Portal de informação sobre vários temas de gestão dos recursos públicos do Estado Português

Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE SEVER DO VOUGA

Valor de financiamento

5,89 milhões €

Total de projetos

26

Número de identificação fiscal

5 0 2 7 0 4 9 7 7

Projetos realizados

Numa sociedade cada vez mais exigente e competitiva, a educação, seja ela formal, informal ou não formal, assume um papel elementar na formação pessoal, social e cultural dos indivíduos. É através da educação que o indivíduo se desenvolve do ponto de vista académico, social, técnico e humano, permitindo a formação de cidadãos conscientes, informados, tolerantes e (pro)ativos na sociedade. A crescente territorialização das políticas educativas e a atribuição de competências aos Municípios levou progressivamente ao envolvimento na ação educativa, que ultrapassou a intervenção escolar. Em função das atribuições e competências conferidas ao Município de Sever do Vouga, em matéria de educação, compete-lhe o cumprimento dos princípios, objetivos e parâmetros técnicos vinculados pelo Ministério da Educação, como garantir o reordenamento da rede educativa. A reorganização com a instalação de novos equipamentos educativos (Centros Escolares), tem como consequência a extinção das escolas com reduzido número de alunos, mas favorecendo a sociabilização entre alunos e professores, integrando ofertas de ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico e, rentabilizando, os meios e recursos disponíveis. No projeto da construção do Centro Escolar de Sever do Vouga teve-se a preocupação de compreensão das características climáticas do local foi o ponto de partida para a definição da implantação do edifício, proporcionando a adoção de uma orientação solar adequada ao terreno e a definição das melhores estratégias de projeto a adotar com o objetivo de tornar o Centro Escolar de Sever do Vouga um edifício sustentável, com baixos custos de manutenção. O acesso far-se-á pelo novo arruamento projetado a Noroeste que estabelecerá um acesso viário exclusivo ao Centro Escolar – a partir da Rua da Igreja - bem como a ligação ao Parque Urbano a Nordeste. A partir do novo arruamento estão previstas três entradas distintas: a principal, de cariz pedonal, que permite o acesso ao átrio principal, uma segunda entrada (a poente) para acesso de viaturas de abastecimento e de manutenção em ligação direta com a área de serviço do refeitório, e ainda uma terceira (a nascente) para acesso de viaturas de emergência e para acesso à área do campo de jogos em momentos em que este venha a ser utilizado pela população não-escolar (sem acesso ao edifício). Da entrada principal desenvolve-se uma pérgola de proteção pedonal, ligada ao edifício que nos encaminha diretamente para o Átrio Principal, que funciona como uma rótula de distribuição espacial, articulando todas as funções do edifício. Junto à entrada, localiza-se o balcão de Receção, que permite o controlo das entradas e saídas do recinto, o gabinete de atendimento a pais e encarregados de educação, os gabinetes de trabalho e salas de professores e educadores e áreas para pessoal não docente. Ainda neste corpo, mas numa posição mais próxima dos espaços de aprendizagem, está localizada a biblioteca em articulação com a sala polivalente e apoiada por uma Arrecadação de Material Didático e Audiovisual. Do lado oposto, ainda em comunicação direta com o Átrio Principal, localiza-se o corpo do Refeitório e Sala de Alunos (Polivalente), vocacionada para a prática de atividades educativas diversificadas. Adjacente à área de Refeitório localiza-se a área da Cozinha e respetivas dependências de armazenamento e receção de produtos, bem como uma Arrecadação de Material de Limpeza, Instalações Técnicas e os Balneários e Vestiários para o pessoal da Cozinha. Todos os espaços são servidos por instalações sanitárias com separação por sexos, bem como para pessoas com mobilidade condicionada. A partir do Átrio, prolonga-se para Sul um eixo de circulação que servirá todos os Espaços de Aprendizagem (Jardim de Infância e 1º Ciclo do Ensino Básico), localizados na área mais reservada do terreno, afastados dos arruamentos. O corpo volumétrico destinado ao Ensino Pré-escolar é composto por quatro salas de atividades, servidas p

