Information portal on various topics of management of public resources of the Portuguese State

Beneficiary form

Name

MUNICIPIO DE TRANCOSO

Financing value

4,64 million €

Total projects

24

Tax identification number

5 0 1 1 4 3 7 2 6

Projects carried out

A estratégia INOVCAST tem como visão estimular a competitividade e atratividade da região, através de espaços de Ideias e Negócios vocacionados para a valorização da fileira da castanha e frutos secos, cuja prioridade é fixar iniciativas empresariais capazes de contribuir para a geração de riqueza e a criação de emprego no Concelho de Trancoso. A área de acolhimento empresarial é perspetivada como obra infraestruturante do concelho de Trancoso, que visa criar as condições para que as empresas ali se possam instalar, e possam, através da sua atividade, criar emprego e gerar riqueza. O investimento compõe-se pela ampliação de um parque empresarial – Zona industrial de Trancoso, com 15 lotes numa área total de 48.000m2, que alberga as atividades Industrial/Armazenamento/Serviços/Comércio, independente da zona urbana, com acessibilidades privilegiadas e materializado por um traçado de arruamentos para serventia dos lotes que formam uma unidade integrada e ordenada, que servirá de impulsor a um projeto de âmbito mais alargado que concentra área industrial e de serviços, para apoio logístico às empresas instaladas e serviços complementares e avançados. A área de acolhimento empresarial é encarada como um dos projetos-âncora do desenvolvimento do concelho, sendo vista como uma resposta integrada à necessidade de modernização e diversificação do tecido económico do concelho, promovendo a criação de condições para a instalação de novas unidades empresariais e consequente aumento de postos de trabalho, e contribuindo para a qualificação dos recursos humanos, através da inovação e da formação. O investimento, em infraestruturação e equipamentos, em particular para a reorientação do foco de atividade económica local, promovido pelo Município de Trancoso, pretende ser uma resposta integrada à necessidade de modernização e diversificação do tecido económico do Concelho, através da criação de condições para a instalação de novas unidades empresariais e consequente aumento de postos de trabalho.

