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Ficha de beneficiário

Nome

MUNICIPIO DE IDANHA-A-NOVA

Valor de financiamento

7,47 milhões €

Total de projetos

35

Número de identificação fiscal

5 0 1 1 2 1 0 3 0

Projetos realizados

O presente projeto denominado “GREEN VALLEY FOOD LAB - AAE – BR” visa a criação de infraestruturas e serviços de suporte às empresas instaladas na AAE – BR, através da refuncionalização do edificado existente. Trata-se de um projeto altamente diferenciador no cômputo regional e nacional, uma vez que possui uma especialização e orientação para o acolhimento empresarial de PME’s com atividade de base rural. Pretende-se, com esta operação criar serviços de suporte às empresas os quais são atualmente inexistente e criar condições que permitam acolher empresas com atividades conexas à agricultura e pecuária, nomeadamente nível da agricultura de precisão (robóticas e drones), novas tecnologias de apoio à gestão de atividades agrícolas, marketing e logística, entre outras. Esta operação terá forte impacto no reforço da especialização inteligente desta AAE e das empresas instaladas, pois criará condições para que se localizem empresas que apostem na mais moderna agricultura em Portugal e na inovação rural ancorada em pressupostos de competitividade, escalabilidade e sustentabilidade. A operação possui um investimento associado de 999.797,40 euros o qual contempla a realização das obras de reabilitação do edificado ajustadas à tipologia de serviços e de espaços que se pretende criar como serviços de suporte às PME. Trata-se de um projeto que permite colmatar uma falha mercado existente na Região, no que se refere à existência de espaços de localização empresarial vocacionados para atividades de base rural e que gera fortes complementaridades com outras infraestruturas de suporte ao setor agroalimentar já existentes, nomeadamente com o CATAA.

Data de conclusão 23.08.2023

Valor de financiamento 709,7 mil €

As instalações da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, são constituídas por um conjunto de edifícios localizados no Largo do Município, no centro de Idanha-a-Nova. Os edifícios foram construídos em alturas diferentes, sendo que o edifício mais emblemático é o palacete construído em finais do século XIX, e os restantes construídos na década de 80 e 90, respectivamente. O campus da ESGIN localiza-se no centro urbano da vila, a uma altitude de 409 m, com a fachada principal do palacete orientada a Sueste (SE). Verifica-se que o campus é constituído por vários edifícios com utilizações distintas. No âmbito da certificação energética serão abrangidos apenas o edifício dos serviços centrais (palecete), o edifício onde estão inseridos o auditório , salas de aula e sala de estudo , e o edifício da associação de estudantes e do bar. Os restantes edifícios não foram alvo de análise pois foram construídos posteriormente e não estão abrangidos pela caderneta predial do imóvel. O edifício destinado aos serviços gerais trata-se de um palacete antigo construído no final do século XIX, sendo constituído por quatro pisos, sendo que o último (sótão) não está actualmente ocupado. No piso 1, existem salas de aula e espaços utilizxados para arrumos. No piso 0, para além da recepção, existem vários gabinetes, instalações sanitárias, salas de reunião, uma cozinha e um quarto com uma capela (estes últimos espaços não estão ocupados). Na cave, parcialmente enterrada (apenas na fachada principal), existem salas de aula, instalações sanitárias, a repografia e espaços para arrumos. As antigas cavalariças/arrumos/garagem, foram reutilizadas e transformadas num auditório, salas de aulas e sala de estudo. Este espaço possui dois pisos, sendo que ao nível do piso 0, temos duas salas de aula (lado esquerdo), o auditório (lado direito) com capacidade para cerca de 180 pessoas, instalações sanitárias e sala de estdo. No piso superior existem 3 salas de aula e instalações sanitárias. O edifício destinado à associação de estudantes e ao bar é constituído por dois pisos acima do solo, e trata-se de um edifício remodelado. Possui no piso 1, uma sala em open space destinada à associação de estudantes enquanto no piso 0, existem instalações sanitárias e o bar. O bar possui uma zona destinada a copa/cozinha e duas salas de refeições. Para além disso, possui uma mezzanine onde também existem algumas mesas. A entrada principal situa-se na fachada orientada a Sueste (SE), sendo que os edifícios que compõe o campus da ESG totalizam uma área de pavimento de 3.209,14 m Tendo em consideração as características base do edifício e as medidas tipificadas em Aviso, foram desenvolvidos os seguintes procedimentos: – Planeamento e Preparação; – Trabalho de Campo; - Tratamento de Dados; - Simulação Energética do Edifício – Elaboração do Relatório da Auditoria Energética; – Estudo das Medidas de Melhoria. Foi assegurado o grau de maturidade exigido às operações, nomeadamente pela descrição e aprovação dos requisitos técnicos das intervenções a realizar, calendário de execução e orçamento das principais componentes, revelando-se asseguradas as condições para iniciar a operação dentro do prazo máximo de 180 dias. Tratando-se da intervenção em edifício da administração pública local, estão incluídos nos documentos de candidatura os correspondentes certificados energéticos e relatórios de auditoria. evidenciando ganhos superiores a 30% no consumo de energia primária.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 228,25 mil €

