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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DA GUARDA

Valor de financiamento

21,57 milhões €

Total de projetos

57

Número de identificação fiscal

5 0 1 1 3 1 1 4 0

Projetos realizados

A presente operação denominada por “Incremento de modos suaves no acesso ao Parque Industrial da Guarda” pretende estimular a utilização de modos sustentáveis de deslocação, nomeadamente o andar a pé e de bicicleta, para o conjunto das deslocações de proximidade, possibilitando a conexão ao parque industrial, em modos suaves, desde as cotas baixa e alta da cidade da Guarda, abrangendo um conjunto alargado de equipamentos, serviços e áreas residenciais. Entende-se que esta ação de mobilidade sustentável que ora se candidata se encontra enquadrada no acordo de parceria “Portugal 2020”, nomeadamente na Prioridade de Investimento 4.5. que por sua vez se insere no “Objetivo Temático 4 – Apoiar a transição para uma economia de baixo teor de carbono em todos os setores”, referente ao “Eixo Prioritário 3 - Economia de Baixo Teor de Carbono”. Em sede do Programa Operacional Regional do Centro (POR Centro), esta prioridade de investimento encontra-se integrada no “Eixo Prioritário 9 - Reforçar a rede urbana (Cidades)”, associada ao “Objetivo Temático 4 - Apoiar a transição para uma economia de baixo teor de carbono em todos os setores”, inserindo-se na “Prioridade 4.5 (4e) - Mobilidade Urbana - Promoção de estratégias de baixo teor de carbono para todos os tipos de territórios, nomeadamente zonas urbanas, incluindo a promoção da mobilidade urbana multimodal sustentável e medidas de adaptação relevantes para a atenuação”.

Data de conclusão 29.11.2023

Valor de financiamento 2,37 milhões €

A candidatura consiste na reabilitação do parque municipal da cidade da Guarda. O parque municipal é confinante com o parque de campismo, estando apenas previstas intervenções no parque municipal. Atualmente, o parque municipal não apresenta condições que permitam uma melhor frequência do seu espaço. A terceira alteração proposta pelo promotor é de natureza temporal e financeira. Pretende-se alterar a data de fim, de 31.07.2018, para 31.10.2018, mantando-se a data de início em 22.09.2015, correspondente à data da primeira fatura associada à elaboração do estudo prévio. A data de fim proposta corresponde à data prevista para o último documento de quitação. Pretende-se submeter na fase de pagamentos os restantes 20% da faturação relativa à aquisição dos projetos de arquitetura e de especialidades (Projeto de execução) relativos à Requalificação urbana do eixo central da Guarda e a revisão de preços da empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Parque da cidade da Guarda. Em termos financeiros, pretende-se ajustar o valor de investimento das 2 empreitadas de obra de acordo com as respetivas contas finais da empreitada. Assim, são propostos os seguintes montantes financeiros na componente Construção diversas: Empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Parque da cidade da Guarda - Valor base: 272.341,24 €, correspondente ao valor dos trabalhos realizados. - IVA: 16.34,48 €, calculado à taxa de 6%. - Investimento elegível: 288.681,72 € - Investimento total: 288.681,72 € O contrato de empreitada é de 274.421,24 €, sendo o valor dos trabalhos a menos de 2.080,00 €. Empreitada de Requalificação Urbana do Eixo Central da Guarda- Parque da Cidade da Guarda - 2ª Fase - Valor base: 348.600,01 €, correspondente ao valor dos trabalhos realizados. - IVA: 20.915,99 €, calculado à taxa de 6%. - Investimento elegível: 369.516,00 € - Investimento total: 369.516,00 € O valor dos trabalhos efetuados corresponde ao valor do contrato de empreitada. Valores globais da componente Construções diversas - Valor base: 620.941,25 € - IVA: 37.256,47 € - Investimento elegível: 658.197,72 € - Investimento total: 658.197,72 € Na componente Ajustamentos de preços (Revisão de Preços) são propostos os seguintes valores: - Revisão de preços: 12.172,20 € - IVA: 730,33 € - Investimento elegível: 12.902,53 € - Investimento total: 12.902,53 € Estes valores referem-se à revisão de preços da empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Parque da cidade da Guarda, de acordo com a conta final de empreitada. Na empreitada de Requalificação Urbana do Eixo Central da Guarda- Parque da Cidade da Guarda - 2ª Fase a revisão de preços foi nula. Na componente Estudos, Pareceres, Projetos e Consultoria foram propostos os seguintes valores: - Investimento elegível: 57.679,81 € - Investimento não elegível: 125.485,64 € - Investimento total: 183.165,45 € Em termos globais são propostos os seguintes montantes financeiros: Investimento total: 824.265,70 € Investimento não elegível: 125.485,64 € Investimento elegível: 728.780,06 € FEDER: 619.463,05 €, com uma taxa de comparticipação de 85%.

