque especial sobre o rio Caima. A crescente procura por destinos e atividades especialmente vocacionadas para o Turismo de Natureza, associada ao património natural e cultural diferenciador que existe nestas serras e às dinâmicas turísticas já instituídas, constituem a base fundamental para que se torne possível a criação destes polos dinamizadores da oferta turística, e de atração da procura. Este projeto, como já referido, diz respeito à reabilitação e melhoramento de parte do edifício do Parque de Campismo do Merujal, situado bem no planalto da Serra da Freita, o qual permite proporcionar uma experiência turística diferenciadora em contexto de natureza. Uma zona rural de montanha de grande beleza natural como a Serra da Freita, com significativa procura turística, carece de infraestruturas de alojamento com boas condições a todos os níveis. A requalificação do parque de campismo, existente, estrategicamente localizado numa zona central do planalto da Serra da Freita constitui uma aposta ímpar para permitir albergar turistas todo o ano e com todo o conforto.

Data de conclusão 12.09.2023

Valor de financiamento 189,77 mil €

Esta operação abrange a realização de 4 ações integradas, destinadas à promoção e valorização do património natural do município, incluindo designadamente: i. A refuncionalização de infraestruturas de apoio à visitação. Serão reabilitadas 3 escolas primárias desativadas, do Plano dos Centenários, inseridas em território de Rede Natura 2000 e localizadas em zonas rurais devidamente integradas na paisagem natural. Serão elas a Escola de Silveiras (Janarde), Escola do Merujal (Urrô) e Escola de Bustelo (Moldes). Esta reabilitação tem por base assegurar a refuncionalização de infraestruturas de apoio à visitação, através da criação de pontos de apoio aos visitantes para a prática de turismo e desporto de natureza, estrategicamente selecionadas em função da sua localização e de proximidade aos Percursos Pedestres. ii. A criação e requalificação de Trilhos de Interpretação de Natureza, que inclui a criação de um novo percurso pedestre, sito na freguesia de Mansores, tendo como centralidade os muitos moinhos de água existentes na zona, sitos ao longo das margens do Rio Arda, afluente do rio Douro, e a retificação e revitalização de um percurso Grande Rota GR 28, já existente, designado por “Por Montes e Vales de Arouca”. iii. A cargo da Associação Arouca Geoparque ficará a conceção e edição de um guia de turismo de natureza de apoio ao visitante do Arouca Geopark. iv. Finalmente serão realizados diversos suportes de comunicação e divulgação, designadamente a conceção e aquisição de material de merchandising alusivo as atividades inerentes de serem praticadas, num contexto de turismo de natureza.

Data de conclusão 19.02.2020

Valor de financiamento 173,47 mil €

O Património Cultural é um importante fator de diferenciação e competitividade dos territórios, que importa dinamizar e promover através do desenvolvimento de ações de conservação dos valores naturais e culturais e de qualificação e valorização turística. A presente candidatura, que tem esse propósito, resulta da iniciativa da ADRIMAG e de três municípios seus associados, Arouca, Castelo de Paiva e Vale de Cambra, que fazem parte do território “Montanhas Mágicas”, correspondendo aos maciços da Gralheira e Montemuro (serras da Freita, Arada, Arestal e Montemuro). Pretende-se realizar eventos, programados em rede, que têm por base MEMÓRIAS associadas às lendas, contos, tradições, e excertos da História mais relevantes destes municípios, e serão realizados em “PALCOS IMPROVÁVEIS”, correspondendo a aldeias classificadas ou em vias de classificação, monumentos classificados, edifícios antigos com relevância histórica, e pontos de interesse turístico e cultural inseridos em espaços classificados da Rede Natura 2000 e Rede Mundial de Geoparques da UNESCO. O projeto assume a designação de “NO PALCO DAS MEMÓRIAS” procurando, por um lado, promover e valorizar espaços naturais e culturais, através da arte, e, por outro, cativar a atenção do público para a “particularidade” ou “originalidade” do local improvável onde decorrerão as respetivas atividades. A programação, prevista para o período entre 01/01/2021 a 30/06/2022, organiza-se em 4 ações que correspondem a 24 atividades: Ação nº 1: 3 espetáculos de teatro de rua, um em cada concelho candidatado, que incluem o envolvimento e a capacitação das comunidades locais e dos agentes culturais. Será realizado um em 2021 e 2 em 2022. Ação nº 2: 16 programas culturais (10 em 2021 e 6 em 2022), que serão realizados em locais improváveis dos três concelhos parceiros. Estes eventos podem incluir dança, música e teatro e outras formas de arte. Ação nº 3: 5 espetáculos a realizar em 2021, em 5 aldeias dos diferentes municípios, onde se vai privilegiar um intercâmbio cultural entre os vários agentes culturais locais. Ação nº 4: Ação transversal a todo o período de execução do projeto e que prevê atividades de promoção e comunicação dos vários eventos que integram a agenda de programação cultural em rede definida nos 3 municípios. A concretização destas ações contribuirá, quer para a prossecução dos objetivos definidos na presente candidatura quer, ainda, para o cumprimento dos indicadores de realização de resultado da Prioridade de Investimento (PI) do Programa Operacional (PO). Pretende-se que este projeto seja fator de atração de visitantes ao território e de retoma às atividades culturais. Em paralelo, espera-se que o projeto tenha um impacto significativo nas comunidades e agentes culturais locais, no sentido que a promoção e a valorização da sua cultura e dos seus recursos naturais, de forma sustentável, é um meio de desenvolvimento do turismo cultural e consequentemente da economia local.