Conclusion date 30.12.2020

Financing value 764,02 thousand €

A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Courelas é uma das situações de incumprimento e de contencioso no âmbito da Diretiva de Águas Residuais Urbanas (DARU) – Diretiva 91/271/CEE de 21-05-1991, fazendo parte de um processo de infração comunitário imposto a Portugal relativo a 186 pequenas aglomerações (Proc. 2009/2309). Trata-se por isso de uma intervenção que se reveste de caracter prioritário, uma vez que visa a resolução de um problema ambiental classificado como grave, com o objetivo de reduzir o nível de poluição das massas de água, em concreto, da Bacia Hidrográfica do rio Douro. O Ano de Arranque da ETAR foi 1984, tendo a instalação sido dimensionada para 2.437 habitantes equivalentes. A ETAR apresenta um nível de tratamento secundário, sendo o tratamento da fase líquida efetuado por decantação primária em tanque Imhoff, por leitos percoladores e por decantação secundária e da fase sólida por digestão anaeróbia no tanque Imhoff e por desidratação em leitos de secagem. Em sede de esclarecimentos o beneficiário esclareceu que a ETAR de Courelas não foi financiada por fundos comunitários. A zona contribuinte para a bacia de drenagem da ETAR é maioritariamente rural e apresenta um sector industrial pouco significativo. De realçar que existe uma unidade industrial de fabrico de salsicharia artesanal e a produção particular de bens alimentares em épocas específicas do ano (azeite, vinhos, entre outros). O meio recetor das águas residuais tratadas é uma linha de água afluente da Ribeira do Freixo. As intervenções a implementar na ETAR das Courelas serão as seguintes: - Obra de entrada – será instalada uma nova obra de entrada (a atual não está em condições de ser remodelada) que integrará um tamisador com abertura de malha de 6 mm equipado com compactador de resíduos e dispositivo ensacador, desarenador em canal com parafuso acionado por grupo eletrobomba para remoção de areias. Instalação de canal Parshall, integralmente executado em poliéster reforçado a fibra de vidro (PRFV) e instrumentação do medidor de caudal (sonda, quadro elétrico, autómato e cabos de energia e de sinal). Descarregador de tempestade com soleira metálica ajustável em chapa de aço inox AISI 304 com 3 mm de espessura; - Substituição do distribuidor rotativo de funcionamento gravítico por um motorizado com variação de velocidade; - Tanque de regularização (84 m³) e estação elevatória do tanque de regularização; - Meio de enchimento do leito percolador em plástico para substituição do existente (brita) com 2.00 m de altura e alteamento da parede cilíndrica com 2.40 m de altura, para aumento do volume do meio de enchimento e altura para folga (0.4 m) para evitar a dispersão dos aerossóis com o vento; - Tanque de receção (espessador gravítico) de lamas das outras ETAR (cerca de 160 m³) e estação elevatória de lamas; - Filtro de banda incluindo unidade de preparação de polieletrólito e circuito e bombas doseadoras, parafuso sem-fim transportador, circuito de descarga de escorrências, edifício para instalação deste equipamento e para escritório de apoio; - Reabilitação dos leitos de secagem. Com as medidas anteriormente identificadas, entre elas, com a instalação do tanque de regularização, os órgãos do tratamento primário e secundário vão passar a funcionar ao caudal médio, o que vai permitir melhorar, de forma significativa, a sua eficiência em termos de remoção de CBO5 e de SST, principalmente porque as situações de ponta serão anuladas. A ETAR vai passar a funcionar a caudal constante. Também com a instalação de equipamento adicional, no que se refere ao tratamento biológico, a eficiência do tratamento secundário aumentará, tendo em conta que será substituído o meio de enchimento do leito percolador –de brita para plástico – e será aumentado o seu volume (aumento da altura do leito percolador) e portanto do meio de enchimento. Também será reduzido o caudal de recirculação, o que implicará o aumento da capacidade de tratamento em termos de caudal. Nesta sequência, tendo em conta todas as alterações previstas, os órgãos da ETAR poderão funcionar em boas condições no caso de afluência de águas residuais correspondentes a uma população de 3.000 habitantes equivalentes (esclarecimentos adicionais do Beneficiário – e-mail de 28.08.2015). Em relação ao tratamento da fase sólida, será instalado um tanque espessador de lamas com ponte raspadora para destino final adequado e a sua consequente valorização. De referir que esta ETAR irá proceder ao tratamento das lamas de todas as ETAR do concelho de Trancoso.

