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Ficha de beneficiário

Nome

DOLMEN - DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL, CRL

Valor de financiamento

3,99 milhões €

Total de projetos

24

Número de identificação fiscal

5 0 2 9 7 3 5 4 4

Projetos realizados

Na formulação da estratégia que consubstancia o presente projeto as ações propostas têm em conta que, num quadro de globalização e competição acrescidas, importa contrariar a dispersão e a fragmentação de ações, privilegiando projetos e promotores com uma escala adequada para atuar nos diferentes domínios, e potenciando um quadro institucional com maiores níveis de eficácia e de eficiência. Desta forma este projeto reforça a sua eficácia e garantia de sucesso futuro ao permitir que se gerem sinergias entre este e a DLBC cuja implementação para este território está a cargo da Dolmen, entidade com curriculum relevante ao nível do desenvolvimento local construído ao longo de 25 anos de aplicação, gestão e implementação de diversos instrumentos ao serviço do desenvolvimento local. Entendemos que qualquer estratégia de desenvolvimento territorial só será eficaz se colocar os recursos e as dinâmicas locais no centro das suas preocupações e ambições. Sem valorização dos recursos locais, da agricultura à floresta, pecuária e à gastronomia local, o mundo rural dificilmente resistirá às dinâmicas de erosão económica e social em curso, já que a sua ausência não permitirá o desenvolvimento de ouras atividades complementares, geradoras de riqueza e de emprego, como o turismo, o artesanato ou os serviços sociais de proximidade Estando o presente aviso direcionado à Promoção do Espírito Empresarial em territórios de baixa densidade, consideramos para efeito da presente candidatura empreendedores ou futuros empreendedores, a localizar a sua atividade nos municípios de Baião, Cinfães e Resende e ainda as freguesias de Ansiães, Candemil, Jazente, Rebordelo, Salvador do Monte, Gouveia (São Simão), Vila Chã do Marão, União das freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, União das freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei, União das freguesias de Olo e Canadelo, do município de Amarante e a freguesia de Várzea, Aliviada e Folhada no município de Marco de Canaveses. Economia Ativa no Douro Verde emerge da necessidade de apoiar de forma proactiva as pessoas que vivem e trabalham, ou querem viver e trabalhar, no território acima identificado pretendendo-se criar um clima favorável ao surgimento de novos negócios em setores de atividade tradicionais, como sejam a produção agrícola, animal, florestal. Para o efeito serão desenvolvidas as seguintes ações: 1. (RE) EMPREENDER: (RE) APRENDER E (RE) POSICIONAR Com o desenvolvimento desta atividade pretende-se promover uma cultura de empreendedorismo e capacitação organizacional, e por esta via reforçar significativamente as competências dos diferentes atores que interagem nas dinâmicas de incentivo e estímulo do espirito empresarial e do empreendimento. 2. Couvese Rural do Douro Verde Estrutura que terá como missão apoiar a constituição, instalação e desenvolvimento de empresários e empresas, preferencialmente de base agrícola e pecuária oferecendo um ecossistema favorável ao aparecimento de empresas de base rural, que contribuam para a valorização das atividades do setor primário, que sempre sustentou as numerosas famílias que povoavam este território, e onde ainda há quem tenha resiliência para continuar a cultivar os campos e criar animais, sem que constitua atrativo para as gerações mais nova pelo desajuste tecnológico dos métodos de produção e da produtividade e sem geração de riqueza. Um dos propósitos destas incubadoras é criar condições para o aparecimento de empresas e empresários nas áreas da agricultura, pecuária e floresta que invertam a tendência de abandono das terras e estimulem um movimento de “regresso à terra”, na produção e eventualmente na transformação. 3. Apoio à Instalação e Aceleração de Micro e Pequenas Empresas no Setores do Comércio, dos serviços e da Indústria O empreendedorismo, essencialmente nas áreas dos setores secundário e terciário é um dos principais desafios económicos que se apresentam às entidades dinamizadoras e de desenvolvimento económico público e privado da região. Esta acção pretende em si criar sinergias e dinâmicas na envolvência entre investidores, empreendedores e o território. Este conjunto de actividades pretende promover o reforço das competências técnicas e pessoais dos empresários, dotá-los de maior sapiência na gestão estratégica das suas organizações e promover o espírito empresarial, incutindo a motivação de desenvolvimento de componentes de inovação, investimento, aposta em factores críticos de sucesso que se assumam como cruciais para a obtenção dos objectivos propostos e que se configurem como o motor de alavancagem na mudança de mentalidades e procedimentos empresariais, com vista à valorização do território, seus recursos, produtos, empresas e pessoas, contribuindo significativamente para a elevação dos níveis de competitividade e dinamizando o espírito empreendedor. 4. Dinamização, acompanhamento e avaliação do projeto No âmbito desta ação serão desenvolvidas todas as atividades relacionadas com a execução e implementação das ações previstas em candidatura e respetivas atividades, zelando pela prossecução dos objetivos pré-definidos, devendo esta responsabilidade ser assumida pela equipa técnica afeta ao projeto.

