Information portal on various topics of management of public resources of the Portuguese State

Beneficiary form

Name

MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR

Financing value

18,96 million €

Total projects

43

Tax identification number

5 0 6 8 0 6 4 5 6

Projects carried out

O presente projeto de ampliação de infraestrutura concorre diretamente para a primeira das duas tipologias previstas no âmbito do Aviso de Apresentação de Candidaturas, isto é: Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE). Pretende-se concretizar uma ampliação do atual Centro de Negócios e Indústria Aeronáutica e Aeroespacial do Aeródromo Municipal de Ponte de Sor (Hangar 9) que, pela atividade entretanto desenvolvida, já se constituiu como um fator decisivo para afirmação de Ponte de Sor no seio do cluster aeronáutico português, contribuindo para a dinamização do tecido empresarial da região. Em particular, permitiu sinergias com as empresas e estruturas existentes no aeródromo e na Região. A construção (Fase 1) do Centro de Negócios e Indústria Aeronáutica e Aeroespacial teve em vista criar condições logísticas para responder à procura por parte de investidores e players dos setores da aeronáutica e aeroespacial, contribuindo para criar uma infraestrutura regional de acolhimento empresarial, com capacidade para assegurar um ambiente favorável ao desenvolvimento de empresas da Indústria Aeronáutica no Concelho. Tendo em conta o crescente número de intenções de investimento neste setor em Ponte de Sor, acompanhando, de resto, a tendência regional (Évora) e nacional, o município apresenta o projeto para a expansão (Fase 2) do Centro de Negócios e Indústria Aeronáutica e Aeroespacial do Aeródromo Municipal. Considerando o sucesso do Centro atual, a estratégia regional de especialização inteligente, o enquadramento favorável destas intenções e o histórico recente relativamente aos investimentos municipais nas áreas da inovação e criação de emprego, julga-se imprescindível esta expansão. O atual Centro de Negócios para a Indústria Aeronáutica e Aeroespacial encontra-se hoje totalmente ocupado por três empresas. Conta com cerca de 40 colaboradores no total e a principal atividade é a produção de drones de grandes dimensões destinados ao patrulhamento marítimo da costa europeia. Estima-se que o número de colaboradores suba para 60 até meados do presente ano.

Conclusion date 16.06.2023

Financing value 9,59 million €

Esta obra decorre da necessidade urgente do Municipio porde dar este tipo de resposta, numa freguesia rural, com população muito envelhecida, onde a maioria dos seus familiares mais jovens trabalha na sede do concelho. Esta valência tem uma resposta para 30 clientes, que na sua maioria podem ser de Longomel e de Vale do Arco que apesar de estarem institucionalizados, continuam a conviver diariamente com os seus pertences e com os seus familiares mais próximos, num ambiente de toda uma vida e tão importante para que se mantenha a sua estabilidade emocional numa das fases mais frágeis da vida. Atento às necessidades, e devido aos vários pedidos e intenções por parte dos idosos e seus familiares que o Município considera de grande importância a execução desta obra. É pretensão do Municipio proceder á alteração e ampliação do edificio existente, onde atualmente se encontra a Funcionar o centro Comunitário de Longomel, com as valencias de Centro de Dia e de apoio domiciliário, tendo como objetivo principal dotar este edificio das características necessárias para comportar também o alojamento de Pessoas Idosas na Vertente de Lar Residencial com uma capacidade de 30 novos clientes resultando assim num edificío dimensionado para: Lar residencial- 30 clientes; Centro de Dia- 26 clientes Apoio domiciliário - 22 clientes Da operação faz ainda parte a aquisição de uma viatura para o transporte de utentes e a aquisição do mobiliário para apetrechar o edificio