A presente operação corresponde à criação de uma estrutura de apoio à valorização e visitação de um dos mais relevantes geomonumentos do Geopark Naturtejo (Geoparque Mundial da UNESCO, integrado na European Geoparks Network desde setembro 2006), o Parque Icnológico de Penha Garcia, localizado no concelho de Idanha a Nova, mais concretamente na freguesia de Penha Garcia. O Geopark Naturtejo integra a Rede Fundamental de Conservação da Natureza, fazendo parte do Sistema Nacional de Áreas Classificadas, sendo o Parque Icnológico um dos 17 geomonumentos que permitem a designação da região como Património Geológico Mundial integrado do Geopark Naturtejo – Geoparque Mundial da UNESCO, sendo a Rota dos Fósseis o eixo que facilita a visitação ao longo de 3 km, mas onde faltam equipamentos de interpretação modernos, atractivos e eficazes que possam mostrar os diversos valores patrimoniais e paisagísticos existentes ao longo deste percurso pedestre. . Do ponto de vista tipológico, como apontado anteriormente a operação visa a criação de uma unidade de visitação e apoio ao visitante, consagrada no Aviso. Esta estrutura de apoio à visitação estará integrada na aldeia de Penha Garcia, em espaços propriedade da autarquia. Esta unidade/estrutura terá a função de acolhimento dos visitantes/turistas, disponibilizando-lhes toda a informação sobre o património natural e geológico que podem visitar. Para tal, será criada uma solução expositiva integrada, com principal foco no período Paleozoico e nas espécies contemporâneas da época – as trilobites, surgindo da necessidade de preservar os fósseis da aldeia e outros organismos da Era Paleozoico (500 a 450 milhões de anos) e de interpretar todo um conjunto de características geológicas naturais locais e do Geopark Naturtejo. Mais informação na MD do projeto.