Data de conclusão 31.08.2021

Valor de financiamento 517,95 mil €

Na formulação da estratégia que consubstancia o presente projeto as ações propostas têm em conta que, num quadro de globalização e competição acrescidas, importa contrariar a dispersão e a fragmentação de ações, privilegiando projetos e promotores com uma escala adequada para atuar nos diferentes domínios, e potenciando um quadro institucional com maiores níveis de eficácia e de eficiência. Desta forma este projeto reforça a sua eficácia e garantia de sucesso futuro ao permitir que se gerem sinergias entre este e a DLBC cuja implementação para este território está a cargo da Dolmen, entidade com curriculum relevante ao nível do desenvolvimento local construído ao longo de 25 anos de aplicação, gestão e implementação de diversos instrumentos ao serviço do desenvolvimento local. Entendemos que qualquer estratégia de desenvolvimento territorial só será eficaz se colocar os recursos e as dinâmicas locais no centro das suas preocupações e ambições. Sem valorização dos recursos locais, da agricultura à floresta, pecuária e à gastronomia local, o mundo rural dificilmente resistirá às dinâmicas de erosão económica e social em curso, já que a sua ausência não permitirá o desenvolvimento de ouras atividades complementares, geradoras de riqueza e de emprego, como o turismo, o artesanato ou os serviços sociais de proximidade Estando o presente aviso direcionado à Promoção do Espírito Empresarial em territórios de baixa densidade, consideramos para efeito da presente candidatura empreendedores ou futuros empreendedores, a localizar a sua atividade nos municípios de Baião, Cinfães e Resende e ainda as freguesias de Ansiães, Candemil, Jazente, Rebordelo, Salvador do Monte, Gouveia (São Simão), Vila Chã do Marão, União das freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, União das freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei, União das freguesias de Olo e Canadelo, do município de Amarante e a freguesia de Várzea, Aliviada e Folhada no município de Marco de Canaveses. Economia Ativa no Douro Verde emerge da necessidade de apoiar de forma proactiva as pessoas que vivem e trabalham, ou querem viver e trabalhar, no território acima identificado pretendendo-se criar um clima favorável ao surgimento de novos negócios em setores de atividade tradicionais, como sejam a produção agrícola, animal, florestal. Para o efeito serão desenvolvidas as seguintes ações: 1. (RE) EMPREENDER: (RE) APRENDER E (RE) POSICIONAR Com o desenvolvimento desta atividade pretende-se promover uma cultura de empreendedorismo e capacitação organizacional, e por esta via reforçar significativamente as competências dos diferentes atores que interagem nas dinâmicas de incentivo e estímulo do espirito empresarial e do empreendimento. 2. Couvese Rural do Douro Verde Estrutura que terá como missão apoiar a constituição, instalação e desenvolvimento de empresários e empresas, preferencialmente de base agrícola e pecuária oferecendo um ecossistema favorável ao aparecimento de empresas de base rural, que contribuam para a valorização das atividades do setor primário, que sempre sustentou as numerosas famílias que povoavam este território, e onde ainda há quem tenha resiliência para continuar a cultivar os campos e criar animais, sem que constitua atrativo para as gerações mais nova pelo desajuste tecnológico dos métodos de produção e da produtividade e sem geração de riqueza. Um dos propósitos destas incubadoras é criar condições para o aparecimento de empresas e empresários nas áreas da agricultura, pecuária e floresta que invertam a tendência de abandono das terras e estimulem um movimento de “regresso à terra”, na produção e eventualmente na transformação. 3. Apoio à Instalação e Aceleração de Micro e Pequenas Empresas no Setores do Comércio, dos serviços e da Indústria O empreendedorismo, essencialmente nas áreas dos setores secundário e terciário é um dos principais desafios económicos que se apresentam às entidades dinamizadoras e de desenvolvimento económico público e privado da região. Esta acção pretende em si criar sinergias e dinâmicas na envolvência entre investidores, empreendedores e o território. Este conjunto de actividades pretende promover o reforço das competências técnicas e pessoais dos empresários, dotá-los de maior sapiência na gestão estratégica das suas organizações e promover o espírito empresarial, incutindo a motivação de desenvolvimento de componentes de inovação, investimento, aposta em factores críticos de sucesso que se assumam como cruciais para a obtenção dos objectivos propostos e que se configurem como o motor de alavancagem na mudança de mentalidades e procedimentos empresariais, com vista à valorização do território, seus recursos, produtos, empresas e pessoas, contribuindo significativamente para a elevação dos níveis de competitividade e dinamizando o espírito empreendedor. 4. Dinamização, acompanhamento e avaliação do projeto No âmbito desta ação serão desenvolvidas todas as atividades relacionadas com a execução e implementação das ações previstas em candidatura e respetivas atividades, zelando pela prossecução dos objetivos pré-definidos, devendo esta responsabilidade ser assumida pela equipa técnica afeta ao projeto.