Conclusion date 20.05.2021

Financing value 850,52 thousand €

Por forma a dinamizar a oferta cultural e turística de Montargil e da região, é objeto desta candidatura a intervenção de reabilitação e ampliação do edifício da Casa do Povo, dotando-o de condições e valências que permitirão a sua transformação num Centro Cultural. O edifício da Casa do Povo, é um equipamento com características de sala de espetáculos, que possui área envolvente suficiente para que possa ver ampliadas as suas potencialidades,o programa definido irá dotar este edifício de espaços para realização de espetáculos, salas de apoio, espaço de internet e de um posto de turismo. A proposta apresentada procurou a simplicidade funcional e estrutural de um edifício com estas características, ao mesmo tempo que procura introduzir na paisagem um caracter iconográfico de sentido público. O edifício proposto verá a sua área bruta de construção aumentada de 499,00 m2 para cerca de 781,00 m2, aproveitando o desnível das bancadas existentes e o facto de a entrada do edifício se fazer à cota +2.70 m, a ser utilizada agora para fazer um piso construído. O edifício desenvolve-se em 2 pisos, um à cota de rua e um superior onde será feita a entrada para o Centro Cultural. A abordagem ao Centro Cultural é feita através de um elevador e de um bloco de escadas na fachada principal, que servem de entrada principal do equipamento. Também na zona situada à cota de rua encontra-se, a poente, um espaço internet e, a nascente, um posto de turismo. Chegados ao piso superior, somos perante um átrio exterior onde encontramos a entrada principal do centro cultural e 3 salas, duas delas com entrada independente e uma outra com ligação ao edifício principal pelo interior. Passando o átrio de chegada e, já no interior, encontramos o átrio de entrada, concebido como elemento central e de distribuição do edifício, a partir e à volta do qual os espaços se relacionam entre si. Um pouco à frente, no átrio, deparamo-nos com uma longa fresta envidraçada, que separa as duas salas de espetáculos e liga o edifício antigo ao proposto, assumindo essa diferença temporal. Coincidente com esta fresta de luz e com vista privilegiada sobre a vila, desenvolve-se a escada de acesso ao piso inferior, onde, a par de 2 salas, localizar-se-ão 2 camarins. No mesmo eixo mas no piso superior situam-se, junto à sala Polivalente, um bar com ligação a um grande pátio, uma sala de controlo técnico de apoio ao auditório, uma zona de arrumos e instalações sanitárias. As condicionantes da topografia do terreno em que o edifício se desenvolveu, obrigaram à criação de uma entrada de serviço independente, situada a norte, e com acesso pelo terreno confinante, por onde serão feitas as cargas e descargas do auditório e sala polivalente. Este acesso desenvolve-se num parque verde, contíguo ao centro cultural, que prevê o estacionamento para 25 automóveis, incluindo 2 lugares para pessoas com mobilidade reduzida, e zona de lazer e contemplação, com caminhos em grelha de enrelvamento. O caracter deste espaço materializa-se em manchas arbóreas de médio porte, que farão zonas de sombras a viaturas estacionadas e a bancos de jardim. Esta intervenção serviu também para reordenar uma serie de equipamentos existentes e cuja manutenção é indispensável, sendo eles, ecopontos, mural informativo e abrigo para utentes do autocarro. A área bruta final de construção do edifício é aproximadamente 1190,00 m2 . A compartimentação e respetivas áreas uteis foram estabelecidas tendo em conta o maior aproveitamento do espaço e será a seguinte: PISO 0 - NIVEL DE RUA -ESPAÇO INTERNET - Área total de 38,18 m2 Sala...........................................26,30 m2 Arrumos.........................................7,60 m2 Instalações Sanitárias..........................4,28 m2 -POSTO DE TURISMO - Área total de 68,88 Sala 1.........................................30,75 m2 Sala 2.........................................24,18 m2 Arrumos........................................10,22 m2 Instalações Sanitárias..........................3,73 m2 -ZONA TÉCNICA..............................................6,36 m2 -SALA 4...................................................38,18 m2 -SALA 5...................................................66,00 m2 -CAMARIM 1 ...............................................24,77 m2 -CAMARIM 2................................................34,10 m2 PISO 1 - PÁTIO DE ENTRADA..........................................66,00 m2 - SALA 1....................................................58,30 m2 - SALA 2...................................................111,30 m2 - SALA 3....................................................29,75 m2 - ÁTRIO DE ENTRADA..........................................36,20 m2 - ARRUMOS...................................................17,54 m2 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS FEMININAS..........................22,12 m2 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS MASCULINAS.........................24,60 m2 - INSTALAÇÕES MOBILIDADE CONDICIONADA........................6,48 m2 - SALA POLIVALENTE.........................................121,50 m2 - AUDITÓRIO............................137,80 m2 + palco de 71,65 m2 - BAR........................................................8,45 m2 O AUDITÓRIO E A SALA POLIVALENTE Com capacidade total para 160 pessoas sentadas ou para 152 e 4 pessoas com mobilidade condicionada, o auditório foi idealizado para permitir a sua utilização nas mais variadas manifestações artísticas ou culturais, permitindo acolher apresentações de grupos recreativos locais, cinema, espetáculos de música, danças, teatro, ou outras, prevendo-se também a sua utilização no âmbito de exposições ou conferências. A sala desenvolve-se em degraus suaves, com cerca de 9% de inclinação até ao palco, e possui uma galeria para visionamento dos espetáculos em pé com capacidade para 8 a 10 pessoas. A configuração das paredes e teto foi pensada para atender aos requisitos acústicos que este tipo de equipamento exige, tendo as paredes sido pensadas para ser revestidas a painéis de cortiça, em cunha. A sala polivalente vê o seu palco de estrutura em madeira ser eliminado, dando lugar a uma área totalmente livre, podendo agora ser palco para eventos que, pelas suas características exijam muita área livre disponível. A grande particularidade destas salas reside nos grandes panos de vidro propostos sobre as paredes de fundo, através das quais se pode apreciar de uma forma cómoda, a magnífica paisagem da vila de Montargil.