Data de conclusão 31.12.2023

Valor de financiamento 226,15 mil €

Esta candidatura pretende responder ao Aviso n.º CENTRO-50-2021-01, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), enquadradas nas alíneas a) e b) do n.º 1 do Artigo 83.º do RECI. Neste sentido, a presente operação irá promover o desenvolvimento de uma administração em rede, bem como a cooperação e articulação entre serviços, dados os objetivos estratégicos de MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA da CIMBB. A presente operação está alinhada com os normativos nacionais de qualificação do serviço público e de uma administração pública eficiente e de qualidade, visando a redução de custos públicos de contexto e promovendo o uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação. Na conceção da operação, ora proposta, relevou a preocupação de se inscrever na mesma, uma lógica de intervenção concertada e integrada com outros instrumentos e intervenções na região, sendo crucial a definição de um modelo de governação intermunicipal no âmbito da Modernização Administrativa. A este facto, não é alheia a função congregadora da CIMBB e o seu papel efetivo no planeamento e gestão da estratégia de desenvolvimento para a região, como garantia da complementaridade e articulação de atuações. Para a conceção da presente operação foi realizado um diagnóstico, onde estão identificadas, de forma muito clara, as necessidades atualmente sentidas pela CIMBB e os Municípios associados. O diagnóstico de necessidades teve como principal objetivo avaliar o estado de implementação das tipologias das operações elegíveis no âmbito do aviso (Atendimento integrado; ; Serviços e conteúdos online e interação eletrónica; Inclusão e envolvimento dos cidadãos; Transparência; Avaliação de satisfação; Privacidade e proteção de dados pessoais (RGPD); Capacitação tecnológica; Planeamento e gestão do processo de transformação digital; Capacitação para novos modelos de gestão; Administração eletrónica, reengenharia e desmaterialização dos processos; Modelos de gestão de processos e informação de "principais objetos de negócio"; Integração e Interoperabilidade; Data analytics/Business Intelligence). Atendendo ao diagnóstico efetuado e aos novos desafios que são colocados a todo o momento no âmbito das TIC, foram definidas cinco componentes de intervenção: - MODELO INTERMUNICIPAL - Desmaterialização e prestação digital de serviços - ATENDIMENTO MULTICANAL - Serviços locais digitais e sistemas de atendimento intermediados - REENGENHARIA E DESMATERIALIZAÇÃO DE PROCESSOS - CONFIANÇA NO AMBIENTE DIGITAL E GOVERNAÇÃO TIC - GESTÃO E PROMOÇÃO DO PROJETO Pretende-se que a presente operação produza impacto ao nível da eficiência da atividade administrativa dos 7 beneficiários (Municípios e CIMBB), pois será preconizado um novo paradigma de harmonização das práticas administrativas numa lógica intermunicipal, permitindo uma diversificação dessas mesmas práticas. Com esta nova abordagem, nas áreas de intervenção identificadas, os beneficiários da operação irão alcançar ganhos de eficiência, eficácia e celeridade muito relevantes. A operação foca-se, igualmente, na disponibilização de novas ferramentas internas e externas de suporte à interação com os munícipes/ cidadãos ou empresas, através da disponibilização de plataformas web (serviços online) e sites mais interativos. Toda esta intervenção não poderá ser executada com o sucesso desejado, se a mesma não for acompanhada de um processo de reengenharia e desmaterialização, não só com o objetivo de adequar e integrar as soluções que se pretendem adquirir, mas também com o objetivo de redesenhar os processos de negócio de forma a melhor potenciar as aplicações.

Data de conclusão 27.07.2023

Valor de financiamento 219,6 mil €

As instalac¸o~es do Centro Cultural Raiano sa~o constitui´das por um u´nico edifi´cio localizado na Av. Mouzinho de Albuquerque, em Idanha-a-Nova, construi´do na de´cada de 90. O edifi´cio localiza-se no centro urbano da vila, a uma altitude de 407 m, com fachadas voltadas para todas as orientac¸o~es, sendo que a fachada principal esta´ orientada a Este (E). A entrada principal situa-se na fachada orientada a Este (E), totalizando uma a´rea de pavimento de 2.675,28 m2, com um pe´ direito me´dio de 3,80 m. Tendo em consideração as características base do edifício e as medidas tipificadas em Aviso, foram desenvolvidos os seguintes procedimentos: – Planeamento e Preparac¸a~o; – Trabalho de Campo; - Tratamento de Dados; - Simulac¸a~o Energe´tica do Edifi´cio – Elaborac¸a~o do Relato´rio da Auditoria Energe´tica; – Estudo das Medidas de Melhoria. Foi assegurado o grau de maturidade exigido às operações, nomeadamente pela descrição e aprovação dos requisitos técnicos das intervenções a realizar, calendário de execução e orçamento das principais componentes, revelando-se asseguradas as condições para iniciar a operação dentro do prazo máximo de 180 dias. Tratando-se da intervenção em edifício da administração pública local, estão incluídos nos documentos de candidatura os correspondentes certificados energéticos e relatórios de auditoria. evidenciando ganhos superiores a 30% no consumo de energia primária.

