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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICÍPIO DE ODIVELAS

Valor de financiamento

10,66 milhões €

Total de projetos

30

Número de identificação fiscal

5 0 4 2 9 3 1 2 5

Projetos realizados

Pretende-se com a elaboração do Plano de Mobilidade e Transportes de Odivelas, encontrar soluções sustentadas de transporte que viabilizem a adoção de políticas de gestão da mobilidade. As análises já realizadas no âmbito da mobilidade no Concelho de Odivelas identificaram problemas estruturantes, que permitiram cogitar numa estratégia de intervenção e refletir sobre a necessidade de elaborar estudos a desenvolver para o município neste capítulo. Será necessário assegurar que as futuras intervenções no território sejam efetuadas de forma coerente e articulada. A melhor forma da Câmara Municipal de Odivelas dar seguimento a estas reflexões é encetar a elaboração de um instrumento de gestão de mobilidade urbana. O Plano de Mobilidade e Transportes de Odivelas permitirá gerir da melhor forma as novas dinâmicas territoriais e os desafios que se apresentam em termos de acessibilidade, mobilidade e transportes. O Plano de Mobilidade e Transportes de Odivelas comporta um conjunto de projetos e obras que visam o desenvolvimento de soluções integradas de gestão multimodal bem como de melhoria da qualidade do espaço público numa lógica de proximidade em complemento com a rede de equipamentos à escala metropolitana que se privilegiou promover no âmbito da sua elaboração. Neste contexto, foram definidas, numa primeira fase, prioridades de investimento para a freguesia da Pontinha, considerando a candidatura as seguintes intervenções: ­ Reperfilamento da Rua Pedro Álvares Cabral; ­ Requalificação da Av. 25 de Abril; ­ Ciclovia de ligação entre o interface da Pontinha e a Amadora

Data de conclusão 04.08.2022

Valor de financiamento 1,32 milhões €

O projeto de Reabilitação da Quinta do Espirito Santo insere-se na estratégia para ”a valorização do património com recurso a projetos inovadores, que poderá constituir uma ancoragem estratégica para o município de Odivelas, tendo em vista a valorização do interesse e competitividade, bem como, do fomento de um sentimento de identificação e autoestima, da população, face ao território;” (LOE: p: 60). Insere-se ainda, na Salvaguarda e Valorização do Património Cultural – “Valorização e proteção do património cultural, etnográfico e da história local, nomeadamente, da cultura Saloia; Sensibilização da população e dos agentes locais para questões patrimoniais; Aposta nos Museus como reforço da Identidade Local; Aposta na musealização de sítios ou figuras culturais, como projeto inovador, para a preservação, testemunho e divulgação do passado (ex. Museu Etnográfico em Caneças, Casa Museu do Mestre Lino, Casa Museu Vasco Santana, Parque Temático Histórico – com suportes multimédia); Aprofundar o conhecimento específico sobre a arqueologia no Concelho.” (LOE: pp. 62-63). Pretende-se, nesta linha de ação, reabilitar e requalificar o Palacete e o jardim envolvente da Quinta do Espírito Santo, recorrendo a métodos construtivos tradicionais e, mantendo a sua verdadeira essência e respetiva herança histórica, para a instalação de um núcleo municipal dedicado às atividades económicas e um espaço expositivo. O imóvel encontra-se classificado com “Valor Concelhio”, no âmbito do Dec. Lei n.º 2/96 de 6/03, que no seu preâmbulo determina “O presente diploma procede, assim, à classificação de um grande número de imóveis, aos quais foi reconhecido relevante interesse arquitetónico.”