Conclusion date 17.12.2018

Financing value 694,15 thousand €

a) A presente operação de- "Requalificação do Largo Marques de Pombal" visa a apresentação da candidatura ao Aviso de Concurso nº ALT20-06-2016-18, na tipologia de investimento 4.5 (4e)- Mobilidade Urbana- PAMUS. A operação faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano do Município de Ponte de Sor, assinado com a CCDRA, com uma dotação de 382.500,00 EUR. Para a implementação da operação, é necessário desenvolver as seguintes componentes: o Requalificação do Largo Marques de Pombal; o Aquisição de Arvores; e o Estrutura de Ensombramento. b) A Estratégia de implementação do PEDU alicerça-se fundamentalmente no reforço dos modos suaves e no aumento da pedonalidade. Deste modo, todas as ações propostas contempladas nesta PI estão focadas na remoção de barreiras arquitetónicas e noutras intervenções que facilitem e promovam as deslocações a pé, tal como na criação de uma rede ciclável na cidade de Ponte de Sor, alavancando na tradição que existe relativamente às deslocações de bicicleta. Do ponto de vista do tráfego automóvel propõem-se intervenções de modo a descongestionar largos e rodovias onde a poluição urbana condiciona o ambiente urbano envolvente. De realçar que todas as medidas resultam de uma Estratégia integrada e de conjunto que visa cumprir as metas de redução de Gases com Efeito de Estufa (GEE) e outros com impactos negativos na saúde humana, para além da promoção da sustentabilidade ambiental e de modos de vida mais saudáveis.

Conclusion date 22.05.2017

Financing value 281,32 thousand €

A presente operação de- "REQUALIFICAÇÃO DO LARGO DO TERREIRO". visa a apresentação da candidatura ao Aviso de Concurso nº ALT20-06-2016-19. A Estratégia de implementação do PEDU em que a Regeneração Urbana constitui uma componente indispensável de conservação e revitalização das cidade e do território Nesse sentido, é importante a requalificação e refuncionalização de espaços através de iniciativas de qualificação urbanística e ambiental, e através de novas dinâmicas de desenvolvimento que valorizem os principais ativos existentes, tendo como objetivo tornar o território mais atrativo e com melhores condições de vida para as suas populações. A presente proposta visa retomar a vocação histórica do Largo como zona de convívio e estadia e ao mesmo tempo que acomoda o trafego automóvel de forma mais suave. O transito nas ruas Joaquim Barradas de Carvalho e General José Garcia que ladeiam a Capela passa a efetuar-se num único sentido, permitindo libertar a frente da Capela da circulação automóvel, e criar uma efetiva zona pedonal. Por forma a enfatizar o conjunto religioso e a recentrar o largo com a zona da Porta da entrada da Capela foi proposta a criação de uma "praça" baixa nivelada com a entrada da igreja que cria uma zona de estadia com bancos e arvores ladeada de um dos lados com um canteiro de grandes dimensões. Essa zona de plantação incorpora um suporte mural em aço corten para a inscrição de um excerto do autor da "Terra" José Luis Peixoto assim como uma intervenção de caracter mais escultórico. O mote para a intervenção foi a devolução do Largo ás pessoas, eliminaram-se os pequenos passeios e todo o largo passou a ser uma grande "zona pedonal" onde circulam os automóveis num único sentido limitados no seu percurso entre balizadores.

Conclusion date 19.03.2018

Financing value 121,42 thousand €

A presente operação de- "Construção de Passeios e Alargamento de Pontão na Estrada dos Foros de Domingão." visa a apresentação da candidatura ao Aviso de Concurso nº ALT20-06-2016-18, na tipologia de investimento 4.5. A Estratégia de implementação do PEDU alicerça-se fundamentalmente no reforço dos modos suaves e no aumento da pedonalidade. Deste modo, todas as ações propostas contempladas nesta PI estão focadas na remoção de barreiras arquitetónicas e noutras intervenções que facilitem e promovam as deslocações a pé. Esta operação compreende 2 empreitadas: a Construção de Passeios e o Alargamento de Pontão na Estrada dos Foros de Domingão. Aquando da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano e tendo em vista o diagnóstico realizado, definiram-se de imediato propostas de intervenção com o objetivo de promover a Mobilidade Urbana Sustentável no Município de Ponte de Sor, nomeadamente a Construção de Passeios e do Alargamento do Pontão na Estrada dos Foros de Domingão, as quais surgem como complemento da Reestruturação e Reabilitação do Largo 25 de Abril e da Requalificação da Rua Soeiro Pereira Gomes, criando-se um corredor de circulação pedonal que interligará a cona mais central da cidade à zona periférica dos Foros de Domingão. De realçar que todas as medidas resultam de uma Estratégia integrada e de conjunto que visa cumprir as metas de redução de Gases com Efeito de Estufa (GEE) e outros com impactos negativos na saúde humana, para além da promoção da sustentabilidade ambiental e de modos de vida mais saudáveis