Data de conclusão 29.12.2023

Valor de financiamento 178,09 mil €

A operação “Qualificação e modernização das Antigas Instalações do Jardim de Infância de Idanha-a-Nova” localiza-se na União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes, na localidade de Idanha-a-Nova, dentro dos limites da ARU de Idanha-a-Nova, nomeadamente na área definida como centro histórico. A presente operação intervém assim num espaço central, propriedade do Município de Idanha-a-Nova, localizado dentro dos limites da ARU, na proximidade de um conjunto significativo de serviços e equipamentos urbanos e que apresenta as características adequadas para o uso que passará a ter, exigindo, porém, a sua requalificação para a sua plena utilização. Dada a sua centralidade, a ausência de ocupação permanente e a proximidade aos equipamentos e aos edifícios mais emblemáticos da vila, este espaço reveste-se de elevado potencial para se constituir como um polo atrativo e dinamizador da vila de Idanha-a-Nova e para o reforço da sua imagem como sede de concelho. Através desta operação, pretende-se a criação de condições para albergar novas atividades para este novo edifício multifuncional reabilitado, assim como a deslocalização de diversas iniciativas já existentes. Neste contexto, a presente Operação assume uma prioridade estratégica no contexto do PARU uma vez que, para além de permitir a revitalização do centro histórico, é uma peça chave para iniciar todo o processo de qualificação da zona envolvente ao estabelecimento. A qualificação do centro urbano será também promovida através da capacidade que este projeto tem de valorizar os bens imóveis classificados existentes na ARU de Idanha-a-Nova. A operação visa reabilitar o edifício dotando-o de uma nova funcionalidade que possibilite a dinamização de atividades/serviços sociais de proximidade, como referido anteriormente. Para tal, prevê-se corrigir várias patologias e focos de degradação que apresenta e dotá-lo de melhores condições de habitabilidade e segurança, preservando as suas características arquitetónicas, considerando a importância do seu património histórico-cultural para o concelho que se pretende potenciar através do acolhimento de iniciativas produtivas dinamizadoras da criatividade, do networking e da inovação social, com uma forte ligação às artes.

Data de conclusão 09.08.2018

Valor de financiamento 133,81 mil €

A presente operação integra o compósito das ações previstas nos 4 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal, na senda da obtenção de vantagens competitivas sustentáveis no longo prazo para o território. Para este intento, listam-se as diversas ações inerentes a cada projeto âncora: • Comunicação e Marketing: Definição e normalização de guidelines e layouts de identidade e suportes de comunicação; Plano de Internacionalização das AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais da marca AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais dos eventos do plano de animação; Implementação do layout da rede AHP - pontos de acolhimento; Imagem e comunicação da Rede AHP – sinalética; Produção de conteúdos e tradução; Imagem e comunicação da Rede AHP - Marketing digital; • Animação: Definição e normalização de guidelines de eventos; Eventos AHP-ADT; Ser AHP; Culture & Tastes - Ciclo de Eventos (Municípios/AHP-ADT) • Inovação: Dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP; Laboratório de inovação rural e valorização dos recursos endógenos das AHP; Construção coletiva de um destino turístico sustentável de reconhecida excelência mundial • Criação de Estruturas de Animação Permanente: Requalificação e modernização dos pontos de acolhimento AHP; Instalações “Sistemas Produtivos e Inovadores locais- SPIL” e Sinalética AHP. Em termos de Grupos identificados no Aviso, coincidentes com os projetos âncora, o investimento associado totaliza 2.491.176,47 €, distribuído da seguinte forma: Comunicação e Marketing 40%; Animação 39%; Criação Estruturas Animação Permanente 10% e Inovação 9%.