Conclusion date 28.12.2018

Financing value 487,14 thousand €

A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Quinta do Seixo é uma das situações de incumprimento e de contencioso no âmbito da Diretiva de Águas Residuais Urbanas (DARU) – Diretiva 91/271/CEE de 21.05.1991, fazendo parte de um processo de infração comunitário imposto a Portugal relativo a 186 pequenas aglomerações (Proc. 2009/2309). Trata-se por isso de uma intervenção que se reveste de caracter prioritário, uma vez que visa a resolução de um problema ambiental classificado como grave, com o objetivo de reduzir o nível de poluição das massas de água, em concreto, da Bacia Hidrográfica do rio Douro. O Ano de Arranque da ETAR ocorreu em 1997, tendo a instalação sido dimensionada para 2 000 hab.eq. As águas residuais da ETAR são descarregadas numa linha de água afluente do rio Távora. A ETAR apresenta um nível de tratamento secundário, sendo o tratamento da fase líquida efetuado por decantação primária em Tanque Imhoff, por Leitos Percoladores e por decantação secundária e da fase sólida por digestão anaeróbia no Tanque Imhoff e por desidratação em leitos de secagem. Na Memória Descritiva é referido que a ETAR Quinta do Seixo foi construída com o apoio do fundo comunitário FEDER, em 1997. As águas residuais que afluem à ETAR da Quinta do Seixo são tipicamente domésticas. O caudal industrial é considerado nulo. No entanto, ressalva-se que existem contribuições pontuais de produção particular de bens alimentares em épocas específicas do ano (azeite, vinhos, entre outros). Desde a construção da ETAR surgiram novas contribuições de caudal afluente à instalação, não consideradas no projeto inicial, nomeadamente: 85 novas moradias, 2 escolas, um centro de saúde, uma sala de cinema, um centro cultural e um hotel. Em conclusão, existe um número adicional de 610 hab.eq., face ao projetado inicialmente. Para além desta situação, a ETAR da Quinta do Seixo encontra-se em incumprimento no que diz respeito aos valores dos parâmetros exigidos para a descarga de águas residuais (licença de rejeição caducada, não tendo sido revalidada pena entidade licenciadora) e encontra-se no final da sua vida útil (18 anos). Nesta sequência, é necessária uma remodelação profunda da ETAR que inclua um aumento da capacidade de tratamento de 2.000 para 2.610 hab.eq, bem como uma remodelação do próprio tratamento para um mais adequado, que permita à instalação tratar todo o caudal afluente, de forma a cumprir os requisitos exigidos pela legislação em vigor e maximizando os resultados, como se encontra retratado no projeto técnico do presente projeto. Assim, entendeu-se ser necessário projectar uma ETAR completamente nova, utilizando um processo de tratamento que permita garantir o cumprimento do Decreto-Lei 152/97 e dispensar a instalação de uma estação elevatória de águas residuais a montante da ETAR. O processo de tratamento proposto no projeto – lamas ativadas – arejamento prolongado – ocupa menos espaço do que a atual ETAR, o que permitiu otimizar a sua implantação, minimizando as demolições de órgãos existentes que se limitaram aos leitos de secagem, dispensáveis no futuro. As intervenções a implementar na ETAR Quinta do Seixo são as seguintes: - Obra de entrada - Tamisador com abertura de malha de 6 mm equipado com compactador de resíduos e dispositivo ensacador, desarenador em canal com parafuso acionado por grupo eletrobomba para remoção de areias. Instalação de canal Parshall, integralmente executado em poliéster reforçado a fibra de vidro (PRFV) e instrumentação do medidor de caudal (sonda, quadro elétrico, autómato e cabos de energia e de sinal). Descarregador de tempestade com soleira metálica ajustável em chapa de aço inox AISI 304 com 3 mm de espessura, incluindo fixações e todos os trabalhos e acessórios necessários; - Tratamento Secundário - Arejamento Prolongado ou Oxidação Total - constituído por arejamento, decantação secundária, recirculação de lamas e remoção de lamas em excesso para o espessador de lamas em excesso; - Espessador de lamas em excesso, em betão armado, para armazenamento das lamas que serão transportadas para uma ETAR com tratamento de lamas (ETAR de Courelas, segundo referem em candidatura); - Todas as tubagens e acessórios: de ligação entre órgãos; de recurso aos diferentes órgãos; e de ligação à linha de água; - O acesso, pavimentos e a vedação. Para além das intervenções na ETAR, e devido às alterações em termos de ocupação populacional da zona afluente à ETAR Quinta do Seixo e ao acréscimo de caudal daí derivado, prevê-se também a seguinte intervenção: - Ligação gravítica entre a Estação Elevatória dos Colégios e a ETAR Quinta do Seixo, desativando a estação elevatória. Esta ligação será feita através da construção de um coletor gravítico (com uma extensão de 709 metros) implantado ao longo de terrenos agrícolas. O coletor a executar terá a capacidade para drenar todos os caudais afluentes à estação elevatória, incluindo os referentes às novas contribuições atrás referidas. No que se refere às lamas em excesso produzidas pelo processo de lamas ativadas, como já estão muito mineralizadas, não necessitam de digestão e são em menor quantidade do que as produzidas pela atual ETAR, o que é característico do processo de arejamento prolongado. Está previsto no projeto o seu armazenamento e espessamento num silo de lamas e o seu transporte para o tratamento das lamas na ETAR das Courelas.

