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Beneficiário Portugal 2020

ADRIMAG - ASS. DE DESENV. INTG.SERRAS DE MONTEMURO ARADA E GRALHEIRA

Ficha de beneficiário

Nome

ADRIMAG - ASS. DE DESENV. INTG.SERRAS DE MONTEMURO ARADA E GRALHEIRA

Valor de financiamento

7,76 milhões €

Total de projetos

41

Número de identificação fiscal

5 0 2 7 5 3 9 4 3

Projetos realizados

A presente operação visa a qualificação das empresas do município de Castelo de Paiva, que desenvolvem as suas atividades no âmbito da cadeia de valor do setor turístico, incluindo as empresas agroalimentares, com especial enfoque nos produtores e engarrafadores de vinhos verdes, e as empresas de artesanato e de artes e ofícios tradicionais. Castelo de Paiva é um município que se localiza na margem esquerda do rio Douro, a cerca de 50km da cidade do Porto, e, juntamente com os municípios de Arouca, Cinfães, Vale de Cambra, Castro Daire, São Pedro do Sul e Sever do Vouga, forma o território "Montanhas Mágicas". Este território, que corresponde à área de atuação da ADRIMAG, entidade líder do presente projeto, tem vindo a afirmar-se como destino turístico sustentável, no âmbito das estratégias que têm vindo a ser implementadas no território, entre as quais se destaca a Estratégia da Carta Europeia de Turismo Sustentável das Montanhas Mágicas e a Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE "Montemuro, Arada e Gralheira", implementada no anterior período de programação financeira, estando, atualmente, em análise a candidatura de Reconhecimento da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE "Montanhas Mágicas 2020", na sequência de candidatura apresentada ao NORTE 2020, a 18 de março do corrente ano. O projeto que se pretende desenvolver em Castelo de Paiva enquadra-se, assim, nas estratégias de desenvolvimento que têm vindo a ser desenhadas para o território Montanhas Mágicas, sendo que o diagnóstico do território, realizado no âmbito dessas estratégias, bem como o trabalho que, ao longo de mais de 25 anos, aqui tem vindo a ser realizado, permitiu aferir a relevância do turismo no contexto do desenvolvimento económico local, especialmente por constituir uma das principais formas de escoamento dos produtos e serviços, constituindo uma importante fonte de rendimentos para as empresas e para a população local. A presente operação inclui o desenvolvimento de um conjunto de ações que visam a qualificação de um número alargado de empresas dos setores turístico, agroalimentar e artesanal, procurando contribuir para o surgimento de novos e inovadores produtos e serviços, promovendo a competitividade do tecido empresarial de Castelo de Paiva, bem como a sua consolidação. Entre as ações a desenvolver destacam-se o apoio e a assistência técnica às empresas, a realizar em sessões coletivas; a realização de estudos e diagnósticos que apoiem as empresas na definição das suas estratégias, objetivos e atividades; a realização de estudo com vista à internacionalização dos produtos e serviços locais; a adaptação de espaços destinados à realização de sessões de demontração, disseminação, promoção e apoio aos empresários e empreendedores; a qualificação e diversificação da oferta de produtos turísticos; a realização de ações de promoção e comunicação, entre outros, sempre na perspetiva de disponibilização universal dos bens e serviços produzidos. Importa referir que, apesar das ações a desenvolver no âmbito desta operação, terem incidência no município de Castelo de Paiva, os seus resultados poderão ser demonstrados e disseminados, não só naquele município mas também noutros municípios das Montanhas Mágicas.