Data de conclusão 31.08.2021

Valor de financiamento 517,95 mil €

O presente projeto destina-se à Gestão do Consórcio e do respetivo Programa de Ação, que conforme disposto no artigo 6.º do Contrato de Consórcio está prevista uma Direção presidida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, na qualidade de Entidade Líder de Consórcio. A Direção do Consórcio é ainda constituída pelas entidades que tiveram a seu cargo a liderança e gestão do PROVERE no período de programação anterior, nomeadamente a Dolmen, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Paisagens Milenares do Douro Verde”, a ADRIMAG, entidade Líder e Gestora da EEC PROVERE “Montemuro, Arada e Gralheira” e a Associação de Municípios do Vale do Sousa, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Rota do Românico”. Pela necessidade de articulação da EEC PROVERE com as Estratégias de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), integram ainda este órgão a ADER-SOUSA, enquanto Grupo de Ação Local responsável pela gestão da DLBC, nos municípios de Felgueiras, Paços de Ferreira, Lousada e Penafiel e a Probasto que tem a mesma responsabilidade no município de Celorico de Basto. Pela necessidade de acautelar a capacidade de investimento privado face ao investimento público, integra ainda este órgão o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, na qualidade de representante dos membros executores de iniciativas empresariais privadas, que integrem o consórcio como entidades executoras de projetos complementares, devendo o seu representante ser designado de entre os seus associados, com sede localizada num dos municípios integralmente considerados na baixa densidade. Pela necessidade de garantir uma maior articulação entre todas as entidades co-promotoras do projeto âncora de carater transversal previsto no Programa de Ação, integra ainda este órgão a Associação de Municípios do Baixo Tâmega e a Área Metropolitana do Porto, garantindo a representatividade institucional da NUT III, na qual se inserem os municípios de Arouca e Vale de Cambra. No que se refere ao acompanhamento da execução do Programa de Ação, e conforme definido no artigo 7.º do Contrato de Consórcio, é assegurado pela Dolmen que assume as responsabilidades de Gestão do Programa de Ação, nos municípios Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a Adersousa assume esta responsabilidades nos municípios de Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira e Penafiel, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a ADRIMAG assume as responsabilidades nos municípios de Arouca e Vale de Cambra, pertencentes à Área Metropolitana do Porto e no município de Castelo de Paiva, pertencente à NUT III Tâmega e Sousa. A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assume as responsabilidades no acompanhamento do projeto de caracter transversal, assegurando a devida articulação entre as entidades promotoras das diversas ações deste projeto. No âmbito do presente projeto, será dinamizado o consórcio promotor da EEC PROVERE, assegurando a implementação do Programa de Ação nos termos apresentados e reconhecidos, em particular, no que respeita à calendarização das ações bem como ao cumprimento das respetivas metas e indicadores. Assegurará ainda o processo de “accountability” na gestão das políticas públicas financiadas através da EEC PROVERE.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 279,15 mil €

O Projeto “Tâmega e Sousa Internacionaliza” promove ações para a internacionalização e a exportação de produtos e serviços da Região Tâmega e Sousa, através de iniciativas de network e cooperação – que objetivam a aproximação entre empresas e empresários no desafio da conquista além-fronteiras – muito positivas para o conhecimento de oportunidades internacionais, mas também como plataforma de promoção das empresas do território. De acordo com o “Plano de Ação – Promoção do Empreendedorismo do Tâmega e Sousa 2014/2015”, em 2011, o peso das exportações do Tâmega e Sousa (TAMS.15; Pordata 2013) era de 8% e 3%, respetivamente na região Norte e Portugal, observando-se, inclusive, que a intensidade exportadora tem vindo a crescer sustentadamente, sugerindo que a região tem estado a voltar-se mais para o exterior. Desta forma, 5 entidades com forte atuação no território uniram-se no sentido de, através de uma estratégia concertada para a internacionalização, desenvolverem um Projeto estruturado em 7 ações gerais que por sua vez se subdividem em atividades específicas a desenvolver pelo período de 24 meses. As ações gerais do projeto são as seguintes: 1 – Desenvolvimento de estudo estratégico para a internacionalização da Região Tâmega e Sousa; 2 – Capacitação para a internacionalização; 3 – Promoção da Região Tâmega e Sousa na Diáspora Portuguesa; 4 – Promoção, conhecimento e acesso a mercados internacionais estratégicos; 5 – Benchmarking internacional e disseminação de boas práticas; 6 – Desenvolvimento de plataforma para a promoção internacional das PME da Região Tâmega e Sousa; 7 – Gestão e monotorização do Projeto. Através da sua concretização condira-se possível reforçar a capacidade empresarial e consolidar a presença das empresas regionais nos mercados internacionais, através do aproveitamento das oportunidades e desafios económicos proporcionados pelo exigente mercado global e, simultaneamente, proporcionar o aumento da competitividade e notoriedade externa dos produtos da Região Tâmega e Sousa.

