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Ficha de beneficiário

Nome

ACOS - ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DO SUL

Valor de financiamento

1,63 milhões €

Total de projetos

15

Número de identificação fiscal

5 0 1 5 2 3 2 2 7

Projetos realizados

Esta operação tem como objetivo primordial melhorar a produtividade das explorações de ovinos no Alentejo, através da identificação por metodologias genómicas de última geração, de marcadores genéticos associados à resistência a doenças com elevada prevalência e reconhecido impacto económico, a peeira e o parasitismo gastrointestinal por nematodes. Para tal constitui-se uma parceria liderada por uma associação de produtores de ovinos, a ACOS - Associação de Agricultores do Sul, em colaboração com outras entidades da Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo, designadamente a Universidade de Évora, o Cebal - Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo, a DRAPAL - Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo e o INIAV- Instituto Nacional de Investigação, Alimentação e Veterinária. Estes parceiros permitem o contacto direto com os produtores agropecuários e integram capacidade científica do ponto de vista da medicina veterinária, melhoramento genético e a utilização da genómica como ferramenta inovadora na seleção assistida por marcadores. O compromisso da União dos Agrupamentos de Defesa Sanitária do Alentejo (UADS Alentejo) garante a exequibilidade dos trabalhos de campo. A operação consta de 5 atividades: (1) Avaliação de fatores de risco associados à peeira e parasitoses por nematodes gastrointestinais e seleção de explorações para estudo. A metodologia a utilizar consistirá na realização de inquéritos a explorações de ovinos geograficamente dispersas por toda a região Alentejo. A colaboração dos agrupamentos de defesa sanitária, permitirá a realização de inquéritos a um vasto número de explorações. Serão avaliados fatores de risco relacionados com a exploração, o maneio e o animal, de modo a definir os critérios para selecção de 18 explorações ovinas (2) por cada um dos conselhos estudados desenvolvimento das tarefas seguintes (2) Definição de metodologias de diagnóstico para identificar fenótipos resistentes/susceptíveis às doenças estudadas e utilização da metagenómica para caracterização do agente causador da peeira. Nas explorações ovinas identificadas serão avaliados os efectivos animais através da realização de exame clínico e caracterização das lesões (peeira) ou coprocultura e hematologia no caso das doenças parasitárias. O objectivo é identificar em cada exploração animais resistentes e animais susceptíveis às doenças em estudo para posterior amostragem (100 animais por exploração) e colheita de material biológico para avaliação através de metodologias genómicas. No caso da peeira serão recolhidas amostras em animais com lesão severa e com lesão ligeira, para identificação e caracterização por metagenómica do agente etiológico Dichelobacter nodosus. Espera ser-se possível desenvolver um teste de diagnóstico etiológico aplicável e explorar uma patente. (3) Avaliação do impacto económico das doenças e do projeto nas explorações. Para esta avaliação será recolhida informação sobre custos directos e indiretos associadas às doenças em estudo. Espera-se também o impacto económico da aplicação dos resultados deste projeto nas explorações do Alentejo, nomeadamente avaliar o impacto da introdução da selecção assistida por marcadores, um aspecto de extrema relevância e completamente pioneiro em Portugal. (4) Estudos de associação genómica e bioinformática para a identificação de marcadores genéticos associados às doenças. Neste estudo será utilizada a técnica de "Genome Wide Association Studies" para identificação de genes associados às doenças. Esta tarefa envolve cerca de 1800 animais (100 por exploração) de modo a captar a variabilidade genética das populações ovinas do Alentejo. Estes estudos serão subcontratados a laboratórios da especialidade sendo a análise bioinformática realizada no CEBAL, entidade que reúne esta competência na região. É expectável ser possível identificar genes a incorporar nos programas de selecção das raças e explorar 2 patentes. (5) Gestão do projecto e divulgação de resultados. A gestão do projecto envolve as diversas entidades parceiras na execução e monitorização do projecto num modelo de organização participativo a vários níveis. Propõe-se também a constituição de um Comité Consultivo constituído pelos parceiros do projecto e por entidades externas, nomeadamente as associações de defesa sanitária através da União dos ADS do Alentejo, associações de criadores de ovinos de diversas raças do Alentejo, entidades oficiais responsáveis pela sanidade animal e programas de melhoramento e conservação e os proprietários das explorações seleccionadas. O objectivo é garantir transferência de conhecimento e de tecnologias para o sector ovino regional, designadamente a incorporação de novas metodologias genéticas nos programas de melhoramento. Para a divulgação de resultados estão previstas diversas acções incluíndo página do projecto na internet, seminários, workshops, etc. A produção científica será estimulada e a provável obtenção de 3 patentes será explorada a nível Europeu.