Conclusion date 18.12.2017

Financing value 111,01 thousand €

A operação tem 3 componentes: a Requalificação do Centro de Convívio da Rua de Santo António e a Requalificação do Edifício do Núcleo da Cruz Vermelha e a aquisição de equipamento. O edifício da Delegação da Cruz Vermelha, construído em 1930, tendo funcionado desde essa data até ao final da década de 80 o Posto da GNR. A cedência de utilização do edifício à Cruz Vermelha Portuguesa ocorreu há sensivelmente 10 anos, sendo que desde então esta Delegação assumido um instrumento de apoio à comunidade de Ponte de Sor nas áreas social, cultural e de saúde/ emergência. O edifício apresenta um estado de degradação muito avançado, nomeadamente na fachada, onde são visíveis, entre outros, as falhas de pintura e o mau estado da cobertura, bem como no seu interior, onde é possível constatar infiltrações nas paredes Assim sendo, e tendo em conta o estado do edifício e também o enquadramento das Comunidades Desfavorecidas que abrange, assume-se como primordial a sua reabilitação, considerando as seguintes ações: o Requalificação total da fachada e da cobertura o Recuperação total do seu interior Centro de Convívio dos Reformados e Pensionistas de Ponte de Sor O edifício do Centro de Convívio dos reformados e pensionistas de Ponte de Sor, construído em 1989, foi criado numa lógica de desenvolvimento de um conjunto de políticas sociais Municipais que têm como objetivos a promoção do envelhecimento ativo, a inclusão e participação dos seniores na comunidade, bem como a partilha intergeracional, o apoio na sua vida diária, a diminuição do isolamento e solidão e a fruição de espaços de convívio e lazer. Nos dias que correm este Centro de Convívio tem como associados cerca de 200 idosos, com idades compreendidas entre os 59 e os 92 anos, e conta com uma frequência diária de aproximadamente 30 utentes. Face às atividades que desenvolve, o Centro de Convívio tem parcerias ativas com a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa e com a Associação Caminhar, encontrando-se inscrito na BS3 (Banco de Voluntariado). Através deste Banco tem desenvolvido várias atividades dinamizadas por jovens voluntários, das quais se destacam os jogos recreativos. Atualmente, o edifício do Centro de Convívio encontra-se muito debilitado exterior e interiormente, necessitando de uma intervenção de reabilitação. Esta intervenção ganha relevância pela necessidade urgente de substituir os telhados não só pelo estado de degradação extrema em que se encontram, mas também por serem parcialmente de amianto. Deste modo, e considerando a importância deste Centro para a comunidade idosa de Ponte de Sor, a operação de reabilitação deverá contemplar: o Requalificação total da fachada; o Recuperação total do seu interior; o Remoção do telhado de amianto e colocação de um novo. Atendendo a que o equipamento existente no centro se encontra em muito mau estado, a operação visa igualmente a aquisição de equipamento para equipar o centro para dar maior conforto aos seus utentes.