Data de conclusão 22.01.2020

Valor de financiamento 189,98 mil €

A operação visa promover a Gestão Ativa do Património Natural da Serra da Aboboreira, território alvo de processo aberto para a criação da Paisagem Protegida da Serra da Aboboreira, e tem como principal objetivo a sua valorização e promoção, visando a atração e sensibilização de públicos diversos. A operação será constituída por 5 ações: - Ação 1 – Definição da identidade, estratégia de comunicação e marketing: . Atividade 1.1 Definição da identidade e estratégia de comunicação da Serra da Aboboreira; . Atividade 1.2 Elaboração do Plano de Marketing; - Ação 2 – Promoção e divulgação da Serra da Aboboreira: . Atividade 2.1 Desenvolvimento de sinalética informativa, de orientação e interpretativa; . Atividade 2.2 Desenvolvimento de material de divulgação e informação; . 2.3 Desenvolvimento de filmes documentais e produtos fotográficos sobre a Serra da Aboboreira; . 2.4 Organização de seminários com vista à promoção e divulgação do projeto; - Ação 3 – Ações de sensibilização com vista à proteção e conservação da natureza: . 3.1 Definição e implementação de ações de informação e sensibilização para a comunicação do património natural e cultural da Serra da Aboboreira; . 3.2 Definição e implementação de ações de sensibilização da comunidade escolar com vista à preservação e conservação da Serra da Aboboreira; Ação 4 – Promoção turística do território, dos recursos endógenos e dinamização das atividades: . 4.1 Promoção de fileiras produtivas e dos produtos locais; . 4.2 Organização e promoção de atividades relacionadas com o desporto e de turismo de natureza (percursos pedestres, trilhos, BTT, etc.); . 4.3 Organização de seminários temáticos sobre a biodiversidade e geodiversidade da Serra da Aboboreira; - Ação 5 – Avaliação e gestão do impacto do projeto no território: 5.1 Estudo de avaliação dos elementos potenciadores de risco e pressões sobre a paisagem e sobre o património natural provocados pelo aumento dos fluxos de turismo; 5.2 Monitorização do projeto e redefinição da estratégia integrada para a Serra da Aboboreira. Na memória descritiva é possível encontrar informação com maior detalhe.

Data de conclusão 31.03.2023

Valor de financiamento 26,94 mil €

O presente projeto nasce da conjugação de interesses dos municípios de Cinfães e Resende e da Dolmen, Grupo de Ação Local responsável por diversos programas com incidência no designado Território Douro Verde, do qual fazem parte estes dois municípios, destacando-se a DLBC - Estratégia de Desenvolvimento Local de Base Comunitária, ou o PROVERE - Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos, que apesar de ter uma abrangência ao nível da NUT III, se direciona aos territórios de baixa densidade, estando Cinfães e Resende integralmente considerados enquanto tal. Este projeto emerge assim da comunhão de vontades, no sentido de potenciar o património natural que a serra de Montemuro encerra, sendo de inquestionável valor, mas sobre o qual urge intervir, no sentido de o potenciar para diversos fins, assumindo-se aqui como principal objetivo, a promoção do desenvolvimento económico sustentável, assente na promoção de atividades em torno do turismo de natureza. É inegável a relevância que Montemuro assume, enquanto Sítio de Importância Comunitária da Rede Natura 2000 (PTCON0025) quer no contexto nacional, quer no contexto regional e local. A Serra de Montemuro cujo ponto mais elevado atinge uma altitude de 1300 metros, está encaixada entre o litoral e interior, e o norte e centro de Portugal e talvez por isso outrora catalogada por Amorim Girão como "a mais desconhecida Serra de Portugal", onde muito recentemente a construção de novas acessibilidades veio conferir outra centralidade.

Data de conclusão 18.07.2019

Valor de financiamento 8,32 mil €

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Transparência sem entrelinhas