Data de conclusão 29.12.2020

Valor de financiamento 2,93 milhões €

Com a presente operação pretende-se aumentar a quantidade da recolha seletiva multimaterial de resíduos urbanos, através da sua deposição ordenada, conduzindo assim à maximização da sua valorização, reciclagem e tratamento. A falta de soluções adequadas para a gestão e destino final de alguns resíduos urbanos no município contribuem para o aumento do despejo clandestino, em locais não apropriados, nomeadamente valetas, ribanceiras, espaços verdes, cursos de água, áreas florestais, etc. Desta forma será criado um ecocentro, que servirá de ponto de recolha de resíduos domésticos vários, incluindo resíduos volumosos, resíduos elétricos e eletrónicos e outros tipos de resíduos urbanos, tal como defendido nos instrumentos legais nacionais de gestão estratégica nesta matéria (PERSU2020). Neste ecocentro municipal os resíduos irão ficar armazenados temporariamente até atingirem quantidades que otimizem a sua recolha e transporte para destino final adequado. Trata-se de um ecocentro de 2ª geração, que incluirá igualmente um centro de educação ambiental, constituído por uma sala para realização de ações diversas e uma instalação sanitária acessível, permitindo ações de sensibilização e informação sobre resíduos, com carácter permanente e didático. Esta operação engloba ainda uma campanha de sensibilização e educação ambiental que permitirá aos cidadãos o correto uso do ecocentro criado, assim como sensibilizar e esclarecer a comunidade sobre os problemas ambientais existentes e suas possíveis soluções e no sentido de fomentar a alteração de atitudes e comportamentos face aos resíduos urbanos gerados, com vista à sua valorização.

Data de conclusão 26.06.2018

Valor de financiamento 422,05 mil €

A estratégica da intervenção proposta, em termos gerais, é a consolidação sustentável da reabilitação do espaço público, possibilitando novas vivências e dinâmicas para o futuro da comunidade tendo em vista uma verdadeira sustentabilidade social, ambiental, económica e cultural, conferindo identidade e coesão a este espaço para que a população se identifique e adquira hábitos locais fundamentais para o desenvolvimento futuro do concelho. Sendo o grande potencial deste centro urbano a força viva da natureza, ao contrário do que sucede nos centros urbanos de nível superior, é objetivo da intervenção transformar este potencial vivo no motor de crescimento do concelho como elemento agregador e impulsionador de desenvolvimento sustentável. Este projeto pretende contribuir para fortalecer uma ruralidade contemporânea, pela importância que os meios rurais possuem na sustentabilidade do território, na qualidade de vida e bem-estar social que garantem aos seus residentes, tendo em vista a sociedade hodierna. Este projeto visa contrariar as evidências atuais de que os meios rurais são envelhecidos e incapazes de atrair e fixar a população mais jovem. A intervenção na regeneração e requalificação dos espaços delimitados permitirá criar uma visão de conjunto de todo o espaço urbano da Vila, com comunhão de linguagem e de erradicação do sentido da descontinuidade que se verifica atualmente. É um processo que visa a consolidação do centro da Vila como um todo urbano. Em linhas gerais, trata-se de uma intervenção que prevê a concretização de corredores de fruição do espaço público, assente numa lógica de requalificação e de renovação, dos espaços existentes, dando-lhe um sentido de coesão. É uma aposta na consolidação sustentável do espaço urbano, com recurso à valorização do seu património natural, procurando soluções adequadas aos novos desafios da comunidade, numa atitude de regeneração do espaço público e de incentivo à modernização e empreendedorismo, fundamental para o progresso do concelho. A definição da área de intervenção atende especialmente às ligações funcionais intra-urbanas de e para o centro urbano, ou seja, é delimitada a área de intervenção de acordo com as funcionalidades da população e dos visitantes em relação ao centro urbano. Para além do referido e face às debilidades observadas, a lógica subjacente à delimitação da área de intervenção está também assente na necessidade de integração e coerência de todos os espaços urbanos e a sua ligação estruturada às diversas funcionalidades urbanas da Vila de Sever do Vouga. No âmbito deste projeto encontram-se previstas a realização de diversas intervenções que visam a requalificação e revitalização do espaço público. Constam desta candidatura está previsto o reperfilamento dos arruamentos existentes (arruamento central) e supressão de outros, a requalificação de toda a envolvente ao coreto e a integração de alguns elementos presentes, nomeadamente o fontanário e o tanque de lavagem. As linhas gerais de conceção para este espaço integram o enquadramento urbano e paisagístico de algumas áreas, com especial enfoque para a zona que integra o núcleo “Coreto - Capela de São Mateus de Paçô”. Também está prevista a requalificação da Rua Paço, que integra o espaço outrora pertencente à ruina de uma antiga casa e o núcleo “tanque de lavagem de roupa comunitária – fontanário”. Propõe-se a reabilitação e requalificação do Largo de São Mateus de forma a consolidar as preexistências na atual malha urbana, enfatizando a importância que estas tiveram no passado da comunidade, através da readaptação dos usos e espaços, com as necessidades atuais dos habitantes e de todos os que pretendam usufruir dos mesmos. São diversas as condicionantes existentes no Largo de São Mateus, localizado numa malha urbana bastante consolidada e, as diferenças altimétricas que influenciam na integração do novo desenho urbano. Para resolver as diferenças altimétricas do terreno recorre-se à implantação de