Data de conclusão 02.10.2018

Valor de financiamento 613,56 mil €

A operação Requalificação da Torre dos Ferreiros tem enquadramento na tipologia descrita no ponto ii) da alínea a), do artigo 114º, da Portaria n.º 57-B/2015 de 27 de fevereiro: “Proteção, valorização, conservação e promoção do património histórico e cultural com elevado interesse turístico, incluindo em particular aquele que já é Património da Humanidade reconhecido pela UNESCO.”, visto que, a Torre dos Ferreiros é um monumento com elevado interesse turístico e está classificada como Monumento Nacional, pelo Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136 de 23 junho 1910 / Decreto n.º 38 147, DG n.º 4 de 05 janeiro 1951 / ZEP, DG n.º 237 de 08 outubro 1956. A intervenção na Torre dos Ferreiros e na área envolvente, tem como objetivo promover a conservação e beneficiação/valorização desta estrutura que data do século XIII e que foi mandada construir pelo Rei D. Dinis. Esta intervenção está inserida num projeto mais vasto, da iniciativa da autarquia local, e que a mesma designou como “Requalificação do eixo central da Guarda” e que tem como objetivo tornar esta parte da cidade mais atrativa para turistas e residentes e simultaneamente dinamizar a economia local. Acentuando a evidência urbana e apoiados na potencial inexpugnabilidade da Torre do Ferreiros, surge a necessidade de, por um lado, incrementar e devolver o seu peso e características urbanas e por outro, a necessidade de dar a conhecer o seu real fundamento de fortificação e de domínio sobre a envolvente. A força do seu desenho e da sua conceção física não permitem que hoje ela possa ser dada a conhecer na sua mais verdadeira monumentalidade arquitetónica, pelo simples facto, do acesso ao seu ponto mais alto estar completamente desajustado com aquilo que são as regras mais elementares e básicas da segurança, conforto e acessibilidade, impedindo, deste modo, que se possa disfrutar da magnificência do seu domínio sobre a paisagem. Está previsto a implantação de um elevador dito panorâmico que irá permitir que o próprio ato da ascensão seja uma experiência emocional e de descoberta das belezas e características naturais da paisagem urbana e natural que desenham a cidade. Este acesso facilitado ao ponto mais altaneiro da torre dará a possibilidade de usufruir de uma perspetiva a toda a envolvente dos muros que a configuram. A intervenção mais significativa e marcante é o acesso mecânico vertical para o topo da torre que para além de resolver a problemática do acesso ao topo da torre a pessoas com mobilidade condicionada, cria fundamentalmente mais um momento de relação com a paisagem e com a envolvente. Pretende-se que esta “viagem” seja um momento marcante e ao mesmo tempo que provoque sensações diferenciadoras, desde a cota mais baixa até à cota superior da torre. Atingindo o ponto mais alto, acedemos à torre através de uma “passerelle” virtualmente solta de apoios, pelo facto de esta estar simplesmente apoiada na estrutura de fixação do elevador e ao mesmo tempo na parede lateral da torre. A viagem continua com a chegada à Torre, na qual se desenvolveu um percurso contínuo até à lateral oposta, a partir da qual se podem observar em toda a sua plenitude, as magnificas vistas e paisagem envolvente até para lá da linha de fronteira, motivo na génese pela qual esta fortificação foi construída. Enaltecendo esta característica, prevemos a colocação de painéis informativos e descritivos da localização dos aglomerados urbanos visíveis a “olho nu” assim como notas descritivas dos monumentos e pontos de interesse cultural e patrimonial que possam ser identificados na sua proximidade imediata. Como nesta posição nos é permitida a visualização a 360º, propomos a colocação de um binóculo miradouro no extremo mais a norte, uma vez que desta posição poderemos perceber toda a malha urbana do centro histórico assim como a magnificência da Serra da Estrela. No atual acesso para a zona superior da Torre, propomos a colocação de um tipo de guarda constituída na sua maioria por barras verticai