Data de conclusão 08.10.2020

Valor de financiamento 414,22 mil €

O Projeto ALENTEJO EXPORT é uma operação candidata ao Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), enquadrada no Aviso de Abertura de Concurso ALT20-52-2016-04 do Programa Operacional Regional do Alentejo 2014-2020 (PO Alentejo 2020), mais especificamente na tipologia 'Internacionalização', de acordo com o Ponto 5 do referido Aviso de Abertura de Concurso, e o disposto no nº 4 do Art.º 128 da Portaria 57-A/2015 (RECI). O Projeto tem como objetivo central potenciar o sucesso da internacionalização das PME's da região do Alentejo, através do desenvolvimento de mecanismos inovadores na prospeção, conhecimento e acesso aos mercados internacionais e do estímulo a iniciativas coletivas inovadoras que potenciem a internacionalização dos bens e serviços produzidos na região, assente na estratégia regional de especialização inteligente (RIS3), e é desenvolvido em copromoção pelo NERE - Associação Empresarial da Região de Évora, NERPOR - Núcleo Empresarial da Região de Portalegre - Associação Empresarial, NERBE/AEBAL - Associação Empresarial do Baixo Alentejo e do Litoral (beneficiário líder/chefe de fila), NERPOR - Núcleo Empresarial da Região de Portalegre - Associação Empresarial e ACOS - Associação de Agricultores do Sul. O Projeto surge na sequência dos bons resultados alcançados desde a Operação Alentejo 2015 Exportar+, executada no âmbito do INALENTEJO 2007-2013, da necessidade de responder aos objetivos da tipologia 'Internacionalização' do SIAC, e ainda de um conjunto de falhas de mercado identificadas nas principais estratégias da região do Alentejo (PO Alentejo 2020 e RIS3 Alentejo), e ainda no Plano de Ação Regional do Alentejo 2020 (PAR Alentejo 2020), na vertente da Internacionalização das atividades económicas da região, a saber: - Estimular a cooperação interempresarial; - Facilitar e incentivar a apropriação de processos inovadores de internacionalização no tecido empresarial; - Diversificar os mercados de exportação. Assim, foram definidas cinco Ações, que se consubstanciam num conjunto de atividades que permitirão responder aos problemas enunciados atrás: 1. Criação, Dinamização e promoção de uma Plataforma Inteligente de apoio aos processos de prospecção, conhecimento e acesso a novos mercados - - PLATAFORMA ALENTEJO EXPORT; 2. Prospeção de Oportunidades em novos Mercados Internacionais; 3. Dinamização e Promoção Internacional de recursos associados à Região.; 4. Promoção e Divulgação do Projeto; 5. Gestão, Acompanhamento e Avaliação de Projeto. Para a concretização de todas as atividades está prevista a realização de um investimento total de EUR 1 004 000,95 que originará um co-financiamento FEDER de EUR 853 400,81 e a necessidade de comparticipação privada de EUR 150 600,14.