Data de conclusão 25.06.2020

Valor de financiamento 793,28 mil €

A presente operação destina-se a implementar uma Zona 30 no Centro Histórico de Odivelas, prevendo uma extensão ao Bairro Espírito Santo. Trata-se de um território que reúne as condições necessárias à aplicação deste conceito pelos valores patrimoniais isolados, pelo conjunto do edificado que o carateriza e também pelo dimensionamento das infraestruturas urbanas que não correspondem à intensidade de tráfego a que está sujeito. A extensão da zona 30 ao Bairro do Espirito Santo deve-se à necessidade de introduzir modificações nos sentidos de circulação, provenientes das alterações que decorrem da intervenção no Centro Histórico. Aproveita-se em simultâneo para reduzir a faixa destinada aos veículos motorizados, uma vez a Rua do Espirito Santo, Rua Luis de Camões e Rua Coronel Ferreira Simas, passarão a ser de sentido único, permitindo organizar o estacionamento automóvel e libertando os passeios da ocupação das viaturas. As medidas de acalmia de tráfego a introduzir derivam em especial do desenho urbano, traduzindo-se na redução das faixas de rodagem para cerca de 3,50m e pontualmente para 3,00m como forma de desincentivar o tráfego de atravessamento que se faz sentir em particular pela Rua Guilherme Gomes Fernandes e Rua dos Combatentes da Grande Guerra. Presentemente verifica-se a circulação de transportes públicos ao longo deste eixo em ambos os sentidos, sendo a circulação feita de modo alternado comandada por semaforização. Admite-se a continuação da circulação alternada dos transportes públicos em ambos os sentidos, não obstante a necessidade de se virem a criar alternativas à circulação dos transportes públicos pelo impacto negativo produzido no ambiente urbano e no património construído. De considerar também como medidas de acalmia a introdução de um pavimento diferenciado em cubo de granito com 11cm de aresta, complementada com deflexões verticais em algumas passadeiras de peões e a colocação de sinalização vertical nas “portas de acesso”.

Data de conclusão 22.12.2022

Valor de financiamento 553,7 mil €

O projeto de Reabilitação dos Claustros do Mosteiro S. Dinis e S. Bernardo insere-se na estratégia para ”a valorização do património com recurso a projetos inovadores, que poderá constituir uma ancoragem estratégica para o município de Odivelas, tendo em vista a valorização do interesse e competitividade, bem como, do fomento de um sentimento de identificação e autoestima, da população, face ao território;” (LOE: p: 60). A intervenção agora prevista irá incidir sobre a totalidade dos dois claustros, incluindo terraços e coberturas. Os materiais a tratar são os revestimentos pétreos e azulejares, os rebocos e pinturas de tetos e paredes, os elementos metálicos, pavimentos cerâmicos, revestimentos de coberturas em telha e terraços em tijoleira, para além das estruturas de coberturas em madeira. A especificidade técnica requerida para os trabalhos de conservação e restauro a desenvolver devido à sua natureza, bem como o facto de tratar-se de um Monumento Nacional, exigem uma abordagem especializada. O imóvel, Mosteiro de S. Dinis em Odivelas encontra-se classificado como Monumento Nacional, por Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910, e dispõem de uma ZEP - Zona Especial de Proteção - por Portaria nº 629/2013, de 20 de Novembro. A gestão do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas passou para a Câmara Municipal, de acordo com o Despacho nº 5957/2017 (Diário da Republica, 2ª série – Nº129-6 de Julho), e nos termos da Minuta de Auto de Cedência de Utilização (em anexo), visada pelo Tribunal de Contas a 22.11.2018 e assinada a 14.01.2019, entre o Estado Português e Município de Odivelas, onde foram definidos os pontos de ação que se inserem no âmbito das atribuições municipais previstas, designadamente no artigo 23º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro.

Data de conclusão 24.02.2022

Valor de financiamento 488,35 mil €

O projeto de Requalificação do Jardim da Quinta do Espirito Santo insere-se na estratégia para ”a valorização do património com recurso a projetos inovadores, que poderá constituir uma ancoragem estratégica para o município de Odivelas, tendo em vista a valorização do interesse e competitividade, bem como, do fomento de um sentimento de identificação e autoestima, da população, face ao território;” (LOE: p: 60). Insere-se ainda, na Salvaguarda e Valorização do Património Cultural – “Valorização e proteção do património cultural, etnográfico e da história local, nomeadamente, da cultura Saloia; Sensibilização da população e dos agentes locais para questões patrimoniais; Aposta nos Museus como reforço da Identidade Local; Aposta na musealização de sítios ou figuras culturais, como projeto inovador, para a preservação, testemunho e divulgação do passado (ex. Museu Etnográfico em Caneças, Casa Museu do Mestre Lino, Casa Museu Vasco Santana, Parque Temático Histórico – com suportes multimédia); Aprofundar o conhecimento específico sobre a arqueologia no Concelho.” (LOE: pp. 62-63). Pretende-se, nesta linha de ação, requalificar o jardim da Quinta do Espírito Santo, mantendo a sua verdadeira essência e respetiva herança histórica, que enquadre a reabilitação do Palacete. O imóvel encontra-se classificado com “Valor Concelhio”, no âmbito do Dec. Lei n.º 2/96 de 6/03, que no seu preâmbulo determina “O presente diploma procede, assim, à classificação de um grande número de imóveis, aos quais foi reconhecido relevante interesse arquitetónico.”