Data de conclusão 26.05.2022

Valor de financiamento 552,38 mil €

A candidatura consiste na reabilitação e ampliação de um conjunto de 6 edifícios municipais, de apenas 1 piso, e construção de um novo edifício, localizados entre a rua do Torreão, o largo do Torreão e a muralha do castelo da Guarda. Estes edifícios serão destinados a entidades que prestem serviços de apoio social e que dinamizem a atividade cultural. A terceira alteração proposta pelo promotor é de natureza temporal e financeira. A alteração financeira decorre do facto de terem ocorrido trabalhos a menos, no valor de 26.250,00 €, e trabalhos a mais, no valor de 39.625,09 €, na empreitada de obra. Sendo o valor do contrato de empreitada de 494.100,00 €, o valor dos trabalhos executados é de 467.850,00 €. Os montantes financeiros propostos pelo promotor são os seguintes: Componente Edifícios - Investimento total: 537.923,60 € - Investimento não elegível: 85.359,32 € - Investimento elegível: 452.564,28 € Componente Ajustamentos de preços (Revisão de Preços) - Investimento total: 24.562,12 € - Investimento elegível: 24.562,12 € Em termos globais, são propostos os seguintes valores: Investimento total: 562.485,72 € Investimento não elegível: 85.359,32 € Investimento elegível: 477.126,40 € FEDER: 405.557,44 €, com uma taxa de comparticipação de 85%. De acordo com os esclarecimentos do promotor, de 30.03.2021, o promotor ajustou o investimento elegível da candidatura, de acordo com o FEDER aprovado anteriormente, de 405.557,44 €, tendo esse ajustamento sido feito apenas na componente Edifícios. O valor de investimento remanescente foi considerado não elegível. No que respeita à alteração temporal, o promotor propõe a alteração da data de fim da operação, de 31.08.2020 para 31.03.2021, mantendo a data de início, em 08.06.2018, correspondente à data do auto de consignação da empreitada. O prazo de execução inicial da empreitada é de 365 dias, sendo o auto de consignação de 08.06.2018. A data na qual a empresa adjudicatária teve conhecimento da aprovação do Plano de Segurança e Saúde é de 21.06.2018. Esta prorrogação da data de fim da operação deve-se ao facto do prazo da execução da empreitada de obra ter sido alvo das seguintes prorrogações: - Prorrogação do prazo em 373 dias, já incluído na fase de aprovação da segunda alteração da candidatura, sendo a data de fim de 28.06.2020. - Prorrogação do prazo em 90 dias, até 28.09.2020, em consequência do estado de pandemia causado pela doença Covid19, o qual originou atrasos no fornecimento de materiais e diminuição do número de trabalhadores. - Prorrogação do prazo em 90 dias, paté 28.12.2020, para a execução dos trabalhos complementares. O promotor propõe como data de fim 31.03.2021, de modo a concluir financeiramente a empreitada, incluindo o pagamento da revisão de preços.