Data de conclusão 28.12.2018

Valor de financiamento 112,77 mil €

A presente candidatura “PARU 15. Beneficiação do espaço público desportivo e de lazer e zona envolvente”, localizada no centro da Vila de Idanha-a-Nova, pretende promover a requalificação da infraestrutura polidesportiva de Idanha-a-Nova, colocando-a ao serviço de toda a população, de modo a promover o interesse e a atratividade pela prática desportiva e hábitos saudáveis de ocupação dos tempos livres, melhorando também o ambiente urbano e a coesão social, tornando aquela infraestrutura mais sustentável e qualificada. A infraestrutura desportiva, fruto do abandono verificado ao longo dos últimos anos, encontra-se bastante degradada, especialmente ao nível do pavimento do recinto de jogo, equipamento desportivos, revestimentos dos interiores dos balneários e salas polivalentes, caixilharias exteriores, e iluminação, apresentando ainda infiltrações provenientes da deficiente impermeabilização das bancadas. A par da intervenção da infraestrutura (recinto, bancadas e iluminação) será promovida a requalificação urbana do espaço público desportivo e de lazer e zona envolvente (condições de acesso e arranjos exteriores. A intervenção pretende assim revitalizar o núcleo histórico de Idanha-a-Nova e reforçar o seu papel nas dinâmicas urbanas da vila; estimular e apoiar a reabilitação do edificado degradado ou funcionalmente inadequado e dos espaços públicos desqualificados; atrair e fixar um conjunto de atividades económicas diferenciadas; assegurar uma maior articulação entre os diferentes núcleos funcionais da vila e a reforçar o equilíbrio ecológico e a eficiência ambiental.

Data de conclusão 22.06.2023

Valor de financiamento 102,84 mil €

A presente operação incide nas ações previstas nos 5 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação, Experimentação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal. - Animação: O investimento na animação destina-se à realização de eventos que visam aumentar a notoriedade da marca AHP e dos recursos associados, procurando reforçar a identidade e posicionar o território no mercado nacional e internacional. Para tal, está previsto um investimento na atualização dos guidelines de eventos AHP em favor do alinhamento com a certificação Biosphere e um investimento na programação e monitorização de eventos para cumprimento de requisitos (ação 1.1). Com um forte envolvimento da comunidade local e mobilização dos parceiros da rede, pretende-se manter a iniciativa “Ser AHP” (ação 1.2) e implementar o “Ciclo de Eventos - 12 em rede” (ação 1.3.) e o “The Castles Quest” (ação 1.4.) dando-lhes um cunho inovador assente na sustentabilidade, conforme guidelines que vierem a ser definidos na ação 1.1. - Comunicação e Marketing: Está prevista a conceção da imagem para os elementos de comunicação (ação 2.1.) tendo por base os guidelines identificados na Etapa I. Esta imagem será incorporada na produção e aquisição de suportes de comunicação (ação 2.2), na conceção e instalação da sinalética (ação 2.3, 2.4 e 2.5), e na conceção dos elementos de comunicação para os Pontos de acolhimento (ação 2.6). Está ainda previsto o investimento em ações promocionais em contexto digital e físico (ação 2.7) e na produção de conteúdos, tradução e assessoria de imprensa (ação 2.8). - Criação de Estruturas de Animação Permanente: Este investimento refere-se à requalificação e modernização de ponto de acolhimento da AHP de Trancoso (ação 3.1), sendo essencial para a conclusão da rede de Pontos de Acolhimento do território. - Inovação: Pretende-se trabalhar a definição da identidade AHP (o que é uma AHP) e a definição dos mecanismos e requisitos à sua proteção e valorização (ação 4.1. Aldeias Históricas de Portugal – do conceito à ação: definição de requisitos-base para a valorização de um recurso com potencial económico), que sustentarão as iniciativas do Projeto de Experimentação. Prevê-se ainda trabalhar os eventos AHP numa perspetiva de certificação – Biosphere Events (ação 4.3), reforçando o alinhamento da rede em matéria de sustentabilidade e construir o processo de classificação das AHP como Património Mundial - UNESCO (ação 4.4). Indica-se ainda a afetação de despesa para a dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP (ação 4.2.) que transita do triénio anterior. - Experimentação: Prevê-se a criação de um hub de experimentação, sustentado nos requisitos-base para a valorização do recurso AHP, definidos na ação 4.1 do Projeto de Inovação. Na ação 5.1 “AHP Business Ecosystem - Programa de valorização dos produtos endógenos” prevê-se a implementação de iniciativas que incitem a dinamização de cadeias de valor associadas a produtos distintivos das AHP através da contratação de serviços especializados de entidades do SCT, das áreas da economia e gestão, para a definição dos modelos de negócio de produtos AHP. Com ligação entre si, as ações 5.2. “AHP Lab – smart village design” e 5.3 “AHP Smart Village” objetivam alavancar o conhecimento na área da arquitetura, construção sustentável e TIC: decorrente do concurso de ideias a realizar no âmbito da ação 5.2, alinhado com os princípios orientadores/requisitos a definir, será concretizado um projeto piloto (ação 5.3) que se traduzirá na reabilitação de um edifício numa AHP. Finalmente, a ação 5.4. AHP Creative Camp refere-se a um desafio direcionado especificamente para investigadores, estudantes, formadores e profissionais nacionais e estrangeiros de áreas ligadas às indústrias culturais e criativas (ICC). Neste triénio, a AHP-ADT pretende manter a mesma lógica de proximidade no âmbito da dinamização da parceria para a promoção e gestão da EEC, seja através de dinâmicas regulares de discussão e concertação entre parceiros, seja pelo apoio técnico e disponibilização de informação relevante aos consorciados públicos e privados, no sentido de apoiar a concretização dos seus investimentos, de acordo com o racional estratégico da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

