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Beneficiário Portugal 2020

ADER-SOUSA ASSOC DE DESENVOLVIMENTO RURAL DAS TERRAS DO SOUSA

Ficha de beneficiário

Nome

ADER-SOUSA ASSOC DE DESENVOLVIMENTO RURAL DAS TERRAS DO SOUSA

Valor de financiamento

2,15 milhões €

Total de projetos

24

Número de identificação fiscal

5 0 3 0 4 6 3 3 7

Projetos realizados

A ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, durante o ano de 2008, realizou um estudo denominado “Caminhos Antigos de Peregrinação – Caminhos Portugueses para Santiago de Compostela e os principais centros de Peregrinação”, financiado através da IC LEADER+, que consistiu na elaboração de uma carta dos caminhos de peregrinação existentes nas Terras do Sousa (Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) do ponto de vista do seu traçado, da sua fundamentação histórica e arqueológica e na inventariação e caracterização dos locais de interesse histórico-patrimonial existentes ao longo dos diversos percursos. O estudo realizado mostrou a existência de vinte e dois traçados viários que cruzam o território destes municípios no sentido Norte-Sul, à excepção de um (Estrada Porto-Amarante) que o faz no sentido Poente-Nascente. Na sua grande maioria, estas rotas viárias têm uma ascendência medieval e, em alguns casos, a sua vetustez recua até ao período romano, senão mesmo antes. Muitos deles passam junto a igrejas românicas, outros estão balizados por antigas minas, necrópoles e assentamentos romanos, há os que passam na base de antigos povoados da Idade do Ferro e não podemos ignorar aqueles que estavam marginados pelos memoriais, como é o caso de o de Irivo (Penafiel). Uma boa parte destas vias está ou foi servida por pontes de fabrico romano (Ponte do Arco, Ponte de Barrimau), por pontes de fabrico medieval (Ponte de Cepeda, Ponte de Alvre, Ponte da Gasconha, Ponte de Espíndo, Ponte de Vilela, Ponte de Santa Marta, etc.), sendo as outras, de arco ou padieiras, de traça mais recente. Ao longo destes percursos assinalam-se devoções marianas, cultos a São Tiago, São Gonçalo e São Martinho, e prestava-se especial devoção às relíquias de certos varões cujas virtudes haviam extravasado o comum dos mortais. Verifica-se, entretanto, que não existe um conhecimento equivalente para o restante território que abarca a EEC PROVERE – Turismo para Todos, pelo que se nos afigura premente a sua realização. Estas vias necessitam de intervenções de vária ordem capazes de revitalizar e conservar tais itinerários para que se tornem atractivos para o grande público numa lógica de desenvolvimento sustentável. Para isso, é indispensável proceder-se à definição de tipologias / formas de intervenção a nível arquitectónico e paisagístico. No entanto, é indispensável uniformizarem-se os critérios de protecção e de promoção do património, do natural ao construído, existente nos municípios que integram o território da EEC PROVERE – Turismo para Todos (de hora em diante denominado apenas por território) numa óptica de integração em redes já existentes como sejam a “Rota do Românico”, a “Rede das Aldeias de Portugal” e de percursos naturais. A execução da presente Acção permitirá proteger e salvaguardar os principais caminhos e rotas, em especial aquelas parcelas que ainda não foram intervencionadas pelos modernos meios de conservação de estradas (empedramento, alcatrão, etc.). Permitirá valorizar trechos de caminhos onde permanecem ainda empedrados seculares, sejam eles medievais ou mais modernos, e preservar certos itinerários sempre que eles sejam a mais-valia para a compreensão da política viária que antecedeu a grande reformulação iniciada com o Liberalismo em Portugal. Por outro lado, esta Acção conduzirá à selecção de um conjunto de pontes que merecem, pela sua arquitectura, tipologia e cronologia uma condigna preservação e enquadramento paisagístico, compatível com a valorização dos muitos patrimónios que se cruzam e inter-cruzam com as populações que beneficiam com a sua presença. Nesta perspectiva, esta Acção é um passo importante para se promoverem actividades que tendam a proteger e a divulgar a antiga rede viária, que foi e esteve na origem da fixação de populações, na estruturação de núcleos habitacionais, no desenvolvimento regional e local e pela qual transitaram mercadorias, bens e serviços, almocreves, comerciantes, monges, sacerdotes e peregrinos a caminho de Santiago, de Jerusalém, de Roma, da Senhora da Abadia, de São Torcato, da Senhora da Oliveira, de São Gualter, de São Bento das Peras, de Santa Senhorinha de Basto e tantos outros santuários e locais de peregrinação espalhados pelos mais recônditos pontos do Norte de Portugal. A valorização destas vias antigas, que na sua maioria são caminhos de circulação actual (estradas nacionais e municipais), é algo que pode ser entendido como uma mais-valia económica para o território, porque permitirá multiplicar os percursos pedestres já existentes e estabelecer novas rotas, novos percursos que articulados com os patrimónios locais, chamarão sem dúvida novos aderentes ao que se costuma chamar de turismo cultural e religioso. Finalmente não podemos deixar de valorizar a presente Acção, não só pela sua mais-valia, mas também porque se articula com outras acções / projectos que têm vindo a ser implementados no território. Qualquer acção / projecto que vise a reabilitação de margens e/ou de cursos de água, a requalificação ambiental, a criação de parques ambientais, a requalificação de caminhos naturais ou a valorização do património arquitectónico, nomeadamente o que está relacionado com mosteiros e igrejas românicas, articula-se, com toda a naturalidade, com esta Acção de valorização e divulgação da rede viária antiga; assim como, todos os projectos de alojamento, restauração, animação turística e ainda de valorização dos produtos locais, beneficiarão com a implementação desta Acção.