Data de conclusão 21.06.2021

Valor de financiamento 422,04 mil €

A candidatura refere-se à reabilitação do jardim José de Lemos, na Guarda. O jardim é composto por um desenho geométrico de canteiros com uma variedade alargada de espécies arbóreas, herbáceas e arbustivas. Verifica-se que existe algum declínio no mobiliário, um plano de plantação com pouco coerência e um pavimento em terra batida cheio de sulcos, em resultado das chuvas e da falta de manutenção. A segunda alteração proposta pelo promotor é de natureza temporal e financeira. Pretende-se alterar a data de fim, de 31.12.2017, para 31.10.2018, mantendo-se a data de início em 18.04.2016, correspondente à data da primeira fatura do projeto de execução. A data do extrato bancário relativo ao pagamento da revisão de preços da empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos é de 02.10.2018. No entanto, o promotor propõe como data de fim 31.10.2018. Pretende-se submeter na fase de pagamentos os restantes 20% da faturação relativa à elaboração do projeto de execução e a revisão de preços da empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos. Esta prorrogação da data de fim deve-se ao facto do documento de quitação da revisão de preços, de 02.10.2018, ter uma data posterior à data de fim da candidatura. Em termos financeiros, pretende-se ajustar o valor de investimento das 2 empreitadas de obra de acordo com as respetivas contas finais da empreitada. Assim, são propostos os seguintes montantes financeiros: Componente Estudos, Pareceres, Projetos e Consultoria - Investimento elegível: 46.094,26 € - Investimento não elegível: 110.626,19 € - Investimento total: 156.720,45 € Componente Construções diversas Empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos - Valor base: 252.316,24 € - IVA: 15.138,97 €, calculado à taxa de 6%. - Investimento elegível: 267.455,21 € - Investimento não elegível: 5.724,01 € - Investimento total: 273.179,22 € Empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos - 2ª fase - Valor base: 105.000,01 € - IVA: 6.300,00 €, calculado à taxa de 6%. - Investimento elegível: 111.300,01 € - Investimento total: 111.300,01 € Valores globais da componente Construções diversas - Investimento elegível: 378.755,22 € - Investimento não elegível: 5.724,01 € - Investimento total: 384.479,23 € Componente Ajustamentos de preços (Revisão de Preços) - Investimento elegível: 9.706,35 € - Investimento total: 9.706,35 € Estes valores referem-se à revisão de preços da empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos, de acordo com a conta final de empreitada. Na empreitada de Requalificação urbana do eixo central da Guarda – Jardim José de Lemos - 2ª fase a revisão de preços foi nula. Em termos globais são propostos os seguintes montantes financeiros: Investimento total: 550.906,03 € Investimento não elegível: 116.350,20 € Investimento elegível: 434.555,83 € FEDER: 369.372,46 €, com uma taxa de comparticipação de 85%.

Data de conclusão 02.10.2018

Valor de financiamento 362,79 mil €

O território no qual se insere o espaço público a intervencionar e respetiva área envolvente teve as primeiras referências urbanas com o início da Terceira República, tendo sido implementadas as primeiras obras públicas, das quais se destacam a escola primária e a habitação social, em sintonia com a construção privada promovida pela autarquia. Esta é em grande parte caracterizada por prédios habitacionais e na parte restante por habitação unifamiliar, que alojam as inumerosas famílias provenientes dos aglomerados rurais e que promovem o incremento da força laboral que alimenta o comércio e indústria que a cidade gradualmente vai acolhendo. A vulnerabilidade desta população residiu não tanto na fragilidade económica, mas antes sim na falta de formação e baixa qualificação, que no limite desencadeou situações de exclusão social. Acresce ainda, em finais da década de oitenta, a construção de algumas habitações a custos controlados por iniciativa do Município e setor Cooperativo. Dá-se naturalmente no seio desta comunidade, apesar de tudo muito unida, dedicada e defensora dos interesses do bairro, uma intervenção comunitária regular local, aqui protagonizada e impulsionada por uma associação desportiva e recreativa, oficializada em 14 de Outubro de 1986, tendo sido esta, a instituição, dinamizadora de enumeras atividades desportivas, passando pelo futsal, basquetebol, atletismo, férias desportivas e atividades recreativas, das quais se destacam as Festas dos Santos Populares. É consequentemente, em torno desta instituição que surge esta nova centralidade, constituindo-se como um centro cívico, espaço de reunião dos cidadãos em torno das atividades desportivas, culturais e recreativas. Deste fazem parte a escola primária, jardim-de-infância e ATL, a sede da instituição particular de solidariedade social e um espaço público de caráter de lazer e desportivo, sendo que este último e sua área envolvente apresentam deficiências funcionais que se vislumbram agora corrigir. Trata-se de um espaço público de lazer e desportivo e respetiva infraestrutura de apoio que foi gradualmente apropriado para fins recreativos e culturais, ao serviço da comunidade definida pelo institucionalizado Bairro do Pinheiro. Complementarmente, a este espaço, existe uma infraestrutura de apoio que por se encontrar inacabada, em mau estado de conservação e desenquadrado da envolvente urbana é preciso requalificar. Na envolvente existem, ainda, passeios, estacionamentos e espaços verdes que carecem de tratamento quer por estarem degradados, quer por estarem inacabados. Assim, a presente requalificação prende-se com o espaço público de lazer e desportivo, respetiva infraestrutura de apoio e arranjo paisagístico da área envolvente e conceder a este espaço uma melhoria das condições de usufruto, da atratividade do espaço e, consequentemente, do Bairro, potenciando mesmo a fixação de pessoas que este tem atraído nos últimos anos. Contribuirá ainda para o incremento da dinâmica quotidiana, por se tornar num espaço amplamente frequentável em situações de lazer, festivas e desportivas.