Data de conclusão 14.03.2020

Valor de financiamento 89,48 mil €

Nesta operação pretende-se transmitir conhecimentos científicos e tecnológicos nas áreas das biotecnologias, reprodução e genética animal aos diversos agentes do sector agropecuário, de forma a melhorar a produtividade e a competitividade das empresas agrícolas e, indiretamente, a economia da região Alentejo e a sustentabilidade do meio rural. Mais especificamente, pretende-se contribuir para a melhoria da eficiência dos programas de conservação das raças domésticas autóctones e dos programas de melhoramento genético das raças, tanto autóctones como exóticas, das espécies pecuárias e, de forma mais alargada, para o desenvolvimento e competitividade das empresas pecuárias, mediante formas alternativas de transferência de conhecimento entre a investigação e o setor agrícola Alentejano. Serão desenvolvidas e implementadas diversas atividades e ações de transferência de conhecimento relacionadas com os recursos genéticos animais para alimentação e agricultura, numa perspetiva de projeção para o futuro, nas áreas da andrologia, embriologia, genética quantitativa e molecular/genómica de forma a envolver a pecuária Alentejana e os profissionais do tecido económico agrícola português. Estas ações envolverão atividades sobre tratamentos superovulatórios e lavagem uterina, produção de embriões in vitro, sexagem, crioconservação, fertilidade, citometria de fluxo, marcadores moleculares, gestão da variabilidade genética, consanguinidade e depressão consanguínea, avaliação genética, seleção de reprodutores, tecnologia do sémen e da inseminação artificial, seleção assistidas por marcadores moleculares, rastreabilidade e caracterização genética, identificação e filiação entre outros, organizadas em seis pacotes de trabalho, cada um subdividido em várias tarefas interdependentes. Estes pacotes de trabalho (PT1. Banco Português de Germoplasma Animal: conservação para uma produção sustentável; PT2. Genética quantitativa: utilização eficiente de ferramentas disponíveis; PT3. Aplicações da genética molecular à produção animal; PT4. Novas perspetivas na Andrologia; PT5. Biotecnologias inovadoras associadas aos embriões; PT6. Disseminação, treino e transferência tecnológica) e respetivas tarefas, embora apresentados separada e detalhadamente na memória descritiva estão todos interligados (ver figura em anexo/cronograma e memória descritiva). A presente operação conjuga as valências de 4 instituições de I&D do Alentejo (Polo de Investigação da Fonte Boa do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior Agrária de Elvas do Instituto Politécnico de Portalegre, Associação de Agricultores do Sul), apoiadas por Associações de criadores e empresas do setor agropecuário da região, que irão beneficiar com a sua execução. Irão ser implementadas diferentes estratégias de transferência de conhecimento científico e tecnológico sob a forma de seminários, reuniões, cursos, workshops, estágios, etc., através do contacto direto e envolvendo diversas tecnologias de gestão e difusão de informação, aproveitando ferramentas e conceitos já disponíveis (Rede AniDoP), como a internet, sistemas de groupware e workflow, tecnologia push and pull, videoconferência, filmes, manuais, etc. Numa estreita colaboração entre as diversas entidades participantes, estabelecer-se-ão várias iniciativas em eventos (feiras, jornadas, participação em reuniões de OPP's, entre outros) através de um roadmap tecnológico e mecanismos de vigilância tecnológica que permitam a integração de tecnologia e inovação nas empresas pecuárias. As ações de transferência de conhecimento científico e tecnológico a desenvolver nesta operação, numa ótica de valorização económica dos resultados disponíveis e acumulados por instituições membros da Rede Regional de Ciência e Tecnologia do Alentejo, permitirão colmatar falhas existentes entre o sector científico e do ensino com o sector produtivo e o tecido empresarial. Há falta de serviços e de empresas em Portugal e no Alentejo, nas áreas das biotecnologias e da genética animal que tem resultado, ao longo dos últimos anos, em dificuldades na sua integração no sector produtivo e na recorrente procura fora da região e mesmo do país. São várias as ações apoiadas por outros programas operacionais, como por exemplo, nos Programas de Desenvolvimento Rural, que devido à sua indisponibilidade regional e nacional, lamentavelmente resultam na importação de serviços. Pretende-se, através do contacto direto e de ações de demonstração de técnicas e procedimentos já disponíveis conjugadas com técnicas atuas de difusão de informação, potenciar o surgimento de iniciativas empresariais inovadoras e de natureza tecnológica, numa área ainda em que há mercado e está claramente subaproveitada. Estas iniciativas relacionadas com a promoção científica e tecnológica regional, direcionadas para o sector agropecuário com elevada expressão económica na região do Alentejo, poderão potenciar o volume de negócios, favorecer a indústria de transformação e internacionalização da pecuária Alentejana, assente em modos de produção ambientalmente sustentáveis e com potencial de crescimento. O conhecimento, ferramentas e técnicas a divulgar na área das biotecnologias, para além de contribuírem para questões de interesse e de dever nacional (p.e. BPGA), irão de encontro às necessidades e às fragilidades referentes os recursos naturais e a biodiversidade identificados no Alentejo. "A gestão destes ativos e da sua valorização económica é fundamental para a conservação e preservação, mas também para a manutenção da qualidade ambiental que caracteriza o ADN da região do Alentejo" (in Uma Estratégia de Especialização Inteligente para o Alentejo, 2014).

