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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE FERREIRA DO ZEZERE

Valor de financiamento

2,92 milhões €

Total de projetos

18

Número de identificação fiscal

5 0 1 2 1 6 8 3 9

Projetos realizados

A presente operação visa a continuidade no desenvolvimento de intervenções no espaço público de Ferreira do Zêzere, com o objetivo de dinamizar ações capazes de contribuírem para a melhoria da atratividade da vila, em particular e do Concelho de Ferreira do Zêzere, em geral, por forma a melhorar a qualidade do ambiente urbano. A “Requalificação do Espaço Público em Ferreira do Zêzere – 2ª Fase” que se consubstancia na qualificação e modernização do espaço público, nomeadamente ao nível da melhoria do ambiente urbano e equipamentos existentes, incluindo espaços verdes e mobiliário urbano, insere-se como uma das iniciativas dentro do Plano de Ação de Regeneração Urbana do município de Ferreira do Zêzere. Neste sentido, pretende-se que a presente operação possa gerar massa crítica, capaz de melhorar o ambiente urbano da vila de Ferreira do Zêzere, pelo que se consubstancia na realização das seguintes intervenções, conforme constantes no Plano de Ação de Regeneração Urbana do Município de Ferreira do Zêzere: 1. Requalificação do Espaço Público na Rua Luís de Camões, com uma área de intervenção de 3.771 metros quadrados 2. Requalificação do Espaço Público na Rua Eduardo Mota, com uma área de intervenção de 18.2230 metros quadrados 3. Requalificação do Espaço Público da Rua Fonte Ferreira e Rua S. Miguel, com uma área de intervenção de 5.095 metros quadrados.

Data de conclusão 15.08.2023

Valor de financiamento 449,65 mil €

A presente candidatura trata-se de uma iniciativa que tem como objetivo a concretização do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), no âmbito da Prioridade de Investimento 2.3. Reforço das aplicações TIC na administração pública em linha, aprendizagem em linha, infoinclusão, cultura em linha e saúde em linha. O Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da CIM Médio Tejo encontra-se ancorado na Estratégia de Desenvolvimento Territorial da Região do Médio Tejo, a qual define como uma das orientações estratégicas para o período de referência comunitária 2014-2020 uma “Governação inteligente e multidimensional”, a qual “valoriza a pertinência de promover a eficiência da gestão e da administração do território”. Assim, a candidatura, assente num conjunto de investimentos estratégicos, promoverá a prossecução dos objetivos específicos constantes na Estratégia de Desenvolvimento Territorial da Região do Médio Tejo 2014-2020, referentes à sua Orientação Estratégica 5 – “Governação inteligente e multidimensional”, sendo eles: ? “Promover a modernização administrativa e a simplificação de procedimentos no relacionamento com o cidadão e as empresas; ? Implementar progressivamente uma gestão territorial inovadora e planeada e executada a uma escala efetivamente supramunicipal” A crise pandémica que, atualmente, assola, todo o mundo, veio demonstrar que a forma de relacionamento da Administração Pública, nomeadamente a portuguesa, com o cidadão e/ ou a empresa, tem de ser reinventada, que urge a implementação de novos canais de atendimento, os quais têm de ser adequados, céleres e seguros, para dar uma resposta eficaz às necessidades da população. Neste sentido, a estratégia de modernização administrativa levada a cabo pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e dos seus 13 municípios (Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha) teve também de ser adaptada a uma nova e dura realidade - mudança na forma como nos relacionamos, na forma como a Administração Pública se relaciona com os cidadãos e empresas. Assim, a candidatura visa a desmaterialização, disponibilização e prestação de serviços públicos digitais, reforçando, igualmente, a disponibilidade e o fomento da utilização de serviços em rede da Administração Pública e melhorando a sua eficiência com a integração de soluções atualizadas e reforço de novas funcionalidades às já existentes. Desta forma, com as ações de investimento a implementar, promover-se-á a redução dos “custos de contexto através do reforço da disponibilidade e fomento da utilização de serviços em rede da Administração Pública e melhorar a sua eficiência”. Complementarmente, essas mesmas ações de investimentos visam, igualmente, facultar novas formas de governabilidade, mais ganhos de escala, reduzindo custos, efetuando a devida gestão da mudança face aos serviços públicos, atualmente disponibilizados e a disponibilizar no futuro. A presente candidatura é uma iniciativa de continuidade de uma estratégia que tem vindo a ser implementada, sempre a nível intermunicipal, no sentido de se analisar e reformular para a prestação de mais e melhor serviço público por parte dos municípios envolvidos, de se melhorar a sua eficiência e eficácia e os direcionar positiva e definitivamente para os cidadãos e para as empresas. Assim, a presente candidatura de âmbito intermunicipal, visa a definição de uma resposta simplificada às diversas necessidades e solicitações dos cidadãos e das empresas e da própria gestão autárquica, assente nas seguintes ações de investimento: 1. Atendimento Digital; 2. Gestão Integrada da Informação e Implementação do Arquivo Digital; 3. Faturação eletrónica; 4. Restruturação da plataforma de sistema de informação geográfica; 5. Reestruturação das Infraestruturas Tecnológicas; 6. Gestão e Coordenação. A prese