Data de conclusão 16.03.2022

Valor de financiamento 266,03 mil €

A candidatura consiste na requalificação do chafariz da Dorna e zona envolvente e do chafariz dos Amores, situados na Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, na Guarda. Atualmente, os espaços a intervir estão muito descuidados, com piso irregular, drenagem de águas deficiente, vegetação espontânea e inexistência de iluminação. A primeira alteração proposta pelo promotor é de natureza temporal e financeira. Pretende-se alterar a data de fim, de 30.09.207, para 30.09.2018, mantendo-se a data de início em 31.08.2016, correspondente à data do auto de consignação da empreitada. Esta prorrogação da data de fim deve-se ao facto do documento de quitação da revisão de preços, de 20.09.2018, ter uma data posterior à data de fim da candidatura. Em termos financeiros, são propostos os seguintes montantes: Componente Construções diversas - Investimento elegível: 226.384,08 € - Investimento não elegível: 1.197,92 € - Investimento total: 227.582,00 € Componente Ajustamentos de preços (Revisão de Preços) - Investimento elegível: 11.350,62 € - Investimento não elegível: 6.057,28 € - Investimento total: 17.407,90 € Os montantes financeiros globais são os seguintes: Investimento total: 244.989,90 € Investimento não elegível: 7.255,0 € Investimento elegível: 237.734,70 € FEDER: 202.074,50 €, com uma taxa de comparticipação de 85%. De acordo com a conta final da empreitada, o valor dos trabalhos efetuados é igual ao valor do contrato de empreitada, de 214.700,00 €, sendo o valor com IVA de 227.581,99 €. O valor da revisão de preços é de 16.422,55 €, sendo o valor com IVA de 17.407,90 €.

Data de conclusão 20.09.2018

Valor de financiamento 204,07 mil €

Os Espaços Públicos entre a Rua das Camélias e Rua da Corredoura e do Espaço Público da Igreja estão inseridos numa área residencial de elevada densidade populacional, de diferentes extratos sociais, com falta de espaços verdes e de lugares de estacionamento. Atualmente os espaços têm aspeto devoluto, em terra batida, com muita vegetação espontânea, com pequenas hortas, lugares que propiciam o estacionamento anárquico. Estes locais servem de passagem aos residentes, aos caminheiros, são locais de transição e de ligação entre zonas residenciais, com elevada utilização mas, sem qualquer atrativo, são inseguros devido à falta de definição de espaços e de iluminação. Ao nível do terreno, são espaços planos, sem oscilação de cotas significativa. Os espaços a requalificar são ótimos para promover e desenvolver a ligação entre bairros de forma agradável/aprazível, promover o desporto (caminhadas), passeios – dado que o terreno é praticamente inexistente – plano, tornando-se agradável para quer fazer circuitos a pé. Esta operação visa a reorganização dos espaços de forma a serem sustentáveis, que promovam e fomentem a inclusão social dos diferentes extratos sociais e que reforcem e melhorem a estrutura verde da cidade, com a plantação de árvores, arbustos, revestimentos semeados; que promova o usufruir do espaço público de forma saudável – propondo equipamentos e mobiliário e criação de zonas de estadia que proporcionem o convívio, o lazer e o desporto ao ar livre.

Data de conclusão 27.04.2017

Valor de financiamento 134,67 mil €

A operação contempla um plano de ação transversal, permitindo aos municípios implementar ações que correspondam às suas necessidades concretas, e que permitam a racionalização de custos, a partilha de recursos e o aumento da eficiência coletiva. Assim, propõem-se 4 Prioridades Macro integradas entre si, com ações específicas cuja implementação contribui para a concretização dos objetivos da operação respeitando igualmente as realidades e específicas de cada autarquia, a saber: P1. Desmaterialização P1.1. Implementação de aplicação de modelação e gestão de processos e documentos; P1.2. Implementação de aplicações de suporte à decisão e desmaterialização; P1.3. Sistemas de suporte à desmaterialização; P1.4. Reengenharia processual e consultoria. P2. Balcão Único Multicanal P2.1. Plataforma de Atendimento/Intranet; P2.2. Plataforma de Serviços Online; P2.3. Postos de Trabalho; P2.4. Mobiliário e Ambiente de Atendimento; P2.5. Plataforma SIG e Informação Geográfica; P2.6. Sistema de atendimento multicanal; P2.7. CRM Municipal. P3: Sistemas Tecnológicos P3.1. Sistemas Tecnológicos Municipais | Hardware e redes de suporte às plataformas de modelação de processos e plataformas de interação multicanal; P3.2. Sistemas Tecnológicos Partilhados | Cloud, Storage, Suporte e Conetividade. P4: Iniciativas Transversais P4.1. Plano Tecnológico CIM-BSE; P4.2. Centro de Digitalização de Grandes Formatos; P4.3. Centro de Recursos Partilhados.