Conclusion date 30.03.2017

Financing value 105,91 thousand €

A presente operação localiza-se na freguesia de Foros do Arrão, no concelho de Ponte de Sor. Nesta Freguesia existem 2 Bacias, a Bacia A, correspondente a Foros de Arrão de Cima e a Bacia B, correspondente a Foros de Arrão de Baixo. A presente operação na sua atual configuração visa apenas a intervenção na Bacia B (Foros de Arrão de Baixo). Em Foros de Arrão de Baixo a atual cobertura de rede abrange cerca de 81 % dos edifícios existentes, no entanto, apenas os efluentes provenientes de cerca de 38% desses edifícios estão a ser encaminhados e tratados na ETAR BACIA B, encontrando-se os efluentes dos restantes edifícios a ser ainda servidos por sete infraestruturas do tipo fossas séticas coletivas equipadas com trincheiras drenantes. A intervenção preconizada, no âmbito do presente projeto, permitirá o correto funcionamento da Bacia B, com a desativação das fossas séticas existente que se encontram completamente deteriorados e saturadas, impossibilitando o correto tratamento dos afluentes a esses órgãos de filtragem. Para tal estão previstas as seguintes intervenções: Execução de um coletor gravítico ao longo das Ruas Catarina Eufémia, Largo da Cooperativa, parte da Rua Garibaldino de Andrade, e Rua 5 de Outubro (consultar Peças desenhadas e Figura 4). No ponto mais baixo da Rua 5 de Outubro será instalado um intercetor que se desenvolverá ao longo da margem esquerda de linha de água existente, aproveitando o declive favorável do terreno. A Trincheira n.º 6 será também desativada e o afluente proveniente da Transversal à Rua Alexandre Herculano será conduzido através de um coletor até este intercetor (consultar Peças desenhadas e Figura 4). Este intercetor conduzirá os afluentes a uma nova Estação Elevatória, a implantar no final da Rua 24 de Outubro (junto à via pública). Além dos afluentes provenientes do intercetor, neste ponto serão também recolhidos os afluentes provenientes de parte da Rua Garibaldino de Andrade, da Rua Capitães de Abril, da Rua Miguel Torga e da Rua 24 de Outubro. Proveniente da Estação Elevatório, contruir-se-á uma conduta elevatória, a implantar ao longo da Rua 24 de Outubro. O efluente é encaminhado até ao coletor gravítico existente no extremo da Rua General Humberto Delgado e daqui até à ETAR da Bacia B, sob a gestão das Águas de Lisboa e Vale do Tejo. Adicionalmente na Bacia B integrar-se-á a Rua Vasco da Gama. A construção do coletor nesta rua permitirá a integração imediata na rede pública de saneamento básico de 6 edifícios e a desativação das respetivas fossas séticas. Permitindo, consequentemente, a o alargamento do serviço público aos 10 residentes nessa zona.

Conclusion date 13.12.2017

Financing value 89,4 thousand €

A presente candidatura enquadra-se nas tipologias de operações passíveis de apresentação de candidatura nomeadamente no âmbito do Abastecimento de Água (AA) – “Fecho de sistemas de abastecimento de água em baixa, com vista a otimização da utilização da capacidade instalada e da adesão ao serviço, através da execução de ligações entre os sistemas em alta e os sistemas em baixa e da extensão do serviço a populações ainda não abastecidas na área de influência dos sistemas…” O sistema de abastecimento de água a Vale do Boi assegura o abastecimento a um núcleo habitacional de características dispersas, localizado na proximidade de Vale de Açor. Este sistema tem origem numa captação própria, a qual se encontra associada a um depósito com 5 m3 de capacidade. A contínua deterioração da qualidade da água proveniente da captação de Vale de Boi, ou seja, o aumento contínuo das concertações de arsénio, obrigam à definição de uma nossa solução para este sistema, preconizando-se como solução mais adequada, a sua integração no sistema de Vale de Açor, que possui a necessária capacidade para garantir a respetiva integração. Assim, prevê-se a construção de uma conduta distribuidora entre os reservatórios de Vale de Açor e de Vale de Boi, com consequente desativação da captação existente em Vale de Boi, passando a localidade a ser servida pelo sistema de AA de Vale de Açor. A origem deste Sistema é o ponto de entrega de Vale de Açor da Águas do Vale do Tejo, pertencente ao sistema da Póvoa, localizado imediatamente a montante do reservatório. A conduta a implantar terá origem no Reservatório de Vale de Açor e será efetuada com recurso a 5300m de tubagem.