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 125,03 mil €

A candidatura refere-se à reabilitação do edifício da antiga escola Conde Ferreira, na vila de Ferreira do Zêzere. O espaço será destinado a empreendedores e entidades locais para que possam criar uma rede de contatos dentro do concelho e à mostra de produtos locais. A primeira alteração proposta pelo promotor é de natureza física, financeira e temporal. A alteração física resulta da necessidade de introduzir um novo procedimento contratual de empreitada, na componente “Edifícios”. Esta componente incluía inicialmente o procedimento contratual de empreitada de Reabilitação da antiga escola Conde Ferreira, cujo contrato foi celebrado, em 10.05.2017, no valor de 121.073,45 €, com a empresa Tytec, Tecnologias de Integração, Comunicações e Sistemas de segurança, S.A.. Em 30.05.2017, foi efetuado o auto de medição nº 1, no valor de 2.500,00 €, acrescido de IVA, referente à montagem do estaleiro. Após a montagem do estaleiro, a execução dos restantes trabalhos da obra esteve suspensa até 02.07.2017, pelo facto do empreiteiro não ter terminado a preparação dos trabalhos para a realização da obra. Os trabalhos foram reiniciados em 03.07.2017, tendo sido novamente suspensos em 04.07.2017. A suspensão dos trabalhos apenas teria fundamento até 09.06.2017, data correspondente ao prazo de 30 dias após a data da celebração do contrato de empreitada, não havendo fundamento para o restante tempo de suspensão, de acordo com a referida informação. Deste modo, foi deliberada em 28.07.2017, pelo Presidente da Câmara Municipal, a resolução do contrato de empreitada. Posteriormente, foi aberto um novo procedimento de contratação pública de ajuste direto para realização da empreitada de Reabilitação da antiga escola Conde Ferreira. O contrato de empreitada é de 137.500,00 €, com um prazo de execução de 180 dias. Em termos financeiros, o investimento elegível proposto foi ajustado de acordo com o valor dos trabalhos executado da empreitada inicial e com o valor do contrato da nova empreitada. Em termos globais, os valores propostos na componente Edifícios são os seguintes: - Valor base: 140.000,00 € - IVA: 8.400,00 € - Investimento elegível: 148.400,00 € - Investimento total: 148.400,00 € Na fase inicial de aprovação da candidatura, foi considerado não elegível, na empreitada inicial, o valor dos artigos 1.8.2.3.1 e 1.8.2.3.2, relativos a 2 armários. O investimento em mobiliário não é elegível, pelo facto de não se tratar de investimento de reabilitação do edificado. Na alteração, o promotor informa que os referidos armários são embutidos na parede. Deste modo, na nova empreitada o valor dos artigos relativos à execução dos 2 armários foi considerado elegível. A componente Ajustamentos de preços (Revisão de Preços) foi anulada pelo promotor. Assim, os valores propostos pelo promotor na alteração são os seguintes: Investimento total: 148.400,00 € Investimento elegível: 148.400,00 € FEDER: 126.140,00 €, com uma taxa de comparticipação de 85%. Em termos temporais, a data de fim foi alterada, de 30.04.2017, para 30.09.2018, mantendo-se a data de início em 29.05.2017. Esta alteração da data de fim tem como objetivo abranger a despesa relativa ao novo procedimento contratual de empreitada para conclusão dos trabalhos não realizados. Assim, o prazo de execução é de 16 meses, de 29.05.2017a 30.09.2018.

