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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES

Valor de financiamento

2,25 milhões €

Total de projetos

16

Número de identificação fiscal

5 0 5 5 9 2 9 5 9

Projetos realizados

A operação inserida no projeto “Projeto de Soluções Integradas de Melhoria da Acessibilidade e Mobilidade para Todos” enquadra-se na tipologia “Outras intervenções em espaço público que promovam a pedonalização dos centros urbanos e a adoção de práticas de mobilidade suave que garantam o direito à mobilidade de todos os cidadãos, em particular cidadãos com mobilidade reduzida”, correspondente à alínea c) do ponto 5 do AVISO N.º CENTRO-06-2018-25: + ACESSO PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE INCLUSIVA. As intervenções previstas no projeto correspondem a operações enquadradas no Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) aprovado pela Beiras e Serra da Estrela CIM e que visam a promoção da acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, particularmente pessoas com deficiência, aos espaços públicos, bem como assegurar a sua mobilidade através da implementação de medidas adicionais aos requisitos mínimos estabelecidos por lei. Os utilizadores dos espaços públicos são os cidadãos, e estes são caracterizados pela DIVERSIDADE. As dimensões, capacidades, crenças, idade, herança cultural, capacidade económica, competências sociais e sexo, são específicos de cada pessoa sendo o respeito pela diferença o que nos enriquece como civilização. A operação “Projeto de Soluções Integradas de Melhoria da Acessibilidade e Mobilidade Para Todos” que consiste na implementação de um projeto que visa contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, na qual todos exerçam os seus direitos e usufruam das suas liberdades fundamentais em condições de igualdade de oportunidades, contribuindo para eliminar barreiras culturais e atitudinais perante a diversidade e a diferença, em particular com as pessoas com deficiência, fomentando a promoção de uma sociedade inclusiva, em que todos podem aceder a todos os recursos em condições de igualdade. O projeto preconiza a criação de percursos pedonais acessíveis para todos, pretendendo preservar ao máximo as características do conjunto urbano. Justifica-se assim, implementação do projeto que tem como objetivo melhorar as condições de acessibilidade para todos para conecção da zona alta da vila com o centro. Pretende-se ligar com percursos acessíveis serviços como a Câmara Municipal, Santa Casa da Misericórdia, Creche, Centro Escolar de Fornos de Algodres, Centro cultural, Lar da Santa Casa da Misericórdia e Unidade de Cuidados continuados, Casa do Povo e anfiteatro ao ar livre e acesso ao centro da vila e comércio e serviços lá localizados. A reprogramação apresentada consiste numa proposta de revisão financeira das componentes de investimento e da sua execução temporal. A revisão financeira das componentes prende-se com a anulação da componente “Estudos, Pareceres, Projetos e Consultoria”, com a afetação do montante à componente “Despesas Diversas” e, subsequentemente, com o ajuste do investimento ao valor de adjudicação da empreitada/componente. A reprogramação temporal deve-se à necessidade de ajustamento da data início e de conclusão da operação, por forma a que seja integrada toda a despesa e concretizados os objetivos da operação. A data de início, por virtude de o concurso público ter ficado deserto, assim como a data de conclusão, em resultado da necessária prorrogação de prazo para conclusão da empreitada foi ultrapassado atendendo a um conjunto de circunstâncias, que inviabilizaram o cumprimento do prazo contratual, nomeadamente, a conjuntura associada à pandemia de COVID-19 e as actuais condicionantes do mercado/ subempreiteiros. Os objectivos iniciais propostos são mantidos.

Data de conclusão 24.01.2023

Valor de financiamento 200 mil €

A operação contempla um plano de ação transversal, permitindo aos municípios implementar ações que correspondam às suas necessidades concretas, e que permitam a racionalização de custos, a partilha de recursos e o aumento da eficiência coletiva. Assim, propõem-se 4 Prioridades Macro integradas entre si, com ações específicas cuja implementação contribui para a concretização dos objetivos da operação respeitando igualmente as realidades e específicas de cada autarquia, a saber: P1. Desmaterialização P1.1. Implementação de aplicação de modelação e gestão de processos e documentos; P1.2. Implementação de aplicações de suporte à decisão e desmaterialização; P1.3. Sistemas de suporte à desmaterialização; P1.4. Reengenharia processual e consultoria. P2. Balcão Único Multicanal P2.1. Plataforma de Atendimento/Intranet; P2.2. Plataforma de Serviços Online; P2.3. Postos de Trabalho; P2.4. Mobiliário e Ambiente de Atendimento; P2.5. Plataforma SIG e Informação Geográfica; P2.6. Sistema de atendimento multicanal; P2.7. CRM Municipal. P3: Sistemas Tecnológicos P3.1. Sistemas Tecnológicos Municipais | Hardware e redes de suporte às plataformas de modelação de processos e plataformas de interação multicanal; P3.2. Sistemas Tecnológicos Partilhados | Cloud, Storage, Suporte e Conetividade. P4: Iniciativas Transversais P4.1. Plano Tecnológico CIM-BSE; P4.2. Centro de Digitalização de Grandes Formatos; P4.3. Centro de Recursos Partilhados.