Data de conclusão 30.11.2023

Valor de financiamento 378,21 mil €

A estratégica da intervenção proposta, em termos gerais, é a consolidação sustentável da reabilitação do espaço público, possibilitando novas vivências e dinâmicas para o futuro da comunidade tendo em vista uma verdadeira sustentabilidade social, ambiental, económica e cultural, conferindo identidade e coesão a este espaço para que a população se identifique e adquira hábitos locais fundamentais para o desenvolvimento futuro do concelho. Sendo o grande potencial deste centro urbano a força viva da natureza, ao contrário do que sucede nos centros urbanos de nível superior, é objetivo da intervenção transformar este potencial vivo no motor de crescimento do concelho como elemento agregador e impulsionador de desenvolvimento sustentável. Este projeto pretende contribuir para fortalecer uma ruralidade contemporânea, pela importância que os meios rurais possuem na sustentabilidade do território, na qualidade de vida e bem-estar social que garantem aos seus residentes, tendo em vista a sociedade hodierna. Este projeto visa contrariar as evidências atuais de que os meios rurais são envelhecidos e incapazes de atrair e fixar a população mais jovem. A intervenção na regeneração e requalificação dos espaços delimitados permitirá criar uma visão de conjunto de todo o espaço urbano da Vila, com comunhão de linguagem e de erradicação do sentido da descontinuidade que se verifica atualmente. É um processo que visa a consolidação do centro da Vila como um todo urbano. Em linhas gerais, trata-se de uma intervenção que prevê a concretização de corredores de fruição do espaço público, assente numa lógica de requalificação e de renovação, dos espaços existentes, dando-lhe um sentido de coesão. É uma aposta na consolidação sustentável do espaço urbano, com recurso à valorização do seu património natural, procurando soluções adequadas aos novos desafios da comunidade, numa atitude de regeneração do espaço público e de incentivo à modernização e empreendedorismo, fundamental para o progresso do concelho. A definição da área de intervenção atende especialmente às ligações funcionais intraurbanas de e para o centro urbano, ou seja, é delimitada a área de intervenção de acordo com as funcionalidades da população e dos visitantes em relação ao centro urbano. Para além do referido e face às debilidades observadas, a lógica subjacente à delimitação da área de intervenção está também assente na necessidade de integração e coerência de todos os espaços urbanos e a sua ligação estruturada às diversas funcionalidades urbanas da Vila de Sever do Vouga. O concelho de Sever do Vouga, estabelece a transição entre o Litoral e a Beira Litoral, o que lhe confere características bastante marcadas. O seu relevo, associado à sua posição geográfica, determinam uma paisagem bastante luxuriante, durante todo o ano. Mais recentemente foi construído um parque municipal, localizado no centro da vila. Este parque dispõe de excelentes condições naturais e de enquadramento, projetando-se como área de estar e de lazer por excelência, não só para a população local como para todos os visitantes que passem por Sever do Vouga. É na continuidade deste parque que se irá desenvolver este projeto, permitindo dotar o parque existente de novas áreas de lazer. As plantações propostas utilizam espécies adaptadas às condições edafo-climáticas da região, de modo a proporcionar uma melhor adaptação ao local. A vegetação é composta por diferentes espécies, dependendo a sua aplicação das suas características. A escolha dos materiais propostos para pavimentação, atendem às características da região onde o espaço está inserido, com pavimentos em solo natural estabilizado.