Data de conclusão 26.08.2019

Valor de financiamento 390,8 mil €

A presente operação resulta da conjugação de dois propósitos: 1 - a preservação e proteção de um imóvel público, de relevante valor histórico, patrimonial e cultural, e 2 - a instalação, neste imóvel, de um Observatório de Turismo para o território promovido sob a marca turística “Montanhas Mágicas”. Com a intervenção de que vai ser alvo, o edifício da Antiga Cadeia de Arouca, que já é referenciado em guias turísticos, itinerários e programas de visitação, passará a dispor das condições necessárias e indispensáveis à sua visitação no contexto do Centro Histórico de Arouca e/ou de rotas e itinerários já criados e a criar no âmbito do território Montanhas Mágicas e, simultaneamente, servirá como espaço de apresentação, promoção, informação, pesquisa, estudo e interpretação do território Montanhas Mágicas e do seu património cultural e natural, de valor assinalável, quer para as comunidades locais, quer para os visitantes, sejam eles turistas, estudantes, estudiosos, especialistas em determinadas áreas, profissionais, entre outros. Em linha com o disposto no AVISO Nº NORTE-41-2020-82, a presente candidatura é promovida pela ADRIMAG, em parceria com os Municípios de Arouca, Castelo de Paiva e Vale de Cambra, localizados na NUT II Norte, pertencentes ao território Montanhas Mágicas®. A ADRIMAG é a entidade líder da parceria, sendo que todos os parceiros anteriormente mencionados são beneficiários da operação. No Protocolo de Parceria assinado entre as quatro entidades anteriormente mencionadas, são estabelecidos os direitos e deveres de cada parceiro, sendo que, pelo facto do imóvel alvo de intervenção, ser propriedade da Câmara Municipal de Arouca, que cedeu a sua utilização e gestão à ADRIMAG, em 1995, e renovou essa cedência, em 1997, por tempo indeterminado, esta Câmara terá responsabilidades acrescidas e específicas no acompanhamento da intervenção a realizar, as quais estão definidas no referido Protocolo. Açoes a desenvolver: Ação 1 – Obras de requalificação e adaptação do edifício da antiga Cadeia de Arouca. As obras de requalificação do edifício da antiga Cadeia de Arouca serão realizadas por forma a que sejam conservadas e respeitadas as características e os elementos arquitetónicos do edifício, e de modo a que os diferentes espaços se adequem aos objetivos e funcionalidades do Observatório de Turismo a criar. Assim, as intervenções a realizar incluem o fornecimento dos seguintes bens e serviços, conforme projeto de execução anexo ao formulário de candidatura: 1.1 Demolições e remoções 1.2 Arquitetura – pavimentos, paredes, tetos, vãos de madeira e carpintarias, equipamento sanitário, mobiliário, diversos; 1.3 Rede de abastecimento de água; 1.4 Rede de drenagem de águas residuais domésticas; 1.5 Projeto elétrico; 1.6 Telecomunicações; 1.7 Segurança; 1.8 AVAC. Ação 2 – Criação do Observatório de Turismo das Montanhas Mágicas No âmbito desta ação será desenvolvido um sistema/modelo integrado de informação, estudo, investigação e monitorização da atividade turística no território Montanhas Mágicas, com a designação de “Observatório Virtual de Turismo das Montanhas Mágicas”, que terá como principais desígnios: a) Acompanhar o desenvolvimento da atividade turística no território; b) Produzir anualmente relatórios da procura turística e disponibilizá-los online, pelo menos, através do website das Montanhas Mágicas; c) Promover a articulação do horário de funcionamento das lojas e postos de turismo do território, bem como a uniformização do modelo base de recolha de dados sobre a procura turística; d) Definir um modelo de formulário base para a recolha de informação sobre a procura turística do território, a ser disponibilizado nos estabelecimentos turísticos e demais pontos de receção de visitantes; e) Recolher, analisar, produzir e fornecer dados estatísticos atuais e fiáveis sobre a procura turística; f) Potenciar a investigação aplicada com o objetivo de apoiar a tomada de decisões e a definição de estratégias turísticas para o território. Ação 3 – Comunicação, promoção e publicidade No sentido de contribuir para a concretização dos objetivos definidos na operação e de potenciar os resultados a alcançar, serão desenvolvidas ações de comunicação, promoção e publicidade do projeto. Estas ações visam dar a conhecer os objetivos da operação, bem como os seus resultados e as funcionalidades do Observatório de Turismo, nomeadamente ao nível da descoberta do território Montanhas Mágicas, do seu património natural e cultural de relevo, bem como o tratamento e disponibilização ao setor público e privado local, dos dados estatísticos da atividade turística, que constituirão um suporte fundamental para um mais adequado e eficaz planeamento da atividade e gestão dos recursos patrimoniais do território. Atividades a realizar: 3.1. divulgação dos objetivos, ações e resultados da operação no website e páginas das redes sociais da ADRMAG, das Montanhas Mágicas e dos demais parceiros/beneficiários do projeto; 3.2. divulgação do projeto e dos seus objetivos e resultados na revista trimestral das Montanhas Mágicas® e nas revistas municipais dos parceiros/beneficiários do projeto; 3.3. cerimónia de inauguração oficial do Observatório de Turismo das Montanhas Mágicas, com convite às entidades/instituições oficiais envolvidas no projeto (respeitando as normas e orientações que à data da iniciativa haja necessidade de cumprir), e respetiva divulgação nos suportes de comunicação ao dispor da ADRIMAG e dos parceiros/beneficiários; 3.4. conceção e aplicação de placa de identificação do Observatório de Turismo; 3.5. realização de 3 sessões de informação sobre as funcionalidades do sistema/modelo integrado de informação, estudo, investigação e monitorização da atividade turística no território Montanhas Mágicas, dirigido aos agentes públicos e privados, locais, ligados ao setor turístico, e sensibilização para a importância de colaboração no fornecimento de dados estatísticos; 3.6. cumprimentos de todas as obrigações e procedimentos em vigor, de informação e publicidade, resultantes das disposições regulamentares comunitárias e nacionais aplicáveis, bem como das normas e especificações técnicas instituídas pela Autoridade de Gestão em vigor à data da aprovação da candidatura; 3.7. realização de campanhas de promoção e divulgação do Observatório de Turismo, bem como do património cultural e natural do território, no website e redes sociais da ADRIMAG, das Montanhas Mágicas e dos demais parceiros/beneficiários do projeto.