Data de conclusão 14.10.2021

Valor de financiamento 128,89 mil €

A ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, durante o ano de 2008, realizou um estudo denominado “Caminhos Antigos de Peregrinação – Caminhos Portugueses para Santiago de Compostela e os principais centros de Peregrinação”, financiado através da IC LEADER+, que consistiu na elaboração de uma carta dos caminhos de peregrinação existentes nas Terras do Sousa (Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) do ponto de vista do seu traçado, da sua fundamentação histórica e arqueológica e na inventariação e caracterização dos locais de interesse histórico-patrimonial existentes ao longo dos diversos percursos. O estudo realizado mostrou a existência de vinte e dois traçados viários que cruzam o território destes municípios no sentido Norte-Sul, à excepção de um (Estrada Porto-Amarante) que o faz no sentido Poente-Nascente. Na sua grande maioria, estas rotas viárias têm uma ascendência medieval e, em alguns casos, a sua vetustez recua até ao período romano, senão mesmo antes. Muitos deles passam junto a igrejas românicas, outros estão balizados por antigas minas, necrópoles e assentamentos romanos, há os que passam na base de antigos povoados da Idade do Ferro e não podemos ignorar aqueles que estavam marginados pelos memoriais, como é o caso de o de Irivo (Penafiel). Uma boa parte destas vias está ou foi servida por pontes de fabrico romano (Ponte do Arco, Ponte de Barrimau), por pontes de fabrico medieval (Ponte de Cepeda, Ponte de Alvre, Ponte da Gasconha, Ponte de Espíndo, Ponte de Vilela, Ponte de Santa Marta, etc.), sendo as outras, de arco ou padieiras, de traça mais recente. Ao longo destes percursos assinalam-se devoções marianas, cultos a São Tiago, São Gonçalo e São Martinho, e prestava-se especial devoção às relíquias de certos varões cujas virtudes haviam extravasado o comum dos mortais. Verifica-se, entretanto, que não existe um conhecimento equivalente para o restante território que abarca a EEC PROVERE – Turismo para Todos, pelo que se nos afigura premente a sua realização. Estas vias necessitam de intervenções de vária ordem capazes de revitalizar e conservar tais itinerários para que se tornem atractivos para o grande público numa lógica de desenvolvimento sustentável. Para isso, é indispensável proceder-se à definição de tipologias / formas de intervenção a nível arquitectónico e paisagístico. No entanto, é indispensável uniformizarem-se os critérios de protecção e de promoção do património, do natural ao construído, existente nos municípios que integram o território da EEC PROVERE – Turismo para Todos (de hora em diante denominado apenas por território) numa óptica de integração em redes já existentes como sejam a “Rota do Românico”, a “Rede das Aldeias de Portugal” e de percursos naturais. A execução da presente Acção permitirá proteger e salvaguardar os principais caminhos e rotas, em especial aquelas parcelas que ainda não foram intervencionadas pelos modernos meios de conservação de estradas (empedramento, alcatrão, etc.). Permitirá valorizar trechos de caminhos onde permanecem ainda empedrados seculares, sejam eles medievais ou mais modernos, e preservar certos itinerários sempre que eles sejam a mais-valia para a compreensão da política viária que antecedeu a grande reformulação iniciada com o Liberalismo em Portugal. Por outro lado, esta Acção conduzirá à selecção de um conjunto de pontes que merecem, pela sua arquitectura, tipologia e cronologia uma condigna preservação e enquadramento paisagístico, compatível com a valorização dos muitos patrimónios que se cruzam e inter-cruzam com as populações que beneficiam com a sua presença. Nesta perspectiva, esta Acção é um passo importante para se promoverem actividades que tendam a proteger e a divulgar a antiga rede viária, que foi e esteve na origem da fixação de populações, na estruturação de núcleos habitacionais, no desenvolvimento regional e local e pela qual transitaram mercadorias, bens e serviços, almocreves, comerciantes, monges, sacerdotes e peregrinos a caminho de Santiago, de Jerusalém, de Roma, da Senhora da Abadia, de São Torcato, da Senhora da Oliveira, de São Gualter, de São Bento das Peras, de Santa Senhorinha de Basto e tantos outros santuários e locais de peregrinação espalhados pelos mais recônditos pontos do Norte de Portugal. A valorização destas vias antigas, que na sua maioria são caminhos de circulação actual (estradas nacionais e municipais), é algo que pode ser entendido como uma mais-valia económica para o território, porque permitirá multiplicar os percursos pedestres já existentes e estabelecer novas rotas, novos percursos que articulados com os patrimónios locais, chamarão sem dúvida novos aderentes ao que se costuma chamar de turismo cultural e religioso. Finalmente não podemos deixar de valorizar a presente Acção, não só pela sua mais-valia, mas também porque se articula com outras acções / projectos que têm vindo a ser implementados no território. Qualquer acção / projecto que vise a reabilitação de margens e/ou de cursos de água, a requalificação ambiental, a criação de parques ambientais, a requalificação de caminhos naturais ou a valorização do património arquitectónico, nomeadamente o que está relacionado com mosteiros e igrejas românicas, articula-se, com toda a naturalidade, com esta Acção de valorização e divulgação da rede viária antiga; assim como, todos os projectos de alojamento, restauração, animação turística e ainda de valorização dos produtos locais, beneficiarão com a implementação desta Acção.