Data de conclusão 03.10.2022

Valor de financiamento 328,18 mil €

A estratégica da intervenção proposta, em termos gerais, é a consolidação sustentável da reabilitação do espaço público, possibilitando novas vivências e dinâmicas para o futuro da comunidade tendo em vista uma verdadeira sustentabilidade social, ambiental, económica e cultural, conferindo identidade e coesão a este espaço para que a população se identifique e adquira hábitos locais fundamentais para o desenvolvimento futuro do concelho. Sendo o grande potencial deste centro urbano a força viva da natureza, ao contrário do que sucede nos centros urbanos de nível superior, é objetivo da intervenção transformar este potencial vivo no motor de crescimento do concelho como elemento agregador e impulsionador de desenvolvimento sustentável. Este projeto pretende contribuir para fortalecer uma ruralidade contemporânea, pela importância que os meios rurais possuem na sustentabilidade do território, na qualidade de vida e bem-estar social que garantem aos seus residentes, tendo em vista a sociedade hodierna. Este projeto visa contrariar as evidências atuais de que os meios rurais são envelhecidos e incapazes de atrair e fixar a população mais jovem. A intervenção na regeneração e requalificação dos espaços delimitados permitirá criar uma visão de conjunto de todo o espaço urbano da Vila, com comunhão de linguagem e de erradicação do sentido da descontinuidade que se verifica atualmente. É um processo que visa a consolidação do centro da Vila como um todo urbano. Em linhas gerais, trata-se de uma intervenção que prevê a concretização de corredores de fruição do espaço público, assente numa lógica de requalificação e de renovação, dos espaços existentes, dando-lhe um sentido de coesão. É uma aposta na consolidação sustentável do espaço urbano, com recurso à valorização do seu património natural, procurando soluções adequadas aos novos desafios da comunidade, numa atitude de regeneração do espaço público e de incentivo à modernização e empreendedorismo, fundamental para o progresso do concelho. A definição da área de intervenção atende especialmente às ligações funcionais intra-urbanas de e para o centro urbano, ou seja, é delimitada a área de intervenção de acordo com as funcionalidades da população e dos visitantes em relação ao centro urbano. Para além do referido e face às debilidades observadas, a lógica subjacente à delimitação da área de intervenção está também assente na necessidade de integração e coerência de todos os espaços urbanos e a sua ligação estruturada às diversas funcionalidades urbanas da Vila de Sever do Vouga. No âmbito deste projeto encontram-se previstas a realização de diversas intervenções que visam a requalificação e revitalização do espaço público. Constam desta candidatura a requalificação da Rua da Azibal, Rua do Galteiro e um novo espaço para estacionamento.

Data de conclusão 21.10.2020

Valor de financiamento 299,86 mil €

A área de intervenção da Operação “NaturVouga – Reabilitação das Margens Ribeirinhas”, integrada a Rede Natura 2000, insere-se no Sítio de Importância Comunitária (SIC) do Rio Vouga, com o código PTCON0026, classificado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 142/97, de 28 de agosto, de acordo com a Ficha de Sítio disponível no site do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. O SIC Rio Vouga abarca cerca de 25% da área total do concelho de Sever do Vouga que representa, aproximadamente, 706 hectares e o Município de Sever do Vouga pretende intervir numa área que abrange, aproximadamente, 34 hectares. Do ponto de vista da conservação, e de acordo com o Anexo B-I do Decreto-Lei n.º 49/2005, de 24 de fevereiro, o SIC Rio Vouga abrange 13 habitats naturais e seminaturais, dos quais se destaca a ocorrência de habitat 92A0 “Florestas-galerias de Salix alba e Populus alba”, 91E0 “Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior” e 91F0 “Florestas mistas de Quercus suber, Ulmus minor, Fraxinus excelsior ou Fraxinus angustifólia das margens de grandes rios”. Entre os recursos faunísticos e também de acordo com o Anexo B-II do citado Decreto-Lei o SIC Rio Vouga abrange 11 espécies de fauna no corredor fluvial, demonstrando especial importância para a conservação de espécies piscícolas migradoras ameaçadas, como o sável (Alosa alosa) e a savelha (Alosa fallax), sendo ainda um dos poucos locais de ocorrência confirmada de lampreia-de-riacho (Lampetra planeri). Apesar do SIC rio Vouga albergar inúmeros habitats de fauna e flora, grande parte desses habitats encontram-se muito deteriorados devido à proliferação de espécies exóticas invasoras, que têm vindo a constituir-se como um crescente fator de degradação, e devido à florestação intensiva com eucalipto por parte da população. A Operação “NaturVouga – Reabilitação das Margens Ribeirinhas” compreende a recuperação e manutenção de galeria ripícola, com vista à mitigação dos efeitos das alterações climáticas e ao aumento da resiliência das espécies e habitats, através da recuperação dos ecossistemas e manutenção das suas funções, promoção dos habitats de espécies da Directiva vulneráveis às alterações climáticas, como o Lacerta schreiberi, a Chioglossa lusitânica, Triturus marmoratus, Alytes obstetricans ou a Rana ibérica. Compreende ainda a realização de estudos de caracterização dos habitats naturais e posterior monitorização das áreas de intervenção e divulgação da operação.