Data de conclusão 07.07.2021

Valor de financiamento 114,28 mil €

A operação Reabilitação da Rua do Comércio e Rua Augusto Gil tem enquadramento na tipologia descrita na alínea a) “Qualificação e modernização do espaço, equipamentos e ambiente urbano, incluindo espaços verdes e mobiliário urbano” da PI 6.5 (6e) – Adoção de medidas destinadas a melhorar o ambiente urbano, a revitalizar as cidades, recuperar e descontaminar zonas industriais abandonadas, incluindo zonas de reconversão, a reduzir a poluição do ar e a promover medidas de redução de ruído. Esta prioridade está incluída no Eixo Prioritário 9 – Reforçar a rede urbana (Cidades), estando associado ao objetivo temático 6 – Preservar e proteger o ambiente e promover a utilização eficiente dos recursos do POR. Esta operação tem como o objetivo específico a promoção da qualidade ambiental, urbanística e paisagística do centro urbano através da revitalização da cidade, por via da reabilitação de uma das principais ruas do centro histórico da cidade – Rua do Comércio. Rua do Comércio é uma das artérias mais importantes da cidade fazendo a ligação entre a Praça Velha, onde está situada a Sé Catedral da Guarda, e o Largo João de Almeida, onde se situa a Igreja da Misericórdia, dois polos centrais da cidade. Apesar da importância na vida dos Guardenses, esta área nobre e comercial não teve a correspondente requalificação do espaço público, pretendendo a Câmara Municipal dinamizar o seu espaço através de um sistema de iluminação e instalação de elementos urbanos como bancos e floreiras, privilegiando a prática pedonal.

Data de conclusão 24.08.2017

Valor de financiamento 105,52 mil €

A operação “Eixo Cultural A25 – Rede de Criação e Programação” é liderada pelo Município de Aveiro em conjunto com o Município da Guarda, o Município de Viseu e a Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal, numa parceria estratégica devidamente firmada de acordo com os termos de Protocolo de Parceria próprio, anexo à candidatura, constituindo, assim, uma operação de Programação Cultural em Rede de escala interregional. Organizada em 4 ações principais (Ação 1 – Intervenções de Luz no Património; Ação 2 – Concertos Improváveis; e Ação 3 – Residências Emergentes, respeitantes à componente de criação e programação cultural e, Ação 4 – Comunicação), esta operação traduz-se: i) na promoção da criação artística original privilegiando agentes dos territórios e a valorização do património cultural e natural dos mesmos; ii) na promoção da criação artística em rede, através de iniciativas de cocriação entre agentes criativos dos diferentes territórios promotores; iii) na oferta de programação cultural itinerante, promovendo a dinamização e animação do património cultural e natural, com vista à qualificação da experiência turística e de visitação destes espaços e lugares, contribuindo assim para o aumento do número de turistas, visitantes e de dormidas nos territórios e; iv) na comunicação da iniciativas da operação e respetivos territórios promotores, com vista à projeção dos mesmos no panorama cultural e turístico nacional e junto do mercado alargado. As abordagens artísticas e os conceitos de criação e programação cultural que suportam a operação incidem sobre os recursos patrimoniais materiais e imateriais dos municípios promotores, potenciando a sua reinterpretação com resultados na sua atratividademais e impacto em termos de fluxos turísticos aos territórios. Os processos de trabalho das iniciativas garantem um carácter único, inovador e irrepetível às propostas apresentadas, uma vez que são desenvolvidas em regime de site-specific a partir das especificidades dos lugares (Ação 1.); que constituem criações originais no âmbito da operação (Ação 2.) e convocam as comunidades artísticas locais para processos de cocriação partilhando as suas histórias e influências (Ação 3.).