Data de conclusão 14.10.2021

Valor de financiamento 128,89 mil €

A Ader-Sousa – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, concluiu no presente ano o alargamento do estudo denominado “Caminhos Antigos de Peregrinação – Caminhos Portugueses para Santiago de Compostela e os principais centros de Peregrinação” a todo o território do Tâmega e Sousa, estando a finalizar a edição de uma monografia sobre o mesmo, assim como a edição de um manual de boas práticas para intervenção nos caminhos, desenvolvidos no âmbito do projecto “Caminhos de Peregrinação – 1ª fase”, também financiado no âmbito do presente PROVERE. Com a informação produzida verifica-se a necessidade da sua divulgação junto do público, nomeadamente daqueles que têm interesse e gosto por caminhadas e por património, o que não é alcançavel apenas através da monografia que se está a concluir. Conforme previsto iremos proceder à sinalização de um dos caminhos, até porque consideramos que devemos testar a colocação de sinalética num dos caminhos para verificar o seu impacto e testar a sua conservação/manutenção, caíndo a escolha sobre o caminho de peregrinação de Santa Maria de Cádiz que foi objecto de estudo de caso para o manual de boas práticas produzido no âmbito do referido projecto “Caminhos de Peregrinção – 1ª fase”, e para o qual foi assinalada a tipologia e tipo de placas necessárias, assim como indicado um orçamento para sua realização. Para a divulgação consideramos que a melhor opção é o desenvolvimento de uma plataforma, ou seja, de um website com uma PWA (progresssibe web app) integrada, que possibilite a quem quiser percorrer os caminhos, fazendo uso do seu smartphone. A plataforma a desenvolver, para além de valorizar e promover o território, permitirá que qualquer cidadão possa ter acesso aos caminhos definidos no âmbito do estudo; obter informação relativamente detalhada sobre cada um dos deles (indo ser usada a infromação desenvolvida no estudo/monografia); visualizar o trajeto do caminho no território (sobre o mapa da Google); utilizar a informação disponibilizada para auxiliar na realização do caminho (recorrendo à PWA respetiva, instalada no smartphone); e obter informação adicional sobre o território. Consideramos que a construção da plataforma, para além de ser mais execuível em termos de tempo e custo, é mais adaptável, podendo mesmo ser corrigida/alterada/adaptada ao longo dos tempos. Para aqueles que ainda não têm acesso às novas tecnologias possam também usufruir dos caminhos, consideramos importante a edição de pequenos folhetos que lhes permitam percorer os mesmos. Finalmente, consideramos que a produção de material de merchandising terá um impacto maior junto da população e da comunicação social.

Data de conclusão 27.11.2023

Valor de financiamento 78,02 mil €

A Ader-Sousa – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, concluiu no presente ano o alargamento do estudo denominado “Caminhos Antigos de Peregrinação – Caminhos Portugueses para Santiago de Compostela e os principais centros de Peregrinação” a todo o território do Tâmega e Sousa, estando a finalizar a edição de uma monografia sobre o mesmo, assim como a edição de um manual de boas práticas para intervenção nos caminhos, desenvolvidos no âmbito do projecto “Caminhos de Peregrinação – 1ª fase”, também financiado no âmbito do presente PROVERE. Com a informação produzida verifica-se a necessidade da sua divulgação junto do público, nomeadamente daqueles que têm interesse e gosto por caminhadas e por património, o que não é alcançavel apenas através da monografia que se está a concluir. Conforme previsto iremos proceder à sinalização de um dos caminhos, até porque consideramos que devemos testar a colocação de sinalética num dos caminhos para verificar o seu impacto e testar a sua conservação/manutenção, caíndo a escolha sobre o caminho de peregrinação de Santa Maria de Cádiz que foi objecto de estudo de caso para o manual de boas práticas produzido no âmbito do referido projecto “Caminhos de Peregrinção – 1ª fase”, e para o qual foi assinalada a tipologia e tipo de placas necessárias, assim como indicado um orçamento para sua realização. Para a divulgação consideramos que a melhor opção é o desenvolvimento de uma plataforma, ou seja, de um website com uma PWA (progresssibe web app) integrada, que possibilite a quem quiser percorrer os caminhos, fazendo uso do seu smartphone. A plataforma a desenvolver, para além de valorizar e promover o território, permitirá que qualquer cidadão possa ter acesso aos caminhos definidos no âmbito do estudo; obter informação relativamente detalhada sobre cada um dos deles (indo ser usada a infromação desenvolvida no estudo/monografia); visualizar o trajeto do caminho no território (sobre o mapa da Google); utilizar a informação disponibilizada para auxiliar na realização do caminho (recorrendo à PWA respetiva, instalada no smartphone); e obter informação adicional sobre o território. Consideramos que a construção da plataforma, para além de ser mais execuível em termos de tempo e custo, é mais adaptável, podendo mesmo ser corrigida/alterada/adaptada ao longo dos tempos. Para aqueles que ainda não têm acesso às novas tecnologias possam também usufruir dos caminhos, consideramos importante a edição de pequenos folhetos que lhes permitam percorer os mesmos. Finalmente, consideramos que a produção de material de merchandising terá um impacto maior junto da população e da comunicação social.