Data de conclusão 26.08.2023

Valor de financiamento 253,58 mil €

O presente projeto destina-se à Gestão do Consórcio e do respetivo Programa de Ação, que conforme disposto no artigo 6.º do Contrato de Consórcio está prevista uma Direção presidida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, na qualidade de Entidade Líder de Consórcio. A Direção do Consórcio é ainda constituída pelas entidades que tiveram a seu cargo a liderança e gestão do PROVERE no período de programação anterior, nomeadamente a Dolmen, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Paisagens Milenares do Douro Verde”, a ADRIMAG, entidade Líder e Gestora da EEC PROVERE “Montemuro, Arada e Gralheira” e a Associação de Municípios do Vale do Sousa, Líder e Gestora da EEC PROVERE “Rota do Românico”. Pela necessidade de articulação da EEC PROVERE com as Estratégias de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), integram ainda este órgão a ADER-SOUSA, enquanto Grupo de Ação Local responsável pela gestão da DLBC, nos municípios de Felgueiras, Paços de Ferreira, Lousada e Penafiel e a Probasto que tem a mesma responsabilidade no município de Celorico de Basto. Pela necessidade de acautelar a capacidade de investimento privado face ao investimento público, integra ainda este órgão o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, na qualidade de representante dos membros executores de iniciativas empresariais privadas, que integrem o consórcio como entidades executoras de projetos complementares, devendo o seu representante ser designado de entre os seus associados, com sede localizada num dos municípios integralmente considerados na baixa densidade. Pela necessidade de garantir uma maior articulação entre todas as entidades co-promotoras do projeto âncora de carater transversal previsto no Programa de Ação, integra ainda este órgão a Associação de Municípios do Baixo Tâmega e a Área Metropolitana do Porto, garantindo a representatividade institucional da NUT III, na qual se inserem os municípios de Arouca e Vale de Cambra. No que se refere ao acompanhamento da execução do Programa de Ação, e conforme definido no artigo 7.º do Contrato de Consórcio, é assegurado pela Dolmen que assume as responsabilidades de Gestão do Programa de Ação, nos municípios Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a Adersousa assume esta responsabilidades nos municípios de Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira e Penafiel, pertencentes à NUT III Tâmega e Sousa; a ADRIMAG assume as responsabilidades nos municípios de Arouca e Vale de Cambra, pertencentes à Área Metropolitana do Porto e no município de Castelo de Paiva, pertencente à NUT III Tâmega e Sousa. A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assume as responsabilidades no acompanhamento do projeto de caracter transversal, assegurando a devida articulação entre as entidades promotoras das diversas ações deste projeto. No âmbito do presente projeto, será dinamizado o consórcio promotor da EEC PROVERE, assegurando a implementação do Programa de Ação nos termos apresentados e reconhecidos, em particular, no que respeita à calendarização das ações bem como ao cumprimento das respetivas metas e indicadores. Assegurará ainda o processo de “accountability” na gestão das políticas públicas financiadas através da EEC PROVERE.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 78 mil €