Data de conclusão 29.08.2023

Valor de financiamento 101,62 mil €

A presente memória descritiva e justificativa, diz respeito ao conjunto de intervenções que esta autarquia pretende levar a efeito, em equipamentos educativos do concelho, nomeadamente em: • Ladoeiro • São Miguel de Acha Esta candidatura surge da premência de dar resposta às necessidades da população escolar, mais especificamente: • No Ladoeiro, a necessidade de prover o equipamento escolar com uma copa/espaço de refeições para os cerca de 40 alunos que frequentam o 1º Ciclo do Ensino Básico e Pré-escolar. Atualmente as refeições são confecionadas e servidas num edifício distante da mesma, tornando-se urgente a alteração desta situação, sendo por isso fundamental a adaptação de uma sala de aula, que não apresenta qualquer tipo de utilização, numa copa e sala de refeições. • Em São Miguel de Acha, a necessidade de oferecer valência de pré-escolar, com a disponibilização e uma sala com capacidade para 25 alunos. Para tal é essencial a intervenção no antigo edifício da Escola Primária, remodelando-o para passar a oferecer a valência de pré-escolar, uma valência em que a autarquia tem vindo a apostar, em alinhamento com as diretrizes nacionais e internacionais e como parte integrante da sua estratégia de captação populacional. De uma forma muito resumida, uma vez que os projetos são submetidos autonomamente, a presente candidatura aposta na reabilitação de espaços em detrimento da construção de novas infraestruturas, sendo constituída pelos seguintes investimentos: • Adaptação de sala aula (atualmente sem utilização) na escola primária Ladoeiro, para copa e espaço de refeições: adaptação de uma sala de aula, que não apresenta qualquer tipo de utilização, numa copa e sala de refeições. • Reabilitação e adaptação das antigas instalações da Escola Primária de S. Miguel D’Acha a JI e creche, tendo por base, de acordo com o Despacho Normativo n.º 10-A/2018, de 19 de junho de 2019, a (a) demolição de compartimentação interior e a (b) reabilitação do edifício existente.

