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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE ESTARREJA

Valor de financiamento

9,33 milhões €

Total de projetos

12

Número de identificação fiscal

5 0 1 1 9 0 0 8 2

Projetos realizados

O projeto de investimento de Reabilitação do Mercado Municipal de Estarreja propõe uma intervenção integrada sobre o tecido urbano existente, em que o património urbanístico e imobiliário seja mantido, em parte substancial, e modernizado através da realização de obras de remodelação espaços urbanos de utilização coletiva e de obras de alteração das construções. Incorpora também a intervenção relativa à componente do reforço da rede de drenagem de águas pluviais instalada, que recebe um caudal elevado das zonas altas da cidade e cuja capacidade não responde às necessidades atuais (e muito menos futuras) decorrentes da impermeabilização de solos nas zonas de cota mais elevada; torna-se assim necessário duplicar a capacidade de drenagem da infraestrutura existente e ao mesmo tempo substituir a infraestrutura de água residuais que se encontra já obsoleta e com anomalias constantes. A reabilitação física do espaço existente pretende a refuncionalização de uma área da cidade que se encontra segregada pela obsolescência dos edifícios e do espaço público. A intervenção pretende conferir características de desempenho adequadas e de segurança funcional, estrutural e construtiva, com vista a criar novas aptidões funcionais e a permitir novos usos ou o mesmo uso com padrões de desempenho mais elevados. Com uma área total de intervenção aproximada de 30.568,5 m² (˜31 ha), da qual 3.239,0 m², correspondem à área total do Mercado Coberto e 27.329,5 m² dizem respeito a toda a área envolvente (incluindo o mercado descoberto, respetivos acessos e espaços públicos envolventes), esta operação de reabilitação urbanística consiste globalmente: - “na adaptação e alteração das construções existentes que constituem a paisagem construída consolidada, sem agravamento das características físicas e volumétricas gerais.” - No “redesenhar de toda a sua área e envolvente e reabilitação/remodelação de todos os sistemas de infraestruturas urbanas, mobiliário urbano, equipamentos e espaços verdes de uso coletivo, potenciando uma nova atratividade/promoção da atividade económica, social e cultural”. Na materialização física da proposta de reabilitação, especificamente incidente sobre o Mercado Coberto, assumem-se como estruturantes as obras de demolição dos corpos a Sul, as de alteração de corpo a Norte, a disponibilização de novas instalações sanitárias para utentes, comerciantes e funcionários e ainda, a substituição das coberturas incluindo introdução de isolamento térmico. Acrescem ainda, para além, do reforço e consolidação estrutural, também, a alteração dos elementos de caixilharia e proteção geral dos vãos, a alteração dos elementos de revestimento interior e exterior dos edifícios e a introdução de redes de telecomunicações, climatização / ventilação, de instalações eletromecânicas e de videovigilância / sistema de deteção de intrusão. Serão ainda, objeto de obras de urbanização (que visam a remodelação as redes existentes de abastecimento de águas e saneamento, de energia elétrica que servem diretamente este equipamento e requalificados/alterados os pavimentos existentes como circuito acessível).

Data de conclusão 12.11.2018

Valor de financiamento 1,78 milhões €

Reconhecendo a importância de criar um ambiente propício ao desenvolvimento empresarial, a Câmara Municipal de Estarreja tem vindo a implementar nos últimos anos um conjunto de iniciativas orientadas para a melhoria das condições de acolhimento e para o fomento da atividade empresarial. Destaca-se, neste contexto, o Eco-parque Empresarial de Estarreja, que se assume como uma área de acolhimento empresarial com preocupações de crescimento económico, de proteção do ambiente e de desenvolvimento social da região. Esta área de desenvolvimento empresarial constitui um espaço vocacionado e privilegiado para explorar a localização de actividades económicas, designadamente nos domínios da indústria e dos serviços de apoio à produção, com infraestruturas comuns nas áreas da produção e distribuição de energia, tratamento de efluentes e resíduos, higiene e segurança, preconizando a prática de princípios de gestão ambiental integrada e promovendo a protecção e defesa da qualidade do meio ambiente. Genericamente, dispõe-se, assim, de uma “zona industrial”, que estando em parte já infraestruturada (1ª Fase), com o edifício da Área Social (2ª Fase) completamente funcional e prevendo-se a infraestruturação da 3ª Fase no curto-prazo, se assumirá como uma estrutura com condição de receção básica à atração de novos investimentos industriais e outros ramos de atividade e que procurará, desde logo, garantir a não recriação de problemas ambientais passados e contribuir simultaneamente para a diversificação sectorial e reconversão do sector industrial. O Eco-parque Empresarial teve necessidade de se expandir para norte, atingindo a dimensão atual. Este projeto de expansão alargou o Eco-parque Empresarial para a atual área de 289,7 ha, incrementando praticamente para o dobro, a área de implementação empresarial original. O presente projeto de investimento proposto representa, 13 anos depois do início das obras de infraestruturação, um novo “salto” em termos de desenvolvimento, após se ter atingido a estabilização decorrente da explanação no terreno da 1ª fase (infraestruturação da parte sul do E-PE ) e 2ª fase (Construção do Edifício da Área Social do Eco-Parque e prolongamento do acesso principal através da Av. Pacopar).