Data de conclusão 05.07.2023

Valor de financiamento 248,66 mil €

Os parques urbanos são áreas verdes que fomentam uma maior qualidade de vida para a população ao proporcionarem um maior contato com a natureza e determinantes para a prática de atividade física e de lazer, quer seja através da implementação de percursos pedonais e de lazer ou hortas urbanas que permitam o desenvolvimento de economias solidárias a par de uma melhor integração ecológica, social e urbanística. A integração de perímetros agrícolas nos núcleos urbanos articulando com parques, corredores verdes ou linhas de água, constituem soluções mais sustentáveis bem como a integração de hortas espontâneas já existentes na Estrutura Ecológica Municipal. A este propósito um dos fatores críticos de sucesso reside na “interligação entre o sistema natural, onde se inclui a agricultura saudável, o recreio e a proteção ecológica à circulação da água, por causa das inundações, planeando corredores multiusos com percursos de recreio, agricultura e circulação de água garantida a céu aberto e não canalizada onde as “hortas urbanas” fazem parte do novo conceito de cidade. A promoção do desenvolvimento sustentável através do fomento de uma melhoria do meio ambiente - possibilitando a proliferação de espaços verdes, a renovação da paisagem urbana bem como a redução das emissões dos sectores logísticos e dos transportes - da coesão social e da cidadania - estabelecendo relações solidárias de vizinhança e, proporcionando aos jovens, desde cedo, uma formação para uma maior consciência ambiental e valorização da produção nacional bem como, um cariz de desenvolvimento económico – fomentando uma economia de proximidade e a capacidade empreendedora dos agricultores urbanos (hortelãos).

Data de conclusão 27.10.2017

Valor de financiamento 154,94 mil €

O Projeto Intervenção de conservação e restauro / Túmulo de D. Dinis tem como área de intervenção a Igreja do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas, Monumento Nacional. Pretende-se contribuir para a conservação e restauro do túmulo de D. Dinis, figura axial da História de Portugal e uma das personagens mais marcantes da monarquia portuguesa. Trata-se de um testemunho de estilo gótico, arte do século XIV, percursor de uma nova arquitetura tumular em Portugal, que assume enorme valor histórico nacional e local, constituindo uma peça da memória coletiva nacional que urge preservar. Perante a crescente degradação que o Monumento apresenta, a conservação e restauro do Túmulo do Rei D. Dinis, afigura-se com caráter urgente, tendo a Câmara Municipal de Odivelas (CMO) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), promovido uma intervenção conservativa do Túmulo de D. Dinis e do Infante e respetivo registo fotográfico – fotografia ortorectificada, no final de 2016. Esta intervenção teve como objetivo a identificação dos materiais constituintes, as técnicas de execução, bem como, as diferentes intervenções de restauro, que o túmulo foi objeto, ao longo dos tempos. Deste trabalho de registo, recolha de amostras, limpeza superficial e consolidação, realizada pela empresa K4, de acordo com o caderno de encargos elaborado pela DGPC, resultou um diagnóstico que identifica os materiais e principais patologias e definir os tratamentos e metodologias adequadas que nos permitem uma intervenção mais profunda e definitiva de conservação e restauro. Em face das conclusões retiradas na 1ª fase da intervenção, a metodologia incide em duas faces de intervenção, sendo a primeira a recuperação de coberturas, vãos, paramentos exteriores e interiores, da Capela-Mor e absidíolos e uma segunda fase com a conservação e restauro do Túmulo de D. Dinis I Mosteiro de Odivelas. O Projeto de Intervenção de conservação e restauro / Túmulo de D. Dinis, tem como estratégia a valorização do Património e assenta nas Linhas de Orientação Estratégica como: • Aposta na salvaguarda e divulgação do património para a valorização do território; • Criação de novas centralidades; • Desenvolvimento do espaço público e do tecido económico periférico; • Promoção de atividades de valorização cultural e promoção turística; • Promoção da fruição integral do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo; • Atração de visitantes ao centro histórico de Odivelas; • Estímulo de um sentimento de identificação e pertença da população de Odivelas face ao seu território