Data de conclusão 21.12.2021

Valor de financiamento 79,21 mil €

A operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” tem como objetivo geral a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, com abrangência ao nível sub-regional, vocacionada para a projeção e divulgação do território e da sua identidade, fortemente alicerçada na promoção da cultura e do turismo cultural. Numa primeira fase de implementação, a operação envolverá, grosso modo, a implementação de um programa de animação de centros históricos e urbanos da sub-região Beiras e Serra da Estrela, num formato de Festival que contará com um conjunto de atividades programadas em rede. O desenvolvimento da operação alicerça-se num rico e diversificado acervo patrimonial de que o território dispõe, tanto de cariz material (monumentos e outros imóveis) e imaterial (costumes, gastronomia, artes). Considera a operação que o património é um fator de identidade do território e das comunidades, ao mesmo tempo que se constitui como um fator de diferenciação, num forte contexto de concorrência entre regiões, às mais diversas escalas territoriais. Deste modo, a operação prevê a realização dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela, um programa de animação em rede dos centros históricos e urbanos da sub-região, em forte articulação com o património existente, que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a sub-região BSE, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Paralelamente, a implementação de animação cultural em espaços históricos e urbanos, sendo estes aqueles que genericamente concentram não só mais elementos patrimoniais como também mais estabelecimentos e serviços de sustentação à atividade turística (hotelaria, restauração, comércio), contribui positiva e diretamente para a dinamização das cidades e vilas, atenuando o processo de esvaziamento que enfrenta a globalidade dos centros antigos de todo o país. Operacionalmente, cada um dos quinze municípios da sub-região acolherá a realização de um Festival da Zona Antiga que decorrerá, previsivelmente, na cidade ou vila sede de município. Desta forma, será possível a elaboração de uma programação em rede, concertada entre todas as entidades envolvidas, e adequada à satisfação das diversas necessidades e exigências dos públicos contemporâneos. Ao mesmo tempo, a calendarização das atividades em rede permite que cada município conserve e projete a sua identidade sob um projeto comum a toda a sub-região. No que diz respeito em específico à programação cultural em rede, cada festival da Zona Antiga terá especial enfoque na realização de um espetáculo comunitário (realizado em coprodução entre artistas regionais e companhias nacionais), na dinamização de circuitos contemplativos, assistidos por visitas guiadas encenadas (para demonstração da cultura e história do território de forma interativa e sensorialmente estimulante) e na exibição da história e do património do território com recurso a tecnologia de Video Mapping (enquanto atividade de inovadora para a oferta do património). Paralelamente, é expectável que o lançamento dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela abra caminho para o desenvolvimento de atividades de cooperação e integração de esforços para a promoção e divulgação territorial. Neste sentido, a operação prevê também a integração de esforços em matéria de comunicação e disseminação externa das atividades, capacitação dos profissionais da cultura para a promoção cultural e turística, envolvimento da comunidade local e lançamento de ferramentas integradas para a divulgação do território. Por conseguinte, o projeto “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização

Data de conclusão 31.10.2022

Valor de financiamento 40,47 mil €

A operação Rede ARTÉRIA propõe implementar uma rede de programação cultural que agrega 8 municípios da região Centro: Belmonte, Fundão, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Tábua, Ourém e Viseu. A Rede estrutura-se em três tipologias de ações: Novos Tempos, Festivais e Percursos, concretizada em duas ações nucleares, a implementar nos anos de 2018, 2019 e 2020 (e agora em 2021): Ação I. Comunicação Transversal, ação transversal a toda a programação, pretende contribuir para a unificação das linguagens na promoção, comunicação e divulgação dos espetáculos, eventos e atividades, pelos diversos parceiros, promovendo a atração de novos públicos e contribuindo para a captação de fluxos turísticos; Ação II Programação em Rede, ação central da operação que integra as seguintes atividades: “Laboratório de Ideias e Criação Artística” (integra 8 Laboratórios de Ideias, 8 Residências Artísticas, 8 Ensaios, e Visitas Guiadas no Património); “Estreias, Itinerâncias e Acolhimentos” (concretiza 8 Estreias de criações originais, 24 apresentações em Itinerância, 6 espetáculos com 8 apresentações) e “Coordenação da rede de itinerância” (inclui Reuniões, Encontros e Relatórios). A Rede ARTÉRIA dinamiza, promove e desenvolve o património cultural, assente num trabalho cooperativo entre todos os parceiros co-beneficiários (municípios) e diversas entidades do território (universidades e politécnicos e agentes culturais), convocando as comunidades locais e captando fluxos turísticos.

Data de conclusão 30.12.2021

Valor de financiamento 31,63 mil €

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Transparência sem entrelinhas