Data de conclusão 10.01.2020

Valor de financiamento 13,31 mil €

Nesta operação pretende-se transmitir conhecimentos científicos e tecnológicos nas áreas das biotecnologias, reprodução e genética animal aos diversos agentes do sector agropecuário, de forma a melhorar a produtividade e a competitividade das empresas agrícolas e, indiretamente, a economia da região Alentejo e a sustentabilidade do meio rural. Mais especificamente, pretende-se contribuir para a melhoria da eficiência dos programas de conservação das raças domésticas autóctones e dos programas de melhoramento genético das raças, tanto autóctones como exóticas, das espécies pecuárias e, de forma mais alargada, para o desenvolvimento e competitividade das empresas pecuárias, mediante formas alternativas de transferência de conhecimento entre a investigação e o setor agrícola Alentejano. Serão desenvolvidas e implementadas diversas atividades e ações de transferência de conhecimento relacionadas com os recursos genéticos animais para alimentação e agricultura, numa perspetiva de projeção para o futuro, nas áreas da andrologia, embriologia, genética quantitativa e molecular/genómica de forma a envolver a pecuária Alentejana e os profissionais do tecido económico agrícola português. Estas ações envolverão atividades sobre tratamentos superovulatórios e lavagem uterina, produção de embriões in vitro, sexagem, crioconservação, fertilidade, citometria de fluxo, marcadores moleculares, gestão da variabilidade genética, consanguinidade e depressão consanguínea, avaliação genética, seleção de reprodutores, tecnologia do sémen e da inseminação artificial, seleção assistidas por marcadores moleculares, rastreabilidade e caracterização genética, identificação e filiação entre outros, organizadas em seis pacotes de trabalho, cada um subdividido em várias tarefas interdependentes. Estes pacotes de trabalho (PT1. Banco Português de Germoplasma Animal: conservação para uma produção sustentável; PT2. Genética quantitativa: utilização eficiente de ferramentas disponíveis; PT3. Aplicações da genética molecular à produção animal; PT4. Novas perspetivas na Andrologia; PT5. Biotecnologias inovadoras associadas aos embriões; PT6. Disseminação, treino e transferência tecnológica) e respetivas tarefas, embora apresentados separada e detalhadamente na memória descritiva estão todos interligados (ver figura em anexo/cronograma e memória descritiva). A presente operação conjuga as valências de 4 instituições de I&D do Alentejo (Polo de Investigação da Fonte Boa do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior Agrária de Elvas do Instituto Politécnico de Portalegre, Associação de Agricultores do Sul), apoiadas por Associações de criadores e empresas do setor agropecuário da região, que irão beneficiar com a sua execução. Irão ser implementadas diferentes estratégias de transferência de conhecimento científico e tecnológico sob a forma de seminários, reuniões, cursos, workshops, estágios, etc., através do contacto direto e envolvendo diversas tecnologias de gestão e difusão de informação, aproveitando ferramentas e conceitos já disponíveis (Rede AniDoP), como a internet, sistemas de groupware e workflow, tecnologia push and pull, videoconferência, filmes, manuais, etc. Numa estreita colaboração entre as diversas entidades participantes, estabelecer-se-ão várias iniciativas em eventos (feiras, jornadas, participação em reuniões de OPP's, entre outros) através de um roadmap tecnológico e mecanismos de vigilância tecnológica que permitam a integração de tecnologia e inovação nas empresas pecuárias. As ações de transferência de conhecimento científico e tecnológico a desenvolver nesta operação, numa ótica de valorização económica dos resultados disponíveis e acumulados por instituições membros da Rede Regional de Ciência e Tecnologia do Alentejo, permitirão colmatar falhas existentes entre o sector científico e do ensino com o sector produtivo e o tecido empresarial. Há falta de serviços e de empresas em Portugal e no Alentejo, nas áreas das biotecnologias e da genética animal que tem resultado, ao longo dos últimos anos, em dificuldades na sua integração no sector produtivo e na recorrente procura fora da região e mesmo do país. São várias as ações apoiadas por outros programas operacionais, como por exemplo, nos Programas de Desenvolvimento Rural, que devido à sua indisponibilidade regional e nacional, lamentavelmente resultam na importação de serviços. Pretende-se, através do contacto direto e de ações de demonstração de técnicas e procedimentos já disponíveis conjugadas com técnicas atuas de difusão de informação, potenciar o surgimento de iniciativas empresariais inovadoras e de natureza tecnológica, numa área ainda em que há mercado e está claramente subaproveitada. Estas iniciativas relacionadas com a promoção científica e tecnológica regional, direcionadas para o sector agropecuário com elevada expressão económica na região do Alentejo, poderão potenciar o volume de negócios, favorecer a indústria de transformação e internacionalização da pecuária Alentejana, assente em modos de produção ambientalmente sustentáveis e com potencial de crescimento. O conhecimento, ferramentas e técnicas a divulgar na área das biotecnologias, para além de contribuírem para questões de interesse e de dever nacional (p.e. BPGA), irão de encontro às necessidades e às fragilidades referentes os recursos naturais e a biodiversidade identificados no Alentejo. "A gestão destes ativos e da sua valorização económica é fundamental para a conservação e preservação, mas também para a manutenção da qualidade ambiental que caracteriza o ADN da região do Alentejo" (in Uma Estratégia de Especialização Inteligente para o Alentejo, 2014).

Data de conclusão 10.01.2020

Valor de financiamento 13,31 mil €

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