Data de conclusão 27.12.2021

Valor de financiamento 130,71 mil €

Decorrente da intervenção de conservação e restauro do monumento nacional Dólmen do Sitio das Pedras Grandes (2002) pretende-se, com o presente projeto, atribuir um enquadramento nobre ao monumento através da valorização do espaço público e natural adjacente ligando-o com a Estrutura Ecológica Municipal inserida num corredor verde. O projeto de valorização paisagística do Dólmen do Sítio das Pedras Grandes insere-se, ainda, na estratégia para ”a valorização do património com recurso a projetos inovadores, que poderá constituir uma ancoragem estratégica para o município de Odivelas, tendo em vista a valorização do interesse e competitividade, bem como, do fomento de um sentimento de identificação e autoestima, da população, face ao território;” (LOE: p: 60). Insere-se ainda, na Salvaguarda e Valorização do Património Cultural e Natural – “Valorização e proteção do património cultural, etnográfico e da história local, nomeadamente, da cultura Saloia; Sensibilização da população e dos agentes locais para questões patrimoniais e ambientais; Aposta nos Museus como reforço da Identidade Local; Aposta na musealização de sítios ou figuras culturais, como projeto inovador, para a preservação, testemunho e divulgação do passado (ex. Museu Etnográfico em Caneças, Casa Museu do Mestre Lino, Casa Museu Vasco Santana, Parque Temático Histórico – com suportes multimédia-, etc.); Aprofundar o conhecimento específico sobre a arqueologia no Concelho.” (LOE: pp. 62-63). A área de intervenção situa-se no Bairro do Casal Novo, integrando uma área de cedência para equipamentos. Como condicionantes da proposta consideram-se as áreas legais de proteção ao monumento, bem como a área de implantação da futura igreja do Bairro do Casal Novo. A proposta considerou como elementos estruturantes a área de demarcação ao monumento, assim como a estrutura de percursos na envolvente, cujo ponto de confluência visual e de circulações será a Anta das Pedras Grandes. Outros elementos propostos assumem importância do ponto de vista de identificação e valorização do espaço, tal como o pórtico curvilíneo adjacente à igreja que anuncia a transição para o espaço pavimentado do “átrio da igreja”, também uma área de lazer e estadia rematada por uma pérgola curvilínea que abraça o espaço circular onde se localiza o monumento, um espelho de água e ainda um maciço arbóreo que “esconde” os altos muros das construções existentes a norte, criando em simultâneo uma situação de orla densa que se abre em clareiras relvadas, voltadas para o monumento e vocacionadas para o recreio ativo.