Data de conclusão 19.04.2023

Valor de financiamento 95,64 mil €

A operação “Beira Baixa Cultural” tem como objetivo geral o desenvolvimento de uma estratégia integrada de promoção turística de modo a posicionar a Beira Baixa como um destino de excelência e autenticidade para o segmento do turismo histórico-cultural, de âmbito nacional e internacional, suportado pelo rico património material e imaterial existente. Deste modo, a operação contempla a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, de âmbito sub-regional, direcionada a promover e valorizar os distintos ativos históricos, culturais e tradicionais da Beira Baixa, em consonância com ricos ativos naturais, de modo a estruturar uma oferta turística diversificada, autêntica e dinâmica, capaz de posicionar a Beira Baixa como um destino atrativo e consolidar a oferta turística regional. Neste sentido, a operação desenvolve uma estratégia integrada de promoção e valorização do rico e distinto património cultural da Beira Baixa, quer material (monumentos, imóveis de especial interesse e equipamentos culturais) e imaterial (tradições, artes e gastronomia). O desígnio estratégico da “Beira Baixa Cultural” é que o património cultural atua duplamente como um fator de identidade do território e das respetivas comunidades e um fator de diferenciação e consolidação da Beira Baixa enquanto um destino turístico com atratividade e visibilidade. Mais especificamente, a programação cultural da rede “Beira Baixa Cultural” prevê o desenvolvimento das seguintes atividades: • O lançamento de um conjunto alargado e diversificado de visitas guiadas e encenadas para a demonstração da cultura, história e costumes do território de uma forma contemplativa e interativa; • A implementação de um programa de valorização da criação e produção artística na Beira Baixa, como forma de incrementar a sua visibilidade e notoriedade externa; • A dinamização dos museus, espaços museológicos e centros interpretativos da Beira Baixa com a realização de exposições temporárias e itinerantes para a divulgação do património imaterial, de uma forma sistemática; • A realização de ateliês temáticos de uma forma periódica, adaptados a diversos tipos de público, que recriem a cultura, tradição e gastronomia da Beira Baixa, recorrendo à participação direta do visitante; • A execução de ações integradas e centralizadas de comunicação para a divulgação das atividades da rede e projeção externa do território. Assim, a operação prevê a implementação de programa de animação cultural em rede que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a Beira Baixa, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Por conseguinte, a rede “Beira Baixa Cultural” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização cultural integrada do território e, dessa forma, reforçar a captação de fluxos turísticos e incrementar a sua visibilidade e notoriedade externa. As atividades do Projeto são iniciativas que permitem o lançamento da rede, que, naturalmente, se consolidará com a sua extensão a outras iniciativas culturais que possam vir a surgir e que continuará após o projeto.

Data de conclusão 24.05.2021

Valor de financiamento 71,98 mil €

Tirando partido das valências e especializações dos municípios parceiros, pretende-se formular e implementar um programa cultural em rede, que se diferencie pela itinerância das atividades, inclusão social das comunidades, sustentabilidade das intervenções e articulação entre talentos e melhores práticas culturais municipais. A rede encerra, por conseguinte, uma estratégia de desenvolvimento que tem como principais apostas: • O aproveitamento das potencialidades culturais de cada município: A classificação UNESCO de “Cidade Criativa” atribuída a Idanha-a-Nova (City of Music) e a Óbidos (City of Literature) e as singularidades de S. Pedro do Sul, Águeda e Lousã, no que respeita à promoção cultural, são aspetos que destacam os 5 municípios no contexto da Região Centro e que, uma vez conjugados, contribuirão determinantemente para a afirmação integrada dos territórios no panorama cultural português; • O trabalho em rede e a procura pelo estabelecimento de benchmarking: Mais do que aspetos que contribuem para a projeção da imagem territorial, as singularidades culturais de cada município constituem-se como baluartes no que se refere à promoção cultural. A conjugação dos talentos dos vários municípios, materializada na construção de um cenário de programação cultural em rede, apresenta-se como uma oportunidade ao estabelecimento de benchmarking no panorama cultural regional e nacional; • O estímulo ao intercâmbio e itinerância de práticas culturais: Notabilizando-se cada um dos territórios envolvidos na rede numa determinada área cultural, procurar-se-á criar cenários de intercâmbio e itinerância cultural que aproximem os territórios entre si e que contribuam para a partilha de práticas culturais e estratégias, políticas e experiências de promoção cultural; • A afirmação da cultura enquanto motor para o desenvolvimento de outras políticas setoriais: Sendo a cultura um fator de diferenciação destes municípios, é aposta da rede tornar a cultura e a promoção cultural como fatores a implementação de políticas públicas noutros setores para o desenvolvimento do território, nomeadamente, em matérias de regeneração urbana, inclusão social, estímulo económico, qualificação do capital humano, entre outras; • A provisão das melhores condições para a produção artística e perpetuação da cultura regional: Sendo reconhecida a riqueza cultural de cada município, importa criar condições no território para assegurar a regular produção artística e cultural, contribuindo dessa forma para a evolução e desenvolvimento das práticas culturais regionais. Tal é uma aposta prioritária desta rede atendendo, sobretudo, às tendências regressivas enfrentadas pelos territórios e às ameaças geradas por esse fenómeno, sentidas ao nível da perda e desvalorização dos elementos culturais característicos destes municípios. • A ampla disseminação do trabalho desenvolvido em rede: Tendo em vista a projeção das dinâmicas culturais geradas e a identidade cultural de cada um dos municípios da rede, é considerado um elevado investimento na implementação de ações integradas de comunicação e disseminação que contribuam diretamente para a visibilidade e notoriedade externa da rede, dos seus constituintes e das suas iniciativas. Assim, numa primeira fase de implementação, a operação envolverá a execução de uma programação cultural formulada e calendarizada em rede que integra, grosso modo, iniciativas de (a) intercâmbio cultural entre os municípios abrangidos pela rede, (b) animação de centros urbanos e de elevado valor patrimonial e (c) estímulo à produção artística e à valorização da cultura local, contando transversalmente com atividades de (d) divulgação e comunicação centralizada. O desenvolvimento da operação alicerça-se na unicidade cultural característica de cada município, que se traduz tanto no património imóvel e material (i.e. monumentos, castelos, muralhado e outros imóveis históricos), como no património imaterial (e.g. artes, costumes, tradições). Conside