Data de conclusão 27.11.2023

Valor de financiamento 78,02 mil €

O presente projeto destina-se à Gestão do Consórcio e do respetivo Programa de Ação, que conforme disposto no artigo 6.º do Contrato de Consórcio está prevista uma Direção presidida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, na qualidade de Entidade Líder de Consórcio. A Direção do Consórcio é ainda constituída pelas entidades que tiveram a seu cargo a liderança e gestão do PROVERE no período de programação anterior, nomeadamente a Dolmen, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Paisagens Milenares do Douro Verde”, a ADRIMAG, entidade Líder e Gestora da EEC PROVERE “Montemuro, Arada e Gralheira” e a Associação de Municípios do Vale do Sousa, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Rota do Românico”. Pela necessidade de articulação da EEC PROVERE com as Estratégias de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), integram ainda este órgão a ADER-SOUSA, enquanto Grupo de Ação Local responsável pela gestão da DLBC, nos municípios de Felgueiras, Paços de Ferreira, Lousada e Penafiel e a Probasto que tem a mesma responsabilidade no município de Celorico de Basto. Pela necessidade de acautelar a capacidade de investimento privado face ao investimento público, integra ainda este órgão o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, na qualidade de representante dos membros executores de iniciativas empresariais privadas, que integrem o consórcio como entidades executoras de projetos complementares, devendo o seu representante ser designado de entre os seus associados, com sede localizada num dos municípios integralmente considerados na baixa densidade. Pela necessidade de garantir uma maior articulação entre todas as entidades co-promotoras do projeto âncora de carater transversal previsto no Programa de Ação, integra ainda este órgão a Associação de Municípios do Baixo Tâmega e a Área Metropolitana do Porto, garantindo a representatividade institucional da NUT III, na qual se inserem os municípios de Arouca e Vale de Cambra. No que se refere ao acompanhamento da execução do Programa de Ação, e conforme definido no artigo 7.º do Contrato de Consórcio, é assegurado pela Dolmen que assume as responsabilidades de Gestão do Programa de Ação, nos municípios Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a Adersousa assume esta responsabilidades nos municípios de Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira e Penafiel, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a ADRIMAG assume as responsabilidades nos municípios de Arouca e Vale de Cambra, pertencentes à Área Metropolitana do Porto e no município de Castelo de Paiva, pertencente à NUT III Tâmega e Sousa. A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assume as responsabilidades no acompanhamento do projeto de caracter transversal, assegurando a devida articulação entre as entidades promotoras das diversas ações deste projeto. No âmbito do presente projeto, será dinamizado o consórcio promotor da EEC PROVERE, assegurando a implementação do Programa de Ação nos termos apresentados e reconhecidos, em particular, no que respeita à calendarização das ações bem como ao cumprimento das respetivas metas e indicadores. Assegurará ainda o processo de “accountability” na gestão das políticas públicas financiadas através da EEC PROVERE.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 75,08 mil €