Data de conclusão 21.04.2021

Valor de financiamento 150,24 mil €

A estratégica da intervenção proposta, em termos gerais, é a consolidação sustentável da reabilitação do espaço público, possibilitando novas vivências e dinâmicas para o futuro da comunidade tendo em vista uma verdadeira sustentabilidade social, ambiental, económica e cultural, conferindo identidade e coesão a este espaço para que a população se identifique e adquira hábitos locais fundamentais para o desenvolvimento futuro do concelho. Sendo o grande potencial deste centro urbano a força viva da natureza, ao contrário do que sucede nos centros urbanos de nível superior, é objetivo da intervenção transformar este potencial vivo no motor de crescimento do concelho como elemento agregador e impulsionador de desenvolvimento sustentável. Este projeto pretende contribuir para fortalecer uma ruralidade contemporânea, pela importância que os meios rurais possuem na sustentabilidade do território, na qualidade de vida e bem-estar social que garantem aos seus residentes, tendo em vista a sociedade hodierna. Este projeto visa contrariar as evidências atuais de que os meios rurais são envelhecidos e incapazes de atrair e fixar a população mais jovem. A intervenção na regeneração e requalificação dos espaços delimitados permitirá criar uma visão de conjunto de todo o espaço urbano da Vila, com comunhão de linguagem e de erradicação do sentido da descontinuidade que se verifica atualmente. É um processo que visa a consolidação do centro da Vila como um todo urbano. Em linhas gerais, trata-se de uma intervenção que prevê a concretização de corredores de fruição do espaço público, assente numa lógica de requalificação e de renovação, dos espaços existentes, dando-lhe um sentido de coesão. É uma aposta na consolidação sustentável do espaço urbano, com recurso à valorização do seu património natural, procurando soluções adequadas aos novos desafios da comunidade, numa atitude de regeneração do espaço público e de incentivo à modernização e empreendedorismo, fundamental para o progresso do concelho. A definição da área de intervenção atende especialmente às ligações funcionais intra-urbanas de e para o centro urbano, ou seja, é delimitada a área de intervenção de acordo com as funcionalidades da população e dos visitantes em relação ao centro urbano. Para além do referido e face às debilidades observadas, a lógica subjacente à delimitação da área de intervenção está também assente na necessidade de integração e coerência de todos os espaços urbanos e a sua ligação estruturada às diversas funcionalidades urbanas da Vila de Sever do Vouga. No âmbito deste projeto encontram-se previstas a realização de diversas intervenções que visam a requalificação e revitalização do espaço público. Constam desta candidatura a requalificação da Rua da Cruz, Rua da Carvalheira, Rua do Rachado, Travessa do Rachado, Rua da Bela Vista e Rua da Meia Encosta.