Conclusion date 31.12.2018

Financing value 373,49 thousand €

A requalificação da Igreja de Santa Marinha e Largo envolvente, sitos em Moreira de Rei, concelho de Trancoso, insere-se numa zona urbana com elevada relevância histórica e arquitetónica, local este onde se localizam diversos elementos notáveis como a Igreja de Santa Marinha, a Necrópole envolvente e também o Pelourinho, todos eles classificados como Monumento Nacional (Dec. N.º 21354, DG, I Série, n.º 136, de 13-06-1932). Tendo em conta o papel preponderante deste espaço no tecido urbano de Moreira de Rei, ao seu forte impacto histórico e arquitetónico na região, à sua classificação como Monumento Nacional e ao seu enorme potencial turístico, a Câmara Municipal de Trancoso decidiu avançar com a elaboração de um Projeto de Arquitetura de Requalificação de todo o espaço. Os trabalhos a efetuar serão divididos em duas fases, nomeadamente, a intervenção em todo o Largo envolvente à Igreja de Santa Marinha e a intervenção na própria Igreja. As ações de requalificação do largo envolvente à Igreja de Santa Marinha e da própria Igreja serão antecedidas pela realização de trabalhos arqueológicos de escavação no local e posteriormente todos os trabalhos a desenvolver no decurso deste projeto serão objeto de acompanhamento sistemático e efetivo por parte da especialidade de Arqueologia , cumprindo assim o disposto na Lei 107/2001 de 08 de Setembro, que estabelece as bases da política e do regime de proteção e valorização do Património Cultural. A necrópole de sepulturas escavadas na rocha localizada no Largo da Igreja de Santa Marinha é um monumento de inegável importância histórica e patrimonial, que, todavia, nunca foi alvo de um estudo exaustivo. No sentido de colmatar esta lacuna, de colocar a descoberto os vestígios arqueológicos existentes nas áreas a valorizar e de minimizar o impacto do projeto sobre o património, proceder-se-á à realização de trabalhos prévios de escavação arqueológica na área da necrópole. Estes trabalhos decorrerão ao longo de seis meses, obrigatoriamente antes do início das ações de requalificação do largo e igreja e incidirão sobre as áreas a valorizar (definidas em projeto como sepulturas-escavação) e sobre as áreas com afetação direta no decurso da empreitada. Em função dos resultados sempre incertos dos trabalhos arqueológicos, é possível que os registos gráficos da escavação (plantas, alçados e perfis) se prolonguem para a fase de obra, devendo-se assegurar uma correta articulação entre os vários intervenientes na obra. Durante os trabalhos de escavação, proceder-se-á à remoção total das terras existentes em várias zonas do largo para colocação das sepulturas e outros vestígios arqueológicos a descoberto, pelo que todos os trabalhos que sejam executados sobre as sepulturas antropomórficas e outros vestígios arqueológicos ou sobre o maciço rochoso que lhes serve de base implicarão a prévia proteção dos mesmos com recurso a manta geotêxtil e de acordo com as indicações fornecidas pela Fiscalização da Obra, nomeadamente quanto à forma de fazer, aos materiais e equipamentos a utilizar e aos timings para execução dos mesmos. Relativamente à Requalificação do Largo envolvente à Igreja de Santa Marinha, tratando-se de um Largo de enorme potencial, conjugando entre si elementos de enorme valor como a Igreja de Santa Marinha, a Necrópole e o Pelourinho, é fundamental levar a cabo uma intervenção que reordene o espaço do Largo, criando hierarquias de circulação pela definição de percursos que, protegendo os elementos notáveis, conduzam o visitante numa “viagem” à descoberta da riquíssima história que constitui este lugar. Sendo o espaço do Largo maioritariamente ocupado pela Necrópole, de que se conhecem cerca de centena e meia de sepulturas, e não existindo neste momento estudos arqueológicos suficientes para definir com rigor as zonas desta Necrópole com potencial para deixar à vista, optou-se por, seguindo as indicações do sector de arqueologia do Município, definir um conjunto de zonas com potenci