Data de conclusão 14.09.2023

Valor de financiamento 1,25 milhões €

A promoção desta operação de reabilitação urbanística consiste globalmente na “… reconversão urbanística e ambiental desta área industrial abandonada, atribuindo-lhe uma funcionalidade pública de valorização e promoção de um produto endógeno, o arroz, fomentando o empreendedorismo e a inovação social.” A requalificação do edifício da “Hidroelétrica de Estarreja” e a sua conversão na “Fábrica da História”, para além de pretender dar resposta à necessidade de eliminação do impacto negativo deste núcleo industrial abandonado e de afirmar aquela construção como um espaço de Memória Coletiva Municipal, tornando-o um polo encorajador da componente criativa em termos económicos, pretende ainda, constituir uma medida operativa de qualificação urbanística e ambiental das “áreas industriais abandonadas”, e contribuir, desta forma, para a melhoria do ambiente urbano da sua envolvente. Esta ação/intervenção visa a requalificação e reconversão funcional de um imóvel (edifício onde funcionou a Fábrica Hidroelétrica de Descasque do Arroz – A Hidroelétrica) que se encontra devoluto e em péssimo estado de conservação, ameaçando ruína, o que implica a urgente e necessária realização de obras de reabilitação urbanística. Constitui ainda, um propósito desta intervenção de recuperação/reconversão deste imóvel (edificado entre 1918 e 1919), fomentar a conexão com a “…dinâmica existente na zona do Esteiro de Estarreja, particularmente dos Grupos de Carnaval e com as indústrias criativas, com o Baixo Vouga Lagunar, em paralelo com a beneficiação do espaço efetuada no âmbito do POLIS da Ria, e com o Bioria.”

Data de conclusão 30.12.2022

Valor de financiamento 871,13 mil €

Este projeto tem por base a história (ADN) de cada um dos 5 Municípios associada aos 5 Escritores que mais se destacaram na região, inspirados na á época da Arte Nova em Portugal, na Belle Époque (período da história contemporânea que teve o seu início nos finais do século XIX, por volta dos anos de 1889, mantendo-se até 1914, até à eclosão da I Guerra Mundial), cujo o fio condutor é a literatura (escreveram sobre a arquitetura da arte nova, escultura, artes plásticas, ferro, vidro, paisagens, gastronomia, produtos endógenos, etc) numa fase marcante da história. A execução das diversas ações nos diferentes concelhos vão ser feitos de forma hibrida: a) no espaço físico de reconhecimento de Património Classificado, e/ou com intervenções de programas co-financiados a destacar (QREN, PT2020, REGENERAÇÃO URBANA, PROCOM/URBCOM "Centro Comercial ao Ar Livre", com acessibilidade e wi-fi b) Será divulgado  online através de Livestream. Adaptados à nova realidade, cumprindo as exigências da DGS, este projeto vai criar condições para dar seguimento á divulgação da Literatura, Escultura, Cultura, Música, Arte Contemporânea e Gastronomia. Gerido pela SEMA temos 2 projetos Âncora: a)“Projeto de comunicação e marketing” b)“Plano de Animação” Conceitos e Guidelines têm por base o delineamento e assessoria de apoio à implementação do projeto-âncora “Plano de Animação” a ser gerido pela SEMA. A iniciativa enquadra-se no projeto-âncora “Projeto de comunicação e marketing”, na medida em que estabelece a abordagem estratégica de marketing e comunicação interna e externa para o Aviso nº CENTRO-14-2020-12, alinhado com as prioridades de investimento (PI) 6.3/6c. Animação, comunicação e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade dos territórios, através da sua qualificação e valorização turística. Esta iniciativa prevê concretizar um plano estruturado e assertivo de animação territorial, numa lógica de rede, procurando maximizar o impacto no território, nomeadamente, o aumento do reconhecimento e visibilidade do projeto DOMINIO SUSTENTABILIDADE E EFICIENCIA NO USO DE RECURSOS_PROGRAMA CULTURAL EM REDE. O referido Plano de Animação está suportado numa lógica de gestão em rede, procurando maximizar o seu impacto no território, assumindo-se, em particular, como um contributo central para o reconhecimento e visibilidade da marca a criar e como destino turístico preferencial nesta zona lagunar do Centro de Portugal. Este documento é uma proposta de uma metodologia de trabalho coletiva para uma eficiente implementação do Plano de Animação, que vá: • garantir a capacidade de atração de novos públicos, de âmbito nacional e internacional, aos territórios das Rede: (RE)VIVE & FICA – SEMA+5CM em Rede "Património Imaterial _ Literatura/Historiador" • contribuir para a futura sustentabilidade económica do projeto O documento, estrutura-se em 2 secções (I e II): • Desenvolvimento dos Conceitos Gerais que suportam o primeiro ciclo de implementação de 5 programas do Plano de Animação da SEMA: a. O ciclo de eventos: Considera-se que, neste primeiro ciclo, tem como enfoque prioritário o património Imaterial (LITERATURA/Historiador) em que todas as ações a serem concretizadas terão sempre como prioridade o AND do território associado a uma citação do historiador escolhido para a ação com contributos dados e reconhecidos no concelho. • Desenvolvimento de Guidelines que ajudem à definição e “normInterpretação da estratégia e objetivos gerais dos programas através de reuniões de trabalho (via zoom e presencial) e de mecanismos de reflexão partilhada com a equipa executiva da rede; Dinaalização” das iniciativas _Ciclo de Eventos: a definição das especificações técnicas que possam garantir a consolidação do efeito rede através da criação de um calendário de animação regular capaz de contribuir para a formatação de um produto turístico diferenciador e inovador (5 menus+5musicas) e que reforce a

Data de conclusão 16.09.2022

Valor de financiamento 11,96 mil €

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Transparência sem entrelinhas