Data de conclusão 22.08.2019

Valor de financiamento 99,27 mil €

Ação 1 - Intervenção Global no S. Macário A presente intervenção visa a criação de estruturas e a instalação de equipamentos de apoio à visitação e fruição da serra de São Macário e da aldeia da Pena, de onde se acede à Livraria da Pena, pontos de interesse da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas. As intervenções no S. Macário incluem: 1. melhoria do traçado viário entre o bosquete existente e o alto da serra, onde se situam as capelas, permitindo assim o acesso de autocarros com turistas e peregrinos; 2. construção de miradouro em madeira, junto aos afloramentos rochosos voltados a norte. A intervenção na aldeia da Pena prevê: - retificação da calçada e escadaria e execução de muro, na envolvente à capela da aldeia, - substituição, nas ruas mais centrais, do degradado pavimento existente, substituindo-o por xisto, aplicado de forma tradicional (ao cutelo e com junta seca); - colocação de valetas igualmente em xisto; - colocação de bancos (atualmente inexistentes), espalhados pela zona de intervenção, por forma a criar pontos de descanso para a idosa população local e para turistas em visita; - colocação de papeleiras pela área de intervenção. Ação 2 - Mirantes do Vouga e visa a conservação das áreas de descanso, berma e muros existentes ao longo de um troço da EN nº16, agora desclassificada pelas Infraestruturas de Portugal, na margem direita do rio Vouga, entre a Praia do Chão do Rio e a Foz, numa extensão de 5 Km. A ação tem por objetivo reforçar a atratividade da envolvente do Rio Vouga e, em simultâneo, deste troço da antiga EN nº 16, considerando que é a principal porta de entrada do território concelhio e do território Montanhas Mágicas. Sustenta-se também na existência de uma intenção de protocolo entre a Entidade Regional de Turismo Centro de Portugal, e três CIM’s, a saber, a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, a Comunidade Intermunicipal Beiras e a Serra da Estrela e a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, cujo objetivo é o desenvolvimento de ações concertadas, alicerçadas na valorização turística da EN16. Esta acessibilidade comum é “favorável para o desenvolvimento de uma estratégia de promoção em rede, que assenta na riqueza paisagística, cultural, patrimonial gastronómica de vários locais que se complementam”. No seguimento destas intenções, a ação será desenvolvida através da conservação de 4 áreas de descanso sobranceiras ao Rio Vouga, assumindo a designação de “Mirantes do Vouga”, criando melhores condições de acolhimento, para além de outras intervenções de conservação, visando a melhoria da experiência turística, bem como a proteção, promoção e divulgação do património associado à Linha do Vouga. As intervenções a realizar são maioritariamente de natureza física, tratando-se, no geral, de obras de conservação com aplicação e/ou substituição de estruturas/materiais permeáveis. A intervenção visa a conservação das 4 áreas de descanso, berma, e muros do troço da EN nº 16 da margem direita do Rio Vouga, entre a Praia do Chão do Rio e a Foz, numa extensão de 5km, estando este troço inserido na Linha do Vouga, atual Ecopista do Vouga, e da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas. No âmbito da ação/projeto, estão previstas as seguintes intervenções: 1. Limpeza das áreas e piso; 2. Criação e aplicação de painéis físicos de identificação dos “Mirantes do Vouga”; 3. Conservação e pintura do muro branco que dá suporte e serve de guarda ao talude e à Estrada 16; 4. Limpeza manual de sinalética vertical, mecos de pedra e placa informativa da Rota da Água e da Pedra e área envolvente; 5. Colocação de mobiliário urbano (papeleiras, bancos e pontos de observação paisagística). Ação 3 - Pombeira Adventure Park A intervenção visa desenvolver um parque desportivo vocacionado para o desporto de aventura, aproveitando a magnífica cascata da Pombeira, ponto de interesse da Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas, e a sua envolvente. O local de intervenção organ

