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Beneficiário Portugal 2020

FAZ CULTURA - EMPRESA MUNICIPAL DE CULTURA DE BRAGA, E.M.

Ficha de beneficiário

Nome

FAZ CULTURA - EMPRESA MUNICIPAL DE CULTURA DE BRAGA, E.M.

Valor de financiamento

344,86 mil €

Total de projetos

4

Número de identificação fiscal

5 0 0 4 6 3 9 6 4

Projetos realizados

Braga entende e tem vindo a reforçar a aposta na Cultura como um importante fator de atratividade, posicionamento e competitividade da cidade. Esta aposta refletiu-se na apresentação, em 2017, da candidatura de Braga à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, após a qual o Município de Braga manifestou a sua intenção de candidatar a cidade ao título de Capital Europeia da Cultura 2027. Por outro lado, com uma experiência acumulada de vários anos na gestão e programação artística e gerindo a principal estrutura cultural de Braga, o Teatro Circo de Braga EM, S.A., tem vindo a ocupar um papel relevante no planeamento e implementação de alguns projetos estratégicos da cidade. O conselho de administração da empresa Teatro Circo de Braga EM, S.A. coordenou o processo de candidatura de Braga à Rede de Cidades Criativas da UNESCO na área das Media Arts, candidatura que veio a ser aprovada em 31 de outubro de 2017. O desenvolvimento de todo este trabalho, permitiu à empresa municipal a obtenção de um conhecimento aprofundado dos agentes e dinâmicas culturais da cidade, fundamental para a estruturação da futura candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura. Assim, o Município de Braga e o Teatro Circo têm, desde o início 2018, vindo a dar passos conducentes ao desenvolvimento da candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027, da qual resultou uma Estratégia Cultural para a cidade de Braga, com o horizonte temporal de 2020-2030, iniciativa designada Braga Cultura 2030, aprovada a 31 de outubro de 2020 em Assembleia Municipal. Como tal, a presente operação BRAGA’27 - CIDADE CANDIDATA CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA é relativa ao processo de preparação da candidatura da cidade de Braga ao referido título e iniciativa promovidos pela Comissão Europeia. Através da concretização de um programa artístico desafiante e inovador, a implementação de um projeto de Capital Europeia da Cultura tem impactos significativos na regeneração dos territórios, na elevação do seu perfil internacional, no crescimento da atividade turística, no reforço da imagem aos olhos dos seus habitantes, e, sobretudo, no impulso de novas dinâmicas na produção e fruição cultural.

Data de conclusão 29.12.2022

Valor de financiamento 200 mil €

A valorização e divulgação do património cultural e natural apresenta um potencial de atratividade e projeção dos territórios, que vertemos no desenvolvimento deste projeto. Num país e numa região cada vez mais competitivas, a cultura e a valorização do seu património cultural material, edificado, imaterial ou natural, O “Caleidoscópio” representa um processo de trabalho desenvolvido pelos 4 municípios dela constante (Fafe, Barcelos, Braga e Guimarães), onde o objetivo é a promoção, valorização e visibilidade do conjunto de espaços e lugares, não unicamente na perspetiva dos espaços mais conhecidos e icónicos de cada município, mas de dar a conhecer outros igualmente importantes e relevantes, através da lógica de criação de percursos criativos a partir de centros de produção cultural (Cine Teatro de Fafe, Theatro Gil Vicente de Barcelos, Gnration em Braga e Palácio de Vila Flor em Guimarães) e dos centros das cidades, para gerar novos caminhos a percorrer, de descoberta e redescoberta de espaços, tornando-os lugares. O território como todo, dispõe de bens culturais e patrimoniais através de 2 programas complementares: o da programação artística e o da mediação/ comunicação, que funcionam como uma unidade, onde ambos juntos são mais impactantes. Assim, a música assume um papel determinante na promoção artística e dos lugares, através de programação de referência nacional e internacional, com palcos em locais não convencionais. Inclusivamente é promovido um projeto de mentoria e criação de uma grande banda com músicos do território, numa ação de capacitação e desenvolvimento de oportunidades a nível local. As artes performativas, a produção de pensamento, vídeo, fotografia e artes visuais desenvolvem a relação com o território e o seu envolvimento no processo, mas também uma forma de expandir e dar relevo, mas também eco, como ação de comunicação, divulgação e ainda, de extensão a novos públicos ou públicos que estejam impossibilitados de ver as ações ao vivo.. Pretende-se com este programa valorizar e dinamizar bens culturais e patrimoniais de relevo, com e integrados em zonas de proteção, classificação de interessa nacional e pública, na zona de património mundial UNESCO, entre outros (que estão descritos no Programa de Ação e na Memória Descritiva Complementar, junto das ações) numa lógica de percursos criativos, com vista à criação de novos caminhos, novos diálogos, novas formas de olhar. A programação de ações terá a capacidade de atrair público nos 4 territórios de igual forma, (contribuindo para a sua coesão) e utilizando cerca de 85% espaços ao ar livre, tendo sido escolhidos locais centrais (praças/jardins e monumentos em meio urbano), mas também periféricos (Espaços verdes e monumentos nas freguesias/periferias).

Data de conclusão 10.10.2022

Valor de financiamento 60 mil €

4 Projetos
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Transparência sem entrelinhas