Conclusion date 22.01.2021

Financing value 81,58 thousand €

O Município é proprietário dum conjunto de bens culturais de elevado interesse histórico e patrimonial.Referimo-nos aos núcleos de arqueologia industrial,aos moinhos de água de rodízio existentes ao longo da Ribeira de Sor e à Reserva Arqueológica Municipal.Para a valorização destes bens culturais, propomos a musealização dos referidos núcleos,resultando na criação de um Museu Municipal da Moagem e do Arroz.Trata-se de um museu polinucleado,tendo o núcleo central em 2 salas do CAC e 3 outros núcleos satélite, abrangendo as secções de moagem de farinha em rama e de descasque de arroz da antiga fábrica cujas instalações são hoje ocupadas pelo Centro de Artes e Cultura,bem como o moinho de água localizado na Zona Ribeirinha de Ponte de Sor.A designação "Museu Municipal da Moagem e do Arroz de Ponte de Sor",prende-se com os conteúdos que julgamos ser objeto deste equipamento e com o papel cultural e educativo que lhe atribuímos.A musealização dos núcleos arqueológicos existentes e a criação do Museu Municipal da Moagem e do Arroz implicam,a definição de uma estrutura de ocupação dos espaços e de distribuição e tratamento de conteúdos: 1. Ocupação dos espaços 1.1. Núcleo central e núcleos satélites do CAC-O circuito propõe-se com inicio na sala 1 do CFCC, com uma abordagem à história do concelho,desde o Paleolítico até à Época Contemporânea,suportada por painéis informativos e pela exposição de peças do espólio arqueológico e documental doMunicipio.Estas peças incluiriam,entre outros,objetos arqueológicos encontrados na área do concelho;documentos manuscritos originais conservados no Arquivo Histórico,bem como reproduções provenientes de outros arquivos nacionais, reportando-se a marcos importantes na história do município de Ponte de Sor;e periódicos locais antigos,que noticiem alguns dos principais acontecimentos da história municipal do século XX.A visita continuaria na sala 2 do CFCC,contígua,onde se encontra a primeira máquina do processo de transformação industrial de arroz-o secador,e que,portanto,seria dedicada exclusivamente à história do arroz em Ponte de Sor,incluindo os aspetos agrícolas e os industriais.Começando pela parede do lado esquerdo da sala,abordar-se-ia a história do cultivo de arroz, a nível nacional e local,tendo em conta a sua relação com a saúde pública e em particular a incidência do sezonismo em Ponte de Sor;incluir-se-iam também alguns elementos etnográficos locais relacionados com a orizicultura,designadamente,trajes e instrumentos de trabalho.A visita seguiria depois para o núcleo do Moinho na Zona Ribeirinha. Núcleo satélite do Moinho de água na Zona Ribeirinha-Os moinhos de água de rodízio marcam, desde a Idade Média, a paisagem de alguns dos principais cursos de água do concelho de Ponte de Sor, sobretudo das Ribeiras de Sor e de Longomel.A rota turística dos moinhos de rodízio,que julgamos poder implementar no quadro do Museu proposto,alia,o património histórico-cultural ao natural,permitindo ao visitante descobrir como se moíam os cereais panificáveis até meados do século XX,enquanto frui da natureza através de percursos pedestres.No Moinho da Zona Ribeirinha,já propriedade do Município e devidamente recuperado,instalar-se-a então o 3ºnúcleo satélite do Museu,onde se fará a ponte entre a moagem industrial,que o visitante teria acabado de conhecer nas antigas instalações da Fábrica,e a moagem proto-industrial multissecular realizada em moinhos de água.Neste núcleo abordar-se-á não só a história e o funcionamento dos moinhos de rodízio no concelho,devidamente assinalados e identificados no contexto da referida rota turística, mas também o património natural que os enquadra. 2. Conteúdos de cada espaço expositivo 2.1. Núcleo central: sala 1 do CFCC-Sendo esta sala dedicada à história do concelho de Ponte de Sor,tratar-se-iam,por ordem cronológica,os seguintes temas:Pré-história(500 mil anos B.P-5 mil anos B.P.):megalitismo de Montargil;Período romano(séc.IIa.C.-IVd.C.):vias romanas com passagem pelo território do atual concelho;possível existência de uma ponte romana sobre a Ribeira de Sor;necrópole de Santo André (Montargil);Época medieval(séc.XIII-XV):fundação das povoações de Galveias e Montargil;existência de moinhos na Ribeira de Sor (apenas referência,pois será desenvolvido em lugar próprio);construção de uma cerca muralhada em Ponte de Sor,ordenada pelo rei D.Duarte;Época moderna (séc. XVI-XVIII): fundação das Misericórdias de Galveias,Montargil e Ponte de Sor;património religioso(arquitetónico e móvel) de Galveias e Montargil;Forais Manuelinos de Ponte de Sor,Galveias e Longomel;Época contemporânea:chegada do caminho-de-ferro e formação de Torre das Vargens;cultura do arroz e saúde pública(apenas referência,pois será desenvolvido em lugar próprio);indústria corticeira;atividade comercial no concelho(feiras e primeiros estabelecimentos lojistas);expansão urbana da vila de Ponte de Sor no século XX;construção da Barragem de Montargil. 2.2Núcleo central: sala 2 do CFCC-Nesta sala exclusivamente dedicada à história da cultura e do processamento industrial do arroz,focando o caso concreto da Fábrica de Moagem de Cereais e Descasque de Arroz de Ponte de Sor,existiriam dois núcleos,cada um correspondente a uma das alas da divisão,antes e depois da máquina do secador de arroz.Quanto à história da orizicultura,contemplar-se-ão os seguintes aspetos:História da cultura do arroz em Portugal;História da cultura do arroz no concelho de Ponte de Sor, com destaque para zona de Longomel, incluindo alguns elementos etnográficos (vestuário e instrumentos de trabalho orizícola);Relação entre orizicultura e saúde pública: sezonismo e luta anti-sezonática, com a criação de um Posto Anti-Sezonático em Ponte de Sor(década de 1930). 2.3. Núcleos satélite do CAC-Na secção de moagem de farinha em rama,far-se-a uma introdução à história da moagem no concelho, desde a pré-história até ao período industrial, passando pela idade média,período do qual datam as primeiras referências à existência de moinhos na Ribeira de Sor.Naturalmente,com uma explicação do processo industrial que tinha lugar nesta secção da Fábrica,com a identificação das máquinas e respetiva função.Por último,haveria uma referência aos moinhos de água de rodízio, existentes no concelho ao longo das Ribeiras de Sor e de Longomel,remetendo-se o visitante para o núcleo do Moinho na Zona Ribeirinha. 2.4. Núcleo satélite do Moinho de água na Zona Ribeirinha-No último núcleo satélite do Museu,deslocalizado mas a curta distância dos restantes,abordar-se-ia a história dos moinhos de água no concelho de Ponte de Sor,o processo proto-industrial associado aos moinhos de rodízio,identificando os moinhos existentes no concelho e remeter para uma rota dos moinhos de rodízio de Ponte de Sor,projeto turístico a desenvolver no âmbito do Museu.