Data de conclusão 29.06.2018

Valor de financiamento 123,94 mil €

O projeto de requalificação da vegetação ripícola do Rio da Costa insere-se na estratégia para “a melhoria do meio ambiente (físico e social) e da paisagem urbana no sentido da sustentabilidade” assentando nas Linhas de Orientação Estratégica para o Concelho de Odivelas (LOE) – através das apostas na “implementação de um plano municipal do ambiente para o Concelho; considerando a valorização ambiental dos espaços rurais, naturais ou naturalizados, como elemento central na estratégia. Aposta na instituição de um plano de desenvolvimento da Estrutura Verde para o Concelho (cujo objetivo central seja o de garantir o funcionamento ecológico e a valorização da paisagem do território e do ambiente urbano, partindo da identificação das estruturas ecológica, cultural e edificada); Implementação da Rede Ecológica Metropolitana, bem como a revitalização dos espaços de características rurais, enquanto elementos de equilíbrio metropolitano, em correspondência com a estratégia apontada pelo PROTAML; Constituição de espaços urbanos mais qualificados, ambientalmente mais eficazes e sustentáveis;” (LOE: p: 55) e, na linha de valorização do património natural através da “aposta na requalificação dos solos permeáveis tais como linhas de água e Ribeira de Odivelas, proteção da biodiversidade, aposta em corredores verdes, parque urbano central, eventuais áreas de cultivo, espaços de lazer e recreio; Proteção do contínuo paisagístico/ambiental do concelho de Odivelas com o concelho de Loures, através da correspondente zona rústica, permitindo assim, a manutenção dos fluxos de circulação biológica entre ambos os concelhos, com vantagens óbvias para Odivelas; em projetos inovadores de aproveitamento de espaços rurais e naturais (quinta pedagógica, labirinto, jardim de aromas, hortas urbanas, centro equestre, etc.).” (LOE: p. 62).

Data de conclusão 31.10.2017

Valor de financiamento 89,55 mil €

O Projeto Percursos das Colinas | Passadiços pretende dar continuidade ao Projeto Rede Ecológica Metropolitana de Valorização da Natureza, de Biodiversidade, Recreio e Lazer, através do qual se pretende interligar o futuro Parque Urbano das Colinas do Cruzeiro a Norte e o Complexo Desportivo de Odivelas. Com uma área de 7.632 m2, este espaço corresponde no Plano Diretor Municipal a espaço urbano consolidado verde envolvente ao troço da ribeira e coincidente com o limite Nordeste da urbanização das Colinas do Cruzeiro. É delimitado a este e oeste pelas frentes construídas de carater urbano, a sudoeste pela Rua Rodrigo Peganino, a norte pela Avenida Reinaldo dos Santos e a sul pela Rua Pulido Valente. A intervenção assenta no propósito de tirar partido do declive característico dos taludes da linha da água e dos respetivos sistemas de vistas, através de um sistema de passadiços sobrelevados em madeira que façam a ligação norte-sul vencendo o diferencial altimétrico. Esta é uma solução que integra preocupações de design inclusivo, de forma a adequar-se a cidadãos com mobilidade reduzida, e uso de modos suaves de transporte. Neste sentido, prevê-se que o conjunto de passadiços deva ser acompanhado por uma tipologia de percurso secundário misto - pedonal e ciclável - de acesso direto e utilitário, alternativo aos passadiços, associados a um uso mais recreativo. Este percurso fará a ligação do troço da ciclovia prevista para a Rua Rodrigo Peganino até à Rua Reinaldo dos Santos, de forma a possibilitar o atravessamento de todo o espaço de intervenção.

Data de conclusão 27.07.2020

Valor de financiamento 67,05 mil €

O Projeto Percorrer Odivelas representa uma aposta forte na implementação de modos suaves de transporte, através da criação de percursos pedonais e cicláveis, e simultaneamente uma ação de requalificação do espaço público, garantindo desta forma uma intervenção integrada onde se pretende evidenciar a valorização e preservação da história e cultura locais, os elementos naturais presente em meio urbano, a promoção da coesão social e territorial, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das populações, aumentando significativamente o padrão de sustentabilidade das comunidades locais. Esta operação assenta na criação de dois percursos: ? Percurso Histórico (fase de concurso) Um percurso pedonal com cerca de 5000m que estabelece a ligação entre a Urbanização Colinas do Cruzeiro e o núcleo antigo de Odivelas pela zona histórica da cidade, que em articulação com outras operações especificamente orientadas para a regeneração urbana do núcleo antigo de Odivelas terá um contributo expressivo ao nível da valorização de determinados elementos de património. ? Percurso Odivelas (fase a desenvolver futuramente) Composto por três itinerários pedonais, complementados em alguns troços com vias cicláveis da rede ciclável municipal, numa extensão de cerca de 12500 m. Os três itinerários assumem a designação de Percurso Odivelas, Percurso Colinas e Percurso Paiã, propiciando ligações entre os principais serviços municipais e equipamentos do concelho e, no caso da Paiã, uma área de atividade económicas.

Data de conclusão 28.11.2018

Valor de financiamento 66,6 mil €

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