Conclusion date 31.12.2023

Financing value 151,05 thousand €

A operação contempla um plano de ação transversal, permitindo aos municípios implementar ações que correspondam às suas necessidades concretas, e que permitam a racionalização de custos, a partilha de recursos e o aumento da eficiência coletiva. Assim, propõem-se 4 Prioridades Macro integradas entre si, com ações específicas cuja implementação contribui para a concretização dos objetivos da operação respeitando igualmente as realidades e específicas de cada autarquia, a saber: P1. Desmaterialização P1.1. Implementação de aplicação de modelação e gestão de processos e documentos; P1.2. Implementação de aplicações de suporte à decisão e desmaterialização; P1.3. Sistemas de suporte à desmaterialização; P1.4. Reengenharia processual e consultoria. P2. Balcão Único Multicanal P2.1. Plataforma de Atendimento/Intranet; P2.2. Plataforma de Serviços Online; P2.3. Postos de Trabalho; P2.4. Mobiliário e Ambiente de Atendimento; P2.5. Plataforma SIG e Informação Geográfica; P2.6. Sistema de atendimento multicanal; P2.7. CRM Municipal. P3: Sistemas Tecnológicos P3.1. Sistemas Tecnológicos Municipais | Hardware e redes de suporte às plataformas de modelação de processos e plataformas de interação multicanal; P3.2. Sistemas Tecnológicos Partilhados | Cloud, Storage, Suporte e Conetividade. P4: Iniciativas Transversais P4.1. Plano Tecnológico CIM-BSE; P4.2. Centro de Digitalização de Grandes Formatos; P4.3. Centro de Recursos Partilhados.

Conclusion date 07.07.2021

Financing value 130,79 thousand €

A presente operação incide nas ações previstas nos 5 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação, Experimentação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal. - Animação: O investimento na animação destina-se à realização de eventos que visam aumentar a notoriedade da marca AHP e dos recursos associados, procurando reforçar a identidade e posicionar o território no mercado nacional e internacional. Para tal, está previsto um investimento na atualização dos guidelines de eventos AHP em favor do alinhamento com a certificação Biosphere e um investimento na programação e monitorização de eventos para cumprimento de requisitos (ação 1.1). Com um forte envolvimento da comunidade local e mobilização dos parceiros da rede, pretende-se manter a iniciativa “Ser AHP” (ação 1.2) e implementar o “Ciclo de Eventos - 12 em rede” (ação 1.3.) e o “The Castles Quest” (ação 1.4.) dando-lhes um cunho inovador assente na sustentabilidade, conforme guidelines que vierem a ser definidos na ação 1.1. - Comunicação e Marketing: Está prevista a conceção da imagem para os elementos de comunicação (ação 2.1.) tendo por base os guidelines identificados na Etapa I. Esta imagem será incorporada na produção e aquisição de suportes de comunicação (ação 2.2), na conceção e instalação da sinalética (ação 2.3, 2.4 e 2.5), e na conceção dos elementos de comunicação para os Pontos de acolhimento (ação 2.6). Está ainda previsto o investimento em ações promocionais em contexto digital e físico (ação 2.7) e na produção de conteúdos, tradução e assessoria de imprensa (ação 2.8). - Criação de Estruturas de Animação Permanente: Este investimento refere-se à requalificação e modernização de ponto de acolhimento da AHP de Trancoso (ação 3.1), sendo essencial para a conclusão da rede de Pontos de Acolhimento do território. - Inovação: Pretende-se trabalhar a definição da identidade AHP (o que é uma AHP) e a definição dos mecanismos e requisitos à sua proteção e valorização (ação 4.1. Aldeias Históricas de Portugal – do conceito à ação: definição de requisitos-base para a valorização de um recurso com potencial económico), que sustentarão as iniciativas do Projeto de Experimentação. Prevê-se ainda trabalhar os eventos AHP numa perspetiva de certificação – Biosphere Events (ação 4.3), reforçando o alinhamento da rede em matéria de sustentabilidade e construir o processo de classificação das AHP como Património Mundial - UNESCO (ação 4.4). Indica-se ainda a afetação de despesa para a dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP (ação 4.2.) que transita do triénio anterior. - Experimentação: Prevê-se a criação de um hub de experimentação, sustentado nos requisitos-base para a valorização do recurso AHP, definidos na ação 4.1 do Projeto de Inovação. Na ação 5.1 “AHP Business Ecosystem - Programa de valorização dos produtos endógenos” prevê-se a implementação de iniciativas que incitem a dinamização de cadeias de valor associadas a produtos distintivos das AHP através da contratação de serviços especializados de entidades do SCT, das áreas da economia e gestão, para a definição dos modelos de negócio de produtos AHP. Com ligação entre si, as ações 5.2. “AHP Lab – smart village design” e 5.3 “AHP Smart Village” objetivam alavancar o conhecimento na área da arquitetura, construção sustentável e TIC: decorrente do concurso de ideias a realizar no âmbito da ação 5.2, alinhado com os princípios orientadores/requisitos a definir, será concretizado um projeto piloto (ação 5.3) que se traduzirá na reabilitação de um edifício numa AHP. Finalmente, a ação 5.4. AHP Creative Camp refere-se a um desafio direcionado especificamente para investigadores, estudantes, formadores e profissionais nacionais e estrangeiros de áreas ligadas às indústrias culturais e criativas (ICC). Neste triénio, a AHP-ADT pretende manter a mesma lógica de proximidade no âmbito da dinamização da parceria para a promoção e gestão da EEC, seja através de dinâmicas regulares de discussão e concertação entre parceiros, seja pelo apoio técnico e disponibilização de informação relevante aos consorciados públicos e privados, no sentido de apoiar a concretização dos seus investimentos, de acordo com o racional estratégico da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

