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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO BELMONTE

Valor de financiamento

2,71 milhões €

Total de projetos

18

Número de identificação fiscal

5 0 6 6 9 5 9 5 6

Projetos realizados

A presente candidatura tem por objetivo geral a valorização turística de um equipamento histórico e cultural, classificado como Monumento Nacional, contribuindo para a criação de riqueza e emprego, em território de baixa densidade, na medida em que potenciará a sua capacidade de atração de visitantes para o concelho de Belmonte. As ações que constituem a presente candidatura são as seguintes: a) Edificação do novo Centro Interpretativo de Centum Cellas: O Centro Interpretativo de Centum Cellas será edificado mediante a requalificação de uma área, atualmente desativada, composta pelo antigo campo de futebol e pelas Instalações sanitárias e balneários de apoio, situado na localidade de Colmeal da Torre, povoação onde se situa a Torre de Centum Cellas. b) Musealização do Centro Interpretativo de Centum Cellas: Os espaços expositivos irão ser organizados nos seguintes núcleos: Sala A - Sala de Acolhimento; Sala B - Meio Envolvente de Centum Cellas; Sala C - A Multiplicidade de Interpretações; Sala D - Encerramento e Apelo à Interpretação. Para além das salas expositivas, este equipamento irá contar com Gabinetes para acolher investigadores, um Laboratório Arqueológico, Sala Multiusos para atividades educativas e Depósito para peças recolhidas. c) Conceção e Implementação de nova Iluminação Cénica da Torre de Centum Cellas: Tem como objetivo a requalificação da iluminação decorativa, no sentido de reduzir os consumos de eletricidade efetivos do sistema atual de iluminação, através de uma instalação de equipamentos com maior eficiência energética, mantendo ou melhorando os níveis de iluminação existentes. d) Realização de Trabalhos de Limpeza, Conservação e Restauro da Torre de Centum Cellas: Em termos genéricos, pretende-se encetar um conjunto de trabalhos de conservação e restauro, na Torre de Centum Cellas, que incidirão na limpeza e estabilização do monumento, que se encontra em descoesão e ruína.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 546,94 mil €

A presente intervenção visa requalificar um espaço escolar já existente, promovendo a sua ampliação através de uma nova construção, que irá aportar mais duas salas de aulas, novas instalações sanitárias, recreios cobertos, novos espaços para a prática de atividades físicas, sala polivalente, mediateca e refeitório, uma sala de jardim-de-infância e uma zona de anfiteatro exterior. A construção nova terá como planta um “L” aberto, desenvolvendo-se ao longo do limite posterior do lote e na zona lateral esquerda da escola existente, passando a ocupar o jardim fronteiro á escola. O edifício albergará, no seu interior, a EB1 + Pré-Escolar, está inserido na malha urbana consolidada, confinando a Norte com uma habitações, a Este com uma garagem, a Oeste com arruamentos e a Sul com um jardim que é paralelo á estrada nacional. O terreno encontra-se de nível, numa plataforma onde existe a escola, sendo ampliado para o jardim que tem um terreno, com um ligeiro declive, e que na parte mais desfavorável atinge um metro, que será parcialmente escavado para albergar mais um piso enterrado. Na zona de recreio existirão duas zonas independentes, uma para o Pré-escolar, com parque infantil, e outra para o ensino básico que albergará um campo de jogos e zonas de laser e recreio. Finalmente, será edificada uma zona de anfiteatro, aproveitando as caraterísticas orográficas do terreno existente, para eventos públicos da freguesia e concelho.

Data de conclusão 20.02.2020

Valor de financiamento 460,61 mil €

A operação contempla um plano de ação transversal, permitindo aos municípios implementar ações que correspondam às suas necessidades concretas, e que permitam a racionalização de custos, a partilha de recursos e o aumento da eficiência coletiva. Assim, propõem-se 4 Prioridades Macro integradas entre si, com ações específicas cuja implementação contribui para a concretização dos objetivos da operação respeitando igualmente as realidades e específicas de cada autarquia, a saber: P1. Desmaterialização P1.1. Implementação de aplicação de modelação e gestão de processos e documentos; P1.2. Implementação de aplicações de suporte à decisão e desmaterialização; P1.3. Sistemas de suporte à desmaterialização; P1.4. Reengenharia processual e consultoria. P2. Balcão Único Multicanal P2.1. Plataforma de Atendimento/Intranet; P2.2. Plataforma de Serviços Online; P2.3. Postos de Trabalho; P2.4. Mobiliário e Ambiente de Atendimento; P2.5. Plataforma SIG e Informação Geográfica; P2.6. Sistema de atendimento multicanal; P2.7. CRM Municipal. P3: Sistemas Tecnológicos P3.1. Sistemas Tecnológicos Municipais | Hardware e redes de suporte às plataformas de modelação de processos e plataformas de interação multicanal; P3.2. Sistemas Tecnológicos Partilhados | Cloud, Storage, Suporte e Conetividade. P4: Iniciativas Transversais P4.1. Plano Tecnológico CIM-BSE; P4.2. Centro de Digitalização de Grandes Formatos; P4.3. Centro de Recursos Partilhados.