O Património Cultural é um importante fator de diferenciação e competitividade dos territórios, que importa dinamizar e promover através do desenvolvimento de ações de conservação dos valores naturais e culturais e de qualificação e valorização turística. A presente candidatura, que tem esse propósito, resulta da iniciativa da ADRIMAG e de três municípios seus associados, Arouca, Castelo de Paiva e Vale de Cambra, que fazem parte do território “Montanhas Mágicas”, correspondendo aos maciços da Gralheira e Montemuro (serras da Freita, Arada, Arestal e Montemuro). Pretende-se realizar eventos, programados em rede, que têm por base MEMÓRIAS associadas às lendas, contos, tradições, e excertos da História mais relevantes destes municípios, e serão realizados em “PALCOS IMPROVÁVEIS”, correspondendo a aldeias classificadas ou em vias de classificação, monumentos classificados, edifícios antigos com relevância histórica, e pontos de interesse turístico e cultural inseridos em espaços classificados da Rede Natura 2000 e Rede Mundial de Geoparques da UNESCO. O projeto assume a designação de “NO PALCO DAS MEMÓRIAS” procurando, por um lado, promover e valorizar espaços naturais e culturais, através da arte, e, por outro, cativar a atenção do público para a “particularidade” ou “originalidade” do local improvável onde decorrerão as respetivas atividades. A programação, prevista para o período entre 01/01/2021 a 30/06/2022, organiza-se em 4 ações que correspondem a 24 atividades: Ação nº 1: 3 espetáculos de teatro de rua, um em cada concelho candidatado, que incluem o envolvimento e a capacitação das comunidades locais e dos agentes culturais. Será realizado um em 2021 e 2 em 2022. Ação nº 2: 16 programas culturais (10 em 2021 e 6 em 2022), que serão realizados em locais improváveis dos três concelhos parceiros. Estes eventos podem incluir dança, música e teatro e outras formas de arte. Ação nº 3: 5 espetáculos a realizar em 2021, em 5 aldeias dos diferentes municípios, onde se vai privilegiar um intercâmbio cultural entre os vários agentes culturais locais. Ação nº 4: Ação transversal a todo o período de execução do projeto e que prevê atividades de promoção e comunicação dos vários eventos que integram a agenda de programação cultural em rede definida nos 3 municípios. A concretização destas ações contribuirá, quer para a prossecução dos objetivos definidos na presente candidatura quer, ainda, para o cumprimento dos indicadores de realização de resultado da Prioridade de Investimento (PI) do Programa Operacional (PO). Pretende-se que este projeto seja fator de atração de visitantes ao território e de retoma às atividades culturais. Em paralelo, espera-se que o projeto tenha um impacto significativo nas comunidades e agentes culturais locais, no sentido que a promoção e a valorização da sua cultura e dos seus recursos naturais, de forma sustentável, é um meio de desenvolvimento do turismo cultural e consequentemente da economia local.