Data de conclusão 29.06.2018

Valor de financiamento 123,71 mil €

Este ‘Programa de Ação’ visa em termos gerais a valorização e afirmação do potencial dos recursos naturais e culturais da região do Médio Tejo, bem como a integração da oferta turística com a consolidação dos produtos pré-existentes e a estruturação de novos produtos através da melhoria da experiência dos visitantes (iniciativas de informação e animação), de reforço da notoriedade dos produtos e do destino (iniciativas de comunicação e promoção), e ainda de articulação entre os agentes turísticos (iniciativas de avaliação, reflexão e divulgação do potencial dos novos produtos), enquanto fatores determinantes para a competitividade e coesão turística do território do Médio Tejo e, consequentemente, do destino ‘Centro de Portugal’. Desta forma, as operações apresentadas estão organizadas em torno de três eixos de ação prioritários, os quais circunscrevem seis produtos turísticos integrados (articulados com sub-produtos e recursos turísticos complementares) identificados como ‘marcas’ estratégicas e de relevante interesse para o desenvolvimento sustentado e promoção do turismo na região do Médio Tejo: ? Eixo ‘Turismo Náutico’: Castelo de Bode | Wakeboard ? Eixo ‘Turismo Religioso’: Fátima - Tomar; ? Eixo ‘Turismo Cultural’: Templários | Castelos do Tejo | Museu Nacional Ferroviário A presente candidatura constitui por isso uma oportunidade determinante para darmos continuidade aos trabalhos de planeamento estratégico realizados entre 2013 e 2016, bem como às ações e projetos já executados pelos municípios e/ou pela CIMT desde 2014, de estruturação, qualificação e promoção dos recursos (naturais e culturais), de promoção dos equipamentos e dos eventos com relevante vocação turística-cultural considerados estratégicos para o desenvolvimento do turismo da região do Médio Tejo. As orientações e as recomendações do ‘Plano de Marketing Turístico da Região do Médio Tejo’ apresentado em 2016 foram determinantes para reposicionar o trabalho de desenvolvimento e promoção turística realizado pela CIMT no passado, passando este trabalho a ser orientado para a estruturação e promoção dos principais produtos turísticos do território através de uma abordagem integrada, e em linha com as prioridades da ‘Região Centro’ emanados pela ‘Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro’ (CCDRC) e pela ‘Entidade Regional de Turismo da Região Centro de Portugal’ (ERTCP/ TCP). Assim, as propostas programáticas agora apresentadas decorrem não só do processo de planeamento turístico realizado pela CIMT como também do diálogo e do consenso intermunicipal alcançado entre os municípios da região do Médio Tejo, em linha com os desígnios da afirmação do ‘Centro de Portugal’ enquanto destino turístico e com as orientações da TCP e da CCDRC, procurando desta forma refletir o potencial turístico e as oportunidades de integração que se projetam para lá dos limites geográficos da sub-região administrada pela CIMT.