Esta candidatura EMERN-Q Alta Densidade | Qualificação dos micro e pequenos negócio, vem na sequência lógica do projeto de apoio ao empreendedorismo que implementamos na região norte denominado de EMER-N, que por sua vez resultou de um projeto piloto, testado no Alto Minho, denominado de EMER. O EMER-N, que decorreu de 2016 a 2019, apoiou cerca de 1.400 empreendedores e empresas, dos quais resultaram 269 novas empresas, 417 novos postos de trabalho e um investimento estimado em 17 milhões de euros. Estas empresas e outras em situação semelhante, encontram-se no período mais crítico da sua sobrevivência, ou seja, nos seus dois primeiros anos de vida, situação muito mais agravada pela recente crise provocada pelo COVID 19. O sentido de responsabilidade da parceria, para com os empreendedores acompanhados, bem como na salvaguarda e evolução da metodologia EMER, impele-nos no sentido de dar continuidade e não deixar sozinhos, no período mais critico da sobrevivência dos novos negócios, os empreendedores que acreditaram em nós e que se lançaram em empreendimentos importantes para o seu futuro profissional e familiar, com um efoque nos negócios dos territórios de Alta Densidade da região Norte. Os micro, pequenos e médios negócios assumem-se como o grupo mais relevante no contexto empresarial nacional e europeu (representavam, em 2017, 99,8% de todos os negócios). A competitividade nacional e internacional das empresas, a sua sustentabilidade e crescimento, obriga não só a um novo posicionamento em relação aos mercados, como também a uma nova operacionalização. A nova realidade, a competitividade local, nacional e internacional, exige dos empresários novas conhecimentos e aprendizagem constante de novos e inovares métodos de gestão, nos mais variados domínios, novas ferramentas de marketing, de interligação com os diferentes stakeholders, técnicas de venda e promoção apuradas e inovadoras, etc.. Este projeto tem como principal objetivo desenvolver e reforçar estratégias coletivas de qualificação das micro, pequenas e médias empresas da Região Norte (como foco na Densidade). Falamos, na sua essência de pequenos e muito pequenos negócios, nascidas em torno de um empreendedor que domina muito bem a técnica de produção ou prestação de determinado serviço, mas que tem uma série de lacunas ao nível de conhecimentos e capacidades, para a gestão, contabilidade, marketing, vendas, promoção, relacionamento com clientes, etc. Pretende-se com este projeto, dar continuidade ao trabalho iniciado com o projeto EMER-N, partindo do seu ponto final, dar um novo impulso e alavancar os negócios e as empresas criadas (Qualificar) na alta densidade, aumentado substancialmente a taxa de sobrevivência e sucesso dos negócios criados, através de uma metodologia direcionada e assente numa rede de instituições parceiras que se conhecem e conhecem muito bem estes novos empresários (estratégia de tripla hélice). Para a concretização do objetivo estratégico definimos os seguintes objetivos operacionais: Sobrevivência empresarial; Competitividade; Diferenciação; Cooperação e Coopetição; Know-how e Comercial. Que se concretizam pela implementação das seguintes ações: GESTÃO, COORDENAÇÃO, MONITORIZAÇÃO, AVALIAÇÃO; QUALIFICAÇÃO E PROMOÇÃO DE BOAS PRÁTICAS; AÇÕES DE PROMOÇÃO E COOPERAÇÃO; AÇÕES DE PROMOÇÃO, DIVULGAÇÃO E MARKETING.

Data de conclusão 31.12.2022

Valor de financiamento 62,23 mil €

O Projeto “Tâmega e Sousa Internacionaliza” promove ações para a internacionalização e a exportação de produtos e serviços da Região Tâmega e Sousa, através de iniciativas de network e cooperação – que objetivam a aproximação entre empresas e empresários no desafio da conquista além-fronteiras – muito positivas para o conhecimento de oportunidades internacionais, mas também como plataforma de promoção das empresas do território. De acordo com o “Plano de Ação – Promoção do Empreendedorismo do Tâmega e Sousa 2014/2015”, em 2011, o peso das exportações do Tâmega e Sousa (TAMS.15; Pordata 2013) era de 8% e 3%, respetivamente na região Norte e Portugal, observando-se, inclusive, que a intensidade exportadora tem vindo a crescer sustentadamente, sugerindo que a região tem estado a voltar-se mais para o exterior. Desta forma, 5 entidades com forte atuação no território uniram-se no sentido de, através de uma estratégia concertada para a internacionalização, desenvolverem um Projeto estruturado em 7 ações gerais que por sua vez se subdividem em atividades específicas a desenvolver pelo período de 24 meses. As ações gerais do projeto são as seguintes: 1 – Desenvolvimento de estudo estratégico para a internacionalização da Região Tâmega e Sousa; 2 – Capacitação para a internacionalização; 3 – Promoção da Região Tâmega e Sousa na Diáspora Portuguesa; 4 – Promoção, conhecimento e acesso a mercados internacionais estratégicos; 5 – Benchmarking internacional e disseminação de boas práticas; 6 – Desenvolvimento de plataforma para a promoção internacional das PME da Região Tâmega e Sousa; 7 – Gestão e monotorização do Projeto. Através da sua concretização condira-se possível reforçar a capacidade empresarial e consolidar a presença das empresas regionais nos mercados internacionais, através do aproveitamento das oportunidades e desafios económicos proporcionados pelo exigente mercado global e, simultaneamente, proporcionar o aumento da competitividade e notoriedade externa dos produtos da Região Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 22.01.2020

Valor de financiamento 57,55 mil €

24 Projetos
Todos os temas
Transparência sem entrelinhas