Data de conclusão 11.11.2022

Valor de financiamento 69,64 mil €

Esta candidatura EMERN-Q Alta Densidade | Qualificação dos micro e pequenos negócio, vem na sequência lógica do projeto de apoio ao empreendedorismo que implementamos na região norte denominado de EMER-N, que por sua vez resultou de um projeto piloto, testado no Alto Minho, denominado de EMER. O EMER-N, que decorreu de 2016 a 2019, apoiou cerca de 1.400 empreendedores e empresas, dos quais resultaram 269 novas empresas, 417 novos postos de trabalho e um investimento estimado em 17 milhões de euros. Estas empresas e outras em situação semelhante, encontram-se no período mais crítico da sua sobrevivência, ou seja, nos seus dois primeiros anos de vida, situação muito mais agravada pela recente crise provocada pelo COVID 19. O sentido de responsabilidade da parceria, para com os empreendedores acompanhados, bem como na salvaguarda e evolução da metodologia EMER, impele-nos no sentido de dar continuidade e não deixar sozinhos, no período mais critico da sobrevivência dos novos negócios, os empreendedores que acreditaram em nós e que se lançaram em empreendimentos importantes para o seu futuro profissional e familiar, com um efoque nos negócios dos territórios de Alta Densidade da região Norte. Os micro, pequenos e médios negócios assumem-se como o grupo mais relevante no contexto empresarial nacional e europeu (representavam, em 2017, 99,8% de todos os negócios). A competitividade nacional e internacional das empresas, a sua sustentabilidade e crescimento, obriga não só a um novo posicionamento em relação aos mercados, como também a uma nova operacionalização. A nova realidade, a competitividade local, nacional e internacional, exige dos empresários novas conhecimentos e aprendizagem constante de novos e inovares métodos de gestão, nos mais variados domínios, novas ferramentas de marketing, de interligação com os diferentes stakeholders, técnicas de venda e promoção apuradas e inovadoras, etc.. Este projeto tem como principal objetivo desenvolver e reforçar estratégias coletivas de qualificação das micro, pequenas e médias empresas da Região Norte (como foco na Densidade). Falamos, na sua essência de pequenos e muito pequenos negócios, nascidas em torno de um empreendedor que domina muito bem a técnica de produção ou prestação de determinado serviço, mas que tem uma série de lacunas ao nível de conhecimentos e capacidades, para a gestão, contabilidade, marketing, vendas, promoção, relacionamento com clientes, etc. Pretende-se com este projeto, dar continuidade ao trabalho iniciado com o projeto EMER-N, partindo do seu ponto final, dar um novo impulso e alavancar os negócios e as empresas criadas (Qualificar) na alta densidade, aumentado substancialmente a taxa de sobrevivência e sucesso dos negócios criados, através de uma metodologia direcionada e assente numa rede de instituições parceiras que se conhecem e conhecem muito bem estes novos empresários (estratégia de tripla hélice). Para a concretização do objetivo estratégico definimos os seguintes objetivos operacionais: Sobrevivência empresarial; Competitividade; Diferenciação; Cooperação e Coopetição; Know-how e Comercial. Que se concretizam pela implementação das seguintes ações: GESTÃO, COORDENAÇÃO, MONITORIZAÇÃO, AVALIAÇÃO; QUALIFICAÇÃO E PROMOÇÃO DE BOAS PRÁTICAS; AÇÕES DE PROMOÇÃO E COOPERAÇÃO; AÇÕES DE PROMOÇÃO, DIVULGAÇÃO E MARKETING.

Data de conclusão 31.12.2022

Valor de financiamento 62,23 mil €

A presente candidatura diz respeito a uma das ações do projeto-âncora “Valorização, dinamização e promoção turística da região”, integrado no Programa de Ação da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE “Turismo para Todos”, liderada pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, e de cujo consório a ADRIMAG é parceira e entidade gestora. O presente projeto/ação destina-se à promoção do turismo sustentável no território abrangido pela EEC e PA PROVERE "Turismo para Todos", através da implementação da Fase II da CETS – Carta Europeia de Turismo Sustentável, nos municípios de Arouca, Castelo de Paiva, Cinfães e Vale de Cambra, e da realização de um Seminário sobre a temática do Turismo Sustentável, destinada aos agentes públicos e privados de todo o território PROVERE. A Implementação da Fase II da CETS consiste na adesão das empresas turísticas do território à Carta Europeia de Turismo Sustentável. A ADRIMAG é detentora e gestora da Carta Europeia de Turismo Sustentável no território abrangido pelas Serras de Montemuro, Arada e Gralheira – Montanhas Mágicas, no qual se incluem os municípios anteriormente referidos, pertencentes ao território PROVERE “Turismo para Todos”. O objetivo desta fase da Carta é fortalecer os vínculos e ampliar o conhecimento mútuo entre as entidades detentoras/gestoras da CETS e as empresas relacionadas com o setor turístico. Pretende-se com este projeto reconhecer, no mínimo, 12 empresas.