Conclusion date 14.06.2022

Financing value 73,79 thousand €

A presente operação refere-se à reabilitação do largo da igreja dos Foros do Arrão, localizada na rua 25 de Abril da mesma localidade. O projeto visa a requalificação do espaço envolvente à igreja. Atendendo à importância que atualmente se atribui a estes espaços, procurou-se dotar o largo de uma linguagem e identidade tal que o torne convidativo e que proporcione ao público comodidade, funcionalidade e segurança. O largo foi qualificado esteticamente com materiais diversos, visando a um resultado sublime e pouco dispendioso. O espaço vai ser dotado com um estacionamento situado a nascente e do lado direito do edifício religioso, englobando 13 lugares de estacionamento agregados em dois grupos por forma prever uma passagem de peões do arruamento pedonal localizado perpendicularmente à igreja e que será, provavelmente o acesso principal para quem se desloca a pé vindo do centro do aglomerado dos Foros do Arrão de Cima. Neste espaço foi igualmente contemplada a plantação de árvores por forma a proporcionar zonas de sombra a quem ali se dirige ou simplesmente por ali paas. As árvores de duas espécies nomeadamente, liodendros (Liriodendrum tulipífera) e jacarandás (Jacaranda ovalifolia). As primeiras serão dispostas em frente da fachada de entrada e as ultimas no lado da fachada lateral direita. O mobiliário urbano integra bancos em granito tipo SPI, cujo modelo foi desenhado no Departamento de Projetos e Obras Municipais, distribuídos em posição oposta às árvores. Para o pavimento escolheu-se o "Paver cerâmico" do "Vale da Gândara" ou equivalente de duas cores, especificamente vermelho vulcânico e cinza Douro, de modo a poder tirar partido de um padrão que pudesse estruturar o espaço. Esta opção deve-se a uma melhor fixação da cor e um tamanho maior em relação ao pavé em blocos de encaixe de cimento. Para além deste "Paver" e para funcionar como marcação das caleiras das árvores escolheu-se um "Paver jardim", que para além de facultar o crescimento de relva, o que confere um aspeto mais fresco e viçoso ao espaço, permite caminhar sobre a mesma. Finalmente, na delimitação com os terrenos vizinhos optou-se por reabilitar o muro existente em blocos de cimento, favorecendo-o com revestimento a cinza, à semelhança da cor do lambrim da igreja, capeado com tijolo maciço cerâmico.