Data de conclusão 07.07.2021

Valor de financiamento 108,99 mil €

A operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” tem como objetivo geral a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, com abrangência ao nível sub-regional, vocacionada para a projeção e divulgação do território e da sua identidade, fortemente alicerçada na promoção da cultura e do turismo cultural. Numa primeira fase de implementação, a operação envolverá, grosso modo, a implementação de um programa de animação de centros históricos e urbanos da sub-região Beiras e Serra da Estrela, num formato de Festival que contará com um conjunto de atividades programadas em rede. O desenvolvimento da operação alicerça-se num rico e diversificado acervo patrimonial de que o território dispõe, tanto de cariz material (monumentos e outros imóveis) e imaterial (costumes, gastronomia, artes). Considera a operação que o património é um fator de identidade do território e das comunidades, ao mesmo tempo que se constitui como um fator de diferenciação, num forte contexto de concorrência entre regiões, às mais diversas escalas territoriais. Deste modo, a operação prevê a realização dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela, um programa de animação em rede dos centros históricos e urbanos da sub-região, em forte articulação com o património existente, que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a sub-região BSE, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Paralelamente, a implementação de animação cultural em espaços históricos e urbanos, sendo estes aqueles que genericamente concentram não só mais elementos patrimoniais como também mais estabelecimentos e serviços de sustentação à atividade turística (hotelaria, restauração, comércio), contribui positiva e diretamente para a dinamização das cidades e vilas, atenuando o processo de esvaziamento que enfrenta a globalidade dos centros antigos de todo o país. Operacionalmente, cada um dos quinze municípios da sub-região acolherá a realização de um Festival da Zona Antiga que decorrerá, previsivelmente, na cidade ou vila sede de município. Desta forma, será possível a elaboração de uma programação em rede, concertada entre todas as entidades envolvidas, e adequada à satisfação das diversas necessidades e exigências dos públicos contemporâneos. Ao mesmo tempo, a calendarização das atividades em rede permite que cada município conserve e projete a sua identidade sob um projeto comum a toda a sub-região. No que diz respeito em específico à programação cultural em rede, cada festival da Zona Antiga terá especial enfoque na realização de um espetáculo comunitário (realizado em coprodução entre artistas regionais e companhias nacionais), na dinamização de circuitos contemplativos, assistidos por visitas guiadas encenadas (para demonstração da cultura e história do território de forma interativa e sensorialmente estimulante) e na exibição da história e do património do território com recurso a tecnologia de Video Mapping (enquanto atividade de inovadora para a oferta do património). Paralelamente, é expectável que o lançamento dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela abra caminho para o desenvolvimento de atividades de cooperação e integração de esforços para a promoção e divulgação territorial. Neste sentido, a operação prevê também a integração de esforços em matéria de comunicação e disseminação externa das atividades, capacitação dos profissionais da cultura para a promoção cultural e turística, envolvimento da comunidade local e lançamento de ferramentas integradas para a divulgação do território. Por conseguinte, o projeto “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização

Data de conclusão 31.10.2022

Valor de financiamento 60,89 mil €

A presente operação incide nas ações previstas nos 5 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação, Experimentação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal. - Animação: O investimento na animação destina-se à realização de eventos que visam aumentar a notoriedade da marca AHP e dos recursos associados, procurando reforçar a identidade e posicionar o território no mercado nacional e internacional. Para tal, está previsto um investimento na atualização dos guidelines de eventos AHP em favor do alinhamento com a certificação Biosphere e um investimento na programação e monitorização de eventos para cumprimento de requisitos (ação 1.1). Com um forte envolvimento da comunidade local e mobilização dos parceiros da rede, pretende-se manter a iniciativa “Ser AHP” (ação 1.2) e implementar o “Ciclo de Eventos - 12 em rede” (ação 1.3.) e o “The Castles Quest” (ação 1.4.) dando-lhes um cunho inovador assente na sustentabilidade, conforme guidelines que vierem a ser definidos na ação 1.1. - Comunicação e Marketing: Está prevista a conceção da imagem para os elementos de comunicação (ação 2.1.) tendo por base os guidelines identificados na Etapa I. Esta imagem será incorporada na produção e aquisição de suportes de comunicação (ação 2.2), na conceção e instalação da sinalética (ação 2.3, 2.4 e 2.5), e na conceção dos elementos de comunicação para os Pontos de acolhimento (ação 2.6). Está ainda previsto o investimento em ações promocionais em contexto digital e físico (ação 2.7) e na produção de conteúdos, tradução e assessoria de imprensa (ação 2.8). - Criação de Estruturas de Animação Permanente: Este investimento refere-se à requalificação e modernização de ponto de acolhimento da AHP de Trancoso (ação 3.1), sendo essencial para a conclusão da rede de Pontos de Acolhimento do território. - Inovação: Pretende-se trabalhar a definição da identidade AHP (o que é uma AHP) e a definição dos mecanismos e requisitos à sua proteção e valorização (ação 4.1. Aldeias Históricas de Portugal – do conceito à ação: definição de requisitos-base para a valorização de um recurso com potencial económico), que sustentarão as iniciativas do Projeto de Experimentação. Prevê-se ainda trabalhar os eventos AHP numa perspetiva de certificação – Biosphere Events (ação 4.3), reforçando o alinhamento da rede em matéria de sustentabilidade e construir o processo de classificação das AHP como Património Mundial - UNESCO (ação 4.4). Indica-se ainda a afetação de despesa para a dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP (ação 4.2.) que transita do triénio anterior. - Experimentação: Prevê-se a criação de um hub de experimentação, sustentado nos requisitos-base para a valorização do recurso AHP, definidos na ação 4.1 do Projeto de Inovação. Na ação 5.1 “AHP Business Ecosystem - Programa de valorização dos produtos endógenos” prevê-se a implementação de iniciativas que incitem a dinamização de cadeias de valor associadas a produtos distintivos das AHP através da contratação de serviços especializados de entidades do SCT, das áreas da economia e gestão, para a definição dos modelos de negócio de produtos AHP. Com ligação entre si, as ações 5.2. “AHP Lab – smart village design” e 5.3 “AHP Smart Village” objetivam alavancar o conhecimento na área da arquitetura, construção sustentável e TIC: decorrente do concurso de ideias a realizar no âmbito da ação 5.2, alinhado com os princípios orientadores/requisitos a definir, será concretizado um projeto piloto (ação 5.3) que se traduzirá na reabilitação de um edifício numa AHP. Finalmente, a ação 5.4. AHP Creative Camp refere-se a um desafio direcionado especificamente para investigadores, estudantes, formadores e profissionais nacionais e estrangeiros de áreas ligadas às indústrias culturais e criativas (ICC). Neste triénio, a AHP-ADT pretende manter a mesma lógica de proximidade no âmbito da dinamização da parceria para a promoção e gestão da EEC, seja através de dinâmicas regulares de discussão e concertação entre parceiros, seja pelo apoio técnico e disponibilização de informação relevante aos consorciados públicos e privados, no sentido de apoiar a concretização dos seus investimentos, de acordo com o racional estratégico da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