Data de conclusão 27.12.2023

Valor de financiamento 73,11 mil €

Vindo de Sever do Vouga, banhando Albergaria-a-Velha e espraiando-se na Pateira, em territórios de Águeda, o Rio Vouga liga estes três municípios, através de uma cultura centenária que merece ser enaltecida. Com a recriação de costumes culturais e desportivos associados ao Rio Vouga, bem como o desenvolvimento de outras atividades mais contemporâneas, haverá lugar e tempo para a partilha de experiências sensoriais e artísticas, cujo objetivo será celebrar o Rio que nos liga. Propõe-se um programa com elevado impacto em termos turísticos regionais e inter-regionais, com um conjunto de atividades com potencial de atração de várias tipologias de público. Trata-se de uma programação intermunicipal, com cruzamento de iniciativas e integração territorial e institucional, nomeadamente através de espetáculos musicais combinados com outras artes (tecnologia, luz e magia), recriações históricas e ações gastronómicas que dinamizem os espaços naturais envolventes ao rio Vouga e à Pateira de Fermentelos. O Rio Vouga nasce na Serra da Lapa, a uma altitude de 930 metros e concretamente no sítio do Chafariz da Lapa, que se localiza na freguesia da Quintela, concelho viseense de Sernancelhe. No seu percurso, com 148 km de extensão, o Rio Vouga banha diversas localidades que foram formando um conjunto de topónimos, e atravessa vários municípios, entre os quais destacamos Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha e Águeda. Os principais rios da sua Bacia Hidrográfica são o próprio Vouga, o Águeda, o Cértima, o Cáster e o Antuã, na parte Norte, e o Boco e a Ribeira da Corujeira, a Sul. À sua bacia hidrográfica, que cobre uma extensão de 3.635 km², pertence também a Pateira de Fermentelos, lagoa natural que resultou do antigo braço marinho onde desaguavam, antes da constituição da Ria de Aveiro e em diferentes pontos, os rios Cértima, Águeda e Vouga. A Pateira de Fermentelos faz parte da Rede Natura, uma rede europeia relacionada com a conservação da diversidade biológica, sendo o principal instrumento de conservação da natureza à escala europeia. Com o projeto apresentado no âmbito desta candidatura, e a médio prazo, pretende-se que a cultura e o património contribuam de forma mais relevante para o um aumento do turismo criativo, inteligente e sustentável na Região. A operação visa a programação cultural em rede para 3 municípios, a qual, intervindo de forma articulada e supramunicipal, contribui para a afirmação da Região como destino de turismo cultural de excelência, aumentando a sua atratividade, e potenciando o aumento do número de visitantes bem como a sua satisfação e fidelização traduzida no aumento da sua estadia. A base desta operação de programação em rede, para 3 municípios, sustenta-se num conjunto de premissas através das quais se garante a coerência e articulação das propostas para os territórios: - O acolhimento de espetáculos e projetos que primam pela excelência, pela qualidade, e pela notoriedade e referência artística dos seus criadores/intervenientes, tanto de âmbito nacional como internacional; - A valorização do património natural associado ao rio Vouga e a dinamização do espaço público através de ações que promovem uma nova vivência dos lugares, a sua experimentação como lugares que combinam a tradição com a contemporaneidade, gerando atratividade quer das comunidades locais como dos visitantes e turistas. - Os projetos de envolvimento comunitário que visam a aproximação das comunidades locais, entendendo-as não apenas como público mas também no pressuposto de que as mesmas são importantes embaixadoras da região e da riqueza cultural e patrimonial local. - A captação de novos públicos é um fundamento transversal ao projeto e relaciona-se com as premissas anteriores. Trata-se de trabalhar novos públicos, sejam eles locais, regionais, nacionais ou internacionais. Neste sentido, importa trabalhar em proximidade e, em simultâneo, apostar numa projeção mais ampla, através de uma oferta cultural diversificada que