Data de conclusão 19.12.2022

Valor de financiamento 30,29 mil €

Ação 1 - Intervenção Global no S. Macário A presente intervenção visa a criação de estruturas e a instalação de equipamentos de apoio à visitação e fruição da serra de São Macário e da aldeia da Pena, de onde se acede à Livraria da Pena, pontos de interesse da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas. As intervenções no S. Macário incluem: 1. melhoria do traçado viário entre o bosquete existente e o alto da serra, onde se situam as capelas, permitindo assim o acesso de autocarros com turistas e peregrinos; 2. construção de miradouro em madeira, junto aos afloramentos rochosos voltados a norte. A intervenção na aldeia da Pena prevê: - retificação da calçada e escadaria e execução de muro, na envolvente à capela da aldeia, - substituição, nas ruas mais centrais, do degradado pavimento existente, substituindo-o por xisto, aplicado de forma tradicional (ao cutelo e com junta seca); - colocação de valetas igualmente em xisto; - colocação de bancos (atualmente inexistentes), espalhados pela zona de intervenção, por forma a criar pontos de descanso para a idosa população local e para turistas em visita; - colocação de papeleiras pela área de intervenção. Ação 2 - Mirantes do Vouga e visa a conservação das áreas de descanso, berma e muros existentes ao longo de um troço da EN nº16, agora desclassificada pelas Infraestruturas de Portugal, na margem direita do rio Vouga, entre a Praia do Chão do Rio e a Foz, numa extensão de 5 Km. A ação tem por objetivo reforçar a atratividade da envolvente do Rio Vouga e, em simultâneo, deste troço da antiga EN nº 16, considerando que é a principal porta de entrada do território concelhio e do território Montanhas Mágicas. Sustenta-se também na existência de uma intenção de protocolo entre a Entidade Regional de Turismo Centro de Portugal, e três CIM’s, a saber, a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, a Comunidade Intermunicipal Beiras e a Serra da Estrela e a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, cujo objetivo é o desenvolvimento de ações concertadas, alicerçadas na valorização turística da EN16. Esta acessibilidade comum é “favorável para o desenvolvimento de uma estratégia de promoção em rede, que assenta na riqueza paisagística, cultural, patrimonial gastronómica de vários locais que se complementam”. No seguimento destas intenções, a ação será desenvolvida através da conservação de 4 áreas de descanso sobranceiras ao Rio Vouga, assumindo a designação de “Mirantes do Vouga”, criando melhores condições de acolhimento, para além de outras intervenções de conservação, visando a melhoria da experiência turística, bem como a proteção, promoção e divulgação do património associado à Linha do Vouga. As intervenções a realizar são maioritariamente de natureza física, tratando-se, no geral, de obras de conservação com aplicação e/ou substituição de estruturas/materiais permeáveis. A intervenção visa a conservação das 4 áreas de descanso, berma, e muros do troço da EN nº 16 da margem direita do Rio Vouga, entre a Praia do Chão do Rio e a Foz, numa extensão de 5km, estando este troço inserido na Linha do Vouga, atual Ecopista do Vouga, e da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas. No âmbito da ação/projeto, estão previstas as seguintes intervenções: 1. Limpeza das áreas e piso; 2. Criação e aplicação de painéis físicos de identificação dos “Mirantes do Vouga”; 3. Conservação e pintura do muro branco que dá suporte e serve de guarda ao talude e à Estrada 16; 4. Limpeza manual de sinalética vertical, mecos de pedra e placa informativa da Rota da Água e da Pedra e área envolvente; 5. Colocação de mobiliário urbano (papeleiras, bancos e pontos de observação paisagística). Ação 3 - Pombeira Adventure Park A intervenção visa desenvolver um parque desportivo vocacionado para o desporto de aventura, aproveitando a magnífica cascata da Pombeira, ponto de interesse da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas, e a sua envolvente. O local de intervenção organ

Data de conclusão 27.12.2023

Valor de financiamento 0 €

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Transparência sem entrelinhas