Data de conclusão 11.11.2022

Valor de financiamento 73,65 mil €

Pretende-se com esta intervenção melhorar as condições de acessibilidade pedonal no centro do lugar de Resumil da freguesia de Fermedo, dado que está em causa um acesso principal que faz a ligação entre áreas residenciais e também à zona desportiva da freguesia, por onde circulam muitas pessoas a pé. Esta zona encontra-se incluída na Área de Reabilitação urbana de Escariz/Fermedo inserida no PEDU de Arouca. Pretende-se fomentar o uso quotidiano dos modos suaves, em segurança, nomeadamente as deslocações a pé e de bicicleta. Esta intervenção passa pela redefinição da faixa de rodagem e introdução de passeios, de nível, com condições para serem partilhados por peões e bicicletas. São ainda compatibilizados todos os acessos às habitações existentes, que ladeiam o arruamento, entre as entradas dos prédios e o passeio público. São introduzidas neste projeto as diretrizes de mobilidade e acessibilidade para todos, contidas no DL nº 163/2006 de 8 de Agosto e Manual de Boas Praticas no Domínio da Acessibilidade, promovido pela Associação de Municípios de Terras de Santa Maria no âmbito do “Projeto Integrado para a Promoção da Acessibilidade no Entre Douro e Vouga”. É intenção do município orientar as políticas públicas urbanas para o objetivo da mobilidade sustentável protegendo o espaço público e a saúde e bem-estar dos cidadãos, pelo que as intervenções previstas neste projeto vão nesse sentido.