Data de conclusão 13.12.2023

Valor de financiamento 62,35 mil €

CAMINHOS define-se como um projeto de programação cultural em rede, promovido em parceria pela CIMT e os treze municípios do Médio Tejo, articulado com um plano estratégico de dinamização do Médio Tejo enquanto destino de turismo cultural. Enquanto programa de desenvolvimento na área da cultura ele integra obviamente objetivos de formação de públicos e de capacitação do tecido cultural local, nos seus agentes individuais e coletivos. Operando por camadas, Caminhos responde de forma cabal à necessidade de tornar visíveis os elementos singulares que caracterizam o território do Médio Tejo, pelo que, enquanto programa cultural ele articula de forma consequente e criteriosa os recursos endógenos, sejam eles materiais ou imateriais, físicos ou humanos, com agentes e recursos externos para fortalecer os primeiros e os catapultar para um novo plano de relação com o exterior. Assim, o programa opera por ciclos, que se tornam reconhecíveis e robustecem a comunicação, onde se cruzam os caminhos de agentes culturais da região e artistas nacionais e internacionais, públicos da região (constituídos ou em potência) e visitantes. Este cruzamento dá-se nas diversas camadas e escalas do programa e investe numa lógica de reiteração dos ditos caminhos, dos vários tipos de caminhos e dos vários intervenientes que os percorrem e/ou que os constroem. Os três ciclos definidos para a programação anual (abril, julho e outubro), três ciclos temáticos que afirmam o grande tópico deste novo destino cultural e turístico - a acessibilidade, configuram três grandes caminhos para percorrer o Médio Tejo: os Caminhos de Ferro, em abril, aludindo ao cruzamento entre as duas linhas ferroviárias mais importantes do país, os Caminhos da Água, em julho, remetendo para a riqueza e abundância em cursos de água emblemáticos, e os Caminhos da Pedra, em outubro, recordando a excelente rede viária da região, desdes as auto-estradas principais à irradiação de vias secundárias. De acordo com a lógica de reiteração referida, que nos remete para o uso regular e repetido dos caminhos, consolidando hábitos e expectativas, gravitam e articulam-se sub-caminhos temáticos que são emblemáticos da região e que inspiram as escolhas da programação e o seu modo de implementação no território: os caminhos do ar (fé, religião, espiritualidade), os caminhos da terra (tradições locais), os caminhos do fogo (gastronomia e produtos da região) e os caminhos lendários (lendas, mitos e narrativas). Desta forma, a construção do programa em rede agora apresentado obedece a uma estratégia de coesão territorial e responde a objetivos partilhados pelos municípios de desenvolvimento local e regional, produzindo uma organização programática que facilite a leitura do visitante, que desperte o seu interesse mas que acolhe, na sua base, um importante princípio de participação e de desenvolvimento social. De entre os artistas convidados a apresentar as suas criações, a produzirem novas obras ou a darem formação, preferiu-se equilibrar entre o convite a artistas nacionais e internacionais de renome e aqueles que são oriundos do Médio Tejo, ou directamente ou através dos seus ascendentes mais directos (pais e avós). Descobriu-se rapidamente artistas de elevado interesse cujo trabalho ombreia entre os melhores artistas nacionais e europeus. O convite a alguns destes artistas oriundos do Médio Tejo provará que os caminhos se podem sempre fazer nos dois sentidos, abrindo aos jovens da região horizontes de escolha e capacitando os artistas, profissionais ou amadores, que escolheram aqui desenvolver o seu trabalho. O programa traduz estes conceitos em eventos de diferentes escalas e materialidades: 1) desde os projetos criadores de percursos, que se ancoram em lugares de passagem obrigatória no Médio Tejo e permitem aprofundar relações dentro dos municípios e entre eles - são projetos mais próximos da arte urbana, das artes visuais, aprofundando o conceito de instalação. 2) aos projetos e