Data de conclusão 26.08.2022

Valor de financiamento 42,9 mil €

Este projeto tem por base a história (ADN) de cada um dos 5 Municípios associada aos 5 Escritores que mais se destacaram na região, inspirados na á época da Arte Nova em Portugal, na Belle Époque (período da história contemporânea que teve o seu início nos finais do século XIX, por volta dos anos de 1889, mantendo-se até 1914, até à eclosão da I Guerra Mundial), cujo o fio condutor é a literatura (escreveram sobre a arquitetura da arte nova, escultura, artes plásticas, ferro, vidro, paisagens, gastronomia, produtos endógenos, etc) numa fase marcante da história. A execução das diversas ações nos diferentes concelhos vão ser feitos de forma hibrida: a) no espaço físico de reconhecimento de Património Classificado, e/ou com intervenções de programas co-financiados a destacar (QREN, PT2020, REGENERAÇÃO URBANA, PROCOM/URBCOM "Centro Comercial ao Ar Livre", com acessibilidade e wi-fi b) Será divulgado  online através de Livestream. Adaptados à nova realidade, cumprindo as exigências da DGS, este projeto vai criar condições para dar seguimento á divulgação da Literatura, Escultura, Cultura, Música, Arte Contemporânea e Gastronomia. Gerido pela SEMA temos 2 projetos Âncora: a)“Projeto de comunicação e marketing” b)“Plano de Animação” Conceitos e Guidelines têm por base o delineamento e assessoria de apoio à implementação do projeto-âncora “Plano de Animação” a ser gerido pela SEMA. A iniciativa enquadra-se no projeto-âncora “Projeto de comunicação e marketing”, na medida em que estabelece a abordagem estratégica de marketing e comunicação interna e externa para o Aviso nº CENTRO-14-2020-12, alinhado com as prioridades de investimento (PI) 6.3/6c. Animação, comunicação e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade dos territórios, através da sua qualificação e valorização turística. Esta iniciativa prevê concretizar um plano estruturado e assertivo de animação territorial, numa lógica de rede, procurando maximizar o impacto no território, nomeadamente, o aumento do reconhecimento e visibilidade do projeto DOMINIO SUSTENTABILIDADE E EFICIENCIA NO USO DE RECURSOS_PROGRAMA CULTURAL EM REDE. O referido Plano de Animação está suportado numa lógica de gestão em rede, procurando maximizar o seu impacto no território, assumindo-se, em particular, como um contributo central para o reconhecimento e visibilidade da marca a criar e como destino turístico preferencial nesta zona lagunar do Centro de Portugal. Este documento é uma proposta de uma metodologia de trabalho coletiva para uma eficiente implementação do Plano de Animação, que vá: • garantir a capacidade de atração de novos públicos, de âmbito nacional e internacional, aos territórios das Rede: (RE)VIVE & FICA – SEMA+5CM em Rede "Património Imaterial _ Literatura/Historiador" • contribuir para a futura sustentabilidade económica do projeto O documento, estrutura-se em 2 secções (I e II): • Desenvolvimento dos Conceitos Gerais que suportam o primeiro ciclo de implementação de 5 programas do Plano de Animação da SEMA: a. O ciclo de eventos: Considera-se que, neste primeiro ciclo, tem como enfoque prioritário o património Imaterial (LITERATURA/Historiador) em que todas as ações a serem concretizadas terão sempre como prioridade o AND do território associado a uma citação do historiador escolhido para a ação com contributos dados e reconhecidos no concelho. • Desenvolvimento de Guidelines que ajudem à definição e “normInterpretação da estratégia e objetivos gerais dos programas através de reuniões de trabalho (via zoom e presencial) e de mecanismos de reflexão partilhada com a equipa executiva da rede; Dinaalização” das iniciativas _Ciclo de Eventos: a definição das especificações técnicas que possam garantir a consolidação do efeito rede através da criação de um calendário de animação regular capaz de contribuir para a formatação de um produto turístico diferenciador e inovador (5 menus+5musicas) e que reforce a

Data de conclusão 16.09.2022

Valor de financiamento 21,9 mil €

A operação “Instalação de Redes de Defesa da Floresta Contra Incêndios, nos concelhos de Albergaria-a-Velha e Sever do Vouga”, submetida em parceria pelo Município de Albergaria-a-Velha (beneficiário líder) e Município de Sever do Vouga, objetiva a execução de intervenções ao nível da instalação de redes primárias de defesa da floresta contra incêndios, visa duas intervenções principais: (1) Abertura de rede primária de faixas de gestão de combustível (55,02ha), através da execução das seguintes ações: - Corte prévio do arvoredo existente; - Destruição de cepos de eucalipto e pinheiro, com recurso a enchó em retroescavadora hidráulica; - Desramação das árvores a permanecer na FGC; - Incorporação sobrantes do corte de árvores; - Corte da vegetação arbustiva e integração parcial no solo com a grade equipada em bulldozer; - Corte moto-manual de vegetação arbustiva na envolvente das árvores a permanecer na FGC; - Arborização com sobreiro, incluindo abertura mecânica covas, planta, adubos e matéria orgânica. (2) Adaptação de rede viária florestal (RVF) de acesso a pontos de água de 1.ª ordem (7,93 km), isto é, visa a beneficiação de rede viária florestal existente ajustando-a aos critérios definidos no regulamento aprovado pelo Despacho n.º 5712/2014, de 16 de abril, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 83, de 30 de abril de 2014. No que respeita à adaptação de caminhos, esta intervenção irá incidir na correção de deficiências ao nível das características dos caminhos atuais, tendo em atenção as condições apresentadas atrás, na conservação do piso e na manutenção do sistema de drenagem. A informação detalhada sobre as intervenções em causa poderão ser consultadas em documento anexo à candidatura ("Memória Descritiva").

Data de conclusão 28.12.2018

Valor de financiamento 0 €

26 Projetos
Todos os temas
Transparência sem entrelinhas