Data de conclusão 27.03.2019

Valor de financiamento 44,84 mil €

A presente operação resulta da conjugação de dois propósitos: 1 - a preservação e proteção de um imóvel público, de relevante valor histórico, patrimonial e cultural, e 2 - a instalação, neste imóvel, de um Observatório de Turismo para o território promovido sob a marca turística “Montanhas Mágicas”. Com a intervenção de que vai ser alvo, o edifício da Antiga Cadeia de Arouca, que já é referenciado em guias turísticos, itinerários e programas de visitação, passará a dispor das condições necessárias e indispensáveis à sua visitação no contexto do Centro Histórico de Arouca e/ou de rotas e itinerários já criados e a criar no âmbito do território Montanhas Mágicas e, simultaneamente, servirá como espaço de apresentação, promoção, informação, pesquisa, estudo e interpretação do território Montanhas Mágicas e do seu património cultural e natural, de valor assinalável, quer para as comunidades locais, quer para os visitantes, sejam eles turistas, estudantes, estudiosos, especialistas em determinadas áreas, profissionais, entre outros. Em linha com o disposto no AVISO Nº NORTE-41-2020-82, a presente candidatura é promovida pela ADRIMAG, em parceria com os Municípios de Arouca, Castelo de Paiva e Vale de Cambra, localizados na NUT II Norte, pertencentes ao território Montanhas Mágicas®. A ADRIMAG é a entidade líder da parceria, sendo que todos os parceiros anteriormente mencionados são beneficiários da operação. No Protocolo de Parceria assinado entre as quatro entidades anteriormente mencionadas, são estabelecidos os direitos e deveres de cada parceiro, sendo que, pelo facto do imóvel alvo de intervenção, ser propriedade da Câmara Municipal de Arouca, que cedeu a sua utilização e gestão à ADRIMAG, em 1995, e renovou essa cedência, em 1997, por tempo indeterminado, esta Câmara terá responsabilidades acrescidas e específicas no acompanhamento da intervenção a realizar, as quais estão definidas no referido Protocolo. Açoes a desenvolver: Ação 1 – Obras de requalificação e adaptação do edifício da antiga Cadeia de Arouca. As obras de requalificação do edifício da antiga Cadeia de Arouca serão realizadas por forma a que sejam conservadas e respeitadas as características e os elementos arquitetónicos do edifício, e de modo a que os diferentes espaços se adequem aos objetivos e funcionalidades do Observatório de Turismo a criar. Assim, as intervenções a realizar incluem o fornecimento dos seguintes bens e serviços, conforme projeto de execução anexo ao formulário de candidatura: 1.1 Demolições e remoções 1.2 Arquitetura – pavimentos, paredes, tetos, vãos de madeira e carpintarias, equipamento sanitário, mobiliário, diversos; 1.3 Rede de abastecimento de água; 1.4 Rede de drenagem de águas residuais domésticas; 1.5 Projeto elétrico; 1.6 Telecomunicações; 1.7 Segurança; 1.8 AVAC. Ação 2 – Criação do Observatório de Turismo das Montanhas Mágicas No âmbito desta ação será desenvolvido um sistema/modelo integrado de informação, estudo, investigação e monitorização da atividade turística no território Montanhas Mágicas, com a designação de “Observatório Virtual de Turismo das Montanhas Mágicas”, que terá como principais desígnios: a) Acompanhar o desenvolvimento da atividade turística no território; b) Produzir anualmente relatórios da procura turística e disponibilizá-los online, pelo menos, através do website das Montanhas Mágicas; c) Promover a articulação do horário de funcionamento das lojas e postos de turismo do território, bem como a uniformização do modelo base de recolha de dados sobre a procura turística; d) Definir um modelo de formulário base para a recolha de informação sobre a procura turística do território, a ser disponibilizado nos estabelecimentos turísticos e demais pontos de receção de visitantes; e) Recolher, analisar, produzir e fornecer dados estatísticos atuais e fiáveis sobre a procura turística; f) Potenciar a investigação aplicada com o objetivo de apoiar a tomada de decisões e a definição de estratégias turísticas para o território. Ação 3 – Comunicação, promoção e publicidade No sentido de contribuir para a concretização dos objetivos definidos na operação e de potenciar os resultados a alcançar, serão desenvolvidas ações de comunicação, promoção e publicidade do projeto. Estas ações visam dar a conhecer os objetivos da operação, bem como os seus resultados e as funcionalidades do Observatório de Turismo, nomeadamente ao nível da descoberta do território Montanhas Mágicas, do seu património natural e cultural de relevo, bem como o tratamento e disponibilização ao setor público e privado local, dos dados estatísticos da atividade turística, que constituirão um suporte fundamental para um mais adequado e eficaz planeamento da atividade e gestão dos recursos patrimoniais do território. Atividades a realizar: 3.1. divulgação dos objetivos, ações e resultados da operação no website e páginas das redes sociais da ADRMAG, das Montanhas Mágicas e dos demais parceiros/beneficiários do projeto; 3.2. divulgação do projeto e dos seus objetivos e resultados na revista trimestral das Montanhas Mágicas® e nas revistas municipais dos parceiros/beneficiários do projeto; 3.3. cerimónia de inauguração oficial do Observatório de Turismo das Montanhas Mágicas, com convite às entidades/instituições oficiais envolvidas no projeto (respeitando as normas e orientações que à data da iniciativa haja necessidade de cumprir), e respetiva divulgação nos suportes de comunicação ao dispor da ADRIMAG e dos parceiros/beneficiários; 3.4. conceção e aplicação de placa de identificação do Observatório de Turismo; 3.5. realização de 3 sessões de informação sobre as funcionalidades do sistema/modelo integrado de informação, estudo, investigação e monitorização da atividade turística no território Montanhas Mágicas, dirigido aos agentes públicos e privados, locais, ligados ao setor turístico, e sensibilização para a importância de colaboração no fornecimento de dados estatísticos; 3.6. cumprimentos de todas as obrigações e procedimentos em vigor, de informação e publicidade, resultantes das disposições regulamentares comunitárias e nacionais aplicáveis, bem como das normas e especificações técnicas instituídas pela Autoridade de Gestão em vigor à data da aprovação da candidatura; 3.7. realização de campanhas de promoção e divulgação do Observatório de Turismo, bem como do património cultural e natural do território, no website e redes sociais da ADRIMAG, das Montanhas Mágicas e dos demais parceiros/beneficiários do projeto.

Data de conclusão 26.08.2023

Valor de financiamento 228,84 €

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