Conclusion date 29.08.2023

Financing value 97,98 thousand €

O “Festival Cultural da Raia História” é uma proposta cultural em rede que junta os municípios de Figueira de Castelo Rodrigo (promotor lider), Almeida, Mêda, Pinhel e Trancoso e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e da Serra da Estrela. Esta iniciativa surge com o objetivo de continuar e consolidar o trabalho desenvolvido no âmbito da operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela”, financiado ao abrigo do Programa Cultural em Rede (Aviso CENTRO 14-2016-03) que juntou a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela e os 15 municípios que a constituem. Numa visão de cooperação e valorização das sinergias constituídas em prol de uma estratégia comum para o território em grande escala, foi possível criar três redes culturais, agregando, assim, os 15 municípios das Beiras e Serra Estrela em perfeita harmonia: a rede cultural da Serra da Estrela, a Rede Cultural das Beiras e a Rede Cultural da Raia Histórica. A operação “Festival Cultural da Raia História” encontra-se desta forma em plena concordância com a estratégia da CIMBSE, do seu conselho técnico para a cultura (integra os programadores culturais de cada um dos 15 município). Acredita-se, assim, que cada rede cultural, em permanente articulação com as restantes têm um potencial acrescido de alavancar mais turistas para o território, construindo propostas turísticas personalizadas e ao encontro das especificidades e expectativas de cada segmento turístico.

Conclusion date 29.11.2022

Financing value 42,95 thousand €

A presente operação integra o compósito das ações previstas nos 4 projetos âncora: Comunicação e Marketing, Animação, Inovação e Criação de Estruturas de Animação Permanente, iniciativas que visam capitalizar o foco temático Aldeias Históricas de Portugal, na senda da obtenção de vantagens competitivas sustentáveis no longo prazo para o território. Para este intento, listam-se as diversas ações inerentes a cada projeto âncora: • Comunicação e Marketing: Definição e normalização de guidelines e layouts de identidade e suportes de comunicação; Plano de Internacionalização das AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais da marca AHP; Execução de suportes comunicacionais e ações promocionais dos eventos do plano de animação; Implementação do layout da rede AHP - pontos de acolhimento; Imagem e comunicação da Rede AHP – sinalética; Produção de conteúdos e tradução; Imagem e comunicação da Rede AHP - Marketing digital; • Animação: Definição e normalização de guidelines de eventos; Eventos AHP-ADT; Ser AHP; Culture & Tastes - Ciclo de Eventos (Municípios/AHP-ADT) • Inovação: Dinamização das cadeias de valor de produtos distintivos AHP; Laboratório de inovação rural e valorização dos recursos endógenos das AHP; Construção coletiva de um destino turístico sustentável de reconhecida excelência mundial • Criação de Estruturas de Animação Permanente: Requalificação e modernização dos pontos de acolhimento AHP; Instalações “Sistemas Produtivos e Inovadores locais- SPIL” e Sinalética AHP. Em termos de Grupos identificados no Aviso, coincidentes com os projetos âncora, o investimento associado totaliza 2.491.176,47 €, distribuído da seguinte forma: Comunicação e Marketing 40%; Animação 39%; Criação Estruturas Animação Permanente 10% e Inovação 9%.