Data de conclusão 29.08.2023

Valor de financiamento 48,78 mil €

O rio Zêzere nasce na Serra da Estrela e, nos primeiros quilómetros que percorre, atravessa os concelhos de Manteigas, Belmonte, Covilhã e Fundão, seguindo o seu curso até Constância, onde encontra o rio Tejo. Através da Grande Rota do Zêzere (GRZ), percurso linear com uma extensão total de 370 km, são revelados vários cenários, desde a fauna e flora, para além de património edificado, que merecem servir de cenário para espetáculos de índole cultural, dentro da área administrativa dos quatros municípios envolvidos. Ainda que vasta e rica em património natural, a GRZ carece de ser potenciada, aumentando a capacidade de atrair turistas, o que só poderá ser atingido com uma estratégia que, além de intermunicipal, ligue a natureza às culturas locais e às artes. Só os argumentos sustentados no património natural não bastarão para aumentar fluxos turísticos que confiram sustentabilidade a esta Rota. Tendo em conta a importância da consciencialização ambiental, pretende-se com este Projeto valorizar e potenciar o rio Zêzere, destacando a importância da sua preservação, o que será feito através da cultura. Recorrendo a diversas disciplinas artísticas, julgamos poder desempenhar um papel fulcral que permitirá avivar consciências e contribuir para a valorização e preservação de tão importante recurso hídrico, o nosso Zêzere, integrando-o em itinerários de turismo sustentável, com ligação a circuitos turístico-culturais. O projeto “Este Zêzere que nos Une” visa, assim, promover o trabalho artístico e cultural dos quatro municípios envolvidos, contribuindo para o reforço dos laços ancestrais e do sentimento de pertença ao território. Partilhando a identidade cultural e patrimonial de um território transmunicipal, o Festival “Este Zêzere que nos Une” constitui uma estratégia local que envolverá vários agentes e as comunidades, incrementando os fluxos turísticos e o desenvolvimento das economias locais. Como estratégia intermunicipal, visa potenciar “Este Zêzere…” como património natural e cultural, na medida em que define e inspira identidades e manifestações culturais, com associação de elementos artísticos ao mesmo, mas, também, com uma forte ligação às localidades por onde passa, no contexto dos municípios envolvidos, ou seja, de dentro para fora, priorizando e envolvendo as comunidades locais. Tendo por base esse envolvimento, pretende-se estimular o turismo de experiências baseadas na natureza, com exploração do Zêzere a pé ou de bicicleta o Zêzere e as suas margens, proporcionando aos visitantes experiências únicas de fruição artística e cultural, o conhecimento os territórios e das comunidades.

Data de conclusão 29.12.2022

Valor de financiamento 48,29 mil €

A presente operação integra o compósito das ações previstas nos 4 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal, na senda da obtenção de vantagens competitivas sustentáveis no longo prazo para o território. Para este intento, listam-se as diversas ações inerentes a cada projeto âncora: • Comunicação e Marketing: Definição e normalização de guidelines e layouts de identidade e suportes de comunicação; Plano de Internacionalização das AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais da marca AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais dos eventos do plano de animação; Implementação do layout da rede AHP - pontos de acolhimento; Imagem e comunicação da Rede AHP – sinalética; Produção de conteúdos e tradução; Imagem e comunicação da Rede AHP - Marketing digital; • Animação: Definição e normalização de guidelines de eventos; Eventos AHP-ADT; Ser AHP; Culture & Tastes - Ciclo de Eventos (Municípios/AHP-ADT) • Inovação: Dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP; Laboratório de inovação rural e valorização dos recursos endógenos das AHP; Construção coletiva de um destino turístico sustentável de reconhecida excelência mundial • Criação de Estruturas de Animação Permanente: Requalificação e modernização dos pontos de acolhimento AHP; Instalações “Sistemas Produtivos e Inovadores locais- SPIL” e Sinalética AHP. Em termos de Grupos identificados no Aviso, coincidentes com os projetos âncora, o investimento associado totaliza 2.491.176,47 €, distribuído da seguinte forma: Comunicação e Marketing 40%; Animação 39%; Criação Estruturas Animação Permanente 10% e Inovação 9%.

Data de conclusão 28.12.2018

Valor de financiamento 37,12 mil €

A operação Rede ARTÉRIA propõe implementar uma rede de programação cultural que agrega 8 municípios da região Centro: Belmonte, Fundão, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Tábua, Ourém e Viseu. A Rede estrutura-se em três tipologias de ações: Novos Tempos, Festivais e Percursos, concretizada em duas ações nucleares, a implementar nos anos de 2018, 2019 e 2020 (e agora em 2021): Ação I. Comunicação Transversal, ação transversal a toda a programação, pretende contribuir para a unificação das linguagens na promoção, comunicação e divulgação dos espetáculos, eventos e atividades, pelos diversos parceiros, promovendo a atração de novos públicos e contribuindo para a captação de fluxos turísticos; Ação II Programação em Rede, ação central da operação que integra as seguintes atividades: “Laboratório de Ideias e Criação Artística” (integra 8 Laboratórios de Ideias, 8 Residências Artísticas, 8 Ensaios, e Visitas Guiadas no Património); “Estreias, Itinerâncias e Acolhimentos” (concretiza 8 Estreias de criações originais, 24 apresentações em Itinerância, 6 espetáculos com 8 apresentações) e “Coordenação da rede de itinerância” (inclui Reuniões, Encontros e Relatórios). A Rede ARTÉRIA dinamiza, promove e desenvolve o património cultural, assente num trabalho cooperativo entre todos os parceiros co-beneficiários (municípios) e diversas entidades do território (universidades e politécnicos e agentes culturais), convocando as comunidades locais e captando fluxos turísticos.

Data de conclusão 30.12.2021

Valor de financiamento 26,56 mil €

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Transparência sem entrelinhas