Data de conclusão 07.07.2021

Valor de financiamento 100,19 mil €

A operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” tem como objetivo geral a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, com abrangência ao nível sub-regional, vocacionada para a projeção e divulgação do território e da sua identidade, fortemente alicerçada na promoção da cultura e do turismo cultural. Numa primeira fase de implementação, a operação envolverá, grosso modo, a implementação de um programa de animação de centros históricos e urbanos da sub-região Beiras e Serra da Estrela, num formato de Festival que contará com um conjunto de atividades programadas em rede. O desenvolvimento da operação alicerça-se num rico e diversificado acervo patrimonial de que o território dispõe, tanto de cariz material (monumentos e outros imóveis) e imaterial (costumes, gastronomia, artes). Considera a operação que o património é um fator de identidade do território e das comunidades, ao mesmo tempo que se constitui como um fator de diferenciação, num forte contexto de concorrência entre regiões, às mais diversas escalas territoriais. Deste modo, a operação prevê a realização dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela, um programa de animação em rede dos centros históricos e urbanos da sub-região, em forte articulação com o património existente, que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a sub-região BSE, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Paralelamente, a implementação de animação cultural em espaços históricos e urbanos, sendo estes aqueles que genericamente concentram não só mais elementos patrimoniais como também mais estabelecimentos e serviços de sustentação à atividade turística (hotelaria, restauração, comércio), contribui positiva e diretamente para a dinamização das cidades e vilas, atenuando o processo de esvaziamento que enfrenta a globalidade dos centros antigos de todo o país. Operacionalmente, cada um dos quinze municípios da sub-região acolherá a realização de um Festival da Zona Antiga que decorrerá, previsivelmente, na cidade ou vila sede de município. Desta forma, será possível a elaboração de uma programação em rede, concertada entre todas as entidades envolvidas, e adequada à satisfação das diversas necessidades e exigências dos públicos contemporâneos. Ao mesmo tempo, a calendarização das atividades em rede permite que cada município conserve e projete a sua identidade sob um projeto comum a toda a sub-região. No que diz respeito em específico à programação cultural em rede, cada festival da Zona Antiga terá especial enfoque na realização de um espetáculo comunitário (realizado em coprodução entre artistas regionais e companhias nacionais), na dinamização de circuitos contemplativos, assistidos por visitas guiadas encenadas (para demonstração da cultura e história do território de forma interativa e sensorialmente estimulante) e na exibição da história e do património do território com recurso a tecnologia de Video Mapping (enquanto atividade de inovadora para a oferta do património). Paralelamente, é expectável que o lançamento dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela abra caminho para o desenvolvimento de atividades de cooperação e integração de esforços para a promoção e divulgação territorial. Neste sentido, a operação prevê também a integração de esforços em matéria de comunicação e disseminação externa das atividades, capacitação dos profissionais da cultura para a promoção cultural e turística, envolvimento da comunidade local e lançamento de ferramentas integradas para a divulgação do território. Por conseguinte, o projeto “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização

Data de conclusão 31.10.2022

Valor de financiamento 55,61 mil €

A operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” visa a consolidação do trabalho artístico e cultural em rede dos Municípios de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Seia e da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), decorrente do desenvolvimento da operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” financiada ao abrigo da Programação Cultural em Rede (Aviso CENTRO 14-2016-03), liderada pela CIMBSE em parceria com os 15 Municípios que a constituem e com a Associação de Municípios da Cova da Beira, encontrando-se no último ano de execução, com um desempenho francamente positivo ao nível dos resultados físicos e financeiros. Importa por isso, revisitar a operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” e dos aspetos que foram considerados fundamentais para o sucesso da sua concretização. A operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” espelha, assim, o resultado do trabalho de cooperação e de construção de sinergias entre os vários parceiros, desenvolvido ao longo dos últimos anos, na criação artística e cultural em rede e na valorização turística do território, estabelecendo-se, agora, numa lógica de maior proximidade com os agentes culturais locais, produzindo a autenticidade dos seus projetos artísticos e prosseguindo o trabalho de participação da comunidade. Partilhando a identidade cultural e patrimonial de um território, a experiência já alcançada no desenvolvimento de atividades de programação cultural em rede e respondendo às atuais exigências de animação artística e dinamização cultural que contribuam para a retoma da confiança da vida social e turística, a operação “Festival Cultural da Serra da Estrela” constitui uma estratégia local partilhada entre os vários agentes públicos e privados e a comunidade, de convite à visitação turística e de desenvolvimento da economia local.

Data de conclusão 20.12.2022

Valor de financiamento 34,06 mil €

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