Conclusion date 02.01.2017

Financing value 49,94 thousand €

O presente documento constitui a memória descritiva e justificativa do anteprojeto de “Intervenções de Fecho no Sistema Público de Drenagem de Águas Residuais de Vale do Arco - Integração de duas sub-bacias no sistema”. O sistema de Vale do Arco, serve a povoação com o mesmo nome, que se localiza a norte da freguesia de Longomel, desenvolvendo-se até à extrema com o concelho de Gavião. A partir desse limite, o aglomerado populacional adota o nome de Monte Novo. O sistema de drenagem de águas residuais existente, é um sistema integrado que abrange os subsistemas de Vale do Arco e de Monte Novo. Genericamente, o subsistema de Vale do Arco integra várias sub-bacias. O efluente proveniente das mesmas, converge para o emissário principal que se desenvolve ao longo de uma linha de água - Ribeira de Longomel – encaminhando-o até à Estação de Tratamento de Águas Residuais, localizada no extremo sul de Vale do Arco. Subsistem duas sub-bacias, representadas na figura 1, que ainda não se encontram ligadas à ETAR, constituindo-se como sub-sistemas autónomos, que confluem para fossas séticas coletivas (uma delas com trincheiras drenantes). Estes dois sistemas de tratamento encontram-se completamente saturados e obsoletos.Assim, preconizou-se uma intervenção que visa a integração das duas sub-bacias mencionadas no sistema integrado, promovendo a otimização da utilização da capacidade instalada através da sua integração e ligação à ETAR de Vale do Arco. Nas duas áreas abrangidas, prevê-se o prolongamento dos coletores de forma a permitir a sua integração no sistema em alta e a desativação das duas fossas séticas existentes. Complementarmente e considerando o funcionamento deficitário dos dois troços de coletor localizados a montante das atuais fossas séticas, previu-se a sua respetiva reabilitação/substituição.

Conclusion date 29.12.2022

Financing value 0 €

O sistema de abastecimento de água a Vale de Vilão assegura a distribuição de água de consumo a um núcleo populacional da freguesia de Montargil, sendo que a população abrangida é de 117 indivíduos (fonte Censos 2011) residentes no aglomerado populacional, considerando-se 110 alojamentos (valor obtido através do SGA) e duas unidades hoteleiras que irão integrar a rede pública de abastecimento de água. Atualmente, este sistema é concessionado pela entidade “Águas do Vale de Tejo”. A água de consumo é distribuída diretamente na rede, injetada a partir de uma captação existente, anteriormente propriedade do Município, A água captada é sujeita a um tratamento de remoção de arsénio, através de uma Estação de Tratamento de Águas (ETA) e posteriormente injetada de forma direta na rede. Este sistema de injeção indireta introduz contínuos problemas de rotura na rede de distribuição devido às constantes oscilações de pressão que se registam e à existência na malha de troços cuja tubagem é inadequada face aos valores de pressão atingidos. Assim, se adicionarmos às perdas de água que resultam do processo de tratamento (cerca de 25 %) adicionarmos as perdas de água, já tratada, que se registam na rede (cerca de 50 %), atingimos valores de perda que rondam os 75 %. Portanto, as condições de funcionamento do sistema têm vindo a comprometer a sua eficiência, bem como a qualidade da água fornecida. A inexistência de uma reserva de água obriga, atualmente, ao funcionamento quase em contínuo da ETA e dos grupos de bombagem de injeção na rede. Se em condições de funcionamento normais os custos de exploração associados a um sistema desta natureza são elevados, as condições particulares do sistema de Vale de Vilão originam acréscimos de custo e perda de recursos de alguma forma insustentáveis. Assim e de forma a permitir a sustentabilidade deste sistema, preconizou-se, em articulação com a entidade Gestora em alta, conforme comunicações que se anexam, uma intervenção de fecho e ampliação de rede, que dotará o sistema de um reservatório e adicionalmente as intervenções de expansão de rede que permitirão expandir e integrar na rede os investimentos turísticos, cujo inicio de atividade se estima para o curto prazo. Presente as especificidades dos consumos associados à atividade turística, tomando como exemplo os esforços e investimentos envidados pelo Município, aquando da introdução no sistema público de abastecimento de água a Montargil, de uma unidade hoteleira, a intervenção preconizada para Vale de Vilão de imediato visa salvaguardar essa situação e garantir a simultaneidade dos consumos, sem interferências e oscilações diretas na rede que serve a povoação (facto que também só é possível devido à localização das unidades turísticas). A introdução do reservatório de respetiva conduta adutora, permitirá a regularização do funcionamento do sistema de bombagem, que poderá trabalhar próximo do ponto de rendimento máximo, com uma relação constante entre altura de elevação e o caudal preconizado. Assim, assegurar-se-á a estabilização das pressões na rede, situação que atualmente varia constantemente, função das condições registadas a jusante. Atualmente, situações de diminuição excessiva de pressão impossibilitam o fornecimento de água a todos os pontos da rede, situações de aumento conduzem a inevitáveis problemas de roturas. Estas oscilações constantes, obrigam a um esforço e alerta constante dos serviços operacionais do município de forma a determinar pontos de rotura e níveis de pressão ideais. Adicionalmente, o reservatório, assegurará níveis de reserva de água que permitirão o abastecimento à rede durante cerca de 24 horas, salvaguardando-se situações de avarias associadas à origem, adução e ETA

Conclusion date 13.09.2023

Financing value 0 €

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