Data de conclusão 20.06.2024

Valor de financiamento 68,14 mil €

A operação "Beira Baixa Cultural" tem como objetivo geral o desenvolvimento de uma estratégia integrada de promoção turística de modo a posicionar a Beira Baixa como um destino de excelência e autenticidade para o segmento do turismo histórico-cultural, de âmbito nacional e internacional, suportado pelo rico património material e imaterial existente. Deste modo, a operação contempla a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, de âmbito subregional, direcionada a promover e valorizar os distintos ativos históricos, culturais e tradicionais da Beira Baixa, em consonância com ricos ativos naturais, de modo a estruturar uma oferta turística diversificada, autêntica e dinâmica, capaz de posicionar a Beira Baixa como um destino atrativo e consolidar a oferta turística regional. Neste sentido, a operação desenvolve uma estratégia integrada de promoção e valorização do rico e distinto património cultural da Beira Baixa, quer material (monumentos, imóveis de especial interesse e equipamentos culturais) e imaterial (tradições, artes e gastronomia). O desígnio estratégico da "Beira Baixa Cultural" é que o património cultural atua duplamente como um fator de identidade do território e das respetivas comunidades e um fator de diferenciação e consolidação da Beira Baixa enquanto um destino turístico com atratividade e visibilidade. Mais especificamente, a programação cultural da rede "Beira Baixa Cultural" prevê o desenvolvimento das seguintes atividades: - Organização e dinamização de dois projetos artísticos itinerantes; - O lançamento de um conjunto alargado e diversificado de visitas guiadas e encenadas para a demonstração da cultura, história e costumes do território de uma forma contemplativa e interativa; - Realização de sessões de capacitação das entidades culturais locais; - A implementação de um programa de valorização da criação e produção artística na Beira Baixa, como forma de incrementar a sua visibilidade e notoriedade externa; - A dinamização dos museus, espaços museológicos e centros interpretativos da Beira Baixa com a realização de exposições temporárias e itinerantes para a divulgação do património imaterial, de uma forma sistemática; - A realização de ateliês temáticos de uma forma periódica, adaptados a diversos tipos de público, que recriem a cultura, tradição e gastronomia da Beira Baixa, recorrendo à participação direta do visitante; - A execução de ações integradas e centralizadas de comunicação para a divulgação das atividades da rede e projeção externa do território. Assim, a operação prevê a implementação de programa de animação cultural em rede que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a Beira Baixa, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Por conseguinte, a rede "Beira Baixa Cultural" demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização cultural integrada do território e, dessa forma, reforçar a captação de fluxos turísticos e incrementar a sua visibilidade e notoriedade externa. As atividades elencadas, que se realizarão, entre 2021 e 2022, são iniciativas que permitem o reforço da rede, que, naturalmente, se consolidará com a sua extensão a outras iniciativas culturais que possam vir a surgir e que continuará após o projeto.

Data de conclusão 15.07.2022

Valor de financiamento 28,23 mil €

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