Data de conclusão 29.08.2022

Valor de financiamento 48,74 mil €

A operação PATRIMÓNIO NATURAL pretende afirmar um território através de um projeto turístico-cultural em rede, em que a geografia e a paisagem natural de referência sejam destaque e a alavanca para a criação de novas identidades. Na seleção das ações de programação para esta candidatura, foram tidos em consideração os seguintes fatores: Qualidade inquestionável das propostas; Caráter de inovação das propostas, face aos objetivos a cumprir; As características do território e individualmente, de cada autarquia; Os grupos-alvo definidos por cada autarquia. Assim, para as propostas abaixo, tivemos em consideração que deveriam ser selecionadas um grupo de atividades em que a mesma ação pudesse responder de forma diferente em diferentes municípios, ou seja, em contextos diferentes. Ação 1 _ Rui Souza Sertã_ Aldeia do Xisto Pedrógão Pequeno Ação 2_ Helena Madeira (Harpa) Sertã_ Igreja Matriz Ação 3_Tozé Bexiga/ Viola e Campaniça Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 4_ Ariana Casalles Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Arianna Casellas canta o seu protodiário de viagem: uma mensagem metida em Ação 5_ Joana Guerra Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 6_ Filho da Mãe_ Música ao Castelo Sertã_ Castelo Ação 7_ Birds Are Indie_ Música ao Castelo Sertã_ Castelo Ação 8_ Noiserv_ Música ao Castelo Sertã_ Castelo Ação 9_ Lika_ Música ao Castelo Sertã_ Castelo Ação 10_ Benjamin_ Música ao Castelo Sertã_ Castelo Ação 11_ Surma_Música ao castelo Sertã_ Castelo Ação 12_ Telma Pinto e Pedro Tiago Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 13_ Quadro vivos de Caravaggio Sertã_Alameda da Carvalha Ação 14_ Constantes Desiquilíbrios Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 15_ Filipe Caldeira_ Novo Circo Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 16_ Fogo Lento, por Constanza Givone" Sertã_Associação senhora da Penha – Passaria Ação 17_ Jéssica Pina_ trompetista Jazz Sertã_Alameda da Carvalha Ação 18_ Marionetas da feira Sertã_Praia Fluvial da Ribeira Grande Ação 19_Instalações Arte Urbana_ Bordalo II Sertã_ Paredão do Pelourinho Ação 20_Beatbombers Mação_ Alto do Calvário Ação 21_ Angélica Salvi Mação_ Igreja Matriz Ação 22_Zambujo_ video art_Marketing Territorial Mação_ Miradouro do Bando dos Santos Ação 23_ Ariana Casalles Mação_Miradouro e Anta da foz Rio Frio Ação 24_ Banda 12 de Abril com Sergio Godinho Mação_Largo da Feira Ação 25_ Joana Guerra Mação_Auditório CC Elvino Pereira Ação 26_ Birds Are Indie Mação_Auditório CC Elvino Pereira Ação 27_ Noiserv Mação_ Jardim Municipal Ação 28_ Bárbara Tinoco e Tiago Nacarato Mação_ Alto do Calvário Ação 29_ Benjamim Mação_Auditório CC Elvino Pereira Ação 30_ João Paulo Ferreira_Contratenor_ música no início do século XX Mação_ Igreja Matriz Ação 31_ Companhia Ludovica Rambelli/ Quadros Vivos de Carvaggio Mação_ Igreja Matriz Ação 32_ Filipe Cadeira Mação_ Largo dos combatentes Ação 33_ Marionetas da Feira Mação_ Praia de Cardigos e Carvoeiro Ação 34_Teatro Mais pequeno do Mundo Mação_ Praia da Ortiga Ação 35 _ Rui Souza_ Electrónica e voz Vila de Rei_ Igreja da Misericordia Ação 36_ Ricardo Ribeiro + coro castro verde Vila de Rei_Parque de feiras_ Espaço multiusos Ação 37_Tozé Bexiga/ Viola e Campaniça Vila de Rei_anfiteatro parque da ribeira da vila Ação 38_ Ariana Casalles Vila de Rei_anfiteatro parque da ribeira da vila Ação 39_Marcia Vila de Rei_Praça do mercado Ação 40_Joana Guerra Vila de Rei_Aldeia de xisto Agua Formosa Ação 41_Noiserv Vila de Rei_Largo Eugénio Tavares ribeiro Ação 42-Benjamim Vila de Rei_Largo Eugénio Tavares ribeiro Ação 43_Alice Frazão Vila de Rei_Praça do mercado Ação 44_Lika Vila de Rei_centro geodésico Ação 45_ Telma Pinto e Pedro Tiago Vila de Rei_praia fluvial bostelim Ação 46_ Tochas Nariz preto Vila de Rei_anfiteatro parque da ribeira da vila Espectáculo de rua onde com a ajuda do público Pedro Tochas cria uma aventura épica. Ação 47_ Constantes Desequilíbrios Vila de Rei_anfiteatro parque da ribeira da

Data de conclusão 28.12.2022

Valor de financiamento 46,73 mil €

A presente candidatura “Médio Tejo Online 2020 e Médio Tejo – Desenvolvimento Territorial Estratégico – 1ª Fase” visa a concretização do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), no âmbito da Prioridade de Investimento 2.3. Reforço das aplicações TIC na administração pública em linha, aprendizagem em linha, infoinclusão, cultura em linha e saúde em linha. O Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da CIMT encontra-se ancorado na Estratégia de Desenvolvimento Territorial da Região do Médio Tejo, a qual define como uma das orientações estratégicas para o período de referência comunitária 2014-2020 uma “Governação inteligente e multidimensional”, a qual “valoriza a pertinência de promover a eficiência da gestão e da administração do território”. A candidatura, que visa a disponibilização eficiente e eficaz dos Serviços Online Municipais aos cidadãos e às empresas, através da implementação de processos de desmaterialização e reengenharia de processos e a gestão intermunicipal partilhada das infraestruturas rodoviárias como mecanismo de otimização do custo e eficácia das intervenções, pretende promover de facto a redução dos “custos de contexto através do reforço da disponibilidade e fomento da utilização de serviços em rede da Administração Pública e melhorar a sua eficiência”. Neste sentido, a presente candidatura de âmbito intermunicipal, visa a definição de uma resposta simplificada às diversas necessidades e solicitações dos cidadãos e das empresas e da própria gestão autárquica, assente nas seguintes componentes de investimento: - Desmaterialização e reengenharia de processos; - Serviços Gestão Territorial - Novas Funcionalidades; - Gestão e Coordenação: para que a candidatura atinja os objetivos estratégicos propostos, é necessário efetuar o devido acompanhamento/monitorização da execução do mesmo constituindo-se para o efeito um grupo de trabalho constituído por elementos da CIMT e dos municípios

Data de conclusão 28.12.2018

Valor de financiamento 38,33 mil €

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Transparência sem entrelinhas