Conclusion date 28.12.2018

Financing value 38,06 thousand €

A operação “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” tem como objetivo geral a constituição, lançamento e consolidação de uma rede territorial e institucional, com abrangência ao nível sub-regional, vocacionada para a projeção e divulgação do território e da sua identidade, fortemente alicerçada na promoção da cultura e do turismo cultural. Numa primeira fase de implementação, a operação envolverá, grosso modo, a implementação de um programa de animação de centros históricos e urbanos da sub-região Beiras e Serra da Estrela, num formato de Festival que contará com um conjunto de atividades programadas em rede. O desenvolvimento da operação alicerça-se num rico e diversificado acervo patrimonial de que o território dispõe, tanto de cariz material (monumentos e outros imóveis) e imaterial (costumes, gastronomia, artes). Considera a operação que o património é um fator de identidade do território e das comunidades, ao mesmo tempo que se constitui como um fator de diferenciação, num forte contexto de concorrência entre regiões, às mais diversas escalas territoriais. Deste modo, a operação prevê a realização dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela, um programa de animação em rede dos centros históricos e urbanos da sub-região, em forte articulação com o património existente, que procura em primeira linha a captação de fluxos turísticos para o território. Considera-se que as atividades culturais previstas, pela sua natureza, diversificação e grau de criatividade, contribuem diretamente para a atração de visitantes e turistas para a sub-região BSE, objetivo estratégico consagrado no Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 (Centro 2020). Paralelamente, a implementação de animação cultural em espaços históricos e urbanos, sendo estes aqueles que genericamente concentram não só mais elementos patrimoniais como também mais estabelecimentos e serviços de sustentação à atividade turística (hotelaria, restauração, comércio), contribui positiva e diretamente para a dinamização das cidades e vilas, atenuando o processo de esvaziamento que enfrenta a globalidade dos centros antigos de todo o país. Operacionalmente, cada um dos quinze municípios da sub-região acolherá a realização de um Festival da Zona Antiga que decorrerá, previsivelmente, na cidade ou vila sede de município. Desta forma, será possível a elaboração de uma programação em rede, concertada entre todas as entidades envolvidas, e adequada à satisfação das diversas necessidades e exigências dos públicos contemporâneos. Ao mesmo tempo, a calendarização das atividades em rede permite que cada município conserve e projete a sua identidade sob um projeto comum a toda a sub-região. No que diz respeito em específico à programação cultural em rede, cada festival da Zona Antiga terá especial enfoque na realização de um espetáculo comunitário (realizado em coprodução entre artistas regionais e companhias nacionais), na dinamização de circuitos contemplativos, assistidos por visitas guiadas encenadas (para demonstração da cultura e história do território de forma interativa e sensorialmente estimulante) e na exibição da história e do património do território com recurso a tecnologia de Video Mapping (enquanto atividade de inovadora para a oferta do património). Paralelamente, é expectável que o lançamento dos Festivais da Zona Antiga das Beiras e Serra da Estrela abra caminho para o desenvolvimento de atividades de cooperação e integração de esforços para a promoção e divulgação territorial. Neste sentido, a operação prevê também a integração de esforços em matéria de comunicação e disseminação externa das atividades, capacitação dos profissionais da cultura para a promoção cultural e turística, envolvimento da comunidade local e lançamento de ferramentas integradas para a divulgação do território. Por conseguinte, o projeto “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela” demonstra o mérito em alinhar os vários municípios da sub-região na dinamização

Conclusion date 31.10.2022

Financing value 36,01 thousand €

24 Projects
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